A diretoria colegiada do Sinpro-DF, a equipe gestora e professores da Escola Classe Ipê repudiam a veiculação de notícia difamatória na mídia do Distrito Federal e vêm a público esclarecer a denúncia caluniosa feita em diversos órgãos de imprensa, desde o dia 31\10\2015, de suposto caso de bullying em suas dependências.
Diante do constrangimento e de diversos comentários negativos e ameaçadores a respeito da acusação de que a direção e os professores foram omissos e negligentes, seguem os seguintes esclarecimentos:
1- Em nenhum momento houve omissão nem negligência, pois todos os episódios citados pelo pai foram devidamente esclarecidos com todos os envolvidos e, quando necessário, as providências cabíveis a cada situação foram pautadas em nosso regimento escolar.
2- A Escola Classe Ipê tem 26 anos de trabalho com projeto de horário integral, piloto no DF, e, dentro desse horário, são desenvolvidos trabalhos, projetos pedagógicos com várias premiações, até mesmo uma parceria com a Polícia Militar por meio de projetos com atividades voltadas para a formação integral dos estudantes, envolvendo aspectos cognitivos, afetivos e sociais, primando pelo respeito ao próximo e suas diversidades.
3- Os professores e equipe gestora estão em constante formação por meio de cursos, tardes de estudo e coordenação coletiva para que projetos, como Corpo e Movimento, Forças no Esporte, Casinha de Bonecas, Por Trás da História, Cozinha Experimental, Sala de Leitura, Sala do Conhecimento, Sacola Literária, Sexta Cultural, Projeto de Valorização da Vida, ocorram de forma intencional e proporcionem aos nossos estudantes aprendizagens significativas.
5- Por último vale ressaltar que estamos entre as cinco melhores escolas do DF na classificação do Ideb e a equipe gestora, na pessoa da professora Sandra Moreno, recebeu, em agosto de 2015, da Secretaria de Educação do DF, o Certificado de Liderança em Gestão Escolar, em reconhecimento pela Excelência do Trabalho Pedagógico, realizado na Escola Classe Ipê em sua gestão nos últimos 2 anos.
Diante disso, a equipe gestora e professores da Escola Classe Ipê se colocam à disposição para quaisquer outros esclarecimentos. Diretoria Colegiada do Sinpro-DF e equipe gestora e professores da Escola Classe Ipê
A educação acontece na sala de aula, nos corredores, nas ruas, nas assembleias, e principalmente se dá pelo exemplo de que lutar é preciso.
“Se você é capaz de tremer de indignação
a cada vez que se comete uma injustiça no mundo,
então somos companheiros.”
Che Guevara
O mês de outubro, do professor, da criança e do servidor público, fica tristemente marcado, no Distrito Federal, pelo ataque covarde e descabido do governo Rollemberg (PSB) contra professores e professoras. Arrancados de seus carros, algemados, agredidos brutalmente e presos, educadores foram expostos ao horror de um tratamento indigno para qualquer ser humano.
As cenas que deixaram a comunidade brasiliense estarrecida e os estudantes das escolas públicas chocados trouxeram, imediatamente, à memória, o horror praticado pelo governo psdbista do Paraná contra a comunidade escolar que se manifestava por ocasião da greve que durou mais de 40 dias e foi tratada com total descaso e desrespeito pelo governo de Beto Richa.
No Estado de Goiás a violência não foi física. A pressão emocional não foi em menor tempo. Ali também um governador do PSDB investe na destruição da educação pública.
Em São Paulo, administrado pelo PSDB há 20 anos, os professores tiveram suas reivindicações ignoradas durante três meses de greve. E, agora, para coroar o desprezo pela educação pública, o governador Geraldo Alckmin promove o fechamento de 94 escolas estaduais.
