A Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Estudos Sócio-Econômicos do Sinpro anuncia que já está em funcionamento o novo serviço de atendimento jurídico voltado para questões de família. Questões de divórcio, pensão alimentícia, guarda e adoção de crianças podem ser tratadas com essa assessoria, prestada pelo escritório Viana e Simões.
Washington Dourado, diretor da secretaria de Assuntos Jurídicos, avalia a parceria: “Esse serviço vem resolver a grande demanda da categoria por um atendimento jurídico voltado para essas questões. Com isso proporcionamos a solução, e esperamos ampliar o serviço para outras áreas do direito cível nos próximos meses”.
O atendimento precisa ser agendado, e é gratuito para todos os associados. Caso seja necessário entrar com alguma ação judicial, o custo é subsidiado pelo Sinpro, cabendo ao associado uma contribuição de meio salário mínimo.
Telefone para agendamento é 3225-8394 E-mail para contato: faleconoscojuridico@sinprodf.org.br
O Sinpro realizará assembléia geral extraordinária no dia 16 de maio, sábado, às 14h30, na sede do sindicato (SIG quadra 6, lote 2260), para eleger a delegação da categoria que participará do 11º Cecut (Congresso Estadual da CUT), neste mês de maio e do Congresso Nacional da CUT (Concut), em agosto. Nestes congressos serão eleitas a nova direção da CUT-DF e da CUT Nacional. É fundamental a participação de todos, para que os professores escolhidos representem a diversidade da categoria. Todos devem comparecer à assembléia para debater e escolher os nomes da categoria que participarão do Congresso. Organizar a luta dos trabalhadores é uma tarefa de todos nós!
A Secretaria para Assuntos de Raça e Sexualidade convida todos/as os/as participantes do Encontro Educação e Homofobia para a primeira reunião do Fórum Permanente de Discussão, Formação e Combate à Discriminação por Orientação Sexual, no próximo dia 18 de maio, segunda-feira, às 19h, no auditório do SINPRO/DF.
Além de debater como se dará a atuação desse fórum, cuja criação foi decidida no referido encontro, o Sinpro irá distribuir no dia da reunião o DVD do filme “Para que time ele joga?” e o texto da palestra de Rogério Junqueira – Doutor em Sociologia e pesquisador do INEP/MEC – DF.
Compareçam! Sua participação é importante nesse debate, que tem por objetivo combater a discriminação e o preconceito no interior das escolas.
Iracema Bandeira da Silva – Coordenadora
Misael dos Santos Barreto
Rosemeire do Carmo Rodrigues – diretores da secretaria.
O Sinpro informa com pesar o falecimento de Isac Guimarães Rodrigues, pai do diretor do Sinpro Marco Aurélio Rodrigues. Ele faleceu nesta sexta, às 10h, por complicações decorrentes de varizes no esôfago. O corpo será sepultado no domingo, no cemitério de Brazlândia, onde ele vivia.Ao companheiro Marcos e a sua família, toda a nossa solidariedade neste momento de dor.
O Sinpro realizará uma Assembleia no dia 16 DE MAIO, SÁBADO PRÓXIMO, ÀS 14h30, na sede do sindicato, situado na quadra 06, 2260, Setor Gráfico, para eleger a delegação da categoria que participará do 11º CECUT (Congresso Estadual da CUT), neste mês de maio e do CONCUT, em agosto. Nestes congressos serão eleitas a nova direção da CUT-DF e da CUT Nacional.
A Secretaria para Assuntos dos Aposentados do Sinpro entende que é fundamental a participação das (os) companheiras (os) aposentadas (os), para que eles se façam representar nessa delegação. Todos devem comparecer à assembleia para debater e escolher os nomes da categoria que participarão do Congresso.
Organizar a luta dos trabalhadores é uma tarefa de todos nós! Saudações sindicais,
Isabel Portuguez de Souza Felipe – coordenadora Cássio de Oliveira Campos Iracema Bandeira da Silva SECRETARIA PARAASSUNTOS DOS APOSENTADOS DIRETORIA COLEGIADA DO SINDICATO DOS PROFESSORES
O Governo do Distrito Federal-GDF, por meio da Secretaria de Ciência e Tecnologia, informou que o reembolso da primeira parcela referente aos notebooks estará creditada na conta dos professores na noite desta sexta-feira, 8 de maio. Vamos aguardar.
UnB ajudará 700 mil pessoas a voltar para a escola
Jornalista: sindicato
Cerca de um quarto da população do Distrito Federal não concluiu o ensino médio. São quase 700 mil pessoas com mais de 15 anos que abandonaram a escola e precisam trabalhar para garantir a sobrevivência. Iniciativa inédita vai garantir que esse contingente volte a estudar e, ao mesmo tempo, seja inserido no mercado de trabalho.
A Universidade de Brasília participa de um dos nove grupos de pesquisa que vai integrar a Educação de Jovens e Adultos (EJA) e o ensino profissionalizante no DF. Atualmente, o estudante precisa terminar o ensino médio antes de ingressar em um curso técnico. O projeto propõe estudo simultâneo para favorecer esses alunos e evitar a evasão escolar.
