Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro se reúne na segunda-feira (20/5)

Está marcada para a próxima segunda-feira, 20 de maio, a reunião do Coletivo LGBTQIA+ do Sinpro, às 19h do auditório do sindicato no SIG, às 19h.

Na pauta da reunião, Planejamento de atividades, organização e mobilização do coletivo.

“Essa reunião é de muita importância para atualização de informações para o nosso coletivo LGBTQIA+. Convidamos todos, todas e todes para que participem”, chama Ana Cristina Machado, da diretoria de Raça e Sexualidade do Sinpro.

CEM 03 de Ceilândia realiza projeto Vivendo a Vida

Nos dias 7, 9 e 10 de maio, o Centro de Ensino Médio 03 de Ceilândia realizou o projeto Vivendo a Vida, com foco em educação para a vida, e com a colaboração de toda comunidade escolar. Foram dias repletos de apresentações culturais, oficinas, aprendizados e convivência.

O Vivendo a Vida faz parte de um projeto maior, o “Keep Calm”, e consiste em ações pedagógicas que acionam arte, cultura e protagonismo estudantil. Essas ações foram desenvolvidas com base no calendário escolar, e envolveram a imensa maioria dos 1.100 alunos do ensino médio, do turno matutino da escola.

Além do Vivendo a Vida, o projeto “Keep Calm” inclui intervalos culturais, shows de talentos, Cine Escola, palestras, rodas de conversas. Ele foi idealizado pela pedagoga Regina Inácio e pela psicóloga Celilian Mendonça, do Serviço Especializado de Apoio à Aprendizagem (SEAA), com apoio das professoras Andreia Strini e Viviane Espíndola, e o objetivo de fortalecer a saúde mental de estudantes e professores.

Os resultados têm sido extremamente positivos, com uma sensível diminuição dos atendimentos individuais de estudantes com crises de ansiedade, mais harmonia na convivência escolar, desenvolvimento de habilidades socioemocionais, entre outros benefícios.

 

Veja no facebook do Sinpro o álbum de fotos completo.

Inscrições abertas para a V Codped, que acontece nos dias 20 e 21 de maio

Estão abertas as inscrições para a V Conferência Distrital dos Direitos das Pessoas com Deficiência (Codped), que acontece nos dias 20 e 21 de maio de 2024. Os interessados devem preencher o formulário e aguardar o deferimento da solicitação. As vagas serão ocupadas por ordem cronológica. Clique aqui para fazer a sua inscrição.

A V Codped é uma das etapas da V Conferência Nacional dos Direitos das Pessoa com Deficiência, que será realizada em julho deste ano. O evento reunirá representantes de diversos segmentos da sociedade e elegerá 10 delegados (cinco representantes do governo e cinco da sociedade civil) para o debate nacional.

Com o tema “Cenário atual e futuro na implementação dos direitos das pessoas com deficiência: construindo um Brasil mais inclusivo”, a Conferência é um espaço democrático de discussão e articulação de propostas, estratégias e diretrizes às políticas públicas relativas aos direitos das pessoas com deficiência. “Vale lembrar que a Codped tem como público-alvo as pessoas com deficiência, mas é aberta a todas e todos”, disse Carlos Maciel, represente do Coletivo de Pessoas com Deficiência da CUT-DF.

 

Mobilização

Maciel lembra que a realização da V Codped é um importante passo para a retomada do estado democrático de direito e à reformulação das políticas públicas voltadas ao segmento. Isso porque, durante os governos Temer e Bolsonaro, a discussão foi adiada sistematicamente. Com a eleição de Lula, os debates foram retomados e, desde o início da gestão, ações diversas foram implementadas para que a Conferência ocorresse.

Pelo calendário nacional, o encontro distrital deveria ter sido realizado de 1º de fevereiro a 30 de abril de 2024, assim como ocorreu nos estados. Entretanto, segundo Maciel, o Governo do Distrito Federal não apresentou condições para a realização da atividade dentro do prazo previsto. “Dessa forma, tem sido necessária intensa mobilização da CUT e dos movimentos sociais para que essa etapa dos debates ocorra”, afirmou.

Maciel destacou ainda a importância da participação do movimento sindical na Conferência. “É importante que participemos dessa importante atividade. Juntos, criaremos um documento com nossas demandas urgentes para serem levadas ao debate no governo federal. Não deixe de fazer sua inscrição”, finalizou.

