A Coordenação de Educação Inclusiva da Secretaria de Educação (Coedin), solicitou às direções dos Centros de Ensino Especial que assinassem documento reivindicando a mudança do nome dos centros, de Centro de Ensino Especial (CEE) para Centros de Educação Básica Especializada (Cebes). Como esse assunto não foi debatido pela comunidade escolar, o Sindicato, após reunião com educadores(as) em vários CEEs, decidiu apoiar a decisão de não assinar o memorando 037/2013, e exigir amplo debate sobre qualquer mudança pedagógica proposta, como de resto determina a lei da gestão democrática.
No momento em que estamos consolidando a conquista de mais democracia e participação nas escolas, mais uma vez a SEEDF, agora através da COEDIN, perde a oportunidade de dialogar e construir coletivamente propostas pedagógicas.
Durante a semana a diretoria colegiada do Sinpro debateu com profissionais nos CEEs sobre a importância da participação de toda a comunidade escolar na Gestão Democrática, os direitos das pessoas com deficiência e a valorização do trabalho pedagógico desenvolvido nos centros de atendimento especializado.
Para a diretora do Sinpro, Neliane Cunha, a mobilização do Sinpro junto a professoras e professores, orientadoras e orientadores, além dos conselhos escolares dos Centros de Ensino Especial, no sentido de impedir medidas sem o devido debate com os interessados, pode ser resumida com a frase do pensador Boaventura Santos: “Lutar pela igualdade sempre que as diferenças nos discriminem, lutar pelas diferenças sempre que a igualdade nos descaracterize.”
E que prevaleça o debate para a construção coletiva com todas e todos que fazem parte dessa luta!
Itapoã e Paranoá realizam caminhada contra exploração infantil
Jornalista: sindicato
A rede social do Paranoá e Itapoã, mais uma vez, promoverá no próximo dia 17, sexta-feira, a Caminhada de Enfrentamento ao Abuso e Exploração Sexual contra a criança e ao adolescente junto à comunidade local. Neste ano a caminhada será realizada ao longo da Avenida Comercial do Paranoá.
A caminhada sairá da frente da Igreja Universal do Reino de Deus (ao lado da rodoviária do Paranoá) por volta de 8h30, até a praça central, próximo à Igreja Nossa Senhora dos Pobres.
O Coro Sinprônico, o Coral do Sindicato dos Professores, está completando três anos de existência nesta sexta, dia 10 de maio. Para marcar esse aniversário, o grupo fará uma série de apresentações em escolas da rede e em eventos na cidade.
Ao longo desses três anos o Coro Sinprônico cumpriu uma trajetória crescente de qualidade vocal e de interpretação. O maestro Tonicesa Badu assinala que é preciso dedicação, persistência e muito amor ao trabalho de cada cantor(a) que participa do grupo. “A cada subida de degrau vem a descoberta de como o canto é gratificante e benéfico para quem canta e quem ouve”, afirmou.
O Coro Sinprônico é um Projeto Cultural do Sinpro e está aberto à participação dos professores da rede pública sindicalizados e seus familiares.
Programa Alternativo deste sábado (11) mostra projeto Os 50 Anos Incríveis
Jornalista: sindicato
A comemoração dos 50 anos de existência da Escola Classe 312 Norte é um dos destaques do Programa Alternativo deste sábado (11). No dia 19 de abril alunos e professores organizaram o projeto Os 50 Anos Incríveis, com a exposição de corujas itinerantes (projeto de filosofia); relançamento de dois livros publicados em 2010 e 2011; teatro de mamulengo; roda de capoeira; e a apresentação de dança do projeto Ginástica nas Quadras para comemorar as cinco décadas de existência da escola. Ao final do dia os alunos fizeram uma apresentação especial com muita música.
O Programa, apresentado pelo SBT, vai ao ar sempre aos sábados, às 13h15, e mostra entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem sugestões para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.
Em reunião na manhã desta segunda-feira,,29, com o Fórum de Servidores Públicos do DF, o secretário de Administração, Wilmar Lacerda informou que o GDF reajustará em 22,69% o valor do auxílio-alimentação pago aos seus servidores. O valor total será de R$ 373,00.
O Sinpro foi representado na reunião pelos diretores Washington Dourado e Rosilene Corrêa, que salientaram que a reivindicação da categoria é o reajuste do benefício para o mesmo patamar do valor hoje pago pela Câmara Legislativa.
