Confira os horários e locais dos ônibus para assembleia geral desta quinta-feira (06), na Praça do Buriti
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro disponibilizará ônibus para os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para Assembleia Geral que será realizada nesta quinta-feira (06), às 9h30, na Praça do Buriti.
Confira os locais e os horários a seguir:
BRAZLÂNDIA – Praça do Laço
8h30
CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB
8h30
FORMOSA – Praça da Matriz/Catedral
8h30
GAMA – CEM 02
8h30
PLANALTINA – Centro de Ensino Especial 01
8h30
PLANALTINA DE GOIÁS – (Brasilinha- Fórum)
8h30
RECANTO DAS EMAS – Regional 306, passando pela Faculdade da Terra
8h30
SAMAMBAIA – CEF Myriam Ervilha BR 060 (8h), passando pela Escola Buritis (8h30)-
Após assembleias regionais, categoria prepara vigília no Buriti
Jornalista: sindicato
A manhã desta segunda-feira (3/4) foi marcada pela realização de assembleias regionais, momento em que professores/as e orientadores/as educacionais trazem informes gerais, avaliam e sugerem novas ações sobre o movimento grevista.
A partir das 13h, a categoria começa a se dirigir para a Praça do Buriti a fim de montar a vigília que acompanhará a reunião entre a comissão de negociação e o GDF.
Na assembleia regional do Plano Piloto, as avaliações convergiram para o fato de que as atividades realizadas na sexta-feira (31/3) e ao longo do final de semana foram positivas. Ênfase para a panfletagem de sexta-feira nas cidades, pela manhã, e na Rodoviária do Plano Piloto, à tarde – como parte do movimento nacional contra a reforma da Previdência encaminhada por Temer. O ato foi considerado uma preparação para a greve geral no dia 28 de abril.
Sobre a declaração de abusividade da greve pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT), a defesa do Sinpro levantou uma vasta documentação, desconstruindo as alegações do GDF. Diante disso, o juiz encarregado do caso deu prazo de 15 dias para que o governo conteste as argumentações do Sindicato. Até que ocorra uma decisão final, a liminar concedida ao GDF continua valendo.
As sugestões de novas atividades e encaminhamentos tirados nas assembleias regionais serão levados para apreciação do Comando Geral de Greve, em reunião logo mais à noite.
Amanhã (4/4), professores/as e orientadores/as educacionais se reúnem em assembleia geral para definir os rumos da greve. A atividade será na Praça do Buriti, às 9h.
Categoria realiza assembleias regionais nesta segunda-feira, dia 3
Jornalista: sindicato
Nesta segunda-feira (3/4), a categoria realiza assembleias regionais em várias cidades do Distrito Federal. Esta atividade faz parte do calendário de mobilização aprovado em assembleia no dia 29.
O objetivo é mobilizar todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para a nossa pauta de reivindicações e para a próxima assembleia geral, que será realizada no dia 4 de abril, às 9h, na Praça do Buriti.
Não deixe de participar. Nossa luta depende da mobilização de cada um de nós! Confira os locais da assembleias regionais:
Sinpro convoca a categoria para vigília nesta segunda-feira (03)
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro convoca os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para vigília nesta segunda-feira (03), às 14h, na Praça do Buriti, para acompanhar a reunião que a comissão de negociação terá com o Governo do Distrito Federal. Na parte da manhã a categoria realizará as assembleias regionais nas cidades, conforme calendário de mobilização.
Em função dos encaminhamentos ocorridos na reunião da última sexta-feira (30), ficou deliberado que esta reunião seria acompanhada de uma vigília. A participação de todos e todas é de grande importância neste momento de luta.
O Sinpro vai disponibilizar ônibus para que todos(as) possam participar.
Compareçam!
Trabalhadores protestam contra as reformas do governo Temer
Jornalista: Maria Carla
Com palavras de ordem uma multidão de professores/as, estudantes e trabalhadores/as de várias categorias transformaram o dia 31 de março deste ano em Dia de Mobilizações e Lutas. Após uma manhã de panfletagem em várias cidades do Distrito Federal e do Entorno, ocuparam, a partir das 16h, a Rodoviária do Plano Piloto.
