Formadores de Tecnologias Educacionais se reúnem no Guará
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Ocorreu no último dia 16 de março, na Escola Técnica do Guará Prof Teresa Ondina Maltese (CEPAG), o encontro de Formadores dos Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE). A reunião contou com a presença de 50 profissionais de equipes interdisciplinares de professores qualificados para promover formação continuada aos demais colegas da rede de ensino no uso pedagógico das diversas ferramentas tecnológicas e mídias digitais. O Sinpro foi um dos apoiadores do evento.
Os Núcleos de Tecnologia Educacional (NTE) existem no DF há 25 anos, e ajudam na formação de professores para o uso pedagógico de recursos do que se convencionou chamar de Tecnologia Digital de Comunicação e Informação (TDIC) – que nada mais é do que a combinação de computação e todas as ferramentas de interação social que rodam em ambiente de Internet. “São esses profissionais que mostram como aplicar de maneira funcional as novas tecnologias de Internet em sala de aula”, explica a professora Adriana Alves de Moura, uma das organizadoras do evento.
O encontro foi idealizado pelos professores que atuam há mais tempo nos NTE, e tem como ideia reunir todos os profissionais atuantes nesses núcleos, que são cerca de 50 em todo o DF. Durante o evento, foram discutidas a identidade funcional e a importância dos NTE na inserção das Tecnologias Digitais no contexto escolar, bem como seu uso para a melhoria do processo de ensino e aprendizagem.
Inscrições abertas para o curso “Visões de África e visibilidade da população preta do DF”
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF informa que estarão abertas, entre 1º e 22 de abril, as inscrições para o curso de formação “Visões de África e visibilidade da população preta do DF”. O curso é gratuito e conta com apenas 25 vagas.
Contemplado no FAC Multicultural 2021 e promovido pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em 2021, o curso tem como parceiro o Instituto Bem Cultural (IBC) e será realizado na Biblioteca Nacional de Brasília (BNB).
Serão ofertados nove encontros presenciais, no auditório principal da BNB, entre maio e junho de 2022, sob a orientação de professores de instituições de ensino públicas e privadas.
Dentre essas instituições, destaque para Universidade de Brasília (UnB); Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ); Instituto Federal de Brasília (IFB); dentre outros centros de pesquisa e extensão. A coordenação pedagógica e a direção são da historiadora e africanista Juliana Lage.
“O curso de Áfricas foi concebido a partir da necessidade de instrumentalizar professores(as) e demais quanto ao estudo das sociedades africanas pré-coloniais, suas sociedades, reinos, estrutura social e política, a importância da oralidade e compreender as intercessões entre Áfricas e Brasil, visto que nossa sociedade é devedora do seu legado”, afirma Juliana.
Um dos principais objetivos do projeto é a diversidade no trato com as fontes históricas africanas e a apresentação de autoras negras presentes em nações africanas, como a socióloga nigeriana Oyeronke Oyewumi e a filósofa brasileira Djamila Ribeiro. Há também o intuito de resgatar a importância da implantação da Lei nº 10.639/2003, que estabelece a obrigatoriedade do ensino de “História e cultura afro-brasileira” nas disciplinas das grades curriculares dos Ensinos Fundamental e Médio.
“A ideia é proporcionar, aos participantes, subsídios para narrativas menos eurocêntricas e colonialistas acerca das sociedades africanas. Além disso, analisaremos a presença do afro-brasileiro sob nova perspectiva, possibilitando a visibilidade de figuras marcantes na constituição da nossa sociedade, como Ferreira de Menezes, Luiz Gama, Sueli Carneiro, Lima Barreto, Arthur Carlos e muitos outros protagonistas da história brasileira”, ressalta o release da equipe de produção do curso.
Os(as) organizadores(as) também salientam o fato de os estudos africanistas serem de suma importância para a compreensão de suas culturas e povos. Até o fim do século XIX, a presença europeia na África era pontual, reduzida a alguns pontos do litoral. O continente apresentava diversificada experiência social e múltiplos fenômenos culturais.
“O continente era governado por vários impérios, reinos e cidades-estados constituídos de forma autônoma e independente. A História Atlântica visibiliza intensas relações entre sociedades africanas e políticas no Brasil. O que se passava de um lado do Atlântico, repercutia no outro lado”, informa a equipe.
No release, os(as) organizadores também destacam o fato de que “pensar os efeitos do colonialismo e a construção do racismo em nossa sociedade também fazem parte do debate, uma vez que é necessário promover a descolonização do pensamento e das produções teóricas e do conhecimento acerca do continente africano”.
