Nota de pesar | Marina Ioko Uramoto Kondo

É com profundo pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora de geografia aposentada, atuante na sede da Secretaria de Estado de Educação (SEE-DF), Marina Ioko Uramoto Kondo, aos 73 anos, em razão de um enfarte agudo.

Ela faleceu na madrugada desse sábado, 5 de outubro. O sepultamento ocorreu na segunda-feira (7/10), no Campo da Esperança da Asa Sul.A professora Marina deixa um filho e o marido, Masaya Kondo, professor aposentado de biologia da SEE-DF, que atuou por muitos anos no setor de informática da secretaria.

O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas da professora Marina neste momento de grande dor.

CED 01 do Itapoã é convidado para o XXXI Campeonato Nacional de Bandas e Fanfarras

Um projeto desenvolvido pelo Centro Educacional 01 do Itapoã tem se solidificado no Distrito Federal e ganhado espaço nacionalmente. Com pouco mais de um ano de existência, o Projeto de Banda Marcial do CED 01 foi convidado para o XXXI campeonato nacional de bandas e fanfarras, que será disputado nos dias 23 e 24 de novembro, na cidade de Maricá-RJ. Para participar da competição, a escola pede a ajuda da categoria para pagar os gastos com o transporte dos(as) estudantes até o Rio de Janeiro.

Segundo o professor Rodolfo Ramos da Silva, o projeto nasceu da necessidade de trazer música e cultura para os(as) alunos(as) da escola, dando, por intermédio da música, novas perspectivas culturais e profissionais, com amor, carinho e disciplina. A unidade escolar, localizada na regional mais violenta em números de ocorrência do Distrito Federal, conta com mais de 2.500 estudantes. Por meio da banda, a escola introduz meios para melhorar autoestima do estudante e meios para afastá-los deste cenário de violência.

Além de reforçar os laços entre os participantes, a participação no campeonato criará novas perspectivas tanto para os(as) alunos(as) que já participam do projeto, quanto para os outros que ainda não participam. “Até este projeto nenhum aluno tinha contato com instrumento de sopro ou percussão. Em 2023 a banda participou do Campeonato da Federação Metropolitana de Bandas e Fanfarras, ficando em segundo lugar na parte Musical, além de primeiro em Pelotão de Bandeiras e terceiro em Corpo Coreográfico. Foi uma surpresa porque pelo fato da banda ter menos de um ano. Ganhamos uma repercussão na regional e a Confederação Nacional nos convidou para participar do Campeonato Nacional de Bandas e Fanfarras na cidade de Maricá. Para isto precisamos do valor para o custeio do transporte dos alunos”, explica Rodolfo Ramos.

Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais interessados(as) em colaborar com os gastos da passagem dos(as) alunos(as) podem transferir qualquer quantia pela conta no Banco do Brasil do professor Rodolfo (Conta Corrente: 34266-1 AG. 3603-X) ou pelo PIX 61 999544625 (Rodolfo Ramos da Silva).

Debate online “Falas AlternaDIVAS” acontece dia 17 de outubro

O ciclo de debates online “Falas AlternaDIVAS”, realizado pelo grupo de estudos e pesquisas DIVAS, da UEG (Universidade Estadual de Goiás), apresenta, dia 17 de outubro, debate com a professora Edu Dias da Silva. Edu faz parte do Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro; é pessoa trans (travesti), pós-doutoranda em Formação de Professores pela Universidade Estadual da Paraíba (PPGFP/UEPB), doutora em Literatura (PósLIT/UnB) e mestra em Linguística Aplicada (PGLA/UnB).

O tema do debate é “Desaquenda: Entendendo o Universo LGBTQIAPN+”, com mediação de Jonatan Damasceno, mestrando do PPG-IELT, e haverá interpretação em Libras. A palestra será transmitida pelo canal da UEG TV, a partir das 19h.

CEI 01 de São Sebastião é bicampeão no Prêmio Educar de educação antirracista

O Projeto de Valorização das Culturas Afro-brasileira e Indígena desenvolvido pelo Centro de Ensino Infantil (Centrinho) de São Sebastião garantiu pela segunda vez à escola o Prêmio Educar, para projetos de educação Antirracista. A premiação ocorreu na última semana de setembro, em São Paulo.

