Exposição propõe debate sobre problemas urbanos e soluções para futuro sustentável

A exposição “Andanças: Passado, Presente e Futuro” chega ao Complexo Cultural de Planaltina no dia 7 de março e promete provocar nas escolas públicas do DF o debate sobre os problemas urbanos atuais, além de propor soluções para um futuro sustentável e justo para as regiões administrativas. A exposição será lançada às 19h. A visitação vai até 30 de março, das 9h às 18h. Entrada gratuita.

“Andanças: Passado, Presente e Futuro” tem o objetivo de provocar a comunidade para a construção participativa dos locais por onde passar. A exposição pretende discutir questões específicas de cada região, segundo cinco eixos temáticos: Planejamento e Gestão Urbana; Mobilidade; Resiliência Climática; Patrimônio Cultural; e Direito à Cidade. A entrada é gratuita.

Com painéis informativos, projeções de imagens, vídeos, depoimentos e um espaço interativo com QR Codes, a exposição também conta com espaço educativo onde serão realizadas oficinas com os visitantes e disponibilizadas publicações sobre o DF e as cidades foco onde acontecer.

A exposição ficará em Planaltina por três semanas e conta com a parceria da Universidade de Brasília (UnB) de Planaltina, com a participação de professores e estudantes que servirão de mediadores durante os dias úteis da semana.

Depois de Planaltina, a exposição vai percorrer outras quatro regiões do Distrito Federal: Brasília, Gama, Taguatinga e Ceilândia. Além de resgatar as memórias da capital, prestes a completar 65 anos, a exposição traz um conteúdo específico para cada região.

 

Serviço:

Exposição “Andanças: Passado, Presente e Futuro”

Abertura: 7 de março de 2025

Local: Complexo Cultural de Planaltina – DF

Entrada Gratuita (de segunda a domingo)

Professora impulsiona entrada de estudantes em universidades públicas

A professora de sociologia Regina Cotrim é filha da Universidade de Brasília e tem uma relação de amor com a instituição. Lá, passou boa parte da sua infância e adolescência acompanhando seu pai — que era professor universitário — até ser aprovada, em 1989.

Hoje, ela dedica-se para que estudantes possam vivenciar experiência semelhante e ter acesso à universidade pública. Foi a partir daí que surgiu o Núcleo de Apoio aos Vestibulandos (Nave), projeto do Centro de Ensino Médio (CEM) 03 de Taguatinga, que prepara discentes para o ingresso em universidades, com foco na UnB.

O trabalho da professora tem dado resultado. Só este ano, até o momento, o CEM 03 de Taguatinga registra mais aprovados do que em todo o ano passado. São quase 100 aprovações — sendo 51 só na UnB —, além de admissões em processos seletivos, como o Sistema de Seleção Unificada (SISU) e o Programa Universidade para Todos (PROUNI).  “Eu estou muito realizada, não consigo encontrar uma palavra que defina. Felicidade parece muito pouco”, disse.

Em meio a tantas histórias de sucesso do Nave, uma ganha o coração de Regina: a aprovação da sua filha, Manuela Cotrim, no curso de arquitetura da UnB, neste ano. Para a professora, mais que uma aprovação, foi um presente para o seu pai, que faleceu ano passado. “Não tem como negar, a felicidade foi triplicada porque minha filha está entre os aprovados”, comemora.

Trabalho coletivo

Segundo a professora Regina, apesar de estar à frente do Nave, ela não está sozinha. O trabalho é construído coletivamente, com apoio de professores, demais integrantes da equipe pedagógica do CEM 03, comunidade escolar e, inclusive, de ex-estudantes. “Eu tenho muitos parceiros. Sempre que possível, meus ex-alunos vão à escola e fazem palestras motivacionais, falam sobre os cursos”, conta.

Sobre o suporte dos professores, Regina destaca que, sem eles, “esse trabalho não seria possível”. “A direção e a equipe pedagógica me ajudam muito, e isso é refletido no sucesso do projeto. Uma direção que abraça os projetos encabeçados por um professor ou por uma equipe tem tudo para deslanchar. Se não tiver uma equipe de apoio, os resultados não são os mesmos”, pontua.

