Curso de Extensão Escrita na Educação Infantil: inscrições até 3/8

Estão abertas e seguem até 3 de agosto as inscrições para o curso de extensão “Cultura Escrita na Educação Infantil”. O curso é vinculado ao Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil – Pro-LEEI no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada – CNCA e em parceria com a Secretaria de Educação do Distrito Federal – SEEDF. O curso é de 120 horas, e conta para formação continuada. As aulas começam dia 19 de agosto.

As aulas serão ministradas em formato híbrido, combinando atividades presenciais e virtuais, síncronas e assíncronas. O material de referência principal é a Coleção Leitura e Escrita na Educação Infantil, produzida em 2016 por professoras da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO). Outros recursos pedagógicos e acadêmicos também serão utilizados ao longo do curso. A carga horária total está distribuída da seguinte forma:

  • 33 horas de encontros formativos presenciais e virtuais síncronos, conduzidos por professoras formadoras locais, em 13 das Coordenações Regionais de Ensino e no Seminário de Encerramento;
  • 42 horas on-line, em lives no YouTube e atividades no AVAMEC Interativo;
  • 45 horas indiretas, destinadas a leituras e estudos autônomos.

[inscreva-se]

O Programa de Formação Continuada Leitura e Escrita na Educação Infantil (PRO-LEEI), promovido no âmbito do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada (CNCA), conforme estabelece a Portaria MEC nº 85, de 31 de janeiro de 2025, constitui se como uma ação estratégica voltada ao fortalecimento das práticas pedagógicas na Educação Infantil, com ênfase na linguagem oral, na leitura e na cultura escrita. No Distrito Federal, a implementação do Pro-LEEI será realizada por meio de uma parceria entre a Universidade de Brasília (UnB), a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF). Na prática, o Pro-LEEI chega aos profissionais da Educação Infantil com o curso de extensão “Cultura Escrita na Educação Infantil”, que é oferecido pela Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (EAPE). O curso será ministrado por professoras da UnB e convidados.

A proposta formativa do Curso de Extensão “Pro-LEEI: Cultura Escrita na Educação Infantil” dá continuidade à formação iniciada em 2024 e no início de 2025. Considera as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI), a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e dialoga com o Currículo em Movimento da Educação Infantil do Distrito Federal. Tem como eixos estruturantes as interações e a brincadeira, partindo da escuta sensível das crianças, compreendidas como sujeitos de direitos, produtoras de cultura e protagonistas do próprio processo de aprendizagem.

A formação visa também favorecer a análise crítica e a ressignificação das práticas cotidianas, à luz de fundamentos teóricos e metodológicos, respeitando os princípios éticos, políticos e estéticos que sustentam uma pedagogia comprometida com a equidade, a inclusão, a diversidade e a apropriação da cultura letrada. Essa abordagem busca promover a autonomia dos profissionais da Educação Infantil, reconhecendo-os como sujeitos ativos do processo formativo, e não apenas receptores de orientações. Valoriza-se, assim, os contextos e saberes individuais e coletivos, contribuindo para a garantia do direito das crianças a uma educação pública, democrática e de qualidade

 

Aumento de Exploração Infantil no DF motivou Cores do Ipê

A última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) aponta um aumento dos casos de exploração de mão-de-obra infantil na região do DF – principalmente com tráfico de drogas. Esses números preocupam o Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT 10), e motivam a Corte a promover a segunda edição do concurso Cores do Ipê, voltado para escolas públicas do DF, com foco em arte e conscientização social. A juíza Laura Morais, responsável pelo concurso, concedeu entrevista exclusiva ao site do Sinpro.

“Em 2022, a PNAD ainda contava 1,6 milhão de crianças em exploração infantil. Houve redução desse número em várias regiões, mas no DF houve um aumento significativo na época da pandemia. Aqui em Brasília o principal meio do abuso infantil é com tráfico de drogas”, conta a juíza.

A Juíza Laura Morais com convidados de evento no TRT. Ela está de blusa branca e blazer preto.