A voracidade pelo desmantelamento do Estado vem da década de 1990, com FHC/PSDB, na Presidência da República. A implantação do projeto neoliberal no Brasil foi marcada por retrocessos econômicos, políticos, sociais, culturais e éticos, que se refletem até hoje. Esse processo estabeleceu raízes e, apesar de um período de 12 anos de luta por uma nova organização social, com outros princípios que apontam ser possível a construção de um país mais justo, os ramos maléficos do autoritarismo neoliberal surgem em diferentes lugares, em distintos formatos. Os ataques são parecidos e as consequências terrivelmente devastadoras para todos.
Com a educação não poderia ser diferente. Afinal, direito fundante da cidadania e da consciência ética, segredo não se faz de que ela é um ato político libertador.
As marcas do conservadorismo têm sido tatuadas pelo Congresso Nacional. Principiou com o debate sobre o Plano Nacional de Educação (que se estendeu aos legislativos estaduais e municipais) quando houve o impedimento da garantia que os recursos seriam destinados exclusivamente à educação pública. A inserção do que seriam também diretrizes do PNE, as questões de gênero e orientação sexual foram extirpadas da proposta original. Esse debate ampliou seu espectro e chegou à absurda proposta de que os professores não podem tampouco falar de política em sala de aula.
Os reflexos das insanidades praticadas no parlamento brasileiro lançam seus tentáculos aos governos conservadores estaduais. Educadores e educadoras mobilizados\as por seus direitos têm sido covardemente agredidos moral e fisicamente em vários estados comandados por governadores sociais-democratas.
Em São Paulo, governado por Alckmin, a Apeoesp precisou ingressar com denúncia contra as condições de trabalho nas escolas junto ao Escritório da ONU.
Em Goiás, Marconi Perillo não deixa por menos. Organiza a terceirização\privatização da educação pública por meio da contratação de OS. O decreto prevê a contratações de trabalhadores em educação por salários até abaixo do mínimo!
Decreto parecido também foi publicado por Rollemberg no Distrito Federal, prevendo a contratação de OS para as áreas de saúde e de educação.
O ranço de FHC e o objetivo liberal de destruir a educação pública e os que a ela defendem se revigora. Claro está que os ataques não são às professoras e aos professores. O vampirismo é à educação. O capitalismo se reinventa e vê espaços na educação pública brasileira. Além de assumir inúmeras instituições educacionais, empresas internacionais produzem materiais “didáticos” em série. Caixas prontas com concepções e ideologias que interessam ao capital transnacional para que nossos cidadãos percam definitivamente o conceito de país, desvalorizem sua pátria, desprezem sua cultura. Fácil imaginar onde isso chegará em breve se não houver reação firme em defesa da educação pública de qualidade.
A destruição da dignidade em nosso país também se expressa pelo sentimento de volta ao Brasil Colônia quando constatamos os retrocessos impingidos à sociedade pelo Congresso Nacional: terceirização, alteração do conceito de trabalho escravo, redução da maioridade penal, redução da idade mínima para trabalhar, proibição da adoção de filhos por casais homoafetivos, impedimento de aborto nos casos de estupro, risco de vida para a mãe e má formação fetal, são indubitáveis indícios do retorno à barbárie.
Professoras e professores, por sua tarefa política de educar para a autonomia, para o exercício da liberdade e da cidadania, por meio de suas representações de classe, participam desses debates, se contrapondo aos retrocessos. Cumprindo seu papel de construir a mudança, o avanço dos direitos, a humanização e sensibilização de crianças e adolescentes para temas fundamentais para a sociedade brasileira, são indesejáveis aos governos conservadores. É importante combater sua organização, destruir suas reivindicações que, além de salário digno, direito previsto constitucionalmente, inserem denúncias contra o desmantelamento da educação pública, exigem escolas adequadas, educação de qualidade, condições dignas de trabalho para si e de estudo para estudantes.
