Escolas receberão A Aurora, novo espetáculo da Cia Burlesca

A Cia Burlesca apresentará, de forma gratuita, o espetáculo A aurora por espaços culturais independentes e Educação de Jovens e Adultos de escolas públicas de Brazlândia, Ceilândia, Planaltina, Plano Piloto, Santa Maria, São Sebastião e Taguatinga, entre territórios urbanos e rurais. As apresentações serão realizadas de 05 de setembro a 10 de outubro e as datas podem ser conferidas pelo link http://www.instagram.com/ciaburlesca.

A aurora é resultado de um projeto de montagem com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do DF e surge a partir da crença na educação como meio transformador de vidas individuais e coletivas, em contraponto ao ciclo perverso do analfabetismo que exclui milhões de brasileiros(as) de ser, criar e sonhar. O grupo oferece ainda atividades formativas voltadas para estudantes da Educação de Jovens e Adultos das escolas contempladas pelo projeto, para a partir do espetáculo construir cenas, poemas, desenhos ou qualquer outra manifestação artística baseada nos temas abordados e desejos levantados durante a oficina, que atravessam e dialogam com a obra teatral.

Em sua trajetória a Cia Burlesca busca questionar os diversos latifúndios impostos, que geram violências, desigualdades e opressões. A companhia enxerga a cena como uma possibilidade de sonho coletivo de democratização de todos os territórios, que pode ser materializado por meio da luta. Da Terra às Letras, tudo para o povo. Com ousadia para derrubar as cercas da ignorância e ocupar o terreno das palavras nasce A aurora anunciando um novo tempo, de compartilhamento, generosidade e construção coletiva.

 

Serviço

De 05 de setembro a 10 de outubro

Programação completa: http://www.instagram.com/ciaburlesca

Entrada gratuita

Acessibilidade: Interpretação de Libras e Audiodescrição

Duração: 50 minutos

Classificação: Livre

Informações: 61 98173-3450

1ª Feira de Exposição Povos Originários: Raízes do Brasil do CEF 02 de Brasília foi um sucesso

 

A primeira edição da Feira de Exposição Povos Originários: Raízes do Brasil do Centro de Ensino Fundamental nº 02 de Brasília (CEF 02 de Brasília) foi um sucesso. A atividade, que faz parte do Projeto Político-Pedagógico (PPP) da escola, foi realizada em duas etapas: uma na segunda-feira (2) e, outra, na quarta-feira (4).

O projeto está relacionado com a atuação da escola. Ou seja, a unidade oferta tempo integral e, em razão disso, o turno vespertino é dedicado ao currículo flexível. Além disso, entre as disciplinas, há uma denominada Cultura Afro-Brasileira e Indígena (CABI).Com isso, escola decidiu, este ano, trabalhar a pedagogia de projetos. A feira de exposição é o segundo projeto realizado esse ano pela instituição.

“Esse dos povos originários foi realizado durante mais de 2 meses e fizemos, dentro desse projeto, duas culminâncias: a primeira, na segunda-feira (2/9), que contou também com a participação do Sinpro, foi uma palestra proferida pelo professor Amarildo Souza, com participação de Lucas Marubo; a segunda, realizada na quarta-feira (4/9), fizemos uma exposição, uma espécie de museu, dos trabalhos realizados no bimestre”, informa Darc Lene Braga Pereira, professora de História e uma das coordenadoras do projeto.

Darc Lene atua em conjunto com a coordenadora Alexsandra Lima Machado Ferro e com o coordenador Matheus Ferreira no planejamento e execução dos projetos pedagógicos. Os trabalhos foram expostos durante o turno vespertino, com salas temáticas e apresentações de jogos indígenas sob a orientação do professor Eduardo Guimarães.”São sete salas de aula e cada sala expôs a partir de uma temática. Por exemplo, numa sala havia exposição de contos, redações; outra sala expôs grafismos; outra, comidas; mais uma com instrumentos que os e as estudantes construíram; e durante a exposição, fizemos, no pátio, apresentação de jogos, que o professor de jogos, o qual é professor de educação física, executou durante todo o bimestre. Ele apresentou três jogos, ‘arranca mandioca’, ‘uca-uca’, ‘galo de briga’ e ‘cabo de guerra'”, diz a professora.

