Atenção para as regras de utilização do quiosque grande da Chácara do Professor
Jornalista: sindicato
Para melhor atender aos professores e professoras, a utilização do quiosque grande da Chácara do Professor será feita de acordo com o Regimento Interno do Sinpro. Para reservar o espaço o(a) professor(a) terá de pagar uma taxa de R$ 100 (15% do salário mínimo) na sede do Sinpro com uma semana de antecedência, e assinar um termo de responsabilidade. Para utilizar os demais quiosques não será cobrada taxa, mas o(a) interessado(a) deverá fazer uma reserva prévia.
Projeto “PRESERVARTEPATRIMÔNIO” é destaque do Programa Alternativo
Jornalista: sindicato
O Programa Alternativo deste sábado (6) mostra, em um de seus blocos, o projeto PRESERVARTEPATRIMÔNIO, desenvolvido pela Escola Parque 308 Sul. Trata-se de um conjunto de ações pedagógicas com ênfase em artes, que promovem a educação patrimonial de Brasília para os estudantes. O projeto também visa o reconhecimento de personalidades que contribuíram com a construção e embelezamento dos espaços físicos da cidade. Segundo a professora Maria da Glória Bomfim Yung, responsável pelo projeto, entre outras atividades utilizadas para conscientizar os alunos, são realizadas excursões e aulas-passeios nas superquadras 107, 108, 307 e 308 da Asa Sul e em espaços culturais da cidade, patrimônio cultural da humanidade.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
A Diretoria do Sindicato dos Professores do Distrito Federal – Sinpro-DF – encerra o atual mandato (2010/2013) com a certeza de que muito valeu a luta travada para garantir novas conquistas e agradece a parceria da categoria nessa caminhada. E, com satisfação, convida para a posse da nova Diretoria Colegiada, eleita para o triênio 2013/2016.
A solenidade de posse ocorrerá no próximo dia 11 de julho (quinta-feira), às 20 horas, no clube da Asbac (Setor de Clubes Sul, Trecho 2).
A vida é assim…! Quando você menos espera vem uma notícia triste, muito triste, que nos entontece. Mesmo sabendo que a morte é uma certeza, ela mexe conosco, nos emociona, sangra nossos corações amolecidos pela dor. A pior dor, a perda, a separação.
Assim nos sentimos desde ontem quando nos surpreendemos com a informação da morte de um grande professor, um companheiro amigo, militante das causas educacionais, sociais, culturais e políticas em nosso Distrito Federal.
Morreu ontem, vítima de um AVC, o mineiro Jorge Ferreira. Além de poeta, foi um digno militante em defesa da educação pública, da cultura para todas e todos e participante ativo das lutas sociais, durante todos os seus 53 anos.
Jorge Ferreira foi diretor executivo de nosso Sindicato, na gestão 1989 à 1992, e ocupou a coordenação da Secretaria para Assuntos Educacionais e atuou, neste período, em Taguatinga, onde desenvolveu o comprometido trabalho de dirigente do Sinpro-DF.
Antes, ainda professor na base da categoria, participou da construção da atual Constituição, representando o Distrito Federal no Fórum em Defesa da Escola Pública.
Jorge sempre demonstrou compromisso com o país e com nossa cidade. Mesmo depois de se tornar empresário bem sucedido em Brasília, nunca abandonou o jeito simples de mineiro sonhador, contador de casos, poeta e amante da boa música. Tanto que em suas casas/bares, todas as portas são abertas para a cultura, o debate político e a música com suas variedades e diversidades.
Vai o amigo e ficamos nós, com a voz embargada, os olhos cheios de lágrimas e a saudade que aperta o coração e faz doer. Mas temos uma certeza: em um outro dia a gente se encontra… Lá, bem longe, além do horizonte.