Laura Morais é Juíza do Trabalho Substituta no TRT 10 desde maio de 2007. Originária do TRT 8, que abrange os estados do Pará e Amapá, Laura entrou em março de 2023 para o Subcomitê de Erradicação ao Trabalho Infantil e Estímulo a Aprendizagem do TRT 10, e resolveu adaptar para as terras candangas o projeto Catavento, da Região Norte. “Adequamos o projeto Catavento, do TRT 8, para a realidade de Brasília. Queríamos um evento voltado para as escolas públicas, regionalizado”, conta a juíza. Nascia o Cores do Ipê que, em sua primeira edição, voltou-se para a região de Ceilândia, Samambaia e Taguatinga.

A ideia do concurso é mobilizar escolas, docentes e estudantes para o debate e enfrentamento dessa violação de direitos ainda existente na sociedade brasileira.

A juíza acredita que os trabalhos escolares de artes são uma forma de sensibilização para muitas questões sociais existentes: “A arte não recebe a devida importância nas escolas, mas é com ela que conseguimos sensibilizar para muitas pautas sociais existentes, dentre elas a erradicação do trabalho infantil, que é uma chaga muito forte, que faz as crianças abandonarem a escola, e serem privadas de seus direitos ao lazer, ao desenvolvimento mental.”

 

Exploração infantil leva a evasão escolar

Doutora Laura lembra que o trabalho infantil só é permitido na modalidade aprendiz, a partir dos 14 anos. “Nesse contrato especial, há assinatura de carteira, reconhecimento de direitos, a criança obrigatoriamente tem que estar matriculada na escola, e tem a aprendizagem como a parte prática para preparação e de capacitação. Se o trabalho infantil não está legalizado, dentro dessa modalidade, protegendo a crianças em todos os seus direitos previstos no artigo 227 da Constituição, que prevê a proteção integral da infância, ele não é bom.”

Qualquer forma de “trabalho” fora desses parâmetros é considerada exploração. “A criança é mão-de-obra barata, usada em tarefas perigosas ou mesmo criminosos, como tráfico de drogas e exploração sexual”, lembra a juíza.

Ela  traz dois exemplos de exploração degradante de mão-de-obra infantil: “as crianças que atuam na produção do palito de churrasquinho, por exemplo, cortam o palito até ficar fininho, o que lhes causa muitos cortes nas mãos. A produção do açaí, também, usa muita exploração infantil, as crianças sobem em árvores com facões nas costas. Muitas se ferem, acabam em cadeiras de rodas.”

A exploração infantil tira a criança da educação, do lazer, da saúde, e ainda traz o risco de acidentes, quando não acaba por lançar esse cidadão e essa cidadã em formação no mundo do crime.

 

Periferia e zona rural aumentam a vulnerabilidade infantil

A juíza do TRT conta que o concurso é voltado para as escolas públicas, de onde evadem todas as crianças que precisam complementar a renda familiar e acabam ingressando no mercado de trabalho infantil de forma irregular.

“Ano passado, o concurso começou pelas escolas de Ceilândia, Taguatinga e Samambaia. Ainda não temos estrutura para permitir a abrangência a todo o Distrito Federal, então estamos segmentando anualmente por CREs. Este ano, estamos trabalhando Sobradinho e Planaltina. Nosso objetivo é chegar sempre ao público vulnerável ao trabalho infantil.”

Em Sobradinho e Planaltina, além de exploração infantil em bares e postos de gasolina, há muitos registros de exploração infantil na área rural, onde a fiscalização é difícil. “O acesso à fiscalização é muito precário. Nas zonas rurais, a exploração de crianças na agricultura e nos afazeres domésticos beira a escravidão”, conta a Juíza Laura Morais.

 

Cores do Ipê com inscrições prorrogadas

As inscrições para o Concurso Cores do Ipê, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), foram prorrogadas até o dia 5 setembro. O envio dos trabalhos deve ser feito entre 8 de setembro e 3 de outubro. Nesta edição, o prêmio envolve as escolas das Regiões Administrativas de Sobradinho e Planaltina, com atenção especial à inclusão da educação indígena no DF.

As datas das etapas classificatórias foram reprogramadas. A primeira fase será concluída até o dia 24 de outubro, a segunda até 31 de outubro e a terceira e última etapa acontecerá até 7 de novembro. Já os resultados serão divulgados em três momentos: a primeira lista parcial no dia 27/10; a segunda no dia 31/10; e o resultado final está marcado para 28/11, durante evento presencial na sede do Tribunal. 

