Tudo que Gabriel precisa é da colaboração de quem pode doar dinheiro para sua permanência em Curitiba, onde fez o segundo transplante de medula óssea, há 30 dias. É lá, na capital paranaense, que ele faz um tratamento severo para se curar do câncer, que descobriu no ano passado.
O problema é que o tratamento, que está dando certo, pode ser interrompido a qualquer momento, se sua mãe, Sheila, não conseguir mantê-los por lá. Ela não tem nenhum tipo de renda para arcar com as despesas de aluguel ($1.200,00 por mês), alimentação, medicamentos, fraldas, etc. Ela não tem como trabalhar fora porque se dedica a cuidar dele 24 horas. A previsão é a de que permaneçam em Curitiba até setembro.
Eles só precisam de sua compaixão. Participe da campanha. Qualquer doação financeira será bem-vinda e pode salvar a vida de Gabriel. Basta clicar no link a seguir e doar o quanto você puder: https://sinpro25.sinprodf.org.br/vakinhadogabriel
Copie o endereço <https://www.vakinha.com.br/vaquinha/tratamento-de-cancer-infantil-em-curitiba> e cole no topo do seu navegador e acesse.
Gabriel Martins é um adolescente de 13 anos que enfrenta um câncer. Ele descobriu a doença em maio de 2019 e, desde então, vem enfrentando um tratamento doloroso. Em fevereiro de 2020, fez o primeiro transplante de medula óssea, mas, infelizmente, não obteve êxito. Atualmente, encontra-se em Curitiba, onde realizou o segundo transplante de medula há 30 dias.
Ele, sua mãe, familiares e amigos contam com a sua compaixão e participação. Ajude, afinal, ajudar o próximo é a melhor forma de ajudar a si mesmo(a). Pedimos também orações de cura para que o Gabriel retorne a Brasília totalmente curado.
Para esclarecer qualquer dúvida, pode entrar em contato com Socorro: (61) 99931-4691
Sinpro-DF convoca servidores PCD para reunião e lançamento do resultado da pesquisa sobre acessibilidade
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF convoca professores(as) e orientadores(as) educacionais com deficiência para lançamento virtual,nesta segunda-feira (13), às 14h30, da Pesquisa de Acessibilidade para Servidores com Deficiência da rede pública de ensino do Distrito Federal. O sindicato vai enviar o link da reunião aos(às) interessados(as). Os dados da pesquisa serão revelados durante a reunião.
A pesquisa foi realizada em parceria com o Instituto de Psicologia da Universidade de Brasília (UnB). O objetivo da reunião com o coletivo de servidores PCD da carreira do magistério também cumpre o protocolo “Nada de nós, sem nós!”, da Organização das Nações Unidas (ONU). Ou seja, da integração à inclusão. Isso significa que nenhum resultado tende a ser divulgado sobre essas pessoas sem a participação delas.
Alberto Ribeiro, coordenador da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador, do sindicato, informa que a pesquisa foi construída com base nos 27 itens da legislação das PCD e foi constatado que, desses 27, 19 itens não são atendidos pela escola pública do DF. “Ou seja, mais de 70% dos itens não são atendidos pela rede pública, revelando que as escolas não têm ou não oferecem condições insuficientes para atender a esses servidores públicos”.
A diretoria colegiada reforça a necessidade e a importância da participação dos(as) servidores(as) PCD porque, neste segundo momento, faremos a escuta qualitativa. “Ou seja, como é trabalhar nessas condições para essas pessoas? Assim, o primeiro objetivo da reunião é a apresentação da pesquisa e, num segundo momento, é a qualificação dos dados, respeitando esse slogan”, Luciane Kozicz, psicóloga da Clínica do Trabalho do Sinpro-DF.
Ação do Sinpro-DF garante suspensão de retorno às aulas presenciais
Jornalista: Maria Carla
Reunião do Sinpro-DF com o governador Ibaneis e o secretário da Educação, Leandro Silva
O governador Ibaneis Rocha (MDB) acatou as observações do Sinpro-DF e suspendeu o cronograma com a programação de retorno das atividades escolares e aulas presenciais previsto para começar no dia 3 de agosto. A decisão de Ibaneis ocorreu durante reunião com o sindicato, na manhã desta quarta-feira (8), após a comissão de negociação apresentar argumentos e preocupações sobre a volta das aulas presenciais no pico da pandemia do novo coronavírus.
