Professor da rede conquista duas medalhas de ouro no Meeting Paralímpico Loterias Caixa 2024
Jornalista: Luis Ricardo
A rede pública de ensino do Distrito Federal foi muito bem representada no Meeting Paralímpico Loterias Caixa 2024, disputado em Brasília nos dias 15 e 16 de junho. Durante a disputa da competição, organizada pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e que reúne provas de Atletismo, Natação, Halterofilismo, Tiro com Arco, Tiro Esportivo e Bocha, o professor do Centro Educacional 06 de Taguatinga Norte, Jailson Kalludo, conquistou duas medalhas de ouro nas modalidades de Arremesso de Peso e nos 400 metros rasos.
Ao todo, 287 atletas participaram do Meeting Paralímpico na capital federal, e traz como objetivo desenvolver o paradesporto em todo o território nacional, com a participação de novos talentos e atletas de elite. Os(as) atletas competirão em São Paulo, dos dias 19 a 22 de julho, onde os(as) competidores(as) poderão somar pontos para o Campeonato Nacional.
Para Jailson Kalludo, o esporte paraolímpico não é um esporte de quem chega primeiro, mas um esporte que agrega, uma grande festa para que as pessoas com algum tipo de deficiência possam se incluir no esporte. “O espírito do esporte paraolímpico é festejar uma conquista através da sua deficiência, das suas dificuldades motoras, intelectuais, físicas ou sensoriais. O esporte paraolímpico veio para simbolizar que as pessoas com deficiência podem fazer o que quiserem, podem estar onde quiserem e se perpetuar como um ser humano que pode transformar na área do esporte, independente da sua deficiência”, ressalta.
Jailson é formado em Filosofia, Sociologia, História e Jornalismo pela Universidade Católica, tem pós-graduações em Raça e Gêneros e em Didática do Ensino Superior, trabalha no CED 06 de Taguatinga há 24 anos e desenvolve atividades com alunos(as) PCD na área da capoeira adaptada.
Cine Cultura no Liberty Mall apresenta o filme “1798 – Revolta dos Búzios”
Jornalista: Maria Carla
O Cine Cultura no Liberty Mall apresenta “1798 – Revolta dos Búzios”, um filme de Antonio Olavo, que conta um pouco da história do povo negro e um dos principais marcos da história do Brasil. O filme está em cartaz entre esta quinta-feira (20), a partir das 16h30, e quarta-feira (26). Não perca! A Revolta dos Búzios, uma das maiores manifestações populares comandadas pelo povo negro que lutava pela democracia, exigindo direitos de igualdade de raça e de gênero para todos os brasileiros, ocorreu na Bahia, em 1798.
Em agosto deste ano, essa manifestação completa 226 anos, mas deixou seu legado de resistência e luta pela liberdade. Inspirados nos ideais iluministas da Revolução Francesa, centenas de homens negros se uniram para derrubar o governo colonial, proclamar a independência e estabelecer uma república democrática, livre da opressão da escravidão.
No entanto, antes que pudesse ser efetivada, a revolta foi denunciada e seguida por uma “Devassa” implacável que marcou a cena política por 15 meses. Lideranças e outros participantes do movimento foram tachados de “conspiradores”, presos, degradados perpétuos, açoitados publicamente e alguns condenados à morte, como Luiz Gonzaga, Lucas Dantas, João de Deus e Manuel Faustino, enforcados e esquartejados na Praça da Piedade, em Salvador, em 8/11/1799.
“1798 – Revolta dos Búzios” é dirigido pelo cineasta baiano Antonio Olavo e traz à luz esse episódio, curiosamente, sempre esquecido na História do Brasil. O filme é baseado nos detalhados “Autos da Devassa”: uma peça produzida no decorrer de um processo judicial que, no caso da Revolta dos Búzios, é um testemunho vivo dos acontecimentos da época. “A LIBERDADE É A DOÇURA DA VIDA”.
