Sinpro se soma ao coro: Glauber fica!

As afrontas às liberdades democráticas continuam fortes nas ruas e, também, dentro de instituições políticas. Nessa quarta-feira (9), o Conselho de Ética aprovou o pedido de cassação do mandato do deputado federal Glauber Braga (Psol-RJ) e deu uma demonstração de que a máxima é verdadeira.

 

 

A aprovação do Conselho foi feita sem nenhum fundamento legítimo. A motivação foi a reação do parlamentar a um membro do MBL que, por diversas vezes, provocou Glauber e outros parlamentares. O estopim foram as agressões verbais direcionadas à mãe do deputado ameaçado de cassação, que à época estava internada com Alzheimer e veio a falecer dias depois do episódio.

O Sinpro lembra que a reação não pode ser confundida com a agressão. No Congresso e na vida, Glauber Braga sempre lutou pela justiça social, pela transparência pública e pela ética na política. Enquanto o Conselho decide colocar na mesa o pedido de cassação de seu mandato, parlamentares de partidos avessos à pauta defendida por Glauber e outros partidos seguem com seus mandatos intactos, mesmo constando na ficha pessoal casos de corrupção, violência contra as mulheres e outras agressões aos direitos humanos. Continua como deputado até mesmo mandante de assassinato.

Em defesa da democracia e da justiça, o Sinpro se solidariza com o deputado Glauber Braga – que está em greve de fome – e diz com firmeza: Glauber fica! Não temos dúvidas de que a tentativa de cassação do mandato do parlamentar é uma ação orquestrada para frear qualquer manifestação contrária às práticas que atentam contra o interesse público, como, por exemplo, o orçamento secreto.

 

Diretoria Colegiada do Sinpro

UnB oferece 73 vagas na pós-graduação em Educação

Estão abertas até 7 de maio as inscrições para a seleção da pós-graduação da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (FE – UnB).  São 73 vagas disponíveis, 33 para o Mestrado e 40 para o Doutorado. Do total de vagas, 20% estão reservadas para pessoas autodeclaradas negras, indígenas, quilombolas e com deficiência.

Inscreva-se aqui

O processo seletivo inclui prova escrita de conteúdo, avaliação do pré-projeto de pesquisa e prova oral, além da comprovação de capacidade de leitura e compreensão em língua estrangeira, inglês ou espanhol.

Todos os detalhes do processo de seleção, incluindo o cronograma, estão descritos no edital, que está disponível no botão abaixo: 

Clique aqui para ler o edital

 

CEE 01 de Sobradinho realiza caminhada pela conscientização sobre autismo

As ruas de Sobradinho se tornaram palco de solidariedade e união. O Centro de Ensino Especial número 01 (CEE 01) realizou uma caminhada pela conscientização sobre o autismo e a luta pelos direitos das pessoas com deficiência em referência ao Dia Nacional de Combate ao Bullying e à Violência nas Escolas, celebrado em 7 de abril.

A atividade, realizada no sábado (5), contou com a participação dos(as) estudantes das turmas de Educação Precoce, Atendimento Pedagógico Especializado e Atendimento Interdisciplinar Complementar (AIC), famílias, professores(as), servidores(as) e pessoas da comunidade. “Foi um momento marcado por gestos de solidariedade, união e afeto, reforçando o compromisso da escola com a valorização da diversidade”, diz a professora do apoio pedagógico Luana Gerado da Cruz.

Ao longo do percurso, cartazes, sorrisos, mãos dadas e o entusiasmo dos participantes transmitiam uma mensagem provocativa: a construção de uma sociedade mais justa, acolhedora e acessível é uma responsabilidade de todos e todas. “Mais do que um ato simbólico, a caminhada representou a continuidade de um trabalho sério e comprometido com a educação inclusiva e o respeito às diferenças”, afirma a professora.

Na avaliação de Ricardo Gama, diretor do Sinpro que participou da caminhada, o CEE 01 de Sobradinho tem se destacado pelo trabalho de excelência com estudantes com deficiência e suas famílias. “A caminhada deu visibilidade ao trabalho desenvolvido pelos profissionais de educação à importância de se ter este espaço na nossa comunidade”, afirma.

Vanilce Diniz, diretora do Sinpro que também participou da caminhada, afirma que atividades como esta são de fundamental importância para dar visibilidade à pauta das pessoas com deficiência e com autismo. “Estabelecer esse diálogo com a sociedade é essencial. Foi bonito de ver todo o engajamento da comunidade escolar e a receptividade da população por onde a caminhada passou”, analisa.

