CEM 01 do Gama realiza passeata em repúdio ao feminicídio
Jornalista: Alessandra Terribili
A comunidade do CEM 01 do Gama realizou uma passeata contra o feminicídio e pela vida das mulheres na última sexta-feira, 23 de agosto. Vestindo camisetas brancas, a comunidade saiu às ruas levando cartazes, faixas e balões brancos.
A ação foi também uma forma de levar seu apoio a uma família que viveu uma tragédia. Na terça-feira, 20 de agosto, Juliana Soares foi morta pelo ex-namorado quando estava na companhia de sua mãe e de sua filha. Juliana era também mãe de uma estudante do CEM 01 – que esteve na passeata, acolhida pelos colegas que estavam muito sensibilizados com o ocorrido. A escola decretou luto de 3 dias.
“A passeata foi um ato de apoio à família e também de repúdio no que se refere ao acontecido, que se repete na sociedade ao qual muitas de nossas mulheres e meninas dessa comunidade escolar são vítimas de violências similares”, disse a orientadora educacional da escola Sônia Bolzan. Toda a comunidade se envolveu na construção do ato, com destaque para a participação do Movimento Estudantil Alternativo do CEM 01.
O feminicídio aconteceu em pleno Agosto Lilás, mês de conscientização pelo fim da violência contra as mulheres. Esta semana – 26 a 30 de agosto – é a semana de combate à violência contra as mulheres nas escolas do DF.
Documentário da Globoplay destaca projeto desenvolvido pelo CED Agrourbano sobre questões ambientais
Jornalista: Luis Ricardo
O Centro Educacional Agrourbano Ipê, no Riacho Fundo II, tem sido referência no respeito a questões ambientais e na preservação do meio ambiente. Por meio do projeto Sementes da Educação, criado pela necessidade de conscientizar a comunidade sobre a importância de preservar o meio ambiente com o uso de tecnologias sustentáveis, de baixo custo e multidisciplinares, a escola tem sido reconhecida internacionalmente por suas práticas e pelo projeto, que faz parte do plano político-pedagógico da unidade escolar.
Em mais uma prova de reconhecimento pelo trabalho realizado, a Globoplay está disponibilizando um documentário sobre o CED Agrourbano, responsável pelo projeto Sementes da Educação.
Além de promover a educação ambiental, preservar o meio ambiente, ajudar no desenvolvimento sustentável da comunidade, implementar projetos para serem utilizados pelos(as) professores(as) como ferramenta pedagógica e tornar o aprendizado mais significativo para os(as) estudantes, o projeto demonstra a aplicabilidade da teoria, possibilitando ao estudante uma visão mais abrangente e não um conteúdo fragmentado em disciplinas diferentes.
Na última sexta-feira (23/8), o CEF 20 de Ceilândia realizou a solenidade de abertura dos Jogos Interclasses, que na escola recebem o status de Olimpíadas. As 18 turmas da escola participaram do desfile de abertura.
Os jogos serão disputados ao longo desta semana (26 a 31/8), nas modalidades futsal, vôlei, basquete, handebol, queimada, xadrez, dominó, tênis de mesa, jogos eletrônicos e dança.
“A abertura das olimpíadas da escola é um momento importante para a nossa comunidade escolar, pois celebra o espírito olímpico que une todos os povos”, conta a professora de Educação Física da Escola, Sandra Reis da Costa.
Projeto Idealize comemora 10 anos construindo alternativas de diálogo
Jornalista: Luis Ricardo
A criação de um espaço reflexivo onde os(as) jovens, junto com seus parceiros, possam discutir sobre aspectos importantes da sua vivência juvenil em rodas de conversas é uma das premissas do Projeto Idealize, que este ano comemora 10 anos. Idealizado pelo Centro de Ensino Médio Integrado (CEMI), no último domingo (24) o projeto teve uma festa condizente com sua importância, reunindo estudantes, professores(as) e profissionais da educação.
A professora Francisca Mendes de Carvalho explica que o projeto apresenta uma discussão sobre o papel dos jovens na escola a partir de pesquisas feitas nas áreas da Pedagogia, Sociologia e Psicologia. Ela ressalta ainda que o fato de os jovens serem compreendidos apenas como estudantes e não como categoria, que têm demandas e expressões próprias, faz com que muitos não se identifiquem com a escola, propondo que eles(as) possam protagonizar ações protetivas na escola, promovendo a inserção de estudantes em situações de risco social.
Segundo pesquisa realizada pelos(as) alunos(as), o Idealize – Tecnologia em Rede para a Construção de Alternativas de Diálogo tem despertado o interesse da comunidade escolar e dos alunos do primeiro ano do Ensino Médio, que se sentem acolhidos pelos colegas veteranos e têm tido oportunidade de dialogarem sobre temas polêmicos, como os relativos às questões da sexualidade e os preconceitos e/ou discriminações a ela associados. “O Projeto Idealize promove ainda um espaço de diálogo onde os estudantes apontam soluções para os problemas que estes enfrentam tanto no cotidiano da escola, uma vez que estudam em tempo integral, como para os conflitos inerentes à própria adolescência”, finaliza Francisca Mendes.
