Professora da rede pública lança e-book de poesias e reflexões

Rafaela Farias é professora da rede pública, que atua no ensino especial do CAIC Juscelino Kubitschek do Núcleo Bandeirante. Ela está com a pré-venda do seu e-book “Liberdade de Ser, Coragem para Sentir” aqui . Neste mesmo site, ocorrerá o lançamento no dia 06/02. 

A obra é composta por poesias e reflexões da professora, em sua trajetória de vida.

“Comecei a escrever poesias em 2019, na época estava vivendo uma separação e atuava no ensino regular na Escola Classe Verde. Para mim, foi um momento de transição muito grande, pois vivi um relacionamento heteronormativo por muito tempo e não me reconhecia naquele ambiente. Por conta da influência religiosa e familiar que recebemos pela vida toda. Na adolescência, quando fui me percebendo uma mulher lésbica, entendi o quanto o mundo era cheio de preconceitos e me dava muito medo. Até que nesse período eu comecei a buscar me aceitar como era de verdade e recebi muito acolhimento com meus colegas de trabalho na época. Infelizmente, não é uma realidade recorrente”, diz a autora.

Então, veio a ideia de colocar tudo no papel, metaforicamente (por enquanto). “Recentemente, me questionaram caso eu tivesse apenas um dia de vida, o que gostaria de fazer e que até então não tinha feito. Minha resposta foi: escrever meu livro. Minha vontade é lançar um livro físico, mas para lançar é preciso investimento. Então, decidi primeiro lançar um e-book para arrecadar dinheiro e materializar o livro físico. Quero primeiro lançar esse livro como físico e depois tenho ideia de continuar escrevendo para realizar outros livros também”, relata.

“Liberdade de Ser, Coragem para Sentir” é constituído com temas que “versam sobre aceitação, amor, expansão de consciência e reflexões sobre a quebra de preconceitos”. 

O e-book está à venda por R$15 neste link.

 

A primeira “Marsha” Trans de Brasília

Na tarde de domingo (28/1), a Esplanada dos Ministérios foi palco da primeira “Marsha” Trans, um espaço luta e resistência, em celebração dos 20 anos do Dia da Visibilidade Trans no Brasil, comemorados nesta segunda-feira (29/1). O nome “Marsha”, com essa grafia, é em homenagem à ativista trans Marsha P. Johnson, que lutou pelos direitos da comunidade LGBTIQIAPN+ em 1969. Os manifestantes “marsharam” do Congresso até o Museu Nacional.

O evento foi organizado por mais de 40 entidades, entre elas a Associação Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), o Programa de resposta à epidemia de HIV/Aids da ONU (UNAIDS), o Instituto Brasileiro de Transmasculinidades (IBRAT) a Secretaria Nacional LGBTIQIAPN+ e outros importantes setores do governo federal que entendem a importância da implementação de políticas públicas para a população trans.

O evento também contou a importante participação ativa dos Grupos de famílias organizadas em entidades como os grupos “Mães pela Diversidade”, “Mães pela Resistência”, com muitas professoras da rede pública do DF liderando o trabalho dessas entidades que vêm realizando um excelente trabalho. Estava presente também o grupo “Minha Criança Trans”.

O Coletivo LGBTQIA+ do SINPRO DF marcou presença com a participação de várias professoras(es) e orientadoras(es) educacionais. Vários outros sindicatos também marcaram presença, e também o coletivo LGBTQIAPN+ da CUT, que contou com a participação do Secretário nacional Walmir Sequeira.

Além de Marsha Johnson, também foram homenageadas Katia Tapety, a primeira travesti a ocupar um cargo político no país; Jovanna Baby, que fundou a primeira instituição trans do país; e Keila Simpson, a primeira travesti a receber o título de doutora honoris causa no país.

“A ‘Marsha’ foi um momento amorosidade e de grande reflexão e ruptura acerca da luta por direitos para as pessoas trans. Lutar para existir, resistir e transformar a dura realidade das trans, travestis e transexuais do nosso pais. Por ocupação de espaços de poder na política e no trabalho. Por justiça, equidade e política social”, declarou Ana Cristina Machado, da Secretaria de Assuntos de Raça e Sexualidade do Sinpro-DF, que esteve presente na Marsha.

Nota de pesar | Carla de Sousa Almeida

O Sinpro informa, com profundo pesar, o falecimento da professora Carla de Sousa Almeida, aos 55 anos.

Carla era gestora do CEI 416 de Santa Maria.

Ela será sempre lembrada por seus familiares e alunos como uma pessoa querida, companheira e sempre atenciosa com todo mundo.