Dentre os participantes do corpo docente do curso, a equipe ressalta a participação do doutor Rafael Sanzio, professor titular da Universidade de Brasília (UnB) e diretor do Centro de Cartografia Aplicada e Informação Geográfica (CIGA); coordenador dos Projetos Geografia Afro Brasileira: Educação & Planejamento do Território (Projeto GEOAFRO) e Instrumentação Geográfica, Educação Espacial e Dinâmica Territorial.
Dra. Selma Pantoja, professora e especialista em História da África, pesquisadora do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento, Sociedade e Cooperação Internacional/UnB e do Programa de Pós-graduação em Ensino da História da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
Dr. Guilherme Lemos, professor da UnB. Homem negro pertencente aos povos tradicionais de matriz africana por meio do terreiro Tumba Nzo Ana Nzambi (Família Tumba Junsara). Na comunidade, atende pela djina (nome) Ndundufurama desde sua iniciação em 2015. É historiador e professor efetivo do Instituto Federal de Brasília (IFB). Possui graduação e mestrado em História pela UnB. Atualmente, docente do IFB.
Juliana Lage, historiadora pela PUC/MG, pós-graduada em Culturas Negras no Atlântico – História da África e dos Afrodescendentes/UnB. Realizou projetos de inserção curricular das Histórias das Áfricas com base na Lei nº 10.639/2003; palestrante sobre as identidades brasileiras: relações entre Brasil e continente africano. Organizadora e coordenadora do curso sobre o “Ensino da História da África e Afrodescendentes no Brasil, segundo a Lei 10.639/2003″. É organizadora e coordenadora do Seminário “Inclusão Étnico-racial e a Lei 10.639/2003, obrigação ou cidadania?” – Sinpro-EP/DF; escritora de tese sobre Lima Barreto.
Apresentação de inauguração com Nãnan Matos
O curso será inaugurado com um show da cantora Nãnan Matos, cuja apresentação será realizada no dia 6 de maio de 2022, às 19h. A cantora, desde sua origem, foca sua arte na renovação entre Brasil e Áfricas, cultivando e transmitindo valores e saberes ancestrais afro-brasileiros e africanos por meio do canto, percussão, dança, fala e ativismo político-cultural. Há 15 anos, a ativista e arte-educadora compõe a cena brasiliense e nacional com projetos artísticos de resgate, explosão, energia, dança, batuque, multilinguagens e sempre apostando na conexão ancestral e contemporânea para impactar de forma construtiva e positiva.
Serviço
Etapa 1
Inscrição:
Período: 1º a 22 de abril de 2022
Acessar o Link: https://docs.google.com/forms/d/1ShqV-zsNbNPvj098eJDKngVj6gp1U0lGTanHW5NkY8U/viewform?edit_requested=true
Público-alvo
Professores das redes pública e privada de ensino do DF e Entorno, além do público em geral. (Não há pré-requisitos)
Número de participantes: 25 (vinte e cinco)
Etapa 2
Curso de formação presencial
Período: de 6 de maio a 3 de junho de 2022.
Local: Biblioteca Nacional de Brasília (BNB)
Local
Biblioteca Nacional de Brasília (BNB)
Endereço: Setor Cultural Sul – SCTS Lote 2 – Ed. Biblioteca Nacional de Brasília
Na edição da próxima quarta-feira (30/3), às 19h, o programa da TV Sinpro abordará a questão que tanto vem afligindo nossa categoria nos últimos tempos: o Golpe dos Precatórios.
No programa, os diretores do Sinpro Dimas Rocha e Silvia Canabrava, mais o advogado do sindicato, Dr. Lucas Mori, contarão as estratégias ardilosas da quadrilha que foi detida há algumas semanas.
Há uma nova forma de contato, que não se trata exatamente de golpe, mas não explica adequadamente aos professores todas as opções que lhe estão disponíveis – principalmente aos aposentados e aposentadas da categoria.
A TV Sinpro vai ao ar ao vivo na TV Comunitária (Canal 12 na NET-DF; Facebook e Instagram: TVComDF), sempre às 19h – também nas redes do Sinpro-DF, mas tem reprise segunda-feira, às 6h30 e às 22h; terça-feira, às 13h e às 22h; quarta-feira, às 6h e às 23h30; quinta-feira, ás 7h30 e às 13h; sexta-feira, às 8h e às 13h; sábado, às 13h e às 22h; e domingo, às 13h e às 21h.
