EC 102 do Recanto debate a importância dos povos africanos na construção do Brasil

A importância dos povos africanos na construção do Brasil desde o período colonial; a falta de direitos e garantias sociais para as pessoas negras neste período, ocasionando o racismo estrutural que vivemos até hoje; e a necessidade de se colocar em uma posição antirracistas foram debatidos pela Escola Classe 102 do Recanto das Emas ao longo do ano letivo. Como parte do projeto, os(as) alunos(as) ainda estudaram homens e mulheres negras que mudaram a história do Brasil e do mundo, rainhas e reis de países africanos, animais africanos, a origem das tranças e penteados afro, instrumentos musicais de origem africana, e alimentos e palavras brasileiras de origem africana.

Durante o Projeto Consciência Negra, estudantes realizaram uma série de atividades: Jogo de tabuleiro: trilha de reflexão antirracista; Bingo das Africanidades: bingo com 70 palavras brasileiras de origem africana; construção do jogo “Mancala” com caixas de ovos (jogo de estratégia e raciocínio lógico de origem africana); brincadeira de origem moçambicana chamada Terra-Mar; Lapbook: Vidas Negras Importam; e atividades artísticas variadas.

A parte musical também teve vez com a apresentação de coral e atividades de interpretação textual: Neguinha, sim; Vidas negras importam; e MV Bil – Preto em Movimento. Na área da literatura, a professora Helayne comprou e compartilhou livros de literatura africana, lendo com os(as) alunos(as) as obras Pequeno Príncipe Preto; Que cabelo eu vou; Carolina de Jesus; Neguinha, sim; e Mulheres Negras que mudaram o mundo.

Todo o aprendizado adquirido durante o ano foi apresentado na culminância do projeto, realizado na última terça-feira (19). Os(as) estudantes aproveitaram uma série de atividades, como contação de história com a professora “Claudinha Flor de Cacau”, que contou a história escrita pelo professor André Lúcio Bento (Tâmara e Tamarindo); exposição de todos os trabalhos que foram produzidos pelos estudantes; apresentação do coral “Neguinha, sim”; além de uma roda de conversa com as trancistas do projeto “Trançando Consciência”, abordando autoestima e cabelo. Durante a roda de conversa foram feitas tranças nos cabelos das meninas.

O projeto teve a importante participação das professoras Helayne, Yngridy e Gislaine, dos 4° anos, e Amanda, do 5°ano.

Capital federal recebe exposição Brasília Pop Art

Brasília encanta por suas belezas itinerantes, concebidas entre eixos e entrequadras, com a graciosidade dos ipês em arranjos multicoloridos pelo caminho, além de trazer um misto de espanto e comoção diante do clima árido, mas nem por isto deixa de ser agradável. A exposição Letra&Cor – Brasília Pop Art flagrou essas particularidades e presenteia os(as) brasilienses com uma apresentação repleta de cores e sentimentos. O evento ficará na capital federal até o dia 10 de janeiro de 2025, no Museu Correios (Setor Comercial Sul Qd 4 Ed. Apolo), com visitação de terça a sexta, das 10h às 18h, e sábados, domingos e feriados de 13h às 17h.

Difundida mundialmente por Andy Warhol, Richard Hamilton e Roy Lichtenstein, entre outros, a Pop Art explora a estética da cultura popular com a paleta de cores vibrantes, combinações surpreendentes, montagens de celebridades, anúncios publicitários, colagens, quadrinhos, pontilhismo, serigrafia etc. A explosão visual e a inserção de elementos cotidianos, como as famosas sopas Campbell de Warhol e os quadrinhos de Lichtenstein, revolucionaram o contexto cultural dos anos 50/60, colocando a cultura popular americana em destaque.

A exposição Letra&Cor – Brasília Pop Art, reúne obras das artistas brasilienses Ester Chaves e Jusci Silva. O diálogo entre a escritora e a artista plástica desemboca num lugar em que a reinvenção da memória se funde com as experiências de quem cresceu junto com a cidade, mas manteve o olhar sempre rejuvene (sendo).

A imponência arquitetônica se curva ao impulso das cores radiantes da Pop Art, das pinceladas que transitam entre o vigor do concreto e a leveza do recorte que se transformará numa paisagem completa. Tudo pode ser reinventado. Mais uma prova de que o concreto pode ser tão maleável quanto o pensamento.

