ONVE convida categoria para responder pesquisa sobre violência contra educadores

 

Na imagem vemos a chamada para a campanha. É possível ver um homem negro segurando um caderno e sorrindo. Ao lado temos a chamada em texto: Responda nossa pesquisa sobre violência contra educadores no Brasil e Defenda a Ciência Brasileira. Abaixo estão as logos do Observatório Nacional da Violência contra educadoras e educadores, da Universidade Federal Fluminense, da Pro-Reitoria de Extensão da UFF e do Ministério da Educação.

O Observatório Nacional da Violência contra Educadores/es (ONVE) está aplicando um questionário em todo o País para produzir dados capazes de caracterizar os fenômenos de perseguição e violência contra educadoras(es) no Brasil. O levantamento resultará na produção do conhecimento sobre esse fenômeno e também irá subsidiar a construção de políticas públicas e estratégias de apoio que portejam e valorizem os(as) educadores(as) em todo o território nacional.

No convite, o Observatório Nacional da Violência contra Educadoras/es (ONVE), apresenta o projeto de extensão, sediado na Faculdade de Educação da Universidade Federal Fluminense (FEUFF), em parceria com outras instituições de ensino da educação básica e do ensino superior, e com a SECADI/MEC, que está realizando a pesquisa. Além disso, conta com um conselho consultivo formado por dezesseis entidades representativas dos profissionais da educação.

“Nós estamos aplicando um questionário em âmbito nacional para produzir dados capazes de caracterizar os fenômenos de perseguição e violência contra educadoras/es no Brasil. Com isso pretendemos produzir conhecimento sobre tal fenômeno e subsidiar políticas públicas e estratégias de apoio que protejam e valorizem os/as Educadores/as em nosso país”, diz o convite.

O ONVE informa que a participação ativa de todos(as) na divulgação desta pesquisa também é fundamental para que alcance um número significativo de respostas e possa garantir a obtenção de dados robustos e representativos. “Por isso, convidamos vocês a divulgarem a pesquisa por meio de suas redes de contatos, mídias sociais, newsletters e outros canais de comunicação disponíveis, especialmente envio direto para emails dos seus filiados, alunos, colegas e afins que sejam profissionais da educação. Para isso, enviamos o link da pesquisa juntamente com materiais de divulgação que poderão ser utilizados em suas plataformas.

Clique aqui para acessar a pesquisa 

Aqui estão alguns materiais que podem ser úteis para você compartilhar com sua rede:

Imagens e textos para redes sociais

Instruções de como usar o material

Release com mais informações

Precisa de algo que não está nos links acima? Entre em contato com o nosso time através desse e-mail e teremos o prazer de produzir.

Agradecemos imensamente pela parceria e colaboração. Ficamos à disposição para qualquer dúvida e para realizarmos atividades conjuntas sobre a pesquisa.

Contamos com vocês!

https://drive.google.com/drive/folders/1ECmiQy4_hOk-enqlc0vmjCkeN0y6NsXF

CEF 25 de Ceilândia utiliza a tecnologia como ferramenta pedagógica

A evasão escolar, o número excessivo de faltas, ausência familiar, baixo rendimento pedagógico dos(as) alunos(as), dentre outros, são algumas das preocupações que as escolas enfrentam, mas mesmo diante de todos os desafios, o Centro de Ensino Fundamental 25 de Ceilândia se apropriou da tecnologia com o objetivo de contornar os problemas e apresentar soluções para a comunidade escolar e para a equipe de OTP (Coordenadores, Orientação Educacional, Psicóloga e Pedagoga). Desde o início do ano o supervisor pedagógico do CEF 25, Giuliano Rodrigues Santos, implantou o aplicativo ClassDojo na tentativa de dar um suporte tanto para familiares de estudantes quanto para toda a equipe de OTP, principalmente para professores(as). E a ideia deu resultados positivos.

Por meio da plataforma, pais/mães ou responsáveis se mantém conectados à sala de aula do seu filho, tendo ainda a possibilidade de compartilhar momentos de aprendizado por meio de fotos, vídeos e mensagens, mantendo sempre as famílias informadas instantaneamente sobre o que acontece na escola. Além disto, a ferramenta possibilita a família de acompanhar mais de perto aspectos importantes e necessários do andamento escolar, exemplo da frequência, participação, rendimento e a situação pedagógica de cada estudante.

