Confira as datas e horários para a retirada dos kits da 2ª Corrida e Caminhada do Sinpro

No dia 29 de março, ocorre a segunda edição da Corrida e Caminhada do Sinpro. O evento será no estacionamento 9 do Parque da Cidade, a partir das 8h. As 2 mil inscrições estão esgotadas.
Serão duas modalidades: 5km de caminhada e 10km de corrida. A inscrição é gratuita para professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as). Para os demais, a taxa é de R$ 65.
Os kits serão entregues na sede e subsedes do Sinpro na semana da Corrida e Caminhada, mediante apresentação do RG de cada atleta. O kit é composto por camiseta, chip, garrafinha e número identificador.
Todos(as) os(as) participantes receberão medalhas. Já os troféus serão entregues para os primeiros colocados em categorias que são divididas por gênero, idade e inscrição (sindicalizados ou não).
Os kits poderão ser retirados na sede do Sinpro (SIG, quadra 6, lote 2260) e nas subsedes de Taguatinga (CNB 4, lote 3, loja 1), Gama (Área Especial 20/21, salas 42 e 44, Edifício Alternativo Center, Setor Central) e Planaltina (Avenida Independência, quadra 5, lote 18, Vila Vicentina) nos seguintes dias e horários:
Quinta-feira, dia 26/03 – 12h às 19h
Sexta-feira, dia 27/03 – 8h às 19h
Sábado, dia 28/03 – 8h às 17h (apenas na sede do Sinpro)
O professor(a) ou orientador(a) que efetuar a inscrição e não retirar o kit, só poderá participar da etapa do ano seguinte mediante pagamento de taxa de inscrição, a ser estipulada.
Mais informações na secretaria de cultura do Sindicato, no telefone 3343-4209.
Prestigie o evento! Categoria forte é a categoria unida.
Percurso da corrida
Percurso da caminhada
Regulamento

Sinpro será recebido pelo procurador-geral de Justiça do DF para tratar da ADI

Diretores e advogados do Sinpro serão recebidos nesta terça-feira (24) pelo procurador-geral de Justiça do Distrito Federal, Leonardo Bessa, para tratar da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI).

Embora o reajuste esteja confirmado pela prévia de acordo com a Lei nº 5.105, vale lembrar que ainda tem a parcela de setembro. Portanto é importante a mobilização de toda a categoria e presença de todos e todas na Assembleia Geral do dia 9 de abril.

Esperamos que a Justiça corrija esse desrespeito a um princípio que foi solenemente ignorado e que sobrecarrega professores que trabalham menos de 40 horas e possuem outra matrícula ou emprego.

Comissão de Negociação do Sinpro se reúne com o GDF nesta terça, 24

Está confirmada para esta terça-feira (24), no Palácio do Buriti, uma reunião entre a Comissão de Negociação do Sinpro e as secretarias de Educação e de Relações Institucionais do Governo do Distrito Federal. Nesta reunião serão discutidos pontos de interesse da categoria, exemplo da nomeação de professores(as) do concurso de 2013; o gozo da redução dos 20% de regência, previsto no Plano de Carreira; e a Comissão ainda pretende estabelecer um cronograma de negociação permanente para discutir a pauta de reivindicações da categoria, aprovada em assembleia do dia 7 de maio de 2014.

Professores temporários recebem 13º salário devido. Vitória da luta!

As pendências financeiras do GDF com os(as) professores(as) temporários(as) foram resolvidas nesta quinta-feira, com o depósito do 13º salário dos profissionais que encerraram contrato em 2014. Vitória da luta!
Este benefício deveria ser pago no dia 20 de dezembro de 2014. O Sinpro entende que foi um grande avanço a pressão realizada por toda a categoria durante este período. Pois na verdade este pagamento só seria feito pelo governo Rollemberg em outubro, sendo em seguida antecipado para o final de junho e após os 5 dias de paralisação, o GDF realizou o pagamento no dia 19 de março (quinta-feira).
Desde o final de 2014, o Sinpro realizou diversos atos, definiu um calendário de atividades, que incluía manifestações, panfletagens e acampamento na Praça do Buriti, pressionando o Governo do DF a pagar para a categoria o que é devido. Dentre os sete compromissos que o GDF afirmou cumprir no dia 27/02, estava este acerto financeiro para os(as) professores(as) temporários, que finalmente foi concretizado.
Segundo a Secretaria de Educação, todos os débitos com os professores em regime de contratação temporária foram quitados com o depósito feito na noite desta sexta-feira (20).

