Familiares de professora aposentada pedem ajuda com doação de sangue

O Sinpro pede aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais que participem da doação de sangue para a professora aposentada Ângela Luíza Trancoso Muniz. Pelo fato de ser diabética, a educadora está tendo complicações em seu tratamento médico e precisa urgentemente de sangue. Para participar desta campanha basta levar um documento com foto e realizar a doação em nome de Ângela Luíza no Hemocentro São Lucas (SHIS, QI 15 do Lago Sul).

Segundo o Hemocentro, os estoques estão críticos e é preciso aumentar o número de doações e, consequentemente, o estoque de sangue para continuar salvando vidas. Participe desta campanha do bem!

Mais informações pelos telefones (61) 3248-7272 e (61) 99558-5673.

Professora da rede lança livros de poesia retirados do fundo do baú

A poetisa e professora de Língua Portuguesa, Ana Mago, lançou, na semana passada, dois livros de poesia que estavam guardados há anos. Ela decidiu retirá-los “fundo do baú” e dividir suas poesias com o público. O lançamento independente ocorreu pelo site do Amazon. O lançamento foi da obra “Passagens do verdadeiro autor”, seu primeiro livro, escrito em 2004, e “Oceano”, com textos escritos entre 2013 e 2021. Ambos estão disponíveis para venda a preços baixinhos no site da multinacional.

 

As obras trazem as formas que ela enxerga as coisas, as pessoas, as situações, os sentimentos. “A partir do momento em que eu vejo aquilo, eu transformo em poesia e essa é a poesia de como vejo o mundo. Fazem parte de mim todas essas vivências que eu externo na forma de poesia”, disse Analicélia Maria Gonçalves (Ana Mago – “Ma”, abreviatura de Maria; e, “Go”, de Gonçalves). Atualmente, ela leciona Língua Portuguesa no Centro de Ensino Médio nº 1 de Planaltina (CEM 01/Centrão) e no Ensino Fundamental do CED Vale do Amanhecer e contou ao Sinpro-DF que no livro “Passagens do verdadeiro autor” ela diz que o verdadeiro autor é o coração.

 

“Quando comecei a escrevê-lo, eu era muito jovem. Assim, é uma poesia com sentimentos mais adolescentes. Aquela vivência toda de adolescentes que toma uma dimensão imensa e comecei a escrever por causa desses sentimentos que eram uma dor muito profunda. E nisso fui evoluindo e crescente e, quando entrei na faculdade, a minha forma de sentir começou a mudar e eu comecei a descobrir outras técnicas. É por isso que eu digo que foi uma evolução técnica porque, juntamente com isso, fui evoluindo o meu texto”, conta.

 

A professora afirma que suas obras são adotáveis na rede pública de ensino porque, mesmo elas não elas sendo publicadas, já eram usadas na rede. “Eu trabalho em Planaltina numa escola chamada Centrão, que é o CEM 01. E lá, no 1º Ano do Ensino Médio, havia uma professora de Língua Portuguesa que já trabalhava com meus poemas. Ela gostava muito do que eu escrevo e levava para a sala de aula”.

 

Ela diz que retirou as obras do fundo do baú porque estavam guardadas há muito tempo, já registradas, mas, sem publicação. “Resolvi mostrar porque acredito que se você escreve e não mostra, a sua escrita morre. E para que ela continue viva, para que as pessoas tenham acesso e ela ganhe vida, tem de ser publicada”.

 

Clique nos links para acessar as obras

 

Passagens do Verdadeiro Autor https://www.amazon.com.br/dp/B09XVNYS6B/ref=cm_sw_r_apan_WRPE828PZZENRBKPVR6E

Oceano
https://www.amazon.com.br/dp/B09XVMYDP7/ref=cm_sw_r_apan_MZV1PB7SWMTQXZQ2XZ0S

Semana da Voz realiza ações para conscientizar sobre cuidados com a voz

O Dia Mundial da Voz é celebrado em 16 de abril. Anualmente, a Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia, junto com o Sistema de Conselhos de Fonoaudiologia e outros parceiros, promove a campanha Amigos da Voz, que, este ano, tem o tema “Sua Voz Importa”. A campanha está em sua 17ª edição, e tem o objetivo de alertar para a importância dos cuidados com a saúde vocal, considerando a voz também como instrumento de inclusão e de afirmação da igualdade de direitos.

