Campanha de doação de sangue para Dimitri Silveira
Jornalista: Luis Ricardo
Dimitri Assis Silveira precisa urgentemente de doações de sangue, e o Sinpro recorre à solidariedade de professores(as) e orientadores(as) educacionais. Dimitri é coordenador-geral do Sindicato dos Servidores Públicos Federais no Distrito Federal (Sindsep-DF). Ele sofreu um grave acidente de carro no último domingo (09/03) e necessita de sangue de qualquer tipo para sua recuperação.
Como doar:
Leve um documento com foto;
Informe o código 10826572;
Realize a doação em nome de Dimitri Assis Silveira no Hemocentro de Brasília (Centro Clínico Advance 1 – SGAS 915 Sul).
Horário: das 7h às 12h30
Estacionamento gratuito
Obs.: Doadores de todos os tipos sanguíneos são bem-vindos, desde que cumpram os critérios habituais para doação.
Fórum de SAAs de Taguatinga debate metodologias eficazes no atendimento a estudantes TFE
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Na última semana de fevereiro, foi realizado o V Fórum da Sala de Apoio à Aprendizagem (SAA) de Taguatinga, no CED 02. A atividade é essencial para a formação continuada de profissionais, além da construção de materiais pedagógicos e a disseminação de metodologias eficazes no atendimento a estudantes com Transtornos Funcionais Específicos, como TDAH, dislexia, discalculia e TPAC, entre outros.
“O V Fórum das SAAs de Taguatinga é uma semana de preparação para o início dos atendimentos”, conta Ana Paula Sousa Braga, pedagoga itinerante das SAAs de Taguatinga, que organizou o evento em articulação com as professoras, os polos, as equipes especializadas e em trabalho em conjunto com as Coordenadoras Intermediárias Jacqueline Oliveira (pedagoga) e Naddia Cristina Lopes (psicóloga).
Ana Paula conta ainda que o público-alvo do Fórum são as professoras dos Polos, e o objetivo do evento é a formação, troca de experiências, organização do trabalho e a confecção de materiais (jogos pedagógicos) direcionados para o trabalho com as dificuldades acentuadas de aprendizagem.
O evento contou com a participação de professoras e formadoras renomadas, que compartilharam seus conhecimentos e experiências. A professora Raquel Passos abordou “A atuação do profissional da SAA no Atendimento Pedagógico Especializado”; Rayanne Salete Gama de Araújo apresentou “Como o Método das Boquinhas® pode viabilizar a alfabetização e sua continuidade para qualquer aprendiz”; Lourdes Christina dos Santos de Macêdo encerrou o Fórum na EAP do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem, com a palestra “O trabalho pedagógico das professoras da Sala de Apoio à Aprendizagem da SEEDF”.
As Salas de Apoio à Aprendizagem atendem, no contraturno, alunos com Transtornos Funcionais Específicos (TFEs), com o objetivo de auxiliá-los em suas dificuldades, trabalhando funções cognitivas, executivas, motoras, e de linguagem, dentre outras várias, além da autoestima desses cidadãos e cidadãs em formação.
As SAAs existem para atender estudantes com TDAH (transtorno do déficit de atenção e hiperatividade), TPAC (transtorno do processamento auditivo central), dislexia, disortografia, discalculia, TOD (transtorno opositor desafiador) e TC (transtorno de conduta), dentre outras necessidades.
Atualmente, a SAA é um projeto da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), desempenhando um papel fundamental na inclusão e no suporte educacional especializado. No entanto, as professoras da área defendem a institucionalização do serviço como uma política pública permanente. Esse reconhecimento garantiria maior visibilidade, ampliação do atendimento e acesso a recursos adequados, fortalecendo ainda mais a educação inclusiva e assegurando um suporte de qualidade para os estudantes que necessitam desse acompanhamento especializado.
Professora lança livro sobre riscos no ambiente virtual no sábado (15)
Jornalista: Vanessa Galassi
A professora na Sala de Apoio à Aprendizagem da Escola Classe 01 de Sobradinho e integrante do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem de Sobradinho (SEAA), Quezia Aguiar, lança o livro “Que jogo é este? Perigos no ambiente virtual”, neste sábado (15/3). O lançamento será a partir das 17h, na Livraria Sebinho (SCLN 406, Asa Norte).
A obra mostra, de forma acessível e interativa, como funciona o processo de aliciamento virtual por abusadores, os riscos do uso excessivo das redes sociais para as relações familiares e a importância de denunciar situações de violência sexual no ambiente digital. Além disso, enfatiza como crianças e adolescentes podem superar o medo de ameaças e pedir ajuda a um adulto de confiança. Entretanto, “Que jogo é este? Perigos no ambiente virtual” também aborda possibilidades de aprendizado e de interação neste ambiente.
