De Cuba para a Ruralzinha: protagonismo infantil e inclusão rendem livro infantil

Saltei em Cuba e vim parar na Ruralzinha é um livro produzido pela classe especial do professor Helder da Silva, da Escola Classe Riacho Fundo. A obra apresenta uma história real, contada por crianças. Fala sobre Danaerys, a coleguinha cubana que veio morar em Brasília e foi estudar na Ruralzinha. O livro será lançado no dia 18 de novembro, às 19 horas, no Teatro dos Bancários.

“O livro foi escrito de forma inclusiva por vários estudantes: a Alice Monteiro, que é a ilustradora; o Pedro Almeida, que tem uma criatividade e uma imaginação gigante, e escreveu o texto; e dois alunos autistas, o Cristian Gabriel, que tem uma capacidade organizacional também gigante; o Heitor César, que gosta muito de trabalhar texturas e outras coisas. O livro tem história, tem desenho, tem inclusão, sonho e infância”, conta o professor.

No livro, Danaerys é a coleguinha cubana, negra e migrante. Ela é acolhida pelos colegas, e se sente à vontade na escola nova. Dana fala com saudade de sua terra natal, e diz que tem um sonho: levar os coleguinhas para conhecer as praias de Cuba, porque ela morre de saudade das praias. “Dana vive sua identidade em outro país. Ela é a protagonista da história, é o que faz toda a diferença nesse livro”, avalia o orgulhoso professor.

 

Leitura, pintura e culinária

A história de Dana rendeu mais que literatura: para a Feira Literária da escola, que aconteceu dia 5 de outubro, a classe do professor Helder pintou 20 telas, 10 com temática brasileira e as outras 10 com temática cubana. “Foram todas feitas com texturas e tintas orgânicas que a gente produziu na própria escola. Eu e meus dois alunos autistas, Cristian Gabriel e Heitor César.”

No livro, além das praias, Dana sente saudades das comidas de Cuba. A paixão de Dana pela comida cubana rendeu mais história: “A gente incluiu o projeto da horta da escola, e juntamos com o projeto culinário. Como resultado, tivemos a produção de dois pratos, o cubano arroz congris, que é basicamente arroz com feijão preto e alguns temperos, folhas e legumes da horta; o outro prato foi apresentado à Dana, o brasileiríssimo baião de dois – que também leva arroz e feijão.”

Com “Saltei em Cuba e vim parar na Ruralzinha”, o professor Helder da Silva traz uma importante lição sobre dar protagonismo às crianças: “Eu, professor, só estava ali para orientar em alguma coisa, porque são crianças espertíssimas e talentosíssimas, nem me esforcei muito. Então, é uma deixa para outros profissionais, outros professores, colocar crianças para produzir livro.”

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Educação em Destaque mostra entrevista com o educador Trajano Jardim

O episódio #94 do podcast Educação em Destaque, que vai ao ar nesta sexta-feira (08), às 12h, apresenta uma entrevista com Trajano Jardim, vice-presidente do Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino no Distrito Federal (SINPROEP-DF). O dirigente sindical conta sobre sua longa trajetória militante em partidos da esquerda brasileira, o que o levou ao exílio na antiga União Soviética, por ocasião da ditadura militar no Brasil, e como se envolveu com a educação e se tornou educador.      

  

EDUCAÇÃO EM DESTAQUE é um programa semanal, que vai ao ar sempre às sextas-feiras, às 12h, produzido por Destaque 61 – Assessoria e Consultoria em Educação e Comunicação.

Livro aborda a educação inclusiva e a valorização das potencialidades individuais

A educação vai além do simples ato de ensinar; envolve o respeito profundo às diferenças e a busca por um ambiente inclusivo. Inspirado por esse propósito, o professor Laércio Ferreira dos Santos, da rede pública do Distrito Federal, lança seu livro Tico e o Xadrez: A Deficiência em Segundo Plano. A obra foca na educação inclusiva e especial, abordando as dificuldades enfrentadas por quem vive com deficiência, bem como a rejeição e o processo de exclusão que ainda persistem nas escolas e na sociedade.

