Vem aí 8º Festival de Teatro do Centro de Ensino Médio Elefante Branco

O 8º Festival de Teatro do Centro de Ensino Médio Elefante Branco acontece entre 5 e 14 de novembro. A realização é da Cia Elefante Branco.

Ao longo de quatro dias, diferentes peças serão encenadas, contemplando os mais diversos gêneros teatrais, além do enfoque dado às questões sociais em voga. Estudantes das três séries do Ensino Médio assinam as áreas de atuação cênica e produção artística.

O festival apresentará obras do PAS, dramaturgia denúncia antirracista e peça-campanha antifeminicídio. Os espetáculos têm de trinta a quarenta minutos de duração, e serão encenados na Sala de Ensaio do CEMEB para a comunidade interna e externa.

Escolas interessadas poderão assistir às apresentações mediante agendamento. O e-mail para contato é o ciaelefantebranco@gmail.com e o Instagram do grupo, onde estarão maiores informações, é o @‌ciaelefantebranco.

Veja abaixo a programação do 8º Festival:

05-11-24 Terça-feira
“A pena e a lei”, de Ariano Suassuna
Obra do PAS 1
Sinopse: No interior do Brasil, encontram-se os mais variados personagens da cultura popular nordestina, inspirados em figuras da commedia dell’arte e do drama sacramental.

07-11-24 Quinta-feira
“442 a.C. – Antígona: ela está entre nós”, versão de Andréa Beltrão do clássico de Sófocles
Obra do PAS 1
Sinopse: Antígona enfrentará às leis dos homens para garantir ao irmão um sepultamento digno.

12-11-24 Terça-feira
“Macacos”, de Cleyton do Nascimento
Dramaturgia denúncia antirracista
Sinopse: O racismo estrutural, a violência policial e o preconceito racial são apenas parte da problematização. A Consciência Negra é o caminho.

14-11-24 Quinta-feira
“Os filhos delas”, de Marcello D´Lucas
Peça campanha anti-feminicídio
Sinopse: Como ficam os órfãos do feminicídio no DF? Essa indignação possibilitou o debate, a pesquisa e a criação da história central da peça.
Este espetáculo foi contemplado com o Edital Realize (2023) da Câmara Legislativa.

Inscrições abertas para a prática terapêutica “Aprendendo a cuidar de mim”

Estão abertas, até domingo (3/11), as inscrições para a nova edição da prática terapêutica “Aprendendo a Cuidar de Mim”. A atividade será realizada na sexta-feira (8/11), no Espaço Chico Mendes, na Chácara do Sinpro, das 9h às 16h, com Elizabeth e Doralice, facilitadoras terapeutas comunitárias e professoras aposentadas da rede pública de ensino do Distrito Federal.

Garanta sua participação por meio do link a seguir:

 

Inscreva-se aqui

 

Cuidando de mim

Essa prática terapêutica é uma das Técnicas de Resgate de Autoestima, desenvolvida pelo professor Adalberto Barreto, que se inspirou em conceitos da medicina oriental e os adaptou à cultura brasileira. O objetivo é ajudar os participantes a superar bloqueios relacionados à autoconfiança e à crença em si mesmos.

O resgate da autoestima é essencial para a saúde mental, contribuindo de várias formas para a saúde mental da pessoa, como a redução do estresse. Quando cultivamos uma autoestima saudável, nos sentimos mais preparados para enfrentar desafios, o que pode diminuir os níveis de estresse e ansiedade.

Participe e descubra como cuidar de si mesmo pode transformar sua vida!

CEM 02 de Brazlândia realiza festival de curtas no Cine Brasília

Uma escola da periferia da cidade que é a mais distante do centro de Brasília levou seus alunos para um evento inédito. O CEM 02 de Brazlândia realizou, na noite da última quinta-feira (25/10) a final da 6ª Edição de seu Festival de Curtas nas dependências do Cine Brasília, na EQS 106, no Plano Piloto.

