Programa Alternativo fala sobre ações de inclusão social

O Centro de Ensino Fundamental 1 de Sobradinho (CEF 01) mostra no Programa Alternativo deste sábado (04) mais uma ação de inclusão social. Com o objetivo de abordar as melhores formas de se tratar a questão dentro da escola e da própria casa, os alunos do CEF 01 participaram de um jogo de basquete entre dois times de cadeirantes. “A ideia é mostrar que apesar das dificuldades os portadores de necessidades especiais podem participar de qualquer modalidade esportiva. Além disto, é sempre bom falar sobre a questão, de forma a informar professores sobre as melhores maneiras de ajudar alunos com este tipo de necessidade, e até mesmo pais e familiares”, explica a professora Ray Oliveira, uma das coordenadoras do projeto.
Este espaço é uma ótima oportunidade da sociedade conhecer projetos e trabalhos realizados por alunos e professores. Professor participe deste espaço enviando pautas e mostrando todo o trabalho desenvolvido em sua escola. O programa, apresentado pelo SBT, será transmitido às 13h15 e mostra, em um de seus blocos, entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem pautas para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Descaso da Secretaria de Educação com o EJA

É lamentável o descaso com que a Secretaria de Educação do Distrito Federal vem tratando a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Nos últimos anos nos impuseram um programa de correção de fluxo cujo objetivo foi certificar os alunos e não qualificá-los para o mercado de trabalho, passar em um concurso público ou prosseguir seus estudos em uma universidade. Reduziram muito o tempo de estudo. Passar… passar… era a Ordem e Progresso de gestores não comprometidos com a educação.
Eu me pergunto qual é o papel da escola. Emitir certificados? A educação desses programas não promove as pessoas, ao contrário faz com que elas fiquem estagnadas e conformadas, pois sabem das suas deficiências.
Durante anos, professores do EJA lutaram para que nossos alunos tivessem o direito ao livro didático, como os alunos do diurno, pois bem, este ano eles chegaram! E qual foi a nossa surpresa? Apresentaram erros grosseiros de grafia, conteúdo e até de impressão. Muitos não puderam ser utilizados. Novamente eu pergunto: Onde está a qualidade?
O mais absurdo é o fechamento de várias escolas no período noturno, sob alegação de que a quantidade de alunos é insuficiente para encher uma sala de aula, e que o gasto com o pessoal, com a energia elétrica e água é muito grande. Depois de tantos escândalos políticos no DF eu me pergunto: Qual é o sentido dessa economia? Será que é para encher as bolsas, meias e cuecas daqueles que deveriam zelar pela educação? Será que o estudante que trabalha, paga impostos e é eleitor, não merece uma educação cidadã?
Sabemos que os alunos que estudam à noite já chegam à escola cansados de longas jornadas de trabalho. Muitos são trabalhadores braçais e sonham em mudar a vida. Então por que desestimulá-los transferindo para escolas distantes, onde terão que passar muitas vezes por caminhos perigosos.
Como professora da EJA do CEF 04 do Guará, que não funcionará em 2011, apesar de sua ótima localização e excelente estrutura, pois tem uma grande biblioteca, quadra iluminada, uma boa rede de computadores, ouço de muitos dos meus alunos que vão parar de estudar se a escola fechar. A quem cabe a responsabilidade desses sonhos interrompidos? De mais essa evasão escolar? Não será de certos gestores burocráticos que por considerá-las sem técnicos, esquece o lado humano da Educação. Nossa escola recebe estudantes de Vicente Pires, Lúcio Costa e Setor de Chácaras do Guará onde não existem escolas que funcionem à tarde. Até quando vai continuar esse círculo vicioso em que os alunos não estudam por que não tem escola perto e escolas fechando porque não tem alunos? Não deveria a Secretaria de Educação elaborar políticas públicas para atrair esses estudantes trabalhadores e não desestimulá-los? Faltam gestores educacionais comprometidos com a sociedade.
Espero que essa nova gestão se sensibilize com essa situação, que trate com mais respeito essas pessoas que não tiveram oportunidade, mas que lutam e sonham com uma vida melhor.