O ato público do DF se somou à mobilização nacional, convocada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e outras centrais, em memória do golpe militar de 1964 – que destruiu os direitos políticos, trabalhistas e outros do brasileiro por mais de 20 anos – e contra as atuais reformas em curso no Congresso Nacional, sobretudo, a reforma trabalhista e a da Previdência.
O secretário geral da CUT Brasília, Rodrigo Rodrigues, disse que a atividade foi um sucesso e afirma que centrais, sindicatos, movimentos sociais e estudantil realizaram uma grande panfletagem no DF e Entorno. Dezoito cidades receberam, pela manhã, a panfletagem com material da CUT, do Sinpro e de outras categorias e centrais, todos eles denunciando a tentativa de retirada de direitos dos trabalhadores quer seja por meio da terceirização quer seja pelas reformas da Previdência e trabalhista.
“Fizemos o debate com a sociedade. Entregamos os panfletos olhando no olho dos trabalhadores e trabalhadoras e discutimos a necessidade de uma greve geral, que vai acontecer no dia 28 de abril”, informou. À tarde, o ato público ocorreu na Rodoviária do Plano Piloto, local em que os manifestantes de todas as cidades se encontraram.
“Dirigentes sindicais, ativistas, professores/as em greve, todos e todas estiveram na Rodoviária fazendo a panfletagem. A atividade colocou mais de cem mil panfletos nas mãos dos/as trabalhadores/as para esclarecer e estimular a discussão sobre a necessidade de uma organização que não permita a subtração de direitos”, afirmou o secretário geral da CUT Brasília.
A diretora do Sinpro, Berenice D’Arc, considerou a ação unificada das centrais como um gesto de maturidade das lideranças sindicais e das categorias de trabalhadores. Para ela, o 31 de março foi fundamental para os trabalhadores de todo o país.
“Construímos uma unidade importante entre as centrais para fazer com que este dia se materializasse como uma data importante do ‘esquenta’ da greve geral, que será em 28 de abril. É um movimento preparatório das atividades de luta. É o reforço do dia 15 e uma forma de convocar a sociedade contra as reformas, bem como mostrar que os/as trabalhadores/as não estão satisfeitos/as e não ficarão parados/as, esperando o governo dar outro golpe: o golpe da retirada de direitos”, afirma a diretora do Sinpro-DF.
De fato, o ato público foi só o esquenta e levou o público que passou pela Rodoviária entre 16h e 18h a refletir sobre as medidas do governo. Jovens de todas as idades recebiam os panfletos, nas filas dos ônibus, e liam atentamente. Outras pessoas, buscavam conversar com os manifestantes.
“No dia 28 de abril, o Brasil inteiro estará parado numa greve geral que está sendo construída com a unidade das centrais para que o país pare, mostrando para o governo golpista do Temer que os trabalhadores não cruzarão os braços diante deste golpe dos direitos trabalhistas conquistados duramente por anos e anos na história do nosso país. Então é isso: estamos nas ruas contra a reforma da Previdência, trabalhista e pela não assinatura do governo Temer à terceirização. Temos muita luta ainda por fazer e o mais importante disso tudo é a unidade das centrais”, destaca a diretora. PROFESSORES EM GREVE DIALOGAM COM POPULAÇÃO
O Dia de Mobilizações e Lutas iniciou bem cedo para os professores em greve do Distrito Federal. De manhã, participaram da panfletagem em 18 cidades do DF e Entorno. A mobilização culminou com o ato público na Rodoviária. Para Luciana Custódio, diretora do Sinpro-DF, a atividade foi vitoriosa porque unificou a pauta local com a nacional e fortaleceu a ação coletiva.
“A atividade unificou a pauta nacional com a local na luta contra as reformas do governo Temer. Estamos unificados aqui com professores/as em greve, professores/as piqueteiros/as, com a classe trabalhadora cutista, movimentos sociais, MTST, enfim, toda a classe trabalhadora, juntamente com movimentos sociais e estudantil, está unificada na luta contra essas reformas e pela manutenção dos direitos. Nosso jargão é ‘nenhum direito a menos e rumo à greve geral'”, disse.