O velório da professora Carla ocorreu neste sábado, 27/01, das 7h às 9h, na Capela 04 do Campo da Esperança da Asa Sul. O sepultamento será às 9:30h.

O Sinpro se solidariza com a família, colegas e amigos(as) da professora Carla.

Professora Carla de Sousa Almeida, presente!

 

Professora aposentada Lúcia Boonstra convida para vernissage de duas exposições

A professora aposentada Lúcia Boonstra continua muito ativa nas suas atividades artísticas! No próximo dia 2 de fevereiro, sexta-feira, na Biblioteca Nacional, acontece a vernissage de duas exposições, Simbiose: Poemasfotos/Fotospoemas e Simbiose 2: Canvas Poéticas.

A primeira já é conhecida dos brasilienses: em março de 2023, esteve em cartaz no foyer da Câmara Legislativa. Simbiose: Poemasfotos/Fotospoemas é composta de 16 quadros, cumprindo o desafio de somar emoções e sensações através da inter-relação entre linguagens artísticas: são fotos inspiradas em poemas e poemas inspirados em fotos. O trabalho é realizado em parceria com Almerinda Garibaldi, escritora e poeta.

Antes disso, Simbiose esteve presente na coletiva do Festival Ouvirandô-Horizontes Vivos/2022, realizada no Consulado Geral do Brasil nos Países Baixos, no Festival de Literatura do mesmo evento, e na Ramsés Shaffi Huis em Amsterdam

Em Simbiose 2: Canvas Poéticas, o tema são as Dores Femininas. Para elaborar sobre questões densas como abandono psicológico, racismo e violências diversas, Lúcia convidou artistas plásticas residentes no Brasil e na Holanda. São elas: Adriana Nakata, Cinthia Costa, Fátima Giacomitti, Lego Lima, Pati Domingues, Regina Macedo e Socorro Mota.

Na vernissage também será lançada a coletânea Laços Portugueses, um projeto editorial da Rede Sem Fronteiras, elaborado por ocasião da celebração de seus 10 anos. São 75 autores e autoras pelo mundo, sendo sete no DF: Adriana Araújo, Almerinda Garibaldi, Ambrosina Coradi, Ana Maria Guimarães, Clara Areguy, Pietro Costa e Lúcia Boonstra. O livro apresenta textos referentes aos laços que cada um desses autores mantém com Portugal, sejam lembranças de viagem, da cultura, da gastronomia, imigração, ancestralidade e outros.

As exposições ficam em cartaz até 02 de março no primeiro andar da Biblioteca Nacional.

 

A autora

Lúcia Boonstra é professora aposentada, formada em Letras, especialista em atendimento aos superdotados e representante internacional da Rede Sem Fronteiras nos Países Baixos. Participou de diversas coletâneas e foi premiada em três delas (Sem Fronteiras Pelo Mundo – volumes 6, 7 e 8). É autora também do livro de poemas Soprados das Gavetas.

A trajetória de Lúcia é uma inspiração para as aposentadas e aposentados da Secretaria de Educação, pois mostra que estar em movimento após concluir a vida laboral é possível, necessário, e amplia horizontes de atuação e intervenção. “Sinto que iniciei uma nova carreira, realizando o sonho que havia sido adiado por demandas externas. Portanto, acreditem, descubram e retomem aquela atividade ou atividades que lhes dão prazer. A vida merece ser vivida e, não tocada!”, enfatiza Lúcia.

Nota de pesar | Marlucia de Oliveira Lima

O Sinpro informa, com profundo pesar, o falecimento da professora aposentada Marlucia de Oliveira Lima, aos 50 anos, ocorrido ontem (23 de janeiro), em decorrência de complicações de um transplante de fígado.

Marlucia trabalhou como professora de atividades na Escola Classe 27 de Ceilândia Norte, e se aposentou na Escola Classe 19 de Ceilândia Sul, onde também foi aluna. Não deixou filhos.

Marlucia será sempre lembrada por seus familiares e alunos como uma pessoa querida, companheira e sempre atenciosa com todo mundo.

O velório da professora Marlucia ocorre na quinta-feira, 25/01, das 8:30 às 11h, na Capela 01 do Campo da Esperança de Taguatinga. O sepultamento será às 11h.

O Sinpro se solidariza com a família, colegas e amigos(as) da professora Marlucia.

Professora Marlucia de Oliveira Lima, presente!

 

Nota de pesar | Luzimar Maria Cipriano Vieira

O Sinpro informa, com profundo pesar, o falecimento da professora aposentada Luzimar Maria Cipriano Vieira, aos 67 anos, ocorrido ontem (22 de janeiro) à noite.