Formação de professores para a educação básica é tema de debate nessa quinta (31)
Jornalista: Luis Ricardo
O Observatório da Educação Básica da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (ObsEB/UnB) realiza, nessa quinta-feira (31), às 18h30, mais um debate com a comunidade escolar. Desta vez o tema será: Formação de Professores para a educação básica – cenário político e proposições. O debate contará com a participação das professoras Magali Silvestre (UNIFESP) e Patrícia Nazário Duarte (GEMEB/EAPE/SEEDF), e terá a mediação da professora Kátia Curado (EF/UnB).
O Observatório de Educação Básica da FE-UnB é um espaço democrático de articulação com a sociedade que oportuniza o diálogo com profissionais da Educação Básica e Superior; pesquisadores(as) da Universidade de Brasília (UnB) e de outras instituições de educação superior; entidades representativas de estudantes e professores(as); Secretaria de Educação do DF/Escola de Aperfeiçoamento do Profissional da Educação; Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE); Associações de pais, mães ou responsáveis; Sindicatos e Conselhos de Educação, e demais interessados em questões relacionadas à Educação básica.
Curso “Desenvolvimento à moda brasileira” chega ao fim com apresentação de artigos
Jornalista: Alessandra Terribili
Terminou na noite da última sexta-feira, 25, o Curso de Formação Política “Desenvolvimento à moda brasileira – dinheiro e desigualdades na educação”, realizado pela Secretaria de Aposentados(as) do Sinpro-DF, em parceria com a Secretaria de Formação. A responsável pelo curso foi a professora mestre e doutora em Educação Urânia Flores da Cruz, autora do livro de mesmo nome, que foi a referência para os debates.
O encerramento foi em formato de seminário de apresentação dos trabalhos e de certificação. O evento foi presencial – embora os encontros tenham sido realizados em formato remoto -, e se deu com a apresentação dos artigos dos participantes. “Foi um momento muito especial do curso, no qual foi possível verificar o crescimento de todos nós”, afirma a professora Urânia. “O que queríamos era olhar a educação por meio do processo de desenvolvimento da nossa sociedade”, destaca ela.
Para Luciana Custódio, diretora da Secretaria de Formação do Sinpro, vincular o conteúdo teórico à prática foi um grande trunfo do curso. “A formação política é um instrumento de luta, e foi muito importante podermos abordar temáticas essenciais deste momento que vivemos, em meio à disputa de projetos e de narrativas na nossa sociedade”, pontua ela.
“Um objetivo central era debater e compreender como se construiu a concepção de educação que prevalece hoje”, aponta Meg Guimarães, também diretora da Secretaria de Formação do Sinpro. “Refletimos sobre os desafios da atualidade em relação às novas tecnologias, e quais os desafios para que elas estejam à disposição do desenvolvimento e da igualdade”, conclui.
“Foi muito importante a realização desse curso no segundo semestre de 2021”, considera a diretora da Secretaria de Aposentados Sílvia Canabrava. “Conseguimos nos reinventar, superando as dificuldades com as tecnologias para acompanhar o curso em formato remoto”. Sílvia lembra, também, que a secretaria agora retomará as atividades presenciais.
O conteúdo do curso trouxe para o debate o desenvolvimento brasileiro e suas relações com o campo da educação, visando a identificar bases estruturantes. Foram discutidas as mudanças que a economia mundial vem sofrendo e, em especial, como as inovações tecnológicas influenciam as estruturas sociais. A metodologia foi centrada na participação, por meio de dinâmicas organizadas a partir da leitura e interpretação do texto, baseada na ação-reflexão-ação, a fim de situar a problemática estudada.
Professora de Ceilândia é finalista de prêmio educacional em São Paulo
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Incentivar a leitura de textos, poesias e músicas e suscitar debates sobre Democracia, Cidadania, Direitos Humanos, Relações étnico-raciais, equidade de gênero e cultura de paz na escola. A ideia da professora Celiana Mota Rodrigues Soares, do CEF 16 de Ceilândia, é uma das três finalistas do Prêmio Professor Transformador, promovido pelo Instituto Significare com a Bett Brasil. Os vencedores de cada categoria serão anunciados durante a Bett Brasil 2022, que ocorre de 10 a 13 de maio em São Paulo, no Transamerica Expo Center.
Foram mais de 900 projetos inscritos, e desse total 350 foram selecionados. Na segunda classificação, ficaram apenas 12 projetos de todo o Brasil e, desses 12, há 3 finalistas em cada uma das categorias da premiação (Ensino fundamental, ensino infantil, ensino médio).