A comissão de negociação apresentou ponderações tanto relacionadas à pandemia da covid-19, que está crescente, ainda, no DF, e também as medidas necessárias que as escolas terão de cumprir para receber o retorno às aulas. Durante a reunião, a comissão ponderou que o momento do retorno presencial deverá ocorrer quando a pandemia estiver sob controle e todas as unidades escolares com as providência para cumprir os protocolos.
Além do governador Ibaneis e da comissão de negociação do Sinpro-DF, participaram da reunião o secretário de Educação, Leandro Cruz Fróes da Silva e a deputada distrital Arlete Sampaio (PT). As ponderações apresentadas pelo Sinpro-DF foram reforçadas pela deputada distrital Arlete Sampaio, que é médica sanitarista.
Desdobramentos – Um dos desdobramentos desse encaminhamento do governador será uma reunião da comissão de negociação do Sinpro-DF com o secretário de Estado da Educação, Leandro Cruz Fróes da Silva, para discutir outros pontos relacionados a esse encaminhamento.
O Sinpro-DF vem atuando perante o Governo do Distrito Federal (GDF) em agendas que tratam desses momentos em que o governo tem discutido retornos de forma que a escola pública do DF possa cumprir e seguir, ao máximo, os protocolos de segurança para a educação já adotados em países europeus, asiáticos e de outras regiões do mundo.
Só no Distrito Federal, segundo levantamento da Secretaria de Estado da Saúde (SES-DF) na semana passada, há mais de 3,2 mil casos de crianças e adolescentes testados positivo para o novo coronavírus. No DF, a doença também está em crescimento. No fim da manhã desta quarta-feira (8), havia 62.867 casos confirmados de contaminação, 789 óbitos e 173 novos casos registrados nas últimas 24h, segundo dados da SESDF.
O cenário da pandemia da covid-19 no Brasil e no DF é mais grave do que nos outros países que passaram pela crise sanitária, como foi mostrado nas reportagens realizadas pelo Sinpro-DF entre março e maio deste ano sobre o impacto da pandemia na educação em outros países.
Atuação do Sinpro-DF – Daí a importância da autoavaliação periódica do momento que o DF atravessa para não haver uma exposição desnecessária e até letal de estudantes, trabalhadores(as) da educação e suas respectivas famílias. Importante destacar que pais, mães e responsáveis por estudantes têm se manifestado nas redes sociais do Sinpro-DF sobre esse retorno, dizendo que não é ainda o melhor momento para retorno das aulas presenciais e apoiando os(as) professores(as) e orientadores(as) que têm ponderado sobre o tema na Internet.
Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais também têm se manifestado nas redes. Além disso, o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) e o Ministério Público do Trabalho (MPT) têm se expressado contra esse retorno e exigido que o Governo do Distrito Federal (GDF) apresente as condições sanitárias e adequadas para assegurar o volta às aulas presenciais.
O Sinpro-DF já realizou duas pesquisas de opinião sobre o tema da pandemia e volta às aulas em maio e, iniciou outra, nesta semana para saber “o que você acha sobre a volta às aulas em plena pandemia”. Clique aqui e acesse a nota da pesquisa. O sindicato também tem levado em consideração manifestações, recebidas, diariamente, nas redes sociais também de trabalhadores(as) da educação da carreia de assistência, categoria que também está mobilizada para que não ocorra esse retorno em momento tão inoportuno.
Plano de saúde – O Sinpro-DF solicitou uma reunião com a presidência do Instituto de Assistência à Saúde do Servidor do DF (Inas-DF) para tratar dos procedimentos adotados, no momento, para levantamento de cadastro de intenção para adesão ao plano de saúde. Durante a reunião com o governador foi confirmada o encontro do Sinpro-DF com o Inas.