O trabalho começou em 2007, em caráter experimental, e agora os pesquisadores vão firmar parceria para consolidar e implementar as atividades. O termo de cooperação entre a UnB, a Secretaria de Educação, a Secretaria de Ciência e Tecnologia e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília será assinado até o fim de maio. “Vamos institucionalizar a política de integração entre a EJA e o ensino profissionalizante”, afirma o professor da Faculdade de Educação e coordenador do projeto na UnB, Remi Castioni.
“É uma nova concepção de educação. O aluno adquire conhecimentos com potencial para serem aproveitados na ocupação profissional futura”, explica Castioni. No Brasil, setenta milhões de pessoas têm mais de 15 anos e não concluíram o ensino médio, o que representa um terço da população.
“Há uma questão de sustentabilidade. Para esses alunos, o trabalho é fundamental e eles não podem perder tempo. É muito importante eles terem o ensino médio e profissionalizante simultaneamente”, aponta a pesquisadora Maria Luiza Angelim, também professora da Faculdade de Educação.
NA PRÁTICA – A primeira iniciativa começou em 2007, com o projeto ProEja Transiarte, em Ceilândia. Alunos do Centro de Ensino Médio 3 fazem têm aulas profissionalizantes no Centro de Educação Profissional de Ceilândia. Uma das disciplinas é a Ciberarte I, criada no início deste ano para atender 22 alunos.
Os estudantes desenvolvem trabalhos artísticos digitais, como vídeos, desenhos, fotografias manipuladas digitalmente e sons. Tudo fica disponível no Portal Interativo do projeto. O professor e pesquisador Lúcio Teles criou o conceito de “transiarte”, que deu base à iniciativa. “É uma expressão artística virtual e, ao mesmo tempo, um aprendizado na área de tecnologia”, esclarece Teles. “O aluno também aprende habilidades técnicas e esse conhecimento pode ser aproveitado num curso profissionalizante de webdesign, edição de vídeo.”
A dona de casa Aurora Ferreira Pires, de 58 anos, aprovou a ideia. “Pra mim, computador era um bicho papão, tinha medo de chegar perto”, diz a estudante do CEM 03. “Estou amando o curso e quero continuar estudando. Já sei desenhar, navegar na internet.”
Darlene Santiago – Da Secretaria de Comunicação da UnB
Os professores viveram em abril deste ano mais um momento histórico. Participaram com garra e vigor de uma paralisação em defesa de seu trabalho, da sua dedicação à educação e da melhoria da qualidade de vida. Foi uma batalha dura, como sempre acontece nesses períodos de confrontação. Em todos os momentos, quem aderiu à greve mostrou-se guerreiro e disposto a lutar sem tréguas pelos seus direitos.
Os professores lutaram pelo reajuste de 15, 31%, que lhes é de direito por lei. A pressão da greve e a resistência heróica daqueles que paralisaram e apoiaram essa luta fizeram com que o GDF saísse da inércia e apresentasse uma proposta. Não foi a proposição ideal, o Sinpro reconhece, mas foi um avanço possível e que pode ser visto como uma conquista. Principalmente quando, do outro lado, a intenção era de não se negociar 1% sequer de reajuste salarial.
Nessa árdua batalha, muitos professores deram o sangue para defender aquilo em que acreditavam, reforçando o espírito de fé e luta que sempre marcou a história da categoria no DF. O Sinpro parabeniza a todos aqueles que perderam o sono, participaram dos piquetes de convencimento, vestiram a camisa dessa campanha e emprestaram sua voz na briga pelos seus direitos e cidadania.
O Sindicato lembra, ainda, que é importante manter a mobilização para garantir o pagamento parcelado dos 15, 31%. É importante ficar em estado de alerta porque nossa luta continua. Muito obrigado a todos que estiveram junto com a categoria na luta por seus direitos.
Atenção, professores e comunidade. É período de greve e o Governo do Distrito Federal tentará criar fatos inverídicos, boatos e pressões de todo o tipo. Por isso, é importante que todos fiquem alertas, mas mantenham acima de tudo a tranqüilidade. Os telefones celulares dos diretores do Sinpro e do Comando de Greve (veja lista neste site) estarão de plantão durante todos esses dias. Liguem para tirar dúvidas e denunciar. O Sindicato garante ainda a cobertura jurídica em casos cabíveis. Nosso movimento e vitória dependem da atenção e disposição de cada um de nós.
Os telefones do Sinpro ficaram congestionados na tarde desta quarta-feira com a ligação de professores que estão trabalhando na área administrativa indignados com a convocação para substituírem professores. Eles foram convocados para uma reunião nesta quinta-feira, às 10h, na EAPE e o Sinpro estará lá para questionar o absurdo de mais esse desrespeito à categoria. Ninguém é obrigado a fazer essa substituição. Essa atitude desesperada do secretário pode gerar uma série de questionamentos jurídicos, pois se o professor for lotado na escola, ao fim da greve, para onde ele irá? Se eles assumirem regência de classe passarão a receber a GRC? E depois que tiverem esse direito adquirido, podem perdê-lo de repente? Qual a punição poderá ser aplicada a quem se recusar a substituir? É um verdadeiro absurdo, como bem disse uma professora que não quis se identificar: “Considero que se o professor da área administrativa fizer isso, vai desrespeitar a categoria que se mobilizou. Não podemos nos esquecer que os benefícios que vêm de uma greve são estendidos a todos, inclusive a nós. Ao mesmo tempo considero que é um desrespeito a gente também, porque somos pressionados a nos colocar contra o movimento da categoria”.