Dia da matemática celebrado em evento em Águas Claras

A filial brasiliense da Sociedade Brasileira de Educação Matemática convida para o evento “No dia da matemática, um brinde” em comemoração ao 6 de maio, o dia nacional da matemática. O evento possui caráter de comunicação científica, por isso será aberto a toda comunidade. Mas vai acontecer num espaço inusitado: o bar Seu Juca, ao lado do Plaza Mall, em Águas Claras. No dia 6, às 19:30.

Serão três apresentações a cargo do professor Mateus Gianni Fonseca e das professoras Raimunda de Oliveira e Elaine Vieira. Elas terão linguagem simplificada para a melhor comunicação com pessoas que não estão imersas na área, contemplando temas de interesse da educação matemática.

O evento é um esforço para levar conteúdo científico a todos que se sintam interessados, contribuindo para a democratização do conhecimento.

Papo Franco mostra a jovens da periferia que a Educação salva vidas

Neste mês de maio, o projeto Papo Franco completa 8 anos e segue pelas escolas públicas do Distrito Federal. O professor de sociologia Emerson Franco, egresso do presídio da Papuda, conversa com jovens da periferia e de unidades de internação sobre como tornar a educação e a leitura aliadas de vida.

Ele estava no fundo do poço. Preso na Papuda, o jovem Emerson descobriu na leitura uma forma de superar aquele momento difícil de sua vida. Ao sair da prisão, viu os filhos de seus amigos começarem a cometer os mesmos erros que ele cometeu, e o levaram para a prisão. Reuniu a molecada, “mandou um papo franco” e conseguiu afastar muitos dos caminhos da criminalidade e da evasão escolar.

O Papo Franco deu tão certo que Emerson começou a palestrar em escolas da periferia, e se lembra com orgulho: “Oficialmente minha primeira palestra foi no Colégio Estadual do Novo Gama, em maio de 2016”.

Desde então, Emerson já mandou seu Papo Franco em mais de 400 escolas públicas, para cerca de 40 mil estudantes.

“Eu não quero que os adolescentes e jovens sigam o caminho que eu segui. Minhas palestras são sempre no sentido da educação, prevenção, conscientização e protagonismo por meio dos estudos, do conhecimento, da escola pública e da leitura.”

Emerson é autor de dois livros. O primeiro, “Francas Palavras”, reúne poesias inspiradas em sua história de vida. O segundo, sua autobiografia, aguarda apenas recursos financeiros para ser publicado.

Sociólogo egresso do sistema prisional publica “Francas Palavras” pela Avá Editora

“O Papo Franco pra mim não é um trabalho, tampouco um projeto. É doação, é missão de vida, é ressignificação”, reflete Emerson que, desde 2021 é formado em sociologia e professor da rede pública, na CRE de Santa Maria.

“Hoje, alguns professores que me deram aula, são meus colegas de trabalho aqui pelas escolas de Santa Maria. Infelizmente fiz escolhas erradas e paguei um alto preço por isso, mas consegui superar com a educação. Eu sou fruto da educação pública, passei a vida toda estudando em escolas públicas.”, celebra o professor: “Costumo sempre dizer que eu não escolhi ser professor. Foi a educação que me escolheu”.

Confira abaixo a agenda de palestras do Papo Franco do professor Emerson:

 

Não haverá expediente no Sinpro no dia 1º/5

A diretoria do Sinpro informa que devido ao feriado do Dia do(a) Trabalhador(a), a sede e as subsedes do sindicato não funcionarão nesta quarta-feira, dia 1º de maio. O expediente voltará ao normal na quinta-feira (02).

Desejamos um bom feriado a todos e todas.

Inscrições abertas para o 1º Curso de Formação por Território para Aposentadas(os) Sindicalizados(as)

Estão abertas as inscrições para o 1º Curso de Formação por Território para Aposentadas(os) Sindicalizados(as) a ser realizado, na próxima segunda (6/5), entre 14h e 17h, na subsede do Sinpro-DF em Planaltina. O curso terá dois temas para debate: “O cuidado como um direito humano: que história é essa?”, ministrado por Edna Barroso e Kátia Franca do Instituto Horizonte; e “Sociedade do cuidado”, por Cosette Castro, do Coletivo Filhas da Mãe.

As inscrições começam nesta segunda-feira (29/4) e vão até o dia do curso (6/5) ou enquanto houver vagas disponíveis. Clique no link aqui < https://sinpro25.sinprodf.org.br/formacao-por-territorio/> e faça a sua inscrição! O curso faz parte de uma agenda de ações para os(as) aposentados(as) definida na 1ª Conferência para Aposentados(as) do Sinpro, realizada em março deste ano.