Iprev-DF – Durante a reunião, ficou a certado também que haveria uma reabertura de diálogos com o Instituto de Previdência dos Servidores Públicos do DF (Iprev-DF) sobre a Previdência do funcionalismo do DF, uma vez que há fragilidades que precisam ser discutidas e corrigidas para que, no futuro, os(as) servidores(as) tenham, garantidos, os recursos financeiros necessários para suas aposentadorias sem a necessidade de intervenções no regramento ou mesmo em mudanças que possam onerar a remuneração.
Sinpro-DF e Sinproep discutem com MPT ameaça de volta às aulas presenciais no DF
Jornalista: Maria Carla
O Sinpro-DF e o Sinproep-DF se reuniram, na manhã desta segunda-feira (6/7), com o Ministério Público do Trabalho (MPT) para discutir as condições de retorno às aulas presenciais determinado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB). Os sindicatos buscam formas de postergar esse retorno, uma vez que o quadro da pandemia do novo coronavírus tem se agravado no Distrito Federal e a cidade vive uma explosão de contaminação e mortes.
O Sinpro-DF procurou também a Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do Distrito Federal (Aspa-DF) para uma reunião prevista para ser realizada nesta terça-feira (8/7). E buscou ainda a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (Ubes), no DF, para discutir o assunto.
Reunião com o MPT – O encontro desta manhã com o MPT é segunda vez que o Sinpro-DF busca a instituição para discutir os problemas trabalhistas que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem criado para o funcionalismo em razão da pandemia. Na primeira vez, o encontrou resultou na Nota Técnica nº 11/2020, sobre a volta às aulas, na qual o MPT estabelece medidas de proteção à saúde e aos direitos fundamentais dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Clique no link no final deste texto e acesse as matérias sobre isso.
Além disso, em consequência da falta de uma política séria de isolamento social, o pico da pandemia, que estava previsto para ser em julho, mais uma vez foi prorrogado, pelos pesquisadores, para o mês de agosto. Há um consenso entre as duas entidades sindicais de que há grandes dificuldades para a volta às aulas presenciais neste momento de avanço desenfreado da contaminação e mortes pela covid-19, com registros de óbitos e contágio inconsistentes, subnotificações e adiamento do pico por causa da falta de isolamento social. O Sinpro-DF vê esse retorno como fator de risco mortal para mais de meio milhão de estudantes e trabalhadores do magistério e suas respectivas suas famílias.
Prejuízo dos estudantes – Na reunião desta manhã, as lideranças sindicais mostraram ao MPT o quanto estudantes, trabalhadores(as) do magistério e suas famílias estarão expostos à contaminação e até à morte por causa deste retorno precipitado, em momento inoportuno. O MPT destacou que o foco principal da instituição é o cuidado com a saúde do(a) trabalhador(a), mas que há um entendimento da necessidade de se fazer algo pelos(as) estudantes para que o ano letivo não seja perdido.
O Sinpro-DF informou que rede pública de ensino está ministrando aulas virtuais por meio de ensino remoto pela plataforma disponibilizada pela Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF). Contudo, o Governo do Distrito Federal (GDF) mantém a política de exclusão educacional, uma vez que 26,27% (120.842) dos(as) estudantes não têm acesso a equipamentos tecnológicos e, 27,72% (127 mil) não têm acesso à Internet.
Esses números foram constatados na “Pesquisa de opinião sobre a pandemia do novo coronavírus e a volta às aulas”, realizada pelo Sinpro-DF, em maio de 2020, na primeira vez que o governador anunciou a volta às aulas presenciais. Infelizmente, apesar de revelar o problema e apontar a solução, o GDF não tomou nenhuma medida para atender, na plataforma, aos(às) estudantes mais vulneráveis, que se encontram excluídos(as) do mundo digital.
O MPT informou que a instituição tem realizado amplo debate sobre a decisão do governador do DF em acabar com o isolamento social neste momento mais agressivo da pandemia do novo coronavírus, com explosão de casos de contaminação e morte no DF, ouvindo todas as partes, envolvendo todos os Ministérios Públicos e a Proeduc do MPDFT porque, no caso da rede pública de ensino, esse debate passar, necessariamente, por essas instituições, além da SEEDF.