O Projeto Idealize foi criado pela orientadora educacional Elia Martins e pela professora de Sociologia Rachel Otoni em agosto de 2014. Em 2022 foi coordenado pela supervisora pedagógica Francisca Mendes e pela orientadora educacional Meiriellen. Desde 2023 a professora Francisca continua trabalhando com os(as) estudantes, juntamente com a orientadora Patrícia Spíndola.
CRE e MPDFT realizam primeiro fórum de diversidade para combater o feminicídio no Gama
Jornalista: Maria Carla
A Coordenação Regional de Ensino do Gama (CRE-Gama) realizou, na quarta-feira (21/8), em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), o primeiro fórum de diversidade intitulado “Racismo e violência doméstica – Sobre reconhecimentos e condutas”. O evento foi criado a partir de um diálogo com a promotora Vyvyany Viana Nascimento de Azevedo Gulart, do MPDFT, que provocou o setor da educação pública dessa Região Administrativa (RA) a combater os altos índices de feminicídio.
Dados do MPDFT indicam que o Gama está em segundo lugar nas taxas de feminicídio do Distrito Federal. Para retirar a cidade dessas taxas subumanas de violência doméstica e de gênero, o ministério entente que é necessário haver uma parceria entre instituições públicas que compõem a RA a fim de pensar maneiras de lidar com a situação e empreender esforços para retirar o Gama dessa cifra alarmante.
“Como responsável pela mediação do diálogo junto ao MPDFT e pela curadoria da estruturação teórica do fórum, gostaria de destacar a importância de dois documentos para a construção de um trabalho sério e consistente sobre diversidade e direitos humanos no contexto da SEEDF: primeiro, Indicadores da qualidade na educação – relações raciais na escola (2023), construído e subsidiado a partir do diálogo de importantes movimentos, tais como o Ação Educativa e o Projeto Seta em importante interface com o MEC e com o MIR, e também pelo segundo documento que gostaria de destacar, o Relatório 7 da pesquisa sobre Atitudes discriminatórias em ambiente escolar, desenvolvido em pela parceria entre Inep e FIPE-USP. O nosso maior desafio hoje, tanto na prevenção da violência quanto na promoção da diversidade, é reconhecer que mais que conceitos, raça, gênero e identidade são maneiras de reconhecer dimensões concretas da realidade que, infelizmente, são majoritariamente marcadas por atitudes discriminatórias que inviabilizam, não só o direito universal à educação, mas elementos básicos de dignidade humana”, informa a professora e mestre Rebecca Reseck Wanderley Dias.
O fórum de diversidade ocorreu no auditório do Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos (Uniceplac), com participação de cerca de 400 professores(as) e orientadores(as) educacionais por turno. Além da CRE do Gama e do MPDFT, o fórum contou com a participação de Ângela Maria dos Santos, delegada Especial de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Religiosa, ou por Orientação Sexual ou contra a Pessoa Idosa ou com Deficicência (Decrin – Gama).
O MPDFT reconhece a capacidade da escola de mudar a sociedade para melhor por meio de uma educação cidadã. “A capilaridade e o alcance da escola pública na comunidade são fundamentais neste momento de combate à violência. Neste primeiro momento, resolvemos fazer um plano concreto de como podemos implantar medidas efetivas que, realmente, combatam a violência doméstica e de gênero por meio da educação e sobre os vários elementos que compõem tudo isso, como a questão de raça, de gênero, de classe etc.”, explica a professora.
Ela informa que o objetivo desse primeiro passo foi o de promover, entre todos e todas da escola pública, “a oportunidade de se reconhecerem como coletivos e pessoas reais dentro de concepções de gênero e das dificuldades cotidianas de lidar com o reconhecimento e o encaminhamento de casos concretos e possíveis casos de violência doméstica tanto no contexto protocolar da Secretaria de Estado de Educação quanto no contexto do fluxograma das instituições parceiras”.
O fórum da diversidade foi divido em dois turnos. No turno matutino, a mediação foi feita pela professora Rebecca Reseck Wanderley Dias (CRE – Gama), com a abertura artística do “Lidhy7” (Donas da Rima). A Mesa foi constituída pela professora Ana Caroline Gomes (CEMI-Gama), Ângela Maria dos Santos (delegada – Decrin); professora Dalva Martins de Almeida (CEMI-Gama); Laiane Vasconcelos Leão Velame (analista de serviço social do MPU); Luana Marilis (coordenadora pedagógica – EC 16 do Gama); Vyvyany Viana Nascimento de Azevedo Gulart (promotora do MPDTF no Gama).
