Kits para a 3ª Corrida e Caminhada já podem ser retirados; confira locais e horários
Jornalista: Leticia
No dia 17 de abril ocorrerá a terceira edição da Corrida e Caminhada do Sinpro, que mais uma vez será no Parque da Cidade, no estacionamento 9, comemorando os 37 anos da entidade. Os percursos serão de 5km, tanto para a Caminhada, quanto para a Corrida. A largada da Corrida será às 8h30 e da Caminhada, às 8h45. Os(as) participantes devem chegar com 1h de antecedência, para os informes gerais e alongamento. Entrega dos kits
Os kits já estão disponíveis aos professores(as) e orientadores(as) educacionais inscritos(as) nos seguintes locais:
Sede do Sinpro: quarta-feira a sexta-feira – 08h30 às 19h, e no sábado de 08h às 17h.
Subsede de Taguatinga: quarta-feira a sexta-feira – 08h às 17h.
Subsede do Gama: quarta-feira a sexta-feira – 08h às 17h.
Subsede de Planaltina: quarta-feira a sexta-feira – 08h às 17h. A entrega do kit para a comunidade em geral será somente na sede do Sinpro. É importante lembrar que os inscritos poderão pegar seu kit mediante a entrega de um alimento não perecível (exceto sal).
A Corrida de 5km será disputada em duas principais categorias. A primeira é a de professor(a) / orientador(a) educacional – individual masculino e feminino, dividida nas faixas etárias de 18 a 39 anos, dos 40 aos 55 anos e acima dos 55 anos. Haverá troféu para os três primeiros(as) colocados(as) e todos(as) que terminarem a prova receberão medalhas. A outra categoria é a de não professor(a), na qual não haverá premiação (troféu), mas os atletas receberão a medalha de participação, ao fim da prova.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) sindicalizados(as) não pagarão a taxa de inscrição, porém devem contribuir com 1kg de alimento não perecível (exceto sal). Para a categoria “não professor(a)”, há uma taxa de inscrição no valor de R$ 65,00 além da necessidade de doação de 1kg de alimento não perecível (exceto sal). Os alimentos devem ser entregues quando o(a) participante for buscar o kit de participação.
A entrega dos kits (com número de peito, camiseta, alfinetes, viseira, bag e chip descartável) não será realizada no dia da Corrida.
Atletas com 16 e 17 anos de idade podem participar, desde que obtenham uma autorização por escrito com firma reconhecida do pai, mãe ou responsável legal, acompanhada de uma cópia do documento de identidade.
Para as crianças, a Corrida terá uma brinquedoteca, com diversas atrações para os pequenos, além de pula-pula e pintura de rosto.
O regulamento da Corrida pode ser lido aqui.
Participe! Categoria forte é a categoria unida.
Assassinatos sinalizam a importância da escola e da Lei do Feminicídio
Jornalista: Maria Carla
Nem ao menos cicatrizou a ferida aberta pelos feminicídios das estudantes Louise Maria da Silva Ribeiro, 20 anos, e Jane Fernandes Cunha, 21 anos, ocorridos em março, o Distrito Federal volta a se surpreender e a se atemorizar com outro assassinato de mulher com todas as características de violência de gênero.
Na sexta-feira (8), uma professora aposentada da rede pública de ensino foi morta a facadas pelo marido. O crime ocorreu diante dos filhos adolescentes. A diretoria colegiada do Sinpro-DF, por intermédio da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras, entende que essa sequência de feminicídios no período de menos de 30 dias revela a urgência de se divulgar mais intensamente e de forma pedagógica a Lei nº 13.104/2015, mais conhecida como Lei do Feminício.
“Por causa de nossa insistência em divulgá-lo, parece que o tema do feminicídio é cansativo, contudo, os crimes estão acontecendo e, por isso, a gente não pode descansar. Diante dessa situação de violência, precisamos levar para a escola, de forma pedagógica, a notícia de que conquistamos a Lei do Feminícidio, os avanços que ela representa e que ela prevê a punição para quem comete esse tipo de crime”, comenta Eliceuda França, coordenadora da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras.