Confira matérias sobre encontros do Sinpro-DF com o MPT:
Sim! O coronavírus contamina e adoece crianças e adolescentes em idade escolar do DF
Jornalista: Maria Carla
Mais de 3,2 mil crianças e adolescentes em idade escolar testaram positivo para o novo coronavírus no Distrito Federal. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado da Saúde (SESDF) um dia após o governador Ibaneis Rocha (MDB) editar o Decreto nº 40.939/2020, que reabre geral todo o comércio, os serviços não essenciais e até as escolas públicas e privadas no decorrer do pico da pandemia.
O levantamento da SESDF, acessível pela plataforma virtual sobre covid-19 da secretaria, indica que a maior incidência do vírus ocorre na faixa etária entre 11 e 19 anos, com 1.251 jovens diagnosticados com a covid-19. Nas crianças com idades entre 2 e 10 anos, há 847 infectados e, os bebês, somam 256 casos. Desde o início da pandemia, duas crianças morreram por complicações causadas pela doença.
Ou seja, mesmo com os dados do próprio governo dizendo que a contaminação é alta e está em franco crescimento na cidade e que a taxa entre crianças e adolescente é elevada e também está em expansão, o governador Ibaneis insiste no Decreto nº 40.939/2020, com data prevista para reabertura de aulas presenciais para 27 de julho, nas escolas privadas; e para o dia 3 de agosto, nas escolas públicas.
O Distrito Federal inicia a tarde desta sexta-feira (3) com números galopantes da covid-19. Até às 13h, havia 57.437 infectados e 582 mortes. Os pais e mães de estudantes não querem expor seus filhos e filhas às decisões precipitadas do Governo do Distrito Federal (GDF) e nem a categoria do magistério público. A comunidade escolar está indignada com a decisão.
“O ápice da pandemia está previsto para ocorrer daqui a 10 dias. Não teremos controlado tudo isso até a data prevista. Como é que se pode pensar em colocar para circular, nas nossas escolas, meio milhão de pessoas em pleno ápice da pandemia?”, questionou Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF, em matéria da imprensa local.
Ela declarou ao Metrópoles que, na avaliação da diretoria colegiada, o retorno das atividades é precipitado. “O momento é de recolhimento. Não tivemos organização nem para as aulas remotas, imagina para as aulas presenciais”, explica. Rosilene afirmou ainda ser preciso criar uma comissão com representantes de todos os segmentos da comunidade escolar para que seja feito um “planejamento seguro de retorno”.
Importante destacar que, na matéria do Metrópoles, a Associação de Pais e Alunos das Instituições de Ensino do DF (Aspa) afirma que o Governo do Distrito Federal (GDF) deve garantir aos pais, mães e responsáveis por estudantes o direito de optar por não mandar os filhos e filhas para a escola.
O Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares do DF (Sinproep) também se mostrou avesso à retomada. O único que se manifestou favorável foi o Sindicato dos Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal (Sinepe) – entidade que representa os donos das escolas particulares.
“A entidade, inclusive, propôs ao Executivo local um planejamento para retomada das atividades”. O Sinepe e empresários da educação privada do DF é um dos setores que, irresponsavelmente, têm pressionado o governo Ibaneis para abrir as escolas e serviços não essenciais em plena pandemia.
Nomeados para cargo de professor devem ficar alertas para o prazo da posse
Jornalista: Maria Carla
A diretoria colegiada do Sinpro-DF informa que o Governo do Distrito Federal (GDF) publicou o Decreto nº 40.941, de 2/7/2020, definindo o prazo para a posse de candidatos nomeados para o cargo de professor de educação básica da rede pública de ensino.
Com o decreto, a Secretaria de Estado de Economia tem 5 dias corridos para editar uma portaria reiniciando o prazo para a posse.
Fique atenta(o)!
Confira a informação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) n° 124, de 03/07/2020, página 1.
TV Sinpro, desta terça (7), aborda os desafios para educação impostos para o pós-pandemia
Jornalista: Leticia
Diante de tantas incertezas em decorrência da pandemia da covid-19, o cenário no ambiente escolar traz dúvidas e muitos questionamentos: quais serão os obstáculos pós-pandemia no ambiente escolar? Como se adaptar aos novos modelos educacionais?