Desafios

A professora conta que apesar do sucesso, o projeto Nave enfrenta diversos desafios, muitos deles relacionados à falta de recursos para melhoria da qualidade do ensino ofertado. Atualmente, o núcleo funciona em uma sala, no contraturno, e não dispõe de todos os equipamentos necessários.

“A gente gostaria muito de poder melhorar todo o conforto que os alunos precisam pra estudar, uma mesa bacana, cadeiras confortáveis, computadores bons com internet rápida”, disse.

Nave

O Nave é continuidade do projeto Aprova CEM 02, iniciado no Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Ceilândia, em 2015. Naquele ano, Regina dividia o tempo entre sala de aula e orientação aos vestibulandos. Com apoio de outros(as) professores(as), o projeto colheu frutos: foram aproximadamente 50 aprovações, sucesso que se repetiu nos anos seguintes.

Em 2021, Regina foi transferida para o CEM 03 de Taguatinga, onde deu continuidade ao projeto. “A gente estudava na pandemia, por videoaula, até mesmo no horário de almoço”, conta.

Desde 2023, por conta de problemas na voz, Regina atua exclusivamente no projeto Nave. Agora, ela quer que o projeto cresça ainda mais.

“A gente tem um grupo de colegas com essa perspectiva do Nave. Eles também estão com foco no trabalho direcionado para essas aprovações. Trocamos informações e dicas. Ano passado, cheguei a visitar escolas falando do projeto e sigo acompanhando o CEM 02, onde tudo começou”, conta.

Edição: Vanessa Galassi

CNTE levanta preocupação com privatização das escolas públicas

Levantamento da CNTE mostra que 23 estados fizeram alguma forma de parceria privada dentro da escola pública nos últimos dois anos. / Foto: Reprodução CUT Brasil.

O avanço das políticas de privatização e mercantilização da educação no Brasil foi tema de discussão em plenária realizada no dia 13 de fevereiro pela Aliança das Três Esferas, rede que reúne entidades sindicais representativas dos trabalhadores do serviço público. O encontro também discutiu uma agenda de lutas contra o desmonte do serviço público e em defesa dos direitos dos servidores e da população.

A diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Rosilene Corrêa, ressaltou a importância da união entre o funcionalismo público diante dos ataques ao setor. “Não é um ataque a uma categoria ou a um ramo específico, mas ao Estado brasileiro. Precisamos fortalecer essa estrutura, e não reduzi-la, como vem sendo feito”, afirmou.

Rosilene destacou que o serviço público enfrenta sucessivos ataques há anos, intensificados durante os governos Temer e Bolsonaro, e que a atual composição do Congresso Nacional segue impulsionando essa agenda. Na educação, um dos reflexos de maior desafio, segundo ela, é o avanço da privatização dentro da própria sala de aula, com a crescente contratação de professores temporários em detrimento de nomeações de aprovados em concursos já realizados e novos certames.

No mesmo sentido, Heleno Araújo, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), mostrou preocupação para o aumento no processo de privatização no setor educacional, impulsionado por governadores conservadores como Ratinho Jr (PR), Romeu Zema (MG), Eduardo Leite (RS) e Tarcísio de Freitas (SP), ampliando as possibilidades de formalização de parcerias público-privadas nas escolas públicas. Para ele, esse processo “é uma forma de não fortalecer o concurso público, privatizar e desmontar a estrutura do Estado brasileiro”, afirma Heleno.

Levantamento da CNTE mostra que 23 estados fizeram alguma forma de parceria privada dentro da escola pública nos últimos dois anos, alcançando o universo de 940 escolas estaduais. Nas redes municipais, são 857 municípios com alguma forma de privatização: o alcance é de 7.985 escolas.