Ao todo, o 9º Prêmio Educar para a Equidade Racial e de Gênero – que aconteceu durante o 3° Encontro Diálogos antirracistas: Educação, Democracia e Equidade, realizado pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), em São Paulo – contou com 524 inscrições de todo o País.

 

Rede Pública do DF leva dois prêmios

O CEI 01 de São Sebastião já havia sido premiado em 2022 com o projeto Festival de Valorização das Culturas Afro, Brasileira e Indígena, após inscrição da coordenadora da escola, Francinéia Alves da Silva.  Dois anos depois, Francinéia tornou-se articuladora da Região Centro-Oeste na divulgação das ações do CEERT.

A informação sobre o Prêmio Educar foi publicada no site do Sinpro em fevereiro deste ano. Thiago Paz, diretor da Escola Classe 18 do Gama, viu a reportagem e inscreveu o projeto Movimento de Educação Transformadora e Antirracista no Prêmio Educar, na categoria Ensino Fundamental Anos Iniciais. O projeto da EC 18 do Gama também foi premiado, tornando as escolas da rede pública as únicas premiadas do DF no Prêmio Educar.

Luana (EC 18), Cleyde e Francinéia (CEI 01) e Thiago (EC 18), os laureados do DF no Prêmio Educar

“Comemoramos com toda a comunidade o trabalho de excelência e qualidade que vem sendo desenvolvido na escola como um todo, mas principalmente com o Projeto de Valorização das Culturas Afro-brasileira e Indígena, que foi construído com a colaboração de todos os professores e funcionários. É um prêmio que representa o coletivo. É um prêmio de toda a escola”, orgulha-se a diretora do Centro de Ensino Infantil 01 de São Sebastião, Cleyde Sousa.

 

Educação Antirracista o ano inteiro

Conta a diretora que no Centrinho, o trabalho de Educação para as relações étnico-raciais teve início em 2013. Nasceu da observação de situações de preconceito a partir de comentários das crianças e também da necessidade de implementação da legislação  10.639/2003 e 11.645/2008 [que incluíram no currículo oficial das redes de ensino a História e Cultura Afrobrasileira e História e Cultura Indígena, respectivamente].

Cleyde conta que o corpo docente da escola iniciou, então, o trabalho de levar a história, cultura e arte do continente Africano e dos povos originários, e demonstrar suas contribuições para a constituição do povo brasileiro. “Buscamos valorizar o que temos de belo e positivo, mas também trazendo reflexões para aceitar a existência de um país racista, preconceituoso e desigual que precisa de mudanças. Mesmo com crianças tão pequenas é importante iniciar uma educação antirracista, levar novos saberes e uma cultura de respeito, paz, justiça e de valorização da nossa história.

“Investimos também na formação dos professores e equipe de trabalho tendo em vista que a nossa formação de base (pedagogia) nem sempre tivemos essa oportunidade de reflexão”, aponta a gestora.

Cleyde explica que a educação antirracista está nos pequenos detalhes do dia a dia: “com crianças pequenas, de 4 a 6 anos, utilizamos como recursos histórias principalmente do acervo antirracista, brinquedos específicos, e também lápis e giz de cera que contemplem diferentes tons de pele, músicas, filmes, desenhos, instrumentos musicais, oficinas diversas, pinturas indígenas nos alunos, dia de trançar os cabelos, degustação culinária típica, teatro, pesquisa, rodas de conversas e as próprias situações ocorridas diariamente nas relações entre os pares.” Desse trabalho cotidiano vão surgindo produções artísticas e musicais que culminam em um Festival onde as crianças fazem suas apresentações para as famílias e para a comunidade.

O centrinho recebeu, em vários anos, diversos grupos para conversar e se apresentar para as crianças: grupos de capoeira, Pé de Cerrado, Indígenas Fulni-ô e de outras etnias, Martinha do Coco, Batunkenjé, Ludocriarte, dançarina Leticia, artista Carli Ayô, grupo de Carimbó do Chicão, Boi de Seu Teodoro e muitos outros. Essas atrações levaram às crianças cultura, arte e conhecimento de forma lúdica, dinâmica e participativa. É conhecer para respeitar.

 

Prêmio Educar

O Prêmio Educar foi criado em 2002 pelo Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), e tem como objetivo identificar, difundir, reconhecer e apoiar práticas pedagógicas e de gestão escolar vinculadas à temática étnico-racial, de combate ao racismo e de valorização da diversidade étnico-racial.

