Teatro SESC Paulo Autran traz espetáculo Outra História de Amor

De 08 a 11 de maio, o Teatro SESC Paulo Autran (CNB 12 – Taguatinga Norte) coloca em cartaz um dos espetáculos mais longevos do teatro brasileiro. Com dramaturgia e direção do diretor teatral Zé Regino, Outra História de Amor retrata o casal Maria Lúcia (Ruth Guimarães) e Edgar (Humberto Pedrancini). Nos dias 8, 9 e 10 as escolas da rede pública de ensino do DF terão ingressos gratuitos. Para garantir o seu, clique aqui.

Juntos há décadas, o casal fala sobre relacionamento, sexualidade e sobre a coragem de seguir sonhos e desmistificar o envelhecimento, naturalizando o processo do envelhecimento. “Como discorrer sobre uma história de amor que resiste quarenta e cinco anos, fruto de uma convivência ininterrupta? Como não reconhecer que a ficção nos provoca poeticamente? Como não reconhecer que essa não é simplesmente mais uma história de amor mas, sobretudo, um reposicionamento de um casal de velhos, diante do amor a dois? Emprestar meu corpo, minha voz e minhas emoções, para Maria Lúcia, a personagem da minha idade real, 75 anos, tem sido mais um inusitado aprendizado no teatro e na vida”, destaca Ruth.

E é dentro deste contexto de amor que será retratada a história destas duas pessoas. Com personalidades diferentes, Edgar e Maria Lúcia começam, nessa fase da vida, a ter um conflito existencial que pode romper com a cumplicidade de ambos. Afinal, eles enxergam a vida e a morte de maneiras muito distintas. “Nesse contexto, surgem personagens que trazem do passado várias inseguranças e a possibilidade de se redesenhar a vida. Seria tarde demais? Eu falo que essa dramaturgia é meu manifesto anti-etarismo. É muito difícil viver num País onde pessoas na minha idade são discriminadas pela idade que têm. E nós temos sonhos, desejos que só morrem quando a gente morre. Este é só mais um momento da vida que está aí, pulsando. Uma pessoa com 70, 80, 90 também tem seus anseios, seus sonhos”, comenta o dramaturgo e multiartista Zé Regino.

O espetáculo visa, também, propor o reencontro criativo desses pioneiros artistas na montagem de um espetáculo teatral, que comemora e homenageia seus veteranos, utilizando como mote dramatúrgico a urgência de se falar sobre o modo como a sociedade lida com o envelhecimento. “É uma honra ser dirigido pelo Zé Regino e estar ao lado da Ruth. O mais interessante é que esse espetáculo busca quebrar os estereótipos de que velho não transa, que velho vai morrer. Não! A peça é sobre o contrário disso tudo. Fala sobre sonhos”, explica Pedrancini.

 

PROGRAME-SE

Dias 08, 09, 10 e 11 de maio de 2024

Teatro Paulo Autran – Taguatinga Norte

Dia 08 – apresentações às 09h e 14h (para escolas e gratuito)

Dia 09 – apresentações às 09h e 14h (para escolas e gratuito)

Dia 10 – apresentações às 09h e 14h (para escolas e gratuito)

Dia 11 – apresentação às 17h para pessoas da melhor idade (retirar ingressos no Sympla)

Dia 11 – apresentação aberta ao público em geral às 20h

ingressos para o dia 11/05 – R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia) – Levando 1kg de alimento não perecível que será doado para casa de idosos.

Sinpro realiza 8ª edição da Feira de Aposentados(as) na véspera do Dia das Mães

Será neste sábado, 11 de maio (véspera do Dia das Mães), a próxima Feira de Aposentados e Aposentadas do Sinpro, no Taguaparque, das 9 às 16h.

Além da tradicional feirinha cultural, que entra em sua oitava edição, durante o evento haverá uma ação social, com a participação do Inas – Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do Distrito Federal – e o Segundo Piquenique dos Aposentados e Aposentadas, que foi um sucesso na última edição do evento, em setembro.

