Professor lança, no dia 7 de junho, romance que relata memórias do garimpo

Os relatos, histórias e memórias dos tempos áureos de extração de cristal de rocha na Vila de São Jorge, na Chapada dos Veadeiros, motivaram o fotógrafo, geógrafo e professor Jorge Monicci a escrever o livro Garimpo – Uma verdade sobre a Chapada dos Veadeiros. A obra, iniciada em 2014, tendo sua primeira versão independente lançada em 2017, convida o(a) leitor(a) a reviver o sonho do garimpeiro de ficar rico em meio a um ambiente rústico e belo ao mesmo tempo, abordando o romance entre um retirante nordestino e uma prostituta.

O livro, que conta com o prefácio escrito pelo deputado distrital Gabriel Magno, ainda traz depoimentos de antigos moradores e garimpeiros, artigos científicos, literatura de época, além da experiência do escritor em relação ao ambiente da Chapada dos Veadeiros. Tudo isto foi fundamental para a associação dos fatos, que se transformaram em um romance de época. Em 2019, mais de 600 livros foram doados para escolas públicas e bibliotecas no Distrito Federal.

Jorge Monicci explica que foram dois anos de produção e um ano de pesquisas e entrevistas. “Este ano chegamos na terceira edição, totalmente revista e ampliada com mais de 100 páginas inéditas”, comenta Jorge, que também é autor de outras obras como “Trilhas de Oréades – Uma viagem pelo Cerrado” e “Tá me tirando? Um Retrato da Criminalidade Escolar”. O autor participará do Festival de Culturas Tradicionais da Chapada dos Veadeiros como escritor convidado.

O lançamento do livro será no dia 07 de junho, no Bar Radiola (704/705 Norte), a partir das 18h, com música ao vivo.

Documentário sobre história da CUT será lançado dia 21

No próximo dia 21 de maio (terça-feira) será lançado o documentário “A geração que criou a CUT: a história por quem a faz”, dirigido por Celso Gonçalves. O filme traz entrevistas inéditas com 30 fundadores(as) da organização e conta a história da Central Única dos Trabalhadores (CUT), a maior central sindical do país. A estreia será às 19h, no Sindicato dos Bancários de Brasília. Entrada gratuita.

O projeto começou ainda durante a pandemia de Covid-19 (2020-2022), quando um grupo independente de pesquisadores, assessores e lideranças sindicais elaboraram o projeto para resgatar o processo histórico que culminou na criação da CUT.

De primeira mão, a ideia era lançar um livro organizado pelo professor Iram Jácome Rodrigues, sociólogo e professor da USP. A obra foi lançada em dezembro de 2023 em São Paulo, com o mesmo nome que terá o documentário. A edição foi feita pela Editora Annablume e conta com 423 páginas.

Mas acontece que a produção do livro contou com um processo de produção que facilitou posteriormente a ideia do documentário. Foram feitas 30 entrevistas com militantes históricos e fundadores da CUT e a maioria delas por chamadas gravadas em vídeo – técnica que se popularizou no período pandêmico.

 

 

De acordo com nota da CUT, as entrevistas buscam resgatar as histórias desses 30 dirigentes sindicais para entender e analisar o processo histórico que gerou a organização e as concepções de sindicato que estavam em disputa no debate à época. Além disso, o principal objetivo é resgatar a memória da organização.

O projeto conta com o apoio da Secretaria de Comunicação da CUT, do Instituto Lavoro e da Fundação Perseu Abramo. Além do diretor Celso Gonçalves, a obra tem produção e pesquisa iconográfica de Marcos Dascânio e trilha sonora do DJ Patronig. Além do professor Iram, outros intelectuais também participaram do projeto: Cláudio Nascimento (educador social, pesquisador e escritor), João Marcelo Pereira dos Santos (doutor em História Social do Trabalho e assessor da CUT/RS), Maria Silvia Portela de Castro (mestre em Ciências Sociais e ex-assessora da CUT Nacional) e Sandra Oliveira Cordeiro (psicóloga e assessora da CUT Nacional).