A educação acontece na sala de aula, nos corredores, nas ruas, nas assembleias e, principalmente, se dá pelo exemplo de que lutar é preciso. Não é possível compactuar com retrocessos, cortes de direitos, indignidades cometidas contra a educação, os professores, os alunos e suas famílias, a sociedade brasileira.
Certos de seu papel de incentivadores do desenvolvimento da consciência enquanto mola propulsora de mudanças, professoras e professores de Brasília lutam por seus direitos, garantidos em lei e desrespeitados pelo governador Rollemberg. Como resposta, são afrontados em sua dignidade física e moral. Porém, o papel educativo nem nesse momento é desconsiderado. E a lição vem em forma do despertar da solidariedade. Imediatamente após os ataques, a consciência de classe aflora e outros trabalhadores percebem que a luta é de todos. Rodoviários paralisam a suas atividades em solidariedade aos professores. Servidores da administração direta manifestam sua indignação, funcionários municipais das cidades do entorno expressam seu grito de “estamos juntos”. E nova lição é resgatada. Somos todas e todos trabalhadoras e trabalhadores. E juntos, somos mais fortes.
A luta se fortalece. O sangue se transforma em energia. A indignação de uma categoria se transforma em sentimento de revolta concretizado no companheirismo de todas as categorias. A classe é trabalhadora. E a resposta aos atos de barbárie, desrespeito e desejo de destruição da educação pública vem pela lição aprendida de Paulo Freire e ensinada a todas e todos: “Não é no silêncio que os homens se fazem, mas na palavra, no trabalho, na ação-reflexão.”
* Por Rosilene Correa Diretora do Sindicato dos Professores no Distrito Federal Diretora da CUT Brasília e da CUT Nacional
Ônibus para assembleia geral, nesta quarta-feira (4), às 9h30, na Praça do Buriti
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF põe à disposição da categoria ônibus para a participação de todos e todas na assembleia desta quarta (4), às 9h30, na Praça do Buriti. Confira o local e o horário a seguir.
Professores (as) e orientadores (as) educacionais, a vitória da categoria depende de nossa unidade!
Participem!
Local
Horário
BRAZLÂNDIA – Praça do Laço
8h30
CEILÂNDIA – Estacionamento do BRB (2 ônibus)
8h30
FORMOSA – Praça da Matriz/Catedral
8h
GAMA – CEM 02
8h30
GUARÁ II – Centrão(8h30) passando pelo Guará I – parada de ônibus Igreja São Paulo Apóstolo(9h)
NÚCLEO BANDEIRANTE – CEM N.B 01
8H30
LUZIÂNIA – em frente à Prefeitura passando pela passarela do Valparaiso
8h30
PARANOÁ – Praça Central (em frente à Igreja)
8h30
PLANALTINA – Centro de Ensino Especial 01
8h30
PLANALTINA DE GOIÁS (Brasilinha- Fórum) ônibus
8h30
RECANTO DAS EMAS – Faculdade da Terra (2 ônibus)
8h30
SAMAMBAIA – CEF Myriam Ervilha BR 060 (8h30) passando pela Escola Buritis (9h)
SAMAMBAIA – Feira da 202
8h30
SANTA MARIA – C.E.E 01 CEF 215
8h30
SÃO SEBASTIÃO – CAIC
8H30
SOBRADINHO – CEM 01
8h30
TAGUATINGA – Nene’s Chopp
9h
UNAI – Praça da Prefeitura(7h) passando pelo CED PAD-DF
Greve e truculência em atos pacíficos na TV Sinpro, desta terça-feira (3), 17h
Jornalista: Maria Carla
Os diretores do Sinpro-DF, Cláudio Antunes e Meg Guimarães, estarão no programa desta terça-feira (3), às 17h, ao vivo, para falar sobre a greve dos professores (as) e orientadores (as) educacionais e a truculência do governo Rollemberg em atos públicos pacíficos.