“O piquenique realizado junto com a Feira de aposentados e Aposentadas em setembro passado deu super certo. Foi a ocasião perfeita para trocar ideias, reunir amigos, planejar a luta e descontrair. Quem veio participar trouxe também seu isoporzinho com bebidas e lanches, toalhas e copos e talheres recicláveis, e ainda aproveitou a Feira cultural. Vamos repetir a dose no próximo sábado”, comemora a coordenadora da pasta de Assuntos dos Aposentados do Sinpro-DF, Elineide Rodrigues.

Além do piquenique e da feira cultural, haverá também um aulão de atividades físicas e ação social.

Serão aceitas(os) como expositoras(es) quem fizer seus próprios trabalhos manuais e artesanais e for filiado(a) ao Sinpro. Para se inscrever como expositor(a), entre em contato no número (61) 3343-4235 ou no (61) 99994-6258 (este último, WhatsApp). Falar com Elieuza.

Não perca!

 

Publicado originalmente em 6/5/2024

Associação dos Conselheiros Tutelares do DF celebra 22 anos com formação continuada

Nos dias 15 e 16 de maio, das 9 às 18h, a Associação dos Conselheiros Tutelares do Distrito Federal celebra seus 22 anos e se reúne no auditório do Sinpro no SIG para debater o papel do Conselho Tutelar e a atuação da Rede de Proteção nos casos de violações de direitos contra crianças e adolescentes e a Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

“Buscamos também a participação de professores, professoras, orientadores e orientadoras educacionais, que fazem parte da rede de proteção de crianças e adolescentes”, destaca Delzair Amâncio da Silva, diretora Administrativa da ACT-DF e ex-dirigente do Sinpro-DF.

O evento contará com a participação do Procurador de Justiça do estado do Paraná, Dr. Murillo Digiácomo, e a Dra. Grazy Gabriel, coordenadora Institucional do Fórum Colegiado Nacional de Conselheiros Tutelares (FCNCT).

As vagas para o evento são limitadas, e as inscrições, que vão até o dia 13 de maio, têm o valor de R$ 20,00 para cobrir os custos do lanche. Transfira para o PIX da ACT/DF que é o nosso CNPJ (05394511000159) e envie o comprovante para o zap da Leila (Diretora Financeira da ACT/DF) +55 61 99671-3482.

Maiores informações no telefone (61) 9 9696-6600, com Delzair.

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ESCOLA MENINOS E MENINAS DO PARQUE EXISTE E RESISTE HÁ 29 ANOS

Ela é referência nacional na educação de crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade social. A Escola Meninos e Meninas do Parque completou, no último dia 18 de abril, 29 anos de existência e resistência.

O nome da escola vem do Movimento Nacional dos Meninos e Meninas de Rua, e batiza a escola pensada para acolher crianças e jovens em situação de rua que, naquele ano de 1995, viviam embaixo da marquise da Rodoviária do Plano Piloto. A primeira gestora, Palmira Eugênia, lutou muito para que a escola fosse instalada no Parque da Cidade – onde está até hoje.

“Eram crianças e jovens que precisavam da escola: artistas potenciais, que sobreviviam de apresentações circenses nos sinais das redondezas, mas não sabiam contar o dinheiro que recebiam”, recorda-se a atual diretora, Amélia Cristina Araripe, a Amelinha.

A Escola é denominada de Natureza Especial e, além do conhecimento formal, auxilia em procedimentos como encaminhamento médico e odontológico, além de providenciar documentações quando necessário.

Atualmente, a escola atende, no turno da manhã, crianças e adolescentes em situação de extrema vulnerabilidade – a maioria oriunda de Ocupações Urbanas. À tarde, recebe jovens, adultos e idosos, na Modalidade EJA (Educação de Jovens e Adultos) – a maioria em situação de rua. “Aqui, eles e elas são acolhidos(as), respeitados(as) e têm nesta escola seu espaço de pertencimento”, orgulha-se Amelinha.

Por acolhida e pertencimento, entenda-se receber pessoas extremamente vulneráveis, em situação de rua, com um kit banho (com toalha e sabonete). A escola é, também, o lugar onde eles e elas têm direito, além do banho, a troca de roupas, almoço e lanche.