Entrevistados(as):
Ana Lúcia Da Silva
Antônio Carlos Portela De Castro
Avelino Ganzer
Armando Rollemberg
Cyro Garcia
D. Angélico Sândalo Bernardino
Delúbio Soares
Edson Campos
Enid Diva Marx Backes
Francisco Urbano
Gilberto Carvalho
Gilmar Carneiro
Jacy Afonso
Jair Meneguelli
Jairo Carneiro
João Paulo Lima E Silva
João Paulo Pires De Vasconcelos
José Pedro Da Silva
Júlio Turra
Luiz Azevedo
Maira Aparecida Rodrigues De Miranda
Maira Eunice Dias Wolf
Miguel Rossetto
Olívio Dutra
Osvaldo Bargas
Paulo Paim
Paulo Skromov
Pery Falcon
Rosiver Pavan
Sebastião Neto

 

Fonte: CUT, escrito por Raphael Sanz

Cantor Duka Menezes leva pocket show e oficina a escolas públicas do DF

Três escolas da rede pública distrital receberão, nos meses de maio e junho, uma oficina de escrita criativa em poesia combinada com um pocket show de Duka Menezes, que é cantor, compositor, multi-instrumentista, poeta e escritor brasiliense que investe em seu trabalho solo desde 2017, atuando na cena musical e literária de Brasília.

Em 29 de maio, a oficina chega ao CEM 304 de Samambaia Sul; no dia 13 de junho, é dia do evento acontecer no CEM 3 de Ceilândia Norte. Finalmente, em 20 de junho, a oficina com pocket show acontece no CED 01 da Estrutural.

A oficina, ofertada aos alunos de ensino médio, é de curta duração, voltada para a escrita criativa, mas focada na parte poética. Serão vivenciadas dinâmicas em grupo para o destravamento da criatividade, jogos com palavras, entre outros tipos de atividades que visam mostrar aos estudantes como escrever poesia. Por fim, serão tratados temas sobre a avaliação e desdobramentos possíveis a partir das experimentações realizadas junto aos participantes da oficina.

O intuito é contribuir com a formação dos estudantes de forma criativa e sensível a partir da escrita, compreender como uma oficina pode atuar no desbloqueio criativo; na percepção dos estudantes sobre suas próprias escritas.

“A fera que gritou o amor” é uma pesquisa autoral de Duka Menezes. O conceito do EP passeia pelo Indie Rock, que nasce da necessidade do compositor de compartilhar com o mundo suas inquietações e seu pensamento poético. Entre suas referências de composição, estão a Música Popular Brasileira, o Pop e o Indie Rock.

O projeto é um diálogo entre a resistência, os afetos e a celebração do fazer artístico, e será executado em Samambaia, Ceilândia, Estrutural e Águas Claras, com o claro intuito de propor integração e sensibilização das comunidades, a fim de gerar impacto sociocultural por meio de arte educação, bem como promover contato dos estudantes com os artistas locais, e assim estimular a formação de novos artistas. Dessa forma, artistas, estudantes e comunidade celebrarão, juntos, em forma de resistência e arte, a música autoral produzida no Distrito Federal. É a síntese da força do artista contemporâneo que não hesita em produzir, sonhar e transformar o momento presente. O projeto conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.

O álbum “A Fera que gritou o amor” está disponível nas plataformas de streaming.

Em julho, Duka se apresenta no Teatro dos Ventos, em Águas Claras, e faz o lançamento do videoclipe oficial.

E a escola que se interessar na oficina de Duka Menezes é só enviar email para dukamenezes.producao@gmail.com.

Palco Três leva artistas de destaque da cena musical do DF ao Espaço Cultural Renato Russo

O projeto Palco Três, que conta com o apoio do Sinpro-DF, tem direcionado os holofotes para artistas do Distrito Federal. É com este objetivo que o projeto apresenta, nesta sexta-feira (17) e sábado (18), no Espaço Cultural Renato Russo (Comércio Residencial Sul 508, Bloco A), trabalhos produzidos na capital federal, conhecida por ser um celeiro musical. Os ingressos serão vendidos pelo site https://www.sympla.com.br/palco-tres__2448871, ao custo de R$ 25 a meia entrada.