Para discutir o assunto, o TV Sinpro aborda, na edição desta terça-feira (7), às 17h, o tema “Os desafios para educação impostos para o pós-pandemia”, com a convidada Edileuza Fernandes, professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), professora aposentada da Secretaria de Estado da Educação do Distrito Federal (SEEDF) e ex- subsecretária de Educação Básica do DF. O programa será mediado por Rosilene Corrêa, diretora do Sinpro-DF.
O TV Sinpro é um programa transmitido, ao vivo, pela TV Comunitária, toda terça-feira, às 17h, pela página eletrônica do Sinpro-DF no Facebook, pelo canal 12 da NET e pelo site e fanpage da TV Comunitária.
Assista pelo Facebook do Sinpro-DF: facebook.com/sinprodf
As reprises são exibidas no decorrer da semana. Confira a programação:
Terças – 22h
Quartas – 18h30
Quinta – 13h30 e 22h30
Sábado – 13h
Domingo – 18h30
#FiqueEmCasa
Não perca! O programa desta terça (7) será a partir das 17h!
JULHO VERDE: PREVENÇÃO AO CÂNCER DE CABEÇA E PESCOÇO, É TEMA DO PROGRAMA SABER VIVER EM CASA, DESTA SEGUNDA-FEIRA (6)
Jornalista: Leticia
Em meio a tantos acontecimentos nos últimos meses, a chegada do novo Covid-19, ganhou espaço e atenção de todos. Com isso, o debate sobre diferentes doenças passou a ocupar um segundo espaço na vida das pessoas.
O mês de julho, é conhecido como o mês verde. O dia 27, foi escolhido como o Dia Mundial de Prevenção do Câncer de Cabeça e Pescoço, por isso, durante todo o mês de julho, são feitas campanhas com a missão de alertar, prevenir e conscientizar sobre o os sintomas da doença e a importância da detecção precoce do câncer.
Para isso, o programa Saber Viver em Casa da próxima segunda-feira (6), às 18h30 convida o médico oncologista do Instituto de Câncer de Brasília – ICB, Rafael de Negreiros Botan, especialista em Oncologia Clínica pela Santa Casa de Belo Horizonte, para conversar sobre os cuidados e importância em manter a saúde em dia, mesmo em tempos de tantas mudanças. Participa também do programa o diretor do Sinpro Glauco Lobo.
Assista o programa pela TV Comunitária, no canal 12 na NET-DF, e pelo Facebook e Youtube do Sinpro-DF.
#Fique em casa e não perca, será a partir das 18h30!
EDUCAÇÃO EM TEMPOS DE PANDEMIA: EDUCAÇÃO INFANTIL EM DEBATE, É TEMA DO PROGRAMA SABER VIVER EM CASA, DESTA SEXTA (3)
Jornalista: Leticia
A chegada do novo Covid-19, trouxe para o mundo novos cenários. Mudanças e adaptações se fizeram presentes, alterando inclusive o ambiente escolar e o modelo de ensino em muitos países. Com tantas transformações e um futuro sem respostas, a Educação Infantil, se não for bem construída e realizada, pode carregar durante seu desenvolvimento lesões imensuráveis no processo de aprendizagem dos estudantes iniciantes, prejudicando inclusive o ingresso ao ensino superior.
Na tentativa de trazer reflexões a tamanhos desafios, o programa Saber Viver em Casa desta sexta-feira (3), às 14h, abordará a “Educação em Tempos de Pandemia: Educação Infantil em Debate”, onde participam como convidadas a pedagoga mestre e doutora em educação pela Universidade de Brasília- UnB, Maria Aparecida Camarano Martins, que atua em pesquisas relacionadas à criança, infância, acolhimento institucional e Educação Infantil, e Beatriz Leite Goulart, professora da SEEDF há 24 anos, que hoje, trabalha diretamente com a Educação Precoce no Centro de Ensino Infantil 04 de Taguatinga. Para mediação do debate, participa a diretora do Sinpro, Vanilce Diniz.
Assista o programa pela TV Comunitária, no canal 12 na NET-DF, e pelo Facebook e Youtube do Sinpro-DF.
#Fique em casa e não perca, será a partir das 14h!