Ela diz que, “ainda de forma pedagógica, é preciso levar para a sala de aula, em todos os níveis de ensino, o debate sobre a violência de gênero. Faz parte de nosso fazer acadêmico e da execução do próprio magistério saber o que nossos e nossas estudantes pensam sobre isso e desenvolver um trabalho de conscientização. Muitas vezes, num debate sobre esse tema em sala de aula, conseguimos descobrir quem está vivendo situação de violência em casa”, explica a diretora.
A diretora do sindicato lembra também que, além da Lei do Feminicídio, sancionada no ano passado pela presidenta Dilma Rousseff, há ainda a Lei Maria da Penha que, juntas, formam um conjunto de legislações que visam a defender e a proteger a mulher contra a violência de gênero.
Em março, quando Louise e Jane foram assassinadas, Lourdes Bandeira, professora do Departamento de Sociologia da Universidade de Brasília (UnB) e integrante do Núcleo de Estudos e Pesquisas Sobre as Mulheres (Nepem), disse à imprensa que a violência contra a mulher é um problema estruturado na sociedade e que os dados levantados em pesquisas sobre esses crimes dão conta de que a cada três casos de jovens agredidas ou mortas, um é praticado pelo namorado.
“Isso representa que vivemos em uma sociedade masculinista com resquícios patriarcais. O homem se sente dono, proprietário daquela pessoa e assume a responsabilidade de que, se ela não for dele, não será de mais ninguém”, diz. Novos dados sobre violência de gênero
O levantamento da Central de Atendimento à Mulher – Ligue 180, da Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República –, sobre os dados da violência contra a mulher nos 10 primeiros meses do ano de 2015, indica que, entre janeiro e outubro do ano passado, 85,85% dos relatos coletados corresponderam a situações de violência doméstica e familiar contra as mulheres. (Confira aqui o documento consolidado: Balanço 2015)
Em 67,36% dos relatos ficou demonstrado que as violências foram cometidas por homens com quem as vítimas tinham ou já tiveram algum vínculo afetivo – ou seja, foi cometido por companheiros, cônjuges, namorados ou amantes, ex-companheiros, ex-cônjuges, ex-namorados ou ex-amantes das vítimas –, e em 27% dos casos, o agressor era um familiar, amigo, vizinho ou conhecido.
Os atendimentos registrados pelo Ligue 180 revelaram que nos dez primeiros meses de 2015, do total de 63.090 denúncias de violência contra a mulher, 31.432 corresponderam a denúncias de violência física (49,82%); 19.182 de violência psicológica (30,40%); 4.627 de violência moral (7,33%); 1.382 de violência patrimonial (2,19%); 3.064 de violência sexual (4,86%); 3.071 de cárcere privado (1,76%); e 332 envolvendo tráfico (0,53%). Indicaram também que 77,83% das vítimas têm filhos (as) e 80,42% desses (as) filhos(as) presenciaram ou sofreram a violência.
Outros estudos também mostram o nível da violência de gênero no país e que as legislações precisam ser mais bem divulgadas e as mulheres empoderadas. A última pesquisa DataSenado (confira o documento aqui) sobre violência doméstica e familiar de 2015 indica que uma em cada cinco mulheres já foi espancada pelo marido, companheiro, namorado ou ex e 100% das brasileiras conhecem a Lei Maria da Penha.
O documento do Senado aponta que, nas eleições de 2014, apesar de um pequeno aumento no número de mulheres parlamentares, a desigualdade entre a representatividade é abissal e não chegou aos 30% das cotas exigidas por lei: em 2010 o número de mulheres correspondeu a 8,8%; em 2014, chegou a apenas 10%.
No mercado de trabalho, as mulheres ainda recebem 30% a menos do que homens para exercerem, muitas vezes com muito mais competência, a mesma função. As mulheres representam dois terços do universo de 774 milhões de adultos analfabetos. Dos 4.762 homicídios de mulheres registrados em 2013, 50,3% foram cometidos por familiares, sendo a maioria desses crimes (33,2%) cometidos por parceiros ou ex-parceiros.