Tire seu ingresso! Toda quinta-feira professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) ao @sinprodf pagam R$ 10 na entrada e têm direito a um acompanhante que também pagará o mesmo valor.
Já inserida no calendário da escola, no dia 7 de junho ocorreu a 12ª edição da Plenarinha local do CEI 01 de Brazlândia. O evento faz parte da proposta pedagógica da instituição e é o ápice dos projetos desenvolvidos por todo um período, como explica a diretora Simone Alves.
“É a culminância do trabalho realizado na escola em 2024 com projeto que é proposto pela SEEDF para todas as escolas públicas e conveniadas que ofertam educação infantil. O objetivo é possibilitar às crianças de educação infantil o protagonismo dentro de suas vivências e experiências, colocando-a no centro do trabalho pedagógico”.
A Plenarinha teve a presença de cerca de 320 pessoas entre alunos (as) e pais, mães e/ou responsáveis, que de acordo com Simone, “começou com um café da manhã para todos, apresentações culturais das turmas, oficinas dentro dos temas trabalhados no decorrer do projeto, sendo eles: identidade e diversidade, inclusão e respeito às diferenças, culturas e povos indígenas e pertencimento e coletividade. Nas oficinas as crianças participaram junto de suas famílias. E pra encerrar a manhã, realizamos uma feira de troca de brinquedos onde, todas as famílias, foram convidadas a escolher junto com a criança um brinquedo já considerado sem graça em casa e trocar por outro de seu interesse durante a atividade”.
A repercussão foi excelente, atestou Simone. “Muito bom. A participação e envolvimento da comunidade foi positiva. Os pais elogiaram bastante e gostaram da possibilidade de participar das oficinas junto com a família. E para nós, da escola, o evento foi melhor do que esperávamos. Cumpriu o objetivo e superou as nossas expectativas”.
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Projeto do CEF 03 de Brasília populariza a ciência entre os estudantes
Jornalista: Luis Ricardo
Para alguns, ciência pode dar a conotação de algo distante, inalcançável, mas o Centro de Ensino Fundamental 03 de Brasília tem mostrado o contrário. Na segunda edição da Feira de Ciências do CEF 03 de Brasília, estudantes dos turnos matutino e vespertino têm popularizado o conteúdo por meio da apresentação dos trabalhos.
Criado em 2023 com o intuito de popularizar a ciência na comunidade escolar, o projeto trouxe formas de superar o entendimento do conteúdo. Para isto a escola aplicou o método científico em sala de aula, que possui como ponto de partida uma pergunta, que pode ser respondida sequencialmente por meio de etapas que abrangem a pesquisa associada ao uso de materiais e métodos para o alcance de resultados e desenvolvimento de conclusões. Dessa forma, a ciência, antes percebida pelos(as) alunos(as) como uma teoria inatingível, passa a ser compreendida como uma prática do cotidiano escolar.
A professora de Ciências do CEF 03 e idealizadora do projeto, Ana Carolina Seixas, explica que os(as) professores(as) de ciências orientaram os(as) estudantes nos projetos desenvolvidos, com o auxílio dos(as) professores(as) das demais disciplinas. “Todos avaliam as suas apresentações com base no conteúdo, na clareza de ideias, na organização, estética e ilustrações, na interação entre participantes, e, também, na relação teórico-prática. O projeto é importante porque estimula a capacidade dos estudantes em elaborar questões e procurar respostas com a aplicação de métodos científicos, fortalece os vínculos entre os estudantes da escola e seus interesses pela disciplina de Ciências Naturais, além de difundir e popularizar atividades relacionadas à ciência e a tecnologia a partir da exposição de trabalhos, nos quais os estudantes têm oportunidade de apresentar seus projetos”.
Os melhores projetos serão selecionados e submetidos à etapa regional do 13º Circuito de Ciências das Escolas Públicas do DF, que será realizado este ano.