“Com coragem, afeto e determinação, seguimos juntos na defesa dos direitos, da dignidade e da inclusão de todas as pessoas”, declara a professora Luana da Cruz.

A atividade do o CEE 01 de Sobradinho  contou com o apoio do Sinpro, da Polícia Militar (PM), Departamento de Trânsito (Detran), Corpo de Bombeiros do Distrito Federal (CBDF), Instituto Ambiental de Brasília (Ibram) e Secretaria de Estados de Educação (SEE-DF).

 

Povos indígenas: educação na lista de reivindicações

Povos indígenas de diversas etnias reunidos esta semana em Brasília no Acampamento Terra Livre (ATL) apresentam entre as reivindicações o direito à educação pública que respeite a diversidade cultural.

A pauta é estampada em faixas no acampamento, levantado próximo ao Centro de Convenções Ulysses Guimarães, e foi apresentada ao público na marcha realizada nessa terça-feira (8/4) pelos indígenas, no centro de Brasília.

“Nossa programação está muito pautada na demarcação (das terras indígenas), mas também na cobrança de políticas públicas. Nós provocamos o Estado brasileiro a fazer entregas”, afirma Dinamam Tuxá, coordenador da Articulação dos Povos e Organizações Indígenas, à Agência Brasil.

A diretora do Sinpro Berenice Darc lembra que a história e as tradições dos povos originários estão no Currículo em Movimento. Para ela, o conteúdo deve ser aplicado em sala de aula diariamente, de forma transversal.

“Quando desconhecemos nossa própria história e as lutas dos povos originários, perdemos nossa verdadeira identidade. Deixamos de valorizar o que é essencialmente nosso – a terra, a natureza, os saberes tradicionais e a cultura ancestral. Esse distanciamento das nossas origens gera conflitos, violência e uma profunda crise de identidade coletiva”, afirma a dirigente sindical.

A lista de reivindicações dos povos indígenas na área da educação inclui:

– O reconhecimento e apoio efetivo à educação escolar indígena diferenciada em todos os níveis ficaram muito aquém do avançado marco legal que a respalda;

–  Que a União e os Estados cumpram com suas responsabilidades a respeito da educação escolar indígena, conforme determina a Lei de Diretrizes de Bases (LDB) e Resoluções específicas; assegurando os recursos financeiros necessários para a implementação da Política Educacional prevista em lei;

– Garantir o acesso de todos os indígenas à educação de qualidade (pré-escola, ensino fundamental, ensino médio e ensino superior), de forma continuada e permanente, nas aldeias, na terra indígena ou próxima delas, conforme a necessidade de cada povo, em condições apropriadas de infraestrutura, recursos humanos, equipamentos e materiais. Ou se for o caso, garantir condições de moradia e de autossuficiência (casa de apoio) para aqueles que vão morar nas cidades para continuar os estudos;

– Assegurar condições de igualdade para a concorrência dos indígenas nas vagas universitárias, estimulando a criação de pré-vestibulares e vestibulares específicos para população indígena, e o ensino científico integrado com o conhecimento tradicional para os estudantes indígenas;

–  Reconhecimento e implementação da categoria escola indígena em todos os Estados, com calendário diferenciado e apoio operacional técnico, financeiro e político, bem como o reconhecimento da categoria de professor indígena pelos Estados, conforme estabelece a legislação vigente.

 

“Nosso futuro não está à venda”

Acampamento Terra Livre (ATL) é a maior assembleia dos povos e organizações indígenas do Brasil. Neste ano, ele é realizado de 7 a 11 de abril, também em Brasília, como nas edições anteriores do evento. Pelas contas da organização, o ATL reúne cerca de 6 mil indígenas de pelo menos 135 etnias, além de apoiadores da causa e indigenistas. Sob o lema Apib Somos Todos Nós: Nosso Futuro Não Está à Venda”, o evento tem extensa programação de debates, atos e atividades culturais.

Sinpro realiza 2ª etapa do curso de Formação Sindical para Aposentados

A luta do Sinpro pelos aposentados(as) da categoria vai além das negociações com o governo. Mais do que a preservação e a ampliação de direitos para a melhoria da qualidade de vida de quem tanto contribuiu para a educação, o sindicato oferece formação sindical. Um exemplo é a 2ª etapa do curso de Formação Sindical para Aposentados(as) do Sinpro, realizado de 31 de março a 3 de abril (segunda a quinta).