A primeira edição do Palco Três, na sexta-feira (17), terá os shows de Geraldo Carvalho e Mário Noya, Kika Ribeiro e Duna Duo. No sábado (18), subirão ao palco as artistas Myrlla Muniz, Clara Telles e Cely Curado. Dois momentos únicos de conhecer grandes nomes da música do DF. “Ao unirmos três artistas em um único espetáculo, também unimos, em um mesmo show, três públicos diferentes, possibilitando às pessoas conhecerem outros talentos”, explica o músico e produtor Adriano Rocha, idealizador do projeto.

 

Serviço:

Palco Três

17 e 18 de maio

Espaço Cultural Renato Russo (508 Sul)

 

Sexta-feira (17/5), às 20h, shows com:

Geraldo Carvalho e Mário Noya

Kika Ribeiro

Duna Duo

 

Sábado (18/5), às 20h, shows com:

Myrlla Muniz

Clara Telles

Cely Curado

 

Ingressos: R$ 50,00 (inteira)

Sympla (https://www.sympla.com.br/palco-tres__2448871)

Participe do XXIX Encontro do GTPA-Fórum EJA neste sábado (18)

O Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização do Distrito Federal e o Fórum de Educação de Jovens e Adultos do DF (GTPA-Fórum EJA-DF) convidam a todos(as) para o seu “XXIX Encontro do GTPA-Fórum EJA – Por uma política pública de Educação de Jovens e Adultos”, neste sábado (18), das 14h às 17h, no Centro de Educação de Jovens e Adultos da Asa Sul (CESAS), situado na SGAS II – Setor de Grandes Áreas Sul 602 – Brasília-DF (L2 Sul, Quadra 602).

O encontro irá discutir, dentre outros, a seguinte pauta: Desafios da EJAIT rumo à XVIII ENEJA; e Mobilização para o lançamento da Política Nacional de EJA 28/5. Participe! O GTPA informa que o lanche é comunitário e pede para levarem frutas.

Participe!

 

Eu só disse meu nome em lançamento na livraria Circulares em 21 de maio

Na próxima terça-feira (21/5), às 19h, a Livraria Circulares (CLN 113, bloco A, Asa Norte) recebe Camilo Vanucchi para a noite de autógrafos de seu livro Eu só disse meu nome.

Publicado pela Editora Discurso Direto e pelo Instituto Vladimir Herzog, “Eu só disse meu nome” conta a história de Alexandre Vannucchi Leme, estudante de Geologia de 22 anos que atuava no movimento estudantil na USP e na ALN quando foi torturado até a morte no DOI-Codi de SP, sob o comando do major Carlos Alberto Brilhante Ustra, em 1973.

Cinquenta anos após sua morte, a história de Alexandre é contada por seu primo de segundo grau, Camilo Vannuchi. Jornalista e escritor especializado em direitos humanos, autor de livros-reportagens como “Vala de Perus, uma biografia”, editado pela Alameda Editorial e pelo Instituto Vladimir Herzog e finalista no Prêmio Jabuti de literatura em 2021, Camilo foi membro e relator da Comissão da Memória e Verdade da Prefeitura de São Paulo. É professor de jornalismo na Faculdade Cásper Líbero e secretário de Cultura de Diadema (SP).

Aluno aplicado, primeiro colocado no vestibular, Alexandre atuava no movimento estudantil e elaborava panfletos para denunciar violações de direitos e defender a volta da democracia. Um ano antes de ser preso, aproximou-se da Ação Libertadora Nacional, organização que havia sido liderada por Carlos Marighella, e passou a apoiá-la no ambiente universitário. Foi morto no segundo dia de torturas, em 17 de março de 1973, vitimado por uma hemorragia interna, ainda se recuperando de uma cirurgia de remoção do apêndice, feita no final de janeiro.