Professores temporários terão mesmo reajuste salarial dos professores efetivos

Os(as) professores(as) temporários(as) receberão na folha de março o mesmo índice de reajuste que será dado aos professores(as) efetivos(as).
O salário do(a) professor(a) temporário(a) tem como referencial as tabelas salariais dos efetivos. São de PQ3 para professores(as) que atuam nas disciplinas de áreas específicas e PQ1 para quem atua na disciplina “atividades”. O salário segue o valor do piso destas tabelas, sendo acrescentando os valores de auxílio-saúde e auxilio-alimentação.
O pagamento dos(as) temporários(as) é representado por horas-aula, mas quando a carga é completa a remuneração se apresenta como a das tabelas dos(as) efetivos.
Ressaltando que o Sinpro não concorda com o pagamento por hora-aula, imposto pelo governo Arruda (Lei n° 4036/2007) que alterou a forma do pagamento para os(as) professores(as) temporários(as) a partir de 2008.

Não vamos sair das ruas! 13 e 15 de março: os dois lados da trincheira

Em 13 de março, a partir da acertada iniciativa da CUT e com o apoio decisivo de movimentos populares nossos parceiros (como o MST, MAB, Levante, CMP e tantos outros), além da UNE e CTB, cerca de 200 mil trabalhadores da cidade e do campo, jovens combativos e militantes de esquerda, saíram às ruas de norte a sul do Brasil.
Em São Paulo, debaixo de uma chuva torrencial, ocorreu a maior manifestação com dezenas de milhares de participantes que, como em outros pontos do país, levantavam claramente suas propostas e reivindicações com base no “tripé”: defesa dos direitos dos trabalhadores (abaixo as MPS 664 e 665, não ao PL 4330), defesa da democracia (corrupção se combate com reforma política e essa se faz com Constituinte, como diziam as resoluções da Executiva e Direção nacional da CUT) e em defesa da Petrobras, patrimônio do povo ameaçada de privatização e da perda do controle do Pré-sal na esteira da Operação Lava Jato.
O 13 de março, com a CUT à cabeça, forneceu um ponto de apoio para a resistência popular à ofensiva da grande mídia, da direita e da oposição golpista, que vinham há meses preparando e convocando os atos de 15 de março! Ponto de apoio essencial para enfrentar a situação de aguda crise que atravessa o país, apenas quatro meses depois da vitória eleitoral de Dilma no polarizado 2º turno das eleições presidenciais de 2014.
Superamos todos os obstáculos
Não faltaram obstáculos a serem superados para o êxito do 13 de março. Desde pressões para não reagir à ofensiva da direita, passando pela manipulação dos jornalões para descaracterizar a nossa pauta, até setores que se dizem de esquerda e se negaram a participar dos atos, tachando nossa mobilização de “governista” para justificar sua linha de “nem 13, nem 15”. E isso quando nossa pauta destacava o combate às medidas de ajuste fiscal pilotadas pelo ministro Levy que atacam direitos trabalhistas!
Todos esses obstáculos foram superados pela garra e mobilização daqueles que garantiram a derrota de Aécio no 2º turno de 2014 e que, portanto, são os que têm mais autoridade para cobrar do governo Dilma suas reivindicações e a mudança da política econômica que empurra o país para a recessão!
O 15 de março e a manipulação golpista
Já o dia 15, que reuniu num domingo centenas de milhares (e não “milhões”, como pretendeu a PM de Alckmin ao inflar o ato de São Paulo em 1 milhão) em todo o país, foi convocado por empresários, partidos de oposição (PSDB, PPS, Solidariedade, PSB-SP e outros) que não ousaram dar a cara nas ruas, preferindo manipular um descontentamento real que existe na sociedade (e não só na elite), em particular de repúdio à corrupção, para canalizar tudo no “Fora PT e Fora Dilma”.
Senão vejamos o caso de São Paulo (que a Datafolha deu 210 mil manifestantes, o que tampouco deve ser subestimado): a Assembleia Legislativa mudou o horário de posse dos deputados para que caravanas do interior viessem à Paulista; horário de jogo de futebol foi mudado, a Globo fazia propaganda diária do 15, catracas do Metrô foram liberadas, setores conservadores de igrejas católica e evangélicas se juntaram à maçonaria e patrões que tentavam obrigar seus funcionários a participar, até mesmo dispensando turnos de domingo. Enfim, tudo foi feito para engrossar o ato.