Turma de Taguatinga recebe certificado de pós-graduação
Jornalista: sindicato
O Sinpro entregou, no último sábado (27), o certificado de especialista em Educação: Gestão Escolar e Temas Contemporâneos para a turma de pós-graduação que fez o curso na subsede de Taguatinga. O evento de entrega, realizado na sede do Sindicato, contou com a presença de diretores do Sinpro, do professor Adão Francisco, coordenador do curso pela Universidade Federal do Tocantins, e da professora Olga Freitas.
O curso, que é realizado em uma parceria entre o Sinpro e a Universidade Federal do Tocantins e já formou três turmas, teve início em 2009 e faz parte de um investimento do Sindicato na discussão da Gestão Democrática das escolas públicas no Distrito Federal. No mês de maio o Sinpro fará a entrega do certificado de pós-graduação da terceira turma.
O Centro de Ensino Médio Elefante Branco, na 907 Sul, promoverá no dia 2 de maio, dia do futuro trabalhador, uma série de palestras e workshops relacionados ao estudante, à qualificação profissional e ao mercado de trabalho, a realidadea atual, oportunidades e perspectivas. Temas como a prática de seleção e elaboração de currículos, planejamento da carreira, tecnologia como diferencial para o mercado de trabalho, gestão do tempo, além de explanação sobre oportunidades de qualificação profissional serão objeto de debate com vários especialistas.
O público-alvo são os estudantes da rede pública de ensino do noturno (ensino médio regular e EJA) e estudantes do diurno (ensino médio regular) maiores de 18 anos. As inscrições para o evento, que será realizado no período de 18h30 às 22h30, podem ser feitas pelo endereço: http://goo.gl/2bw6v . Mais informações pelo e-mail: queroestudarcemeb@gmail.com .
Além das palestras de esclarecimentos, durante o evento o participante interessado poderá fazer inscrições e cadastros para participar de processos seletivos de estágio, emprego e cursos gratuitos.
IV Encontro de Mulheres Educadoras do Sinpro debate a construção da igualdade de direitos
Jornalista: sindicato
O segundo dia do IV Encontro de Mulheres Educadoras, promovido pela Secretaria de Mulheres Educadoras do Sinpro, teve início na manhã deste sábado (27), na sede do Sindicato, com um farto café da manhã e uma descontraída Ciranda, coordenada pela poetisa popular Lília Diniz. Durante uma hora, mulheres e homens cantaram e dançaram preparando o espírito para os debates que vieram logo a seguir. O painel sobre os “novos instrumentos e debates na sociedade pela construção da igualdade de direitos” foi aberto com a apresentação de um vídeo feito em homenagem à militante feminista Clara Charf, onde a própria militante nos chama atenção para a necessidade de “dar mais politização à luta das mulheres”.
A frase de Clara Charf explica o papel que a Secretaria das Mulheres Educadoras do Sinpro-DF vem desenvolvendo ao longo desses últimos anos. Como reforçou a coordenadora da Secretaria, Eliceuda França, “temos a tarefa de formar mais companheiras para a luta pelo fim da violência contra as mulheres e a busca pela construção de uma sociedade justa, solidária sem discriminação e preconceito”. Neste sentido, a atuação da diretora do Sinpro, Maria Augusta, e da orientadora educacional, Lucia Santis, na construção da igualdade e de combate ao sexismo, bem como no enfrentamento à violência doméstica a partir da escola foi homenageada com a entrega do II Prêmio Mulher Educadora – Cidadã do Mundo – ano 2013. Linguagem escrita e oral – Na primeira palestra, A linguagem oral e escrita na cultura de igualdade de direitos, a coordenadora da Secretaria de Organização do Sinpro, Maria Augusta, lembrou que a escola é o melhor espaço, o melhor palco para trabalhar a construção da igualdade de direitos. “Podemos fazer o debate com nossas alunas e alunos e abrir caminho para as mudanças”, explicou Augusta. Ela falou sobre a importância do uso da linguagem como instrumento para valorização da mulher. Lembrou que a presidenta Dilma Rousseff, durante sua posse, afirmou que queria ser chamada “presidenta” e que, apesar de nossa gramática permitir essa flexão de gênero, a imprensa insiste em não atendê-la.