Psicóloga, escritora e professora, Quezia tem outras obras publicadas, como os livros “Educação Sexual Protetiva” e “Meu corpo não é brinquedo”.
Serviço
Lançamento do livro “Que jogo é este? Perigos no ambiente virtual” Data: 15 de março Horário: 17h Local: Livraria Sebinho – SCLN 406, Asa Norte, Brasília-DF Contato: Quezia Aguiar / (61) 981266591 / queziaaguiar.psicologia@gmail.com / @queziaaguiar.psi
Professora CT faz rifa para custear tratamento de câncer
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A professora do contrato temporário Milena Guimarães foi diagnosticada com câncer de mama no ano passado. Para ajudá-la, os amigos realizam uma rifa com sorteio em 27 de abril. Para participar, basta fazer um pix no valor de R$ 50,00 para a chave (61) 98422-8842, e enviar o comprovante para esse mesmo número, via WhatsApp, escolhendo um número para participar.
Milena realizou sessões de quimioterapia e, ao fazer novos exames de imagem antes da etapa seguinte do tratamento (uma cirurgia para remoção parcial das mamas) descobriu um novo tumor na região do mamilo e outro no pulmão. Diante desse quadro, é necessária a cirurgia para remoção completa das duas mamas.
NOTA DE PESAR | Professora Josefina Reis de Moraes, presente!
Jornalista: Vanessa Galassi
É com profundo pesar que o Sinpro se despede de Josefina Reis de Moraes, uma professora dedicada, que permanece presente na vida de todas as pessoas que conheceu e em cada projeto que construiu. Josefina faleceu no dia 3 de março de 2025, aos 75 anos.
Pedagoga, Josefina ingressou na Fundação Educacional do Distrito Federal em 1968, dedicando mais de duas décadas ao ensino público. Atuou em escolas de Sobradinho, Gama, Ceilândia e Taguatinga, sempre com compromisso e amor pela profissão. Como diretora da antiga Escola Normal de Taguatinga (1989-1991) e Assistente Pedagógica da Unidade de Supervisão de Ensino do Complexo Escolar B de Ceilândia (1975-1985), ela foi uma referência de liderança e inovação. Seu trabalho à frente do Plano de Educação Ambiental de Ceilândia, em parceria com a Unesco e a Secretaria Especial de Meio Ambiente da Presidência da República, revelou sua visão de futuro e seu compromisso com uma educação transformadora.
Josefina foi também uma esposa amorosa ao lado de Isai Lopes de Moraes, professor aposentado, uma mãe dedicada a seus quatro filhos e uma avó carinhosa para seus seis netos.
A professora deixa ensinamentos de esperança, solidariedade e amor pela educação. Que seu exemplo nos inspire a seguir em frente, com o mesmo compromisso e dedicação que a pedagoga teve com a educação e com as pessoas.
Aos familiares, amigos e colegas de profissão, o Sinpro expressa solidariedade e reafirma apoio neste momento de dor.
*O velório da professora Josefina Reis de Moraes foi realizado no dia 4 de março, e o sepultamento foi realizado no Campo da Esperança, Asa Sul.
Festival leva contação de histórias e espetáculos literários para o DF
Jornalista: Roberta Quintino
A partir de 17 de março, o IV Festival Horizonte de Histórias convida o público a embarcar em uma jornada de arte, cultura e muitas narrativas. Com uma programação interativa e inclusiva, o evento, realizado pelo Grupo Paepalanthus e financiado pelo FAC – Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal, ocupará espaços culturais de Brazlândia, SIA e Estrutural até 2 de abril, celebrando a arte de contar histórias como ponte entre gerações, culturas e saberes.
Foto: Reprodução
O Festival Horizonte de Histórias tem como objetivo compartilhar vivências e conhecimentos por meio das palavras. Em um mundo cada vez mais digital, o festival propõe uma pausa para reconectar-se com a magia das histórias e refletir sobre seu poder de transformação e conexão. Uma oportunidade para celebrar a diversidade, a arte e a cultura em suas mais variadas expressões.
Nesse contexto, a edição de 2025 traz uma diversidade de atividades, com destaque para as sessões de contos protagonizadas por 24 narradores(as) profissionais e amadores, selecionados por meio de edital. Com o objetivo de promover maior inclusão e diversidade, o festival ofereceu reserva de vagas para pessoas com deficiência, indígenas e LGBTIAPN+.