São 47 obras que representam a capital federal por meio de pinturas, poemas e fotografias. Inspirada no movimento Pop Art dos anos cinquenta/sessenta, a mostra traz composições repletas de cores vibrantes e grafismo.

 

10º Festival de Cinema Chica de Ouro, do CED São Francisco, começa dia 03/12

A 10ª edição do Festival de Cinema Chica de Ouro, do Centro Educacional São Francisco, o “Chicão”, em São Sebastião, acontece entre 3 e 5 de dezembro na escola. Dia 9 de dezembro, acontece a premiação no Cine Brasília. Neste ano, o Festival incluirá também a mostra de dois curtas em super 8 que foram produzidos por O Barco Produções.

O Festival é uma atividade pedagógica que integra o currículo do CED São Francisco, e visa a articular os diferentes conteúdos curriculares de forma interdisciplinar por meio da produção de filmes. Participam do projeto estudantes da escola, da Unidade de Internação Provisória e outras escolas de São Sebastião, além de ex-estudantes e comunidade em geral.

A finalidade do Festival é trabalhar os múltiplos letramentos, desenvolver as diferentes habilidades e competências envolvidas na criação cinematográfica, além de promover a fruição e a crítica da linguagem audiovisual. Como ponto de flexão interdisciplinar, serão trabalhados os eixos transversais propostos pelo Currículo em Movimento da SEE-SD: 1) Educação para a diversidade; 2) Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos; 3) Educação para a Sustentabilidade. Além disso, é finalidade do Festival fomentar o trabalho em equipe, o olhar crítico e a integração entre escola e comunidade de São Sebastião.

O 10º Festival de Cinema Chica de Ouro trará o tema “Biografia – Da Vida às Telas”, como uma oportunidade de promover inspiração e conhecimento aos estudantes da instituição. Terá em sua programação a mostra competitiva de filmes de curta-metragem produzidos por estudantes do CED São Francisco, além da realização de encontros, debates, seminários, exposição de banners dos filmes e solenidades de abertura e premiação.

Programação

03/12 – Abertura
Local: CED São Francisco

03 a 05/12 – Mostra Competitiva
Local: CED São Francisco
Sessões 9h e 13h

09/12 – Premiação e Encerramento
Local: Cine Brasília
9h

CED 06 de Taguatinga Norte finaliza edição 2024 do Africanidades

Termina nesta sexta-feira (22) a semana de culminância do projeto Africanidades do Centro Educacional nº 06 de Taguatinga Norte (CED 06 de Taguatinga Norte). A culminação do projeto começou na segunda-feira (18), com a participação intensa de todas as turmas, estudantes e disciplinas, a edição deste ano, cujo tema foi “Semana da Consciência Negra: Eu sou porque nós somos”. A culminância materializa todas as atividades realizadas na unidade escolar para o Mês das Consciência Negra.

“A participação dos estudantes foi fundamental para a realização do projeto, pois, a partir das vivências da comunidade, puderam contextualizar a proposta do projeto à realidade da comunidade. Dentre os pontos abordados temos as questões culturais, históricas, científica dos povos afrodescendentes”, afirma Marçal Ponce Leones, professor de geografia e supervisor pedagógico da escola.

Ele explica que “o objetivo central do Projeto Africanidades é fomentar a sensibilização e a apreciação das culturas africana e afro-brasileira entre os estudantes, estimulando o reconhecimento da diversidade cultural e o pensamento crítico acerca das identidades étnicas e raciais no Brasil”.

Histórico

Jailton Kalludo, professor readaptado do CED 06, com formação acadêmica em história, filosofia, sociologia e jornalismo (parolímpico), informa que o Africanidades está no Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola há mais de 10 anos. “Desde 2002, todo o corpo docente está envolvido na realização do projeto Africanidades. Os(as) professores(as) ajudaram na construção e na consolidação do projeto e o mantêm em constante atualização”.

Ele conta que começou com a professora Roseli e participação de outros(as) professores(as) que, como Roseli, já estão aposentados(as). O professor Jailton assumiu a produção, em 2002, quando ele ingressou na escola. “Eu administrava aula de filosofia, sociologia e história. Na ocasião, me interessei pelo tema da cultura africana e, com isso, a comunidade escolar – professores(as), gestores(as) – gostaram da ideia e, a partir disso, iniciamos um trabalho anual com culminância em novembro sobre africanidades”.