Metodologia

O tema da atividade foi escolhido com a participação da equipe docente e estava atrelado ao objetivo do projeto. “O objetivo principal era o de formar professores e estudantes sobre os povos originários e a relação desses povos com a natureza, no sentido de mostrar que essa relação é imprescindível para a nossa sobrevivência humana. A construção do projeto ocorreu durante as coordenações coletivas e contemplou também  aulas de campo, com a visitação guiada ao Memorial  dos Povos Indígenas e ao  Santuário dos pajés.

A escola tem aproximadamente 20 professores que lecionam para estudantes com idades, no geral, entre 11 e 13 anos. O CEF 02 de Brasília é uma escola pequena com apenas sete salas de aula que abrange do 6º ao 7º ano. A feira foi um projeto interdisciplinar. Segundo a professora, todas as disciplinas, tanto as da BNCC como as do currículo flexível, participaram. Todavia, boa parte das atividades foram direcionadas para o turno vespertino, que era o currículo flexível, já que, à tarde, tínhamos um conjunto de disciplinas voltado para trabalhar de maneira integral com os e as estudantes”.

“No turno matutino, a escola oferta língua portuguesa, e, no vespertino, letramento. Assim, a participação de língua portuguesa foi com produção de contos, redações e histórias; geografia e educação ambiental, trabalharam a questão do território e, educação ambiental também trabalhou com lendas, construiu um amuleto e trabalhou a questão ambiental, abordando a preservação por meio do conteúdo do livro “Ideias para adiar o fim do mundo”, do líder indígena, ambientalista, filósofo, poeta, escritor, Ailton Krenak. Aliás, essa obra foi trabalhada também em língua portuguesa. Em História e CABI, foram trabalhadas sete etnias e foram responsáveis por fazerem o levantamento histórico dessas etnias”, explicou.

Professora pede ajuda para tratamento de câncer

Passando por um dos momentos mais difíceis de sua vida, a professora Ana Cristina pede ajuda da categoria para tratamento de câncer de tireoide (carcinoma papilar). A educadora foi diagnosticada com a doença em 2022 e desde então vem lutando bravamente com o tratamento.

Diante deste desafio, a educadora, que atualmente está lotada no Centro de Ensino Especial 02 de Brasília, tem tido dificuldades para manter o tratamento necessário, que é caro. Para arcar com os custos Ana Cristina necessita de R$ 20 mil, além de todos os medicamentos necessários para esta e outras comorbidades. Para ajudá-la nesta difícil batalha, os filhos organizaram uma vaquinha online. Qualquer contribuição, por menor que seja, será de imensa importância e fará uma grande diferença em seu tratamento.

O Sinpro pede a solidariedade de todos e todas em apoio a Ana Cristina nesse momento delicado. Para ajudar basta clicar nos links abaixo e fazer sua doação.

 

https://www.vakinha.com.br/4842136

Professora ensina sustentabilidade e cuidados com água em livro infantil

A Gotinha Gugu é a primeira publicação da professora Vany Lopes, da Escola Classe 502 de Samambaia. Conta a história de uma família de gotas que se perde por causa do desperdício de água praticado pelo ser humano. Com essa história, Vany busca conscientizar o público infantil da importância dos cuidados com a água e com a sustentabilidade.

A história surgiu há seis anos, e Vany decidiu, agora, transformar em livro a história que sempre contou a seus alunos. “Comecei a vender para os familiares, mas vou fazer o lançamento oficial do livro na Feira do Livro que a Escola Classe 502 de Samambaia vai promover em novembro”, conta a orgulhosa autora.

Além do livro, Vany também mandou confeccionar canecas, lápis e blocos de anotação. Todo esse material pode ser adquirido diretamente com a professora, pelo celular (61) 99167-5874.

Circuito Arte e Cidade apresenta: Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes

O Circuito Arte e Cidade promove a educação patrimonial e estimula a conexão entre Brasília e o público por meio de visitas teatralizadas imersivas e sensoriais pelas dependências e áreas externas do Centro Cultural Três Poderes, composto pelo Panteão da Pátria e da Liberdade, Espaço Lúcio Costa e Museu da Cidade. Realizado pelo Coletivo Entrevazios, a nova edição: Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes acontece de 17 setembro até 01 de novembro, com sessões terça e quinta-feira, às 14h30. E quarta e sexta-feira, às 9h30.