Dom Paulo Evaristo Arns, então arcebispo de São Paulo, decidiu realizar uma missa de sétimo dia na Catedral da Sé. Denunciou publicamente a versão falsa de atropelamento, divulgada pela repressão. A homenagem se tornou a primeira grande manifestação popular de repúdio à ditadura e de denúncia da tortura desde o início do governo Medici, o mais truculento daquele período.

EC 18 do Gama promove caminhada em defesa dos direitos das crianças e adolescentes

Em alusão ao Dia Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, comemorado em 18 de maio, estudantes, professores(as) e orientadores(as) educacionais da Escola Classe 18 do Gama promoveram uma caminhada como ato alusivo à data. O projeto faz parte de um trabalho realizado durante o mês de maio e trouxe como temática: Faça Bonito.

A orientação educacional, juntamente com os(as) professores(as), desenvolvem atividades referentes ao tema com os(as) alunos(as) como forma de prevenção e orientação. O objetivo é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos das crianças e adolescentes, garantindo assim que as crianças cresçam com dignidade e se desenvolvam em um ambiente seguro e saudável.

Renata Neves Cardoso, orientadora educacional da EC 18 do Gama, ressalta que “as atividades propostas levam as crianças e adolescentes a se perceberem como sujeitos de direitos e que saibam reconhecer as situações de violência, sentindo-se seguros para buscar ajuda e proteger-se”, finaliza.

Sinpro e Conselho Tutelar levam ação de prevenção ao abuso sexual para EC 56 da Ceilândia

Contação de história, semáforo do corpo, bonecos e uma série de recursos pedagógicos foram utilizados para conversar com crianças da Escola Classe 56 da Ceilândia sobre prevenção ao abuso sexual. A ação realizada nessa quarta-feira (15), no Maio Laranja, foi desenvolvida pela Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro, em parceria com o Conselho Tutelar do Gama.

 

 

A diretora do Sinpro Mônica Caldeira explicou que a ação considerou, sobretudo, o nível de desenvolvimento cognitivo e emocional dos(as) estudantes. “Utilizamos uma linguagem lúdica, didática para falar desse tema importantíssimo com as crianças. Usando a linguagem delas, falamos das partes íntimas do corpo, do toque que pode e que não pode, do respeito às meninas assim como também o respeito aos meninos. Crianças podem e devem saber de tudo, principalmente quando se trata de temas que podem torna-las vítimas”, disse.

A conselheira tutelar Ana Maria Soares utilizou a história “Pipo e Fifi”, de Caroline Arcari, para conversar com as crianças sobre prevenção de violência sexual. A obra ensina de forma descomplicada a diferenciar toques de amor de toques abusivos, apontando caminhos para o diálogo, proteção e ajuda.

 

Da esquerda para direita, as diretoras do Sinpro Regina Célia e Mônica Caldeira

 

“Falar de abuso sexual com as crianças é falar do corpo delas, que é delas. É falar das partes íntimas, que não podem ser tocadas. É falar que ela pode sim querer um carinho na cabeça, um abraço, mas que, a partir do momento em que ela não quer, ela não deve ser obrigada. Isso porque ela é um ser humano de direito”, conta a conselheira tutelar. Segundo Ana Maria, “o tabu da violência sexual é dos adultos, e não das crianças”.

 

A conselheira tutelar Ana Maria Soares dialoga de forma lúdica com crianças sobre prevenção ao abuso sexual

 

Professores(as) e orientadores(as) educacionais da EC 56 da Ceilândia também dialogaram com as dirigentes do Sinpro e o Conselho Tutelar sobre a temática de conscientização e prevenção ao abuso sexual de crianças e adolescentes. Além disso, a Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro apresentou a cartilha “Convenção 190 OIT: Combater a violência e o assédio contra mulheres no local de trabalho”. (Leia AQUI a cartilha)

Para a diretora do Sinpro Regina Célia, “é dever do Sinpro lutar pela eliminação de obstáculos que as mulheres enfrentam para ter autonomia e liberdade”. “O Sinpro também luta por um DF e um mundo de igualdade. Portanto, não podemos nos eximir de fazer debates como o de violência, assédio moral e sexual. Combater isso é imprescindível para construir uma escola que forme seres humanos críticos, capazes de fazer um mundo de solidariedade e de igualdade. Se nós educadores e educadoras não tivermos total consciência disso, não conseguiremos levar essa consciência aos estudantes”, reflete.

