Detran-DF lança 3º Prêmio de Educação de Trânsito

Até o dia 27 de setembro, alunos das escolas públicas e particulares e cidadãos em geral podem inscrever seus trabalhos no 3º Prêmio Detran-DF de Educação de Trânsito. O concurso cultural, promovido pelo Departamento de Trânsito do Distrito Federal busca incentivar o trânsito seguro e estimular o desenvolvimento de boas práticas nas vias públicas, de maneira lúdica e interativa.
Serão avaliados os trabalhos das seguintes categorias: Educação Infantil, Ensino Fundamental (1º ao 3º ano), Ensino Fundamental (4º ao 5º ano), Ensino Fundamental (6º e 7º anos), Ensino Fundamental (7º e 8º anos) Ensino Médio, Educação de Jovens e Adultos – EJA, Educação Especial, Universitário, Educador, Cidadão, Terceira Idade, Condutor, Motociclista e Ciclista.
A organização do prêmio em 16 categorias diferentes tem como objetivo permitir a participação de toda a comunidade no concurso, desde as crianças até os adultos da terceira idade. “Acreditamos que todos podem contribuirpara a promoção da cidadania no trânsito, apresentando obras inéditas que poderão ser incorporadas às ações educativas do Detran-DF”, explica a diretora de Educação de Trânsito, Ana Maria Moreira.

Edital e inscrições

As inscrições deverão ser realizadas exclusivamente pela internet, no link acima, até dia 27 de setembro de 2024, mesmo prazo do envio dos trabalhos. As informações completas, com os temas e as regras para cada categoria, podem ser consultadas no Edital, que também está disponívle no botão acima.

Premiação
Haverá premiação para os trabalhos selecionados em 1º, 2º e 3º lugar de cada categoria, com os valores de R$ 6,5mil, R$ 4,5 mil e R$ 3,5 mil, respectivamente. Também serão premiadas duas instituições de ensino – uma pública e uma particular – que alcançarem a maior pontuação no somatório das notas dos trabalhos entregues pelos alunos de todas as categorias. Cada instituição vencedora receberá o prêmio de R$ 10 mil. A estimativa de investimento na seleção é de R$ 237,5 mil.

Cronograma
Inscrições e recebimento dos trabalhos: 9 a 27/9
Resultado preliminar: 16/10
Período de recursos: 17 a 27/10
Resultado final: 4 a 8/11

Prêmio Detran-DF de Educação de Trânsito
O concurso, criado em 2017, visa promover a participação da comunidade nas questões relativas à segurança viária e disseminar a concepção de trânsito como direito de todos. A primeira edição do Prêmio contou com 234 inscritos e 42 vencedores, que receberam prêmios de R$ 2 mil a R$ 5 mil. Em 2021, na segunda edição, foram distribuídos R$ 241 mil em prêmios.

Premiação

Haverá premiação para os trabalhos selecionados em 1º, 2º e 3º lugar de cada categoria, com os valores de R$ 6,5mil, R$ 4,5 mil e R$ 3,5 mil, respectivamente. Também serão premiadas duas instituições de ensino – uma pública e uma particular – que alcançarem a maior pontuação no somatório das notas dos trabalhos entregues pelos alunos de todas as categorias. Cada instituição vencedora receberá o prêmio de R$ 10 mil. A estimativa de investimento na seleção é de R$ 237,5 mil.

Cronograma 

Inscrições e recebimento dos trabalhos:

Resultado preliminar: 16/10

Período de recursos: 17 a 27/10

Resultado final: 4 a 8/11

CEE 01 de Sobradinho promove Inclusão In Cena

O Centro de Ensino Especial 01 de Sobradinho convida todos e todas para um grande espetáculo. As apresentações incluem uma peça baseada na música do Rato, do grupo Palavra Cantada, a contação de história “O Casamento da Bruxa Onilda”, de Enric Larreula e Roser Capdevila, e uma divertida representação da Vila do Chaves. As atividades fazem parte do projeto Inclusão In Cena e ocorrerão no dia 19 de setembro, no Teatro de Sobradinho, em duas sessões: de 8h às 11h e das 14h às 17h.

O Inclusão In Cena visa promover a autoexpressão e a criatividade de alunos(as) com deficiência múltiplas, deficiência intelectual e transtorno do espectro autista do CEE 01, por meio do teatro. A proposta é criar um espaço inclusivo e acolhedor, onde cada estudante possa explorar diferentes formas de expressão artística.