A segunda etapa do curso teve como objetivo consolidar os aprendizados e debates da primeira etapa, realizada em outubro de 2024. Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria de Assuntos de Aposentados do Sinpro, destacou que o curso serve como espaço importante para manter a participação ativa dos aposentados e das aposentadas nas questões sindicais e reafirmar a importância de se manter sindicalizado, fortalecendo a luta da categoria.

Nesta 36ª turma, o sindicato consolidou a formação iniciada na primeira etapa. O próximo passo será a certificação. “Nesta segunda etapa, falamos deste momento em que reafirmamos as questões sindicais, a importância de que mesmo quem está aposentado e aposentada permanecerem sindicalizados, fortalecendo a entidade, além da importância de nossa central e confederação, CUT e CNTE. Também destacarmos a nossa campanha salarial”, ressalta Elineide.

Em parceria com a Escola Centro-Oeste de Formação Sindical da Central Única dos Trabalhadores Apolônio de Carvalho (ECO-CUT), o Sinpro traz palestrantes de alta qualidade para promover provocações, debates e estudos relevantes para este segmento da categoria. “No curso, mostramos que nosso sindicato continua lutando por toda a categoria e que aposentados e aposentadas sempre serão beneficiados pela nossa campanha salarial. Um exemplo disso é a cartilha ’50 Mais’, que aborda temas como as vivências da pessoa aposentada, direitos muitas vezes desconhecidos e a saúde do idoso. O curso foi um sucesso e as avaliações dos participantes mostram como essa imersão de quatro dias foi positiva, proporcionando bem-estar e reencontros importantes na vida deles e delas”, afirmou.

O curso faz parte do Programa de Formação do Sinpro e é ministrado pela ECO-CUT. Trata-se de um espaço formativo importante, que potencializa a ação sindical da categoria. O curso é uma das diversas iniciativas da Secretaria de Aposentados.

Pesquisa acadêmica avalia bem-estar do magistério; participe

O bem-estar laboral dos(as) professores(as) e orientadores (as) da rede pública do DF é tema de pesquisa acadêmica de pós-doutorado da psicóloga da Secretaria de Estado de Educação do DF (SEEDF) Ana Cláudia de Jesus Vasconcellos Chehab. A investigação é voltada tanto para profissionais efetivos(as) quanto aos(às) em regime de contrato temporário.

O Sinpro convida a categoria para responder o questionário. O processo leva cerca de 15 minutos, e as respostas serão tratadas de forma anônima e confidencial em todas as fases do estudo.

Clique aqui para responder https://x.gd/eIB2i

O objetivo da pesquisa é compreender o nível de satisfação do magistério no ambiente de trabalho e as principais causas de absenteísmo-doença (ausência do trabalhador ao trabalho por motivo de doença) da categoria, que teve aumento expressivo após 2022.

Segundo Ana Cláudia, a partir das respostas, “espera-se delinear novas intervenções de prevenção e promoção à saúde mental e bem-estar desses trabalhadores, no intuito de minimizar o adoecimento da categoria”.

“É fundamental a participação dos docentes, pois são os atores principais da SEEDF e o público-alvo da investigação. Eles constituem também o maior índice de afastamentos e adoecimento dentro da Secretaria. Por isso, a proposta de conhecer e mapear a percepção de bem-estar e o nível de satisfação com o trabalho e suas condições”, disse Ana Cláudia.

EP 308 Sul recebe escritores e ilustradores para apresentar os “Palácios da Democracia” aos estudantes

Durante o encontro, os autores apresentaram suas obras, contaram curiosidades do processo criativo e dialogaram com os estudantes. /Foto: Deva Garcia

 

A quinta-feira (3/4) na Escola Parque da 308 Sul, na Asa Sul, foi marcada por curiosidade e troca de saberes. Estudantes dos 4º e 5º anos participaram de um encontro com escritores e ilustradores da coleção infantojuvenil Palácios da Democracia, no teatro da escola. O momento proporcionou uma viagem literária nos principais espaços de poder da capital federal, aproximando as crianças do Congresso Nacional, do Supremo Tribunal Federal e Palácio do Planalto.

A atividade contou com a presença do escritor Tino Freitas, autor do livro Cartão-Postal, que apresentou às crianças a história com foco no Congresso Nacional. Conceição Freitas e Mano Wladimir falaram sobre Casa da Justiça, que convida os leitores a conhecerem o Supremo Tribunal Federal (STF) por meio de uma narrativa lúdica. Já Coração do Poder, que tem como tema o Palácio do Planalto, foi escrito por Otávio Junior, em parceria com a equipe da editora Quereres, e ilustração de Bruna Brasil.