Sinpro entra na campanha por uma educação ambiental mais forte
Jornalista: sindicato
A preocupação em fortalecer a educação ambiental no sistema de ensino do Distrito Federal ganhou o apoio do Sinpro no projeto IV Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (IV CNIJMA) –Vamos Cuidar do Brasil com Escolas Sustentáveis. O objetivo do projeto, uma ação conjunta do Ministério da Educação e das secretarias de Educação dos estados, é propiciar uma atitude responsável e comprometida da comunidade escolar com as questões socioambientais locais e globais com ênfase na participação social e nos processos de melhoria da relação ensino-aprendizagem, em uma visão de educação para a diversidade, inclusiva e integral. As escolas que integram o projeto participarão da Etapa Nacional, que reunirá 700 jovens de todo o Brasil, das redes públicas e privadas, debatendo sobre as escolas sustentáveis que estão construindo. Brasília será representada por 18 delegadas(os), 4 projetos de escolas sustentáveis e os 4 professores das escolas cujos projetos representarem Brasília na etapa nacional.
Os alunos iniciarão o projeto na Etapa Escolar da IV CNIJMA, que deverá acontecer até 31 de agosto. Na Etapa Nacional, que acontece de 25 a 29 de novembro, esses jovens irão aprofundar a temática, socializar os projetos e participar de oficinas temáticas. “O Sinpro apoia este projeto por concordar com o objetivo pedagógico, que é fortalecer a cidadania ambiental nas escolas e comunidades a partir de uma educação crítica, participativa, democrática e transformadora”, comenta a diretora do Sinpro Iolanda Rocha.
Em 2013, o Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE/MEC) destinou R$100 milhões para as escolas materializarem seus projetos e em 2014 e 2015 teremos mais. Em breve, a UnB estará oferecendo cursos à distância (extensão, aperfeiçoamento e especialização) em escolas sustentáveis, para os profissionais da educação que estiverem envolvidos nesta ação. Os profissionais interessados em participar da ação deverão procurar a Gerencia Regional de Ensino ou o Núcleo de Educação Ambiental da Secretaria de Educação do DF (3901-4427).
É com pesar que comunicamos o falecimento do professor e ex-diretor do Sinpro, Jorge Ferreira, ocorrido nesta terça-feira (02), no Rio de Janeiro. O velório ocorrerá a partir das 10h desta quinta-feira (04), na Capela 1 do Cemitério Campo da Esperança. O enterro será às 14h. Aos familiares e amigos nossa solidariedade neste momento de dor.
O Sindicato dos Professores no DF – Sinpro/DF é, historicamente, uma entidade que sempre trouxe para o seio da nossa categoria as discussões da cidadania, para além de sua dedicação à luta pelos direitos específicos dos professores e professoras, pais e alunos, por educação de qualidade, condições dignas de trabalho e salário justo.
Foi assim que seus dirigentes e militantes de base, unidos, enfrentaram a ditadura militar, participaram da luta pela anistia, pelas diretas já, por representação política para o Distrito Federal, entre tantas demandas da luta da sociedade brasileira por uma vida melhor para todos e todas, por uma nação soberana, igualitária, mais feliz.
Coerente com essa história, dirigentes e militantes do Sindicato dos Professores no DF têm acompanhado e participado, pacificamente, das manifestações no Distrito Federal, carregando, além das bandeiras da educação, as bandeiras da defesa da mulher, da demarcação imediata das terras indígenas, da democratização dos meios de comunicação para que, na condição de concessões públicas, trabalhem no sentido de prover ao povo o sagrado direito da informação, das reformas política e tributária, do Estado laico, da criminalização da homofobia, contra a redução da maioridade penal.
Na tarde do dia 25 de junho, tomamos conhecimento da possibilidade de o Congresso Nacional colocar em votação questões importantes como o aumento das verbas para a educação. A referida informação só foi confirmada no início da noite e, embora tenhamos feito a divulgação em nosso site, não houve tempo hábil para organizar uma mobilização da categoria.
Independente disso, diretores do Sinpro-DF foram ao Congresso Nacional para acompanhar as votações, quando um fato muito estranho e, em nossa opinião, emblemático, aconteceu e nos leva até nossa categoria para que, juntos, possamos fazer uma reflexão mais profunda.
Nosso ingresso no plenário a princípio foi impedido, pois só estavam franqueando a entrada de representantes do Ministério Público para acompanhar a votação da PEC 37. Após nossa insistência, conseguimos, finalmente, entrar. As galerias estavam lotadas de manifestantes. Terminada a votação da PEC 37, foi anunciada a votação dos itens referentes à educação brasileira.
