Literatura – Faces de um velho punk revela cotidianos vividos pela sociedade
Jornalista: Luis Ricardo
As várias facetas e cotidianos vividos por crianças, jovens, adultos e velhos foram utilizadas pelo professor e sociólogo Gilberto Barral em seu novo livro: Faces de um velho punk. Na obra, o autor oferece uma coletânea de 37 crônicas que apresentam, de maneira densa, crua e melancólica, fatos cotidianos vividos na sociedade por muitos de nós.
As vivências são compartilhadas em um mesmo espaço, mas em tempos diferentes, daí uma distopia etária que envolve a memória de coisas vividas e observadas no cotidiano. “É uma literatura punk, embora não tenha arrebites, jaquetas de couro ou moicanos, mas estão ali nos meandros do texto, das histórias reais ou imaginárias. O livro fala de amor, desamor, crianças, jovens, velhos, bêbados, mulheres. Tem felicidade e melancolia, alegria e tristeza, tudo bem dosado”, ressalta Gilberto.
O lançamento do livro será no dia 18 de abril, das 19h às 22h, no Centro Cultural Infinu Comunidade Criativa (506 Sul).
A partir desta quinta-feira (28), às 16h30, o Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo apresenta Chão, mostra coletiva com obras de Dadá do Barro (DF), Ludmilla Alves (DF) e Rubiane Maia (ES). A exposição, a terceira dentro do projeto Temporada de Exposições – Contraêxodo: Estratégias de Inserções, apresenta a produção de artistas visuais brasileiras que partem da relação estabelecida com a terra, a percepção e a transformação da matéria orgânica e da noção de território.
A mostra tem entrada gratuita e livre para todos os públicos e conta com a curadoria da equipe do Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo, compartilhada com a curadora convidada Gisele Lima. No dia da abertura, acontece a palestra “Romper à Margem”, com os artistas e curadores que participam da mostra. A exposição fica aberta para visitação até 9 de maio, de quinta a sábado, das 17h às 21h, mediante agendamento pelo e-mail pevermelho@pevermelho.art. O Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo fica na Avenida 13 de maio, Quadra 57, Lote 6 – Setor Tradicional, Planaltina – DF.
A curadora Luciana Paiva ressalta que o projeto “Temporada de Exposições – Contraêxodo: Estratégias de Inserções” propõe um outro movimento ao constante deslocamento de artistas, público e obras para os centros hegemônicos da arte. “Ao trazer artistas de outros estados que estão em etapas diferentes de consolidação de suas carreiras para a periferia do Distrito Federal”, diz a curadora.
Serviço:
Chão
Cerâmica, instalação, pintura e performance
Obras de | Dadá do Barro (DF), Ludmilla Alves (DF) e Rubiane Maia (ES)
Curadoria | Gisele Lima e equipe do Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo
Assistente de curadoria | Iago Góes
Exposição 3 do projeto Temporada de Exposições | Contraêxodo: Estratégias de inserções
Abertura | 28/03, às 16h30
Onde | Pé Vermelho – Espaço Contemporâneo – Av. 13 de maio, quadra 57 lote 6 – Praça São Sebastião Planaltina-DF
Projeto oferece oficinas de capacitação na área cultural para alunos da rede pública
Jornalista: Luis Ricardo
A Casa de Cultura Telar, em parceria com o Ministério da Cultura, promove de 01 de abril a 15 de maio o projeto Educarte na Praça. O projeto tem por objetivo oferecer extensa programação de oficinas de capacitação na área cultural para estudantes da rede pública de ensino de Taguatinga. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por meio das redes sociais da Casa de Cultura Telar @casadeculturatelar.
A programação será realizada nas escolas CEMTN, CEI 04 e CEMEIT e inclui 24 oficinas nas modalidades de Contação de Histórias, Teatro, Maquiagem Teatral, Poesia, Sonorização de Histórias e Mediação de Leitura para Primeira Infância, esta última voltada para professores(as), coordenadores(as) e pais do Centro de Ensino Infantil 04, cujo foco é a educação inclusiva. A meta é atender 360 alunos da rede pública.
