Nota de pesar – Erine Brito Spíndola

 

É com grande pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora aposentada Erine Brito Spíndola, aos 61 anos. Ela deixa dois filhos e uma neta. O velório será realizado de 16h às 18h, desta segunda-feira (15), na Área Especial para Cremação, do Campo da Esperança (Asa Sul). Ela era professora de Educação Artística aposentada da Escola Parque 313/314 Sul.

Erine lutava contra um câncer agressivo na língua, descoberto em dezembro de 2023. Inclusive ela iniciou uma campanha para arrecadar fundos, pois precisava fazer com urgência uma cirurgia, que o próprio Sindicato divulgou.

O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas da professora Erine neste momento de grande dor.

Professora Erine, presente!

Entre resistências e lutas: saúde mental da população negra ainda em xeque

(*) Por Mariana Almada

Antes de começarmos a conversa, um breve silêncio se faz… Pelas resistências, pelas mulheres pretas e pardas, por nossa ancestralidade, pela história que foi, e com ela a necessidade de representar os que se foram e nos deixaram memórias registradas também em nossa pele e nossa luta.

Falemos aqui das duas questões que recaem sobretudo naquilo que chamamos de emoções e colocam em xeque a saúde mental da população negra, são elas: a exclusão social e o racismo. Conforme as regras do xadrez, a condição de quem se encontra em xeque evidencia situação de risco, ameaça, perigo.

No campo da exclusão: saúde mental em xeque!

Excluir é deixar de fora, é o que entendemos por não pertencimento. Todas as pessoas querem sentir-se de alguma forma pertencidas a coletivos, e que tal condição permita agregar valor, falemos em pertencer a uma árvore genealógica, a um clã, a um núcleo, a uma classe, ou a quaisquer outros segmentos sociais. Um direito, refutado desde o momento em que pessoas negras foram retiradas de suas próprias histórias e trazidas à escravidão.

Nossos antepassados saíram das senzalas para as ruas, para as periferias urbanas, ‘exclusive’ para casas ou empregos dignos. Não havia lugar para morrer ou para viver.

Desta forma, a vontade de construir algum vínculo de pertencimento é sofrida quando não validada e por isso há necessidade das lutas e resistências sobretudo na coletividade, uma maneira de obter respostas às questões internas ainda não respondidas. Aí acontece o sofrimento mental, uma oportunidade de olhar para tudo o que nos fez chegar até aqui. E isso é muito importante!

No campo do racismo: saúde mental em xeque-mate!

O racismo no que tange às questões de ansiedade e depressão, abrange todas as lutas internas, passadas e atuais, o que não são “pieguices” como dizem os reacionários que estão de fora. Essa prática se constitui em um outro caso de doença mental. Por isso, a importância da consciência negra e do conhecimento sobre os casos de racismos (racismo estrutural, ambiental, religioso, etc.) que testemunhamos, sofremos e que precisa levar-nos a gritar, contestar e levantar os punhos, algo que nos conduza refletir o quanto isso nos afeta enquanto seres humanos.

Sofrer injúrias, ataques que inferiorizam, desumanizam, abordagens policiais abusivas, são situações que podem nos remeter a todos os possíveis traumas da infância, os medos internos, gatilhos que nos remetem a tais sofrimentos. E lá vamos nós às nossas terapias (diga-se de passagem, inacessíveis para a maioria da população negra) buscar novos significados às dores causadas pelo racismo. Ao que ele nos causa: xeque-mate (ergamos os punhos novamente).

Dentre as complexidades, a matemática é simples: ao não pertencimento, em consonância com o racismo, entendamos que o que temos para hoje são as relações com tudo o que nos cerca. Tais violências subtraem a nossa condição humana.

Por isso, na coletividade negra, “escurecer” sobre a importância de nos reconhecermos frente às lutas, valores, oralidades, religiosidades, cooperativismos… como faziam nossos ancestrais, significa multiplicar potencialidades.

Erguer os olhos do coração, em posição de luta, importar no intuito de trazer para dentro de nós a força e a coragem por meio das mudanças que almejamos para o futuro, faz-se necessário.

Neste julho das ‘pretas’, façamos sempre mais! (ergamos os punhos novamente, compreendendo a dimensão simbólica que tal gesto enseja).

*Mariana Almada é professora, psicanalista e fotógrafa.

Programação da BDB conta com exposições sobre a luta do MST e também celebra o rock

A segunda quinzena de julho reserva ótimas opções culturais para o público na Biblioteca Demonstrativa Maria da Conceição Moreira Salles (BDB), do Ministério da Cultura,  aproveitando as datas do Dia Mundial do Rock (13 de julho) e Dia Mundial da Agricultura Familiar (25 de julho), promovendo a diversidade cultural e valorizando as manifestações artísticas pelo Brasil.