 

Confira como preencher o formulário. Ao responder, estou ciente e concordo que:

1) O preenchimento do formulário não garante a inscrição na conferência, que dependerá das vagas existentes, a serem preenchidas em ordem cronológica de inscrição;

2) O interessado será informado pelo e-mail informado no formulário, sobre o deferimento da sua inscrição, até 23h59 do dia 18/05/2024;

3) Toda comunicação sobre a Conferência se dará exclusivamente pelo e-mail da V CODPED;

4) Qualquer dificuldade no preenchimento, favor solicitar ajuda de alguém da sua confiança, ou contatar o CODDEDE;

5) O preenchimento do formulário implica concordância com o armazenamento dos dados (sem compartilhamento externo) pelo CODDEDE, podendo ser editado até o fim do período das inscrições;

6) A Conferência é regida pelo Regimento Interno e demais documentos disponibilizados no site da Conferência.

 

Clique aqui e acesse a página principal da Conferência.

Fonte: CUT

Formulário analisa as dificuldades e desafios de aprendizagem e traça propostas de ensino de Língua Portuguesa

As professoras e pesquisadoras Tayse Castelo e Weruska Furrivel, da Universidade de Brasília (UnB), criaram um formulário que tem o objetivo de analisar as dificuldades e desafios de aprendizagem apresentados pela categoria magistério público, com vistas a traçar propostas de ensino de Língua Portuguesa com ênfase nos multiletramentos a fim de possibilitar melhorias no processo educativo destes discentes, visando uma participação mais efetiva e crítica na sociedade brasileira. O documento é direcionado a professores(as) alfabetizadores(as), de Língua Portuguesa e Língua Espanhola que atuam com estudantes imigrantes e refugiados em escolas da rede pública de ensino do DF.

A pesquisa é realizada pelo Instituto de Letras (IL/UnB), grupo ao qual estão vinculadas, e os resultados obtidos serão apresentados em um congresso internacional. Em caso de dúvidas, entre em contato com as pesquisadoras pelos telefones (61) 99683-3446 e (61) 98675-9097.

Clique aqui e preencha o formulário.

Artistas de Brasília pedem apoio para participar da Flotilha da Liberdade

Artistas do Distrito Federal são voluntários da edição de 2024 de uma nova ação da “Coligação da Flotilha da Liberdade” (Freedom Flotilla Coalition – FFC)  a caminho de Gaza. O casal de músicos Elení Fagundes e Chico Nogueira, integrantes do “Duo Accordi”, pede apoio a todos e todas para participar da ação em que mais de 1.200 voluntários(as) de 30 países vão levar sua colaboração para a entrega de mais de 5.500 toneladas de alimentos, remédios e outros tipos de ajuda humanitária necessários ao povo palestino sobrevivente do extermínio sionista em curso em Gaza.

As doações podem ser depositadas no PIX: accordiarte@gmail.com.

“Inspirados na percepção de que se alguém se indigna contra a injustiça em qualquer lugar do mundo, essa pessoa é nosso companheiro(a), como foi expresso numa fala de Che Guevara, estamos embarcando nesta viagem. Lutamos em favor de um mundo mais solidário. Entendemos que precisamos de dar a mão ao povo palestino neste momento de situação intolerável, com crianças sem ter nem mesmo anestesia para amputar partes do corpo destroçadas por uma guerra de extermínio contra o povo palestino, pelo Estado sionista de Israel”, justifica Chico Nogueira, músico, compositor e integrante, juntamente com a pianista, cantora, compositora e sua companheira, Elení Fagundes, do dueto “Duo Accordi”.

A Flotilha da Liberdade 2024 está prestes a zarpar

A FFC é formada por três navios, mas a fundação turca IHH Humanitarian Relief Foundation, que lidera o movimento, espera que, nesta viagem prevista para ocorrer nos próximos dias, o número de embarcações aumente. A ideia é zarpar do porto turco de Tuzla, perto de Istambul, e atracar em Gaza em breve. Estão aguardando apenas as autorizações das autoridades turcas para partir.