“Cidade Espetáculo abre um espaço de invenção e ludicidade em um dos lugares mais importantes da capital. Uma praça que é cenário de eventos solenes como posses presidenciais e atos políticos, agora ganha uma atmosfera lúdica e inventiva com a presença de três atores-mediadores que conduzirão as crianças para descobrirem segredos e curiosidades sobre o coração da cidade”, explica Luênia Guedes, coordenadora pedagógica do projeto.

Em parceria com a Todo Público – iniciativa que promove a inclusão e a diversidade por meio de experiências com arte e educação – as visitas serão inspiradas na metodologia do drama como método de ensino e ainda compostas por jogos de interação, contação de histórias e outras ferramentas para sensibilizar e incluir os estudantes nos espaços de cultura da cidade. Dessa forma, os participantes são incentivados a interagir com a cidade e provocados a vivenciar as histórias, os lugares e os conteúdos dos acervos do centro cultural.

A equipe de artistas-mediadores é multidisciplinar, além de atores, os mediadores têm experiência com mediação cultural, práticas artísticas, artes visuais, restauro, história e palhaçaria. Com um time multidisciplinar e sob a Coordenação Artística da Multiartista e Pesquisadora Maysa Carvalho, o projeto promete uma experiência poética e imersiva, unindo as potencialidades das artes e da educação.

As visitas são destinadas às Escolas Classes e instituições públicas que atendem crianças entre 6 a 10 anos do Distrito Federal. E, também, serão abertas ao público em geral, inclusive turistas, com o limite de 10 pessoas, além do grupo agendado, por sessão.  Para participar, as escolas deverão fazer o agendamento em: https://conecta.mediato.art.br/evento/cidade-espetáculo—aventura-nos-três-poderes. Há, também, a possibilidade de transporte sem custo para instituições escolares públicas, consulte a disponibilidade.

E no mês do Dia das Crianças, celebrado em outubro, o projeto oferece 4 sessões abertas ao público de todas as idades, que acontecerão nos dias 05 e 12 de outubro às 10h e às 16h. Para participar, basta chegar e aproveitar.

A iniciativa conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal.

 

Coletivo Entrevazios

Criado em 2014, o grupo vem propondo reflexões e diálogos contínuos sobre Brasília e suas poéticas, investigando as intersecções da cidade, arte, memória e os corpos que a atravessam.  Os desdobramentos artísticos do Coletivo incluem trabalhos como: o Livro de Artista ENTREVAZIOS (2014); a intervenção urbana O Estrangeiro (2015); a exposição instalativa De Ver Cidade – Brasília numa caixa de brincar, (2019); a intervenção poética de teatro de animação Lourença (2021); o minidocumentário Barraca de Memórias (2023); a exposição Percursos Inventados (2023) e o espetáculo-instalação Carrego O Que Posso, Faço Quintal Onde Dá (2024).

 

SERVIÇO

Circuito Arte e Cidade apresenta:

Cidade Espetáculo – Aventura nos Três Poderes

Data:  de 17 setembro até 01 de novembro

Terça e Quinta-feira: das 14h30 às 16h

Quarta e Sexta: das 9h30 às 11h

Local: Centro Cultural Praça dos Três Poderes

Agendamento:https://calendly.com/agendamento-todopublico/cidade-espetaculo ou agendamento.todopublico@gmail.com ou https://conecta.mediato.art.br/evento/cidade-espetáculo—aventura-nos-três-poderes

Informações: (61) 99309-7262

Saiba mais: @entrevazios e @todopublico.art

Acesso: Gratuito

 

Baú Comunicação Integrada

www.baucomunicacao.com.br

Camila Maxi – (61) 98334-4279

Michel Toronaga – (61) 98185-8595

Educação em Destaque fala sobre o Grito dos Excluídos

O episódio #86 do podcast Educação em Destaque, que vai ao ar nesta sexta-feira (06), às 12h, apresenta uma entrevista com o coordenador de Políticas Sociais do Sinpro-DF, Raimundo Kamir. Graduado em Artes pela Universidade de Brasília (UnB), Kamir é professor da Secretaria de Educação do DF, atuando como professor da disciplina de Artes na Educação Básica.