Segundo a professora de Atividades e idealizadora do projeto Denise Bispo, as atividades são adaptadas para atender às necessidades individuais dos(as) participantes, proporcionando um desenvolvimento cognitivo, emocional e social. “O projeto valoriza a diversidade, incentivando o trabalho em equipe e a participação ativa de todos. Com apresentações teatrais inclusivas, a iniciativa busca conscientizar a comunidade sobre a importância da inclusão e dar visibilidade às habilidades artísticas desses alunos, reforçando a ideia de que todos têm um papel importante a desempenhar no mundo das artes”, ressalta a educadora.

Durante o espetáculo os(as) alunos(as) entrarão caracterizados, sem a necessidade de falas, priorizando a expressão corporal e a interação visual. Os(as) professores(as) darão todo suporte e assistência para garantir que todos(as) possam brilhar no palco de acordo com suas capacidades, promovendo um ambiente acolhedor e acessível.

Programa Justiça Comunitária do TJDFT promove curso de mediação para professores e orientadores educacionais

O Programa Justiça Comunitária (PJC) do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) realiza, no segundo semestre de 2024, o Curso Esperançar: mediação aplicada ao contexto escolar e ações para uma comunidade participativa. A ação é voltada para professores e orientadores educacionais das escolas públicas do DF e as inscrições estão abertas.

Faça sua inscrição

Aplicado ao contexto escolar, o Curso Esperançar tem o objetivo de trabalhar o protagonismo comunitário. Trata-se de uma perspectiva dialógica para reflexão sobre a realidade da escola: as necessidades, identidades, conflitos e potencialidades. O curso aborda a importância dos Círculos Comunitários Participativos (CCP’S) na construção de espaços onde é possível pensar a própria realidade e construir coletivamente caminhos para entender os conflitos, superá-los e desenvolver as potencialidades da comunidade.

Com carga horária de 36h, distribuídas em 12 encontros on-line, o Curso Esperançar será ministrado sempre no horário de 14h as 17h, nos dias 5, 12, 19 e 26 de setembro; 3, 10, 17, e 31 de outubro e 7, 14, 21 e 28 de novembro. É possível se inscrever até o dia 19 de setembro.

Programa Justiça Comunitária 

O Programa Justiça Comunitária (PJC) do TJDFT é coordenado pelas Juízas Gláucia Foley e Caroline Lima e tem mais de 22 anos de atuação. Criado em 2000 como uma iniciativa pioneira do TJDFT, o PJC contribui para a democratização do acesso à Justiça, por meio de métodos alternativos de solução de conflitos e de estratégias de emancipação comunitária.

Em 2005, o PJC foi o vencedor da 2ª edição do Prêmio Innovare, na categoria Tribunal de Justiça, e desde então tem sido apontado como referência nacional pelo Ministério da Justiça. Atualmente, o programa atua em três regiões administrativas do DF: Ceilândia, Taguatinga e Samambaia.

(Com informações do TJDFT)

Salomão Sousa: um Beirute, dois livros e 72 anos de vida

Salomão Sousa lança dois livros de sua autoria no próximo dia 18/9, quarta-feira, no Beirute da Asa Sul (CLS 109 Sul) a partir das 18:30. São os livros Certezas para as madressilvas, poesia vinculada ao mítico, à natureza e às desavenças emocionais, e Poesia e alteridade, que dá continuidade ao trabalho de pensar a desestruturação política, numa sociedade que passou a não se identificar com o seu tempo. “O homem atual deixou de reconhecer sua liberdade”, aponta.

O lançamento das duas publicações coincide com outra data bem feliz: Salomão completa 72 anos de vida no dia 19 de setembro. E quem comprar os livros concorre no sorteio de uma gravura original de Beto Nascimento. Um livro sai pelo valor de R$ 50,00, e os dois livros, por R$ 70,00.