Dianete do Valle, fonoaudióloga da Secretaria da Saúde do GDF, e que também integra a organização da campanha, explica o tema escolhido para 2022: “A voz se torna um obstáculo se ela não te representa, ou seja, se o impacto da sua voz sobre os outros não é o que você deseja”, aponta ela. “A voz deve trazer os traços característicos da sua personalidade, conforme sua escolha, como expressar marcas sociais, de idade, de gênero”, conclui Dianete.

A campanha Amigos da Voz também visa a conscientizar sobre cuidados com a voz, bem como alertar para sinais e sintomas que favoreçam o diagnóstico precoce de doenças, como o câncer de laringe, que podem comprometer a qualidade de vida e a própria sobrevida dos indivíduos. Profissionais da voz – como professores e professoras – devem ter ainda mais atenção ao tema, porque o uso constante da voz demanda acompanhamento e técnicas que maximizem o seu potencial sem causar danos ao aparelho fonador.

É comum que o mau uso ou o uso abusivo da voz cause lesões nas pregas vocais. É preciso estar atento(a) a alterações ou a dificuldades que surgem ou que aumentam, e buscar tratamento. “Sua voz também se torna um obstáculo se ela te limita”, aponta Dianete do Valle. “Por exemplo, a voz de um professor ou professora, que precisa falar alto e por muito tempo, é um obstáculo se não corresponde à sua necessidade; ou seja, como instrumento de trabalho não contribui para seu melhor desempenho”, explica ela.

A diretora do Sinpro Élbia Pires, da Secretaria de Saúde, considera a iniciativa muito importante para ampliar a conscientização e contribuir para melhor qualidade de vida e condições de trabalho da categoria: “A saúde da voz também está conectada com a saúde do corpo e com a saúde mental”, lembra ela.

Entre 18 e 25 de abril, a campanha Amigos da Voz promoverá uma série de ações. Confira algumas delas abaixo e participe!

Atendimento (triagem, orientação e exames)
Palestra: Higiene Vocal e Cuidados com a Voz
Data: 18, 19 e 20/04/202
Horário: 8:00 às 12:00; 13:00 às 17:00
Local: Hospital de Base

Mesa Redonda: Interfaces da Voz Artística
Data: 18/04/2022
Horário: 18:00 às 20:00
Local: Auditório da Escola de Música de Brasília
Endereço: SGA/Sul Quadra 602 Projeção D Parte A – Asa Sul, Brasília – DF

Mesa Redonda – Voz e transexualidade
Data: 20/04/2022
Horário: 19:00 às 20:30
Local: Auditório do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN)
Endereço: Av. Pau Brasil, 02 – S/N – Águas Claras, Brasília – DF

Distribuição de material informativo
Data: 21/04/2022
Horário: 10:00 às 15:00
Local: Parque da Cidade D. Sarah Kubitscheck

Oficina – Voz e canto para crianças
Data: 22/04/2022
Horário: 16:00 às 18:00
Local: Centro Universitário do Distrito Federal (UDF)

Workshop de Voz Artística
Data: 22/04/2022
Horário: 19:00 às 21:00
Local: Auditório do Centro Universitário Planalto do Distrito Federal (UNIPLAN) – Águas Claras

Caminhada no Eixão do Lazer
Data: 24/04/2022
Horário: 10:00 às 13:00
Local: Eixão Sul

UnB Perto de Você
Data: 25/04/2022
Local: Esplanada dos Ministérios

Grupo de pesquisa da UnB convida para “conversatórios” nesta quarta (20)

O Grupo de pesquisa Educação, Saberes e Decolonialidades da Universidade de Brasília (GPDES/UnB) convida os(as) professores(as) e orientadores(as) da rede pública de ensino do Distrito Federal para o “Conversatório Pedagogias Decoloniais, Antirracistase Periféricas”, nesta quarta-feira (20/4), às 10h e às 17h, pelo canal do YouTube, com vários convidados. Acesse: https://www.youtube.com/channel/UCcyScTL2sIbm1rxQO3EMZzQ.

 

Esse é o segundo conversatório de uma série em que o GPDES/UnB tem tratado do tema pedagogias antirracistas, decoloniais e periféricas. Até dezembro, o grupo realizará 11 webnários e, em dezembro, haverá um encontro presencial intitulado II Narrativas Decoloniais e Interculturais em Educação. Importante destacar que esses eventos ocorrerão totalmente de forma virtual pelo canal no YouTube do grupo de pesquisa.