Com voto de deputados da base, Ibaneis impõe reforma da Previdência pior que a de Bolsonaro
Jornalista: Leticia
Servidores públicos do DF, da ativa e aposentados, terão redução de salário a partir de janeiro de 2021. Isso porque foi aprovado na Câmara Legislativa, nessa terça-feira (30/6), projeto de lei complementar do Executivo local que aumenta de 11% para 14% a alíquota previdenciária paga pelos servidores. Com as mudanças colocadas no projeto do governador Ibaneis Rocha (MDB), a base de cálculo do desconto para aposentados e pensionistas muda, chegando a quadruplicar o valor de contribuição à Previdência.
Mesmo com a resistência da oposição, o PL do Executivo local foi aprovado por 15 votos favoráveis e oito contrários (veja lista abaixo). A base aliada ao governo se recusou inclusive a mitigar os prejuízos impostos aos servidores, rejeitando emenda que isentava taxação de aposentados e pensionistas até o teto do Regime Geral de Previdência Social (R$ 6.101,06).
Com a aprovação do projeto, servidores aposentados e pensionistas que antes tinham desconto de 11% sobre os valores que ultrapassasem o teto do RGPS, agora serão taxados sobre o que ultrapassar o salário mínimo (R$ 1.045). Para aposentados e pensionistas, a taxação será de 11% até o teto do RGPS e de 14% sobre o que exceder esse valor. “Dessa forma, aposentados terão uma forte redução no salário líquido e, alguns, terão uma redução de mais de R$ 600”, afirma a dirigente do Sindicato dos Professores do DF Rosilene Corrêa, dando exemplo de sua categoria.
A matemática conseguiu ser ainda mais perversa do que a aplicada aos servidores federais. Pela reforma da Previdência de Bolsonaro, servidores federais aposentados e pensionistas são isentos de taxação até o valor do teto do INSS (R$ 6.101,06).
Para o deputado Chico Vigilante (PT), um dos oito contrários à proposta de Ibaneis, “essa terça-feira (30/6) entra para a história do DF como o dia do massacre dos servidores”. “O governador Ibaneis aceitou ser sequestrado por Bolsonaro e agora a Câmara paga pelo resgate: R$ 1 bilhão retirado dos servidores públicos”, disse ele durante a sessão. De acordo com Vigilante, “o governo vai meter a mão no bolso de pensionistas e aposentados mensalmente, tirando R$ 51.526.297,76 milhões”.
Representantes dos servidores públicos do DF, que acompanharam a sessão dessa terça da galeria da Casa, avaliam que a postura dos parlamentares aliados a Ibaneis ultrapassou o apoio político, chegando à irresponsabilidade.
Em carta conjunta publicada em maio, os sindicalistas lembram que, diante da pandemia gerada pelo novo coronavírus, os serviços públicos se mostram ainda mais necessários, sendo imprescindíveis ações que resultem em seu fortalecimento e não em seu sucateamento.
“Precisamos de um Estado forte e serviços públicos valorizados. A base de apoio do governo fez justamente o contrário. Durante a sessão, essa base não fez nenhuma argumentação defendendo seu voto. Apenas ligou o trator e atropelou todos os servidores com seus votos. O que demonstra um atrelamento ao governo e nenhuma disposição de diálogo com os servidores”, pontuou o presidente da CUT-DF, Rodrigo Rodrigues.
Além da imposição da precarização dos serviços, a redução de salário imposta aos servidores púbicos do DF através da elevação da alíquota previdenciária atinge 146 mil pessoas que estão há seis anos sem reajuste salarial. “É lamentável que esta Casa (CLDF) tenha feito essa agressão aos servidores do Distrito Federal”, declarou a deputada Arlete Sampaio (PT) em suas redes sociais.
O único ponto garantido pela oposição nas mais de três horas de discussão da sessão que pautou a alteração da alíquota previdenciária para os servidores do DF foi a retirada do artigo 1º do PLC, que adequava o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) do funcionalismo distrital à Emenda Constitucional 103/2019, que trata da Reforma da Previdência de Bolsonaro. Com isso, ao contrário do que queria o governador, não haverá mudança nas regras de acesso à aposentadoria, como idades e tempo de contribuição.
O projeto de lei complementar que altera a alíquota previdenciária dos servidores públicos do DF agora segue para sanção do governador Ibaneis Rocha.