Ela disse que os/as professores/as em greve estão comprometidos/as com essa mobilização, fazendo corpo a corpo com a comunidade para mostrar a ela que a pauta da categoria docente é legítima desde 15 de março, quando deflagraram a greve nacional dos professores.
“A receptividade tem sido muito boa. Nosso material tem sido bem recebido pela sociedade porque é uma pauta que diz respeito a todos/as. A reforma da Previdência vem para retirar direitos sociais básicos de todos os cidadãos. Por isso, nós, professores/as em greve, fortalecemos esta luta e este ato bonito, abordando trabalhadores/as no retorno para casa. O movimento está bonito e proativo. Isso só mostra que estaremos onde sempre estivemos: nas ruas, lutando por nossos direitos”.
Na Rodoviária, os/as professores/as em greve puderam dialogar com a população e explicar os motivos da greve. Cleber Soares, diretor do Sinpro-DF, diz que a categoria consegui estabelecer um diálogo com pais, mães e responsáveis pelos/as estudantes das escolas públicas durante o ato na Rodoviária.
“Importante a gente perceber que pais, mães e responsáveis por nossos/as estudantes e que estão aqui na Rodoviária têm recebido os panfletos e compreendido a nossa luta. Isso mostra a importância de continuarmos a promover debates com a população, quando a greve for encerrada, para que a sociedade compreenda que estamos num momento de acirramento da luta de classes e que é fundamental a unidade da classe trabalhadora para superar e derrotar essas reformas e superar essa conjuntura tão adversa e tão contrária à classe”, afirmou o diretor
Ele disse também que, “para nós, da educação, é muito importante estarmos aqui vendo pais e mães e responsáveis de nossos estudantes das escolas públicas recebendo os panfletos, dialogando com a gente, compreendendo os motivos de nossa greve”.
Os/as participantes da manifestação distribuíram panfletos e conversaram com quem passava na plataforma inferior da Rodoviária. Polyelton Lima, diretor do Sinpro-DF considerou a atividade bem-sucedida em razão do trabalho que os/as professores/as realizaram anteriormente, de convencimento da população.
“Hoje temos clareza de que o governo federal, na tentativa de reformar a nossa Previdência, está sendo frustrado uma vez que o povo entende perfeitamente que isso se trata de uma supressão de direitos. As pessoas estão revoltadas, organizando-se, para combater todo tipo de retrocesso que atentem contra os seus direitos”, avalia.
Ele destacou o Dia de Mobilizações e Lutas como uma atividade importante porque ela faz parte da greve nacional da educação. E informa que os/as professores/as estão insatisfeitos/as com as reformas que estão por vir e estão nas ruas de todo o país esclarecendo a população e mostrando a importância de lutarmos por nossos direitos.
“Aqui em Brasília também somos contra qualquer tipo de reforma. Assim que o governo Rollemberg tentar discutir essa questão, não aceitaremos. Iremos às ruas convencer a população do DF mais uma vez e organizaremos a luta caso o governo local queira fazer esta reforma”, alertou.
O Dia de Mobilizações e Lutas foi também uma forma de a CUT e demais centrais relembrarem os horrores da ditadura militar instalada no país em 31 de março de 1964. Uma data que marcou para sempre a memória de quem viveu as perseguições políticas, os asssassinatos e sumições de pessoas, o fim da organização sindical e de vários direitos trabalhistas e sociais, como, por exemplo, a liberdade de organização e de expressão.
Confira imagens do ato público:
(Fotos: Arquivo Sinpro-DF/Deva Garcia)
Programa Alternativo deste sábado (01) mostra Museu Vivo da Memória Candanga
Jornalista: Luis Ricardo
O Museu Vivo da Memória Candanga terá um destaque especial no Programa Alternativo deste sábado (01). O projeto Memórias e Identidades do Museu fará um resgate da história desse espaço, enaltecendo os trabalhadores que deixaram suas origens, acreditando em novos sonhos e construindo uma nova trajetória em Brasília.