 

Esses debates compõem a programação do “Webinários Gpdes 2022”, que será realizado ao longo deste ano em preparação ao Seminário III Narrativas Decoloniais, Interculturais e Antirracistas em Educação, previsto para ocorrer em dezembro de 2022. O primeiro foi realizado no dia 6 de abril e está disponível no canal do YouTube do grupo (https://youtu.be/iB3fhYNdnKA), no qual houve o lançamento do livro “Da diáspora negra ao território das águas”, de Elionice Sacramento, uma pescadora da Comunidade Pesqueira e Quilombola de Conceição de Salinas, Bahia.

 

“Nossos webinários são pensados com o intuito de abordar saberes que, historicamente, sofrem com tentativas de silenciamentos, apagamentos, invisibilizações e subalternizações. Um dos objetivos do GPDES é contribuir com a formação continuada das servidoras e servidores da educação básica da rede pública de ensino. Assim, convidamos todas e todos a estarem conosco no dia 20/04 e nos próximos encontros. Trataremos de temas urgentes para a educação. Contamos com a presença de vocês”, convida o professor de artes Hugo de Freitas, da Escola Parque 313/14 Sul, atualmente afastado para doutoramento.

 

Neste segundo conversatório, que irá ao ar às 10h do dia 20/4, haverá participação de intelectuais e lideranças negras, periféricas e indígenas, quilombolas e retireiras, dentre eles e elas, conta com a presença de Elionice Conceição Sacramento; Romero Antonio de Almeida Silva, do Quilombo de Trigueiros, Pernambuco; Lidiane Taverny Sales, da Comunidade Retireiroas e Retireiros do Araguaia, Mato Grosso; Gilson Ipaxi’awyga Tapirapé, da Terra Indígena Urubu Branco, Aldeia Wiriaotãwa, Mato Grosso. O debatedor é André Marques do Nascimento, da Universidade Federal de Goiás (UFG). A mediadora será Carolina Mendes, do Instituto Federal Brasília (IFB), Campus de São Sebastião.

 

 

O conversatório 02, que vai ao ar às 17h do dia 20/4, conta com a presença de John Cleber Sarmento Santiago, do Quilombo Jambuaçu, Pará; Matheus Costa, do Centro Educacional Chicão, São Sebastião, Distrito Federal; Queila Rodrigues, do Projeto Cabocla de Lança Estandartes Poéticos e Grupo de Coco Semente Crioula, São Paulo; Nubiã tupinambá, da Terra Indígena Tupinambá de Olivença, Aldeia Tukum, Iléus, Bahia.

 

Confira a programação

 

 

 

Exposição Sátira, do CEF 10 do Gama, problematiza uso excessivo de celular

No CEF 10 do Gama, um trabalho interdisciplinar das áreas de Artes e Geografia deu o que falar! Os e as estudantes do nono ano de toda a escola foram provocados(as) a refletir sobre o uso excessivo de celulares e o consumismo sem limites no contexto da revolução tecnológica que vivenciamos.

Os debates nas aulas de Geografia com o professor Wellington Araújo e as técnicas de fotografia, desenho e colagem oferecidas pelas aulas de Artes do professor Felipi Santos convidaram os(as) jovens a se expressarem sobre esse tema tão relevante! Eles(as) produziram ou reproduziram peças baseados na obra de três artistas contemporâneos – Pawel Kuczyński, Steve Cutts e Banksy.

Os professores envolvidos no trabalho destacam que a iniciativa fez com que os e as estudantes problematizassem o tempo que dedicam ao uso de celular e novas tecnologias. Em meio à preparação da exposição, foi feita uma pesquisa que apontou o tempo de uso desses aparelhos. “Pudemos perceber que foi impactante para eles!”, conta o professor Wellington. 

O resultado desse belo trabalho foi apresentado na exposição Sátira, montada na escola com todo apoio da coordenação, professor Eric Sales, e da diretoria, representada no vice-diretor Leandro Tonete. Confira algumas fotos abaixo para saber um pouquinho como foi!

 

Professora faz rifa solidária com vários itens

A professora, pedagoga e estudante de biomedicina Mabel Pereira do Nascimento está fazendo uma rifa solidária com vários itens. O sorteio será no dia 6 de maio. Cada número vale R$ 30,00 (trinta reais).

 

No Instagram, Mabel informa que “a rifa vai financiar a compra das lentes e do óculos que irão proporcionar um novo olhar na minha vida e a realização de atendimentos médicos necessários para minha total recuperação”.