“Cansei de ver o CEF 16 nas páginas policiais ou em TVs sensacionalistas. Valorizar a educação e o melhor dos nossos estudantes é a missão mais poderosa que uma professora pode oferecer a uma escola de periferia. Eu amo ser professora e meu sonho é que o CEF 16 de Ceilândia seja referência de positividade e superação”, diz Celiana, com os olhos brilhando.
O Projeto Desiderata nasceu da necessidade de pensar no emocional dos alunos. E começou despretensioso, no primeiro semestre de 2019, como conta a professora Celiana: “Três amigas minhas foram fazer uma roda de conversa com cerca de 45 alunos. Ao final, três alunas ficaram tão empolgadas que pediram outras rodas de conversa porque foi muito bom!” A segunda edição do projeto já contou com a participação de 100 estudantes. Com a pandemia, as rodas de conversa migraram para o ambiente virtual, e outros professores também participaram. “Foi quando eu tive o apoio da escola e dos meus colegas, que perceberam como é legal fazer esses bate-papos.
Nessas rodas de conversa, os estudantes despertam para a realidade do racismo estrutural, aprendem a identificar um relacionamento abusivo, pois não acham mais que é algo corriqueiro em suas vidas.
Para este ano, estão nos planos da professora Celiana fazer o Desiderata multidisciplinar e o Desiderata comunidade, convidando os pais pra poder participarem dessa roda de conversa.
“Foram minhas colegas que me incentivaram a fazer a inscrição nesse concurso, eu nem acredito que sou finalista”, conta Celiana.
A professora conta, com os olhos cheios d’água, como cada aluno responde de forma diferente aos estímulos críticos do projeto. “Um aluno disse que não estava bem, e eu disse a ele pra extravasar de alguma forma. Ele começou a escrever poesias. Nossa, eu me emociono só de lembrar disso. Esse aluno me disse que quando começou a escrever poesia, saiu da depressão. Aí eu lembro da carinha deles me contando isso, e me emociono muito. Trabalhamos com vidas, eles são pessoinhas que precisam de quem os pegue pelas mãos para ajudar”.
E a professora Celiana conclui: “O projeto não é transformador só pros alunos. Vou te falar: eu mudei muito. Ao cuidar desse projeto, eu me transformei, e hj sou outra pessoa.”
“Uma Semana Genial” busca levar a Semana de Arte Moderna às salas de aula
Jornalista: Alessandra Terribili
Cem anos após a Semana de Arte Moderna, que marcou uma sensível mudança de rumos nas artes brasileiras naquele início de república, a escritora Márcia Elmiro lança o livro Uma Semana Genial, com o objetivo de contribuir para professores e professoras abordarem o evento, o movimento e seus personagens em sala de aula. O livro é dirigido aos educadores(as) do ensino fundamental.
Não foi por acaso que Márcia decidiu trabalhar esse tema com estudantes. Foi uma professora dela quem primeiro a encantou com os artistas modernistas, começando com os poemas de Mário de Andrade e Manuel Bandeira. “Eu cresci lendo tudo o que era relacionado ao modernismo”, diz ela. “No final de 2018, eu resolvi que iria escrever algo para as crianças, já que não havia quase literatura infantil alguma sobre o assunto. Foi aí que começou minha pesquisa pra descobrir fatos pitorescos que pudessem atrair a atenção das crianças, como o fato de Heitor Villa-Lobos se apresentar com um pé de chinelo e outro de sapato”, conta Márcia.
A partir dessa pesquisa, a autora teve a ideia de retratar os modernistas como crianças entediadas que queriam fazer algo novo, e decidem organizar uma grande exposição de arte. Depois, a ideia evoluiu para além da narrativa, e chegou a um guia para ser trabalhado em sala de aula. “Pensei que como Dona Sônia me inspirou a amar o modernismo, outros professores fariam o mesmo”, destaca ela.
O livro
O livro apresenta uma história inédita, que nos propõe imaginar Mário de Andrade, Tarsila do Amaral, Manuel Bandeira, Heitor Villa-Lobos e outros artistas modernistas como crianças que preparam a Semana de Arte Moderna de 1922. Depois, o guia apresenta uma breve biografia dos modernistas; curiosidades sobre o evento; sugestões de atividades pedagógicas a serem desenvolvidas em sala de aula (disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, História e Artes); e orientações ao professor ou professora para trabalhar as competências e habilidades socioemocionais, além de valores e múltiplas inteligências.
