Nesta quarta-feira, dia 25, às 17h, a comissão de negociação do Sinpro será recebida pelo GDF. Esse é mais uma um encontro fruto da nossa mobilização e da força demonstrado nas assembleias e manifestações da categoria pelo avanço nas negociações. Depois do apoio manifestado pela bancada federal e represententas da UnB e OAB, o Sinpro foi procurado pelo GDF para a conversa depois da assembleia de ontem(24), quando as educadores e educadores se reuniram mais uma vez na Praça do Buriti onde um acampamento de protesto está montado há 16 dias.
TJDF concede liminar ao Ministério Público. Greve não é ilegal
Jornalista: sindicato
O Sinpro acaba de ser informado que o Tribunal de Justiça do DF (TJDF) concedeu antecipação de tutela à ação proposta pelo Ministério Público e não considerou a greve da categoria ilegal, mas estabeleceu restrições para o exercício desse direito. O Departamento Jurídico do Sinpro está reunido neste momento e assim que tiver uma posição sobre as ações que serão tomadas comunicará à categoria.
Em tempo: nossa luta continua e mais do que nunca é fundamental que todos participem das atividades do fim de semana e da segunda-feira, além de comparecerem em peso à assembleia geral na próxima terça-feira, dia 24, às 9h30, na Praça do Buriti.
Nota da CNTE: a greve do magistério do DF é legítima!
Jornalista: sindicato
A CNTE, mais uma vez, reitera apoio à greve dos/as professores/as do Distrito Federal e espera que o GDF honre o acordo firmado com o Sinpro, em 2011, na perspectiva de valorizar uma das carreiras de menor prestígio na administração pública local. Esse foi o compromisso assumido pelo Governador Agnelo Queiroz, desde a campanha eleitoral, e cabe ao Sinpro e a toda categoria cobrar seu cumprimento. Neste momento em que a greve do magistério público completa 42 dias, sem o devido atendimento da pauta de reivindicações pelo GDF, é lamentável que a Justiça do Distrito Federal profira decisão limitando a paralisação a 20% da categoria, fato que além de respaldar a inércia do GDF contradiz a decisão de legitimidade da greve.
A educação pública de qualidade, para todos e todas, é um direito da população do Distrito Federal e não há como alcançar seus objetivos com profissionais desvalorizados. Assim sendo, a CNTE espera que a Justiça intime o Governador Agnelo a apresentar uma proposta satisfatória à categoria, dentro dos parâmetros negociados há um ano com o Sinpro, a fim de resguardar os interesses da coletividade brasiliense.
Brasília, 24 de abril de 2012
Diretoria Executiva da CNTE
Bancada Federal reforça apoio à luta dos(as) professores(as)
Jornalista: sindicato
A Bancada Federal e representantes da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e da Universidade de Brasília (UnB) reforçaram o apoio à luta dos professores(as) durante visita ao acampamento da categoria, nesta segunda-feira (23), na Praça do Buriti, e se prontificaram em se reunir com o governo do Distrito Federal na tentativa de buscar um diálogo que possa colocar fim ao impasse. Para isto a bancada pretende solicitar uma reunião com o GDF ainda hoje para que seja construída uma proposta que venha ao encontro das reivindicações da categoria. Marcaram presença no acampamento o senador Rodrigo Rollemberg, os deputados federais Reguffe, Chico Alencar, Erika Kokay, Luiz Pitman, Izalci Lucas e Roberto Policarpo, além do presidente da OAB-DF, Francisco Caputo, e do reitor da UnB, José Geraldo de Sousa.
Durante os discursos todos foram unânimes em afirmar que o movimento dos professores(as) é legal e não será uma questão jurídica que colocará fim à greve, que é um direito constitucional do trabalhador brasileiro. “Os professores são os responsáveis diretos pelo sucesso desta nação e lutar pelos direitos desta categoria é lutar pelo nosso futuro. Precisamos reivindicar uma educação pública de qualidade e a bancada federal vai buscar um diálogo com o governo para que este impasse chegue ao fim e esta categoria obtenha êxito em suas reivindicações”, prometeu o reitor da UnB. Categoria mostra força e garra – Os professores e professoras deram mais uma demonstração de garra e determinação com carreata saindo das regiões administrativas e terminando na Praça do Buriti. Todos foram recepcionados por um animado bandeiraço. Em cada carro que chegava das regionais o sentimento era de força e certeza da vitória de nossa luta. É por tudo isto que precisamos continuar unidos, porque merecemos um tratamento mais digno e respeitoso do governo e, principalmente, uma proposta que contemple nossas reivindicações. Para isto devemos marcar presença em massa na assembleia desta terça-feira (24), às 9h30, na Praça do Buriti, porque o sucesso de nossa greve depende do empenho de cada um.
Cerca de 200 professores acompanharam, na arena montada na Esplanada dos Ministérios, as disputas do volei de praia. Os professores levaram para a arquibancada uma bandeira gigante escrita:”Agnelo: cumpra o acordo com as/os professoras/es. Sinpro-DF”. Acompanhar a final do volei de praia e torcer por nossos atletas foi uma das atividades definidas pela assembleia para dar visibilidade a nossa campanha. Nesta segunda, assembleias regionais serão realizadas nos mesmos locais de sempre, para avaliarmos nosso movimento.