 

Mabel é professora de Atividades e, atualmente, leciona no 2º Ano na Escola Classe 38 de Ceilândia (EC 38/Ceilândia). Também foi diretora da EC 13 de Ceilândia por 6 anos. No ano passado, foi afastada da sala de aula para tratamento de um câncer no globo ocular e pulmão.

 

“Estou fazendo a rifa porque perdi visão dos dois olhos e preciso adquirir uma lente e o novo óculos. Em razão disso, estou necessitando de exames, medicação, de alguns médicos especialistas. Como não tenho plano de saúde, estou custeando tudo e não estou dando conta só com o salário. Daí a ideia de fazer a rifa”, afirmou ela à Imprensa do Sinpro.

 

 

Para participar da “Rifa solidária da Mabel”, o primeiro passo é escolher um número entre 1 e 200 e entrar em contato com o WhatsApp (61) 9 9293-2423.

 

O segundo passo é efetuar o pagamento da rifa via PIX no valor de R$ 30,00. O número do PIX é o celular (61) 992932423. NUBANK – Mabel Pereira do Nascimento.

 

O terceiro passo é aguardar o sorteio no dia 6 de maio, ao vivo, pelo Instagram @abiscoitadoce. Confira, a seguir, a Rifa solidária da Mabel:

 

 

 

 

Nota de pesar | professor e diretor de teatro Hugo Rodas

A diretoria colegiada do Sinpro-DF lamenta a morte do professor da Universidade de Brasília (UnB) e diretor de teatro Hugo Rodas. O Distrito Federal perdeu, nessa quarta-feira (13/4), uma das mais importantes personalidades da dramaturgia brasiliense com o falecimento de Hugo Rodas. Ele estava internado no Hospital Brasília e morreu após sofrer um AVC. Há 3 anos ele vinha lutando contra um câncer, mas, a metástase dificultou a sua recuperação.

 

Apuração do Correio Braziliense informa que Rodas era uruguaio e se mudou para o Brasil em 1970. No País, ele foi ator, diretor, bailarino, coreógrafo, cenógrafo, figurinista e professor de teatro. Em 1975, ele se mudou para Brasília e, desde então, participou ativamente da vida cultural e da cena teatral da capital do País. Recebeu três títulos concedidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF). A UnB também lhe concedeu dois títulos, o de Notório Saber em Artes Cênicas (1998) e, em 2014, o de Professor Emérito. Ele foi professor da UnB por 20 anos.  Clique aqui e confira o perfil e trajetória de Rodas. 

 

Para homenageá-lo, o professor e ator Luis Guilherme M. Batista, dedicou um poema ao mestre e um dos mais conceituados diretores de sua geração.

 

PARA SEMPRE HUGO

 

Hugo Rodas estava grávido

grávido de dores e tumores

grávido de algo não vivo

grávido talvez de outra vida.

 

Esperávamos pacientemente

pelo parto-partida,

dolorosamente, amorosamente.

 

Hugo é a pessoa mais importante do Teatro dessa capital concretada e empoeirada.

A personagem mais significativa que ajudou a construir o Teatro Brasiliense.

Nada se compara ao que Hugo fez.

Não existe nenhum demérito a todos e todas incríveis diretores e diretoras, atores e atrizes, produtoras e produtores que foram e são o Teatro de Brasília.

Apenas que Hugo é Rodas.

Nada, nem de perto, chega ao que ele criou e entregou para essa cidade.

Cidade que por sinal, atualmente, está a um universo de distância de sua proposta original.

Brasília foi fraudada por seus governos e por seus eleitores.

 

Mas não por Hugo.

 

Hugo deu sua alma, sua verve, seu sexo, sua loucura, sua dor, seu brilho, sua raiva, seus desejos, seu amor, sua paixão pelo Teatro.

Hugo foi violento, perverso, maquiavélico, drogado, bandido. E quem não foi ?

Hugo foi acolhedor, amoroso, delicado, equilibrado, suave, honesto. E quem pode dizer que foi ?

 

Você foi acolhido em Brasília por pessoas que lhe deram um porto seguro.

Você foi acolhido em todas as praças e cidades.

Você foi acolhido na UnB.

Você foi acolhido no coração e mente dos loucos.

 

Sei como professor que aprendemos com nossos alunos.

Sei que vc aprendeu com Iara, Herculano, Guila, Johanne, Neio, Dimer, etc, etc.

