VÍDEO-HOMENAGEM | Professora Holanda é mãe que inspira luta

O corredor principal do segundo pavimento da sede do Sinpro-DF expõe galeria de fotos históricas da categoria do magistério público. Em uma delas, professora Maria Holanda Lopes Carvalho ocupa o primeiro plano. Ela sopra uma corneta, e se destaca no grupo que percorre uma avenida em protesto por melhores condições de vida, de trabalho e, sobretudo, por uma educação pública de qualidade. Do lado direito da professora, uma placa avisa: professores(as) em greve. Do lado esquerdo, uma bandeira do Sinpro é empunhada e mostra a organização da categoria.

Holanda é e sempre foi luta. Desde que que entrou para o magistério, há mais de meio século, participou e foi uma das lideranças de todos os movimentos grevistas. Mas neste ano, pela primeira vez, professora Holanda não estará nos piquetes e assembleias.

Dia 14 de maio fará quatro meses que professora Holanda está em um leito de UTI. O estado dela é estável, mas ainda grave. Nesse período, ela, que tem 84 anos, foi entubada, extubada, venceu uma paralisação dos rins. Agora, segue sedada, fazendo hemodiálise e com a ajuda de ventilação mecânica.

“Lembro que, em fevereiro, ela estava em coma. Aí, o Sinpro começou a colocar propaganda na televisão, dizendo que ia ter assembleia. Ela em coma, não mexia nada. Aí eu falei assim: mãe, olha o Sinpro vai fazer assembleia, pode ter greve. Vamos lá atrás dos pelegos. E quando eu falei isso, os olhos dela mexeram”, conta a filha de Holanda, Jaqueline Lopes Carvalho.

Jaqueline, 57 anos, fica com a mãe todos os dias, das 7h30 até meia noite. A dedicação é reflexo da batalha de Holanda, que lutava também pela felicidade dos quatro filhos, segundo Jaqueline.

“Minha mãe é uma batalhadora. Criou os quatro filhos estudando, trabalhando longe. Chegava em casa 1h, e às 5h já estava na parada para pegar ônibus. Não tem como descrever o que é ela pra gente. Ela é nosso tudo. Ser filha dela é o meu maior privilégio”, declara Jaqueline, que admira incondicionalmente a mãe.

Professora Holanda é mãe que inspira luta. E embora não esteja presencialmente neste movimento paredista, seus ensinamentos são repassados por quem esteve com ela em tantas trincheiras.

É com imenso orgulho que o Sinpro lança vídeo-homenagem à professora Maria Holanda Lopes Carvalho: uma mulher arretada, mãe, nascida no Ceará e criada na Paraíba, que encantou o povo do DF e que segue inspirando professores(as) e orientadores(as) educacionais a fazerem a luta. Assista ao vídeo AQUI

TV Sinpro Especial “A greve também é pedagógica” nesta segunda (15)

O TV Sinpro Especial “A greve também é pedagógica” será transmitido ao vivo nesta segunda (15), às 20h, nas redes do Sinpro e na TV Comunitária (canal 12 da Net). Os diretores do Sinpro Cláudio Antunes, Berenice Darc e Carlos Maciel, que integram a Secretaria de Política Educacional da entidade, serão os debatedores.

Para além das vitórias que podem vir na pauta de reivindicações, o processo de luta sempre é vitorioso pelo grau de consciência que proporciona. Nas ações e nas reflexões da greve, aprendemos todos, e também ensinamos aos nossos colegas, aos nossos estudantes e às comunidades escolares sobre a importância da organização e da mobilização.

Os debates que uma greve traz faz com que todos os atores envolvidos na escola pública se apropriem dos problemas da sua escola e também dos aspectos positivos que podem levar a soluções. Democratizam-se informações sobre o funcionamento do Estado, do orçamento público e dos processos legislativos.

Não perca! É nesta segunda às 20h!

 

Assembleia geral lotada marca uma semana de greve do magistério

A greve do magistério público do DF completou uma semana e continua crescendo! Em assembleia geral lotada na manhã desta quinta-feira, 11 de maio, a categoria se mostrou, mais uma vez, convicta da legitimidade das suas reivindicações e disposta à luta.