Feira de Troca de Livros promove cultura e conhecimento
Jornalista: Luis Ricardo
O Planetário de Brasília vai promover a VI Feira de Troca de Livros neste sábado (22), a partir das 10h. Além de incentivar a cultura e o conhecimento, ao doar livro o(a) visitante receberá um ticket para cada obra doada, possibilitando a aquisição de outro livro da mesma categoria. No caso de livros infantis e HQs, o ticket não poderá ser utilizado para troca de livros, mas somente para a categoria correspondente.
O evento é apoiado pela Mala do Livro e pela Reciclotec, que trarão várias atrações para a família. O excedente de livros doados será distribuído para bibliotecas do Distrito Federal, promovendo a leitura e o acesso ao conhecimento. Não serão aceitos livros técnicos, didáticos, de cunho político/partidário, religiosos, teses e dissertações, pornografia, sobre sexologia, apostila para concursos e aqueles com carimbo de biblioteca ou escola.
Traga seus livros e troque por novos títulos, expandindo sua coleção e compartilhando saberes. Mais informações pelo telefone (61) 98199-2692.
Arte de professora de Santa Maria inspira atividade em escola de Águas Claras
Jornalista: sindicato
Marilda Albino trabalha no CEE 01 de Santa Maria há mais de 18 anos. Atualmente, não atua mais na sala de aula, mas sim apoiando a direção. Porém continua ensinando, principalmente através da arte que produz.
A professora Maria Leuza Medeiros, que descobriu a arte de Marilda através das redes sociais, e que trabalha no CAIC Professor Walter José de Moura, em Águas Claras, disse a ela que os estudantes iam fazer uma releitura da obra dela “Valores de Vida”, para apresentar na Festa da Família da escola, que ocorreu em maio.
“Eu fiquei muito feliz! A professora me enviou uma mensagem, dizendo que estava trabalhando a minha biografia e arte em sala com os alunos. Que a minha arte se conectou perfeitamente com o tema da Festa da Família por se basear em elementos como o amor e a fé em Deus que é: luz, misericórdia, esperança e vida, para todos nós”, diz a artista. No evento na escola, os estudantes fizeram uma apresentação da música “Puro e Simples”, dançando com os desenhos de suas famílias e com as releituras da obra da artista.
A professora, integrante da ACAV (Associação Candanga de Artes Visuais), já produziu mais de 50 obras. Ela diz que trabalha com diversas produções artísticas: “pintura com lápis de cor, pintura em tela, eu utilizo materiais diversos para produção. Faço arte desde pequena. Sempre foi minha grande paixão. Sou poetisa também, tenho diversas poesias já publicadas e participei de concursos”.
Uma das coleções das obras dela é o projeto “Crença, Cores e Valores”, que já participou de algumas exposições, como na Pinacoteca Fórum das Artes (Botucatu/SP), Carrousel du Louvre (Paris, França) e no próprio CEE 01, de Santa Maria.
Estudantes surdos se empoderam através da arte em escola de Taguatinga
Jornalista: sindicato
Pintura, reciclagem, desenho, o que não faltam são atividades de cunho interdisciplinar para os estudantes da Escola Bilíngue Libras e Português Escrito de Taguatinga darem vazão a todo seu potencial artístico e ao desenvolvimento do próprio protagonismo. É fruto do trabalho da professora de Artes Cênicas e Visuais Rosa Pires, que inclusive em breve lançará um livro contando toda esta experiência.
Apesar de a escola ter alunos desde a Educação Infantil até EJA, este projeto é desenvolvido com os 82 alunos (as) da educadora, dos Ensinos Fundamental e Médio.
“A ideia surgiu de transformar a sala de artes e então veio a primeira dificuldade: como vamos fazer? Comecei a pedir aos alunos, professores, direção, a quem pudessem ajudar. Então a mobilização foi tanta entre os alunos e colegas que a gente começou a ampliar o projeto da sala de artes para a sala de ensino especial, para a turma diferenciada… Os alunos começaram a desenvolver e melhorar a pintura, o desenho, pois eles queriam que o trabalho fosse exposto na sala de arte e fora dela”, conta a professora.