O projeto propõe fomentar a capacitação e economia criativa local. Além disso, possibilita à população de Taguatinga um espaço vivo de convivência artístico-educacional. Aliás, durante o encerramento do projeto haverá apresentações públicas de eventos culturais de culminância das oficinas, todas abertas ao público.
Para Cléria Costa, uma das idealizadoras do EducArte na Praça, a finalidade da iniciativa é “constituir uma programação formadora que acolha a juventude e, ao mesmo tempo, contribua para a formação e capacitação de jovens, adultos, pais e professores por meio de oficinas, além de possibilitar à população de Taguatinga o acesso a manifestações artísticas”, explica.
As oficinas e os oficineiros:
Teatro (CEMTN e CEMEIT) – Wellington Abreu
Maquiagem teatral (CEMTN e CEMEIT) – Clara Abreu
Poesia (CEMTN e CEMEIT) – Beth Jardim
Contação de histórias (CEMTN) – Grupo Paepalanthus
Sonorização de histórias (CEMTN) – Lucas Baraúna
Mediação de leitura para primeira infância (CEI 4) – Miriam Rocha
Centro Cultural TCU apresenta exposição Terra Concreto
Jornalista: Luis Ricardo
A partir do dia 3 de abril, o Centro Cultural TCU abre as portas para a exposição Terra Concreto, que reúnes as obras inéditas de Adriana Vignoli, César Becker e Matias Mesquita, três artistas visuais que moram e produzem em Brasília e que têm na escultura uma de suas principais linguagens de trabalho. Com curadoria de Renata Azambuja, mais que uma mostra coletiva, a exposição busca ser um espaço de diálogo conceitual e formal entre a produção dos três artistas.
Com entrada gratuita e livre para todos os públicos, a mostra ocupará a Galeria Marcantonio Vilaça até o dia 13 de setembro de 2024. A visitação deve ser feita mediante agendamento de segunda a sexta, das 9h às 18h. O Centro Cultural TCU fica no Setor de Clubes Esportivos Sul, Trecho 3, Brasília – DF. Telefone (61) 3316-5327.
A exposição reúne três escultores com pesquisas poéticas muito singulares, mas que se aproximam por seus trabalhos desenvolvidos em torno dos materiais terra e concreto. “Há um pensamento espacial que acontece e ocorre a partir da combinação entre a vivência de cada um dos artistas na cidade junto a suas pesquisas poéticas. A exposição pretende revelar essa situação em que estão agregadas as relações entre os artistas, a atenção aos materiais e ao espaço”, sentencia a curadora.
Mais informações pelo telefone (61) 98126-6445 (Ulisses de Freitas).
Serviço:
Terra Concreto
Mostra coletiva
Obras | Adriana Vignoli, César Becker e Matias Mesquita
Curadoria | Renata Azambuja
Escultura, instalação, fotografia e vídeo
Local | Galeria Marcantonio Vilaça – Centro Cultural TCU | Brasília – DF
Endereço | Setor de Clubes Esportivos Sul – SCES Trecho 3 Lote 3, Brasília/DF
Abertura para convidados| 02/04/2024 às 19h
Visitação | 03/04/2024 a 13/09/2024 Segunda a Sexta: 9h às 18h
Contato | @centroculturaltcu
Visitação para escolas e instituições | Mediante agendamento pelo telefone (61) 3527-5221.
Entrada | Gratuita
Classificação indicativa | Livre para todos os públicos
Livro coletivo de 60 autores sobre o golpe de 64 será lançado em 1º de abril
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Será lançado no dia 1º de abril na livraria Travessa do Casa Park, às 19h, o livro “60 anos do golpe: gerações em luta”. A obra é resultado de um projeto concebido e coordenado pelo advogado Francisco Celso Calmon, que conseguiu reunir em tempo recorde artigos de 60 autores. Esses textos tanto tecem memórias quanto apresentam análises históricas e reflexões sobre a atual conjuntura política, numa tentativa de também apontar caminhos para a consolidação da democracia brasileira.
A data de 1º de abril marca os 60 anos do golpe militar que instaurou a feroz ditadura de 1964-1985 e deixou como saldo dos 21 anos de violência alguns milhares de mortos e desaparecidos, entre outros perversos e duradouros efeitos sobre a sociedade brasileira. Se são 434 os militantes mortos e desaparecidos oficialmente nomeados desde os relatórios das comissões da verdade de 2014, a eles devem se somar pelo menos 8.350 indígenas e 1.196 camponeses assassinados, de acordo com levantamentos das próprias comissões e posteriores estudos acadêmicos.
