ECT recebe a Pauta de Reivindicações e trabalhadores esperam negociação de fato
Jornalista: sindicato
Foi protocolada, no dia 30 de julho, a Pauta de Reivindicações dos trabalhadores da ECT, na presença dos membros da diretoria da Fentect, como o secretário-geral , José Rodrigues (PI), a secretária de assuntos previdenciários, Amanda Corcino (DF), o secretário de habitação, Emerson Marcelo Marinho (RJ), o secretário de anistia, Robson Luiz (PB), e o secretário de saúde do trabalhador, Francisco José Nunes (STS).
Os ecetistas foram recebidos pelos representantes da empresa, entre eles, o presidente em exercício, Nelson de Freitas, o superintendente executivo da Vigep, Idel Profeta, a chefe de departamento da DERET, Heloísa Marcolino, o gerente de negociações, Fagner José Rodrigues e o chefe de gabinete da Presidência, Adeilson Teles, que se comprometeu, durante o encontro, a abrir uma nova agenda com o presidente Wagner Pinheiro, assim que ele retornar do período de férias, para estreitar relações com a Fentect. “Na oportunidade, o ideal é que ele sente e converse com vocês. Vamos encontrar um momento, é interessante essa conversa”, disse.
O ato desta quarta-feira, representa uma oportunidade de negociação entre a ECT e seus funcionários. A representação da Presidência da ECT acredita que o diálogo faz a diferença na hora de fechar o acordo. A Federação está confiante, com boas expectativas sobre o encontro e os resultados para a Campanha Salarial de 2014/2015. “Nos colocamos à disposição para negociar com seriedade”, ressaltou o secretário-geral da Fentect.
“Queremos, de qualquer maneira, um acordo, e que, com isso, saiam fortalecidos a ECT e classe trabalhadora”, completou Emerson Marinho. Amanda Corcino pediu esforço por parte da empresa, em prol dos trabalhadores, para que o regime de quatro anos sem acordo seja finalmente quebrado.
Em Bauru, os Sindicatos filiados à Fentect, de Campinas, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Vale do Paraíba, também em ato simbólico, protocolaram a pauta. Essa ação visa deixar claro à Direção da Regional SPI e à Administração Central dos Correios, que os trabalhadores estão unidos e vão lutar pelos seus direitos. A federação foi representada pelo diretor Rogério Ubine, que ressaltou a importância de deixar as divergências de lado, neste momento, e que todos devem se ater à luta em defesa dos direitos dos ecetistas, duramente atacados, como no caso do Postal Saúde.
“Os trabalhadores anseiam pelo fechamento de um bom acordo e que, nesse ano, os Correios e o Governo Federal negociem de verdade,visto que deixaram muito a desejar nos últimos 3 anos”,concluiu José Rodrigues.
Calendário de Lutas:
-29/07: Data limite da aprovação da pauta de reivindicações em assembleia e eleição/indicação do representante do comando;
-30/07: Data limite de protocolo da pauta de reivindicações na ECT e ato contra perseguições políticas, demissões e desligamentos dos anistiados;
-30/07: Início da agitação massiva nas bases e reuniões setoriais pela revogação da Lei 12.490/11 e contra o postal saúde;
-14/08: Assembleia de avaliação da Campanha Salarial;
-30 e 31/08: Seminário Nacional contra a privatização/Correios/Par;
-03/09 a 06/09 : Seminários regionais ou assembleias sobre Privatização (CorreiosPar e postal saúde);
-09/09: Data limite de negociação;
-10/09: Assembleia de Estado de Greve,
-17/09: Assembleia de deflagração de greve, com paralisação a partir das 22h.
Fonte: Fentect
Trabalhadores do setor de bebidas iniciam campanha e reivindicam 15% de reajuste
Jornalista: sindicato
Os trabalhadores nas indústrias e distribuidoras de bebidas no Distrito Federal já estão em campanha e reivindicam 15% de reajuste nos salários, 30% no valor do tíquete alimentação, cesta básica e plano de saúde para todos em igualdade de condições. A assembléia geral relativa à Data Base 2014 que aprovou a pauta de reivindicação da categoria ocorreu no último dia 27 de julho.