 

Precarização

Alinhada à lógica privatista, o setor da educação tem avançado na substituição de servidores concursados por trabalhadores temporários. No DF, atualmente, existem cerca de 15 mil contratos temporários na rede de ensino, superando o total de servidores efetivos, que somam cerca de 10 mil profissionais. Vários desses professores(as) já foram aprovados(as) em concurso público e aguardam serem nomeados(as).

“Defendemos um serviço público valorizado, porque ele é fundamental para um país mais justo. E, para isso, precisamos de servidores valorizados” afirma Rosilene Corrêa. /Foto: Arquivo Sinpro.

“A ausência de concursos tem levado a um aumento assustador de contratações temporárias. Agora, com a alteração do Regime Jurídico Único, que permite novas formas de vínculo sem necessidade de concurso, esse quadro se agrava ainda mais. Estamos diante da consolidação de uma política de precarização das contratações na educação pública”, alertou Rosilene Corrêa.

De acordo com a diretora, outro ponto crítico é a plataformização do ensino público, modelo já em implementação em alguns estados, como São Paulo. A plataformização é a adoção de plataformas digitais de aprendizagem, ocupando o lugar de professores em sala de aula.

Para Rosilene, a única forma de barrar esse processo de privatização e a consequente precarização das relações de trabalho é conscientizar a sociedade sobre a importância do serviço público para além dos direitos dos servidores, enfatizando seu papel essencial na garantia de um Estado forte e capaz de atender à população com qualidade.

“Defendemos um serviço público valorizado, porque ele é fundamental para um país mais justo. E, para isso, precisamos de servidores valorizados”, concluiu.

Além da pauta da educação, os dirigentes sindicais discutiram durante a plenária a  reforma do Estado, a luta pela regulamentação da Convenção 151, da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que estabelece o direito à negociação coletiva no setor público, o fim do Regime Jurídico Único (RJU), decretado por maioria no Supremo Tribunal Federal (STF) e a PEC 226/23 conhecida como “PEC da morte”, que propõe aplicar de forma automática as regras da reforma da Previdência de Bolsonaro-Guedes (EC 103/19) para estados e municípios que ainda não estão adequados a regra.

 

*Com informações da Central Única dos Trabalhadores.

Conversa online debate proposições arte-educativas; inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para a conversa online proposições arte-educativas, realizadas pelo Vilarejo 21 – Espaço de Arte, Criatividade e Cultura. Os encontros acontecerão nos dias 11 e 12 de março, das 19h às 21h, e tem como público-alvo professores(as), educadores(as) e arte-educadores(as) interessados(as) em trabalhar com o livro Arte contemporânea em Brasília para crianças, de Lelia Lofego e Sofia Rodrigues Barbosa.

Os debates serão conduzidos por Lelia e pela arte-educadora Lua Kixelô Cavalcante. As inscrições, com vagas limitadas a 50 por dia, são gratuitas e devem ser efetuadas por meio do link https://x.gd/HaHqV. A confirmação será enviada por e-mail. O público geral também pode participar, entretanto, deve especificar no formulário ao efetuar a matrícula.

O livro
Com textos de Lelia Lofego e ilustrações de Sofia Ramos Barbosa, o livro Arte contemporânea em Brasília para crianças foi lançado em novembro de 2024 e conta com o prefácio escrito pela curadora Gisele Lima.

A publicação é um dicionário, e as letras do alfabeto, que iniciam os nomes dos artistas, são desenhos inspirados em suas obras. Já os textos contam a trajetória dos produtores de artes visuais no Distrito Federal.
São citados(as) no livro os(as) artistas visuais Adriana Vignoli, Bia Leite, Camila Soato, Douglas Ferreiro, Elyeser Szturm, Fernanda Azou, Gê Orthof, Helena Lopes, Igu Krieger, Josafá Neves, Karina Dias, Luda Lima, Miguel Simão, Nilce Eiko Hanashiro, Antonio Obá, Pedro Gandra, Cirilo Quartim, Raquel Nava, Sonia Paiva, Taigo Meireles, Usha Velasco, Valéria Pena-Costa, Waleska Reuter, Xibi (Rayza de Mina Rodrigues), Yana Tamayo e Zuleika de Souza.