Situado às margens da BR-040, próximo a cidade do Núcleo Bandeirante, o museu abriga uma biblioteca, a exposição permanente “Poeira, Lona e Concreto”, e uma maquete atualizada de Brasília. Conta ainda com pequeno Auditório e Galeria para ações que promovam os ideais difundidos pelo museu e temas afins. O grande parque onde o Museu está instalado possui bosque com árvores frutíferas, parque infantil e área para lanche com mesas e bancos.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 12h30, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Categoria realiza panfletagem neste sábado (1º), no Parque da Cidade
Jornalista: Luis Ricardo
Neste sábado, dia 1º de abril, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais realizarão uma panfletagem no Parque da Cidade. Esta atividade faz parte do calendário de mobilização aprovado em assembleia geral do dia 29 de março e tem o objetivo de esclarecer a população o quanto as reformas da Previdência e Trabalhista, medidas propostas pelo governo de Michel Temer, são prejudiciais para a classe trabalhadora. Quanto à pauta local, nossa luta é pelo pagamento das pecúnias da licença-prêmio dos aposentados; o respeito à Meta 17, que fala da isonomia salarial; o cumprimento da Lei nº 5.105/2013, que fala da tabela salarial; o reajuste do auxílio-alimentação e o pagamento dos salários dos professores em contrato temporário. O Sinpro convoca todos e todas para a atividade, que terá início às 9h, próximo ao Estacionamento 12 e o Ponto do Atleta. Não deixe de participar. Nossa luta depende da mobilização de cada um de nós!
Os familiares do professor e dirigente do Sinpro, Cássio de Oliveira Campos, convidam amigos e toda a categoria para missa de sétimo dia, a ser realizada neste domingo (2/4), às 17h45, na Paróquia Bom Jesus do Migrantes – Quadra 4 de Sobradinho.
Cássio era diretor de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro e trabalhava em Sobradinho.
Comissão de negociação é recebida pelo governador Rollemberg
Jornalista: Maria Carla
Professores/as em greve começam a abrir interlocução com o Governo do Distrito Federal (GDF). Contudo, apesar do avanço, ainda falta muito para o governo atender ao pleito da categoria.
Na reunião realizada na tarde desta quinta-feira (30), com a comissão de negociação, o governador Rodrigo Rollemberg iniciou o esboço de uma proposta relacionada à reforma da Previdência e à terceirização sem limites nos serviços públicos.
Caso a proposta de reforma da Previdência seja aprovada como tramita hoje no Congresso Nacional e seja necessário ter uma reforma no Distrito Federal, o governador garantiu que tal reforma seja pactuada com os/as servidores/as públicos/as, a sociedade e a Câmara Legislativa do DF (CLDF).
Ainda sobre os pontos da pauta nacional, comprometeu-se a não encaminhar a terceirização aos moldes definidos no PL 4302/98, aprovado no Congresso Nacional na semana passada.
Quanto à pauta local, ele iniciou um diálogo sobre dois pontos. O primeiro, foi abrir uma negociação com a Secretaria de Fazenda para discutir e estabelecer um cronograma de pagamento das pecúnias da licença-prêmio dos aposentados.
O segundo ponto negociado foi a criação de um Grupo de Trabalho (GT) financeiro para discutir formas de avançar negociações que assegurem os pleitos financeiros da categoria. Na segunda-feira (3/4), haverá uma nova mesa de negociação para continuidade dos diálogos.
A comissão de negociação avalia como avanço a reunião desta quinta, com a participação do governador, mas afirma que é preciso aprofundar o debate que resulte numa proposta que a categoria possa, de fato, analisar e se sentir contemplada.
Trabalhadores protestam contra reformas e preparam greve geral
Jornalista: Maria Carla
Os/as trabalhadores/as brasileiros/as vão às ruas nesta sexta-feira (31) em protesto contra as reformas da Previdência e trabalhista em andamento no Congresso Nacional, contra o golpe de Estado e outros ataques a direitos sociais.
A categoria docente em greve irá participar do Dia Nacional de Mobilizações e Lutas, chamado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pelas frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo.