As inscrições são abertas no mês de fevereiro. Podem se inscrever docentes e gestores(as) de escolas públicas ou particulares de qualquer categoria e modalidade do ensino básico, incluindo Educação de Jovens e Adultos (EJA), Educação Quilombola, Indígena, Profissional e Tecnológica, Especial e a Distância.

O Prêmio Educar está dividido em duas categorias: Práticas Docentes e Escola. A categoria prática docente, destinada a professores e professoras, se divide em práticas pedagógicas e práticas pedagógicas projetadas; a categoria Escola tem apenas uma modalidade: Gestão com Equidade Antirracista.

Cada categoria conta com 16 finalistas, dos quais 8 serão premiados, sendo 2 de Educação Infantil, 2 de Ensino Fundamental Iniciais, 2 Ensino Fundamental Finais e 2 Ensino Médio. A premiação ocorre no segundo semestre.

Os(as) professores(as) premiados(as) passam a fazer parte de uma rede de educadores. Os 32 trabalhos selecionados (16 de cada categoria) podem ser publicados em um Livro/Catálogo (virtual), os quais serão descritos e indicados como exemplos de práticas educacionais bem-sucedidas.

BDB Cultural promove formação gratuita para gestores e profissionais de bibliotecas

Nos dias 9 e 10 de outubro, das 19h às 21h, será realizada a oficina gratuita Dinamização Cultural de Bibliotecas, promovida pela programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), do Ministério da Cultura. Ministrada por Cleide Soares, bibliotecária e gestora cultural com ampla experiência na implementação de bibliotecas e coordenação de projetos culturais, a atividade tem como objetivo aprimorar profissionais para planejar, produzir e divulgar atividades e eventos culturais em bibliotecas. A oficina será realizada on-line, com carga horária total de quatro horas, e os participantes receberão certificado ao final.

Voltada para profissionais que atuam em bibliotecas de qualquer tipo, a oficina busca fortalecer o papel social das bibliotecas como espaços de desenvolvimento local e fruição cultural. A programação está dividida em dois dias: o primeiro focará no planejamento de ações culturais, abordando tipos de bibliotecas e públicos, levantamento de necessidades comunitárias, definição de cronogramas de eventos, entre outros pontos. Já no segundo dia, serão discutidos aspectos relacionados à produção e divulgação de atividades culturais, incluindo modelos de projetos, estratégias de comunicação e identificação de recursos e parcerias. Estudantes de Biblioteconomia, agentes culturais e comunitários que atuam em pontos de leitura e bibliotecas comunitárias também são esperados. Após a oficina, os participantes estarão com modelos de projetos para seguirem para a ação cultural prática.

Cleide Soares, responsável pela condução da oficina, possui mais de 30 anos de atuação no campo da Biblioteconomia e da Gestão Cultural, com experiência tanto no Brasil quanto no exterior, premiada como uma das 5 melhores gestoras brasileiras pelo Prêmio Gestão Pública e Cidadania da FGV, Ford e BNDES e com outros prêmios como o da FNLIJ (para jovens e crianças) e o Viva Leitura da OEI/Minc/MEC. Além de ter coordenado a criação de mais de 10 mil bibliotecas, Cleide foi responsável por importantes programas  como o Programa de Bibliotecas Rurais Arca das Letras,  a coordenação da Rede de Bibliotecas do DF e do Programa de Bibliotecas Mala do Livro, além do programa social internacional Grito do Livro. Seu currículo inclui a formação de mais de 20 mil agentes de leitura e profissionais de bibliotecas, consolidando sua expertise na área.

As inscrições para a oficina podem ser feitas até às 18h do dia 09 de outubro por meio de formulário on-line disponível aqui. Dúvida ou mais informações pelo e-mail bdbcultural@cultura.gov.br, ou pelo WhatsApp (61) 99513-2426.

A programação cultural da Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles é realizada por meio do Termo de Colaboração nº 950548/2023, celebrado entre o Ministério da Cultura, por meio da Secretaria de Formação Cultural, Livro e Leitura (Sefli), e o Instituto Incluir, uma organização da sociedade civil. Fundada em 1970 e localizada em Brasília, Distrito Federal, essa instituição tem caráter público federal. Com a missão de ser uma biblioteca experimental que promove novos paradigmas de normatização e disseminação de boas práticas no campo das bibliotecas públicas, buscando sempre estar na vanguarda. Além disso, ela desempenha um papel fundamental na democratização do acesso à leitura, na formação de novos leitores, na promoção da literatura brasileira e na contribuição para o aprimoramento dos profissionais que atuam em todo o Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas.