A campanha envolve os trabalhadores das empresas Coca Cola, Cervejaria Petropólis, Refrigerante Cerradinho, Refrigerante Mineiro, Oásis Água Mineral, Cerbras, entre outras.
O presidente do Sintrabe, Antônio Sales, explica que a convenção coletiva estabelecida em 2013 expirará em 31 de agosto, e que a expectativa é de que as demandas por reajuste salarial e avanços nas claúsulas sociais sejam atendidas antes do início da nova data base em 1º de setembro.
Caso a situação seja resolvida somente após a data limite, as empresas são obrigadas a pagar a diferença retroativa ao mês de setembro. “Nossa expectativa é que os patrões se sensibilizem com a necessidade dos trabalhadores, tendo em vista que o salário da categoria é muito baixo. A categoria, no entanto, está mobilizada e já mostrou sua capacidade de luta por direitos e mais conquistas”, destaca o presidente.
A pauta de reivindicações será encaminhada para avaliação e para uma contraproposta do sindicato patronal.
Pesquisa aponta 32 mortes em assaltos envolvendo bancos no 1º semestre
Jornalista: sindicato
Pessoas continuam sendo assassinadas em assaltos envolvendo bancos. Pesquisa nacional apurou que no primeiro semestre de 2014 ocorreram 32 mortes, uma média de 5,33 vítimas fatais por mês, o que representa aumento de 6,7% em relação ao mesmo período de 2013, quando foram registradas 30 mortes. Desde os primeiros seis meses de 2011, o crescimento foi de 39,1%. Em todo o ano passado ocorreram 65 mortes.
O levantamento foi realizado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e Confederação Nacional dos Vigilantes (CNTV), com base em notícias da imprensa e com apoio técnico do Dieese.
O lançamento da pesquisa ocorreu na manhã desta quinta-feira (31), durante entrevista coletiva à imprensa, na sede da Contraf-CUT, em São Paulo.
Clique aqui para ver tabelas e gráficos da pesquisa.
São Paulo é o estado que lidera novamente a pesquisa com 12 mortes, o que representa 38,7% dos casos. Rio de Janeiro (4), Pernambuco (3), Minas Gerais (2), Paraná (2), Goiás (2) e Paraíba (2) são os estados que vêm em seguida.
O crime da “saidinha de banco” aumentou ainda mais a liderança entre os tipos de ocorrências, tendo provocado 20 mortes, o que representa 62,5% dos casos. O assalto a correspondentes bancários segue em segundo lugar, agora ao lado dos ataques a caixas eletrônicos, ambos com 4 mortes, o que significa 12,5% das vítimas fatais. Depois, vem mortes em assaltos a agências (3) e transporte de valores (1).
Assim como cresceram as mortes em “saidinha de banco”, aumentaram também os clientes como as maiores vítimas. Do total, 22 pessoas eram clientes, o que significa 68,8% dos assassinatos. Em seguida vêm policiais (2), vigilante (1) e outras pessoas (7), muitas vítimas de balas perdidas em tiroteios.
A pesquisa também revela a faixa etária das vítimas, quase sempre identificada nas notícias da imprensa. Pela primeira vez, as pessoas com mais de 60 anos foram as principais vítimas, com 10 mortes, o que representa 31,3% dos casos. Em segundo lugar vem a faixa entre 31 a 40 anos com 9 mortes (28,1%), seguida pela faixa até 30 anos, com 6 mortes (18,8%).
Já o gênero das vítimas continua sendo liderado pelos homens (29), o que representa 90,6% dos casos. Também foram assassinadas três mulheres (9,4%). Escassez de investimentos dos bancos
Para a Contraf-CUT e a CNTV, essas mortes revelam a escassez de investimentos dos bancos para melhorar a segurança dos estabelecimentos e garantir um atendimento seguro para os clientes e a população.
Segundo dados do Dieese, os seis maiores bancos (Itaú, BB, Bradesco, Caixa, Santander e HSBC) apresentaram lucros de R$ 56,7 bilhões em 2013. Já as despesas com segurança e vigilância somaram R$ 3,4 bilhões, o que significa 6%, em média, na comparação com os lucros.