Essa ampla frente, onde não faltaram cartazes em inglês e bandeiras dos EUA, é similar ao que a burguesia pró-imperialista faz hoje nas vizinhas Venezuela e Argentina, disseminando seu ódio de classe às organizações dos trabalhadores e do povo pobre!
E a reação do governo?
Numa situação em que o governo Dilma estava acuado, o PT (partido da presidente) paralisado e com sua bancada isolada no Congresso nacional (onde “aliados” como Renan e Cunha do PMDB, envolvidos na Lava Jato, querem livrar sua cara jogando a responsabilidade pela corrupção para o Executivo federal), todos e todas que garantiram os atos de 13 de março esperavam uma sinalização positiva à sua pauta.
Infelizmente, o governo não veio a público nem no dia 13 nem no 14. Esperou os atos do dia 15 para enviar os ministros à TV para promover o “diálogo” com os manifestantes. Coisas importantes foram ditas – como o fim do financiamento empresarial de campanhas e que Gilmar Mendes deveria liberar o seu voto no STF sobre o tema – mas no essencial, o Plano Levy de ajuste fiscal, o que se ouviu é que vai continuar!
Isso numa situação em que o Plano Levy está paralisando a economia do país, junto com os efeitos da Lava Jato na Petrobras: parando as obras do PAC, os ministérios, as Universidades públicas, o FIES, o lançamento da 3ª fase do Minha Casa Minha Vida, forçando Estados e Municípios a também fazerem cortes e mais cortes nos gastos públicos! .
É isso que decepciona os trabalhadores e a juventude e joga na confusão setores populares que os reacionários golpistas tentam manipular. É essa política que tem que mudar!
O que os atos de 13 de março deixaram evidente é que o governo federal tem que voltar à pauta do 2º turno das eleições presidenciais, pois a única saída positiva para a atual crise é reatar com a sua base social.
A reforma política, com o fim do financiamento empresarial de campanhas, tem que ser tocada através da Constituinte, pois como dizíamos na campanha do Plebiscito Popular, “com esse Congresso não dá!”, e não pode o governo se prender no respeito às  instituições que estão desmoralizadas (Congresso e também Judiciário).
A última pesquisa Datafolha (18/3), que registra queda de popularidade de Dilma, registra que a do Congresso é ainda maior!
O governo tem que avançar na reforma agrária, na reforma urbana e defender os investimentos da Petrobras no Pré-sal.
Para barrar a ofensiva golpista de direita, o governo tem que se voltar para as reformas populares que mobilizam a sua base social e permitem recuperar a confiança de setores populares manipulados por seus próprios inimigos (a direita reacionária).
Todos os prazos se encurtaram.
Intensificar uma jornada de luta!
Em 7 de abril está marcada a votação do PL 4330 na forma de um substitutivo que mantém a “terceirização ilimitada”. A CUT estará em Brasília nesta data para impedir esse ataque maior aos nossos direitos.
Neste 19 de março, a CUT se reúne com as entidades e movimentos, que conosco garantiram o sucesso dos atos do dia 13, para discutir a continuidade da luta, com a certeza de que não podemos abandonar as ruas para a direita e de que é preciso forjar um calendário de atos unitários de massa até o próximo 1º de Maio, pelas reivindicações, pelas reformas populares, pela Constituinte para a reforma política e em defesa do mandato popular dado a Dilma no 2º turno – na forma, pois é um mandato legítimo, e no conteúdo que lhe deu a maioria do povo brasileiro: barrar o retrocesso!
É hora de mudar a política econômica!
Retirada das MP’s 664-665! Não ao PL 4330! Abaixo o Plano Levy!
Fim do financiamento empresarial! Corrupção se combate com reforma política e Constituinte!
Em defesa da Petrobras!
 
Por Júlio Turra, diretor executivo da CUT Nacional

Convite para o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Petrobras

A diretoria colegiada do Sinpro-DF convida os(as) professores(as) para o lançamento da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Petrobras, a ser realizada nesta terça-feira (24/3), às 17h, no Plenário II, Anexo II, da Câmara dos Deputados.
É fundamental agora intensificarmos as manifestações contra a enxurrada de difamações cujo objetivo não é acabar com a corrupção, e sim entregar o patrimônio público à especulação financeira internacional. Defendemos a punição dos corruptos e corruptores, mas o que está por trás dos ataques são interesses privatistas pela desclassificação da empresa estatal brasileira.