O livro conta a história de Tico, um garoto com paralisia cerebral, e seus pais, Maria e Dário, que enfrentam os desafios emocionais e práticos de criar um filho com deficiência. A narrativa acompanha a superação pessoal e familiar, destacando como, ao longo do tempo, Tico se transforma em um habilidoso enxadrista. Essa trajetória ensina que, além da deficiência, existem grandes potencialidades em cada pessoa.

Para o autor, Tico e o Xadrez é uma ferramenta pedagógica que os(as) professores(as) podem utilizar em sala de aula, especialmente durante a Semana da Inclusão, para sensibilizar os estudantes sobre o respeito às diferenças e a valorização das capacidades individuais. “É essencial que o ambiente escolar aborde temas como esse. O respeito e a compreensão das diferenças devem ser trabalhados desde cedo, e o livro propõe exatamente isso”, afirma Laércio Ferreira.

O lançamento da obra acontecerá em novembro, na Livraria Leitura. Para mais informações, entre em contato com o autor pelo Instagram: @laercio_prof ou e-mail (laercio.sedf@gmail.com).

VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria foi um sucesso

A Unidade de Internação de Santa Maria (UISM) realizou, nessa terça-feira (5), o VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação, com o tema “Escola é lugar de ser feliz”. O tema foi inspirado no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF. Nesta edição, o vencedor foi a dupla GC e EJ. Confira fotos nas redes sociais do Sinpro. Link no final desta matéria.

O festival é uma das etapas do Projeto RAP – Ressocialização, Autonomia e Protagonismo e fruto da parceria com o Núcleo de Ensino da UISM, Secretaria de Justiça e Cidadania, Coordenação Regional de Ensino de Santa Maria (CRE-Santa Maria), Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF), Black Tape e Movimento Underground de Brasília (MUB).

Projeto RAP

O Projeto RAP integra o Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola desde 2015. “São 9 anos de projeto sempre bem-sucedido”, afirma o professor Francisco Celso Leitão Freitas, professor de história da UISM, que atende a estudantes dos Anos Finais e Ensino Médio. “Porém, por meio do Projeto RAP, atendo também a todos os adolescentes da UI”, informa.

“O nosso ‘VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação’ foi um sucesso. Os socioeducandos foram além das expectativas, mostrando que a escola é um lugar de ser feliz, mas, para tornar esse lugar escolar de fato feliz, a gente deve enfrentar todas as formas de violências, como racismo, machismo, homofobia, gordofobia, etarismo, capacitismo entre outras para que a gente possa tornar o convívio e a convivência escolar cada dia mais acolhedora para todos e todas”, complementa o professor Francisco.

Com participação intensa dos estudantes, o festival é interno para os(as) socioeducandos da UISM. Embora seja aberto a todos, eles têm a liberdade de participar ou não. O nome dos participantes não pode ser identificado por causa das limitações e proteção impostas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

“Escola é lugar de ser feliz”

Inspirado no XIV Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF, a edição deste ano trouxe o tema “Escola é lugar de ser feliz” para o VII Festival de Música da Unidade de Internação de Santa Maria: No Ritmo da Socioeducação. Além das apresentações dos socioeducandos, rapper’s Amaro, Markão Aborígine e Taliz fizeram a abertura do festival e compuseram o Júri juntamente com Leilane Costa, diretora do Sinpro-DF.

 

Confira as fotos nas redes digitais do Sinpro-DF:

https://www.facebook.com/share/p/1EtYQBDnFD/

 

 

 

Festival da Paz se consolida como espaço de cultura e lazer do CED Darcy Ribeiro

Há 25 anos era realizada a primeira edição do Festival da Paz no Centro Educacional Darcy Ribeiro, no Paranoá, em resposta a um desejo da comunidade escolar de criar espaços para lazer e cultura. Desde então o projeto acontece todos os anos, se tornando uma tradição que faz parte da identidade da escola.

Este ano, a edição homenageou o xilogravurista J. Borges, que faleceu em julho deste ano. Como parte da homenagem, uma das provas desafiou os(as) estudantes a fazerem releituras das obras do artista, trazendo um pouco da rica cultura popular brasileira para dentro do evento. Outros desafios incentivaram a criatividade e a consciência social, como a confecção de um vestido de noiva feito com materiais recicláveis e a criação de uma paródia musical com conteúdo antirracista.