Como se não bastasse, os bancos vivem descumprindo a lei federal nº 7.102/83, que tem mais de 30 anos e se encontra defasada diante do crescimento da violência e da criminalidade. No primeiro semestre deste ano, a Polícia Federal aplicou multas contra 15 bancos, no total de R$ 5,585 milhões, durante as reuniões da Comissão Consultiva para Assuntos de Segurança Privada (CCASP), em Brasília Bancários e vigilantes cobram segurança
“Mais do que muito preocupantes, esses mortes comprovam o descaso e a indiferença dos bancos para a prevenção de assaltos e sequestros”, afirma o presidente da Contraf-CUT, Carlos Cordeiro. “Eles continuam enxergando a segurança como custo e não como investimento na proteção da vida de trabalhadores e clientes”, aponta.
Para ele, “os bancos preferem gastar bilhões de reais em marketing e meios eletrônicos de pagamento a investir em equipamentos de prevenção e outros procedimentos para trazer segurança e proteção à vida das pessoas”, completa. “A segurança é encarada pelos bancos como custo que pode ser reduzido para turbinar ainda mais os seus lucros”.
“Esses números também revelam a fragilidade da segurança pública, pois faltam mais policiais e viaturas nas ruas e ações de inteligência para evitar ações criminosas”, salienta Cordeiro.
O presidente da CNTV, José Boaventura Santos, também se mostra assustado com o crescimento das mortes em assaltos envolvendo bancos. “Esses novos assassinatos mostram a falta de medidas dos bancos para proteger a vida de trabalhadores e clientes, bem como reforçam a necessidade de atualizar a lei federal nº 7.102/83 e retomar o projeto do estatuto da segurança privada, que se encontra em construção no Ministério da Justiça”, destaca
“Os bancos não podem continuar indiferentes diante das mortes e precisam implantar equipamentos e medidas eficazes para eliminar riscos e oferecer segurança para trabalhadores e clientes, a fim de proteger a vida das pessoas”, acrescenta.
Para ele, “além das mortes, essa violência deixa inúmeros feridos e traumatizados, acabando com os sonhos e o futuro de muitos brasileiros”, alerta Boaventura. Perigo da “saidinha de banco”
O crescimento das mortes em “saidinha de banco” não surpreende a Contraf-CUT e a CNTV. “Esse crime começa dentro dos bancos e, para preveni-lo, é preciso impedir a ação dos olheiros na hora do saque de clientes. Uma das medidas é a instalação de biombos entre a fila de espera e os caixas, e de divisórias individualizadas entre os caixas, inclusive os eletrônicos”, defende Cordeiro.
“A instalação de biombos já virou lei em vários municípios, como João Pessoa, Belo Horizonte, Recife, Curitiba, Fortaleza e Belém, entre outros, reduzindo drasticamente os casos de saidinha de banco”, salienta Boaventura.
“O biombo é uma das medidas testadas e aprovadas no projeto-piloto de segurança bancária, que está terminando este mês em Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes. Queremos que seja estendido para todo o país, a fim de ajudar a combater a ‘saidinha de banco’ e evitar novas mortes”, aponta Cordeiro.
Outra medida defendida por bancários e vigilantes é a isenção de tarifas de transferência de recursos (DOC, TED), como forma de reduzir a circulação de dinheiro na praça. “Muitos clientes sacam valores elevados só para não pagar as altas tarifas dos bancos e viram alvos de assaltantes cada vez mais violentos”, defende o secretário de imprensa da Contraf-CUT e coordenador do Coletivo Nacional de Segurança Bancária, Ademir Wiederkehr.
“Proibir o uso do celular nos bancos é uma medida ingênua, inócua e ineficaz, pois não impede a visualização dos saques”, alerta. Insegurança nos correspondentes bancários
A disparada das mortes em assaltos a correspondentes bancários (lotéricas, banco postal, lojas e outros estabelecimentos) e em ataques a caixas eletrônicos também não surpreende a Contraf-CUT e a CNTV.