Para nossos desgosto e surpresa, os antes combativos manifestantes se levantaram e deixaram, ali, o grupo que reivindicava recursos para a educação brasileira em todos os níveis. A debandada foi tão grande que os parlamentares poderiam, vendo a cena, entender que a pauta da educação não era de interesse de ninguém.
Não se espalhou aos quatro ventos que o governo estava retirando dinheiro da saúde e da educação para fazer a Copa do Mundo? Isso não ficou esquisito?
Os congressistas poderiam, mais uma vez, ter derrubado a proposta da Presidenta da República de dedicar 100% dos royalties do petróleo e 50% do dinheiro do pré-sal para a educação pública como já haviam feito antes, com projetos de conteúdo igual ou parecido. Felizmente, isso não aconteceu.
O esvaziamento das galerias, importante espaço de lutas, nos deixou um gosto amargo na boca. Por que as pessoas não se interessaram em garantir que o Brasil possa fazer uma revolução na qualidade da educação pública? Que gente é essa que não se interessa pela educação de todo um povo? Então, quais são os reais interesses que levam milhares de pessoas às ruas desse país?
Diante disso, chegamos à conclusão de que muito possivelmente, nem todos estão nas ruas pelos mesmos motivos que nós e nossos/as alunos/as.
Precisamos estar atentos para não embarcarmos numa onda que pode nos levar para o fundo das águas turvas de interesses inconfessáveis dos donos dos meios de comunicação, dos latifundiários, dos donos de bancos, dos desmatadores, dos sexistas, dos racistas, dos homofóbicos, de todos que há 513 anos insistem em fazer do Brasil um país de segunda categoria.
Vamos, sim, continuar nas lutas em que sempre estivemos, sem fazer o jogo do atraso da elite brasileira, que não quer reforma política, porque, para ela, está bem, como tudo está.
Convocamos, mais uma vez, como sempre fizemos, professoras e professores, alunas e alunos, pais e mães, trabalhadores e trabalhadoras em geral à luta pelos reais interesses do povo brasileiro. Todos/as ao grande ato chamado pela CUT Nacional, junto com as demais centrais sindicais e com o MST, a se realizar no dia 11 de julho, com o objetivo de destravar a pauta da classe trabalhadora no Congresso Nacional e nos gabinetes dos ministérios e, também, construir e impulsionar a pauta que veio das ruas nas manifestações realizadas em todo o país, nos últimos dias.
O Programa Alternativo deste sábado (29) mostra, em um de seus blocos, um projeto desenvolvido pela Escola Classe Aspalha, do Lago Norte. O Mais Educação, um programa do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FMDE),trabalha com os alunos em uma carga horária extra, oferecendo atividades artísticas e esportivas. “Escolhemos oficinas de acordo com as necessidades da escola, e oferecemos aulas de capoeira, dança folclóricas, informática, futebol, handebol e letramento. Este projeto atinge 152 crianças e a ideia é tornar a escola em tempo integral”, explica a diretora Fernanda Neves, comentando que os estudantes recebem, também, café da manhã, almoço e lanche da tarde.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Entendemos como legítimas as manifestações ocorridas no Brasil nos últimos dias. Esclarecemos que o Sinpro, legítimo representante da categoria de professores e professoras da rede pública do DF, não está convocando a categoria para greve geral nesta quarta-feira (26).
Uma feira diferente ganha espaço no Programa Alternativo deste sábado (22). Alunos e alunas do Centro de Ensino Fundamental Myriam Ervilha, de Samambaia, mostram a Feira das Profissões: Na escola também se faz escolhas, projeto que tem como objetivo auxiliar os estudantes na hora de escolher a carreira que seguirão no futuro. Durante várias semanas os alunos pesquisam curiosidades de várias profissões e depois expõem o conhecimento obtido na feira. “A escolha de uma profissão é muito difícil para muitos alunos. Com esta feira fica mais fácil, já que podemos percorrer os estandes e conhecer um pouco mais sobre várias delas. A escolha pode ficar mais fácil desta forma”, comenta um aluno do CEF.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.