De 15/07 a 26/07, das 8h às 18h, para homenagear os trabalhadores do campo, a Galeria da BDB receberá a exposição de arte “Cultura Campesina: MST 40 anos”. A mostra celebra as quatro décadas de luta, atuação e conquistas do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), através de obras artísticas que retratam a vida e a cultura campesina. 

Também de 15/07 a 26/07, das 8h às 18h, a Biblioteca Demonstrativa apresenta a exposição literária “Rock ‘n Roll”. É uma oportunidade para os fãs explorarem obras sobre o gênero musical, que estão disponíveis para leitura e empréstimo.

No dia 18/07, às 19h30, o Auditório da Biblioteca Demonstrativa terá a apresentação do Maestro Renio Quintas e Trio, que interpretará composições autorais e fará homenagem à Brasília, onde o maestro vive há décadas e apoiou a consolidação do rock da cidade.

Já no dia 19/07, às 18h30, o Cine BDB apresenta o documentário “Rock Brasília – Era de Ouro”, dirigido por Vladimir Carvalho. Com duração de 80 minutos, o filme retrata a cena rockeira da capital federal nos anos 80, revisitando memórias e influências que marcaram a época e são celebradas até hoje.

Como parte das comemorações do Dia dos Trabalhadores Rurais e Dia Mundial da Agricultura Familiar, a Biblioteca Demonstrativa receberá o assentamento Canaã, de Brazlândia, no dia 25/07, das 8h às 18h, para realizar a Feira Agroecológica da BDB, reunindo produtores locais e oferecendo produtos orgânicos e frescos diretamente da terra ao consumidor, sem agrotóxicos e com manejo sustentável.

No Dia do Escritor (25/07), às 15 horas, o Auditório da BDB sediará a roda de conversa “Proteção Literária: entenda os Direitos Autorais”, com os técnicos Patrícia Monturil e João Guilherme Duarte, que representam o Posto do Escritório de Direitos Autorais da Fundação Biblioteca Nacional, localizado na BDB. O evento presencial, que também será transmitido pelo canal oficial da @bdbcultural no YouTube, discutirá questões fundamentais sobre direitos autorais, oferecendo esclarecimentos e orientação aos participantes.

A Biblioteca Demonstrativa

Todas as atividades culturais da BDB são abertas ao público em geral e inteiramente gratuitas. A Biblioteca também oferece amplos espaços para estudo individual com acesso Wi-Fi gratuito e um telecentro para aqueles que não dispõem de um computador, bem como uma área infantil acolhedora, com Gibiteca e HQs para todas as idades.

Os livros podem ser emprestados à comunidade mediante cadastro no balcão da Biblioteca, levando documento de identificação e comprovante de residência. 

A BDB está na EQS 506/507 (Asa Sul) e funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h.

Professora desenvolve projeto teatral no CEMI do Cruzeiro

A professora Letícia Cunha desenvolveu durante todo o semestre o Projeto Caminhos com alunos do CEMI do Cruzeiro que culminou com a apresentação da cena teatral “E Se Fosse Real?” no dia 12 de junho, no auditório da escola.

“A plateia era composta pelo quadro de professores da instituição de ensino, assim como da direção, supervisão, coordenação pedagógica, orientação pedagógica, sala de recursos e de apoio. Então todo o quadro de professores da instituição de ensino e gestores estavam ali presentes, além também dos convidados desses estudantes, os familiares, pai, mãe, tio, tia, primos, primas e irmãos, amigos também da própria instituição, foram prestigiar o trabalho desses estudantes que foi sendo desenvolvido ao longo do primeiro semestre. E também foi uma grandiosa honra para todos nós, tanto para os estudantes quanto para mim”, diz Letícia.

A aplicação do projeto se deu durante as oficinas de teatro ministradas pela professora (contratada temporariamente pela SEEDF), desenvolvido e criado por ela mesma,

com apoio do Projeto Teatro Rodas Colaborativo, com a participação de seis alunos (as).

O Projeto Caminhos nasceu com a pesquisa de dissertação da professora, na qual ela busca fortalecer o protagonismo dos jovens com o teatro e a mediação artística como forma de dar aos estudantes oportunidades para refletirem, dialogarem e produzirem arte, vivenciando uma experiência artístico-educativa.

Desta forma, ele potencializa a autonomia crítica, reflexiva e criativa dos (as) estudantes. Letícia Cunha crê que a mediação artística pode “provocar a sensibilidade, reflexão, articulação de ideias, criação artística, propiciando aos estudantes a participação em debates e reflexões sobre diferentes perspectivas”.

O Projeto

Neste primeiro semestre participaram seis alunos (as), cinco para a apresentação da cena teatral e um vinculado ao projeto de mídias sociais: Akira Costa, Hanna Geovana, Maria Laura, Sarah da Mata, Vitória Santana e Murylo Vinícius, com a direção da própria professora e a dramaturgia feita por todos (as).