“Tivemos que abrir turmas de todos os segmentos da Educação de Jovens e Adultos, pois descobrimos que quem concluía o Ensino Fundamental aqui na escola acabava se evadindo por não conseguir se adaptar a outra escola”, conta Amelinha, que faz questão de demonstrar todo o orgulho que tem de seus alunos e suas alunas: “Temos aqui na Escola Meninos e Meninas do Parque todos os segmentos da Educação de Jovens e Adultos. Oferecemos também o terceiro segmento da EJA, que é equivalente ao Ensino Médio, sempre adaptado às realidades e particularidades de cada um deles(as). Queremos que todos e todas sejam protagonistas de suas vidas, e cheguem à Universidade, para levar o conhecimento e a vivência que eles já têm de sobra, e não deve ser descartados. Acreditamos na educação humanizada e emancipatória, e ver e acompanhar o crescimento pessoal e as conquistas de quem passa por esta escola nos deixa bem felizes. Muitos(as) chegam aqui sem acreditar no próprio potencial, mas a gente mostra que eles(elas) são capazes, sim!”

“A Escola dos Meninos e Meninas do Parque é de natureza especial, mas trabalha verdadeiramente com o nosso currículo numa educação humanizada. Para além do acolhimento às pessoas vulneráveis, existe todo um trabalho curricular e pedagógico que evidencia o que essas pessoas têm de melhor. Ela passa longe de ser um depósito de jovens e adultos, pois realiza todo um trabalho de transformar pessoas vulneráveis em cidadãos e cidadãs”, explica a diretora do Sinpro Regina Célia.

A escola solicita doações de toalhas e roupas usadas para promover seu bazar: “Nosso projeto pedagógico inclui troca de horas de estudo por itens de higiene e vestuário. Quanto mais horas de estudo a pessoa tiver aqui na escola, mais itens de higiene e vestuário terá direito a pegar no bazar”, explica Amelinha.

Vida longa à Escola dos Meninos e Meninas do Parque!

Confira, no link abaixo, o álbum com as fotos da vfesta dos 29 anos da Escola

Álbum

 

Escola Parque 303/304 Norte cria vivências práticas a partir do Currículo de Dança

A integração da dança com o currículo escolar é algo totalmente possível e a Escola Parque 303/304 Norte demostrou esta união durante a Semana da Dança, organizada pelos professores Joaquim Guilherme e Waleska Dutra. Durante a última semana de abril, estudantes e professores(as) participaram de palestras e várias apresentações, onde artistas locais, educadores(as) e ex-educadores(as) foram convidados(as) a compartilhar seus conhecimentos e experiências, trazendo uma nova perspectiva sobre a dança.

Vice-diretor da Escola Parque, Helder Spaniol explica que a ideia principal por trás dessa iniciativa foi difundir a arte da dança e aproximá-la dos(as) alunos(as), permitindo que eles não apenas a apreciassem, mas a entendam como parte vital de sua educação. Um dos pontos altos da semana foi a formação de uma plateia, onde os(as) alunos(as) puderam assistir a uma variedade de estilos de dança, desde Balé Clássico, Hip-Hop, dança contemporânea, além da dança inclusiva do Grupo Pés. Essa diversidade de estilos não apenas ampliou o horizonte dos estudantes, mas também os inspirou a explorar suas próprias habilidades e preferências dentro da dança.

Conforme a semana avançava, era nítido que a dança não era meramente uma forma de expressão artística, mas uma ferramenta poderosa para a promoção da autoexpressão, da confiança e da interação social. “A Escola Parque 303/304 Norte reconhece a importância da dança como componente curricular fundamental para o desenvolvimento integral dos nossos estudantes. Por isso, a escola se comprometeu em contribuir ativamente para a organização deste projeto, promovendo atividades diversificadas, pedagógicas e envolventes que permitam aos alunos explorar e aprimorar suas habilidades artísticas, expressivas e corporais. Ao investir na Semana da Dança, estamos proporcionando aos estudantes uma experiência enriquecedora e significativa que contribuirá para seu crescimento pessoal e acadêmico”, ressalta Helder Spaniol.

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136 anos da falsa abolição: Como o racismo afeta a classe trabalhadora?