A proposta da coleção é envolver o público infantojuvenil com os palácios-sede dos Três Poderes da República, promovendo também a valorização do Patrimônio Cultural. Durante o encontro, os autores apresentaram suas obras, contaram curiosidades do processo criativo e dialogaram com os estudantes, que participaram com atenção e entusiasmo.

Para o diretor da escola, Alexandre Baena, a experiência foi marcante. “Foi uma experiência super válida. Ver as crianças em contato com autores, escritores, ilustradores. Foi bem interessante a participação das crianças, elas realmente prestaram atenção no que eles falaram, no que eles conversaram, tiveram troca, fizeram perguntas interessantes também. Devíamos ter muitos encontros dessa interação com autores e comunidade escolar”, afirmou.

Ele também destacou a importância de vivências como essa para despertar talentos e fortalecer o vínculo com a literatura e a cultura local.

“As crianças participaram e houve também distribuição de livros desses autores para a escola. É muito importante os estudantes terem tão próximos autores e ilustradores de histórias tão interessantes, que retratam o cotidiano da cidade de Brasília, os palácios da cidade. Foi bem legal essa troca, principalmente com crianças que também demonstraram que querem ser desenhistas, que têm talento para desenhar”, destaca o diretor.

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Professor de Ceilândia usa a música para transformar a educação; projeto ultrapassa os muros da escola

A música tem poder de aflorar emoções, agregar pessoas e transformar vidas. No Centro de Ensino Fundamental 26 de Ceilândia, ela tem unido a comunidade escolar no Festival de Música e Dança da escola e contribuído para a formação e o desenvolvimento de estudantes.

Ao longo do ano, sob orientação do professor de História e de Música Wellington Torquato, os(as) alunos(as) estudam desde o processo mais simples da musicalidade até questões mais avançadas, como sua história, leitura rítmica e outras temáticas. O aprendizado é apresentado a colegas, professores(as), pais e mães durante o festival do CEF 26.

 

Professor Wellington Torquarto com alunos do CEF 26 de Ceilândia

 

A dedicação dos estudantes fez com que a harmonia transcendesse os muros da escola. Em novembro do ano passado, a banda do CEF 26 ganhou o VII Festival de Música das Escolas Públicas de Ceilândia, com canção que homenageia a cidade. Composta por alunas da própria instituição de ensino, a música “Vozes de Ceilândia” trata, entre outros pontos, sobre a resiliência do povo ceilandense.

Após a vitória do grupo − formado majoritariamente por meninas e um estudante com Transtorno do Espectro Autista (TEA) −, o professor Torquato decidiu que a música apresentada no Festival tinha potencial para ir além. O educador levou a banda para estúdio, gravou e produziu canção, que foi divulgada no Youtube.

 

 

A música foi lançada próximo à data de aniversário de Ceilândia e se transformou em uma homenagem ao epicentro cultural do DF. “As meninas fizeram a música sem pretensão nenhuma e conseguiram produzir um trabalho magnifico”, disse o professor.

Para Torquato, que usa o tempo de coordenação pedagógica para ensinar música no CEF 26, é fundamental dar continuidade ao projeto.  “A música tem se mostrado um instrumento importante na manutenção de vínculos entre a escola e estudantes. Muitos alunos saem daqui, mas não se afastam por completo, pois veem na música a oportunidade de retornar”, afirmou.

Edição: Vanessa Galassi

EducArte na Praça leva espetáculos para estudantes das escolas públicas

De 7 de maio a 27 de junho, Taguatinga, Santa Maria, Riacho Fundo e Brazlândia recebem a 3ª edição do EducArte na Praça. O projeto, concebido e coordenado pelas professoras Cléria Costa e Miriam Rocha, tem como intuito garantir a estudantes da rede pública a oportunidade de acesso a atividades culturais. As entradas são gratuitas.

A programação do EducArte na Praça inclui espetáculos cênico-literários, shows músico-literários, contação de histórias, saraus, batalhas. Nesta edição, o projeto busca chamar atenção para a importância do livro, da leitura e da literatura para a formação de crianças, jovens e adultos.