“Com isso, professores e professoras das outras disciplinas se interessaram, apesar de que algumas vezes houve resistência por parte de alguns(as) professores(as) por questões religiosas ou até ideológicas, mas todos e todas foram se adequando com o PPP e a logística da escola. O projeto também contou com o apoio de toda a comunidade escolar e até com patrocínios. Assim, de 2002 para a frente, realizamos o projeto Africanidades”, conta Jailton.

Ele explica que, nesse percurso, alguns(as) professores(as) trabalhavam até o semestre inteiro para quando chegasse a época do dia 20 de novembro, Dia da Consciência Negra, data que até então não era reconhecida como feriado nacional, para realizar a culminância do projeto.

“Assim, o CED 06 se tornou vanguarda nas comemorações, celebrações e realização do projeto com conclusão nesta data. Além disso, a escola se tornou protagonista e referência nas reivindicações por direitos das pessoas negras e, depois, introduzimos a questão da mulher negra e, posteriormente, adicionamos a questão da mulher e do homem negros com deficiência. Crescemos. Ampliamos temas. Contamos com participantes e com a comunidade escolar, como a família. Hoje temos um projeto consolidado em que, todo ano, o CED 06 trabalha, nos três turnos, a temática da africanidade no mês de novembro”, afirma o professor Jailton.

No início, a temática do projeto era trabalhada em apenas três dias. Atualmente, é trabalhada em quase todo o mês de novembro. Alguns professores e professoras ampliam esse repertório e atuam com a temática da africanidade no semestre inteiro dentro da lógica cultural, econômica, filosófica, sociológica e antropológica.

“Isso que é a Africanidades do CED 06, que envolve todos(as) os professores(as), todas as disciplinas, todos(as) servidores(as), funcionários(as) terceirizados, estudantes, pedagogos(as), comunidade. Hoje, o projeto Africanidades é globalizador, de inclusão de todos, todas e todes. É um grande projeto que está no PPP da escola”, finaliza o professor Jailton.

Confira fotos da edição deste ano do projeto: https://www.facebook.com/share/p/1G9bwGC3iG/

Atenção para o período de recesso do escritório Resende Mori Hutchison

O Sinpro informa que o escritório Resende Mori Hutchison, que presta serviços na área jurídica ao sindicato, entrará em recesso no dia 17 de dezembro devido às datas comemorativas de final de ano e férias coletivas dos(as) funcionários(as). O plantão de atendimento do escritório retornará no dia 20 de janeiro de 2025.

A partir de 13 de janeiro de 2025 os atendimentos de assessoria jurídica do Resende Mori Hutchison retornarão de forma presencial no escritório. Caso não possa aguardar o retorno dos plantões no Sinpro, o atendimento poderá ser agendado.

“Macarroa e a Muda” está em cartaz em escolas da rede pública de ensino

Nesta segunda-feira (25), o Centro de Ensino Fundamental nº 01 do Varjão (CEF 01 do Varjão) irá receber o espetáculo “Macarroa e a Muda”. A peça de teatro infantil, que apresenta uma concepção inovadora ao integrar recursos de acessibilidade em encenação inclusiva, será apresentada em outras escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal.

A peça está em cartaz desde o dia 8 de novembro, quando foi apresentada na Escola Bilíngue de Taguatinga com um ensaio aberto e bate-papo. No dia 11/11, foi apresentada no CAIC Santa Paulina, no Paranoá; em 13/11, na Escola Classe nº 15 de Ceilândia (EC 15 de Ceilândia). Após a apresentção no Varjão, o espetáculo será apresentado na EC 08 de Brazlândia no dia 27/11. A temporada será encerrada no dia 29/11, no Centro de Ensino Especial do Guará.