Além de apresentações especiais com três contadores(as) convidados(as) e dois espetáculos literários, o festival também oferece uma residência artística, três oficinas práticas e quatro rodas de conversa, espaços para debater sobre o papel do narrador oral contemporâneo e a relevância da oralidade na preservação de saberes ancestrais.
Todas as atividades serão gratuitas, mas para as oficinas e residência artística é preciso fazer inscrição prévia no site do evento. A residência, com tema “Palavra: a matéria prima na arte-ofício do contador de histórias”, acontecerá de 18 a 21 de março, no auditório da Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Brazlândia, e será facilitada por Warley Goulart, do grupo “Os Tapetes Contadores de Histórias”, do Rio de Janeiro.
As oficinas “Ler com bebês e crianças: compartilhando leituras e multiplicando afetos”, “Caixinhas de guardar o tempo: leituras costurando memórias” e “A leitura imagética em foco”, destinadas a professores, monitores, contadores de histórias, idosos e estudantes do curso de cuidadores de idosos da Escola Técnica de Brazlândia, serão ministradas por Ana Neila Torquato, Alessandra Roscoe e Sonia Soares.
CED 02 do Cruzeiro: além da EJAIT, cursos noturnos, gratuitos e abertos ao público
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O Centro de Ensino 02 do Cruzeiro oferece, em seu período noturno, os três segmentos da Educação de Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores (EJAIT), além de cursos de Formação Inicial Continuada (FIC) e cursos técnicos e profissionalizantes, com aulas presenciais e à distância. As aulas são gratuitas e abertas ao público – para se matricular nos cursos FIC não precisa ser aluno da escola, basta ter 18 anos e o certificado de conclusão do Ensino Fundamental.
As matrículas estão abertas até 31 de março. São oferecidas aulas de cuidador(a) de pessoa idosa (curso presencial), de terça a quinta, das 19 às 23h, e agente de saúde (à distância).
Outro curso aberto ao público é o de técnico em serviços públicos, que concede outros dois certificados: auxiliar de recursos humanos e auxiliar de arquivo. Esse curso é presencial, e dura 2 anos. As aulas para esse curso começam em 17 de março.
Todos os cursos do CED 02 do Cruzeiro são gratuitos, disponíveis para pessoas maiores de 18 anos que tenham o Ensino fundamental completo. Para se matricular, a pessoa deve trazer cópias dos documentos pessoais (CPF e RG), histórico escolar e comprovante de residência com CEP.
Para mais informações e/ou matrícula, a secretaria da escola fica aberta de segunda a sexta-feira das 6:30 às 12h e das 13h às 22h. O CED 02 fica na Quadra 805 do Cruzeiro Novo.
EJAIT em todos os segmentos
Além dos cursos profissionalizantes, o CED 02 do Cruzeiro oferece também todos os segmentos da modalidade da Educação de Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores (EJAIT). Esses cursos têm matrículas abertas durante o ano inteiro. O primeiro segmento da EJAIT traz o conteúdo da alfabetização e dos anos iniciais do Ensino Fundamental; o segundo segmento traz a formação dos anos finais do Ensino Fundamental, e o terceiro segmento traz a formação do Ensino Médio.
“Na Trilha do Teatro” abre agenda para escolas do campo de Ceilândia, Paranoá, Riacho Fundo e Samambaia
Jornalista: Maria Carla
Escolas da rede pública de ensino de educação do campo localizadas em Ceilândia, Paranoá, Riacho Fundo e Samambaia podem programar a participação na segunda edição do projeto Na Trilha do Teatro este ano. O objetivo é promover a formação de espectadores(as) e ampliar o acesso à cultura.
A iniciativa é voltada para instituições que atendam ao Ensino Fundamental e busca levar mediação, espetáculo e oficina para estudantes de escolas públicas do campo do Distrito Federal. O projeto promoverá atividades artístico-culturais gratuitas a seis escolas durante o segundo semestre de 2025. O projeto oferece três ações principais em cada escola durante dois dias: mediação de obra teatral, apresentação de espetáculo e laboratório de musicalização infantil.
A equipe do projeto afirma que o “Na Trilha do Teatro é uma oportunidade para escolas e estudantes vivenciarem a arte de forma dinâmica e inclusiva, contribuindo para a formação cultural e sensorial de crianças e adolescentes do Distrito Federal”. Além disso, o Na Trilha do Teatro inclui ações de acessibilidade para garantir a participação de estudantes surdos, com a presença de intérpretes de Língua Brasileira de Sinais (Libras), e de cegos, com o fornecimento de audiodescrição.
Como participar
As escolas interessadas em receber o projeto devem preencher um questionário disponível no link fornecido pela produção. Esse formulário pode ser adquirido pelo e-mail vinte4cultural@gmail.com. O formulário tem como objetivo sistematizar as informações e facilitar o contato para o agendamento das atividades. A equipe informa também que para obter outras informações sobre como participar, interessados(as) devem entrar em contato pelo email acima.