Sei que vc aprendeu com todos que trabalharam com você.

Sei que vc aprendeu com seus alunos na UnB, com seus amigos em São Paulo, em Goiânia, Paris, em Timbuktù e em todos os lugares onde pousou seus olhos brilhantes.

Sei que vc aprendeu com os grupos que criou.

Sei que talvez até tenha aprendido algo comigo.

Aí está o amor da genialidade. Aprender, de todas as formas.

Tudo é aula.

 

Mas você é um semideus.

E eu sou um ateu que te idolatra.

Sei que você morreu, mas e daí ?

Você vive em mim.

Você vive em milhares.

Você é um gigante.

Um maestro.

Um hércules.

Um césar.

Um augusto.

Um Uruguaio, que nunca perdeu o sotaque.

 

Felizes aqueles que te conheceram. Felizes aqueles que aprenderam com você.

Felizes aqueles que beijaram sua boca. Felizes aqueles que enlouqueceram com você.

Felizes todos aqueles que assistiram uma obra sua.

Felizes até os que nunca o assistiram, mas sabem que você existiu.

Que existiu algo magnificamente belo nessa vida.

Infelizes aqueles que odeiam arte, teatro, poesia e cultura. Infelizes os caretas.

Infelizes os que não se permitem viver.

Perdoai-os Hugo, eles não sabem o que fazem.

 

Como referenciar 50 anos de trabalho, 60 anos de dedicação, 70 anos de entendimento, 80 anos de tesão !?

Maldito seja você Hugo.

Bendito seja você.

Você é nosso ômega e nosso alfa.

Todos sabemos que você é nossa luz, nosso equilíbrio, nossa vontade de sermos deuses.

 

Eu sou deus.

Você dizia que era para nos sentirmos assim no palco.

Pois bem esse é o palco da vida onde você nos fez deuses.

 

Você foi nosso deus !!!

Como dizia Zaratustra: eu só poderia acreditar em um deus que soubesse dançar.

E você sempre soube dançar.

Dançou sobre nossos corpos, nossos espíritos e mentes.

Dançou com nosso sexo e nossa loucura.

Dançou suado na boates gays – Nada mais alegre.

Dançou sob a lua.

Dançou para o sol.

Você nos ensinou a respirar na dança.

Você nos ensinou a respirar debaixo d´água.

Você nos ensinou a gostar de gozar a vida.

Gozar na vida.

Gozado. Sendo sério.

Seríssimo.

Ser isso que você é.

 

O máximo, o mal, o bem, o super, o único, o Hugo, o Rodas, o monstro, o gênio, o homem, o menino, o mestre, o aprendiz, o eterno.

 

Você é eterno Hugo. Você é eterno Rodas.

 

Até um dia. Para sempre.

 

 

 

(*) Por Luis Guilherme M Baptista
Ator e Professor

 

CCBB Brasília recebe exposição de ex-professor da SEEDF

Uma boa pedida de passeio para este feriado da Semana Santa é o Centro Cultural Banco do Brasil. Uma dica é a mostra de arte sonora Extraclasse, do artista Luiz Olivieri. São cinco obras inéditas, uma delas criada em colaboração com alunos do artista, da época em que ele dava aulas na SEEDF.

Para a mostra, Olivieri utilizou materiais presentes no ambiente escolar como carteiras, lousas, projetor e a palavra escrita. A série Extraclasse, obra que empresta o nome para a exposição, é fruto de um exercício proposto a 12 alunos do ensino médio para que escrevessem listas de sons presentes em suas casas por um período de 48 horas. Dessa experiência, surgiram relatos sonoros (paisagens sonoras) que impressionam pela poesia cotidiana. “Este trabalho fala de uma outra relação entre professores e alunos, sobre a criação de redes entre pessoas para se ouvir mais”, ressalta Olivieri.

A mostra está em cartaz na Galeria 4 do CCBB Brasília até o domingo de Páscoa, 17 de abril, com visitação das 9h às 20h30. A classificação é livre para todos os públicos e a entrada é gratuita com retirada de ingressos na Bilheteria do CCBB Brasília.

Essas obras são parte do projeto de doutorado de Olivieri, em Artes, na Universidade de Brasília, com orientação do prof. Dr. e artista Christus Nóbrega. O projeto de Olivieri, busca pontos em comum entre som / palavra-texto e os componentes do sistema educacional brasileiro – o ambiente escolar, alunos, professores e currículos acadêmicos. Cada obra tem uma forma específica de interação com o público.

