TV Sinpro ao vivo direto do Ponto de Apoio ao Trabalhador

O TV Sinpro da próxima quarta-feira, excepcionalmente às 15h, será transmitido direto do Ponto de Apoio ao Trabalhador que já está em operação na área central de Brasília. O entrevistado será o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues, que vai contar sobre essa iniciativa inédita entre centrais sindicais, e que conta com a parceria de outros sindicatos, inclusive o Sinpro: um local onde trabalhadores de aplicativos podem descansar, beber água e recarregar o celular.

“São necessidades básicas de todas as pessoas, mas que são negligenciadas pelas empresas prestadoras de serviço e pelo governo”, explica Rodrigues.

A questão da precarização das relações de trabalho também será abordada no programa. “Em pleno século XXI, há milhares de trabalhadores sem direitos básicos, que garantem dignidade à pessoa humana”, lembra Rodrigues.

Para conduzir a entrevista, estarão com Rodrigo as diretoras do Sinpro Letícia Montandon e Carolina Moniz, que trabalha em regime de contrato temporário e vai demonstrar como a realidade dos professores em contrato temporário se aproxima à realidade da precarização da função dos trabalhadores de aplicativo.

O TV Sinpro vai ao ar na TV Comunitária e no canal do Sinpro no Youtube, na quarta-feira, 13 de julho, às 15h. Não perca!

 

MATÉRIA EM LIBRAS

CEDLAN realiza 3ª edição do Encontro Francófono

 

 

Os(as) estudantes e professores(as) do Centro Educacional do Lago Norte (CEDLAN) tiveram um “banho de imersão” na cultura francesa ao participarem das rodas de conversas do 3º Encontro Francófono do CEDLAN. Nas conversas, o encontro garantiu importantes trocas culturais. O encontro foi realizado, na terça-feira (5/7), na própria escola.

 

Com o tema “Ça fait rever” (é um sonho), o encontro foi marcado pela leveza e trocas culturais. “Em uma atmosfera de sonho, devido a importância e a projeção de eventos como este, os alunos e professores puderam degustar de algumas horas de ótimas conversas, importantes trocas culturais e de um aprendizado ímpar”, informam os professores Júlio Pedro e Viviane Duarte Rocha.

 

O CEDLAN faz parte do Programa de Educação Intercultural Bilíngue (PEBI; Português – Francês) e, com esse tipo de encontro promove trocas culturais fundamentais para a promoção e o incentivo de suas práticas. “Esta edição do Encontro Francófono foi marcada pela leveza de seus participantes e um clima de sonho começou com a apresentação da estudante Maria Eduarda Caldeira Gomes, do 3º Ano, interpretando três canções em língua francesa, uma grata e inesperada surpresa que trouxe orgulho a todos os presentes”, contam os professores.

 

Júlio e Viviane relatam que Suelen de Sousa Lopes, do 2º Ano, brindou os(as) participantes com uma interpretação da canção “Anunciação”, de Alceu Valença. “Suelen com seu violão e sua voz presenteou a todos”. O evento contou com a participação do Sinpro-DF e de dois convidados internacionais: Guillaume Perche, de origem francesa e coordenador pedagógico da Aliança Francesa. E o empresário senegalês, Papa Singane Diaw. Ambos contaram suas experiências enquanto estrangeiros no Brasil e falaram sobre a relação deles com a língua portuguesa. Responderam, também, às diversas curiosidades de estudantes e professores(as).

 

“Percebia-se, no olhar de todos, que estávamos em um ‘outro lugar’, no ‘lugar do sonho’, e tudo foi possível devido a dedicação das professoras Ana Paula, de Língua Inglesa, uma das tradutoras do evento, e Maria Eugênia, de Artes, que, ao lado do professor Mário, de Matemática, e da professora Karla Reis, de Educação Física, comandaram as perguntas da plateia aos convidados”, informam. Todo o evento, segundo Júlio e Viviane, foi pensado e organizado pelas professoras Camila Chernichiarro, Ana Paula Costa, e pelo professor Daniel Guimarães. Os três são professores de Francês e montaram toda estrutura do evento.