A adesão à paralisação é grande e a população tem manifestado sua solidariedade nas comunidades escolares e nas nossas ações de rua. O Sinpro tem recebido diversas declarações de apoio através de entidades sindicais e de movimentos sociais, do movimento estudantil, e de parlamentares da Câmara Legislativa e do Congresso Nacional.

Foi essa mobilização expressiva que propiciou a retomada da mesa de negociações com o GDF. O governo havia afirmado que não dialogaria com a categoria em greve, mas, diante da força do movimento, teve que recuar.

A comissão de negociação do Comando de Greve apresentou o informe da reunião que teve com os secretários da Casa Civil (Gustavo Rocha), do Planejamento (Ney Ferraz) e da Educação (Hélvia Paranaguá) na manhã de quarta-feira (10). Na ocasião, os e as representantes da categoria apresentaram a pauta de reivindicações do movimento.

A pauta está na mesa

“Reafirmamos a luta pelo fortalecimento do vencimento básico, por isso a incorporação das gratificações, como a Gase e a Gaped, que impactará profissionais efetivos e temporários; aposentados e da ativa”, informou a diretora do Sinpro Luciana Custódio, integrante da comissão de negociação. Também defendemos a diminuição dos padrões para progressão na carreira; a valorização da tabela de especialização, mestrado e doutorado; a melhoria das condições para professores em contrato temporário, e a necessidade da nomeação de todos os aprovados do último concurso, até zerar o cadastro reserva. E também a realização de um novo concurso público ainda este ano, para suprir as demandas da rede”, completou ela.

“Multa e decisão de Justiça não termina nossa greve, o que termina nossa greve é a apresentação de uma proposta satisfatória pelo governo”, afirmou Cleber Soares, diretor do Sinpro e também integrante da comissão de negociação. “O governo sinalizou com um processo de negociação que até então não existia, e isso só está sendo possível por causa de cada um e cada uma que está aqui, dos piquetes, da nossa mobilização”, ele afirmou.

Ao final da assembleia, professores(as) e orientadores(as) educacionais definiram pela continuidade da greve e aprovaram um calendário de mobilização (confira abaixo). O mais importante agora é fortalecer a mobilização e a nossa unidade, para construir as vitórias que estamos buscando!

Clique aqui para ler o Edição Extra distribuído durante a assembleia desta quinta-feira.

Juristas apoiam greve da Educação e repudiam judicialização do movimento paredista

O núcleo do Distrito Federal da Associação Brasileira de Juristas pela Democracia (ABJD-DF) lançou nota em apoio à greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF. No texto, a ABJD-DF ainda repudia a judicialização da greve, acionada pelo governador Ibaneis Rocha, através da Procuradoria-Geral do DF (PGDF), e aprovada pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT).

A greve da Educação teve início no dia 4 de maio. A categoria do magistério público tem como um dos eixos centrais da pauta de reivindicação a reestruturação da carreira do magistério, que mitiga perdas impostas nos últimos oito anos.

Leia a nota da ABJD-DF

A ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE JURISTAS PELA DEMOCRACIA – ABJD-DF, entidade comprometida com a defesa da Democracia e dos Direitos Fundamentais, tendo em vista a deflagração da atual greve dos professores e professoras do Distrito Federal e a decisão do Exmo. Desembargador Roberto Freitas Filho, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, que, no dia 07 deste mês (domingo), declarou a abusividade da greve, impondo multa diária de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) ao SINPRO-DF (Sindicato dos Professores do Distrito Federal) e corte de ponto dos grevistas, esclarece que:

1) A greve é um direito fundamental dos trabalhadores e trabalhadoras, que tem abrigo no art. 9º da Constituição Federal de 1988, segundo o qual compete aos trabalhadores – e não ao Poder Judiciário – a decisão sobre a oportunidade de exercer tal direito e de determinar quais interesses serão defendidos por meio da greve;

2) Assim, não compete ao Poder Judiciário interpretar o momento adequado para deflagração da greve e quais pautas atendem ou não a categoria, já que a própria Constituição Federal reservou essa decisão aos trabalhadores e trabalhadoras;

3) Mesmo em casos de serviço essencial, permanece o direito de greve, não cabendo determinação de retorno integral ao trabalho, como ocorreu no caso concreto;

4) É lamentável que o TJ DFT, em suas últimas decisões acerca de movimentos paredistas, venha adotando posições tão refratárias ao direito de greve, cujo exercício pleno é garantido não só pela Constituição Federal, mas também pelo Direito Internacional e pela Organização Internacional do Trabalho – OIT.