“Os bancos estão elitizando os serviços e empurrando cada vez os clientes de baixa renda para os correspondentes, onde a segurança é mínima, quando existe, precarizando o atendimento, aumentando o risco e expondo perigosamente a vida das pessoas”, ressalta Boaventura.
O presidente da CNTV enfatiza que muitos caixas eletrônicos estão instalados em locais inseguros. “Muitas pessoas acabam perdendo a vida quando procuram esses equipamentos para sacar dinheiro ou são vítimas em tiroteios após explosões e arrombamentos”, salienta.
“Queremos igualdade de atendimento para toda a população, com agências e postos de serviços, onde têm bancários e vigilantes, possibilitando um atendimento com qualidade e segurança para clientes e usuários, prevenindo assaltos e protegendo o sigilo bancário e, acima de tudo, a vida das pessoas”, defende Cordeiro. A vida acima do lucro
Vigilantes e bancários apontam outras soluções de segurança que já salvaram muitas vidas em todo país. “É fundamental a colocação de portas de segurança com detectores de metais antes do autoatendimento, câmeras internas e externas com boa resolução de imagens e monitoramento em tempo real, escudos com assento para vigilantes e vidros blindados nas fachadas, dentre outras medidas”, reforça Boaventura.
“Os bancos e as autoridades de segurança pública têm que tomar providências para evitar novas tragédias, que acabam com o futuro de inúmeras famílias em todo país”, alerta Cordeiro. “O atendimento bancário é atividade de risco. Os bancos têm que assumir a sua responsabilidade para proteger a vida das pessoas”, enfatiza Carlos Cordeiro. “A vida tem que ser colocada acima do lucro”, conclui.
Servidores contestam na justiça compensação das horas não trabalhadas na Copa
Jornalista: sindicato
O Sindsep-DF, sindicato que representa os servidores públicos federais no Distrito Federal, entrou com mandado de segurança (MS) coletivo contra o comunicado do Ministério do Planejamento que determina a reposição, até o dia 31 de setembro, das horas não trabalhadas durante jogos do Brasil na Copa do Mundo.
A Portaria nº 113/2014 do Ministério do Planejamento, publicada dias antes do início da Copa do Mundo, estabeleceu que o expediente nos dias de jogos da seleção deveria ser encerrado às 12h30. A mesma portaria também estabeleceu que fossem observados os feriados, pontos facultativos e reduções de expediente declarados pelo Poder Público Municipal, Estadual ou Distrital, nas datas e localidades de partidas da Copa do Mundo, prevalecendo a determinação Municipal ou Distrital em caso de eventual choque com a determinação mais abrangente.
No instrumento judicial, a assessoria jurídica do Sindsep-DF argumenta que a determinação de qualquer compensação de horas em decorrência dos jogos da Copa é ilegal e arbitrária, já que o Poder Executivo local havia declarado ponto facultativo nos dias dos jogos do Brasil na Copa do Mundo. “Não há que se falar em compensação de horas, tendo em vista o não funcionamento do órgão, que gera a impossibilidade de o servidor cumprir sua regular jornada de trabalho”, justifica o mandado de segurança.
Sinprols recorre à justiça para readmitir intérpretes para surdos no Iesb
Jornalista: sindicato
Sem qualquer pronunciamento da direção do Instituto de Educação Superior de Brasília – Iesb quanto à readmissão dos 11 trabalhadores intérpretes do Centro Universitário, o Sinprols, sindicato que representa a categoria, protocolou, nessa terça-feira (29), denúncia no Ministério Público do Trabalho. A entidade sindical solicita abertura de mesa de negociação para tentar solucionar o caso.
De acordo com o presidente do Sindicato, Michel Platini, o Sinprols já tentou, por diversas vezes, negociar com a direção do Iesb, mas, até agora, a única proposta feita pelo Centro Universitário foi de recontratar os intérpretes demitidos arbitrariamente para exercerem, além das funções de intérpretes, atividades administrativas, com salários mais baixos. A proposta foi firmemente recusada pelos demitidos e pelo Sindicato, pois burla a legislação e traz prejuízos aos trabalhadores. “O Iesb está visando apenas ao lucro com essa demissão. A proposta de reintegração em outra função é indecorosa e ilegal. Não aprovamos esse tipo de negociação”, afirma Michel Platini.