Começou com os (as) estudantes da turma de teatro vivenciando jogos teatrais, de imaginação, improviso e também debatendo a obra “Café Müller” de Pina Bausch, proporcionando momentos de reflexão em diferentes contextos.

A partir daí, começou a construção de uma obra de releitura, partindo de três, a já citada “Café Müller” (indicada pela professora), “Alice no País das Maravilhas” e “Alice Através do Espelho”, indicadas pelos estudantes da turma como inspiração para a Cena Teatral “E se fosse real?” que seria produzida.

Ao mesmo tempo, os (as) alunos e a professora construíam cada personagem através das três obras. Para a criação da história e contextos desenvolvidos pelos (as) estudantes, a professora perguntou sobre o que eles gostariam de mudar na sociedade. A partir daí, foram levantados assuntos como hipocrisia, o preconceito, a fome no mundo, a padronização dos corpos femininos, dentre outros temas. Com isso, a construção artística de “E Se Fosse Real” prosseguiu mergulhada nesses assuntos e foi apresentada no dia 12 de junho no auditório da escola.

“Muitos dos estudantes estavam com as emoções à flor da pele, né? Com essa expectativa da apresentação, a grande maioria ali nunca tinha apresentado nenhum espetáculo cênico. Então pra eles era novidade e aí eles queriam desfrutar de toda essa sensação, essa emoção. Um dos estudantes comentou que estava em dúvida sobre qual curso realizar na graduação entre design, moda e artes cênicas. E aí no dia da apresentação, assim que acabou, ele virou para mim e falou, que era artes cênicas o curso que ele queria fazer para a vida dele. Então, é muito emocionante saber que a oficina, que as aulas de teatro, puderam proporcionar essa perspectiva para esses estudantes e impactar nessa tomada de decisão para o futuro profissional deles. Então, foi muito empolgante”, afirma a professora.

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4º EnPODERARIS ocorre no próximo dia 13 de julho

No próximo dia 13, das 13 às 17h, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público Federal no Distrito Federal (Sindsep) sedia o 4º EnPODERARIS, o encontro de Empoderamento das 53 áreas de relevante interesse social do DF.

ARIS é a sigla para Áreas de Regularização de Interesse Social – são regulamentadas pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) por meio da Lei do Plano Diretor de Ordenamento Territorial – PDOT, cuja última edição data de 2009. Essas áreas estão delimitadas no PDOT como áreas destinadas à regularização fundiária. Caracterizam-se por possuírem habitações irregulares e/ou ocupações informais. Em teoria, deveria ser a Lei vocacionada a garantir o direito à moradia digna para a população de baixa renda no DF (-5SM). Mas a verdade, é que até hoje muitos desses cidadãos não têm direito nem a água tratada da CAESB (Estima-se 200.000 habitantes não assistidos pela rede da CAESB).

A novidade para este 4o Encontro é que por meio de uma articulação com diversas entidades da Sociedade Civil organizada, o grupo conquistou na CLDF a criação de uma Frente Parlamentar em defesa dos direitos humanos e sociais para as 53 ARIS. É importante levar um documento final do 4o EnPODERARIS aos 8 deputados distritais que subscreveram o requerimento de criação da Frente Parlamentar.

Diversas entidades acadêmicas e da sociedade civil apoiam o evento.

O Sindsep fica no Setor Bancário Sul, qd 1 Bloco K, 16º e 17º andares.

O evento será transmitido pelo canal Vida e Água do Youtube, e no PDF abaixo tem QR Code para a inscrição dos participantes.

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Inscrições abertas para o curso de formação continuada Educação Antirracista e Práticas Insurgentes

Estão abertas até o dia 09/08 as inscrições para o curso curso de formação continuada Educação Antirracista e Práticas Insurgentes, oferecido pela ANPUH-DF (Associação Nacional de História), com carga horária de 30 horas.

Ele é destinado para docentes da rede pública e de escolas privadas, estudantes de graduação, pós-graduação e público em geral, com aulas das 19h às 22h, em modelo presencial (PPGHIS/UnB) ou virtual. As aulas começam dia 13/08.

Os associados da ANPUH não pagam inscrição, para os demais o valor é de R$50 (por PIX ou transferência bancária). 

São dois módulos principais. O primeiro é sobre “Festividades negras e resistências: samba e axé dão ritmo, a alegria e o tom de muitos festejos populares por todo o Brasil”, em que se debate as festividades e os ritmos negros como afirmação de resistência em diferentes temporalidades da história do Brasil.