“Não temos auditório na escola, então as outras cinco edições do nosso Festival de Curtas eram realizadas no pátio, com muita ornamentação, mas no improviso. Este ano, levar a escola para o Cine Brasília foi um sucesso absoluto”, comemora Marcos Acléssio Carvalho Sousa, diretor da escola e professor de biologia.

Para “transferir” a escola para o Cine Brasília, a gestão da escola alugou 10 ônibus – com verba do deputado Fábio Félix via Edital Realize: “O deputado oferece, anualmente, um edital para que as escolas públicas apresentem projetos pedagógicos para serem executados com emendas parlamentares ao PDAF. Enviamos nosso projeto e fomos selecionados. Muitos de nossos estudantes pisaram num cinema pela primeira vez, e justo nesse momento tiveram a oportunidade de, na primeira vez no cinema, assistir às próprias produções”, conta o orgulhoso diretor.

Ao chegarem ao cinema, foram recepcionados com um pequeno coquetel e ganharam pipoca para acompanharem o filme.

 

O Festival de Curtas

Este ano, o Festival recebeu a inscrição de 29 vídeos com duração de 6 a 8 minutos, com o tema “Centro de Ensino Médio 02 de Brazlândia – Há 25 anos transformando vidas”.

O professor Marcos – que também é ex-aluno do CEM 02 – conta que as produções tiveram um importante efeito colateral: “Foi bastante emocionante, toda a comunidade escolar gostou muito das produções, e os vídeos mostraram o carinho e a sensação de pertencimento que nossos estudantes têm pela escola. Todos que presenciaram esse momento vão guardar esse registro na memória.”

Dos 29 vídeos inscritos, houve duas seleções: a primeira, feita pelos professores da escola; a segunda, por uma banca julgadora. Foram selecionadas 6 produções.  

Numa edição em que, mais do que nunca, todos saíram ganhando, a classificação geral foi anunciada com os cartazes das respectivas produções: a terceira colocação ficou com o 3ºC; o segundo lugar foi para o 3ºB, e o vencedor da noite foi o 2º ano L.

Veja os cartazes e, mais abaixo, o link para os filmes:

3º Colocado – 3ºC

 

 

2º Colocado – 3ºB

 

1º Colocado – 2ºL

 

 

 

Empreendedorismo marca a II FestFeira do CEF 25 de Ceilândia

O Centro de Ensino Fundamental 25 de Ceilândia apostou no incentivo ao protagonismo estudantil e acetou em cheio. No dia 19 de outubro a escola realizou a II FestFeira, possibilitando os(as) estudantes a mostrarem todo seu espírito empreendedor. A festa foi aberta a toda a comunidade escolar e local.

Durante o projeto os(as) alunos(as) venderam seus produtos e expuseram seus trabalhos e maquetes. A escola ainda ofereceu serviços à comunidade, como a ação Ciência em Foco, que incluiu tipagem sanguínea com as professoras Irene e Izabela. Além disso, contou com a parceria da empresa Sicredi e oficinas de rodas de conversa facilitadas por Edson Maia, abordando o tema DizSente. Durante o evento também houve a culminância do Projeto VemSer, que destaca o protagonismo estudantil e a importância de divulgar as potencialidades dos(as) alunos(as) e profissionais da educação.

Patricia Miranda Chaves dos Santos, orientadora educacional do CEF, explica que o objetivo da FestFeira é incentivar e promover o protagonismo estudantil por meio da criatividade e motivação não somente pelo ato de empreender, mas também de saber usar outras ferramentas, como a determinação, sustentabilidade e colaboração.  “Todo este projeto é capaz de conduzir os alunos a se perceberem como cidadãos que estão em pleno desenvolvimento e, principalmente, que eles podem mudar suas realidades a partir da educação”.

Em seu segundo ano, o projeto amplia os espaços de exposição, marketing e serviços sociais para a comunidade escolar, além de manter o foco no estudante e em suas interações com o outro, seja no espaço de sala de aula ou como empreendedor de seus negócios. 