Esse número mostra que a cada sete feminicídios, quatro foram praticados por pessoas que tiveram ou tinham relações íntimas de afeto com a mulher. O Mapa da Violência de 2015 traz, em números, a confirmação de que a violência doméstica e familiar é a principal forma de violência letal praticada contra as mulheres no Brasil.
Durante a tarde desta terça-feira (12) o Sinpro foi informado pela SUGEPE que a Secretaria de Educação do DF fará novas ampliações de carga horária para professores(as) que desejam atuar apenas na jornada ampliada. As novas solicitações podem ser feitas diretamente na sede da Secretaria de Educação, com requerimento geral direcionando o pedido para o gabinete da SUGEPE.
Diretoria do Sinpro se reúne com a GEAP para discutir uma proposta de plano de saúde para a categoria
Jornalista: Luis Ricardo
Diante da morosidade do Governo do Distrito Federal em apresentar uma proposta de plano de saúde para a categoria, conforme acordado em novembro de 2015, a diretoria do Sinpro procurou gestores da GEAP durante a tarde desta terça-feira (12) para discutir uma proposta que possa atender os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. A GEAP ficou de analisar o perfil da categoria para apresentar uma proposta a ser debatida entre o órgão, o GDF e o Sindicato.
A Comissão de Negociação do Sinpro tomou esta iniciativa entendendo que além da tabela salarial, um plano de saúde é uma das principais demandas da categoria, tendo em vista o alto nível de adoecimento dos professores e orientadores educacionais. Apesar desta realidade o GDF insiste em não fazer uma política que possa atender esta demanda, minimizando os problemas de saúde sofridos pela categoria.
Sinpro informa que houve mudança na compensação de horário do atestado de comparecimento
Jornalista: Luis Ricardo
A Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro informa que houve mudanças nos procedimentos para entrega de atestado de comparecimento a serviços médicos, odontológicos ou laboratoriais. Após contato do Sindicato com a assessoria especial da Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho (SUBSAUDE/SEPLAG), fomos informados que, por decisão do Tribunal de Contas do Distrito Federal (Decisão nº 3325/2015), os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais com carga horária inferior a 40h semanais que utilizarem atestado médico, não terão mais a obrigação de compensar o período ausente até o final do mês subsequente à data do atestado de comparecimento.
O entendimento do Tribunal de Contas é que existe ilegalidade no parágrafo único do artigo 4º do Decreto nº 34.023/2012, onde era exigido do servidor com carga horária inferior a 40 horas semanais, a compensação do período ausente até o final do mês subsequente à data do atestado de comparecimento, a fim de cumprir integralmente sua jornada semanal de trabalho.
A Secretaria de Saúde do Sinpro ainda informa que só serão válidos atestados médicos emitidos por médico, dentista ou exames laboratoriais. Os atestados emitidos por psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas educacionais, acupunturistas e outros profissionais de saúde serão aceitos, apenas, para fins de homologação de atestado médico, como documentos complementares.
É importante salientar que os atestados de comparecimento tanto do servidor quanto para acompanhar o dependente legal deverão ser entregues à chefia imediata do servidor, não devendo ser homologado na SUBSAUDE. Todos os atestados médicos para acompanhar pessoa doente da família deverão ser homologados na SUBSAUDE, de 2ª a 6ª, das 13h às 22h, com chegada até 20h30.
TV Sinpro na TV Comunitária aborda democracia e educação
Jornalista: Luis Ricardo
O programa TV Sinpro na TV Comunitária desta terça-feira (12) vai falar um pouco sobre um tema que vem ganhando cada vez mais destaque na sociedade brasileira: democracia e educação. Para falar um pouco mais sobre o tema foi convidado o professor e formador da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE), Henrique Torres.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
Orientadores educacionais, dois por regional, têm reunião no dia 18/04
Jornalista: Luis Ricardo
A Diretoria Colegiada do Sinpro convida os(as) pedagogos(as)-orientadores(as) educacionais que participam do coletivo de orientadores a comparecerem a uma reunião no dia 18 de abril, às 14h30, na sede do Sinpro. A reunião estava marcada para outra data, mas em função das plenárias regionais que organizam nossa campanha salarial, foi necessário fazer um ajuste na data e horário do coletivo. Cada regional de ensino deverá encaminhar dois representantes no coletivo de pedagogo(a)-orientador(a) educacional.