No turno vespertino, a Mesa foi formada pela professora Ana Caroline Gomes; professora Dalva Martins de Almeida; Laiane Vasconcelos Leão Velame; Luana Marilis; e Vyvyany Viana Nascimento de Azevedo Gulart. Confira as fotos de Joelma Bomfim/Sinpro-DF nas redes sociais do sindicato.
Professores(as) da SEE-DF aprendem xilogravura no Espaço Renato Russo com Valdério Costa
Jornalista: Letícia Sallorenzo
No último sábado (24/8) Professores e alguns alunos da SEE-DF participaram de uma oficina de xilogravura no Espaço Cultural Renato Russo 508 Sul.
Na oficina, com duração de cerca de três horas, foram abordados diversos aspectos da história da xilogravura e algumas especificidades que compõem essa técnica (desenho, corte e impressão manual).
A oficina foi ministrada pelo professor Valdério Costa, professor de Artes Visuais e História da Arte da SEE-DF, Mestre em Artes Visuais pela Universidade de Brasília, poeta e artista plástico cadastrado pela Secretaria de Cultura do DF (com várias exposições individuais e participações em coletivas desde 1988) e que conta com obras em diversas coleções no Brasil e no exterior.
“Fica marcada a ideia de processo, em que o fazer se acumula como o estrato da tradição que vai ser trabalhada na contemporaneidade”, explica o professor e artista visual.
Além da oficina, a exposição “Memórias Gravadas”, também no Espaço Renato Russo, com obras do professor Valdério, está em cartaz até o próximo domingo, 8 de setembro, com exposição de xilogravuras e serigrafias.
CRE DE SAMAMBAIA REALIZA PLENARINHA E CIRCUITO DE CIÊNCIAS
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Nos dias 20 e 21 de agosto, a Coordenação Regional de Ensino de Samambaia promoveu simultaneamente 2 eventos regionais da SEEDF, a XII Plenarinha e o XIII Circuito de Ciências.
Na terça-feira, 20 de agosto, as 25 escolas da regional que atendem educação infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental visitaram o evento. No dia 21, foi a vez das instituições parceiras da regional.
A Plenarinha contou com a participação de 47 escolas. Foi realizada a exposição sob o tema “Eu sou assim e você como é?”, para trabalhar a diversidade, o reconhecimento e o pertencimento das crianças. A pedido da Regional, as escolas elaboraram estandes interativos: “Durante as visitas, os estudantes podiam vivenciar o trabalho daquela unidade escolar, entender como e por que aquele trabalho foi elaborado”, conta Michelle Camargo, Chefe da Unidade de Educação Básica da Regional de Samambaia.
Além da exposição, houve também contação de histórias e apresentações das escolas instituições.
XIII Circuito de Ciências
O Circuito de Ciências contou com a participação de 26 unidades escolares da regional de Samambaia. Houve apresentações sobre a importância e relevância da flora e da fauna do cerrado, além de exposições inovadoras, em que as escolas chegaram a criar até mesmo linhas de produtos cosméticos e jogos pedagógicos. O Sebrae fez apresentações sobre gamificação e robótica. No palco do Circuito também foram realizadas apresentações como as bandas do CED 407 e CEF 404.
O que mais chamou a atenção do público do circuito foi a desenvoltura e envolvimento dos estudantes ao apresentarem os projetos.
Alunos do CED 08 do Gama apresentam o espetáculo teatral Corpo Fechado contra o racismo
Jornalista: Luis Ricardo
A luta permanente contra os racismos estrutural e institucional tem se alastrado por todos os segmentos da sociedade, e a cultura não é diferente. Engrossando o engajamento nesta luta, estudantes do Centro Educacional 08 do Gama apresentam, dos dias 06 a 15 de setembro, o espetáculo Corpo Fechado no Espaço Semente (Gama Setor Central ao lado da Rodoviária).
O espetáculo, exemplo de Educação Antirracista praticada no chão da escola, contextualiza falas fortes e necessárias que ajudam a compreender a problemática racial e conscientizar a juventude, dando a ela o protagonismo. Essa é uma forma de valorizar o lugar de fala dos estudantes e contribuir para uma relação ensino/aprendizado menos assimétrica. Esse é um trabalho de teatro periférico que está conectado à pedagogia dos terreiros.
Corpo Fechado é um espetáculo teatral que tem como finalidade o despertar do sono profundo e a conscientização racial e social da juventude negra. Procura eliminar estereótipos e ressaltar arquétipos, libertando a corpo-oralidade dos sujeitos periféricos, salientando a sua gramática corporal, a sua ginga e o seu maneirismo.
Os ingressos podem ser adquiridos clicando aqui por R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia entrada).