 

“O professor da biblioteca Paulo Souza, também foi fundamental para a organização do 3º Encontro Francófono do CEDLAN. Foi a partir do convite do professor Paulo que o Sinpro enriqueceu o evento com sua participação. A diretoria do CEDLAN também participou do evento na figura da vice-diretora Isabella Araújo, que compôs a Mesa de conversa.

 

“Esse foi um dia para guardar na memória como um dia inesquecível, feliz, leve, um dia em que, entre olhares e sorrisos, pudemos ver sonhos se materializando e sonhos desabrochando. Que esses sonhos sejam cultivados e, acima de tudo, sem redundâncias, sonhados… porque ‘Ça fait rêver’”, afirmam o professor Júlio e a professora Viviane.

Nota de Pesar – Mayara da Silva Souza

É com grande tristeza e pesar que o Sinpro informa o falecimento de Mayara da Silva Souza, professora de Atividades da Escola Classe 100 de Santa Maria. A professora atuava na Sala de Recursos Generalistas e faleceu aos 34 anos, na terça-feira (5/7), em casa. O velório foi realizado no Templo Ecumênico do Cemitério do Gama na manhã de quinta-feira (7/7).

 

Nas redes sociais da EC 100 de Santa Maria, a direção da escola, colegas e amigos(as) lamentaram a morte de Mayara com mensagens de carinho e solidariedade à família. Querida por todos e todas, a diretoria informou que o falecimento da professora. “Com imenso pesar comunicamos o falecimento da professora da Sala de Recursos, Mayara, sua partida precoce deixou um vazio enorme. Agradecemos pelo trabalho prestado com dedicação, nos solidarizamos com a família nesse momento de dor!”

 

O Sinpro-DF lamenta a perda da professora Mayara e presta toda solidariedade aos familiares e amigos neste momento de dor.

Diretoria eleita do Sinpro para o triênio 2022-2025 toma posse nesta sexta (8)

A nova diretoria colegiada do Sinpro-DF, eleita para o triênio (2022-2025), tomará posse nesta sexta-feira (8), no Auditório Planalto, do Centro de Convenções Ulysses Guimarães, durante o 12º Congresso de Trabalhadoras/es em Educação. A cerimônia começará às 19h30. O convite é individual e a posse será transmitida pelo canal YouTube e pelas redes sociais do Sinpro-DF.

 

PL 5594: votação pode acontecer a qualquer momento

O parecer do PL 5.594, que pretende tornar a educação atividade essencial e assim proibir o direito de greve a professores e professoras foi lido na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (6/7). O texto não foi aprovado, e os trabalhos de obstrução da oposição levaram ao encerramento da sessão. Houve, no entanto, a votação de um requerimento de retirada do PL 5.594 de pauta, e este requerimento foi rejeitado. Isto significa que o Projeto de Lei pode entrar na pauta da Comissão de Educação da Câmara dos Deputados a qualquer momento.

Diretores do Sinpro e da Central Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) foram à Câmara na manhã de hoje para ajudar a oposição a fazer pressão nos deputados da Comissão de Educação. Nosso sindicato e nossa categoria precisam estar em vigília constante para evitar o sucateamento de nossas condições de trabalho.

Além de proibir o direito de greve da categoria ao transformar a educação em serviço essencial, o PL 5.594/20 também obriga professores(as) e estudantes a frequentarem a educação presencial em situação de pandemias, expondo toda a comunidade escolar aos riscos de contaminação e morte em casos de crises sanitárias. Atualmente, o País está mergulhado na pandemia do novo coronavírus, cujos surtos têm se repetido por falta de política pública séria de combate à Covid-19.

Na segunda-feira (4/7), a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou boletim informando que os casos de covid-19 subiram 18% em todo o mundo na última semana. “Na última semana o mundo registrou 4,1 milhões de casos novos de covid-19 – um aumento de 18%”, alerta a OMS. Os maiores aumentos foram registrados em 110 países, principalmente os localizados no Oriente Médio (47%), seguido pela Europa e no Sudeste Asiático, ambas regiões com 32%, e cerca de 14% nas Américas. Clique aqui e confira matéria sobre a situação da covid. 

Ou seja, enquanto o mundo está preparado para retomar o ensino remoto caso seja necessário, os parlamentares aliados do governo Jair Bolsonaro atuam para incentivar a morte de mais brasileiros em decorrência de crise sanitária. Afinal, ao aprovarem uma lei que obriga educação presencial, estão, propositadamente, dando continuidade ao genocídio que vem acontecendo no Brasil desde 2020 com a pandemia da Covid-19.