Vinícius Elias da Costa, supervisor pedagógico do CED, ressalta que a proposta do Festival é unir a comunidade através de atividades lúdicas e provas de solidariedade, envolvendo alunos(as), professores(as) e familiares de forma positiva e integradora. “As turmas se organizam em equipes, criando um ambiente de amizade entre os alunos veteranos e os novatos, incentivando a união e o trabalho em grupo”, explica o educador, complementando que com o tempo o Festival se consolidou como um momento especial, marcando a vida de gerações inteiras. “Muitos ex-alunos, que hoje são pais de estudantes, ainda guardam memórias afetivas das atividades e celebrações que viveram nessa época”.

A equipe vencedora ganhou um passeio para o clube Acqua Cerrado.

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Protagonismo das mulheres negras é o foco da 3ª Mostra de Curtas do CEM 10 de Ceilândia

O Centro de Ensino Médio 10 de Ceilândia promove, de 12 a 14 de novembro, a 3ª Mostra de Curtas, que este ano traz como tema o Protagonismo das Mulheres Negras. No dia 13 serão apresentados os curtas Rosa Parks, Mulheres Inspiradoras – Uma história de sucesso, Elza Soares – A rainha invencível, Uma mulher negra na ciência, Dandara dos Palmares, e Da zona oeste para o Brasil. Já no dia 14 será a vez de Quarto de Desespero – História real de Carolina Maria de Jesus, O período de uma história única, Projeto de Consciência Negra – Ângela Davis, Bastidores, Maria – Uma releitura do conto de Conceição Evaristo, e Só por hoje vou deixar meu cabelo em paz. A trajetória do povo negro e a conexão entre África e Brasil também serão abordados pelos(as) estudantes(as).

A Mostra faz parte do Projeto Político Pedagógico do CEM e oferece a estudantes dos primeiros, segundos e terceiros anos a oportunidade de trabalhar com curtas-metragens debatendo a consciência negra. Segundo a professora de Sociologia do CEM, Juliana de Freitas Nascimento, a intenção é dar o enfoque na valorização da consciência negra e das questões raciais no combate ao racismo. “Os curtas trabalharam o protagonismo de uma forma positiva, mostrando essas mulheres que contribuíram para a história, se inspirando muito em projetos como o da professora Gina, de Ceilândia, que trabalhou o protagonismo das mulheres negras. O terceiro ano trabalhou nessa contribuição da África para esse intercâmbio entre África e Brasil, trazendo essa contribuição cultural para a nossa cultura, para a nossa sociedade”, explica.

Após a apresentação dos curtas as turmas irão promover uma dinâmica com os(as) alunos(as) presentes. “A gente tem toda a preparação de valorizar mesmo a cultura negra, mostrar a trajetória e a valorização dos negros para a cultura brasileira e, também, trabalhar essa ótica do protagonismo das mulheres negras, da importância, da contribuição para a sociedade, não só no Brasil, mas para todo o mundo”, finaliza Juliana.

“O Circo Vem Aí” chega à Escola Classe 02 da Estrutural com espetáculos e oficinas lúdicas

O projeto cultural “O Circo Vem Aí” segue encantando o público infantil e resgatando a magia das brincadeiras tradicionais em escolas públicas do Distrito Federal. Depois de uma apresentação na Escola Classe do Setor P Norte, no Sol Nascente, a iniciativa chega à Escola Classe 02 da Estrutural, nesta sexta-feira (08/11), com uma programação para lá de divertida. Com recursos limitados, as apresentações do projeto ficaram restritas às duas escolas (EC do Sol Nascente e EC 02 da Estrutural).

Neste segundo ano do projeto, o palhaço Mandioca Frita divide o picadeiro com a dupla Tapioca e Espirolinda, proporcionando aos alunos e à comunidade escolar a oportunidade de conferir esquetes de palhaçaria e habilidades circenses como perna-de-pau e equilibrismo. Serão duas apresentações, a partir das 09h e das 14h.