Salomão conta sua inspiração para a escrita de Certezas para as madressilvas: “a poesia é minha praia, meu quintal, minhas adjacências, meu alimento. Escrevi este livro no momento do ódio, no meio do aquartelamento da descrença, na hora do vírus da morte. Esses elementos se impregnam na arte. Certamente a minha poesia não contribuirá para a pacificação, para desarmar, pois foi escrita quando inexiste a sabedoria interpretativa e sensorial. A sabedoria sucumbe quando há a virulência do fervor pelo que é material e dogmático. Numa hora em que as pessoas desprezam a si mesmas, há preferência pela destruição da liberdade incentivada pelas aleivosias dos escritórios da mentira. Estes poemas (e muitos outros) foram escritos quando as pessoas deixaram de se reconhecer, de valorizar os canais legítimos da existência e passaram a abarrotar os olhos com o fascínio pela violência. Não tomei morfina para escrever este livro. Não conseguia me doar, se isolado, esquecido, assinalado com o dedo da desconfiança (muitas vezes de pessoas íntimas de minha afeição), se precisava arrasar o ódio com o sentido de existir próximo a outras vidas, com os percevejos e ninfas, que instrumentalizam a realidade, apesar de existirem despercebidos. Só com a proximidade do que existe a poesia se confirma. Nestes poemas não desejei dominar o processo, mas permitir que a poesia agisse com espontaneidade e urgência, só nos momentos em que ela desejasse se manifestar.”

Já sobre “Poesia e Alteriadade”, explica Salomão que “é um livro que se constitui de dez textos, que, entre outros temas, trata da compreensão da poesia, dos limões que a iluminam; da geração da poesia goiana, à qual sou participante, que passou inicialmente pela opressão da ditadura; do romance Grande Sertão: veredas, de João Guimarães Rosa, como experiência do autor com a guerra hitlerista; do romance O Castelo, de Kafka, como obra que lembra que todos, numa organização totalitária, acabam sendo sacrificado pelo sistema; do romance Sob os olhos do Ocidente, de Joseph Conrad, que critica o oportunismo daquele que atua para tirar proveito do sistema autoritário; bem como da trapaça e do envenenamento político atual. Finalizo com um texto sobre alteridade, que julgamos ser um caminho pra que as pessoas se respeitem e manifestem cidadania respeitável. Precisamos descer do pedestal. Não adianta ficarmos na sacada reclamando da praga que cresce na calçada. Temos de descer para eliminá-la. A omissão é adesão à praga.”

Turmas EJA do CED São Bartolomeu recebem palestra sobre Lei Maria da Penha do Sinpro

O CED São Bartolomeu, em São Sebastião, é mais uma unidade escolar do DF a receber uma ação da Secretaria de Mulheres do Sinpro. Na noite do dia 10 de setembro, os e as estudantes da Educação de Jovens e Adultos da escola receberam, para uma conversa sobre o tema, as diretoras do Sinpro Solange Buosi e Lucilene Kátia, além de Mônica Caldeira e Silvana Fernandes, as duas últimas da secretaria de mulheres.

“Expusemos dados sobre o feminicídio no DF, e dialogamos com os e as estudantes sobre os indícios de um relacionamento tóxico, o ciclo da violência, as ferramentas de proteção às mulheres e de prevenção do feminicídio, como a Lei Maria da Penha”, conta Silvana.

“Conversar com estudantes da EJA sobre relacionamentos tóxicos a partir da lei Maria da Penha é muito fluido porque são pessoas que já tiveram ou têm relacionamentos e que a autorreflexão se dá em torno da não naturalização das violências. Além de tipificar cada uma das violências, a lei Maria da Penha mostra o ciclo da violência que não se desfaz quando a naturalização de comportamentos violentos são tolerados numa sociedade machista e patriarcal”, descreveu Mônica.

“A atividade foi voltada para os estudantes da EJA. Havia cerca de 40 estudantes assistindo à palestra, e alguns professores também participaram. Ao final do evento, muitos vieram nos agradecer. A fala, focada em atos do cotidiano, falou diretamente aos estudantes”, explicou Solange.

Contra calúnias, Escola Classe 03 da Estrutural promove abraço simbólico nesta quarta (11)

A desistência diante de um problema ou uma dificuldade nunca fez parte da história da Escola Classe 03 da Estrutural, e agora não será diferente. Em resposta a uma matéria caluniosa publicada em um meio de comunicação da capital federal, a unidade escolar promove nesta quarta-feira (11), às 7h30 e às 13h, um abraço simbólico. Os pais, mães e a comunidade escolar em geral estão convidados a participar deste momento.