Para pressionar a readmissão dos intérpretes e denunciar à população a postura ilegal do Iesb, o Sinprols vem realizando diversos atos. O último foi realizado em frente ao Iesb Sul (609 Norte), nessa segunda-feira (28). “Tivemos a participação dos trabalhadores demitidos e seus familiares, além de termos contado com o apoio dos demais estudantes do Iesb”, conta Platini. “Iesb, o que que é isso? É um absurdo vocês fazerem isso. Não pode. É uma vergonha uma faculdade deste tamanho não ter um intérprete para surdos. Vocês têm que rever isso”, denunciou do caminhão de som a mãe de uma aluna com deficiência auditiva, durante o ato.
Segundo o presidente do Sinprols, a demissão dos intérpretes não traz prejuízos apenas aos trabalhadores, mas, principalmente aos alunos com deficiência auditiva. “Os alunos estão revoltados. Eles criam vínculo com os intérpretes, aprendem suas gírias, suas expressões em um trabalho de mais de três anos. A ruptura entre alunos e intérpretes, com certeza, traz déficit de aprendizado para esses alunos”, explica Michel Platini.
No próximo dia 4, segunda-feira da semana que vem, o Sinprols realizará novo ato em frente ao Iesb Sul. A atividade está agendada para as 18h.
Bancários querem 12,5%, mais saúde e emprego e o fim de subcontratação e precarização
Jornalista: sindicato
A 16ª Conferência Nacional dos Bancários aprovou na plenária final, realizada neste domingo 27 em Atibaia (SP), a estratégia, o calendário e a pauta de reivindicações da Campanha 2014, que terá como eixos centrais reajuste de 12,5%, valorização do piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 2.979,25 em junho), defesa do emprego, fim da terceirização e combate às metas abusivas e ao assédio moral…Leia mais
CUT Brasília promove curso de Organização e Representação de base
Jornalista: sindicato
No mês de agosto, a secretaria de Formação da CUT Brasília dará seguimento ao Curso de Organização e Representação Sindical de Base – ORSB. Nos dias 8 e 9 de agosto, será ministrado o módulo II do curso, e nos dias 29 e 30 do mesmo mês, o módulo III. Ambos serão realizados no auditório da CUT Brasília, das 8h às 17h.
O módulo II do ORSB tem como eixo de discussão “o novo sindicalismo e a fundação da CUT”, e aborda temas como novos sujeitos e novas práticas político-culturais na sociedade brasileira, a reação dos militares e a resposta do novo sindicalismo, esquerda revolucionária e Igreja Católica. Já o módulo III traz como eixo de debate “o trabalho de base, organização e formação no local de trabalho”, e aborda temas como desafios para quem faz trabalho de base, trabalho decente, solidariedade como instrumento de luta.
Os cursos são direcionados a todos os dirigentes sindicais dos sindicatos filiados à CUT Brasília que já fizeram o módulo I do ORSB.
Mais informações com Cris, na secretaria de Formação da CUT Brasília, pelo 3251-9380.
Missa de 1 ano de falecimento de Chico Lopes será nesta sexta-feira (25)
Jornalista: sindicato
A Central Única dos Trabalhadores de Brasília comunica que a missa de 1 ano de falecimento do companheiro FRANCISCO LOPES DE SOUZA será nesta sexta-feira (25), às 19h, na Igreja São José (CNB – Área Especial 1, Praça do Bicalho – Taguatinga Norte).
Chico Lopes faleceu aos 53 anos. Foi diretor de Finanças da CUT Brasília, em duas ocasiões, e diretor do Sindicato dos Auxiliares em Educação – SAE/DF entre os anos de 1986 e 2000.
Importância da política nacional de participação social é tema de debate nesta terça (29)
Jornalista: sindicato
Novo Brasília Debate terá como tema a política nacional de participação social. O evento será nesta terça-feira (29), às 19h, na sede do Sindicato (EQS 314/315 – Bloco A – Asa Sul).