Professora com câncer de mama pede ajuda para tratamento

Em 2024, após ser diagnosticada com câncer de mama, a professora de contrato temporário Maria Viviane de Souza iniciou o tratamento da doença com sessões de quimioterapia e medicamentos. Em estágio de finalização da quimioterapia, a educadora, que atualmente está afastada pelo INSS, pede a ajuda de professores(as) e orientadores(as) educacionais para dar prosseguimento ao tratamento.

Na última consulta, o mastologista solicitou uma série de exames (mamografia, ecografia, holter, risco cirúrgico, consulta com o geneticista oncológico, entre outros) necessários para a marcação da cirurgia da mama e a remissão do câncer. A educadora tentou agendá-los pela rede pública, mas devido à fila e à demora, precisará recorrer à rede particular de saúde.

Por conta dos altos custos dos exames, Maria Viviane recorre à solidariedade da categoria. Para colaborar, envie qualquer valor para o PIX: chave 61 98215-3772 (celular de Maria Viviane de Souza).

Diretora do Sinpro fala sobre envelhecimento saudável na Rádio Peão

Foi ao ar, no último domingo (9/2), o programa Rádio Peão, com participação da coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados do Sinpro-DF Elineide Rodrigues.

Na atração, a diretora falou sobre o envelhecimento saudável, o aumento da expectativa de vida e a consequente necessidade de políticas públicas voltadas ao segmento. Saúde física e mental, inclusão social, lazer e iniciativas de acesso à cidade também foram discutidos.

Ouça o programa aqui. (https://x.gd/2X6GS)

Rádio Peão

A Rádio Peão é um projeto encabeçado pela jornalista e cantora Alessandra Terribili e apoiado pela CUT-DF. O programa, que vai ao ar aos domingos, a partir das 12h, na Rádio Cultura 100,9,  mescla entrevistas e música brasileira, dá dicas culturais e fala sobre as lutas da classe trabalhadora do DF e do Brasil.

Aberto processo seletivo para bolsas de graduação e pós para efetivos do Magistério

A Secretaria de Educação (SEEDF) tornou pública a abertura de processo seletivo para conceder 43 bolsas de estudo de curso de graduação ou pós-graduação (lato sensu) para o 1º semestre de 2025, para servidores(as) efetivos(as) das Carreiras Magistério Público e Políticas Públicas e Gestão Educacional do DF. Trata-se de convênio estabelecido entre Instituições de Ensino Superior (IES) e a SEEDF. O processo seletivo será realizado pela Eape. O edital está disponível no link abaixo.

Clique aqui para ler o edital

As inscrições vão até a próxima quinta-feira (13/2). O resultado preliminar será divulgado no dia 24, e o resultado final, no dia 7 de março a partir das 18h, sempre no site da Eape. Após a divulgação desse resultado, a pessoa contemplada receberá por e-mail, em até 5 dias úteis, a Carta de Encaminhamento à IES para a qual foi contemplado.

As bolsas de Estudo estão distribuídas da seguinte forma:

  • Centro de Ensino Superior de Maringá (CESUMAR): 5 bolsas
  • Centro Universitário Claretiano (CEUCLAR): 2 bolsas
  • Centro Universitário de Brasília (IESB): 7 bolsas
  • Universidade Católica de Brasília (UCB): 8 bolsas
  • Centro Universitário Unificado do Distrito Federal (UDF): 13 bolsas
  • Universidade Cruzeiro do Sul (UNICSUL): 8 bolsas

Quem pode concorrer à bolsa

De acordo com as regras do edital, são elegíveis para as bolsas os(as) servidores(as) estável em exercício efetivo na Secretaria há pelo menos três anos consecutivos e que esteja regularmente matriculado(a) em curso listado no objeto do convênio. A bolsa de estudo consiste na isenção total do pagamento da matrícula e das mensalidades pelo servidor bolsista à IES.