“Atualmente, o movimento já conta com a adesão de mais três embarcações, o que já somam seis. Das três embarcações principais, uma das maiores, vai abrigar os mais de 1.200 voluntários”, informa o músico. A Flotilha da Liberdade é um movimento mundial de solidariedade com várias iniciativas diferentes em partes do mundo trabalhando em conjunto para acabar com o bloqueio ilegal israelense a Gaza.

Contrária ao genocídio do povo palestino e à invasão ilegal, abusiva, violenta e de limpeza étnica cometida pelo governo sionista de Israel desde 7 de outubro de 2023, a FFC tem desafiado os bloqueios marítimos israelense, protestado contra o genocídio e denunciado todo tipo de política que impacta negativamente na vida dos palestinos. Desde 2008, a flotilha leva ajuda humanitária e faz incursões na região para denunciar, na comunidade internacional, as dificuldades humanitárias por que passa o povo palestino em Gaza.

“Todo mundo que se levanta em qualquer lugar do mundo e apoia a flotilha, com certeza, faz parte dela. Vale destacar que não somos contra o povo de Israel e o valor do povo judeu, mas a gente é contra o Estado sionista de Israel que não respeita tratados internacionais”, diz Nogueira.

2010: ataque à Mavi Marmara mata 10 pessoas

O Exército do Estado sionista de Israel atacou a Flotilha da Liberdade em 31 de maio de 2010 e matou 10 passageiros, nove deles eram turcos, que estavam a bordo da embarcação Mavi Marmara, navio de bandeira turca, e deixou muitos feridos. Na época, a Flotilha da Liberdade era formada por seis navios com passageiros de 40 nacionalidades e levava 10 mil toneladas de ajuda humanitária à população de Gaza.

Em agosto de 2014, houve uma nova tentativa da FFC de romper o cerco do Estado sionista de Israel a Gaza. Historicamente, o Estado sionista de Israel não cumpre nenhum acordo internacional de convivência pacífica e de respeito a territórios e soberania de outros países, principalmente o Estado da Palestina. A Organização das Nações Unidas (ONU) já reconhece a existência do Estado palestino há muito tempo e reforçou esse reconhecimento na semana passada. Contudo, Estado sionista de Israel não respeita a autonomia e a soberania do povo palestino e seu território.

Desde 1967, Gaza está sob ocupação militar israelense. Em 2005, Israel se retirou oficialmente de Gaza, apesar da resistência de mais de 9 mil colonos em evacuar os assentamentos judaicos ilegais. Desde 2006, no entanto, Gaza está sujeita a um cerco que restringe severamente o acesso a recursos básicos, como alimentos, água e medicamentos. Esse cerco, imposto por Israel, tem sido denunciado por organizações internacionais de direitos humanos.

 

X Semana Camponesa do CED PAD-DF

O CED PAD-DF realizou nos dias 8 e 9 de maio a décima edição de sua Semana Camponesa, com o tema X Semana Camponesa do Centro Educacional do PAD-DF: “Vivendo e revivendo os saberes, viveres e memórias da comunidade”.

Trata-se de culminância do projeto que busca valorizar e fortalecer sua identidade enquanto Escola do Campo. A ideia é promover uma educação que dialogue e reflita sobre a realidade dos sujeitos do campo, de suas comunidades, e assim promover a valorização das culturas locais e a construção de saberes contextualizados e significativos para suas vidas.

Por meio de parcerias, estudantes, professores e comunidade escolar em geral desenvolvem e participam de diversas atividades e ações, como oficinas, seminários, palestras, concursos, exposições, atividades lúdicas, barraquinhas, rodas de conversa e apresentações artísticas e culturais.

O projeto é realizado anualmente no mês de maio, voltado para os estudantes do Ensino Médio, Anos Finais do ensino Fundamental e EJA, nos turnos matutino, vespertino e noturno respectivamente.

A noite do dia 8 de maio contou com uma série de palestras sobre adubação ecológica e os benefícios do calcário na agricultura, e shows e apresentações de teatros de bonecos.

Já no dia 9, houve o desfile de cavaleiros e feirinha artesanal.

 

Veja as fotos

 

 

Curso promove Educação Popular para participação e o controle social no SUS DF

O Núcleo de Educação Popular, Cuidado e Participação em Saúde (Angicos), da Escola de Governo da Gerência Regional de Brasília da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz Brasília), está promovendo o curso Educação Popular para Participação e o Controle Social no SUS DF – Fortalecendo o protagonismo nos territórios. A atividade é gratuita, aberta a professores(as) e orientadores(as) educacionais e as inscrições podem ser feitas até o dia 17 de maio, clicando aqui.