Giuliano Rodrigues explica que a escola possui mais de dois mil estudantes e enfrenta uma série de problemas, como em outras escolas, mas com um volume maior. Com o objetivo de apresentar soluções para as dificuldades enfrentadas, foi proposto a utilização do ClassDojo, amplamente aceita pela comunidade escolar e equipe. “Nós somos uma das maiores escolas da Ceilândia e do DF em quantidade de estudantes e passamos por muitos problemas, boa parte deles só conseguimos resolver se contatarmos as famílias, e a ferramenta nos ajuda consideravelmente neste aspecto. Quando implantamos a ferramenta, a comunicação escola/família melhorou e segundo nossos professores, começaram a perceber significativamente um retorno melhor dos alunos em sala. Os familiares tiveram acesso direto à vida do filho na escola, podendo participar mais e ajudar a solucionar alguns dos problemas detectados, mesmo sem o bimestre letivo ter terminado, melhorando assim o rendimento dos estudantes após a intervenção da família”.

A ferramenta também foi de grande utilidade para professores(as) na divulgação dos trabalhos que desenvolvem e das atividades que precisam ser realizadas pelos estudantes. Além disto, o ClassDojo dá acesso a informações importantes para os familiares, exemplo da divulgação de datas de reposição de aulas, divulgação de informações gerais da escola, reunião de pais, comunicação direta família/escola, informes gerais, eventos, apresentação de projetos e divulgação de trabalhos. “Tem melhorado muito nossa relação com as famílias, além de ajudar a solucionar diversos problemas que acontecem dentro e fora da escola. Tem sido muito proveitoso”, comemoram os supervisores pedagógicos do CEF 25 e toda sua equipe de trabalho.

Supervisor pedagógico do CEF 25, Giuliano Rodrigues Santos

Obra literária convida à reflexão da educação geográfica desenvolvida em ambiente escolar

O esforço coletivo de um grupo de professores(as) pesquisadores(as) de Geografia da rede pública de ensino do Distrito Federal e de outros estados possibilitou um convite à reflexão da educação geográfica desenvolvida no ambiente escolar e acadêmico, com o intuito de entender suas complexidades e enfrentar os desafios que se apresentam. Com uma combinação de teoria e prática, reflexão e ação, o livro Educação Geográfica: possibilidades e desafios contemporâneos desafia o leitor a explorar novas perspectivas do fazer docente.

Para atingir o objetivo proposto,  a obra  é constituída de  sete temáticas: Os horizonte da educação ambiental no Brasil: reflexões e perspectivas; A utilização das TDICs nas aulas de geografia e a formação continuada de professores; O ensino de Geografia e saberes didáticos; Atores da Geografia Escolar: A BNCC, os professores e os estudantes da educação básica; Análise dos espaços geográficos culturais da UnB sob o olhar das obras de Athos bulcão e Jaime Golubov; O uso de área verde da cidade para o ensino de Geografia; e, por fim, As controvérsias e adversidades do ensino médio como etapa final da educação básica.

A obra se propõe a analisar o mundo em uma perspectiva mais ampla a partir da conexão entre pessoas, lugares, culturas e ambientes diversos. Por meio dos processos de ensino-aprendizagem, seja na educação básica ou superior, é possível promover a compressão crítico-reflexiva dos sujeitos diante das dinâmicas socioespaciais no mundo contemporâneo. Portanto, a leitura irá desafiar o docente a pensar criticamente sobre o ensino de Geografia.

“É um livro que convida os professores que estão em sala de aula à leitura, para ver como discutir essa temática em várias perspectivas. Dessa maneira, os organizadores desejam que os leitores explorem conosco as possibilidades que a educação geográfica oferece. Então, a obra se destina a todos que gostam da geografia”, sinaliza a professora Maria Solange, uma das organizadoras da obra.