O Sinpro participou do Seminário 136 anos da falsa abolição: Como o racismo afeta a classe trabalhadora?, realizado na última segunda-feira (06), no auditório da CUT DF. Organizado pela Secretaria de Combate ao Racismo da Central Única dos Trabalhadores, o evento convidou os(as) participantes a refletirem sobre o tema da falsa abolição da escravatura. Além do presidente da CUT DF, Rodrigo Rodrigues, participaram a diretora do Sinpro e secretária de Racismo da CUT DF, Ana Cristina; Anatalina Lourenço, assessora chefe de Participação Social e Diversidade do Ministério do Trabalho e Emprego; Mariel Angeli, economista no DIEESE; além de representantes de entidades sindicais e de movimentos populares.

Por muito anos a história oficial do Brasil tentou convencer tanto povos negros quanto a população em geral de que a Lei Áurea foi um ato de benevolência da Coroa Portuguesa, e de que a partir de então, todas as chagas da escravidão estariam eliminadas da sociedade brasileira. Entretanto, passados 136 anos, o racismo e a desigualdade racial seguem como dois dos principais problemas do país.

Durante o seminário a economista do Dieese falou sobre um estudo que aborda a desigualdade racial no mundo do trabalho, apontando que apesar da maior parte da classe trabalhadora ser de pessoas negras, elas continuam com salários menores, menor participação em cargos de chefia e do fato do nível de desigualdade continuar gritante. Já Anatalina Lourenço relembrou o trabalho feito pelo Ministério do Trabalho, que resgatou mais de 3 mil pessoas em situação de trabalho análogo à escravidão, a situação das empregadas domésticas e a invisibilidade das trabalhadoras negras, especialmente por serem, muitas vezes, as únicas fontes de renda da casa.

Pelo fato de vivermos um processo de racismo estrutural, este é um tema que precisa ser enfrentado por todos os sindicatos para que possamos conquistar mais direitos e condições de vida digna para os(as) trabalhadores(as).

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Gina Vieira Ponte palestra na Regional de Sobradinho

A Professora Gina Vieira Ponte ministrou, no último dia 26 de abril, sua palestra “Mulheres Inspiradoras” na Coordenação da Regional de Ensino de Sobradinho.

O evento, realizado pela coordenação intermediária de Orientação Educacional, o contou com a participação de 50 profissionais do magistério de 29 escolas, incluindo orientadores(as) educacionais, profissionais das salas de recursos e professores(as) dos anos finais dos Ensinos Fundamental e Médio.

Também participaram do encontro diversos(as) profissionais da Coordenação Regional de Ensino de Sobradinho.

Durante o Encontro de Articulação Pedagógica, foi trabalhado o eixo Transversal do Currículo em Movimento da SEE-DF, Cidadania e Educação em e para os Direitos Humanos.

Foram abordadas temáticas como direitos das jovens mulheres, educação antissexista e a prevenção ao abuso sexual de crianças e adolescentes.

A palestra de Gina teve como objetivo fazer com que o projeto Mulheres Inspiradoras seja replicado nas escolas.

“Várias orientadoras educacionais se emocionaram durante o evento e se identificaram com o momento. Falamos sobre o empoderamento feminino e sobre as mulheres no mercado de trabalho”, recorda-se Alessandra Curvello, Coordenadora de Orientação Educacional da Regional de Ensino de Sobradinho.

Ao final do encontro, os participantes avaliaram o evento de forma positiva, como a professora do CEF 04 de Sobradinho, Maria Clara Vasconcelos: “Uma formação para professora e para a vida. A luta pelos direitos das meninas e mulheres deve começar na escola para a busca da emancipação feminina”, comentou.

Campanha de Solidariedade às vítimas das enchentes no RS

A solidariedade é marca da classe trabalhadora. Por isso, o Sinpro se soma à Campanha de Solidariedade às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, e convoca toda a categoria do magistério público a participar da ação. As doações podem ser feitas via PIX: (51)996410961 (celular). O telefone é da CUT Rio Grande do Sul, entidade que lançou a campanha no último dia 2 de maio.

Segundo a Defesa Civil do RS, até às 14h desta segunda-feira (6/5), foram registrados 83 mortes (outras 4 estão sendo investigadas), 111 desaparecidos(as) e 291 pessoas feridas. São 149,3 mil pessoas fora de casa: 20 mil delas em abrigos e 129,2 mil desalojadas. O Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS) é um dos locais que abriga os atingidos pelos temporais. Ao todo, 873 mil pessoas foram atingidas, em 364 municípios gaúchos.