O mais importante com esta ação, de acordo com a educadora, é que “o surdo deixou de ser o coadjuvante da história e passa não só a apresentar os trabalhos e transformar o ambiente, mas também de se sentir capaz de integrar a sociedade, de não ter vergonha de se expressar em Libras, de se apresentar em peças de teatro, de participar das festas da escola, da dança”.
É um projeto interdisciplinar, integrando outras disciplinas como geografia e ciências. Uma geladeira velha foi comprada e completamente pintada, transformada. “A reciclagem da geladeira, transformada nas aulas de Artes, será usada em Ciências com uma turma de alunos especiais”, diz Rosa.
O mais importante com estas ações é o empoderamento dos estudantes. “O surdo, pela dificuldade com acessibilidade em Libras, em sociedade tem pouca interação. Acaba tendo uma baixa autoestima e deixa de acreditar nele mesmo. Os projetos ajudam nesse desenvolvimento do protagonismo do indivíduo surdo”, analisa.
Livro
“Histórias e Vivências em uma Escola Voltada à Educação de Surdos” está em fase de finalização. “Surgiu pelo meu projeto de dissertação do mestrado na UnB, sobre essa imersão nessas escolas que estou desde 2017 e eu escrevi sobre como é a educação para os surdos, o que acontece, como a arte pode ajudar no desenvolvimento do protagonismo do indivíduo surdo, inclusive a capa do livro foi feito por um dos ex-alunos que foi aprovado na prova de habilidade específica da UnB em artes visuais, Kauan de Sousa”.
Com os projetos e esta obra, Rosa Pires reafirma o seu entusiasmo com a educação pública. “Se hoje sou professora, eu devo muito aos bons projetos que vivenciei como aluna da rede pública de ensino que me mostraram que, apesar das dificuldades e exclusão social, eu era capaz. Acreditei e me tornei professora de Artes para mostrar também a outras tantas crianças, que assim como eu, sonham com uma educação de qualidade e oportunidades iguais a todos, independente da classe social ou deficiências”.
O livro será lançado pela Editora Vionart do Rio de Janeiro. Está em processo de impressão e também sairá no formato ebook e audiobook, pensando nos alunos cegos. “Eu penso também em traduzir o livro para Libras, para ficar ainda mais acessível aos nossos alunos”, complementa.
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INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O CURSO DE FORMAÇÃO POR TERRITÓRIO PARA APOSENTADOS(AS) EM FORMOSA
Jornalista: Alessandra Terribili
A próxima edição do Curso de Formação por Território para Aposentados(as) Sindicalizados(as) será em Formosa, na próxima quinta-feira (20/06), entre 14h e 17h. A atividade acontecerá na AABB (Rua José Viana Lobo, 298, Centro) e as inscrições estão abertas através do link abaixo:
O tema do debate será “Aposentadoria ativa e saudável: um direito humano”, e contará com as palestrantes Edna Barroso e Kátia Franca, do Instituto Horizonte.
O curso faz parte de uma agenda de ações para os(as) aposentados(as) definida na 1ª Conferência para Aposentados(as) do Sinpro, realizada em março deste ano. Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados, comemora o sucesso das formações realizadas em Planaltina, Gama e Brazlândia. “Essa formação é importante para que os(as) aposentados(as) debatam em que contexto eles e elas estão vivendo, e o que podemos traçar daqui para a frente”, aponta Elineide.
É com grande tristeza que o Sinpro informa o falecimento da professora Helena Gomes de Lima. Enquanto estava na ativa, Helena trabalhou com educação básica no Centro de Ensino Especial 10 de Taguatinga Sul até se aposentar, em 1991.
Incansável na luta por uma educação pública de qualidade e acessível a toda a população do Distrito Federal, Helena Gomes faleceu no último sábado (15), deixando um filho e três netos. O velório e sepultamento foram realizados durante a manhã desta segunda-feira (17).