Brasília Numa Caixa de Brincar chega à Biblioteca Nacional

De 4 de novembro a 1º de dezembro, o público tem a oportunidade de mergulhar em uma experiência artística e educativa com as paisagens da capital. A obra DE VER CIDADE – Brasília Numa Caixa de Brincar ocupa a Biblioteca Nacional de Brasília e promove uma imersão nas singularidades arquitetônicas e urbanísticas de Brasília, por meio de uma instalação lúdica e interativa que estimula a imaginação e a reflexão sobre a cidade.

Apresentada pela primeira vez em escala monumental no Complexo Cultural da República, ocupando a Biblioteca Nacional, a obra traz vinte blocos de alturas variadas, são caixas interativas revestidas por um material cimentício muito comum na arquitetura modernista, apesar de parecer concreto armado a obra é leve e muitas vezes se transforma em brinquedo, podendo ser movida, manuseada e até mesmo receber uma pessoa dentro. E nesta edição se encontra em uma localização cercada por marcos arquitetônicos, como as curvas de Niemeyer e os icônicos cobogós, a obra dialoga diretamente com o cenário modernista de Brasília.

A exposição combina elementos de maquete e atividades interativas e convida o público para desvendar a capital de um jeito diferente: construindo, brincando e reinterpretando a cidade. Ao unir arte, cultura e educação, DEVER Cidade dialoga com as memórias, sensações e histórias que moldam Brasília, destacando-se como um projeto fundamental para pensar a cidade como um espaço vivo e participativo.

“A obra propõe uma leitura estética singular da capital. O cinza das caixas, que inicialmente pode parecer monocromático e asséptico, evoca a arquitetura modernista, mas, ao nos aproximarmos, revela uma outra perspectiva: uma cidade lúdica e cheia de invenções. É na interação com a obra que desvendamos suas cores, segredos e dispositivos brincantes, como se a própria cidade fosse revelada pelo ato de brincar. A cidade se transforma em um espaço de descobertas e encantamento”, destaca Luênia Guedes, uma das idealizadoras da obra e coordenadora artística da edição.

O circuito oferece visitas para grupos escolares que podem ser agendadas de segunda a sexta-feira, às 9h e às 14h30, com capacidade para até 40 estudantes por horário. Para participar, as escolas deverão fazer o agendamento pelos perfis @entrevazios e @todopublico.art. A capacidade de atendimento é de cerca de 1600 estudantes de escolas ou instituições. Os agendamentos também estão abertos à grupos de idoso e pessoas em situação de vulnerabilidade social.

Há, também, a possibilidade de transporte sem custo para instituições escolares públicas, consulte a disponibilidade. E para o público espontâneo, a exposição estará aberta de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados e domingos, das 9h às 14h. Basta chegar e se divertir.

 

Inclusão

Em parceria com a Todo Público, iniciativa de mediação cultural que propõe experiências plurais, o coletivo realiza o Circuito Arte e Cidade, um programa que visa democratizar o acesso às artes e promover a educação patrimonial entre crianças e jovens, inspirando a compreensão crítica e afetiva sobre os espaços urbanos. E para que a experiência alcance a todos, há diversas ações de acessibilidade como a audiodescrição da obra completa, e uma visita com interpretação em libras. O local também é preparado para receber pessoas com mobilidade reduzida. Para participar da visita acessível em libras entre em contato pelo (61) 99309-7262 ou pelos perfis @entrevazios e @todopublico.art.

Com realização do Coletivo Entrevazios, o projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

 

Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar, (2019); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o mini documentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023); o espetáculo-instalação Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024); e as visitas teatralizadas com Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes (2024).