Assim, a ABJD-DF vem a público se manifestar em defesa do direito de greve e em solidariedade aos trabalhadores que o exercitam, repudiando qualquer tentativa de deslegitimação dessa garantia constitucional, como tem acontecido no caso dos professores e professoras do Distrito Federal.

Defender o direito de greve é defender o Estado Democrático de Direito.

Brasil, 09 de maio de 2023.

Sindicato dos servidores municipais de Valparaíso apoia greve da Educação

O presidente Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Valparaíso de Goiás (Sindsepem/Val), Marcilon Duarte, é mais um apoiador da greve da Educação.

Em vídeo, o sindicalista afirma que a greve realizada pelos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF é necessária. “Oito anos sem reajuste salarial é um absurdo”, diz.

Marcilon ainda critica a judicialização da greve da Educação, acionada pelo governador Ibaneis Rocha, através da Procuradoria-Geral do DF (PGDF), e aprovada pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). De acordo com o sindicalista, a indisposição em negociar é uma característica também do prefeito de Valparaíso, Pablo Mossoró, copartidário de Ibaneis.

Assista ao vídeo

Assembleia
Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF realizarão assembleia geral nesta quinta-feira (11), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A atividade discutirá as próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio.

Comerciários do DF apoiam greve da educação

Em nota publicada hoje (10/5), o Sindicato dos Comerciários do DF (Sindicom-DF), manifesta seu “total apoio à greve dos professores e orientadores do DF, iniciada no dia 4 de maio”.

A nota publicada no site da entidade afirma que “a categoria [do magistério] vem sofrendo com a falta de valorização e descaso do governo, que descumpre seus compromissos de campanha e desrespeita a Lei do Piso Nacional do Magistério e a Meta 17 do Plano Distrital de Educação, resultando em uma perda inflacionária de mais de 30% nos salários nos últimos oito anos.”

O Sindicom observa que professor (e funcionário público) com salário baixo é comércio que vende menos: “É importante ressaltar que o funcionalismo público do Distrito Federal é umas das molas propulsoras da nossa economia. Por isso, além da solidariedade de classe, ressaltamos que nós, trabalhadores e trabalhadoras no comércio do DF, desejamos que os servidores públicos recebam o que lhes é de direito para que possam manter seu poder de compra e, assim, investir no comércio local, gerando mais empregos e renda.”

A entidade pontua também que o direito à greve é previsto em lei, motivo pelo qual repudia “as tentativas de judicialização do movimento grevista e a truculência por parte do governo”, bem como “se solidariza com a luta dos professores e orientadores educacionais e reforça o compromisso com a defesa dos direitos trabalhistas.”

 

Intensificação da luta garante reabertura de mesa de negociação com GDF

Reunião entre a Comissão de Negociação do Sinpro e representantes do GDF, nesta quarta-feira (10/5), marca a reabertura do processo de negociação. Segundo a Comissão, o avanço é resultado da intensificação da luta dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais, mas cabe ao governo a apresentação de propostas que contemplem o pleito da categoria. A greve continua.

Estiveram presentes na reunião com a Comissão de Negociação do Sinpro o Chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha; o secretário de Planejamento, Orçamento e Administração, Ney Ferraz e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá.

No encontro, a Comissão de Negociação do Sinpro ratificou a importância de reestruturar a carreira do magistério público. Ainda foi destacado que a reestruturação está inserida nos mais de cem pontos da pauta de reivindicação da categoria, aprovada ainda em setembro de 2018, em assembleia dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. (Veja AQUI a pauta de reivindicações completa)

A Comissão de Negociação também destacou alguns pontos da reestruturação da carreira, como a incorporação da Gaped/Gase ao vencimento, que representa parte importante da remuneração de professores(as) e orientadores(as) educacionais.

>> Leia também: Por que lutamos pela reestruturação da carreira?