 

TV Sinpro debate transversalidade de saúde e gênero com a proteção de crianças e adolescentes

Em continuidade às atividades alusivas ao Maio Laranja, o TV Sinpro desta quarta-feira (22/5) debate como os temas relacionados à saúde e à equidade de gênero repercutem na conscientização e no combate ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes. O programa irá ao ar nesta quarta-feira (22/5), às 19h, na TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da Net) e redes sociais do Sinpro (Facebook e Youtube). Para tratar do assunto, o TV Sinpro traz Élbia Pires, coordenadora da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro, e Mônica Caldeira, coordenadora da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do sindicato.

 

 

Conscientização e combate
O Maio Laranja é uma campanha anual de conscientização, instituída pela Lei Federal nº 14.432/2022, com o objetivo de combater o abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes no Brasil. A campanha se intensifica ao longo do mês de maio, com diversas ações de mobilização social, palestras, eventos e campanhas educativas.

A Lei do Maio Laranja parte da lei 9.970, de 17 de maio de 2000, que institui o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. A lei foi instituída em memória de Araceli Cabrera Sánchez Crespo.

Com apenas oito anos de idade, Araceli Cabrera Sanches foi sequestrada em 18 de maio de 1973. Ela foi drogada, espancada, estuprada e morta por membros de uma tradicional família capixaba. O caso foi tomando espaço na mídia. Mas, mesmo com o trágico aparecimento de seu corpo, desfigurado por ácido, em uma movimentada rua da cidade de Vitória (ES), poucos foram capazes de denunciar o acontecido. O silêncio da sociedade capixaba acabaria por decretar a impunidade dos criminosos.

 

 

Publicado originalmente em 15/05/2024

MATÉRIA EM LIBRAS

22 de maio – Dia Internacional da Biodiversidade

A diversidade biológica é fator fundamental para a sobrevivência humana, apresentando valores incalculáveis nas áreas ecológica, genética, social, econômica, científica, educacional, cultural, recreativa e estética, riqueza esta presente nos ecossistemas terrestres, marinhos e em complexos ecológicos. A conscientização sobre a necessidade de se conservar e proteger toda esta diversidade motivou a Organização das Nações Unidas (ONU) a instituir, em 22 de maio, o Dia Internacional da Biodiversidade.

Mesmo diante da importância para o futuro do planeta e dos seres vivos, a poluição, o desmatamento, a exploração e outras ações irresponsáveis têm colocado esta riqueza em xeque. Além de reduzir a biodiversidade do planeta, atos inconsequentes também têm provocado catástrofes e tragédias ao redor do mundo, uma vez que é por meio da flora e da fauna que os ecossistemas regulam os processos climáticos, filtram e purificam a água, reciclam nutrientes, mantêm a fertilidade dos solos, e se tornam fontes naturais de recursos, madeira, alimento e etc.

O Rio Grande do Sul, infelizmente, faz parte de uma dura estatística de desastres naturais provocados pela ação do homem. Fruto da construção em locais impróprios e em áreas de alagamento, na falta de manutenção correta nos diques de contenção e nas barreiras antialagamento, além do desmatamento em morros e encostas, 161 pessoas morreram e o estado foi devastado pela maior tragédia climática da história do Rio Grande do Sul, atingindo 446 municípios gaúchos.

As tragédias registradas ao redor do mundo são consequências dos chamados eventos extremos, fenômenos climáticos cada vez mais intensos e frequentes em razão do aquecimento do planeta, termo usado para denominar o aumento da temperatura média da Terra. O fenômeno é causado por vários fatores, dentre eles pela liberação excessiva de gases de efeito estufa na atmosfera, como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4) e óxido nitroso (N2O). Os gases retêm o calor do sol na atmosfera, impedindo que parte dele escape de volta para o espaço. Associado à ação do homem na destruição da natureza e consequentemente da biodiversidade, a vida terrestre e marinha padece, e a vida no mundo se torna cada vez mais difícil.

Para o Sinpro, depende de cada um de nós o cuidado com o planeta e a necessidade de lutar pelo aumento da compreensão e da conscientização sobre as questões da biodiversidade.

Formação por território para aposentados(as) chega à subsede do Gama

Estão abertas as inscrições para mais um Curso de Formação por Território para Aposentadas(os) Sindicalizados(as). Ele ocorre na próxima terça-feira (28/5), entre 14h e 17h, na subsede do Sinpro-DF no Gama. O curso terá dois temas para debate: “O cuidado como um direito humano: que história é essa?”, ministrado por Edna Barroso e Kátia Franca do Instituto Horizonte; e “Sociedade do cuidado”, por Cosette Castro, do Coletivo Filhas da Mãe.