O segundo é “Intelectualidades Negras: processos de existência e resistência”: o módulo privilegia a reflexão sobre as relações de poder que se materializam na construção das identidades nacionais, singularizando a atuação da população negra brasileira e suas subjetividades. Como as variadas formas de racismo e sexismo afetam o olhar e os conceitos de uma determinada identidade nacional. Visa destacar perspectivas positivas a partir de reflexões que se debruçam em estratégias de resistências, historicamente constituídas e por vezes invisibilizadas.

Ministram o curso as professoras Dra. Renata Melo (Presidenta ANPUH-DF), Dra. Ada Vitenti (Conselho) e a Ma. Keilla Vila Flor.

Link para inscrição, mais informações sobre os módulos das aulas, cronograma das mesmas e dados para fazer o pagamento, clique aqui.

Nota de pesar | Márcia Regina Carvalho

É com grande pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora aposentada Márcia Regina Carvalho, aos 65 anos. Ela não resistiu a uma parada respiratória seguida de derrame durante um procedimento cirúrgico.

O velório está em curso, iniciado às 12h30, desta quinta-feira (11), no Templo Ecumênico 02, do Campo da Esperança da Asa Sul. O sepultamento será às 15h.

“Ela estava com um líquido no coração e nos pulmões. Durante o procedimento médico de retirada desses líquidos, ela teve uma parada respiratória seguida de derrame”, informa Luiz Carlos Júnior, filho de Márcia.

Durante muitos anos, ela lecionou no Centro Educacional 08 (CED 08), no Guará II, até se aposentar. Era professora de português, formada em Letras-Espanhol, e dedicou bastante tempo de sua vida à educação.

O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas do professora Cremilda neste momento de grande dor.

Professora Márcia, presente!

 

Nota de pesar | Cremilda Alves Moreira

É com grande pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento da professora aposentada Cremilda Alves Moreira, nessa terça-feira (9), aos 64 anos.

A professora deixa três filhas, Ana Carolina, formadas em farmácia-bioquímica e professora universitária; Carla Camila, engenheira mecatrônica; e Isabela, artista plástica e professora de artes.

O velório será realizado a partir das 13h, desta quinta-feira (11), na Capela 07, do Campo da Esperança da Asa Sul e o sepultamento será às 15h. Ela era professora de biologia e matemática da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF).

O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas do professora Cremilda neste momento de grande dor.

 

Professora Cremilda, presente!

Muita alegria na Festa Julina do CEM 02 de Sobradinho

O CEM 02 de Sobradinho, realizou internamente a própria Festa Julina na tarde de sexta-feira (05/07), com apresentação dos (as) alunos (as), muita música, quadrilhas e barraquinhas, fazendo a alegria dos estudantes há 13 anos ocorrendo neste formato.

“Tivemos uma apresentação das equipes da gincana, porque a nossa festa é a culminância do trabalho da gincana, que a gente faz durante dois meses na escola. Tudo o que foi arrecadado pelos estudantes de gêneros alimentícios foi convertido na festa”, diz Ana Maria de Araújo, diretora da escola.

O evento contou com a participação de cerca de 500 pessoas. Havia uma barraca central, “mas os estudantes não compram fichas, não pagam nada. A gente serviu galinhada. Dois tipos de canjica (de amendoim, de coco), dois tipos de caldos, uma barraca de doces (que foi uma contribuição dos professores), cachorro quente, pipoca e refrigerante”, afirma a diretora.

A quadrilha foi formada por estudantes de todos os anos, que são as equipes da gincana, sendo três do matutino e três do vespertino, organizadas pela professora Darine (coordenadora pedagógica) e Thiago (professor de História). “Depois teve uma quadrilha do Terceirão, organizada pelos professores Pedro (Artes) e Wan (Educação Física) com todos os estudantes do terceiro ano, com o repertório sendo escolhido pelos alunos. Em seguida, uma quadrilha improvisada envolvendo funcionários, professores e estudantes” relata Ana Maria.

A avaliação da Festa Julina foi muito positiva para a diretora, “porque ela aconteceu com muita tranquilidade, não teve nenhum tipo de intercorrência, os estudantes foram muito colaborativos e os nossos professores muito atenciosos, servindo os estudantes o tempo todo durante a festa, então foi muito bacana”.

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Nota de pesar | Emanoel Alves de Andrade

 

É com grande pesar que a diretoria colegiada do Sinpro-DF informa o falecimento do professor aposentado Emanoel Alves de Andrade. Ele faleceu nessa terça-feira (9), aos 77 anos, no hospital Home, vítima de um infarto agudo do miocárdio.

O velório será realizado a partir das 12h30, desta quinta-feira (11), na Capela 08 do Campo da Esperança da Asa Sul e, o sepultamento, 15h. O professor ingressou na Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEE-DF), em 1974, para lecionar ciência biológicas.

O Sinpro-DF presta toda solidariedade aos(às) familiares, amigos(as) e colegas do professor Emanoel neste momento de grande dor.

Professor Emanoel, presente!

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