Houve outras alterações no edital do concurso, que agora não limita a participação de número máximo de estudantes por escola. E podem se inscrever estudantes de 6 a 17 anos das escolas de Sobradinho e Planaltina.

Nota de pesar | Maria Aparecida Saraiva Monteiro

Com profundo pesar, comunicamos o falecimento de, Maria Aparecida Saraiva Monteiro, aos 72 anos, ocorrido nesta sexta-feira, 25 de julho de 2025.

Orientadora Educacional dedicada da Escola Classe 20 de Ceilândia, Maria Aparecida, com seu jeito acolhedor e carismático, deixou marcas positivas por onde passou.

Deixa enlutados um filho e uma filha, além de muitos colegas, amigos e estudantes que tiveram a honra de conviver com sua presença generosa e inspiradora.

O sepultamento ocorrerá neste domingo, 27 de julho, às 17h, no Cemitério Campo da Esperança – Asa Sul:

📍 Setor A, Quadra 0701-2, Lote 2513.

A Diretoria Colegiada do Sinpro se solidariza com a família e amigos de Maria Aparecida.

Maria Aparecida Saraiva Monteiro, presente!

Cores do Ipê | Concurso do TRT para conscientizar sobre trabalho infantil prorrogado até setembro

As inscrições para o Concurso Cores do Ipê, promovido pelo Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (TRT-10), foram prorrogadas até o dia 5 setembro. O envio dos trabalhos deve ser feito entre 8 de setembro e 3 de outubro. Nesta edição, o prêmio envolve as escolas das Regiões Administrativas de Sobradinho e Planaltina, com atenção especial à inclusão da educação indígena no DF.

As datas das etapas classificatórias foram reprogramadas. A primeira fase será concluída até o dia 24 de outubro, a segunda até 31 de outubro e a terceira e última etapa acontecerá até 7 de novembro. Já os resultados serão divulgados em três momentos: a primeira lista parcial no dia 27/10; a segunda no dia 31/10; e o resultado final está marcado para 28/11, durante evento presencial na sede do Tribunal. 

Houve outras alterações no edital do concurso, que agora não limita a participação de número máximo de estudantes por escola. E podem se inscrever estudantes de 6 a 17 anos das escolas de Sobradinho e Planaltina.

Com foco em arte e conscientização social, o concurso propõe uma reflexão profunda sobre o trabalho escravo infantil, estimulando os(as) participantes a expressarem suas ideias e sentimentos por meio de obras artísticas. A ideia é mobilizar escolas, gestores(as), professores(as), orientadores(as) educacionais e estudantes para o debate e enfrentamento dessa violação de direitos ainda existente na sociedade brasileira.

Sobre a premiação, o primeiro lugar vai receber um tablet; o segundo, um smartwatch (relógio inteligente); o terceiro, um fone de ouvido. Além disso, os dez finalistas receberão brindes temáticos e os 50 participantes selecionados e suas escolas receberão certificado de participação.

A organização do concurso incentiva escolas a participarem ativamente, reforçando a importância da arte como ferramenta de transformação e da educação como espaço de promoção dos direitos humanos.

 

Inscrições para formação continuada da Eape começam 28 de julho; confira percursos oferecidos

Interessados(as) em participar dos percursos de formação continuada oferecidos pela Eape do segundo semestre de 2025 podem se inscrever a partir da próxima segunda-feira (28/7). O período de inscrições encerra no dia 10 de agosto.

Clique aqui e confira os percursos oferecidos. 

Os percursos são voltados para o desenvolvimento e capacitação profissional e oferecem aos(às) profissionais do magistério público uma oportunidade de ampliar conhecimentos, compartilhar experiências e aprimorar práticas pedagógicas. As formações abordam temáticas diversas e alinhadas às demandas atuais da educação, visando a fortalecer a qualidade do ensino.

Conferências Regionais das Mulheres, 26 e 27 de julho, debatem políticas públicas para o segmento; participe

Neste final de semana, mulheres do Distrito Federal se reúnem para as Conferências Regionais de Políticas para as Mulheres. Os encontros acontecerão dias 26 e 27 de julho, nas regiões administrativas de Ceilândia, Gama e Sobradinho, e são um importante espaço de discussão para a construção de políticas públicas voltadas às mulheres. O Sinpro convida professoras e orientadoras educacionais para se somarem à atividade.