Os autores dos artigos reunidos no livro de 334 páginas são tanto sobreviventes da ditadura quanto militantes mais jovens de diferentes causas e movimentos em defesa dos direitos humanos. Entre eles encontram-se mulheres e homens, negros, brancos e indígenas, que são professores, pesquisadores acadêmicos, jornalistas, juristas, sindicalistas, sociólogos, economistas, psicólogos, intelectuais, poetas e escritores. Há no grupo ex-coordenadores da Comissão Nacional da Verdade, integrantes do Movimento Geração 68, representantes dos movimentos sociais da periferia, enfim, cidadãos e cidadãs que militam hoje ainda em defesa da democracia.
Trabalharam na organização desse imenso material, para concretizar o livro, Denise Carvalho Tatim, Gisele Silva Araújo, Roberto Junquilho e Sandra Mayrink Veiga. O ponto de partida da obra, que tem o apoio da Rede Brasil, Memória, Verdade e Justiça, do Canal Pororoca e do Movimento Geração 68, foi a proposta para que os candidatos a autores refletissem sobre a pergunta, “Onde estávamos em 1964 e onde estamos em 2024?”
O ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão escreveu, na contracapa: “Tenho muito orgulho de apresentar essa lista de consagrados autores em suas expertises, garantia de um livro de conteúdo de excelência literária e política. Os artigos que compõem esta obra se unem a um eixo essencial, a permanente luta pela democracia de todas e todos. “60 anos do golpe: gerações em luta” é uma obra para figurar entre os grandes compêndios da história”.
Lançamentos simultâneos em 1º de abril estão confirmados no Rio de Janeiro, em São Paulo, Belo Horizonte, Vitória, Goiânia, Aracaju Curitiba, Florianópolis e Passo Fundo, no Rio Grande do Sul. Estão programados outros lançamentos durante o mês de abril em, Salvador,Barra do Piraí e Volta Redonda, no Estado do Rio, e também em Vitória. Ações em torno do livro vão acontecer em sindicatos, centros culturais, entidades estudantis, entre outros locais propícios ao debate político visando a defesa da democracia.
Livro propõe debate sobre a necessária articulação entre universidade e escola
Jornalista: Luis Ricardo
As professoras Andrea Versuti, Paula Gomes de Oliveira e Vitória Moura Alves convidam a categoria para o lançamento do livro Universidade e Escola sem muros, que acontece na próxima quarta-feira (03), às 18h30, no hall da FE 5, na Universidade de Brasília (UnB). O livro pode ser adquirido clicando aqui. Também haverá venda de exemplares no local do lançamento.
A obra é a materialização de um sonho. O sonho de dar visibilidade a diferentes tipos de produção oriundas do projeto de pesquisa e extensão: “Universidade e Escola sem muros”, durante os anos de 2017 a 2020. Este projeto, inicialmente idealizado por docentes da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília, congregou estudantes, bolsistas e voluntárias, além de pesquisadoras externas convidadas.
Os textos que compõe o livro possibilitam ao leitor conhecer um pouco mais e por diferentes entradas distintas, alguns dos caminhos percorridos pelas pessoas que foram atravessadas pelas ações do projeto e que tornaram possível o seu desenvolvimento.
“É um livro que traz resultados da articulação entre ensino, pesquisa e extensão que é desenvolvido no âmbito da faculdade de educação em parceria com o CEF 801 do Recanto das Emas desde 2017. Os capítulos foram escritos por professoras, estudantes bolsistas e voluntários e, também, pesquisadoras convidadas de outras instituições que desenvolvem trabalhos que dialogam com a nossa temática”, ressalta a professora Andrea Versuti.