A categoria do magistério público realizará assembleia geral nesta quinta-feira (11/05), às 9h30, no estacionamento da Funarte.

Plenária reúne entidades e movimentos em apoio à greve da educação

Na manhã de terça-feira (09), diversos sindicatos, movimentos sociais e parlamentares participaram de plenária em apoio à greve da Educação no auditório da CUT-DF. Foi um momento importante de solidariedade e de articulação entre os movimentos.

A mesa da atividade foi composta pelo presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues; pelos dirigentes da CNTE Heleno Araújo (presidente) e Fátima Silva (secretária-geral); pela deputada federal Érika Kokay e pelo deputado distrital Gabriel Magno. O deputado distrital Chico Vigilante também compareceu à plenária, manifestou seu apoio, e precisou sair para agendas na Câmara Distrital.

Representando o Sinpro-DF, a diretora Luciana Custódio fez um resgate histórico da construção do movimento desde 2022, com os debates acumulados pela categoria sobre a reestruturação da carreira e as tantas solicitações de reunião protocoladas pelo sindicato junto ao governo.

Os participantes da atividade declararam seu apoio ao movimento diante da judicialização da greve, encaminhada por Ibaneis. E Luciana lembrou: “Quem está na ilegalidade é o governador Ibaneis, que não cumpre nem a Lei do Piso nem a meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação)”.

Diversas manifestações de apoio de entidades do movimento social e sindical que estiveram na plenária têm chegado ao Sinpro, e elas estão sendo divulgadas nas nossas redes sociais.

Confira como foi a plenária assistindo ao vídeo!

CLDF aprova moção de apoio às reivindicações do magistério público

O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal aprovou, nesta terça-feira (9/5), moção de apoio às reivindicações dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas do Distrito Federal por melhores condições de trabalho, plano de carreira e salários. (Leia AQUI a moção).

O texto da moção ainda afirma que os deputados e as deputadas distritais estão dispostos “à busca pelo estabelecimento do diálogo entre o Governo do Distrito Federal e o Sinpro, de modo que se alcance entendimentos que possam atender os interesses da categoria”. A moção foi elaborada e aprovada nessa segunda-feira (8/5), pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura, presidida pelo deputado distrital Gabriel Magno (PT).

Durante a sessão no plenário da CLDF, o deputado Gabriel Magno, mais uma vez, lamentou a judicialização da greve da Educação, acionada pelo governador Ibaneis Rocha, através da Procuradoria-Geral do DF (PGDF), e aprovada pelo Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT).

Para ele, o caminho para solucionar a greve é o diálogo e a apresentação de propostas, e a insistência do governador Ibaneis Rocha em radicalizar as ações poderá gerar atuações mais contundentes na CLDF. “Essa casa também tem seus instrumentos. Se percebermos que o impasse à greve não vai ser resolvido, e ela está nas mãos do governador Ibaneis, nos colocamos à plena disposição da categoria, inclusive, para obstruir a votação de projetos do Executivo e do GDF”, discursou.

Deputado Gabriel Magno ainda afirmou que Ibaneis não fala a verdade quando aborda em discursos e peças publicitárias o suposto cumprimento da Lei Nacional do Piso do Magistério. “O GDF diz que cumpre a Lei do Piso: é mentira”, afirma. Ele explica que, enquanto o piso do magistério é de R$ 4.420, o vencimento inicial de professores(as) e orientadores(as) educacionais com especialização é de R$ 4.228. Já professores enquadrados na tabela salarial de nível médio têm vencimento inicial de R$ 3.382: mais de R$ 1 mil abaixo do piso do magistério.

As inverdades propagadas pelo governador Ibaneis Rocha e o descumprimento de leis do setor de Educação renderam ainda duas representações no Tribunal de Contas do DF contra o GDF, ambas do deputado Gabriel Magno. A primeira fala do descumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação, que estabelece que a categoria do magistério público deve receber como vencimento inicial a média do que recebem as demais carreiras de nível superior do DF.