A programação é encerrada coma oficina de construção de brinquedos tradicionais da infância e outros usados em números circenses, como corrupio, roi-roi, rola-rola e bolinhas de malabares, todos feitos artesanalmente e a partir de materiais recicláveis.

De acordo com Bruno Catão, coordenador da iniciativa, o projeto foi idealizado para promover o acesso à cultura popular e valorizar o circo como uma forma de arte tradicional, homenageando os mestres palhaços de Brasília, pioneiros da arte circense na região. “O projeto visa não só entreter, mas também estimular nas crianças a prática das brincadeiras de antigamente, preservando valores culturais e promovendo uma ligação especial com a arte do circo.”.

Na segunda-feira (04/11), “O Circo Vem Aí” levou duas sessões do espetáculo para Escola Classe do Setor P Norte, no Sol Nascente. O projeto conta com recursos da Lei Paulo Gustavo e apoio e apoio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF, do Ponto de Cultura Waldir Azevedo, Âmbar Soluções Criativas e da Agenda Cultural de Brasília.

“Cartas para Bitita”: CEF 18 de Ceilândia lança vaquinha para imprimir livro escrito pelos estudantes

O Centro de Ensino Fundamental nº 18 de Ceilândia (CEF 18) está promovendo uma “vakinha” online para financiar a impressão e toda a produção gráfica de um livro muito especial. Trata-se do intitulado “Cartas para Bitita”, um projeto fruto do trabalho pedagógico realizado pelos(as) estudantes das turmas de 9º Ano, sob a orientação das professoras Deise Santana (língua portuguesa) e Fabiana Macena (história), e busca a dar visibilidade e valor à produção literária dos(as) estudantes.

 

Para colaborar com a vaquinha, basta clicar no link a seguir: https://www.vakinha.com.br/5172801

Ou depositar a sua colaboração financeira pelo PIX:

Chave pix: 5172801@vakinha.com.br

 

Projeto

O livro, que surgiu como uma culminância de um projeto educacional desenvolvido ao longo do ano letivo, será publicado em 6 de dezembro com o apoio da comunidade escolar. O projeto “Cartas para Bitita” é mais que uma simples coletânea de textos, é um reflexo do aprendizado e das experiências vividas pelos(as) estudantes ao longo do ano, além de abordar temas de grande relevância para o contexto social e cultural dos(as) jovens.

As professoras envolvidas na iniciativa destacam que o objetivo é proporcionar aos alunos e às alunas uma vivência real do processo editorial e fomentar a reflexão sobre a importância da escrita como instrumento de expressão e transformação social. Para viabilizar a impressão do livro, a escola recorre à ajuda da comunidade por meio de uma vaquinha online. A ideia é arrecadar recursos suficientes para cobrir os custos da impressão de “Cartas para Bitita”, que será lançada no dia 6 de dezembro, como uma das últimas atividades do ano letivo para os(as) alunos(as) do 9º Ano, que se despedem da escola no fim de 2024.

Para contribuir, basta acessar o link da vaquinha ou fazer um depósito via PIX para a chave disponibilizada pela instituição. A meta é arrecadar o valor necessário até o fim de novembro, já que o lançamento do livro está agendado para o mês de dezembro. Confira e acesse o PIX e a página eletrônica da Vakinha Online on final desta matéria.

Segundo livro

Este será o segundo livro publicado pelo CEF 18 de Ceilândia, que já havia lançado no ano passado a obra “Tempos de luta: histórias do período regencial (1831-1840)”, fruto de um projeto também voltado para o ensino de História e cidadania. Ambos os livros são frutos do projeto pedagógico “Ensino de História e Cidadania: A Construção das Diferenças e a Conquista dos Direitos”, coordenado pela professora Fabiana Macena, e que tem como objetivo desenvolver nos estudantes a reflexão sobre o papel da história na formação da sociedade e do indivíduo.

As professoras informam que o projeto gráfico de “Cartas para Bitita” está a cargo da Paruna Editorial, mesma editora responsável pela diagramação do livro do ano passado. A proposta é que o livro seja disponibilizado tanto de forma digital quanto impressa. A expectativa é imprimir pelo menos 100 exemplares, já que cerca de 90 alunos(as) participaram ativamente da produção da obra. A edição física será entregue aos(às) estudantes como uma forma de valorizar o trabalho e celebrar a conclusão de mais uma etapa educacional.