O Sinpro presta toda solidariedade aos familiares e amigos(as) neste momento de dor e reconhece todo o legado deixado pela educadora para a educação pública do DF.
Na CLDF, professor apresenta projeto de conscientização desenvolvido no CED Agrourbano Ipê contra o assédio
Jornalista: sindicato
Em audiência pública na Câmara Legislativa do DF no dia 3 de junho, o professor de história Felipe Lages, do CED Agrourbano Ipê, escola do campo localizada na zona rural do Caub 1, no Riacho Fundo II, expôs o projeto “Sob a Pele Delas”, idealizado por ele e implementado na própria instituição de ensino, que visa a sensibilização e conscientização a respeito do assédio no meio escolar, dando voz às meninas para que compartilhem suas experiências de forma anônima. Na ocasião, ele e estudantes da escola participaram da audiência pública “Violência virtual contra meninas e mulheres: um perigo invisível no mundo digital”.
“Recebemos um convite para participar da audiência pública na CLDF e eu aproveitei o espaço para falar sobre o projeto e a dificuldade de elaborar e executar os mesmos sendo professor temporário, pois não há continuidade no trabalho”, diz o professor.
Primeiramente, a escola foi representada pelo estudante Arthur Fonseca, do 3º ano do Ensino Médio, que ressaltou a importância do respeito às mulheres nas redes sociais e como a sociedade se organiza de forma a ensinar seus sujeitos a desvalorizarem e cometerem violências contra elas, principalmente na internet. Em seguida, o professor Felipe apresentou o projeto, a metodologia, seu desenvolvimento e o desejo de expansão, apesar da falta de estrutura e fomento por parte do governo Ibaneis.
O projeto
“Sob a Pele Delas” nasceu “após uma aluna me relatar um assédio que aconteceu dentro de sala por um colega e eu perceber que alguns meninos não tinham ideia do que era assédio e nem pareciam se importar muito, então minha ideia foi tentar colocar eles ‘Sob a Pele Delas’, que é justamente o nome do projeto, afirma o educador.
Participaram estudantes de 13 a 18 anos, dos anos finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio, recrutados(as) de forma voluntária.
Primeiramente, usou-se vídeos e documentários, além de uma aula dialogada, para conscientizar e informar os(as) estudantes sobre o que poderia ser configurado como assédio.
Em seguida, foi disponibilizado um QR Code para que as estudantes do sexo feminino pudessem relatar situações de assédio que já tivessem experienciado, de forma totalmente anônima. A seguir, realizou-se a confecção de um vídeo-documentário, já publicado no perfil do Instagram da escola, em que os estudantes do sexo masculino foram solicitados a ler os relatos registrados e expor como se sentiram depois dessa leitura.
O projeto, que durou cerca de um mês e meio, resulta em um empoderamento para as meninas e mulheres, mostrando que violências do tipo devem ser denunciadas, além de educar os homens sobre o assunto, prevenindo o assédio.
Felipe percebeu a mudança. “Tanto na postura dos meninos e também das meninas. Elas se sentem menos inseguras e mais confiantes para denunciarem, a impressão que eu tive foi que elas perceberam que não estão sozinhas. Já os meninos estão se policiando mais para não cometer assédios e eles mesmo se cobram, os alunos que participaram do documentário ficaram extremamente impactados com os relatos que partiram de suas próprias colegas, senti que ficaram mais alertas ao problema”.
O professor anseia que o projeto cresça. “ Acho importante dizer que ele precisa de continuidade e expansão, infelizmente apenas 3 turmas participaram diretamente no documentário e o ideal seria que todos os meninos participassem. Minha ideia, caso eu fique até o fim do ano, é expandir o projeto no segundo semestre e seria interessante se eu tivesse mais suporte e ajuda, pois fazer tudo sozinho me deixa sobrecarregado, para expandir eu precisarei de apoio”.
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