Seminário debate o fim do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos
Jornalista: Luis Ricardo
A Frente Parlamentar Mista em Defesa do Serviço Público realiza no dia 11 de março, de 8h às 13h, no auditório Nereu Ramos da Câmara dos Deputados, o seminário O Fim do Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos: A EC 19/98 e a ADI 2135. A atividade contará com a presença de especialistas, parlamentares e representantes de várias categorias do funcionalismo público, e trará a oportunidade do público compreender o contexto histórico do Regime Jurídico Único (RJU), seus impactos ao longo dos anos e as perspectivas para os(as) servidores(as) e administração pública e o que representa a improcedência da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2135.
O RJU foi instituído pela Lei nº 8.112/1990, unificando o vínculo dos servidores públicos civis da União sob um estatuto próprio, garantindo estabilidade, isonomia de direitos e deveres, além de promover maior segurança e eficiência na administração pública. Antes do RJU, coexistiam diferentes regimes, como o estatutário e o celetista, gerando desigualdades e desafios na gestão de pessoal.
Com o avanço das discussões sobre a EC 19/98 e a Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 2135, o futuro do serviço público brasileiro pode passar por mudanças significativas. O evento é aberto ao público e será uma oportunidade fundamental para compreender o contexto histórico do RJU, seus impactos ao longo dos anos e as perspectivas para os servidores e a administração pública.
Diante da relevância dos temas para o cenário atual, a Federação ressalta a importância de os sindicatos enviarem representantes. Para facilitar o acesso ao auditório e garantir a participação, clique aqui.
CEMEB recebe escolas para peça Os Filhos Delas, sobre os órfãos dos feminicídios
Jornalista: Letícia Sallorenzo
A Cia Teatral Elefante Branco, formada por estudantes do Cemeb, oferece às escolas da rede pública apresentações do espetáculo “Os filhos delas”, peça autoral da Cia Elefante Branco. O espetáculo será encenado na Sala de Ensaio do Centro de Ensino Médio Elefante Branco (CEMEB), localizado na quadra 907 da Asa Sul. O espetáculo acontecerá na Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher (Lei Federal nº 14.164/2021), de 24/03 a 28/03, pela manhã.
“Os Filhos Delas” é resultado de uma árdua pesquisa sobre a epidemia de feminicídio que ocorre no Brasil, com ênfase na situação dos órfãos do feminicídio no DF.
Epidemia de feminicídio
A Cia Elefante Branco mergulhou na pesquisa sobre a epidemia de feminicídio existente no Distrito Federal a partir das absurdas situações de violência de gênero existentes no Brasil. A ideia da peça surgiu a partir do ponto de vista dos órfãos do feminicídio, o que levou a um esboço teatral legislativo e político com a denúncia da violência e da ausência.
Entre tantos problemas sociais envolvidos com essa temática tão estarrecedora, encontram-se as questões vinculadas à legislação vigente, com foco nas leis que protegem as mulheres, estendendo-se à crítica sobre a sua não execução. É o caso da recente Lei de Proteção ou Afiliação, que ampara os órfãos do feminicídio e é enfatizada no espetáculo.
A partir de cenas de teatro e dança, o espetáculo mistura elementos da contemporaneidade e do teatro didático para promover uma reflexão pautada na necessidade de proteção às mulheres e na conscientização dos “futuros homens da nação”, clamando por uma ruptura com os padrões comportamentais do machismo estrutural e do patriarcado.
Pesquisa sobre as situações de feminicídio no DF, e mapeamento dos órfãos do feminicídio, resultou em cenas reais quanto fictícias. Cenas de teatro e de dança que apresenta também o que diz a lei.
Agende sua escola
As sessões da peça “Os Filhos Delas” acontecem na Semana Escolar de Combate à Violência contra a Mulher, de 24/03 a 28/03, pela manhã. Sessões às 9:15. (Exceto dia 27/03, quinta-feira, quando haverá assembleia geral do Sinpro com paralisação). Você pode agendar sua escola pelo e-mail ciaelefantebranco@gmail.com ou por DM no Instagram @ciaelefantebranco.
A capacidade de pessoas por sessão é de 150 (cento e cinquenta pessoas). O traslado para o CEMEB é de responsabilidade da escola convidada, que deverá se organizar com os ônibus que trarão os alunos. A peça tem duração de 30 minutos e é seguida de um debate de 30 minutos totalizando 1 hora de duração.
Mais informações com o professor Marcello D’Lucas, no telefone (61) 99204-0236.