Luiz Olivieri nasceu em Brasília. Bacharel e Licenciado em Artes Visuais, Mestre e Doutor em Arte Contemporânea pelo PPG-UnB. Artista-pesquisador, trabalhou na educação básica e, atualmente, é professor do curso de licenciatura em Artes da Universidade Federal de Goiás. Investiga os espaços por meio da escuta e da experiência sonora.

Serviço:
Serviço:
Extraclasse
De Luiz Olivieri
Instalações sonoras
Galeria 4 do CCBB Brasília
Visitação | Até 17 de abril
De terça a domingo, das 9h às 20h30
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Entrada | Gratuita
Ingressos | Na Bilheteria do CCBB
Localização| SCES, Trecho 2, Lote 22, Brasília, DF

TV Sinpro: aposentados são o alvo principal do golpe dos precatrórios

O programa TV Sinpro do último dia 30 de março abordou a questão que tanto vem afligindo nossa categoria nos últimos tempos: o Golpe dos Precatórios. No programa, os diretores do Sinpro Dimas Rocha e Silvia Canabrava, mais o advogado do sindicato, Dr. Lucas Mori, contaram sobre as estratégias de várias quadrilhas que atuam contra a categoria, e explicaram que os aposentados são os principais alvos dos bandidos.

“Recentemente houve a prisão de uma quadrilha, não é a única, mas é a que tinha os meios mais sofisticados. Eles chegavam a ligar pra 300 pessoas por dia, e roubaram cerca de R$ 4 milhões dessa forma”, contou Dr Lucas.

Os diretores Dimas e Silvia foram unânimes em lembrar, e relembrar aos espectadores: O Sinpro não pede nenhum tipo de contribuição, nenhum tipo de depósito, muito menos fala em urgência (“se o depósito não for feito em uma hora, você pode perder o benefício”). Essa é a principal estratégia dos golpistas. Fique atento!

Veja a entrevista completa no canal do Sinpro no Youtube e não caia em golpes!

Regional do Gama forma professores terapeutas comunitários

O projeto de Terapia Comunitária Integrativa de Professores e Professoras, que se iniciou em 2018 no CED Gesner Teixeira e chegou à Coordenação Regional de Ensino do Gama, acaba de se tornar um projeto de formação de terapeutas, em parceria com a Secretaria de Saúde.

O projeto, que foi inicialmente implementado na escola do Gama (e foi notícia no site do Sinpro em 2018), é resultado do trabalho conjunto de dois docentes da escola: a professora de história e coordenadora pedagógica Francisca Beleza e Cleison Leite Ferreira, professor de geografia e supervisor pedagógico. A eles se juntou a psicóloga Doralice Gomes, com o expertise para a implementação dos projetos de Terapia Comunitária Integrativa (TCI).

Em fevereiro de 2019, o sucesso do projeto no Gesner Teixeira levou a Coordenadora da Regional de Ensino do Gama, professora Cássia Maria Marques, a convidar Francisca e Cleison a atuarem na regional de ensino, para levarem o projeto a todas as escolas abarcadas pela regional.

Com a chegada do projeto na CRE, foram implantados projetos de acessibilidade física e emocional, bem como os projetos de TCI, que já vinham sendo realizados com sucesso no Gesner Teixeira.

Também foram feitos diversos workshops nas escolas: terapias, reiki, ayurveda, mosaicoterapia e tai chi chuan. Todas práticas integrativas de saúde, reconhecidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Com a pandemia, as terapias comunitárias foram para o ambiente virtual, e o foco da atuação holística se voltou para o trabalho psicológico do luto, do sofrimento. Foi o momento de cuidar de quem cuida. Nesse período, das 50 escolas atendidas pela Regional, 48 receberam terapias virtuais online.

A retomada do ensino presencial traz agora a primeira turma de formação de terapeutas entre professores(as) e orientadores(as), formados pela secretaria de Saúde do DF e com certificação da UnB. Os cursos são reconhecidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS), e serão ministrados pela psicóloga Doralice Gomes.

“Foi um sonho gestado por muito tempo pela atual Coordenação Regional de Ensino Do Gama (desde 2019). Vocês sabem que esta gestão tem trabalhado a questão da Saúde Mental desde antes da Pandemia. O que queremos é formar, agora, professores e professoras e orientadores para atuar nas Escolas colaborando com esse momento tão diverso que está sendo o retorno”, conta Francisca.

 

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