O programa TV Sinpro pode ser assistido ao vivo pelo Canal 12 da NET ou pelo canal da TV Sinpro pelo You Tube. É só colocar “TV Comunitária de Brasília” e entrar na opção “Assistir ao vivo no YouTube”.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária vai ao ar, ao vivo, todas as terças, às 17 horas, no Canal 12 da NET. As reprises do programa são exibidas no decorrer da semana (confira programa a baixo). O programa também é disponibilizado no site do Sinpro para quem não dispõe da TV a cabo.
Programação:
Terças – 17h, ao vivo, e reprise às 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
Sindicatos manifestam apoio à luta dos(as) professores(as)
Jornalista: Luis Ricardo
Diversos sindicatos e movimentos sociais manifestaram apoio à luta dos(as) professores(as) da rede pública de ensino do Distrito Federal. No dia 28 de outubro, professores(as) e orientadores(as) educacionais, organizados e lutando pacificamente por seus direitos, foram brutalmente reprimidos pela Polícia Militar. As agressões são reflexo da política neoliberal do governador Rollemberg (PSB), que insiste em não negociar com os servidores(as) em greve e não apresenta uma solução para o impasse.
As entidades repudiam a irresponsabilidade do Governo do Distrito Federal que, em plena democracia, trata os(as) professores(as) com tamanho descaso e violência pelo simples fato de buscarem melhores condições de trabalho em um setor fundamental para a sociedade: a educação.
Em nota, a direção da Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (ADUnB) lamenta a postura do GDF no tocante ao tratamento dispensado aos profissionais da educação, exatamente no dia do servidor público (28 de outubro), afirmando que educação é edificada com debate e tolerância, jamais com intransigência. A Associação ainda ressalta que democracia requer diálogo, não força.
Já o Sindicato dos Trabalhadores em Escolas Públicas no Distrito Federal (SAE) lembra que as agressões foram praticadas no momento que o ato de protesto já havia sido finalizado, e que a atitude do governador, que reafirmou e ordenou a repressão aos professores, é merecedora de todo repúdio dos servidores públicos e da sociedade.
Assinam a nota:
– Centro de Estudos e Pesquisa Ruy Mauro Marini
– Consulta Popular
– Levante Popular da Juventude
– Movimento de Mulheres Camponesas (MMC)
– Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB)
– Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA)
– Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)
– Via Campesina Brasil
– Sindicato dos Trabalhadores em Escolas Públicas no Distrito Federal (SAE)
– Associação dos Docentes da Universidade de Brasília (UnB)
Diretoria do Sinpro tem reunião com o governador na manhã desta terça (3)
Jornalista: Leticia
Nesta terça-feira, a partir das 10h, representantes da Diretoria do Sindicato se encontram com o governador e sua equipe, no Palácio do Buriti. O tema do encontro é a greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, que no dia de hoje, completa 19 dias.
Prosseguindo com a agenda de mobilização, na tarde desta terça-feira ocorrerão as assembleias regionais, a partir das 14 horas, em cada uma das 14 regionais de ensino.
Na quarta-feira, às 10h, assembleia geral na Praça do Buriti.
CNTE se solidariza com professores e professoras do Distrito Federal
Jornalista: Maria Carla
A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) manifesta sua solidariedade aos trabalhadores/as em educação do Distrito Federal e repudia as agressões da polícia do governador Rodrigo Rollemberg, ao se manifestarem, dia 28 de outubro – Dia do Servidor Público, pela manutenção de direitos assegurados em lei.
Confira a nota da CNTE: SOLIDARIEDADE AOS \ÀS TRABALHADORES\AS DA EDUCAÇÃO DO DISTRITO FEDERAL
GDF não convida Sinpro para reunião e gasta R$ 47 mi a menos na Educação
Jornalista: Maria Carla
O governador Rollemberg (PSB) anuncia em matéria publicada no site da Agência Brasília que “mais uma vez convidou sindicatos que representam servidores a conhecer a realidade das contas públicas”, na quinta-feira (29), e que “somente representantes do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde de Brasília (SindSaúde-DF) compareceram”.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF comunica que não recebeu nenhum convite do Governo do Distrito Federal (GDF) e nem da Casa Civil para participar de reunião na quinta-feira (29) para ver detalhamento de informações do Sistema Integrado de Gestão Governamental (Siggo) sobre receitas e despesas do GDF.