 

SERVIÇO

Circuito Arte e Cidade: DEVERCidade – Brasília numa caixa de brincar

Data: De 4 de novembro a 1º de dezembro

Visitação Escolar: Segunda a sexta-feira, às 9h e às 14h30, mediante agendamento para grupos de até 30 estudantes

Visitação Espontânea: Segunda a sexta-feira, das 8h às 18h; Sábado e Domingo, das 9h às 14h

Local: 2º piso da Biblioteca Nacional de Brasília

Entrada: gratuita

Agendamentos: @entrevazios e @todopublico.art

Informações: (61) 99309-7262

Cia Kalamar realiza espetáculo O feminino – Narrativas dançantes

Inspirado no livro “Figuras do feminino na canção de Chico Buarque”, de Adélia Bezerra de Menezes, a Cia Kalamar promove o espetáculo O feminino: narrativas dançantes. O espetáculo será realizado no dia 05 de novembro e sua estrutura é baseada no teatro de revista, onde as coreografias são antecipadas por uma narrativa contextual. A Cia Kalamar desenvolve as coreografias a partir do Dança Oriental Brasilidades e fusões, dirigido por Angelina Coutinho, com texto e direção de Janilce Rodrigues.

O evento será às 20h, no Teatro de Sobradinho-DF (Quadra 12). Os ingressos podem ser adquiridos no Sympla (https://www.sympla.com.br/) pelo valor de R$ 25.

Brasil perde o cineasta Vladimir Carvalho aos 89 anos

Um dos nomes mais importantes do cinema brasileiro, Vladimir Carvalho sofreu um infarto e faleceu aos 89 anos nesta quinta-feira (24). O velório aconteceu na manhã desta sexta-feira (25) no Cine Brasília.

Nascido em Itabaiana, na Paraíba, em 1935, Vladimir figurava entre os nomes mais importantes do cinema brasileiro. Suas mais de 20 obras sobre política e história brasileira o levaram a figurar entre os nomes mais importantes do cinema do Brasil. Filmes como O país de São Saruê (1971), Barra 68 (2000) e Conterrâneos Velhos de Guerra (1991) estão entre as principais produções do cineasta.

Vladimir Carvalho era professor emérito da UnB, e ajudou a fundar o curso de cinema. A reitora da universidade, Márcia Abrahão, lamentou a perda e exaltou o papel do artista: “Ele nos deixa um grande legado, não só da sua produção cinematográfica, mas também do seu olhar crítico sobre a ditadura militar, e foi também um dos que resistiram naquele momento de muitas dificuldades para a nossa universidade. Esperamos que o professor Vladimir seja lembrado sempre como um grande defensor da democracia e do cinema brasileiro, além da nossa própria universidade”, disse a reitora.

O Ministério da Cultura se manifestou sobre a morte de Vladimir, considerando-o um dos maiores documentaristas do país. “Sua obra, voltada à celebração da cultura e da identidade nacional, foi marcada por fortes crenças sociais e se transformaram em uma nova linguagem para o audiovisual brasileiro”, diz a nota emitida pelo Ministério.

A diretoria do Sinpro se solidariza com a família e amigos de Vladimir Carvalho, manifestando seu pesar e desejando que o legado do artista se fortaleça e continue encantando e ajudando a transformar Brasília e o Brasil.

Vladimir Carvalho: presente!

Biblioteca Demonstrativa realiza seminário online sobre acessibilidade cultural

A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), do Ministério da Cultura, promoverá, na terça-feira (29), a partir das 9h, o seminário online “Acessibilidade Cultural: Políticas, Tecnologia, Ambientes e Práticas Inclusivas”. O evento será transmitido ao vivo pelo canal oficial da @bdbcultural no YouTube e reunirá especialistas renomados para debater políticas públicas de acessibilidade, o uso de tecnologias assistivas e as melhores práticas para tornar os ambientes culturais inclusivos para pessoas com deficiência.

Com início às 9h, o seminário visa aprofundar discussões e promover a troca de experiências entre gestores, educadores e profissionais da área cultural. “Um seminário sobre acessibilidade cultural é essencial para promover a inclusão, assegurando que todas as pessoas possam desfrutar plenamente das diversas manifestações artísticas e culturais.  Esse tipo de ação também impulsiona o desenvolvimento de políticas e práticas para eliminar barreiras”, ressalta a diretora-presidente do Instituto Incluir, Carina Alves.