Publicado resultado da prova de título do concurso de orientadores educacionais

Nessa segunda-feira (16), o GDF publicou no DODF o resultado preliminar da prova de títulos do concurso de orientador educacional realizado em setembro do ano passado. Os(as) aprovados podem acompanhar o trâmite e consultar no site da Quadrix, instituição que promoveu o certame.
Com essa publicação, o cronograma do concurso entra no período de recurso. A banca da Quadrix não divulgou ainda outro cronograma, mas informou que o GDF prometeu retomar o trâmite do concurso e os prazos previstos no edital, como esta fase recursal e a homologação.
A retomada do processo de seleção é fundamental em virtude da importância do orientador educacional na escola. A rede pública de ensino do Distrito Federal carece de orientadores. Algumas escolas ainda nem sequer têm esse profissional no seu corpo de servidores.

Prévia dos pagamentos contempla reajuste. Vitória da luta!!!

As prévias dos pagamentos dos(das) professores(as) já estão disponíveis para consulta e, com elas, o resultado da nossa luta. O Governo do Distrito Federal (GDF) registrou o pagamento do reajuste salarial de março, oriundo do plano de carreira.
Além disso, o GDF, por meio da Casa Civil, confirmou ontem (17) o pagamento da terceira parcela das férias e a primeira parcela do 13º salário, previsto apenas para junho.
Outra grande conquista foi a garantia do pagamento, no dia 20, dos atrasados dos(as) professores(as) contratados(as) sob regime temporário.
Vale lembrar que há o compromisso de o GDF realizar, até o último dia de abril, a quitação total dos atrasados de 2014.
Por tudo isso, é fundamental reafirmar que para chegarmos até aqui foi necessária muita mobilização e luta, iniciada em dezembro passado. A categoria se uniu e deu uma resposta que o governo não esperava.
Realizamos atos e definimos um calendário de atividades, incluindo até um acampamento na Praça do Buriti. Pressionamos o Executivo em diversas reuniões e também os parlamentares na Câmara Legislativa. Apontamos soluções para o impasse. Provocamos audiências públicas e fomos às ruas mostrar à população o que de fato estava acontecendo. Por fim, paralisamos as atividades por uma semana. Suportamos os ataques e continuamos firmes no nosso objetivo. Soubemos reagir e o resultado finalmente chegou.
O Sinpro parabeniza a categoria e reforça o chamado à assembleia geral do dia 9 de abril, quando definiremos os rumos do nosso movimento. A atividade será às 9h30, na Praça do Buriti.
Mobilização permanente
Mas é preciso que continuemos atentos e mobilizados. A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI), com a qual o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) tenta declarar inconstitucional os reajustes concedidos aos professores – assim como os de outras 30 categorias de servidores(as) públicos(as) do Distrito Federal -, nos últimos três anos, continua tramitando e o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) ainda não proferiu decisão.

Sinpro repudia cobrança de imposto sindical pela CSPB

Por decisão da Justiça movida pela Confederação dos Servidores Públicos do Brasil (CSPB) em julho de 2012, no próximo contracheque dos(as) servidores(as) haverá o desconto de 5% do valor de um dia de trabalho do(a) trabalhador(a). Este montante será destinado para a CSPB.
Nesta quantia que será descontada, nenhum centavo será destinado para o Sinpro, para a CUT ou para a CNTE. O Sinpro entende que o(a) trabalhador(a) deve optar caso deseje ou não se associar na sua entidade classista. Portanto, a cobrança deve ser feita apenas aos que desejam tal associação.
A CUT lidera uma campanha pelo fim do imposto sindical, mas infelizmente ainda não houve unidade em outros sindicatos, especialmente nas entidades “não-cutistas”.
Com certeza, a grande maioria dos(as) servidores(as) públicos(as) do país só toma conhecimento da atuação da Confederação dos Servidores Públicos do Brasil através deste desconto em folha.
O Sinpro repudia esta política e só realiza o desconto dos(as) profissionais que voluntariamente desejam se filiar ao Sindicato.
É necessário que a Lei seja revogada para que este repasse, que ocorre desde 2012, não seja realizado para esta instituição ilegítima.
Atenção: professores(as) que também são advogados e possuem carteira da OAB estão isentos deste desconto. Mas devem comprovar a regularidade junto à OAB na Gerência de Consignações e Benefícios (GECONB), mediante apresentação da carteirinha e pagamento em dia das mensalidades. O prazo para a apresentação deste comprovante é dia 19 de março (quinta-feira) e não será possível o ressarcimento posterior para quem não se apresentou dentro desta data.

Acessar o conteúdo