Teatro acessível e sem mediação

A busca de uma linguagem teatral acessível a crianças com deficiência visual ou auditiva é o principal motivo que levou Nara Faria, atriz e arte-educadora com licenciatura em artes cênicas pela Universidade de Brasília (UnB), com especialização em dança e consciência corporal, a criar a peça “Macarroa e a Muda”. No espetáculo, ela utiliza a Língua Brasileira de Sinais (Libras), que se apresenta integrada à própria interpretação da palhaça Macarroa (Nara Faria), trazendo o foco do público com deficiência auditiva diretamente para a cena, sem a mediação do intérprete de Libras. Além disso, um grande livro pop-up, confeccionado artesanalmente pela atriz, confere ainda mais ênfase na percepção visual e imagética da narrativa.

Nara ministra aulas em teatro, circo e dança desde 1998 como profissional autônoma, e explica que, a perspectiva das crianças com deficiência visual também foi ponto central na criação. “A dramaturgia utiliza o recurso da audiodescrição por meio da narradora em off da história, Dona Voz (também interpretada por Nara Faria). Um libreto texturizado é disponibilizado para as crianças com deficiência visual, possibilitando a percepção tátil de imagens correspondentes às do livro pop-up. A trilha sonora original sensível de Marcello Linhos preenche a ambientação sonora, com a delicadeza da viola caipira”.

A atriz Nara Faria, responsável pela concepção geral da obra, explica outro aspecto que a motivou a criar a peça foi que, “após várias experiências atuando e assistindo peças com recursos de audiodescrição e Libras, me senti instigada a buscar uma encenação em que o público com deficiência pudesse mergulhar na obra em si, sem dividir a percepção entre a peça e sua tradução”. E completa: “E para o público infantil em geral é uma oportunidade riquíssima de entrar em contato com essas linguagens de forma sensível e divertida”. Ela narra que, durante as apresentações, as crianças ouvintes reproduzem os sinais da Libras. “Acredito que despertar a curiosidade é um caminho possível para que um maior número de pessoas se interesse em aprender Libras ou saber mais sobre acessibilidade”.

Macarroa e a Muda

Na história, a palhaça Macarroa está aborrecida por ser alvo de piadas por parte de seus amigos. Ao conversar com sua amiga Muda – uma planta – Macarroa deseja ser como ela para viver em paz. Seu desejo se realiza e ela se vê no lugar da amiga. Este inusitado exercício de empatia transforma sua visão do mundo e de si mesma. A peça proporciona uma reflexão sadia sobre as diferentes percepções de mundo, incluindo as das pessoas com deficiência.

O espetáculo convida o espectador ao questionamento sobre sua própria noção de normalidade, e nada mais coerente com a temática do que a figura do palhaço. “Desajustado por natureza, o palhaço é uma caricatura do ser humano: uma exacerbação de seus traços, sua sensibilidade e suas limitações. O palhaço nos permite tanto rir de nossa própria pequenez, nosso próprio ridículo, quanto nos comover com nossa potencial grandeza enquanto seres humanos”, reflete Nara. “A presença da personagem Muda, uma planta, destaca a necessidade de uma melhor relação do ser humano também com os seres de outras espécies, com o meio ambiente em si”. O espetáculo busca assim sensibilizar o público para o respeito à diversidade de forma ainda mais abrangente.

A montagem contou com a consultoria de Clarissa Barros e Tatiana Elizabeth, profissionais de acessibilidade cultural. O material gráfico, também acessível, apresenta banner tátil e programa da peça em linguagem mista (ilustração e Braille unidos). O diretor convidado, Zé Regino, comenta: “Este é sem dúvida um dos trabalhos mais desafiadores dos quais eu participei nos últimos tempos. Temos muito a caminhar para chegarmos a uma sociedade inclusiva. Tenho aprendido muito, e existe um universo a ser desbravado”.

“Macarroa e a Muda” estreou em novembro e segue em temporada gratuita nas escolas públicas do DF durante o mês, em Ceilândia, Brazlândia, Varjão, Guará e Paranoá. O projeto conta com patrocínio do Fundo de Apoio à Cultura do DF. Com a direção de Zé Regino, trilha sonora original de Marcello Linhos, fotografia de Diego Bresani, consultoria em acessibilidade feita por Clarissa Barros e Tatiana Elizabeth e gestão da V4 Cultural, Nara, que é a autora do projeto informa que já estão abertas as inscrições para as escolas que quiserem participar desse projeto em 2025. Para agendamento, basta entrar em contato pelo e-mail contato.macarroa@gmail.com ou pelo telefone (61) 99241.2627 – Nara Faria. Instagram: @‌macarroaeamuda