Aberto agendamento para escolas visitarem a exposição “DÔ – A Caminho da Virtude”
Jornalista: Luis Ricardo
As escolas públicas do Distrito Federal têm a oportunidade de mergulhar na cultura japonesa, visitando a exposição DÔ – A Caminho da Virtude, em cartaz no Museu de Arte de Brasília (MAB). Para fazer o agendamento da sua escola, basta fazer login na plataforma https://conecta.mediato.art.br/ como “Profissional da Educação”. Escolha o evento, a data e o horário desejado; preencha as informações da escola, a quantidade de alunos(as) e o segmento (educação Infantil, ensino fundamental ou ensino médio). Os agendamentos poderão ser feitos até o final de abril.
A exposição DÔ – A Caminho da Virtude é uma iniciativa organizada pela Japan House em colaboração com a Embaixada do Japão no Brasil e promove uma imersão fascinante nas artes marciais japonesas, destacando tanto seus aspectos tradicionais quanto contemporâneos.
Ao longo da visita, os(as) estudantes realizam leituras de obras junto com as mediadoras e participam de atividades pedagógicas relacionadas às obras de arte. As oficinas oferecidas pelo MAB Educativo são livremente inspiradas nas técnicas tradicionais da cultura japonesa. A equipe que ministra as oficinas é composta por estudantes do curso de graduação de Artes e aos finais de semana também são ministradas oficinas artísticas abertas ao público geral e gratuitas.
Há a possibilidade de transporte gratuito para os(as) alunos(as), basta consultar as especificações para garantir o benefício. Acompanhe a programação e mais informações pelo perfil da Mediato: https://www.instagram.com/mediato.art/.
Conheça as oficinas:
Oficina de Sumotori (Ensino Fundamental I)
Cada participante construirá seu boneco lutador de Sumô, decorando o boneco e aprendendo a fazer sua base de sustentação bem firme. Em seguida, as crianças serão convidadas a colocarem seus atletas na arena para jogarem uns contra os outros. O boneco que permanecer mais tempo de pé é o grande vencedor.
Oficina de Origami/Kirigami (Ensino Fundamental II)
Nesta oficina, as crianças aprenderão a fazer diversos animais a partir de dobras e recortes. Os origamis são feitos a partir de dobras no papel colorido, enquanto o kirigami utiliza além das dobras, também os cortes no papel.
Oficina de pintura com Nanquim (Ensino Médio)
Nesta oficina, é ensinada a técnica da pintura com nanquim inspirada na técnica Sumi-ê utilizando para pintar lindas paisagens minimalistas inspiradas em temas orientais.
MAB Educativo
O MAB Educativo é o primeiro programa educativo do MAB que conta com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal. E contribui para a valorização da cultura brasileira e acontece para sensibilizar e colaborar com a formação de público, além de fomentar o desenvolvimento profissional de mediadores culturais; proporcionar aos estudantes visitantes atividades práticas de introdução às linguagens artísticas; contribuir com a educação patrimonial e com a democratização do acesso aos equipamentos culturais.
Sobre o MAB
O Museu de Arte de Brasília é um espaço destinado a exposições, atividades culturais e programas educativos, e tem como objetivo promover a valorização e difusão da arte brasileira. O museu conta com um acervo composto por obras de artistas nacionais e internacionais e tem como principal objetivo valorizar e difundir a arte brasileira.
Programa Educativo do Museu de Arte de Brasília (MAB)
(Setor de Hotéis e Turismo Norte, trecho 1, Projeto Orla)
Agendamento: https://conecta.mediato.art.br/
Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h
Campus Ceilândia da UnB recebe a pedra fundamental do CIS
Jornalista: Letícia Sallorenzo
O dia 27 de março marca o 53º aniversário da cidade de Ceilândia, e também o Lançamento da Pedra Fundamental do Centro Integrado em Saúde (CIS) do Campus UnB Ceilândia. A cerimônia terá a presença da professora Márcia Abrahão, Reitora da UnB, mais o Secretário de Obras da UnB, a Direção da UnB/Ceilândia, Deputados, representantes da Secretaria da Saúde, membros dos movimentos populares e da comunidade de Ceilândia. O evento ocorre às 12h no auditório Clélia Parreira.
O CIS vai receber atividades assistenciais voltadas à comunidade, com perspectivas de vinculação à rede de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS), em um modelo de educação continuada e permanente em saúde e promoção de atividades de ensino, pesquisa e extensão da UnB.