É com grande pesar que a Diretoria Colegiada do Sinpro informa o falecimento do professor Pedro da Silva Almeida, de 58 anos. O professor de Arte trabalhava no Centro de Ensino Fundamental 209 de Santa Maria há 17 anos e faleceu no dia 28 de março em decorrência de pneumonia crônica.
O Sindicato dos Professores presta toda sua solidariedade à família e aos amigos neste momento de dor.
Reunião com professores(as) que estão em salas de recurso dia 18 de abril
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro convoca todos(as) os(as) professores(as) das Equipes Especializadas de Apoio a Aprendizagem e os professores que estão em salas de recurso para uma reunião central dia 18 de abril, às 9h, na sede do Sindicato. Em pauta as portarias e a avaliação do formato destes atendimentos.
Ação da GAEE: Entrega de documentos para professores que trabalharam com alunos especiais
Jornalista: sindicato
Atenção professores(as) que trabalharam com alunos(as) com necessidades especiais nos anos de 2011 a 2015. Lembramos que, referente ao ano de 2011, a prescrição se dá mês a mês.
Se você trabalhou nesse período com aluno(a) especial, gentileza comparecer ao departamento jurídico do Sinpro (Sede e das Subsedes) com a seguinte documentação:
(IMPRIMIR E PREENCHER COM CANETA AZUL OS DOCUMENTOS NO FINAL DO TEXTO, OU PEGAR NO SINPRO): Cópia do CPF e RG COMPROVANTE DE ENDEREÇO FICHA FINANCEIRAS DO ANO PLEITEADO (retirar no sitegdfnet.df.gov.br) 03 ÚLTIMOS CONTRACHEQUES ATUAIS (gdfnet.df.gov.br) CÓPIA DE CERTIFICADOS DE CURSOS DESTINADOS A ATUAREM COM ALUNOS ESPECIAIS,(se houver) DECLARAÇÃO FORNECIDA PELA ESCOLA ONDE O PROFESSOR LECIONOU NO ANO PLEITEADO
MODELO
A DECLARAÇÃO TERÁ DE COMPROVAR QUE O (a) PROFESSOR (a) LECIONOU EM TURMAS COM ALUNOS PORTADORES DE NECESSIDADES ESPECIAIS – INCLUSIVA, NO ANO 2008 E DEVERÁ CONSTAR O PERÍODO EM DIAS, DE(18/02/2____ a 20/12/____), A FIM DE ATENDER A DETERMINAÇÃO JUDICIAL REFERENTE AO PROCESSO.
EXEMPLO:
Declaramos para os devidos fins que o (a) servidor (a) Nome, matrícula 00.000-Y, trabalhou nesta Instituição de Ensino, em Regime de Regência de Classe com turma inclusiva de portadores de necessidades especiais segundo as informações abaixo:
Período
Série/ Turma
Aluno (a)
Laudo da(o) Aluna(o)
Brasília, _____de___________________de 20_____ LOCAIS PARA ENTREGA DOS DOCUMENTOS (de segunda a sexta) SEDE – Setor de Indústrias Gráficas das 8h às 17h fones: 3343/4215, 3343/4216,3343/4218,33434222 SUBSEDE TAGUATINGA
CNB 4 LOTE 03 LOJA 01 ED. FORNOVO – das 8h às 17h – fone: 3562/4856 SUBSEDE GAMA
ED. ALTENATIVO CENTER AE 20/21 das 8h às 17h – fone 3556-9105/ 3384-8476 SUBSEDE PLANALTINA AV. INDEPENDENCIA Q. 5 LOTE 18 – VILA VICENTINA
das 8h ás 17 horas – fone 3388-5144