A professora Fabiana Macena revela que, para garantir a impressão a preços mais acessíveis, a escola fez orçamentos em gráficas de São Paulo e Brasília, e provavelmente optará por uma gráfica de Taguatinga, região administrativa de Brasília, que apresentou a melhor proposta financeira. A professora Fabiana Macena revela que, para garantir a impressão a preços mais acessíveis, a escola fez orçamentos em gráficas de São Paulo e Brasília, e provavelmente optará por uma gráfica de Taguatinga, região administrativa de Brasília, que apresentou a melhor proposta financeira.

Os(as) estudantes envolvidos no projeto expressam grande entusiasmo em ver seu trabalho se transformando em um livro. Além da satisfação de ver suas produções publicadas, a iniciativa oferece aos(às) estudantes uma experiência única de participação no processo criativo e editorial, ampliando seus horizontes e despertando o gosto pela leitura e escrita. A obra também reflete a diversidade de histórias e vivências que permeiam o cotidiano dos(as) jovens, sendo uma oportunidade para dar voz a temas de grande importância social.

 

Para colaborar com a vaquinha, basta clicar no link a seguir: https://www.vakinha.com.br/5172801

Ou depositar a sua colaboração financeira pelo PIX:

Chave pix: 5172801@vakinha.com.br

Nota de pesar – Izauda Luiza Medeiros

É com grande tristeza que o Sinpro informa o falecimento de Izauda Luiza Medeiros, da carreira assistência. Após complicações no quadro de saúde, deu entrada na UTI na última segunda-feira (04) e faleceu nesta terça-feira (05), aos 54 anos de idade.

Tia, como era carinhosamente conhecida pelos(as) alunos(as), trabalhou nos últimos seis anos no Centro de Ensino Especial 01 de Santa Maria e se aposentou no dia 18 de outubro. Izauda deixa três filhas e o reconhecimento e gratidão da comunidade escolar por todo carinho e dedicação às escolas onde trabalhou.

O velório será nesta quarta-feira (06), das 14h às 16h, na Capela 5 do Campo da Esperança (Asa Sul). O sepultamento será às 16h30.

O Sinpro presta toda solidariedade aos familiares e amigos(as) neste momento de dor.

Nota de pesar – Delamar Ferreira Porto Monteiro

É com grande pesar que o Sinpro informa o falecimento da professora Delamar Ferreira Porto Monteiro. A educadora aposentada faleceu aos 79 anos de idade vítima de um acidente de carro em Minas Gerais.

Em quase três décadas como professora na rede pública de ensino do Distrito Federal, Delamar Ferreira tinha orgulho de se apropriar da arte como uma ferramenta para a terapia educacional. Sua trajetória teve início como alfabetizadora, quando teve os primeiros contatos com as artes. Em seguida se formou em Pedagogia, em Artes na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes, fez várias pós-graduações e posteriormente deu aulas de xilogravura na Universidade de Brasília (UnB). Ainda na ativa promoveu várias mostras de arte nas escolas parque e atualmente se dedicava à arte sacra.

Mãe de sete filhos, Delamar mostrava sua influência não apenas na escola, mas dentro da própria casa: dos sete filhos, cinco seguiram seus passos no magistério. “A escuta ao aluno era um dos diferenciais dela. Quando um estudante chegava nervoso, ela tinha um olhar de entender e tentar ajudá-lo nestes conflitos. E esta ajuda vinha por meio da arte e da escuta”, comenta Karenina Monteiro, filha e professora de Física aposentada.

Quer no desenho, na pintura ou nas colagens empregados por Delamar, as estruturas expostas em suas artes sempre mostravam a dimensão de sua paixão pela arte e pela educação.

O Sinpro presta toda solidariedade aos familiares e amigos(as) neste momento de dor e enaltece todo o legado deixado pela educadora para a educação pública do Distrito Federal.

A missa de sétimo dia será realizada nesta quinta-feira (07), às 19h, na Paróquia Nossa Senhora das Mercês (615 Sul).  

Delamar Ferreira, presente!

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