Um dia após o outro o governo Jair Bolsonaro (PL) e sua bancada de apoio na Câmara dos Deputados e no Senado Federal atuam, sistematicamente, para agredir servidores(as) públicos(as), extinguir direitos trabalhistas até direitos humanos fundamentais para a vida. Agem como se fossem os proprietários do Estado nacional, da União, das riquezas nacionais e do Orçamento público. É preciso enfrentar esse tipo de gente e impedir mais autoritarismos sobre nossos direitos e nosso País. A nossa união é a nossa força!

Morre D Claudio Hummes aos 87 anos

O Sinpro lamenta a morte do arcebispo emérito da arquidiocese de São Paulo, cardeal D Claudio Hummes. Ele morreu nesta 2ª feira (4/7) aos 87 anos, vítima de complicações de câncer no pulmão.

O site da CUT informou que a direção do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC divulgou nota lamentando a morte de Dom Cláudio Hummes, ressaltando sua dedicação também aos trabalhadores e povos indígenas. “Seu longo ministério foi dedicado, em particular, ao acompanhamento dos trabalhadores, povos indígenas e dos mais pobres”, diz trecho da nota, que segue contando um pouco da história do Cardeal.

Aury Afonso Hummes decidiu entregar sua vida ao sacerdócio aos 17 anos, quando ingressou, em 1952, na Ordem dos Frades Menores – franciscanos. Nomeado Bispo pelo então papa Paulo VI, em março de 1975, Dom Cláudio assumiu a Diocese de Santo André (SP) em dezembro daquele ano, e lá ficou por 21 anos, até 1996.

Ainda segundo o site da CUT, Dom Cláudio acompanhou de perto a luta do movimento operário no Brasil, incluindo as greves dos Metalúrgicos do ABC no fim da década de 1970. O Bispo, muitas vezes, abriu as portas da Catedral de Santo André para as assembleias, presidiu missa com a participação da categoria e posicionou-se corajosamente contra as demissões dos trabalhadores.

Dedicou sua vida inteira à luta do povo brasileiro. Deixa um legado inestimável de misericórdia, resistência e luta contra as injustiças sociais.

Dom Claudio, presente!

Contribua para a realização da cirurgia do professor Hélio Ricardo Fernandes

O professor aposentado da rede pública Hélio Ricardo Fernandes, 59 anos, solicita contribuições via vaquinha virtual para realizar uma cirurgia para retirada de próstata, por causa de um câncer. O diagnóstico da doença veio há um ano.

A vaquinha tem meta de arrecadar R$ 11 mil, que ajudarão nos custos da cirurgia. Hélio conta que não tinha plano de saúde e arcou com muitos exames caros, e se dispõe a apresentá-los a quem quiser saber mais sobre o caso dele. Os gastos com o procedimento também serão todos devidamente comprovados.

Para acessar a vaquinha virtual, clique AQUI. Abaixo, o texto de apresentação escrito por Hélio:

Me chamo Hélio Ricardo Fernandes, tenho 59 anos e sou servidor público aposentado. Há mais ou menos 1 ano fui diagnosticado com câncer de próstata, e na ocasião não tinha plano de saúde,  então tive que arcar com vários exames caros que não consegui fazer pelo SUS.  Para piorar, estava fazendo uma pequena reforma na minha casa, quando fui diagnosticado com o câncer, que me  custou todas as reservas que tinha, por isso tive que apelar pra cartões de crédito e empréstimos, até perder totalmente o controle da situação, e a minha aposentadoria mal dá pra pagar o que devo ao Banco. Por esses motivos que estou fazendo essa vaquinha, para que eu consiga pagar uma parte da operação de retirada do câncer de próstata, já que o meu plano de saúde não cobre todo o procedimento. Já tentei fazer o tratamento pelo SUS, porém como todos sabem, o sistema de saúde público no Brasil está um caos. Há mais de ano aguardo ser chamado para consulta com um cardiologista pelo SUS  para verificar o risco cirúrgico e até hj não fui chamado, então tive que partir pro plano de saúde, pois o câncer não espera. Quem se dispuser a ajudar, caso queira, posso enviar cópias dos laudos e exames que já fiz e todo o gasto será devidamente comprovado. Desde já agradeço  a compreensão e peço que Deus abençoe à todos(as).