 

Faça sua inscrição

Serviço:

Oficina “Dinamização Cultural de Bibliotecas”

Carga horária: 4 horas

Data: 09 e 10 de outubro

Horário: das 19h às 21h

Formato: ao vivo pelo canal oficial da @‌bdbcultural no YouTube

Inscrições gratuitas via formulário disponível aqui

Atividade com certificado

 

EVENTO APRESENTA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA CRIANÇAS AUTISTAS

Na manhã da quarta-feira (2/10), o CEF 04 do Guará foi palco de uma formação para professores e professoras. O evento marcou as atividades comemorativas da Semana da Pessoa com Deficiência na CRE do Guará e trouxe duas professoras neurodivergentes como protagonistas da ação.

Foram apresentadas práticas pedagógicas, baseadas em evidência científica, para acessar as principais vias de aprendizagem de uma criança dentro do espectro autista, de forma lúdica.

Participaram da formação 90 profissionais entre professoras, monitoras e gestoras das creches conveniadas do Guará e professoras de classes especiais, de um total de 6 instituições da Regional.

“Brincar é preciso. Incluir é preciso. Criar vínculos é fundamental. A proposta do evento foi unir tudo isso em uma proposta pedagógica que pretendeu tocar o coração de todos os participantes”, conta a professora Dayse do Prado Barros, Coordenadora intermediária da Educação Especial da CRE Guará.

Dayse idealizou esse evento junto com Celeste da Franca, da Unidade Regional de Gestão de Pessoas (Unigep) da CRE do Guará. Ambas são professoras autistas com altas habilidades. O encontro foi promovido pela Unidade Regional de Educação Básica (Unieb) da Regional do Guará, e foi aberto pela professora Ana Cristina Chaves, coordenadora da Unieb.

VEJA O ÁLBUM

EC 18 do Gama ganha Prêmio Educar com Equidade Racial e de Gênero

A Escola Classe 18 do Gama ganhou o 9º Prêmio Educar com Equidade Racial e de Gênero, oferecido pela CEERT – Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades -, na categoria escola fundamental I. Cerca de 2 mil projetos de todo o país, entre escolas e docentes, inscreveram-se para o prêmio.

A prática premiada foi o Movimento de Educação Transformadora e Antirracista, que oferta aos estudantes momentos de aprendizagem sobre a cultura africana e indígena, como via de enfrentamento ao ódio, ao preconceito racial e à opressão estrutural. Diversas ações compõem o projeto, como debates, apresentações culturais e bibliografia antirracista.

Segundo o diretor da EC 18, Thiago Paz, o Movimento de Educação Transformadora e Antirracista influencia todas as ações e projetos da escola, além do currículo aplicado em sala de aula. “A gente busca tratar o tema de forma transversal nos planejamentos didático-pedagógicos, para que os estudantes tenham familiaridade com essas discussões e questionamentos”, afirma ele.

O projeto existe desde 2021. Ao lado de outras sete escolas também premiadas, a EC 18 receberá R$ 10 mil em equipamentos e recursos, além de livros e um curso de formação continuada.

O Sinpro parabeniza toda a equipe da EC 18 do Gama, bem como as demais escolas premiadas, e deseja que esses projetos inspirem outras belas práticas por todo o Brasil!

 

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“Taguá”: uma imersão nas histórias de Taguatinga estreia neste fim de semana

Neste fim de semana, o Teatro Paulo Autran, no Sesc Taguatinga Norte, recebe a estreia da montagem teatral “Taguá”, dirigida por André Araújo. As apresentações acontecerão nos dias 5 e 6 de outubro (sábado e domingo), às 19h, para o público em geral, e nos dias 7 e 8 (segunda e terça-feira), às 15h e 20h, voltadas para alunos da rede pública de educação. As sessões do fim de semana incluirão interpretação em Libras, e a entrada é gratuita para todas as apresentações.