Na condição de dirigente sindical, Kamir é um dos responsáveis pela organização do “Grito dos Excluídos”, mobilização que tem seu ápice no dia 07 de setembro e que completa 30 anos nesta semana. Para saber mais sobre o “Grito dos Excluídos”: onde, como e quando participar, por exemplo, acesse, assista, curta, se inscreva no canal e compartilhe o link do programa.

Educação em Destaque é um programa semanal, que vai ao ar sempre às sextas-feiras, às 12h, produzido por Destaque 61 – Assessoria e Consultoria em Educação e Comunicação.

 

 

 

Parcerias com UnB e Rede Emancipa viabilizam cursinho do CEM 02 de Ceilândia

Desde junho deste ano, o Centro de Ensino Médio 02 de Ceilândia recebe as aulas do Cursinho Popular Ceilândia Norte – Emancipa. É um cursinho que atende a estudantes de outras escolas de Ceilândia, Taguatinga e Águas Lindas, além do pessoal do próprio CEM 02. O projeto foi viabilizado por duas parcerias.

Um programa de Extensão do departamento de História da Universidade de Brasília, que trouxe ao cursinho quatro bolsistas e diversos universitários voluntários. “Realizamos também parceria com a Rede Emancipa de Educação Popular, um movimento social que já atua no DF organizando cursinhos populares há 8 anos, e essa cooperação nos trouxe mais expertise e mais voluntários para atuarem na luta pela educação de nossos jovens”, explica o professor Luiz Jesus que, junto com os professores João Antônio e Raquel, são os coordenadores do curso.

As aulas ocorrem aos sábados, das 9 às 17h. Há duas aulas pela manhã e duas à tarde, com até 60 participantes. Os 25 professores e professoras, trabalhando em voluntariado, são profissionais da rede pública do DF, universitários(as) ou membros da comunidade local.

A equipe de professores(as) divide um calendário de aulas que está fechado e segue até o dia 7 de dezembro, quando terminam todos os processos de seleção universitária. “Temos também outras pessoas que não são professores, mas ajudam no apoio coordenando as atividades fora de sala, como preparação de lanches, organização de horários e atendimento aos alunos”, conta o professor Luiz.

 

Aulas e debates

Além das aulas quatro aulas de cada sábado, que já estão programadas, está prevista na grade horária do cursinho popular mais uma hora de debate, com temas escolhidos pelos(as) jovens. “Ou então levamos convidados para dar alguma palestra com temas sociais relevantes, que nos ajudam não só com a escuta ativa dos estudantes, mas também ajudam os jovens a desenvolverem suas habilidades de socialização e debates, bem como sua politização e consciência social – além do quê, os ajudam a elaborar argumentos para as redações que eles farão nos processos seletivos”, aponta o professor Luiz Jesus.

Coletivo de Juventude inicia projeto que une educação, desenvolvimento e defesa do meio ambiente

O Coletivo de Juventude do Sinpro colocou no centro dos debates a urgência de discutir e traçar estratégias de defesa do meio ambiente. Como principais ferramentas de conscientização e transformação, a educação emancipadora e a promoção de políticas públicas voltadas à garantia da preservação ambiental. Além de estudo e debates sobre o tema, o grupo aposta na vivência de experiências que tenham como filosofia uma matriz de desenvolvimento voltado à sustentabilidade socioeconômica ambiental.

O primeiro trabalho de campo do coletivo foi com o Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST). No último dia 31 de agosto, o grupo visitou o acampamento 8 de Março, localizado às margens da BR 020, na Fazenda Toca da Raposa, em Planaltina-DF. Lá, o Coletivo de Juventude do Sinpro conheceu algumas práticas das famílias acampadas desde 2012. Entre elas, o plantio de mais árvores, a produção livre de agrotóxicos e o desenvolvimento de espaços agroecológicos.