As discussões terão foco no Decreto Presidencial nº 8.243/14, que institui a Política Nacional de Participação Social (PNPS) e o Sistema Nacional de Participação Social (SNPS).
Na oportunidade, também serão debatidos o Projeto de Decreto Legislativo da Câmara (PDC) nº 1.491 e o Projeto de Decreto Legislativo do Senado (PDS) nº 117 de 2014. Os dois projetos tentam suspender o Decreto que estabeleceu a PNPS.
Dois convidados vão orientar as discussões do tema. O ex-reitor e professor da Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB), José Geraldo, que também é membro da Comissão de Justiça e Paz da Arquidiocese de Brasília. O outro debatedor é o Diretor do Departamento de Participação Social da Secretaria Nacional de Articulação Social da Secretaria Geral da Presidência da República, Pedro Pontual.
Representantes do governo, de entidades sindicais e movimentos sociais também foram convidados para dialogar sobre o assunto.
O Brasília Debate terá transmissão ao vivo pela internet no site do Sindicato.
(Do Sindicato dos Bancários do DF)
A CUT Brasília preparou uma série de materiais que explicam a importância da proposta de aplicação da política de cota para a juventude nas direções das CUTs Nacional e Estaduais, federações, confederações e sindicatos de base. A ideia foi aprovada pela maioria dos delegados na 14ª Plenária da CUT Brasília, realizada em maio deste ano, e se soma a uma série de propostas que a Central levará à Plenária Nacional da CUT, agendada para iniciar no dia 28 de julho.
“Defendemos que a direção da Central e das entidades que compõem a estrutura vertical da CUT sejam compostas por, no mínimo, 10% de jovens (menores de 35 anos). O mecanismo para corrigir a desproporcionalidade de representação nas direções seria temporário. O cumprimento da cota deverá acontecer no período das próximas quatro gestões, ao final do qual a política de cota para juventude será revista”, conta Douglas de Almeida Cunha, secretário da Juventude da CUT Brasília.
A proposta da CUT Brasília é respaldada por estudos sócio-políticos e econômicos e na prática sindical. Segundo a professora doutora do departamento de Psicologia Escolar e de Desenvolvimento da Universidade de Brasília – UnB, Maria Cláudia Oliveira, estabelecer o sistema de cota para a juventude pode ser um caminho para realizar mudanças sociais. “É preciso que a gente forme um corpo mais denso de jovens que podem ser mediadores de uma mudança de perspectiva. Neste sentido, o sistema de cota, sendo vigente com prazo de qualidade, pode ser um fator indutor de mudança de perspectiva do jovem em relação à comunidade onde ele está”, afirma a docente.
O professor de economia e presidente do Instituto Perseu Abramo, Márcio Pochmann, avalia que o sistema de cota pode aproximar dos sindicatos grupos marginalizados. “A cota termina fazendo com que o sindicato ou qualquer instituição se preocupe em como acolher segmento que são distantes. Não acredito que seja a solução. Mas a cota é um instrumento que aponta na perspectiva de os sindicatos se reconverterem em um espaço de mobilização dos mais jovens, das mulheres, dos negros e assim por diante”, considera.
Veja abaixo o Caderno de Propostas para a Juventude, elaborado pela CUT Brasília, e os vídeos desses pesquisadores e de dirigentes sindicais de várias partes do Brasil, que contam as experiências positivas de jovens nas direções sindicais e falam da importância da cota para o empoderamento deste segmento.
>> Caderno de Propostas para a Juventude >> Assessor da Secretaria de Formação da CUT, Adriano Soares, fala sobre a importância da juventude nas direções sindicais. >> A presidente do Sindicato dos Trabalhadores dos Correios do DF, Amanda Corsino, afirma que a juventude tem vontade e disposição de luta, mas estão carentes formação política. Para ela, este é um papel que tem que ser feito pela CUT e sindicatos de base. >> Daniela Masson, do Sindicato dos Trabalhadores em Educação no Estado de Rondônia, defende que se deve “trazer juventude para dentro da CUT”. Para ela, os jovens são peças fundamentais para o movimento sindical.