 

 

“Quando estávamos pensando a 3ª edição do projeto, nos chamou muito a atenção os baixos índices de leitores em nosso país. Pesquisas revelaram recentemente que a proporção de não-leitores é maior do que a de leitores e que mais de 50% das pessoas não leram nem parte de um livro de qualquer gênero, incluindo didáticos e religiosos”, a professora Cléria Costa.

Todas as atividades serão realizadas em bibliotecas públicas ou comunitárias, com a socialização de saberes e vivências, contribuindo para a transformação desses espaços em ambientes coletivos, atrativos e múltiplos, onde as pessoas percebam a literatura como arte, fruição e identidade.

Acompanhe o projeto pelo @educartenapraca nas redes sociais

PROGRAMAÇÃO EDUCARTE NA PRAÇA – 3ª EDIÇÃO

7 de maio
Biblioteca Machado de Assis de Taguatinga
CNB 01 Área Especial

08h30 – De Boca em Boca – Grupo Paepalanthus
10h50 – Batalha da Fonte: Ritmo e Protesto – MC Vizage, a poetisa Iara Beatriz da Silva Santos (Ari) e convidados
13h30 – SARAU DE PALAVRAS – a poesia de Noélia Ribeiro
16h45 – Espetáculo cênico-literário Galhada em Tempos de Fissura – Alice Stefânia
20h00 – Espetáculo Poema Musicado – Lucas Baraúna e Vagner Santana

8 a 19 de maio
Biblioteca Pública Monteiro Lobato de Santa Maria Norte
EQ 215/315, Lote A (ao lado do CAIC)

08/05, às 13h30, Histórias de Lobos – CIA DO FIO
13/05, às 9h, Par: lendas e cantos – Ângela Café e Sérgio Duboc
15/05, às 10h40, ESPETÁCULO MÚSICO-LITERÁRIO: POESIA CANTADA – Lucas Baraúna e Vagner Santana
19/05, às 11h, BATALHA IMATERIAL com Mc Manodáblio e convidados

20 a 23 de maio
Biblioteca Pública Livia Barros de Riacho Fundo
Área Comercial 3, Lote 5, Riacho Fundo I

20/05 – ESPETÁCULO MÚSICO-LITERÁRIO: POESIA CANTADA – Lucas Baraúna e Vagner Santana
21/05 – Batalha Imaterial – com Mc Manodáblio e convidados
22/05 – A Baba da Onça Pintada – com Wellington Abreu
23/05 – SARAU CERRADO VIVO: cantos, contos e encantos – com Grupo Casa de Autores

23 a 27 de junho
Biblioteca Érico Veríssimo de Brazlândia
Setor Sul, Área Especial 3/4 A

23/06 – Sarau de Palavras: A Poesia de Noélia Ribeiro. Com Noélia Ribeiro, Fátima Ribeiro, Nara Fontes e Vanderlei Costa
24/06 – Contação de Histórias: Contando Histórias com O Grupo Paepalanthus
25/06 – Espetáculo cênico-literário: “A Baba da Onça Pintada” com Wellington Abreu
26/06 – Espetáculo músico Literário: Poemas Musicados com o Duo de violonistas Lucas Baraúna e Vagner Santana
27/06 – Espetáculo Cênico Literário “Galhada em Tempos de Fissura” com Alice Stefânia

 

Produção artística de professora é um dos temas da revista Traços

Professora de artes da rede pública do DF, a artista plástica Stefania Fernandes da Cunha teve seu trabalho divulgado na revista Traços deste mês. A publicação apresentou um perfil da produção da artista que nasceu pernambucana, mas fez-se brasiliense desde os 4 anos de idade.
O trabalho de Stefania é ligado ao bioma Cerrado, manifestações culturais dos povos tradicionais e das máscaras dos artesãos da Festa do Divino em Pirenópolis (GO).
“Tanto o processo artístico quanto o de ensino-aprendizagem devem estimular a consciência ambiental e o pensamento crítico das pessoas sobre seus hábitos de consumo, uso sustentável da água, redução de resíduos”, defende a professora, para quem a arte “é um instrumento para sensibilizar e conscientizar as pessoas sobre questões socioambientais”.
A professora, que já trabalhou na Escola da Natureza, agora atua na Escola Parque 210/211 sul, onde continua seu trabalho de desenvolvimento de projetos com tintas naturais. Já a artista, licenciada em Artes visuais pela UnB e com pós-graduação em educação ambiental e sustentabilidade, participou de diversas exposições coletivas e individuais e recebeu prêmios na área de educação e de artes visuais.

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