Ao longo do dia, quatro painéis serão apresentados, com especialistas discutindo temas como políticas públicas, tecnologias assistivas e práticas de acessibilidade. O professor Allan Damasceno abrirá o evento com uma discussão sobre a formação em acessibilidade cultural, abordando o papel das políticas públicas e a necessidade de capacitação contínua para profissionais do setor. Em seguida, o professor Eduardo Cardoso apresentará exemplos práticos do uso de tecnologia assistiva, como audiodescrição e plataformas digitais, para promover o acesso à cultura.

Na parte da tarde, a professora Viviane Sarraf destacará os avanços e desafios das políticas públicas de inclusão no setor cultural. O encerramento dos painéis será conduzido pela Educadora de Projetos do Programa Acessibilidade, Diversidade e Inclusão no MAR, Rita Valentim, e a bibliotecária e Curadora de Projetos Literários Nara Campos, que compartilharão práticas de acessibilidade em ambientes culturais, apresentando exemplos de adaptações para espetáculos e exposições.

A mediação será conduzida pela doutora em Educação Mônica Pereira, que é coordenadora pedagógica do Instituto Incluir. O seminário é gratuito e voltado para gestores culturais, educadores, profissionais de museus, bibliotecas, estudantes e interessados no tema da acessibilidade. “Pensar na cultura como um bem comum é saber que se só alguns usufruírem da cultura, a cultura falha como projeto humano. A cultura é um projeto de todos os humanos”, reforça o curador da Biblioteca Demonstrativa e escritor português, David Rodrigues.

O evento será encerrado às 17h, após as considerações finais dos palestrantes. Para participar, basta se inscrever no link aqui. As inscrições podem ser feitas até às 18h do dia 28 de outubro. O Seminário emite certificado de participação mediante o preenchimento da lista de presença disponibilizada no chat do evento

Confira a programação completa:

09h – 9h20: Abertura e boas-vindas

Apresentação dos participantes e introdução ao seminário.

Link para acompanhar: Seminário período manhã < https://www.youtube.com/live/O9ExCtOqCvg>

9h20 – 10h20: Painel 1 – Formação em Acessibilidade Cultural

Palestrante: Allan Damasceno

Discussão sobre o papel das políticas públicas na inclusão cultural e a importância da formação continuada para gestores e profissionais culturais.

– 10h20 – 10h30: Perguntas e respostas

– 10h30 – 11h40: Painel 2 – Acessibilidade Cultural e Tecnologia Assistiva

Palestrante: Eduardo Cardoso

Apresentação de inovações tecnológicas, como audiodescrição e plataformas interativas, para ampliar o acesso à cultura.

– 11h40 – 12h00: Sessão de perguntas e debate coletivo

– 12h – 14h: Intervalo para almoço

Link para acompanhar: Seminário período tarde < https://www.youtube.com/live/OTVNOCaHFsA>

– 14h – 15h30: Painel 3 – Políticas Públicas de Acessibilidade Cultural

Palestrante: Viviane Sarraf

Análise dos avanços e desafios das políticas públicas para acessibilidade no setor cultural.

– 15h30 – 15h40: Perguntas e respostas

– 15h40 – 16h40: Painel 4 – Práticas de Acessibilidade em Ambientes Culturais

Palestrantes: Rita Valentim e Nara Campos

Apresentação de projetos e atividades culturais acessíveis, destacando adaptações em oficinas, espetáculos e exposições.

– 16h40 – 16h50: Perguntas e respostas

– 16h50 – 17h: Considerações finais dos palestrantes

– 17h: Encerramento

A participação no seminário é gratuita e voltada para gestores culturais, educadores, profissionais de museus, bibliotecas, estudantes e todos os interessados no tema. As inscrições podem ser feitas até às 18h do dia 28 de outubro. Para garantir um certificado de participação, é necessário preencher a lista de presença disponibilizada no chat do evento.

Sobre a BDB

A Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles, fundada em 1970, busca promover novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, contribuindo para a democratização do acesso à leitura e formação de novos leitores.