A atividade tem como objetivo apoiar o processo de fortalecimento dos espaços de participação e controle social no Sistema Único de Saúde do DF (SUS/DF) em todos os níveis da gestão, em especial os descentralizados, como exemplo dos Conselhos Regionais. Visa, também, apoiar o processo de mobilização para instituição da participação local nos serviços de saúde do DF, ou seja, os Conselhos Gestores Locais.

 

Como será realizado

O curso conta com a parceria dos Conselhos de Saúde do DF e com a Diretoria de Controle Social da Secretaria de Saúde do DF, disponibilizará 140 vagas, com carga horária de 144 horas, e terá quatro meses de duração. As atividades ocorrerão de julho a outubro, com as aulas sempre aos finais de semana. A participação é presencial na comunidade em que o(a) interessado(a) está se inscrevendo.

Teresinha Pantoja, coordenadora pedagógica do curso na Região de Saúde Oeste (Ceilândia, Sol Nascente e Brazlândia), explica que a atividade contará com uma Comissão Pedagógica composta por educadores(as) das Fiocruz Brasília, assim como apoiadores(as) externos(as) e educadores(as) com vivência em processos de educação popular e no controle social, oriundos de todas as regiões de saúde do Distrito Federal. A coordenadora ainda complementa que o curso ocupa relevante destaque no contexto das estratégias desenvolvidas pela Fiocruz Brasília no sentido de fortalecer o processo de diálogo e construção compartilhada junto às comunidades, processo que se traveste de maior importância no contexto atual, no qual esforços estão sendo empregados para efetivar as deliberações da 11ª Conferência Distrital de Saúde e da 17ª Conferência Nacional de Saúde, em especial no que diz respeito à implementação da participação local no SUS.

É importante frisar que o processo formativo se alicerça nos desafios atuais colocados à democratização do SUS, mostrando a necessidade de fortalecimento dos espaços instituídos de controle e de participação social, conselhos e conferências. Diante disto é importante a criação de dispositivos e processos educativos, pedagógicos e mobilizatórios no campo da saúde que promovam maior engajamento e fortaleçam o sentido de pertencimento popular ao Sistema. “O que se pretende é que as pessoas inscritas tenham mais conhecimento para defender o SUS. É importante participar e fazer o controle, principalmente como usuários, uma vez que o curso levará o conhecimento sobre a participação e controle social sobre a área de saúde, sobretudo para os usuários do sistema de saúde. Posteriormente, todos poderão replicar o conhecimento adquirido participando dentro de conselhos gestores de saúde e conselhos de saúde”, comemora Teresinha.

Inscreva-se aqui

 

Nota de Pesar | Alcir Borges Moreira

Com muita tristeza, o Sinpro-DF informa o falecimento do professor aposentado Alcir Borges Moreira , aos 64 anos, ocorrido neste sábado, 11 de maio.

Pedagogo e professor de sociologia, Alcir atuou na maior parte de sua vida profissional em São Sebastião, destacadamente no Centrão (CEM 01) e no Chicão (CED São Francisco). Foi também diretor da CRE (coordenação regional de ensino) de São Sebastião.

Alcir deixa esposa, três filhos e uma neta. Deixa, também, colegas, amigos e estudantes que o amavam e admiravam.

O velório será nesta segunda-feira (13), de 11h30 a 14h30, na capela 9 do Jardim Metropolitano – Valparaíso (GO).

A diretoria colegiada do Sinpro lamenta muito a perda do professor Alcir e manifesta suas condolências e solidariedade com amigos e familiares.

Professor Alcir Borges Moreira: presente!

Festival Itinerante de Arte-Educação promove espetáculo gratuito em Brazlândia

A Cia do Tijolo traz para Brazlândia, diretamente de São Paulo, a peça Ledores no Breu. O espetáculo será na próxima terça-feira (14), às 20h, e integra a programação do 1º FIARTE – Festival Itinerante de Arte-Educação, que tem como proposta deslocar a produção teatral do centro de Brasília para as regiões administrativas do Distrito Federal. A entrada é franca e a organização disponibilizará ônibus gratuitos, saindo da Casa do Hip-Hop e da Praça do Laço. Os ingressos e a reserva de vaga no transporte deverão ser retirados por meio do Formulário disponível no link: https://forms.gle/Sw81h2BztYvXy2GB7.