EC 05 do Cruzeiro proporciona acesso à cultura por meio do projeto O artista que há em mim

A escola é lugar de adquirir conhecimento e de introduzir o(a) estudante aos mais variados tipos de cultura. É com este pensamento que a Escola Classe 05 do Cruzeiro realizou, no dia 14 de novembro, o projeto O artista que há em mim, que carrega como objetivo proporcionar conhecimento de diversos artistas internacionais e nacionais, levando o(a) aluno(a) a conhecer sua biografia, local onde foram realizadas as obras, onde estão expostas, além de conhecer o acervo e realizar releituras dos trabalhos destes artistas.

Por meio de apresentações musicais, encenação da peça A linda rosa juvenil e da apresentação teatral da obra O mágico de Oz, estudantes da EC 05 mergulharam no mundo da literatura e da cultura, protagonizando releituras em obras com diferentes técnicas no decorrer do projeto. Para Érika Aguiar, diretora da escola e idealizadora do projeto, além de alargar a imaginação e refinar os sentidos potencializando processos cognitivos, a atividade incentiva o estudante ao hábito da apreciação, interpretação e releitura de obras de arte, contribuindo assim não só para o desenvolvimento das habilidades de análise de obras de arte e produção de trabalhos artísticos, mas, também, o de fortalecer a capacidade de interpretação, imaginação e senso crítico.

O projeto é uma prática relevante de integração das diversas linguagens artísticas presente no Currículo em Movimento da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), que perpassa pela música, teatro e artes visuais. “A arte, em suas diversas formas, permite que os estudantes expressem suas emoções, opiniões e visões de mundo, promovendo o autoconhecimento e a criatividade, e quando a comunidade escolar reconhece e aprecia essas produções, reforça-se a autoestima dos estudantes, incentivando-os a explorar ainda mais suas capacidades”, finaliza Érika Aguiar.

Semana da Música apresenta culminância de oficinas da EPAT

No último dia 14 de novembro, quinta-feira, aconteceu a apresentação das culminâncias das Oficinas de Violão e de Guitarra da Escola Parque Anísio Teixeira (EPAT), em Ceilândia. O evento fez parte da Semana da Música da EPAT, que é realizada anualmente no mês em que se comemora o dia do Músico (22 de novembro).

A programação das culminâncias de Música vai até o dia 27, com apresentações das oficinas de Teclado, Canto e Violino. A Semana da Música integra o Festival de Artes da Escola Parque Anísio Teixeira.

O festival apresenta à comunidade escolar as culminâncias dos trabalhos realizados nas oficinas artísticas oferecidas. O projeto é realizado com estudantes matriculados nas diversas oficinas e tem como objetivo possibilitar que os envolvidos tenham uma experiência de palco – parte da avaliação das oficinas práticas realizadas -, bem como apresentar à comunidade escolar o que foi produzido em sala de aula durante o semestre letivo.

Além das culminâncias musicais, paralelamente, estão em exposição as obras produzidas pelos alunos das Oficinas de Artes Visuais, que neste ano têm como tema “EPAT 10 anos – Construindo Arte, Moldando Sonhos”. A exposição permanente, que também compõe o Festival de Artes, fica aberta para visitação até o final do ano na Galeria de Artes da escola.

O álbum completo está no facebook. Clique AQUI para acessar.

Fotos: Deva Garcia

CEM 10 de Ceilândia realiza 3ª Mostra de Curtas com protagonismo das mulheres negras

O protagonismo das mulheres negras e a trajetória do povo negro no Brasil foram os temas e o foco da 3ª Mostra de Curtas Centro de Ensino Médio nº 10 de Ceilândia (CEM 10 de Ceilândia). A escola realizou a edição deste ano do projeto pedagógico “Mostra de Curtas” entre os dias 12 e 14 de novembro. Com o propósito de valorizar a educação antirracista e antifascista, o projeto trouxe curtas elaborados durante o segundo semestre pelos(as) estudantes por meio de pesquisa, roteiro, elaboração de cartazes, filmagens até a realização da culminância do projeto.