As inscrições começam nesta terça-feira (21/5) e vão até o dia do curso (6/5) ou enquanto houver vagas disponíveis.

Faça sua inscrição

O curso faz parte de uma agenda de ações para os(as) aposentados(as) definida na 1ª Conferência para Aposentados(as) do Sinpro, realizada em março deste ano.

Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados, comemora o sucesso da primeira edição do curso: “A primeira edição do curso de formação por território, realizada em Planaltina no início do mês, deu supercerto. Agora levamos o evento aos aposentados e aposentadas da região do Gama, também com o tema do cuidado como Direito Humano”, informa.

 

Territórios

Esta segunda edição do curso de formação por territórios ocorre na subsede do Gama, e está aberto à participação de aposentados(as) sindicalizados(as) de toda a região do Gama e redondezas. “No entanto, isso não impede que pessoas de outras regiões do DF participem. Basta fazer a inscrição no link no final desta matéria”, ressalta a diretora.

Elineide destaca também a importância do mandato participativo da atual gestão do sindicato: “A Secretaria para Assuntos de Aposentados tem a sensibilidade de ouvir e de acompanhar o perfil e as necessidades das nossas aposentadas e nossos aposentados, juntamente com o que propomos realizar, que é ouvir suas reivindicações e proposições e, juntos, andando de mãos dadas, fortalecer o sindicato e o nosso mandato e fazer com que ambos sejam instrumentos de formação política, além das demais atividades culturais, de lazer. A gente entende a necessidade de fazermos essa formação para que os(as) aposentados(as) entendam em que contexto eles e elas estão vivendo e o que podemos traçar daqui para a frente”.

Nota do Grupo Consciência em apoio aos estudantes vítimas de racismo em escolas privadas do DF

A recorrência do racismo não é surpreendente na sociedade brasileira contemporânea, último país da América do Sul a abolir a escravidão no dia 13 de maio de 1888, com a “famosa” Lei Áurea, que teve como função prática alijar a população negra de direitos amplos, universais, interdependentes e indivisíveis. O racismo vivenciado por estudantes em escolas privadas do Distrito Federal, no contexto de jogos escolares – GALOIS, em 03 de abril de 2024; PÓDION, em 19 de abril de 2024 e PROJEÇÃO, em 02 maio de 2024 – acende um alerta ao fato da ocorrência ter sido em espaço escolar e em disputa de prática esportiva, uma vez que há experiências concretas de racismo no esporte brasileiro, sendo o atleta Vinícius (Vini) Jr. Um exemplo recente e emblemático de vítima de relações sociais racistas no futebol.

O avanço da extrema-direita no Brasil (racista, homofóbica, sexista, fascista) tem deixado rastro de atrocidade nos campos político, social, econômico, cultural, cientifico, educacional, etc. A elite/burguesia brasileira sempre teve e tem dificuldade de lidar com a dignidade humana como princípio constitucional dos Direitos Humanos, visto que sendo concentradora de riqueza no país produz desigualdades de toda ordem. A luta entre classes se funde à opressão das identidades. As expressões racistas dos estudantes são traduções do modus operandi da branquitude, fortalecida pelo capitalismo e as culturas racistas dominante dominantes.

Ao desumanizar o/a negro/a, atribuindo-lhe a condição de “macaco”, nada mais é do que uma retomada da colonização-escravista, que subjetivou e objetivou a população negra com finalidades de mercado, exploração, dominação e opressão. Chamar o/a negro/a de “pobrinho” e “filho de empregada” expressa, entre outras coisas, como a burguesia racista vê o/a trabalhador/a, especialmente a funcionária doméstica que é, invariavelmente, mulher negra. A postura racista dos estudantes tem, portanto, uma raiz histórico-estrutural. Dito de outro modo, o racismo individual não ocorre cindido do estrutural, institucional, ambiental, religioso, etc.