Em três anos de existência, cada tijolo da EC 03 foi construído com o propósito de acolher, ensinar e transformar vidas, e é isso que a escola tem feito diariamente: educar com amor, acolher com respeito e cuidado, transformado vidas por meio do poder da educação. Após uma professora de contrato temporário ser devolvida, criou uma história que a sala de acolhimento aos autistas seria uma sala de tortura, fato totalmente incabível e mentiroso.

É diante desta calúnia e de todas as dificuldades enfrentadas pela educação que os(as) professores(as), orientadores(as) educacionais e profissionais da educação não se calarão e transformarão esta mentira em um movimento de amor e resistência.

O abraço não é apenas um gesto simbólico, mas um compromisso com o futuro das crianças, com a qualidade da educação que é oferecida e com o respeito que a comunidade merece. A Escola Classe traz como legado a luta por uma educação digna, humanizada e na disponibilização de um ambiente seguro, acolhedor e transformador.

O abraço simbólico será dado em volta da EC 03 da Estrutural.

Juventude Educadora – Pesquisa para traçar o perfil dos jovens trabalhadores da educação é prorrogada

Os(as) trabalhadores(as) da educação têm até o dia 15 de setembro para participar da pesquisa Juventude Trabalhadora em Educação, do Coletivo de Juventude da CNTE, que visa traçar o perfil dos(as) jovens trabalhadores da educação. Em parceria com a Escola Nacional Paulo Freire, o instrumento busca compreender qual o perfil dos(as) jovens trabalhadores(as) em educação e como se relacionam com o sindicato.

Atualmente, os(as) profissionais da educação mais jovens correspondem ao menor número entre filiados aos sindicatos. Segundo justifica a pesquisa da CNTE, a falta de acesso às memórias das lutas, de uma maior compreensão sobre os direitos trabalhistas, a ameaça dos gerentes e patrões, e a redução de renda pelo desconto da sindicalização são causas comuns que podem dificultar essa aproximação. “O objetivo é conseguirmos traçar o perfil desses(as) jovens trabalhadores(as) em educação em suas mais variadas formas de atuação, sejam esses(as) professores(as), funcionários(as) de escolas, efetivos ou contratados. Compreender a juventude hoje não é algo de curto prazo. Mas tê-los nos sindicatos é a garantia de que nos próximos 40 anos teremos lideranças em uma luta que não está fácil”, explica Luiz Felipe Krehan, coordenador do Coletivo de Juventude da CNTE.

“Esperamos que, a partir dos resultados dessa pesquisa, possamos dar luz para a situação da docência no nosso país, e dos trabalhadores e trabalhadoras em educação”, completou o também coordenador do Coletivo, Bruno Vital.

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Metodologia

Enquanto trabalhadores jovens, a pesquisa identifica aqueles que estão na faixa etária até 35 anos de idade. Ao longo do período de levantamento dos dados, até novembro de 2024, a pesquisa buscará identificar dois aspectos:

I- A situação desses trabalhadores (Quantidade; em quais condições de trabalho; qual a remuneração média; e tipo de vínculos trabalhistas); e

II- Quais os seus interesses (Quem são; como veem o sindicato; como se relacionam com a política, etc.).

“Que essa próxima etapa da pesquisa possa nos ajudar a alterar esse perfil da nossa categoria – em que os jovens ainda representam uma parcela pequena dos sindicalizados – e trazer a juventude para a nossa profissão, com muita garra, disposição e disponibilidade para fazer valer o direito de cada cidadão e cidadãs à educação pública em nosso país, com os enfrentamentos necessários”, considerou o presidente da CNTE, Heleno Araújo.

Além das representações da CNTE, o lançamento da pesquisa contou com a participação da deputada estadual por Goiás, Bia Lima, da senadora Teresa Leitão (PT-PE), da deputada estadual por São Paulo, Professora Bebel, da secretária de Juventude da CUT, Cristiane Paiva, e dos representantes da Escola Nacional Paulo Freire, Rafael Versolato e Vitor Alcântara.

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Ginástica acrobática: escolas do DF assistem e participam do torneio nacional

Um Centro de Convenções Ulysses Guimarães sempre lotado recebeu, entre os dias 5 e 7 de setembro, o Campeonato Brasileiro e o XI Torneio Nacional de Ginástica Acrobática. O torneio, que este ano aconteceu em Brasília, reuniu atletas de todas as idades e de todo o Brasil, e foi organizado pela Confederação Brasileira de Ginástica e pela Federação Brasiliense de Ginástica.