“Não pense que fazer a flexão de gênero é pouca coisa. É uma forma de valorizar a mulher”, disse a diretora. Ela explicou que nossa língua não é machista, que somos nós quem a masculinizamos ao não flexionar os gêneros. Augusta convidou as professoras e professores presentes a usarem a flexão de gêneros em seus comunicados às mães e pais das alunas e dos alunos, lembrando que as mães são mais presentes nas escolas. Ao finalizar sua fala, a diretora recordou o papel vanguardista do Sinpro, primeiro sindicato a criar sua Secretaria de Mulheres, ressaltando a importância da manutenção desse papel na valorização das mulheres e no combate ao preconceito e à discriminação. Uso das Mídias – A coordenadora da Secretaria de Imprensa do Sinpro, Rosilene Corrêa, falou sobre o uso das mídias (internet, TV, rádios) contra a cultura sexista e racista. Rosilene explicou que, infelizmente, a mídia, ainda hoje, vende a imagem da mulher desvalorizada, da mulher objeto. “Até o que é visto como entretenimento, como diversão, traz a imagem da mulher desvalorizada”, afirmou a diretora, exemplificando com as mulheres seminuas que aparecem nos programas de domingo e com as propagandas de cerveja sempre vinculadas com a imagem da mulher “gostosona”. Rosilene destacou que nosso grande desafio é atualizar a comunicação.
“Nosso sistema de comunicação serve ao capital. Por isso ainda não conseguimos ter um novo marco regulatório”, explicou a diretora. Ela ressaltou a importância do papel da escola na luta para enfrentar o preconceito, promovendo a análise com alunas e alunos de como a mulher é tratada pela mídia. “Podemos fazer para ser aquilo que merecemos ser, investindo na mídia alternativa”, disse Rosilene destacando que a mídia alternativa é a única que não discrimina as mulheres e que dá espaço às lutas das/os trabalhadoras/es. A diretora aproveitou para convidar a todas e todos a fazerem parte no dia 1º de Maio da Campanha pelo Marco Regulatório da Mídia. Orientação Educacional – A terceira palestra do dia sobre o tema “Uma nova forma da Orientação Educacional no fortalecimento das relações na escola para igualdade de gênero” foi proferida pela orientadora educacional da Secretaria de Educação do DF, Lucia Santis. Ela falou que nossos valores estão arraigados no nosso comportamento dia a dia e que para garantir novos direitos temos que estar na luta todos os dias. “É a mulher que impede o homem de entrar na organização do lar. Afinal são as mães que ensinam os filhos as tarefas domésticas”, lembrou Lucia Santis. Segundo ela, precisamos estar atentas, pois, se não educarmos nossos filhos dentro de casa não conseguiremos trazer isso para a escola.
A orientadora educacional falou sobre sua experiência no trabalho que desenvolve junto à comunidade do Paranoá. Ressaltou a importância do trabalho conjunto, do envolvimento de todos os órgãos, como Conselho Tutelar, Secretarias governamentais, Batalhão Escolar, entre outros, para que o trabalho da escola tenha um resultado positivo. Destacou a importância de lutarmos para mudar o comportamento discriminatório da grande mídia. “Do mesmo jeito que ela trata a questão da mulher, trata o pobre e isso não pode continuar assim”, desabafou Lucia Santis. Ela falou ainda sobre o trabalho que desenvolve junto às alunas e aos alunos com o tema “como é a tua família?”, lembrando que nem todas as famílias são iguais, razão pela qual a escola não deve convidar só os pais para suas reuniões, mas também as mães, tias/os, avós/ôs.
Ao final do evento propostas foram discutidas e aprovadas pelos/as participantes compondo, assim, o Plano de Lutas 2013. Entre as propostas estão apoiar a reforma política com mecanismos de acesso das mulheres aos espaços no parlamento e no poder executivo; trabalhar uma política de formação que encoraje as mulheres a assumirem os espaços nas instâncias de poder e no movimento sindical; incluir, em todas as atividades formativas, questões de raça, etnia, gênero e diversidade; ampliar as atividades de sensibilização em relação às desigualdades de gênero nas escolas, com trabalhadoras e trabalhadores em educação; incluir, na pauta de reivindicações, a garantia de lotação das mulheres educadoras que estão amamentando, próximo a creches ou ao seu local de residência.