Luzimar trabalhou na Escola Classe 11 do Gama. Deixa um filho e uma netinha de 4 meses.

Todos se lembrarão para sempre dela como uma pessoa meiga, muito amável e espiritualizada, que adorava momentos em família, e adorava crianças e animais.

O velório da professora Luzimar ocorre na quarta-feira, 24/01, das 13 às 15h na Capela 03 do Campo da Esperança da Asa Sul. O sepultamento será às 15:30.

O Sinpro se solidariza com a família, colegas e amigos(as) da professora Luzimar.

Professora Luzimar Cipriano, presente!

 

Professora pede ajuda para reaver filhas sequestradas pelo ex-marido

A exemplo de outras mulheres espalhadas pelos quatro cantos do Brasil, uma professora da rede privada do Distrito Federal tem sido vítima de uma das maiores violências contra a mulher: a perda de um filho por meio criminoso. No dia 16 de abril de 2022, Bianca Moreira Carneiro (@maternidade_roubada) entregou as duas crianças, na época com 4 anos de idade, para passarem a Páscoa com o pai. No dia seguinte o homem ligou do Líbano dizendo que as duas estavam com ele e que ela só voltaria a vê-las se desistisse do divórcio.

Desde o sequestro a professora entrou com uma ação na Justiça e fez contato com a Embaixada do Brasil no Líbano, mas não conseguiu avanços na retomada das filhas. As sentenças foram favoráveis, mas pelo fato de o Líbano não ser signatário de Haia, a execução foi inviabilizada.

Bianca lembra que a saída do ex-marido do Brasil não foi ilegal, já que em 2021 o então casal fez procuração em cartório autorizando a emissão dos passaportes por um dos pais, nos quais constaria a observação de que as filhas poderiam viajar desacompanhadas de um dos pais. “Fizemos isto porque o pai dele estava doente e pretendíamos viajar para o Líbano, para visitá-lo”. Aproveitando desta situação, em 2022 o homem emitiu os passaportes sem o conhecimento dela.

Bianca Moreira revela que tem contato com as filhas raramente. “Em 2023 eu falei com elas em maio, setembro e dezembro, mas elas não falam mais português, então a comunicação ficou ainda mais difícil”, explica. “Depois que ele foi para o Líbano, muitas vezes insistiu para que eu desistisse do divórcio e ele voltaria. É uma das mais covardes e cruéis formas de violência contra a mulher”, lamenta a educadora. “Fiz tudo que podia e espero que alguém possa me ajudar a ter minhas filhas novamente”.

Entidade busca ampliar número de famílias acolhedoras no DF

O Aconchego é uma entidade civil, sem fins lucrativos, fundada em dezembro de 1997, que trabalha em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescentes em acolhimento institucional. Aqui no DF, é a entidade que cuida das políticas de Família Acolhedora, e busca ampliar o número de famílias acolhedoras no Distrito Federal.

Atualmente, há 403 crianças em regime de acolhimento em todo o Distrito Federal. Desse total, 35 crianças estão com famílias. O objetivo é ampliar o número de crianças atendidas, mas para isso há a necessidade de se encontrar mais famílias acolhedoras.

“Queremos crescer mais, para qualificar e ampliar a oferta de famílias acolhedoras no DF”, explica Julia Salvagni, vice-presidente do grupo Aconchego.

 

Política pública de acolhimento

O projeto Família Acolhedora é uma política pública, do Serviço Único de Assistência Social (SUAS). A política de família acolhedora é voltada ao atendimento de crianças e adolescentes em medida protetiva de afastamento de suas famílias. Trata-se de processo previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), que traz o acolhimento em família como prioritário ao acolhimento institucional.

Em Brasília, o serviço funciona, coordenado pelo Grupo Aconchego, desde 2019. Já atendeu 174 crianças e adolescentes de zero a 18 anos. “Ao invés dessas crianças irem para abrigos, no Sistema de Famílias Acolhedoras (SFA) elas são encaminhadas para famílias capacitadas, habilitadas e acompanhadas pela equipe do serviço, onde irão morar temporariamente, até o final da medida judicial”, explica Julia Salvagni.

O acolhimento é temporário, garantido por meio de medida protetiva, e dura até decisão judicial pela reintegração da criança ou adolescente à família de origem, ou pelo encaminhamento para adoção.