Por: Jane Alves Barreto
Professora do EJA

31º Congresso Nacional da CNTE

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação realizará de 13 a 16 de janeiro de 2011, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, seu 31º Congresso Nacional com o tema: O PNE na Visão dos Trabalhadores em Educação. Durante quatro dias cerca de 2, 5 mil trabalhadores em educação indicados por 41 entidades filiadas à CNTE de 26 Estados, 14 municípios e o Distrito Federal, estarão reunidos para debater temas que estão na pauta nacional da educação pública e para eleger a nova direção da CNTE. É importante a participação de todas e todos na Assembleia Geral às 9h30 deste sábado (27), na sede do Sinpro. Na ocasião haverá a eleição dos delegados ao 31º Congresso Nacional.

QUEM PARTICIPA:
Delegados / Suplentes

Os delegados com direito a voto são trabalhadores em educação filiados aos sindicatos escolhidos em instância deliberativa do sindicato local. A quantidade de delegados é determinada de acordo com o número de sócios da entidade, garantindo o mínimo um delegado por entidade. Os suplentes são eleitos simultaneamente aos delegados e terão direito apenas a voz. A inscrição de suplentes é restrita ao limite de 20% dos delegados eleitos.

Comunidade se mobiliza contra fechamento de escola

Os pais, alunos e professores da Escola Classe Guariroba estão mobilizados para impedir o fechamento da escola. Localizada na área rural de Samambaia, a escola atende a cerca de 200 crianças, da educação infantil até o 5º ano do ensino fundamental.
“Se a escola fechar elas terão que ser transferidas para escolas de Taguatinga e percorrer todos os dias mais de 15 quilômetros de ônibus, o que significará riscos e transtornos para pais e alunos”, afirma o vice-diretor, Fernando Travassos.
O terreno em que se localiza a escola é próximo à Estação de Tratamento de Esgoto da Caesb, que reivindica a área da Terracap para ampliar a quantidade de tanques de decantação. “Não questionamos a necessidade da Caesb de aumentar a sua capacidade, mas acreditamos que a escola não pode ser extinta simplesmente, a comunidade precisa dela aqui e a demanda também tem aumentado todos os anos”, afirmou o vice-diretor. Segundo ele, a Caesb não procurou a direção da escola para discutir a questão e buscar uma solução que não signifique prejuízo para os alunos.
O Sinpro sempre defendeu o direito de a comunidade escolar ser atendida próxima ao local de moradia e principalmente para os que moram na área rural.
O Conselho Escolar da escola já apresentou denúncia à Procuradoria da Educação, solicitando a intervenção do Ministério Público. Eles fizeram um abaixo-assinado e na próxima segunda-feira, dia 22, a partir das 10h, farão um ato público em frente à escola.

Programa Alternativo mostra “Além dos Olhos”

O professor Péterson Gustavo Paim, do Centro Educacional 01 do Guará, fala sobre o filme “ALÉM DOS OLHOS” no Programa Alternativo deste sábado (27). Autor de mais de vinte curtas e longas-metragens, Péterson explica que o filme, um suspense experimental, conta a história de uma criança que teve os pais assassinados e já adulto cria a família em uma cidade onde as pessoas vão desaparecendo devido a conflitos religiosos. O filme ainda não foi lançado, mas pode ser visto no site paimfilmes.com.
Este espaço é uma ótima oportunidade da sociedade conhecer projetos e trabalhos realizados por alunos e professores. Professor participe deste espaço enviando pautas e mostrando todo o trabalho desenvolvido em sua escola. O programa, apresentado pelo SBT, será transmitido às 13h15 e mostra, em um de seus blocos, entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem pautas para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Enem: uma política de inclusão social e respeito à Constituição

Desde que foi criado, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) tem se colocado como um fator de melhoria da qualidade do ensino médio e mecanismo de democratização do acesso à educação superior a milhares de jovens das escolas públicas do Brasil. Com a falha encontrada na prova realizada em novembro, vários setores da imprensa e até mesmo do Congresso têm cogitado acabar com o Exame, esquecendo ou fechando os olhos para todas as benfeitorias oferecidas por ele. É importante salientar que os benefícios do Enem para milhares de estudantes são notórios, principalmente pelo fato de oferecer a estes alunos uma oportunidade de ingresso no ensino superior aproveitando as notas obtidas no período escolar. O fim deste mecanismo significaria o prejuízo para jovens e para a própria educação.
Precisamos analisar que o Exame é tão grande que a inexistência de falhas no conteúdo e na forma é praticamente impossível. Outro ponto é que o Enem tem limites precisos, que não é o de substituir a avaliação que todas as escolas públicas e privadas devem realizar no processo dos três ou quatro anos do ensino médio, o que não se constitui em critério único e obrigatório de acesso aos cursos superiores, mas uma ferramenta importante para os estudantes. Mesmo com o Enem continua a vigorar a autonomia universitária para definir os processos seletivos e as políticas afirmativas, além das normas originais que calibram os resultados em centenas de instituições.
Porém, o ponto mais importante a ser salientado é a oportunidade que o Exame dá a alunos do ensino público de competirem de forma igualitária com os demais por uma vaga nas universidades públicas e privadas do país. A partir do momento que o Enem passou a ser considerado como forma de acesso ao PROUNI e a cursos superiores, os estudantes, antes apáticos e interessados somente em “passar” o tempo para o ingresso no mundo do trabalho, agora se sentem desafiados e motivados a estudar e se preparar para a chance que o Exame proporciona. O Enem, mais do que uma avaliação do ensino médio, é uma grande política de inclusão social e tem tudo para se transformar a transição da loteria dos vestibulares para a realização do preceito constitucional que trata a educação superior como direito de todos, mediante a capacidade de cada um.