Márcia Elmiro contou com a colaboração da neuropsicopedagoga Erica Almeida. O ilustrador J. Rafael foi o responsável por para criar cada um dos 11 personagens na versão criança.
Para baixar gratuitamente o PDF do livro, os interessados e interessadas devem clicar AQUIpara preencher um pequeno formulário. Quando o formulário é enviado, gera um link para baixar o guia.
Concurso de Redação e Desenho do Sinpro
Em 2022, a 12ª edição do Concurso de Redação e Desenho do Sinpro tem como tema “Semana de Arte Moderna: 100 anos depois – O 22 de agora é mais que eu, somos nós”. As inscrições estarão abertas de 4 de abril a 10 de junho, e podem participar estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional.
Sinpro convida para debate sobre o PL 2486/21 que obriga filiação ao CREF
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF e o Colégio Brasileiro de Ciências do Esporte no Distrito Federal (CBCE-DF) convidam a categoria para o debate, nesta terça-feira (22/3), às 19h, pelo Zoom, sobre o Projeto de Lei nº 2.486/21 (PL), em tramitação no Senado Federal. Confira o link da reunião no final do texto.
Esse PL, que regulamenta a atuação do profissional de educação física, obriga os(as) professores(as) de educação física a se credenciarem ao Conselho Regional de Educação Física (CREF).
“O CREF na escola tem de ser opção e não obrigação”, afirma Bernardo Tavora, diretor do Sinpro-DF. Ele convida a categoria para participar da reunião e lembra que “a mobilização se faz em conjunto”.
Exposição em Sobradinho lembra centenário da Semana de Arte Moderna
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Em comemoração aos 100 anos da Semana de Arte Moderna, um dos mais importantes marcos da arte brasileira, artistas locais se reúnem para expor suas obras, declamar poesia e tocar música.
Na estreia do evento, que ocorre na próxima terça-feira 22 de março às 19h na Galeria van Gogh na qd 08 de Sobradinho, está programada a apresentação da Orquestra Sinfônica de Sobradinho, bem como a declamação de poesias.
A exposição coletiva, visual e literária, intitulada O Novo Sempre Vem, é organizada pela professora aposentada Janilce Rodrigues, que convidou artistas locais, um escultor mineiro e um do Rio de Janeiro para integrarem o grupo de expositores. O evento também contará com a participação de artistas (estudantes). Serão apresentadas obras da literatura clássica e contemporânea brasileiras.
“Pensei em chamar o público para uma reflexão da importância dos modernistas para a história da arte do Brasil, a partir da ideia de que “O novo sempre vem”, ou seja, a valorização dos novos artistas, sem negar o legado dos que já passaram”, explica a professora Janilce. Ela conta que 15 artistas confirmaram presença no evento, e muitos estão bem empolgados.
De Sobradinho, vão participar Ivacyr de Souza, o casal Thomas e Dolores Hitter (ambos professores aposentados) e Rosemaria Alves; de Planaltina, Felipe Vitelli. Ivacyr de Souza, que também é professor, oferece ainda um espaço com trabalhos e fotos dos alunos da Sala de Altas Habilidades de Sobradinho que foram seus alunos entre 2003 e 2010.
Também participam da exposição os artistas Rafael Borges, Joyce Santana, Sandra Macedo, Paulo Roberto, Bernadete, Ana Lúcia Nunes e Tiê, da Ceilândia.
A exposição fica até o dia 30 de abril, sempre de segunda a sexta-feira, em horário comercial.
SERVIÇO:
O quê: Exposição O Novo sempre vem
Onde: Galeria van Gogh – qd 08 de Sobradinho
Quando: Dia 22/3 às 19h – Estreia com Orquestra Sinfônica de Sobradinho
Pesquisa busca verificar a saúde mental de docentes
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A saúde mental da comunidade acadêmica é um assunto de extrema relevância e preocupação. O grupo Parent in Science | Maternidade e Ciência, está fazendo uma pesquisa sobre a saúde mental de alunos de graduação e pós-graduação, e também de docentes universitários e do ensino básico, bem como de pesquisadores em geral (incluindo pós-doutorado e pesquisadores em Institutos de Pesquisa).
Para isso, pede que seu público-alvo responda à pesquisa disponível neste link, que foi elaborada em conjunto entre o grupo Parent in Science e diversas universidades associadas no projeto PSIcovidA.
O objetivo do estudo é verificar o quanto a saúde mental da nossa comunidade foi afetada, para que sejam construídas políticas públicas baseadas em evidências para amenizar este problema.