Durante o tempo em que a criança (ou adolescente) estiver em acolhimento, haverá um investimento constante na família de origem nuclear e/ou extensa de forma a garantir o caráter provisório e excepcional do acolhimento. Esses núcleos serão encaminhados e inseridos em serviços e/ou projetos de apoio sociofamiliar disponíveis na rede de atendimento socioassistencial.

 

Quem pode se candidatar

O serviço conta com a parceria de famílias da sociedade civil, em qualquer configuração, dispostas a abrir suas casas e rotinas para o acolhimento temporário das crianças ou adolescentes. Os critérios a serem preenchidos são os seguintes:

– Residir no Distrito Federal

– Ter maioridade civil

– Ter disponibilidade afetiva e emocional

– Não ter como projeto a adoção

– Não ter antecedentes criminais

– Ter a concordância de todos os membros da família.

 

Para que a família interessada se torne uma acolhedora, é necessário caminhar pelas seguintes etapas:

– Participar de palestra informativa sobre o serviço (virtual ou presencial);

– Frequentar curso formativo em que se aprofunda nas temáticas da vivência do acolhimento (cerca de 5 a 6 encontros, virtuais e/ou presenciais)

– Passar por entrevista com a equipe técnica do serviço

– Visita domiciliar

– Habilitação, junto à Vara da Infância e Juventude, após demonstrar compreensão do processo e habilidade para um cuidado afetivo e respeitoso.

 

Ajuda sem acolhimento

O Grupo Aconchego mantém, ainda, uma rede de profissionais voluntários para o atendimento às crianças / adolescentes. Precisa constantemente do serviço de pediatras, dentistas, oftalmologistas e psicólogos.

Também recebe doações de itens de higiene para o atendimento de assistência, como fraldas, fórmula láctea infantil, lenços umedecidos etc.

Quem quiser ajudar ou se candidatar a família acolhedora pode entrar em contato com o Grupo Aconchego, nos telefones (61) 3963-5049 / 3964-5048 / 99166-2649.

“Toda ajuda é bem-vinda, mas o serviço de família acolhedora traz inúmeros benefícios às pessoas assistidas, pois possibilita dirimir os impactos das violações de direitos sofridas, através de vínculos afetivos saudáveis e do olhar individualizado para as crianças”, conta Júlia Salvagni.

Programa da Câmara dos Deputados analisa o Pisa e seus resultados

A Câmara dos Deputados realizou um programa nesta quarta-feira (17) fazendo uma análise do Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa) e seus resultados. O Pisa é um estudo comparativo internacional realizado a cada três anos pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O Brasil participa desde o ano 2000, quando os estudantes brasileiros são comparados com outros países nas disciplinas de matemática, leitura e ciências.

É importante ter em mente que o resultado do Pisa não necessariamente expõe a qualidade da educação. Dentre os motivos para isto está o fato de o Programa tratar-se apenas de uma prova de desempenho aplicada em estudantes a cada três anos, desconsiderando todos os demais ângulos do fenômeno educacional. Quem realiza o exame é a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que, por ser uma entidade da economia, tem padrões próprios a partir dos quais entende e analisa a educação. Além disso, é praticamente impossível estabelecer uma referência única para 80 países, conjunto que apresenta uma ampla diversidade econômica, cultural, religiosa, social e política.

Participaram do programa, Clara Machado, coordenadora-geral do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb); Antônio Ahmad, professor de História da Rede Pública do Distrito Federal e ex-diretor do Sinpro-DF; Rafael Parente, PhD em educação e diretor executivo do Instituto Salto; e Letícia Jacintho, coordenadora do “De Olho na Educação”.

Confira abaixo o vídeo na integra.

Escola do Parque da Cidade está com matrículas abertas

A Escola do Parque da Cidade – PROEM atende a adolescentes em situação de risco ou acumulando múltiplas vulnerabilidades que o impedem de seguir o fluxo do ensino regular e, portanto, necessitando de um atendimento individualizado. O foco específico está em adolescentes de 11 a 17 anos, cuja idade seja incompatível com o ano (do ensino Fundamental I ou II) cursado.

O Projeto Político Pedagógico da escola visa a que, com o atendimento individualizado e com turmas reduzidas, esses(as) jovens consigam recuperar o andamento dos estudos, evitando a evasão escolar – que é alta nesse segmento específico de estudantes.

A escola oferece ensino integral, com processos e aprendizagem alternativos visando à recuperação de defasagens. Os e as estudantes terão atividades desportivas e de lazer, projetos interdisciplinares e oficinas de iniciação profissional.

Mais informações sobre a escola e sobre o processo de matrícula você consegue nos telefones 3901-7620 ou 99401-9400.

 

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