“A participação das educadoras nas conferências é indispensável para que as demandas do nosso segmento sejam ouvidas e consideradas na construção de políticas públicas para as mulheres. Estamos diariamente nas escolas e conhecemos de perto as desigualdades, as violências e os desafios que impactam diretamente a vida das trabalhadoras da educação. Participar desse espaço significa fortalecer a luta por um DF mais justo para todas”, disse a diretora do Sinpro Berenice D’Arc.

Conferências Regionais

Serão realizadas três Conferências Regionais. (Veja locais abaixo). Além da realização de debates propositivos levando em consideração as especificidades locais, os encontros elegerão delegadas para a etapa distrital, que acontecerá no dia 23 de agosto. As atividades também serão um espaço preparatório à 5ª Conferência de Políticas para as Mulheres, que será realizada de 29 de setembro a 1º de outubro.

Para a professora Vilmara do Carmo, que representa o Sinpro no Conselho dos Direitos das Mulheres do DF, a participação de todas nas conferências é fundamental para denunciar as políticas nefastas do governo Ibaneis e apontar o DF que as mulheres desejam.

“Temos enfrentado inúmeros ataques à população de Brasília, especialmente às mulheres, por parte do governo Ibaneis. As conferências são espaços fundamentais de diálogo, de crítica e de apresentação das demandas das trabalhadoras em todo o DF. Por isso, nossa participação é tão necessária. Precisamos estar unidas para, juntas, apontarmos o caminho do DF que defendemos”, afirmou.

 

– Conferência Regional I –  27/07/2025: abrangendo as regiões administrativas de Ceilândia, Taguatinga, Samambaia, Sol Nascente/Por do Sol, Águas Claras, Vicente Pires, Setor Complementar de Indústria e Abastecimento (SCIA)/Estrutural, Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), Riacho Fundo II, Brazlândia e Arniqueira.

Local: Escola Parque Anísio Teixeira
QNM 27 Mod B – Ceilândia Sul

 

– Conferência Regional II – 26/07/2025:  abrangendo as regiões administrativas de Sobradinho, Sobradinho II, Planaltina, Fercal, Paranoá, Itapoã, Lago Norte, Varjão, Cruzeiro, Sudoeste/Octogonal, Arapoanga e Plano Piloto.

Local: Centro de Ensino Especial do Gama
EQ 55/56 AE Projeção 02 – Setor Central – Gama

 

– Conferência Regional III – 26/07/2025:  abrangendo as regiões administrativas de Gama, Recanto das Emas, Santa Maria, Candangolândia, Guará, Park Way, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo I, São Sebastião, Jardim Botânico, Lago Sul e Água Quente.

Local: Centro de Ensino Médio 01 de Sobradinho

 

Conferências Livres

As conferências livres também são parte das etapas que compõem a construção da 5ª CNPM. Os encontros são autoconvocados por coletivos de mulheres, movimentos sociais, entidades e organizações, e visam contribuir com propostas e eleger representantes à etapa nacional.

Neste sentido, o Sinpro realizará uma Conferência Livre no dia 15 de agosto, com o objetivo de fortalecer a participação das profissionais do magistério na construção da Conferência Nacional.

Mais informações sobre local, horário e como participar serão divulgadas em breve.

 

5ª CNPM

A 5ª Conferência Nacional de Políticas para as Mulheres (5ª CNPM) é um amplo processo democrático e participativo promovido pelo Ministério das Mulheres e pelo Conselho Nacional dos Direitos das Mulheres, em parceria com entes federativos e sociedade civil.

Com o tema “Mais Democracia, Mais Igualdade e Mais Conquistas para Todas”, a 5ª CNPM promove a escuta ativa e a representação plural de mulheres.

“É importantíssimo que as mulheres participem. São elas que estão nas cidades e que sabem aquilo que mais doem no dia a dia, as políticas que precisam ser implementadas, ampliadas ou criadas. Sem a voz delas, as conferências acabam perdendo o sentido. É essencial que tenhamos uma participação plural e englobe a diversidade que é a cara a mulher brasileira”, disse a diretora do Sinpro e secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-DF, Thaísa Magalhães.