“Taguá” conecta histórias de diversas localidades, como Taguatinga, Altamira (PA), P Sul, Samambaia, Vicente Pires e Angola, em uma encruzilhada cultural. O espetáculo é fruto das vivências dos atores e atrizes, que participaram do projeto “Taguá em Cena – Oficina de teatro com André Araújo”. A narrativa aborda temas variados, desde histórias de nascimento, violência e lutas políticas, até a descoberta da sexualidade e os desafios da adolescência.

A oficina “Taguá em Cena” é um projeto gratuito, com duração de quatro meses, realizado no Mercado Sul, um importante polo cultural e social de Taguatinga. A iniciativa e o espetáculo resultante contam com o apoio do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec) do Distrito Federal.

André Araújo, diretor e professor do projeto, destaca a importância da expressão coletiva: “Taguatinga tem uma força criativa imensa, e esse espetáculo é uma amostra do poder e da beleza dessas pessoas e de suas histórias. Os alunos sentiram a necessidade de colocar no palco suas vivências, e a partir daí fomos criando a peça. Utilizamos diversas linguagens, como poesia, rap e rima, para unir temas variados. É uma celebração da arte como ferramenta de transformação social e sobrevivência em meio às dificuldades diárias.”

O elenco de “Taguá” é formado por Bianca Dutra, Felipe Resende, Fernanda Pacini, João Matheus Lucena, Kaio Duarte, Leônidas Fontes, Mary Jane, Mateus Alencar, SamusSuku, Vizage e Waldirene Silva. A dramaturgia é co-criada pelo elenco e por André Araújo, que também assina o cenário e figurino. A iluminação é de Rodrigo Lélis, com consultoria em comicidade de Ana Luiza Bellacosta e preparação corporal de Abaetê Queiroz.

SERVIÇO

Espetáculo “Taguá” – Resultado final do projeto Taguá em Cena – Oficina teatral com André Araújo

5 e 6 de outubro (sábado e domingo), às 19h

7 e 8 de outubro (segunda e terça-feira), às 15h e 20h

Teatro Paulo Autran – SESC Taguatinga Norte

Entrada Gratuita

Classificação indicativa: 16 anos

UnB abre processo seletivo de mestrado profissional em artes para professores de Educação Básica

O Sinpro-DF informa que a Universidade de Brasília (UnB) irá abrir, entre 21 e 30 de outubro, o novo Processo Seletivo do Mestrado Profissional em Artes (ProfArtes) da turma 2025 para professores e professoras de Artes, com atuação na Educação Básica. São 16 vagas para Artes Cênicas; oito vagas para Artes Visuais; e oito vagas para Música.

Confira o edital e mais informações em: www.ida.unb.br/pos/profartes

Atenção: as inscrições ocorrerão de 21/10 a 30/10/2024.

CEMEIT convida para o 1º Sarau Literário

O Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (CEMEIT) convida os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais para o 1º Sarau Literário, uma culminância do projeto Quem conta um conto aumenta um ponto, idealizado pela professora Maria Cristina e adaptado pela professora Fabiana Santos. O Sarau acontecerá no dia 08 de outubro, nos períodos matutino (8h às 12h) e vespertino (13h30 às 16h30), na quadra esportiva da unidade escolar.

Cada turma da escola ficou responsável por estudar um(a) escritor(a) sorteado(a) de uma lista que a equipe de professores de língua portuguesa selecionou. Foram indicadas 4 obras de cada escritor(a) para que as turmas fizessem a leitura e elaborassem uma reinterpretação de cada obra nos mais diversos tipos de estilos literário/artístico (poesia, conto, história, teatro, pintura, desenho, histórias em quadrinhos etc.). A equipe de língua portuguesa e alguns professores(as) de Arte orientaram o trabalho. Os demais educadores também colaboraram direta ou indiretamente com o projeto.

Ao todo, 40 escritores(as) foram estudados(as) e um total de 160 obras lidas, com aproximadamente 160 releituras produzidas. Entre os materiais escolhidos para a leitura foram selecionadas obras do PAS, obras com estética negra, conteúdos com referência à mulher, aos direitos humanos e à diversidade humana, além dos clássicos da literatura brasileira e mundial.

A escola contou com o apoio financeiro do gabinete do deputado distrital Gabriel Magno; do escritor e ex-estudante do CEMEIT, Chico de Aquino; de estudantes do CEMEIT e do Sinpro.

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