As lideranças sindicais do Sinpro-DF informa que uma matéria do jornal Metrô, desta sexta-feira (30), dá conta de que o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) enviou um comunicado à Secretaria de Educação e à Secretaria de Fazenda declarando que, nos primeiros seis meses de 2015, o governo de Rodrigo Rollemberg gastou, em educação, menos do que o limite previsto na Constituição Federal.
“Segundo os auditores do tribunal, os gastos em Manutenção e Desenvolvimento do Ensino foram de R$ 1,74 bilhão, R$ 47 milhões a menos do que o previsto em lei”, diz o jornal. Diz ainda que “O governo deveria gastar R$ 880,18 milhões no período, mas gastou somente R$ 731,25 milhões”.
Confira a matéria do Metrô a seguir:
Canal da Educação, de sexta (30/10), abordou a violência da polícia contra professores
Jornalista: Maria Carla
O Canal da Educação desta sexta-feira (30), às 20h, vai abordar o ataque dos policiais do Bope aos (às) professores (as), durante ato público pacífico, realizado na quarta-feira (28), nos Eixos Rodoviários Sul e Norte.
O programa vai ao ar ao vivo no site do Sinpro-DF. Nesta edição, Cláudio Antunes e Cleber Soares, diretores de Imprensa do Sindicato, e Paulo Sanches – um dos professores brutalmente arrancados do próprio carro, jogados no chão e imobilizados pela polícia –, irão falar sobre o ataque da polícia aos (às) professores (as). Participe!
Perguntas podem ser enviadas ao vivo, pelo próprio site do Sindicato (no vídeo haverá um um espaço para interação) ou por mensagens via Whatsapp, no número (61) 8162-0065.
O Canal da Educação é um programa quinzenal, transmitido ao vivo, pelo site do Sinpro-DF, às quartas-feiras, a partir das 20h, porém, excepcionalmente nesta sexta-feira (30), irá ao ar para tratar de assunto tão grave contra a categoria docente. A produção e a apresentação do programa são do jornalista Valdir Borges.
4ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres será neste sábado (31)
Jornalista: Maria Carla
O Centro de Ensino Médio Escola Industrial de Taguatinga (Cemeit) irá sediar, neste sábado (31), a 4ª Conferência Distrital de Políticas para as Mulheres, entre 8h e 13h. O encontro deste sábado irá contemplar as mulheres que integram a denominada Região 3, que abrange os bairros de Águas Claras, Brazlândia, Ceilândia, Estrutural, Guará, Taguatinga e Vicente Pires.
A participação das mulheres é importante para discutir e definir políticas de promoção de igualdade entre homens e mulheres no Distrito Federal. Por exemplo, definir políticas públicas que visem, dentre outras ações, a erradicar a violência e a eliminar as diferenças salariais entre os dois gêneros. Um dado revelador da discriminação de gênero é a violência contra mulher. No Brasil, a cada uma hora e trinta minutos uma mulher é assinada tão-somente por ser mulher.
Pesquisa deste ano da Companhia de Planejamento do Distrito Federal (Codeplan) revelou que as mulheres do Distrito Federal ganham até 46% menos do que homens. O estudo sobre desigualdades de gênero e o perfil da discriminação aponta que as trabalhadoras do Plano Piloto têm salários 17% inferiores aos dos homens e as da Fercal recebem até 46% menos. O relatório demonstra que a renda média de uma mulher que trabalha no DF é de R$ 2.680 e a dos homens, de R$ 3.439. Essa realidade ocorre em todo o país.