Inscrições para a VI CNIJMA estão abertas até 8 de agosto

As inscrições para o VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (VI CNIJMA) foram prorrogadas até o dia 8 de agosto, especificamente para as escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal. Em razão da greve da categoria, realizada em junho, a Secretaria de Estado de Educação (SEEDF) e o governo federal divulgaram novo cronograma para as escolas do DF se inscreverem e apresentarem seus projetos para a VI CNIJMA.

O Sinpro reforça o convite para que os(as) professores(as) do Ensino Fundamental – Anos Finais participem ativamente do processo. Clique aqui para acessar o Memorando Circular Nº 65/2025 – SEE/SUBIN , que traz informações de como participar do VI CNIJMA e, aqui, para acessar o passo a passo. Além disso, confira, a seguir, o novo cronograma da VI CNIJMA no DF:

  1. Conferência Escolar: até 08 de agosto.
  2. Conferência Distrital: 21 e 22 de agosto.
  3. Conferência Nacional: 06 a 10 de outubro.

A SEEDF também convida a todos(as) os(as) interessados(as) a participar do grupo de WhatsApp dos professores(as) pelo link: https://chat.whatsapp.com/BhIyNddushi5L8oDSn85NT

A realização da conferência escolar é o primeiro passo fundamental, sendo necessário registrar a participação da escola no site do MEC até o prazo final. “Para facilitar a comunicação, criamos um grupo de WhatsApp com orientações, esclarecimentos e apoio direto aos professores interessados. Pedimos que, por gentileza, compartilhem o convite com as escolas de sua Regional”, informa a SEEDF.

VI CNIJMA

Em 2025, o tema da conferência é: “Vamos transformar o Brasil com educação e justiça climática”, e faz parte do movimento de preparação do país para a Conferência do Clima (COP30), em Belém (PA). Podem ser delegados da conferência crianças e adolescentes de 11 a 14 anos, matriculados do 6º ao 9º ano do ensino fundamental.

O Ministério da Educação (MEC) explica que a CNIJMA é um processo de mobilização de todas as escolas brasileiras que possuem pelo menos uma turma dos Anos Finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º ano) e que se trata de um convite para que as escolas desenvolvam jornadas pedagógicas por meio de pesquisas e produção de conhecimentos que contribuam com seus territórios no enfrentamento das mudanças do clima.

O principal objetivo da conferência é fortalecer ações formativas no campo da educação ambiental, para que as escolas se constituam como espaços educadores sustentáveis e resilientes. A iniciativa é organizada pelo MEC, Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A VI CNIJMA é um processo pedagógico, dinâmico, de diálogos e encontros, voltado para a valorização da cidadania ambiental nas escolas e comunidades a partir da educação ambiental crítica, participativa, democrática e transformadora.

Ao longo de cinco edições (2003-2018), a conferência envolveu mais de 20 milhões de pessoas, incluindo crianças, adolescentes, jovens, professores, gestores da educação e do meio ambiente. Esse histórico de participação e engajamento demonstra a importância e o impacto positivo deste processo pedagógico na construção de uma consciência ambiental e cidadã em nosso país.

Minidocumentário “Re(vi)vendo Êxodos” será exibido pelo Cineclube Mapati nesta sexta (25)

O Cineclube Mapati exibirá, nesta sexta-feira (25) às 19h30, o minidocumentário Re(vi)vendo Êxodos, inspirado no projeto Re(vi)vendo Êxodos – Identidade, Patrimônio e Meio Ambiente. O documentário foi dirigido pelo professor Luis Guilherme, coordenador do projeto, e estudantes do CEM Setor Leste.

Criado em 2001 por iniciativa da equipe de professores da área de Ciências Humanas do Centro de Ensino Médio Setor Leste, o projeto nasceu a partir de uma visita à exposição Êxodos, do renomado fotógrafo Sebastião Salgado, que faleceu em maio último.

A sensibilidade de Salgado ao retratar a dor humana e provocar reflexão inspirou os educadores a motivar seus alunos a buscar, no Distrito Federal, situações semelhantes às retratadas pelo fotógrafo em suas viagens ao redor do mundo, como: migração clandestina, refugiados políticos, luta pela terra, trabalho infantil, guerras civis, catástrofes ecológicas, invasões, população em situação de rua, sem-terra, fome, solidão, violência, entre outros temas.