“Vivemos um colapso ambiental, e é urgente que tenhamos uma matriz de desenvolvimento distinta da adotada. Educação, desenvolvimento e preservação da natureza devem andar juntos. Quando isso não acontece, o que há é apenas destruição”, afirma a diretora do Sinpro e integrante do Coletivo de Juventude do Sindicato Ana Bonina.

Historicamente, o MST adota práticas que unem o direito constitucional à terra, com geração de trabalho e renda; ao direito à alimentação saudável livre de agrotóxicos, a partir da utilização adequada e responsável dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente.

“Ainda temos muito o que aprender com o MST. A Secretaria de Políticas Sociais vem dando todo apoio ao Coletivo de Juventude do Sinpro para que sejam feitos vários outros encontros, assim como a realização de mais trabalhos de campo com diversos povos campesinos. A vivência faz parte do aprendizado”, afirma o diretor do SInpro Raimundo Kamir.

O Coletivo de Juventude do Sinpro reúne professores(as) e orientadores(as) educacionais de até 39 anos, e tem como objetivo criar estratégias de atuação para as demandas das pessoas jovens da categoria. Interessados(as) em integrar o grupo devem enviar mensagem para os WhatsApps (61) 99661-8162 (Ana Bonina) ou (61) 99695-8364 (Raimundo Kamir) e falar do interesse em participar do grupo.

Acesse aqui o álbum de fotos

Meninos do CEF GAN na segunda fase da Olimpíada Nacional de Ciências

Quatro alunos do CEF GAN, na Asa Norte, participarão da segunda etapa da Olimpíada Nacional de Ciências (ONC). A competição é promovida pelo Ministério de ciência e Tecnologia entre estudantes dos anos finais do Ensino Fundamental. No GAN, Ícaro Samuel, Vincenzzo Ribeiro e Antônio Yam, do 8º ano, e Pedro Pereira, do 6º ano, todos sob orientação da professora Edriana Araújo de Lima, estão classificados para nova bateria de provas.

“O CEF GAN sempre participa das olimpíadas de Ciências e Matemáticas. Este ano, cerca de 15 alunos se inscreveram na competição”, conta a professora Edriana, orgulhosa. “A gente sempre incentiva os meninos e as meninas a participarem.”

Antônio conta como foi a prova: “algumas questões estavam até fáceis, mas no geral a prova estava bem difícil. Também foi difícil estudar tudo em apenas uma semana, mas eu estou bem feliz com esse resultado!”. Já o Ícaro está muito feliz por ter se classificado para a segunda fase: “Ganhei uma recompensa com essa classificação para a segunda fase, que pode me levar a ganhar uma medalha”. Vicenzzo também está muito satisfeito com a conquista: “Eu estudei muito, me esforcei muito, estou muito feliz por ter passado na primeira fase da ONC!”

A segunda fase da ONC acontece na próxima semana, com provas nos dias 12 e 13 de setembro. Quem vencer essa segunda etapa participa de solenidade de premiação aqui em Brasília.

A Olimpíada Nacional de Ciências integra o Programa Ciência na Escola e é uma realização de cinco Sociedades Científicas: a Sociedade Brasileira de Física (SBF), a Associação Brasileira de Química (ABQ), o Instituto Butantan, a Sociedade Astronômica Brasileira e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Se a sua escola também classificou estudantes em competições nacionais ou internacionais, conte pra gente! Mande um e-mail para imprensa@sinprodf.org.br.

Nota de pesar – Euridce José Freire

É com muito pesar que a diretoria do Sinpro comunica a morte da professora Euridce José Freire. A educadora aposentada faleceu na última terça-feira (03) aos 89 anos vítima de pneumonia e complicações em decorrência de Alzheimer.

Euridce Freire iniciou seu percurso na área educacional em 1967 e neste período foi coordenadora de escolas do Gama. Durante a ativa a professora trabalhou na Escola Classe 405 Sul, Escola Normal de Brasília e Centro de Ensino do Cruzeiro, sempre lutando pela democratização da educação à toda população e na incessante busca por uma educação de qualidade.

O velório e o sepultamento serão realizados em Trindade-GO.

O Sinpro presta toda solidariedade aos familiares e amigos(as) neste momento de dor e reconhece todo o legado deixado pela educadora para a educação pública do Distrito Federal.

Euridce José Freire, presente!

 

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