A peça busca desenvolver uma reflexão sobre o acesso à cultura como forma de emancipação por meio do domínio da escrita. Histórias sobre analfabetos, sobre analfabetos funcionais e sobre aqueles que são alfabetizados nas letras e no dinheiro, mas que não conseguem se alfabetizar para o afeto e para a vida. Esta viagem sobre a escrita e busca da autonomia, traz histórias e inspirações de autores, pensadores e compositores como Paulo Freire, Zé da Luz, Frei Betto, Ledo Ivo, Cartola, Jackson do Pandeiro, Luiz Fernando Veríssimo, Manu Chao, Chico César e Patativa do Assaré.

 

SERVIÇO:
FIARTE – Festival Itinerante de Arte-Educação

Quando: 14 de maio.

Valor: entrada franca.

Livre para todos os públicos.

Sessão aberta à comunidade:

ESPETÁCULO LEDORES NO BREU – Cia do Tijolo (SP)

Local: CED Irmã Regina Velanes – Brazlândia

Horário: às 20 horas.

Ingressos e transporte por meio do WhatsApp da produção: (61) 98216-0481. O transporte sai

da Casa do Hip-Hop, às 19h.

Acessibilidade: o espetáculo contará com audiodescrição e tradução em LIBRAS.

Projeto Calangos Leitores faz sucesso no CEM JK

O Projeto Calangos Leitores tem como objetivo incentivar a leitura de livros com a criação da própria biblioteca de literatura do leitor em formação. A cada semestre, os alunos e as alunas recebem uma lista de livros, com a sinopse e a foto de cada obra, e votam quais obras querem ler.

“Eles e elas têm um mês para lerem a obra, e na primeira segunda-feira do mês seguinte participam de uma roda de leitura, onde comentam o livro com nossa mediação”, conta a professoras Fernanda Mourão do CEM JK, que coordena o projeto na escola e realiza as rodas de conversa junto com as professoras Claudine Duarte, Renata Maria Braga Santos e Anna Cristina Rodrigues.

O Projeto Calangos Leitores começou em 2021 no CEM JK, com a participação e 14 alunos e alunas – hoje, esse número chega a 20. ”Não conseguimos comportar mais estudantes, pois contamos com doações’, lamenta Fernanda.

Neste semestre, as leituras escolhidas foram: As filhas moravam com ele, de André Giusti (com direito a presença do autor na roda de conversa); Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong, de Hwang Bo-Reum; e os clássicos O Quinze, de Rachel de Queiroz; e O Apanhador no Campo de Centeio, de  J D Salinger.

Idealizado por Claudine Duarte, o projeto Calangos Leitores foi finalista do Prêmio Jabuti por 2 vezes, nas categorias Formação de Leitores (2018) e Fomento à Leitura (2023). Ele promove clubes de leitura para adolescentes em escolas públicas do Distrito Federal desde 2016. O formato adotado garante a recorrência dos encontros e instiga o interesse por gêneros literários distintos. A roda de conversa contribui para despertar as reflexões provocadas pelo hábito da leitura e os jovens leitores, de posse de seus próprios livros, se tornam agentes de formação de outros leitores em suas famílias e comunidades.

Em Brasília, o primeiro clube de leitura com um grupo de adolescentes foi formado em agosto de 2016 no Centro Educacional do Lago Norte – CEDLAN, comunidade residente no Varjão e no Paranoá. O Calangos Leitores já esteve presente em escolas públicas no Gama, no Cruzeiro, no Itapoã e, atualmente, está atuante no Centro Educacional do Lago – CEL, no Centro Educacional 03 – Centrão Guará e no CEM JK, na Candangolândia.

Já passaram pelo projeto mais de 500 jovens leitores, entre 13 e 18 anos, matriculados em escolas públicas do DF. O Calangos Leitores contabiliza quase 200 encontros realizados, considerando 28 clubes de leitura, 170 títulos de obras literárias. Cabe ressaltar que 4 mil exemplares de livros foram distribuídos para contribuir com a biblioteca individual de cada leitor e foram realizados 59 encontros com a presença de autores residentes no DF.

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