A entrada no Cineclube Mapati é gratuita, mas é necessário retirar ingresso. Clique AQUI.

 

O projeto

O Re(vi)vendo Êxodos envolve trabalho em sala de aula com leituras de muitas obras, estudos aprofundados, seminários, debates, apresentações, entre outras atividades acadêmicas. Estudantes, monitores e educadores visitam cidades históricas, como Corumbá, Cavalcante, Pirenópolis, Cocalzinho, Urucuia, Sagarana, Chapada Gaúcha, e, na culminância do projeto, essas experiências compõem uma exposição fotográfica. Desde 2001, milhares de estudantes já participaram do projeto.

 

Com informações do Cineclube Mapati.

 

Serviço

📅 Data: Sexta-feira, 25 de julho de 2025
🕢 Horário: 19h30
📍 Local: Espaço Cultural Mapati – SHCGN 707, Bloco K, Casa 05, Asa Norte, Brasília/DF
🎞 Classificação indicativa: Livre
🎟 Entrada franca – Retire seu ingresso gratuito aqui:
https://www.sympla.com.br/evento/cineclube-mapati—minidocumentario-revivendo-Exodos/3044446

Apoio: FUNARTE, Ministério da Cultura
Fomento: SECEC/DF

📞 Mais informações: Telefone/WhatsApp: (61) 3347-3920

Educação em Destaque | Sandra Reis fala sobre os desafios da nova diretoria do Sinpro

Nesta sexta-feira (24/07) vai ao ar o episódio 125 do podcast Educação em Destaque, com a professora Sandra Reis, recém-eleita para a secretaria de Administração e Patrimônio do Sindicato dos Professores do Distrito Federal – SINPRO-DF.

A professora destaca os compromissos da nova diretoria do SINPRO-DF, que tomou posse no último dia 18/07, com avanços na conquista de direitos pela categoria docente.

Sandra também avalia a mais recente campanha salarial desenvolvida pelo sindicato e aponta as conquistas que foram alcançadas nas negociações com o Governo do Distrito Federal.

EDUCAÇÃO EM DESTAQUE é um programa semanal, que vai ao ar sempre às sextas-feiras, às 12h, produzido por Destaque 61 – Assessoria e Consultoria em Educação e Comunicação.

O programa é apoiado por: Sindicato dos Professores do Distrito Federal – SINPRO -DF; Clínica Saberes Neuropsico; Sindicato Nacional dos Técnicos de Nível Superior da IFES – ATENS-SN; Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE; Federação de Sindicatos de Professores e Professoras de Instituições Federais de Ensino Superior e Ensino Básico, Técnico e Tecnológico – PROIFES Federação; Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino no Distrito Federal – SINPROEP-DF; Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino – CONTEE.

 

Clube de Leitura Dandara dos Palmares debate o livro “O alegre canto da perdiz”, dia 7/8; participe

O Clube de Leitura Dandara dos Palmares, formado por professoras aposentadas da rede pública de ensino do DF, está com uma programação imperdível para o segundo semestre de 2025.

O próximo encontro, agendado para 7 de agosto, debaterá o livro “O alegre canto da perdiz”, de Paulina Chiziane. A obra explora as consequências do colonialismo em Moçambique, com foco nas experiências de três gerações de mulheres.

Clube de Leitura

Criado em 2024, o Clube tem o objetivo de estimular a leitura e reduzir o número de doenças mentais que acometem pessoas idosas. A atividade também permite a convivência em grupo, essencial para ter qualidade de vida.

Os encontros acontecem na Biblioteca Nacional de Brasília, toda primeira quinta-feira do mês, das 15h às 18h. Interessados(as) em participar podem entrar em contato com a professora Ana Maria dos Reis, pelo telefone (61) 99901-5970.

Confira a programação para o 2º semestre/2025

 – Agosto:  O alegre canto da perdiz, de Paulina Chiziane;

– Setembro: Canção para ninar menino grande, de Conceição Evaristo;

– Outubro: Em busca de mim, de Viola Davis;

– Novembro: O arroz de Palma, de Francisco Azevedo;

– Dezembro: Ainda estou aqui, de Marcelo Rubens de Paiva.

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