Na sexta-feira (6/9), diversas escolas públicas do DF compareceram ao Centro de Convenções para acompanhar as competições, e estudantes do Centro de Iniciação Desportiva (CID) Sobradinho e do Centro Olímpico da Estrutural estavam entre os inscritos.

Os atletas que participam do Torneio Nacional são iniciantes, intermediários e avançados. Os atletas que concorrem ao Campeonato Brasileiro são de nível mais avançado e disputam uma possível vaga na Seleção Brasileira de Ginástica Acrobática que, nesta semana, está em Portugal para participar do campeonato mundial. Dentre as equipes da seleção, dois trios são do Distrito Federal.

A Ginástica Acrobática é uma modalidade esportiva relativamente nova. Ainda não foi alçada a esporte olímpico porque precisa de um certo número de praticantes nos cinco continentes do planeta para ganhar esse status.

A modalidade se subdivide em três elementos: dinâmicos (lançamentos), estáticos (equilíbrio e flexibilidade e duplas ou grupos) e individuais (equilíbrio, flexibilidade e mortais).

Sinpro e Proem na Semana Escolar de Combate à Violência Contra a Mulher

A Escola do Parque da Cidade-PROEM é mais uma unidade escolar do DF a receber uma ação da Secretaria de Mulheres do Sinpro na Semana Escolar de Combate à Violência Contra a Mulher. Na tarde do dia 29 de agosto, os e as estudantes da escola receberam as diretoras do Sinpro Regina Célia e Silvana Fernandes, da secretaria de mulheres, para uma conversa sobre o tema.

“Expusemos dados sobre o feminicídio no DF, e dialogamos com os e as estudantes sobre os indícios de um relacionamento tóxico, o ciclo da violência, as ferramentas de proteção às mulheres e de prevenção do feminicídio, como a Lei Maria da Penha. Foi uma tarde bem proveitosa”, conta Silvana.

“Atendemos ao pedido da escola, para irmos conversar com os alunos na Semana Escolar de Combate à Violência Contra a Mulher. Foi um momento pedagógico importante não só pelo tema, mas por estarmos com adolescentes e numa escola que valoriza a pedagogia de projetos e a pedagogia histórico-crítica, que se relaciona com todos os temas abordados”, lembra Regina Célia.

“A palestra foi didática e dinâmica, segundo os estudantes. Esse evento foi a culminância de nosso projeto, pois trabalhamos a questão da violência contra as mulheres durante todo o mês de agosto”, conta a vice-diretora da escola, Luciane Queiroz de Freitas.

EC 18 do Gama investe em formação antirracista com Fórum META

A Escola Classe 18 do Gama realizou na última quinta-feira (5/9) o 1º Fórum META, Movimento de Educação Transformadora e Antirracista.

Na parte da manhã, os(as) responsáveis pelos(as) estudantes participaram de palestra da delegada Ângela Santos, da Delegacia Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, ou por Orientação Sexual, ou Contra a Pessoa Idosa ou com Deficiência (Decrin), dentro do programa Decrin nas escolas.

Os(as) professores(as) e demais profissionais da escola também participaram de formação para compreenderem os contextos associados ao racismo em todas as suas vertentes, e como a escola pode combater as práticas estruturais racistas que estão arraigadas na sociedade.

Ouviram palestra da professora doutoranda Ellen Cintra, sobre o acesso das pessoas negras brasileiras ao sistema escolar, da professora mestra Ildete Batista, sobre as marcas do racismo na infância e o papel da escola nesse processo e da Professora Doutora Dalva Martins apontando elementos da literatura que colaboram para o racismo, e apresentando novos eixos literários antirracistas. Por fim, a apresentação do projeto ENEGRECER do CEMI apresentado pela professora Eldemes e a estudante Ana Clara.

À tarde, os e as profissionais da escola participaram de uma apresentação de teatro Corpo Fechado, realizada pelos estudantes do CED 08 Gama sob direção do professor Valdeci Moreira.

“O primeiro Fórum META foi um sucesso. É mais um evento de nosso calendário que está inserido no projeto de educação Antirracista da Escola Classe 18 do Gama. Foi um momento importante de formação e informação para toda a comunidade escolar”, afirmou o diretor da escola, Thiago Paz.

 

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