 

Vem aí o IV Colóquio de Didática e Trabalho Docente

A Universidade de Brasília (UnB), por meio do Sistema Integrado de Gestão de Atividades Acadêmicas, realiza o IV Colóquio de Didática e Trabalho Docente no dia 6 de novembro de 2024. O evento fará parte das atividades da 24ª Semana Universitária da UnB, que abordará o tema O Mundo em Nós: Construindo um Presente Sustentável. O colóquio ocorrerá na Faculdade de Educação da UnB.

O objetivo do colóquio é debater o tema principal: Didática e Trabalho Docente na Educação Básica, associando aos 10 anos do Currículo em Movimento no Distrito Federal: reavivando princípios, concepções e projetando perspectivas. O evento é direcionado a professores(as) da educação superior e da educação básica, membros de grupos de pesquisa, pesquisadores(as) e estudantes de cursos de graduação e pós-graduação.

Esta ação é proposta pelo Grupo de Estudo e Pesquisa em Docência, Didática e Trabalho Pedagógico – Prodocência, da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília. O grupo é coordenado pelas professoras Drª Edileuza Fernandes da Silva e Drª Rosana César de Arruda Fernandes. Além de estudantes de graduação e pós-graduação, o grupo também inclui professores(as) da Faculdade de Educação, como o Dr. Marcelo Pereira, e da Faculdade de Educação Física, como a Drª Jéssica Frasson, juntamente com seus respectivos orientandos.

 O evento faz parte do plano de ação do Grupo de Pesquisa e tem se concentrado, em seus colóquios, em temas relacionados à formação do educador, às metodologias de ensino e ao trabalho pedagógico. O objetivo é contribuir para a análise de questões pertinentes a esses temas em relação ao contexto escolar, que está integrado no âmbito social mais amplo.

As vagas são limitadas e as inscrições podem ser feitas clicando aqui.

 

PALESTRANTES

Dra. Benigna Villas Boas

Dra. Edileuza Fernandes Silva

Dra. Enílvia Rocha Morato

Dr. Henrique Torres

Ma. Cecille Santos

Me. Guilherme Augusto

Ma. Renata Lobato

 

MEDIADORAS

Dra. Rosana Cesar de Arruda Fernandes

Ma. Maria Alessandra Lima Moulin

Ma. Marta Mendes Vieira

COORDENAÇÃO GERAL

Dra. Edileuza Fernandes Silva

Dra. Rosana Cesar de Arruda Fernandes

Dr. Marcelo Fabiano Rodrigues Pereira

 

 

 

CEF 602 do Recanto concorre ao prêmio de melhor filme no Festival Internacional de Cinema MacacuCine

A rede pública de ensino do Distrito Federal estará muito bem representada no 16º Festival Internacional de Cinema MacacuCine. O filme Segundo Plano, produzido por estudantes do Centro de Ensino Fundamental 602 do Recanto das Emas, concorre ao prêmio de melhor filme na Mostra Competitiva Escolar, que será realizado em Cachoeiras de Macacu, no Rio de Janeiro. A escolha dos melhores filmes será feita por votação e para participar basta clicar aqui e votar. 

O Festival Internacional de Cinema MacacuCine acontece entre os dias 18 e 27 de outubro, e terá uma extensa programação para todos os públicos. Criado em 2007, na faculdade de Produção Cultural da Universidade Federal Fluminense, o MacacuCine começou como Festival de Cinema na cidade de Cachoeiras de Macacu. Se firmou fomentando o audiovisual como ferramenta de ensino-aprendizagem, levando oficinas de roteiro, produção e edição para as escolas, exibindo os filmes produzidos por alunos em praça pública durante o Festival. Desde 2009 passou a ser realizado pelo ponto de cultura Vale do Macacu e em 15 anos o projeto já foi realizado em diversas cidades brasileiras, além de outros países como Argentina e Uruguai.

O MacacuCine segue no formato híbrido, realizando suas sessões e atividades em escolas, espaços públicos e culturais de Cachoeiras de Macacu; e segue disponibilizando uma programação em seu site e redes sociais. A programação conta com atividades exclusivas para cada um dos formatos e reafirma o seu compromisso com a produção audiovisual como ferramenta complementar do universo pedagógico.

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