O IV Encontro de Mulheres Educadoras, promovido pela Secretaria de Mulheres Educadoras do Sinpro, teve início nesta sexta-feira (26) reafirmando a luta pelo fim da violência contra as mulheres e a busca pela construção de uma educação libertária e transformadora como ferramenta fundamental para alicerçar uma sociedade justa, solidária sem discriminação e preconceito. Com o tema Igualdade se Planta na Escola, o encontro, que acontece até este sábado (27), na sede do Sinpro, trouxe vários convidados que trocaram experiências e falaram sobre os avanços e as barreiras enfrentadas na luta contra o preconceito e a violência de gênero.
A primeira mesa, Por uma cultura da não violência e a consolidação da Lei Maria da Penha, contou com a presença das diretoras do Sinpro Neliane Cunha e Wiviane Farkas; da secretária de Mulheres da CUT-DF, Maria da Graça Souza; e da representante da CFEMEA, Luana Natalli. Abordando as organizações sindicais no enfrentamento à violência contra as mulheres, Graça Cunha explicou que há sete anos a sociedade comemorava a promulgação da Lei Maria da Penha, mas afirmou que mesmo com os avanços alcançados pela Lei, ainda há muito que avançar. “O Sinpro é um exemplo de luta pelo fim da violência contra a mulher, mas ainda precisamos lutar por três pontos importantíssimos: salários iguais; construção de creches públicas e um debate profundo sobre a educação integral, pontos que ajudam na luta das mulheres brasileiras”, analisou.
A representante da CFEMEA, que falou sobre racismo e violência contra as mulheres, disse que o número de vítimas de violência tem aumentado no Brasil, apesar dos avanços. “A Lei Maria da Penha ajudou na luta contra a violência, mas precisamos avançar. Parabenizo o Sinpro, que tem uma secretaria de mulheres, e também por toda a luta contra o racismo e a violência de gênero”. Coordenadora da Secretaria de Raça e Sexualidade, a diretora Wiviane Farkas disse que o Sinpro sempre levou o debate para além do Sindicato, participando de coletivos, seminários e eventos que trabalhassem a temática da luta contra a violência. “O Sinpro tem projetos que trabalham esta temática com alunos, professores e com a comunidade em geral, com objetivo de fomentar a luta contra exemplos de violência e intolerância nos mais variados segmentos”.
Na segunda mesa do dia, os convidados falaram sobre a Educação para emancipação e autonomia das mulheres. Explanando sobre Magistério – Instrumento de luta na construção da participação, formação e empoderamento político das mulheres educadoras, a vice-presidente do Comitê Regional da Internacional da Educação e Secretária de Relações Internacionais da CNTE, Fátima Silva, diz que o Brasil nunca teve tantas mulheres no cenário político e tem ganhado visibilidade em cenários que então eram reduto masculino. “Apesar de todas as conquistas, ainda há muito o que conquistar, principalmente no mercado de trabalho e nos segmentos políticos”.
Já a advogada feminista Eneida Vinhaes abordou o tema: Os avanços das mulheres e os desafios para a reforma política. “Hoje temos apenas 10% de representação feminina no Congresso. Isto mostra o quanto precisamos de uma reforma política”, salienta. A mesa foi encerrada pela fala da deputada federal Érika Kokay, que falou sobre a participação política das mulheres nos espaços de poder e decisão. Segundo a parlamentar, debates como este realizado pelo Sinpro são importantes para se entender quais são os direitos das mulheres e a partir daí lutar por suas concretizações. “A exclusão das mulheres no parlamento começa antes mesmo das urnas e é isto que precisamos mudar. Além disto, todas e todos temos a obrigação de reivindicar dignidade e respeito não só às mulheres, mas a todos os brasileiros”.
A coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Eliceuda França, enfatizou a importância do debate na construção de um cenário diferente para as mulheres e agradeceu a presença de todos no encontro. “Precisamos de emancipar a autonomia das mulheres não somente na politica, mas nas mais variadas ramificações da sociedade”, finalizou Eliceuda.
GDF encaminhará PL do Plano de Carreira na segunda, às 15h
Jornalista: sindicato
O GDF informou que entregará o PL do nosso Plano de Carreira oficialmente à Câmara Legislativa na próxima segunda-feira, dia 29, às 15h. A categoria precisa ficar atenta, pois, se necessário, o Sinpro vai convocá-la a comparecer à Câmara Legislativa para acompanhar a tramitação da proposta e, assim, pressionar para que sua apreciação ocorra de forma que garanta o pagamento de nosso reajuste.