“A classe trabalhadora sempre teve como sua principal estrutura a solidariedade. Essa solidariedade persiste através dos séculos, e é responsável por todas as conquistas de trabalhadores e trabalhadoras Brasil afora. Agora, diante dessa calamidade no Rio Grande do Sul, é nossa tarefa fazer nossa parte, como sempre fizemos. Todos os valores serão muito bem-vindos. Precisamos salvar essas vidas”, diz a diretora do Sinpro Márcia Gilda.

 

Inscrições abertas para o Programa de Formação Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI)

O Ministério da Educação, por meio do Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, promove formação para professoras de educação infantil, em parceria com universidades públicas de todo o País. No Distrito Federal, a Universidade de Brasília (UnB), junto com a Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS) e a Secretaria de Estado de Educação (SEEDF) realizam Programa de Formação Leitura e Escrita na Educação Infantil (LEEI) destinado às professoras de crianças de 4 e 5 anos. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de maio de 2024 clicando aqui.

O Programa tem como objetivo formar professoras da Educação Infantil de crianças de 4 e 5 anos, para que possam desenvolver, com protagonismo e qualidade, o trabalho com as linguagens oral e escrita. O LEEI integra teoria e prática, e pretende que professoras e demais profissionais da Educação Infantil consigam assumir uma prática reflexiva sobre suas ações educativas, tornando-se agentes de seu próprio desenvolvimento profissional ao mesmo tempo em que reconheçam as crianças, desde os bebês, como sujeitos sócio-histórico-culturais plenos, na especificidade da primeira infância.

A carga horária do LEEI é de 126 horas e é de responsabilidade das formadoras locais, ligadas a EAPE/SEEDF, desenvolverem seu programa e atividades. O curso está organizado com 64 horas de atividades presenciais, que acontecerão nas Regionais de Ensino, 6 horas de seminários on-line síncronos e 62 horas de atividades on-line na plataforma AVAMEC Interativo e em encontros síncronos.

O material de referência para os estudos é a Coleção Leitura e Escrita na Educação Infantil, produzido em 2016 pela Universidade Federal de Minas Gerais, e pode ser acessado pelo endereço: https://lepi.fae.ufmg.br/publicacoes/colecao/.

Além da Coleção Leitura e Escrita na Educação Infantil, outros materiais serão utilizados no decorrer da formação, tais como: artigos acadêmicos, documentários e outros vídeos que discutem temáticas relacionadas à infância e diferentes linguagens.

 

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Vozes Femininas, do CEF 02, compartilha vivências de mães de estudantes

A culminância do Projeto Vozes Femininas, do CEF 02 de Brasília, foi realizada no último dia 29 de abril, e contou com a participação de mães e mulheres familiares dos(as) estudantes da escola. Elas compartilharam com todos e todas suas vivências, num encontro que também contou com a presença das diretoras do Sinpro Ana Bonina e Monica Caldeira, esta última coordenadora da secretaria de mulheres do Sinpro.

O projeto durou todo o primeiro bimestre. A ideia era estudar as vivências e as lutas das mulheres na sociedade. Na primeira parte do projeto, os(as) professores(as) apresentaram mulheres importantes e relevantes nas áreas de matemática, educação física, português, geografia etc. As turmas fizeram, então, apresentações e exposições no mural da escola a respeito dessas mulheres.

Na segunda parte, o desafio das turmas era trazer uma mulher referência em suas vidas, e o porquê. Os e as jovens, então, entrevistaram suas familiares, trouxeram suas histórias de vidas, e fizeram outro mural com essas mulheres.

Na culminância do projeto, as turmas escolheram as mulheres de destaque, e as convidaram para a roda de conversa.

“Na segunda fase do projeto, quando foram contadas as histórias das mulheres da vida de nossos e nossas estudantes, vimos eles e elas compartilhando histórias em total silêncio e respeito às histórias uns dos outros, foi um momento muito bonito”, lembra o professor José Eduardo Vasconcellos, de Educação Física.

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