A data marca o 31 de março de 1964, dia do golpe de Estado civil-militar que instalou no país uma ditadura que perseguiu e assassinou centenas de brasileiros/as que contestaram suas políticas autoritárias e privatistas.
No Dia Nacional de Mobilizações e Lutas, a CUT e as Frentes farão um paralelo entre o golpe de 1964 e o de 2016. O objetivo é denunciar o golpe de Estado em curso, que, dentre vários prejuízos para o país, tem investido e operado para eliminar direitos da classe trabalhadora.
Serão realizadas atividades de protesto em todo o Brasil. Em algumas cidades, o dia será marcado por atos públicos e, em outras, como o Distrito Federal, será feita panfletagem. A distribuição de panfletos com esclarecimento à sociedade sobre o golpe em andamento.
De manhã, será feita panfletagem em 16 cidades do DF e do Entorno e, a partir das 16h, a atividade será realizada na Rodoviária do Plano Piloto, em que se buscará conversar com a população.
A ideia é fazer a panfletagem e estabelecer um diálogo com os/as trabalhadores/as sobre a reforma da Previdência, trabalhista e mobilizá-los para a greve geral no dia 28 de abril. O Dia Nacional de Mobilizações e Lutas é um pontapé inicial para uma série de atividades que culminarão com a greve geral.
“Toda a classe trabalhadora está sob a ameaça de perdas de direitos, quer seja pela reforma trabalhista quer seja pela da Previdência. Para barrar o retrocesso em curso no Brasil, só organizando uma greve geral e indo à luta”, diz Rodrigo Rodrigues, secretário geral da CUT Brasília. Locais de concentração
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que a panfletagem na manhã desta sexta-feira é atividade da greve e que os/as professores/as em greve deverão se dirigir para os locais de concentração nas cidades em que trabalham e seguir as orientações do comando de greve.
E lembra que, na semana passada, a classe trabalhadora sofreu um grande golpe com a aprovação do PL 4302/98, que legaliza as subcontratações e retrocede a legislação trabalhista ao período escravagista. Em razão de tantos ataques, tanta usurpação de direitos duramente adquiridos, o Sinpro-DF participará da atividade chamada pela CUT a fim de construir e fortalecer a GREVE GERAL, prevista para o dia 28 de abril.
As entidades sindicais e movimentos populares, convocados pela CUT Brasília, farão panfletagem nas regiões administrativas do DF, nos municípios do Entorno e em pontos estratégicos de Brasília para esclarecerem à população o quanto as medidas do governo ilegítimo de Michel Temer são prejudiciais a todos e todas.
A panfletagem nas cidades começará a partir das 7h30. Confira os pontos de concentração a seguir:
➡ ÁGUAS CLARAS: Estação Arniqueiras do Metrô
➡ BRAZLÂNDIA: Praça do Laço
➡ CEILÂNDIA: Estacionamento do BRB – Ceilândia Centro
➡ CRUZEIRO: Estacionamento da Feira Permanente
➡ GAMA: CEM 02 – Entrequadras 27/36 – Setor Central
➡ GUARÁ: Estação do Metrô Feira do Guará
➡ NÚCLEO BANDEIRANTE: CEM-NB 01 – 3ª avenida – Praça Oficial
➡ PARANOÁ: Avenida Principal – em frente ao Restaurante Tradição Mineira
➡ PLANALTINA: Centrão – CED 01 de Planaltina
➡ RECANTO DAS EMAS: Em frente ao Giraffas da Quadra 103
➡ SAMAMBAIA: Feira da Quadra 202 – Samambaia Norte
➡ SANTA MARIA : EC 215 – Em frente ao Shopping de Santa Maria
➡ SÃO SEBASTIÃO: CAIC Unesco – Quadra 5
➡ SOBRADINHO: CEM 01 – Ginásio de Sobradinho
➡ TAGUATINGA: Praça do Relógio Outros pontos de concentração:
➡ VALPARAÍSO: Praça da Etapa A – Valparaíso I – 9h
➡ SÃO JOÃO DA ALIANÇA: Em frente à Prefeitura – 9h