3 de julho – Dia Nacional de Combate à Discriminação Racial 

O 3 de julho é o dia nacional de combate à discriminação racial. A data foi escolhida em 1951, quando o Congresso Brasileiro aprovou a Lei 1.390 que tornava contravenção penal a discriminação racial. A lei Afonso Arinos serviu para trazer à tona o termo “racismo”, e para alertar a sociedade do crime.

Em 20 de dezembro de 1985, a Lei 1.390 ganhou uma nova versão que inclui entre as contravenções penais, a prática de atos resultantes de preconceito de raça, de cor, de sexo ou de estado civil, conhecida como a Lei Caó, referindo-se ao Deputado Carlos Alberto Caó de Oliveira, advogado, jornalista, militante do movimento negro que se destacou por sua luta contra o racismo e que foi o autor do novo estatuto.

De acordo com o Atlas da Violência 2020, realizado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), a taxa de homicídios de negros cresceu 11,5% de 2008 a 2018, enquanto a de não negros caiu 12%, revelando um grande descaso nas iniciativas políticas quanto ao aumento anual desses números. Decretar leis não basta; é preciso educar e conscientizar a sociedade.

A população negra é a maior do país, representando 56% dos 212 milhões de habitantes, mas também é a mais vitimada. O estudo “Violência armada e racismo: o papel da arma de fogo na desigualdade racial”, do Instituto Sou da Paz, mostra que dos 30 mil assassinatos por agressão armada em 2019, 78% foram contra pessoas negras.

Certos presidentes dizem que não existe racismo. Ainda falta muito para sermos um país em que raças vivem em harmonia. É só olhar para os dados presentes e os constantes massacres nos noticiários para perceber a desigualdade absurda em que vivemos.

 

Inscrições abertas para EJA

Até o dia 10 de julho estão abertas as inscrições para a Educação de Jovens Adultos (EJA) na rede pública do DF. É a chance para quem quer retomar os estudos no segundo semestre, pois as aulas se iniciam em 1º de agosto.

A EJA é voltada para as(os) cidadã(o)s maiores de 15 anos que ainda não concluíram o ensino fundamental (primeiro e segundo segmento), e para quem for maior de 18 anos e não finalizou o ensino médio (terceiro segmento).

Nessa primeira fase, no ato da inscrição, o(a) candidato(a) pode escolher até duas unidades escolares onde estudar. A inscrição é feita pelo site da SEEDF.

O resultado das inscrições será divulgado em 22/7 a partir das 18h, no site da Secretaria de Educação e, entre os dias 25 e 29/7 as matrículas estarão abertas para os selecionados, que deverão enviar, via site da Secretaria de Educação, os seguintes documentos:

  • Identidade
  • CPF
  • Duas fotos 3 X 4
  • Comprovante de residência
  • Declaração Provisória de Matrícula (Deprov) ou Histórico Escolar
  • Identidade e CPF do responsável para estudantes menores de idade.

O Sinpro compreende que a abertura de turmas EJA é importante e fundamental para garantir o acesso de uma parcela invariavelmente desfavorecida, seja social, financeira ou materialmente, ao direito básico à educação. É também dever do Estado fazer a busca ativa de potenciais estudantes e disponibilizar não só vagas suficientes para todos como vagas em locais que atendam mais facilmente a todos os potenciais alunos, em vez de buscar criar “polos de EJA”.

UnB realiza aula pública para debater As vozes ausentes do currículo

O grupo de pesquisa Currículo e Processo Formativo: inovação e interdisciplinaridade, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), realiza uma aula pública que vai debater As vozes ausentes do currículo. Durante a atividade ainda haverá o lançamento do livro Currículo Festivo e Educação das Relações Racionais, temática principal ligada aos estudos curriculares, oportunidade para dialogar com todos que buscam lutar para que as chamadas minorias sociais se façam presente nas políticas e práticas do campo do currículo.

O evento será realizado no dia 20 de julho, a partir das 19h30, na Sala dos Papirus – FE 01 – UnB / Faculdade de Educação (Campus Darcy Ribeiro / Asa Norte).

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