Os curtas tinham a duração de 4 a 10 minutos, com temas voltados à temática da Consciência Negra. Com dois temas diferentes manhã trabalhou a trajetória do povo negro no Brasil e a tarde o protagonismo das mulheres negras. O turno matutino enfatizou a trajetória do povo negro no Brasil com temas que vão do movimento negro, leis, lutas e políticas até a abordagem sobre racismo estrutural, feminismo negro, revoltas do povo negro, heranças culturais africanas, poesias e contos, relatos de preconceito, personalidades negras, Quilombo ontem e hoje, representatividade negra na política, protagonismo negro.

No turno vespertino o tema protagonismo das mulheres negras, mulheres que marcaram a história e atuaram nas diversas áreas deu o tom à Mostra de Curtas. As personalidades escolhidas foram Rosa Parks, Carolina Maria de Jesus, Angela Davis, Dandara dos Palmares, Chimamanda, Conceição Evaristo, Elza Soares, Jaqueline Góes de Jesus, Rebeca Andrade, Cristiane de Sobral, Rosana Paulino e Gina Viera que foi inspiração para projeto.

A mostra de curtas faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) do CEM 10 e tem intuito de enfatizar uma educação antifascista e antirracista e que valorize a cultura negra. O Projeto da Consciência Negra do ano letivo 2024 consistiu na criação e na apresentação de um Curta Metragem de duração no mínimo de 4 minutos e no máximo de 10  minutos. Após a apresentação do Curta Metragem, a turma promovia uma dinâmica com os(as) estudantes presentes. O cartaz do curta foi divulgado no Instagram da escola e o tinha de ter compatibilidade com os direitos humanos. Confira as fotos nas redes digitais do Sinpro-DF.

Confira no link a seguir o álbum de fotografias: https://www.facebook.com/share/p/1DbTLt1ECk/

Leia mais sobre o projeto Mostra de Curtas do CEM 10 aqui

PROFESSORES E ORIENTADORES EDUCACIONAIS TÊM 35% DE DESCONTO EM CORRIDA E CAMINHADA PELA INCLUSÃO

Com propósito de promover inclusão, a Corrida e Caminhada pela Inclusão Olga Kos chega ao Distrito Federal pela primeira vez para marcar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado no dia 03 de dezembro. Com percursos de 5 e 10 km, o evento será realizado em 8 de dezembro, na Esplanada dos Ministérios, se transformando um marco no apoio às pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade social. As inscrições custam R$ 54 e podem ser realizadas clicando aqui. Professores(as) e orientadores(as) educacionais terão desconto de 35%.

Para ter acesso ao desconto, ao entrar na página da inscrição o(a) interessado(a) deverá preencher a ficha de cadastro com seus dados pessoais. Na segunda aba (Questionário), confirme os dados solicitados e na parte de baixo da página, preencha o espaço Cupom de presente/desconto com “ProfessoresDF”. O link automaticamente garantirá o valor promocional para professor(a) e orientador(a) educacional.

Tradicional em São Paulo e no Rio de Janeiro, a prova tem como objetivo promover igualdade e incentivar a superação de pessoas com deficiência e em vulnerabilidade social. A corrida promete reunir cerca de 15 mil participantes em frente ao Museu da República em uma grande celebração de esporte e inclusão. “A prova será mais que especial, preparamos uma grande festa da inclusão. Convido a todos os brasilienses a abraçarem a nossa causa, por meio da prática esportiva. Participem e corram conosco”, indaga Wolf Kos, presidente do Olga.

 

Kits

A Caminhada e Corrida da Inclusão Olga Kos tem dois kits: o “Inclusão” e o “Abrace essa Causa”.  O “Inclusão” é composto por camiseta, squeeze e sacola. Já o “Abrace essa causa”, por camiseta, squeeze, sacola, viseira e meias. A entrega dos kits da corrida será realizada nos dias 5 e 6 de dezembro, das 10 às 20h e dia 7, das 10 às 18h.

 

Serviço: Corrida e Caminhada pela Inclusão Olga Kos Brasília

Data: 8 de dezembro de 2024, domingo

Horário de largada: 7h

Local: Esplanada dos Ministérios, em frente ao Museu da República

Inscrição: bit.ly/CorridaOlgaDFDez24

Valores: R$54 + taxas (Kit Inclusão) / R$81 + taxas (Kit Abrace Essa Causa)

Acessar o conteúdo