Já a segunda representação, exige a retirada imediata do ar de propaganda do GDF que diz que a greve da Educação é sem sentido. “Sem sentido é a forma como o governador trata os amigos empresários, por exemplo, com repasse de R$ 1 bi para empresa de ônibus Marechal, que no contrato deveria renovar 100% da frota e renovou só 21%; mas quando trata dos empresários amigos, a lógica é: mais 10 anos de concessão. Não se cobra o que está no contrato. E com professores e professoras, é ameaça de corte de ponto, é judicialização, é criminalização da greve e uma tentativa de multar o sindicato (Sinpro), que a gente lamenta e repudia”, rebateu o deputado Gabriel Magno.

Na sessão desta terça-feira (9/5), o deputado Chico Vigilante também criticou a judicialização da greve da Educação e exigiu que o governo do DF negocie e apresente propostas à categoria do magistério.

“A greve é o momento mais penoso e dolorido que uma categoria tem. Portanto, é preciso que governo tenha sensibilidade e faça processo de negociação para que os trabalhadores saiam da greve”, avaliou Chico Vigilante.

Ele ainda lembrou que, atualmente, das carreiras de nível superior do DF, professores(as) e orientadores(as) educacionais estão em penúltimo lugar no ranking salarial. “O governador Ibaneis disse, e está gravado, que professores tinham que ganhar igual juiz. E nisso eu concordo com ele. Agora, na hora que a categoria faz greve, ele procura a Justiça para humilhar os trabalhadores”, disse, se referindo à judicialização do movimento paredista.

Até mesmo o deputado Pastor Daniel de Castro (PP), base do governo, disse que são “legítimas as demandas dos professores”, apela para que o governo retome o diálogo. “Se nosso desejo é reconstruir a estrutura da nossa sociedade (…), o primeiro passo é a valorização dos professores”, declarou.

Assista a íntegra da sessão do plenário da CLDF no link
https://youtu.be/jQOHrBVRMWg

Assembleia
Professores(as) e orientadores(as) educacionais do DF realizarão assembleia geral nesta quinta-feira (11/5), às 9h30, no estacionamento da Funarte. A atividade discutirá próximas ações da greve iniciada no dia 4 de maio.

Representantes de pastas-chave do GDF se reunirão com a Comissão de Negociação (durante a greve, formada por 5 representantes da diretoria do Sinpro e 5 representantes da base que componham o Comando de Greve), nesta quarta-feira (10), às 10h. O encontro foi articulado por parlamentares da Câmara Legislativa (CLDF), e indica a reabertura do processo de negociação da greve da Educação, iniciada no último dia 4 de maio (Leia mais AQUI).

Também no dia 10, quarta-feira, serão realizados piquetes e a reunião do Comando de Greve. Na sexta-feira, dia 12, será realizada atividade cultural coordenada pelos(as) aposentados(as), na Feira Central de Ceilândia.

 

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Categoria vai às feiras do DF para explicar os motivos da greve à população

A greve da educação continua firme. No último fim de semana (6 e 7 de maio), a categoria participou da atividade aprovada pelo Comando de Greve na Torre de TV e nas principais feiras livres de 14 cidades-satélites do Distrito Federal para dialogar com a população sobre os motivos da greve dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino.

O objetivo da atividade foi o de conscientizar a sociedade sobre a luta da categoria para melhorar o salário e as condições de trabalho. Essa ação também é uma forma de a categoria mostrar à população do Distrito Federal que o governador Ibaneis Rocha (MDB) está divulgando informações erradas nas mídias do Governo do Distrito Federal (GDF), na imprensa e nas próprias redes digitais dele, tentando jogar a população contra um movimento legítimo da categoria.

Importante destacar que o diálogo com a população foi acompanhado de distribuição de panfletos, jornais, cartilha e material didático, elaborados pelo Sinpro, nos quais a entidade explica as razões da luta da categoria para melhorar também a educação pública da capital do País.

 

Torre de TV

No sábado (6), a atividade começou no elevador da Torre de TV e seguiu para dentro da Feira da Torre, local em que a categoria conversou com feirantes e população e distribuiu material impresso em que o Sinpro explica a situação do Magistério Público.

 

Principais feiras das cidades

No domingo (7), categoria visitou as principais feiras de 14 cidades-satélites. Também houve diálogo e muita distribuição de material impresso produzido pelo Sinpro aos feirantes e à população.

 

Confira as fotos nas redes digitais do Sinpro: álbum do Facebook e carrossel do Instagram.

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