 

 

A ação da EC 56 da Ceilândia compõe uma série de atividades que o Sinpro vem desenvolvendo ao longo deste mês de maio para somar na luta contra a violência e o abuso sexual de crianças e adolescentes.

 

Clique AQUI e veja o álbum da ação

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EC 43 de Ceilândia pede paz

Na manhã desta quinta-feira (16/5), 15 turmas do 1º ao 5º ano da Escola Classe 43 de Ceilândia percorreram em silêncio o quarteirão da escola, com cartazes e balões brancos pedindo paz. A manifestação foi em homenagem a Ryan Douglas, o coleguinha de 9 anos do 4º ano, que morreu na noite do último sábado vítima de um tiro. À tarde, outras 15 turmas farão o mesmo percurso.

As crianças que deram a volta no quarteirão estavam autorizadas pelos responsáveis, e foram devidamente acompanhadas por uma patrulha da polícia.

A manifestação desta quinta-feira é o resultado de um trabalho iniciado na segunda-feira: as turmas conversaram, refletiram sobre o tema e produziram os cartazes a serem exibidos na manifestação, com pedidos de paz e homenagens a Ryan: “nós paramos, planejamos e pensamos uma forma de dar nosso recado para a sociedade, que veio em forma de pedido de paz. A criança deve estar num lugar seguro, num lugar de paz”, disse a coordenadora pedagógica da EC 43, Lirian Maeli.

O diretor do Sinpro Samuel Fernandes esteve presente à manifestação: “É muito triste quando uma criança, com toda uma vida pela frente, morre de forma tão violenta. Os coleguinhas do Ryan mostraram à sociedade que há que se dar um basta na violência”, afirmou.

Veja as fotos

Livro propõe uma viagem sobre a potencialidade dos conhecimentos da geografia para alunos na educação básica

Em seu novo livro, o professor-pesquisador Daniel Rodrigues Silva Luz Neto propõe uma incrível viagem sobre a potencialidade dos conhecimentos da Geografia para os estudantes na educação básica. Fruto de pesquisas realizadas em duas escolas públicas do Gama, no Distrito Federal, em 2022, a obra Pensar geograficamente: uma atividade intelectual poderosa para os estudantes na educação básica mostra que a escola não é uma ilha e, por isso, é condicionada pelo que acontece no lugar e no mundo.

O livro traz como objetivo analisar indicadores da mobilização do pensamento geográfico por estudantes da Educação Básica, ou seja, evidenciar cientificamente a possibilidade de se identificar, em contexto de sala de aula, elementos constituintes da forma de pensar geograficamente nas operações cognitivas dos estudantes em resoluções de situações-problema na Educação Básica. Para cumprir esse objetivo, o autor apropriou-se da abordagem qualitativa na coleta e análise dos dados, que foram operacionalizados pelo procedimento bibliográfico e de campo.

O professor Daniel Rodrigues explica que pensar geograficamente é uma atividade intelectual poderosa para os estudantes na Educação Básica porque lhes proporciona a capacidade de compreensão das dinâmicas do geral ao particular e do particular ao geral. “Desse modo, hoje as práticas educativas e o ensino de Geografia estão inseridos no contexto do mundo globalizado na contemporaneidade. Por meio desse estudo foi possível identificar indicadores de que o pensar geograficamente é uma atividade intelectual poderosa para que os estudantes se apropriem e interpretem as práticas socioespaciais cotidianas de forma crítico-reflexiva e propositiva”.

Para ter acesso ao livro impresso basta enviar uma mensagem para o autor, nos e-mails: daniel.neto@ueg.br, danieltabuleiro1@gmail.com ou pelo Instagram: @danielluzneto, com a mensagem ‘livro Pensar geograficamente’.

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