Uma ilustração publicada na edição deste sábado do Jornal de Brasília deixou a categoria indignada pelo desrespeito ao nosso movimento. Ao retratar a figura de um professor cansado, que apagava a palavra de greve num quadro e escrevia “eu voltei”, o Jornal de Brasília não podia estar mais distante da realidade da luta da categoria. Acreditamos que até para ser engraçado é preciso ter responsabilidade, pois a greve não acabou e somente a categoria, reunida em assembleia na próxima terça é que deliberará sobre os rumos do movimento. Estamos unidos em torno das nossas reivindicações e recebemos apoio da sociedade por onde passamos.
O Sinpro repudia a tentativa de atingir nossa organização e lamenta que essa visão distorcida tenha sido divulgada desta forma.
Professoras (es) fazem marcha no aniversário de Brasília
Jornalista: sindicato
As professoras e os professores das escolas públicas continuam na luta e realizaram na manhã deste sábado uma bela marcha pela educação na Esplanada dos Ministérios. No dia do aniversário da cidade, eles aproveitaram o dia de sol para mais uma vez se manifestar pelo cumprimento do acordo. Cartazes com os dizeres “Agnelo, cumpra o acordo com os professoras(es)”. Milhares atenderam ao chamado do Sinpro e mostraram que apesar dos ataques ao movimento legítimo da categoria, continuam com disposição para a luta.
Depois de percorrerem a extensão da Esplanada até o Senado Federal, os manifestantes percorreram os pavilhões da Bienal do Livro e da Leitura e receberam calorosos apoios do público presente. Amanhã, domingo, a categoria vai assistir e prestigiar a final de volei de praia, vestidos com suas camisetas de luta. Participem!
Mais uma vez a categoria deu mostra de sua disposição, e dezenas de professoras e professores compareceram em Águas Claras para o bandeiraço em frente à residência do governador Agnelo (foto). Os motoristas buzinavam para mostrar sua solidariedade e os manifestantes ocuparam ainda as passarelas aéreas, em um bonito espetáculo.
Neste sábado há mais um compromisso agendado: a marcha pelo cumprimento do acordo, com concentração no Teatro Nacional a partir das 9h. No dia 22, domingo, marcar presença na final de vôlei de praia com nossa camiseta e bandeiras da campanha e no dia 23, segunda-feira, carreata, com saída de todas as cidades rumo ao Buriti, com concentração às 9h nas cidades.
União de toda categoria é fundamental para o sucesso de nossa luta!
Jornalista: sindicato
Em cada atividade de convencimento, assembleia ou reunião de mobilização o sentimento entre a maioria dos professores e professoras é um só: adesão à greve, união e luta pelos direitos da categoria. Enquanto isto alguns diretores de escolas têm assumido outra postura, de forma a facilitar a vida de professores(as) que não aderiram ao movimento que reivindica do governo o respeito aos compromissos assumidos. Para isto reorganizam o horário das aulas, escalam até quatro turmas por professores(as) para ver filmes e até mesmo dispensam professores(as) da coordenação.
Esta atitude mostra um total desrespeito com a luta da categoria, principalmente devido ao fato da greve buscar melhorias a todos e todas no que se refere à qualidade da educação. É por tudo isto que precisamos continuar unidos, porque merecemos um tratamento mais digno e respeitoso do governo e, principalmente, uma proposta que contemple nossas reivindicações. Para isto devemos participar das atividades convocadas pelo Sinpro, porque o sucesso de nossa greve depende do empenho de cada um.
Foi um grande sucesso as “24 horas de música”, encerrada nesta terça-feira (17) com apresentação do Madrigal de Brasília. Além de Célia Porto e do maestro Renio Quintas (foto), vários artistas da cidade, grande parte professores da Escola de Música, se revezaram no palco durante o evento iniciado às 11 horas da manhã de segunda-feira (16), na Praça do Buriti. Além de animar os professores e professoras que estão acampados em frente ao Palácio do Buriti desde o dia 11 de abril, como forma de protesto ao descaso do governo com a categoria, as 24 horas de música mostrou vários estilos musicais e artistas que se revezaram dando um toque cultural ao acampamento.
Marcaram presença no evento Carrapa do Cavaquinho; Coro Sinprônico; Madrigal de Brasília; João Ferreira; Liliane Gayoso / Jaime Ernest Dias; Marcos Bassul / Joaquim França; Célia Porto e maestro Renio Quintas; Sueli Helena; Marilia / Ilka Jussara; Marcos Bassul; Paulo André / Osvaldo Amorim; Genil Castro; Eldom; João Marinho; Eduardo Rangel / Alma Brasileira Trio (Toninho, Celso, Ocelo); César de Paula; Marcelo Ramos; Anselmo Rocha; Iara Gomes; Diana Mota; Dani Baggio; Myrlla Muniz; Wellington Fagundes; George Duran; Paulo Matricó; e Cláudia Costa.
Agradecemos a todos e todas que compartilharam de cultura e boa música com os professores neste momento que reivindicamos nossos direitos. É importante que a luta continue até que o acordo feito pelo governador Agnelo seja cumprido.