“A proposta é de construção de um prédio que possuirá em torno de quatro mil metros quadrados. A intenção é ter neste espaço alguns diferenciais, como casa terapêutica (local que reproduz os principais cômodos de uma casa e permite a reabilitação de pacientes com lesões que limitam os movimentos), além de locais para teleatendimento, várias oficinas terapêuticas que possibilitarão o desenvolvimento de novas habilidades, bem como espaços de reabilitação fisioterapêutica, incluindo uma piscina”, segundo explica a presidente da comissão responsável pelo projeto, professora Dayani Galato.
Além da assistência à população, o CIS será o local de prática para os estudantes de graduação e pós-graduação da FCE, por meio dos projetos de pesquisa e de extensão. Por isso, o espaço de atendimento será maior do que o habitual em outros centros de saúde – para que seja possível acompanhar de perto os atendimentos realizados pelos estudantes.
A ideia é que seja possível realizar nos consultórios do CIS cerca de 12 mil atendimentos por mês, com foco em fonoaudiologia, reabilitação referente a dor lombar, em prevenção de quedas e no paciente pré-diabético.
Verba parlamentar
A cerimônia celebra a chegada dos recursos iniciais, que vieram de emenda parlamentar da Deputada Federal Erika Kokay. Com essa verba inicial, serão executados os projetos de construção (arquitetura, urbanismo, estrutural, fundações), além dos trâmites licitatórios, contratuais e de início da edificação, que, após aprovação do Conselho Pleno do Campus UnB Ceilândia, segue para o Conselho Administrativo da UnB, para ser incluído no Plano de Obras da Universidade.
Sinpro realiza reunião para organização do IV Torneio de Futebol Paulo Freire
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro, por meio da Secretaria de Assuntos Culturais, realizará uma reunião virtual na próxima segunda-feira (01), às 19h, com todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais interessados(as) em participar do IV Torneio de Futebol Paulo Freire. O objetivo é organizar a competição, que acontece nos dias 18 e 19 de maio, na Chácara do Sinpro.
A reunião tratará, também, do período de inscrição e pontos importantes para o bom desenvolvimento do torneio. Se você já participou da competição ou tem interesse em participar, não perca a reunião, que será realizada pela plataforma Zoom.
CED São José completa 26 anos de uma história ligada à educação
Jornalista: Luis Ricardo
Há 26 anos o Centro Educacional São José, de São Sebastião, tem evidenciado a importância do papel da educação no desenvolvimento de crianças, jovens e adultos, mostrando que um ensino de qualidade é base para mudanças no contexto social e nas relações entre a comunidade e o mundo. No dia 19 de março, estudantes, professores(as), orientadores(as) educacionais e a comunidade escolar fizeram uma grande festa em homenagem ao CED.
A construção da escola foi resultado da mobilização coletiva da comunidade do bairro São José. Em 1997 os moradores iniciaram as discussões no sentido de viabilizar a construção da unidade escolar. Naquele momento existia um programa do Governo do Distrito Federal denominado “Orçamento Participativo”, e a população, valendo-se da prerrogativa de sugerir obras e serviços para o orçamento do governo, aprovou a construção do Centro Educacional São José.
Desde então, mesmo diante das dificuldades a escola tem lutado incessantemente em levar a educação à toda comunidade, sendo assim um instrumento de melhoria na vida da população. “São mais de 13 anos trabalhando como professor, coordenador e supervisor da escola, que me acolheu quando vim para Brasília. Sempre fui um fã de pessoas que se preocupam com a educação do nosso país e aqui no São José eu encontrei isso. Apesar das dificuldades da comunidade, das dificuldades que encontramos para fazer um trabalho no nível que está hoje, esta casa já formou grandes homens e mulheres, e continuará formando”, ressalta o supervisor pedagógico do CED, Josué Lamounier.
Aline Gomes, diretora da escola, diz que a educação é fundamental para a melhoria das pessoas e do mundo. “Estou no CED São José há 23 anos e toda minha vida profissional foi aqui. É um espaço de convivência com estudantes e colegas de trabalho, e aqui criei laços que vão para toda a minha vida. Mesmo com tantos desafios eu ainda acredito na educação”, finaliza.