No Brasil, vivemos o que Cida Bento chama de pacto da branquitude, um sistema de dominação e opressão estrutural/estruturante, em que o racismo tem sua força e manifestação na manutenção de privilégios dos brancos em detrimento da população negra e de outros segmentos das camadas populares. Esse pacto ocorre nas duas formas: na subjetivação e objetivação da população negra como “inferior, incapaz, feia, religião do diabo, cabelo ruim e, sem dúvida, nas expressões racistas usadas contra negros e negras em jogos escolares nas escolas supracitadas: “macaco, pobrezinho, filho de empregada, preta gorda”.

Escola, também espaço de produção do conhecimento contra hegemônico, da emancipação/libertação humana e do respeito às diferenças não pode ser vencida por discursos do ódio, por comunicação violenta, pelo racismo e outras formas correlatas de violência, como o chamado bullying. A educação antirracista deve ser eixo estrutural no âmbito do currículo e não somente tema, sobretudo na chamada semana da Consciência Negra. Ao estarmos diante do racismo com suas origens e manifestações atrozes, não dá para ficarmos apenas na retórica do “repudiamos e não coadunamos com práticas racistas”, em níveis institucionais (Escola, Ministério do Esporte, etc).

É urgente a adoção de políticas públicas efetivas de combate ao racismo em sua origem estrutural-institucional, para promover relações individuais e societárias solidárias, respeitosas e amorosas. É momento, mais do que nunca, de ações institucionais (escolas) e outras no combate ao racismo, a começar problematizando as razões pelas quais há uma diminuta presença negra nas instituições escolares privadas e como são as relações dentro da escola e de seu entorno.

 

“A conscientização da opressão ocorre, antes de tudo, pela racial” (Lélia Gonzalez)

Nota escrita pelo Grupo de Estudos e Pesquisas em Materialismo Histórico-Dialético e Educação.

Primeiras finais da Copa EPAT realizadas no sábado (18/5)

A Escola Parque Anísio Teixeira realizou no último fim de semana parte das finais da Copa EPAT. “Uma vez por semestre, realizamos essas competições, que já fazem parte da proposta pedagógica da escola”, explica o professor Gilson Cezar Pereira, vice-diretor da escola.

Quem participa são os estudantes matriculados nas oficinas das modalidades.

São onze modalidades em disputa: xadrez, basquete, futsal, vôlei, tênis de mesa, tênis de quadra, natação, ginástica rítmica, muay thai, jiu jitsu e atividades fitness (esta última modalidade não compete, apenas faz apresentações). No último fim de semana, foram realizadas as finais do primeiro semestre das modalidades vôlei, futsal, natação e muay thai. Nos próximos fins de semana serão realizadas as finais de tênis de mesa, tênis de quadra, basquete, ginástica rítmica e jiu jitsu.

 

10 anos de currículo em movimento na TV Com

Nesta segunda-feira, 20 de maio, a TV Comunitária de Brasília (canal 12 na Claro NET e redes sociais) apresenta o debate “10 anos de currículo em movimento: por uma escola histórico-crítica” no programa Brasília Notícias, que começa às 19h.

O programa será ancorado por Rosilene Corrêa (dirigente da CNTE e 1ª vice-presidenta da TV Com), e receberá como convidados Edileuza Fernandes, doutora em Educação pela UnB, e Jacy Braga, ex-secretário adjunto de Educação no DF.

Hipopótamo, bailarina, padrões e felicidade são tema de livro infantil

Helena, a hipopótamo Bailarina, é o terceiro livro de Ana Paula Almeida, professora alfabetizadora do CEF JK, de Planaltina. e contadora de histórias da rede pública do DF.

Helena é alegre, divertida e cheia de sonhos. Mas ela se recusa a se enquadrar em padrões impostos pela sociedade. Ela acredita que todos somos únicos, diferentes em nossos corpos, sonhos e emoções. “Todos temos direito de sonhar. Em nossas diferenças temos o poder de transformar nossos sonhos e realidade . Somos todos importantes… somos o que acreditamos ser.”, conta Ana Paula.

Helena, a Hipopótamo Bailarina, bem como os dois outros livros de Ana Paula, “Anastácia olhos cor do céu” e “Folclore, uma aventura na Floresta”, estão à venda diretamente com a autora, em seu Instagram (@anapaulaeraumavez).

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