Ficha técnica
Direção: Valdeci Moreira
Dramaturgia: Lelê Teles e Valdeci Moreira
Supervisão: Ricardo César
Elenco: André Crist, Artur Nunes, Geovana Yasmim, Miguel Crist.
Projeto incentiva estudantes da rede pública a serem escritores e ilustradores
Jornalista: Vanessa Galassi
Lançar o próprio livro é um sonho distante para muita gente. Na maioria das vezes, o entrave principal é a falta de oportunidade. Para abrir caminhos a escritores e ilustradores, o concurso literário “Minha escola tem história” vem percorrendo unidades escolares da rede pública do DF.
Ao todo, escolas de oito regiões administrativas (Sobradinho, Ceilândia, Planaltina, Samambaia, Estrutural, Gama, Cruzeiro e Recanto das Emas) participam da proposta idealizada pela gestora cultural Ester Braga. Estudante de escola pública, ela diz que conhece a dificuldade do acesso de estudantes da rede a escritores. “O objetivo é, a partir da educação e da cultura, dar às pessoas , principalmente as das regiões administrativas (do DF), possibilidade de alcançarem espaços que parecem distantes”, explica.
1ª edição do concurso literário “Minha escola tem história”
Essa é a segunda edição do concurso “Minha escola tem história”, nascida do projeto Jornada Literária “Histórias na sua Escola”, que leva contação de histórias aos estudantes. “Senti a necessidade de deixar algo mais, uma semente que pudesse germinar ali. Então, nasceu o concurso literário ‘Minha escola tem história’”, conta Ester Braga.
Como funciona
O concurso literário “Minha escola tem história” envolve estudantes da Educação Infantil e do Ensino Fundamental I e II.
Durante todo este mês de agosto, professores(as) das escolas que fazem parte do projeto vêm trabalhando com os estudantes temas que serão abordados nos textos propostos ao concurso literário.
Os estudantes do Ensino Fundamental I escreverão narrativas que valorizem o convívio com a natureza, sob o tema “O Planeta e Eu”. Já os alunos do Fundamental II produzirão textos com o mote “O outro e eu”, que trarão reflexões sobre o convívio com as diferenças, combate e enfrentamento ao preconceito social, religioso, racial, etário e de gênero.
Os alunos da educação infantil, ainda não letrados, farão ilustrações sobre “Educação Ambiental – Animais e Vegetação do Cerrado”.
A autora Flávia Ribas escreverá poemas para as ilustrações selecionadas na categoria educação infantil, e Romont Willy e Carmen Santhiago ilustrarão as histórias vencedoras do concurso no ensino fundamental.
Os textos e ilustrações serão avaliados por uma comissão julgadora composta por escritores renomados, indicados ao Prêmio Jabuti.
Premiação
A cerimônia de premiação do concurso literário “Minha escola tem história” será realizada dia 18 de novembro. O estudante vencedor ficará sabendo apenas na hora do evento, quando sua história será contada no palco, por contadores de história. Os textos vencedores se tornarão um livro.
Serão doados às escolas participantes 750 livros. Cada unidade de ensino também vai receber quatro livros de cada autor que integra a programação do projeto, totalizando mais 200 livros.
Contação de histórias
Também em novembro, terá início a programação itinerante da Jornada Literária “Histórias na sua Escola”, nas unidades de ensino. Serão promovidos encontros com escritores de livros infanto-juvenis. Dez autores e contadores de história se revezarão para levar a magia da literatura aos estudantes, nos dois turnos.
Estudantes de escolas públicas do DF fazem bonito na 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática
Jornalista: Luis Ricardo
Estudantes da rede pública de ensino do Distrito Federal foram premiados pelo desempenho alcançado na etapa regional da 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP). O projeto é dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (IMPA) e promovido com recursos do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), e participaram unidades escolares que ofertam Ensino Fundamental – Anos Finais, Ensino Médio e Educação de Jovens e Adultos – 2º e 3º Segmentos.
Criada em 2005 com o intuito de estimular o estudo da matemática e identificar talentos na área, a Olimpíada de Matemática objetiva estimular e promover o estudo da Matemática; contribuir para a melhoria da qualidade da educação básica, possibilitando que um maior número de alunos brasileiros possa ter acesso a material didático de qualidade; identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso em universidades, nas áreas científicas e tecnológicas; incentivar o aperfeiçoamento dos professores das escolas públicas, contribuindo para a sua valorização profissional; contribuir para a integração das escolas brasileiras com as universidades públicas, os institutos de pesquisa e com as sociedades científicas; e promover a inclusão social por meio da difusão do conhecimento.
O Sinpro parabeniza todos(as) os(as) estudantes premiados e reforça seu compromisso por uma educação cada vez mais plural, democrática e de qualidade para toda a população do Distrito Federal.