Quem receber essa bolsa de estudo não poderá se afastar das atividades laborais nem solicitar redução do regime semanal de trabalho. A bolsa de graduação será concedida em caráter semestral, sem renovação automática. A continuidade do benefício estará condicionada a novo processo seletivo. Já a bolsa de estudo para curso de pós-graduação (lato sensu) contemplará a totalidade do curso, salvo nas hipóteses de cancelamento previstas em edital.

Professores terão desconto de 15% em hotéis credenciados em todo o Brasil

A partir de 1º de março de 2025, e (a princípio) até 31 de março de 2026, professores(as) da educação básica terão 15% de desconto em hotéis credenciados em todo o Brasil. A iniciativa é dos Ministérios do Turismo e da Educação, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH Nacional). O acordo foi firmado na última segunda-feira (03/02), em Brasília, com a presença dos ministros Celso Sabino e Camilo Santana e do presidente da ABIH Nacional, Manoel Linhares.

Lista de hotéis credenciados

Para usufruir do benefício, os professores e professoras precisarão anexar um comprovante de sua profissão no ato da reserva, podendo ser a carteira de identificação funcional ou o contracheque. Assim, terão desconto sobre a tarifa aplicada às reservas feitas diretamente nas centrais de reservas dos estabelecimentos participantes. O benefício será válido tanto para a baixa quanto para a alta temporada, abrangendo acomodações em apartamento duplo com café da manhã e sujeito à disponibilidade.

Até o momento, são mais de mil estabelecimentos de todo o país já integrados à campanha.

Professora lança livro de poesias em Taguatinga na sexta-feira (7/2)

 

A professora aposentada Auricélia Herculano lança “Do Junco à poesia”, seu primeiro livro de poesias, na próxima sexta-feira (7/2), a partir das 14h30. Auricélia recebe para tarde de autógrafos na Bugu Delícias Caseiras, na QNJ 32 lote 38, em Taguatinga – perto da feira permanente da L Norte.

O livro de estreia de Auricélia, com 74 poesias, traz o nome do sítio onde ela nasceu. “Quando criança, brinquei muito de casinha com minhas irmãs, primas, sob as sombras das mangueiras, oiticicas e juazeiros. As árvores eram parte da minha infância”, conta.

Em “Do Junco à poesia”, a professora fala de várias árvores: cambuís, flamboyants, primaveras. E, na capa, a foto da coluna da casa onde ela passou sua infância. “É meu alicerce”, conta.

Exposição traz trabalhos de artistas que fazem parte da história da arte brasileira

Obras de Athos Bulcão, Roberto Burle Marx, Iberê Camargo, Carlos Vergara e outros artistas que fazem parte da história da arte brasileira ao longo dos últimos 60 anos serão levadas ao público pela exposição “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira”. O evento será inaugurado na terça-feira (4/2), na Caixa Cultural Brasília. A entrada é gratuita, com visitação de terça a domingo, das 9h às 21h.

A mostra, com curadoria de Renata Azambuja e Emerson Dionísio, apresenta um recorte significativo da coleção privada dos colecionadores Onice Moraes e José Rosildete de Oliveira, com esculturas, fotografias, instalações e gravuras, tendo a pintura como ponto forte.

Pesquisador de coleções privadas e institucionais, Emerson Dionísio, curador adjunto da mostra, diz que “a coleção ajuda a compreender os principais embates da pintura nas últimas cinco décadas, aqui no DF e no Brasil, os dilemas da figuração, a crise da representação, os diálogos com pintura urbana, os debates sociais, os caminhos percorridos pelas abstrações e arte conceitual”.

Segundo os curadores, a coleção é única pela sua diversidade, reunindo desde as primeiras gerações de artistas contemporâneos até novos talentos da cena artística brasileira, com ênfase na produção de Brasília e do Centro-Oeste.

A mostra “História(s) da arte brasileira | multiplicidade da coleção Moraes e Oliveira” fica aberta para visitação até 13 de abril.

Acessar o conteúdo