Ação de Inclusão no Programa Alternativo

A discussão em torno do mundo de um portador de necessidades especiais ganha espaço no Programa Alternativo deste sábado (20). Já em seu terceiro ano a AÇÃO DE INCLUSÃO, projeto realizado pelo Centro de Ensino Fundamental 1 de Sobradinho, aborda as melhores formas de se tratar a questão dentro da escola e da própria casa. “A ideia é utilizar o dia 21 de setembro (Dia Nacional da Pessoa com Deficiência) para falar sobre a questão, de forma a informar professores sobre as melhores maneiras de ajudar alunos com este tipo de necessidade, e até mesmo pais e familiares”, explica a professora Rai Oliveira, uma das coordenadoras do projeto. Durante o evento os alunos com necessidades especiais fazem apresentações no espaço cultural.
Este espaço é uma ótima oportunidade da sociedade conhecer projetos e trabalhos realizados por alunos e professores. Professor participe deste espaço enviando pautas e mostrando todo o trabalho desenvolvido em sua escola. O programa, apresentado pelo SBT, será transmitido às 13h15 e mostra, em um de seus blocos, entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem pautas para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Programa Alternativo entra no Universo Coralina

O Centro de Ensino Fundamental 504 de Samambaia apresenta, no Programa Alternativo deste sábado (13), o projeto Cora Universo Coralina. De acordo com o professor Gilnei Pereira da Costa, tudo começou nas aulas de artes. “O objetivo é fazer uma revisão da história de Cora Coralina e da Cidade de Goiás, e no final mostramos uma exposição de obras pintadas pelos alunos; exposição de camisetas com poemas da Cora; e apresentações teatrais de contos escritos por ela”, explica o coordenador do projeto. Gilnei salienta que a ideia a partir de agora é fazer um programa abordando artistas nacionais. “Tudo isto é bom para o aluno porque apresenta artistas e o universo artístico a eles”, finaliza.
Este espaço é uma ótima oportunidade da sociedade conhecer projetos e trabalhos realizados por alunos e professores. Professor participe deste espaço enviando pautas e mostrando todo o trabalho desenvolvido em sua escola. O programa, apresentado pelo SBT, será transmitido às 13h15 e mostra, em um de seus blocos, entrevistas e matérias referentes à realidade da educação no Distrito Federal. Um dos objetivos é oferecer a oportunidade para que escolas e professores participem da discussão e enviem pautas para os próximos programas. As pautas podem ser mandadas para o e-mail faleconoscoimprensa@sinprodf.org.br.

Documento sobre orientação pedagógica é concluído

A comissão que elaborou o documento que orientará o exercício de orientador pedagógico concluiu seus trabalhos. Segundo a subsecretária de Educação, Ana Carmina, a proposta será encaminhada para o secretário de Educação Sinval Lucas. A previsão é de que a proposta seja divulgada para os orientadores no dia 03 de dezembro. Se houver qualquer alteração a respeito da data informaremos no site do Sindicato.

Convênio concederá desconto para os professores

Um convênio feito entre o Sindicato dos Professores no Distrito Federal (Sinpro-DF) e a Felícia Fashion Comércio de Vestuário LTDA concederá 5% de desconto sobre os preços ao consumidor praticados pela loja aos empregados do Sinpro e professores sindicalizados. O desconto será concedido apenas mediante a apresentação da carteira de sindicalizado e ou contracheque. A loja está localizada na SCLN 216, Bloco D, Loja 60, Asa Norte.

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