Elineide Rodrigues, coordenadora da Secretaria para Assuntos de Aposentados, informa que, “nessa conferência, recebemos proposições dos e das participantes voltadas para ações do Sinpro e para outras iniciativas, como, por exemplo, inserção na pauta de reivindicações da categoria junto à Secretaria de Educação e na lista de pautas destinadas à Câmara Legislativa o pleito dos(as) aposentados(as). Das atividades do Sinpro, este curso é a primeira ação, com esse tema, que é atual e está dentro do contexto do que está sendo debatido no DF e no Brasil, e também no mundo porque nossa sociedade, como no restante do mundo, está com uma população cada vez mais longeva”.

Territórios

 

Importante destacar que essa formação não será por Regiões Administrativas, e sim por territórios. Por exemplo, este primeiro curso territorializado será ofertado aos(às) aposentados(as) sindicalizados(as) de Planaltina, Sobradinho, Paranoá, Itapoã, Formosa e outras cidades desse território. “No entanto, isso não impede que pessoas de outras regiões do DF participem. Basta fazer a inscrição no link no final desta matéria”, ressalta a diretora.

Ela destaca também a importância do mandato participativo da atual gestão do sindicato: “A Secretaria para Assuntos de Aposentados tem a sensibilidade de ouvir e de acompanhar o perfil e as necessidades das nossas aposentadas e nossos aposentados, juntamente com o que propomos realizar, que é ouvir suas reivindicações e proposições e, juntos, andando de mãos dadas, fortalecer o sindicato e o nosso mandato e fazer com que ambos sejam instrumentos de formação política, além das demais atividades culturais, de lazer. A gente entende a necessidade de fazermos essa formação para que os(as) aposentados(as) entendam em que contexto eles e elas estão vivendo e o que podemos traçar daqui para a frente”.

Clique no link a seguir e faça a sua inscrição: https://sinpro25.sinprodf.org.br/formacao-por-territorio/

 

O Feminino na Poesia de Chico Buarque em apresentação no Teatro de Sobradinho

No dia 11 de maio, às 20h, o Teatro de Sobradinho recebe o espetáculo da Cia Kalamar “O Feminino na Poesia de Chico Buarque”, que une dança e literatura para celebrar a mulher na obra do renomado compositor brasileiro. A performance retrata a diversidade da mulher brasileira, desde suas lutas políticas até suas manifestações de amor e desejo.

O espetáculo é escrito e dirigido pela professora aposentada Janilce Rodrigues e coreografado por sua filha Angelina Coutinho, que é também uma das dançarinas da Cia Kalamar, junto com Andréa Abreu, Anna Thereza, Ariane Celman, Angélica Abreu e Luciana Tavares.

Desenvolvido dentro da estética do Teatro de Revista, “O Feminino na poesia de Chico Buarque” é inspirado no livro “Figuras do feminino na canção de Chico Buarque” de Adélia Bezerra de Meneses (Ateliê Editorial, 2001).

Janilce fez a pesquisa e usou canções de Chico relacionadas com o feminino. Além das seis bailarinas da Cia Kalamar, o espetáculo conta com a participação recebe duas convidadas, uma passista de escola de samba e a atriz Vanessa di Farias, que faz a apresentação e narração do espetáculo.

“O Feminino na poesia de Chico Buarque” será apresentado no dia 11 de maio de 2024, às 20h no Teatro de Sobradinho, com ingressos a R$ 25,00 disponíveis no link abaixo

Ingressos à venda

Reconhecida por suas coreografias que celebram o feminino, a Cia Kalamar combina elementos das danças orientais e brasileiras de forma única e envolvente.

 

Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho

Estudos da OIT (Organização Internacional do Trabalho) e da OMS (Organização Mundial da Saúde) apontam que cerca de 2,3 milhões de trabalhadores e trabalhadoras em todo o mundo perdem suas vidas em acidentes fatais, a cada ano, em seus locais de trabalho. Além disso, outros 1,9 milhão de vítimas adquirem doenças ocupacionais e traumatismos no ambiente de trabalho todos os anos, e muitos ficam com sequelas.

Os fatores que desencadeiam essas mortes e enfermidades são conhecidos: longas jornadas laborais, exposição à contaminação do ar, a substâncias cancerígenas, riscos ergonômicos, ruído. A não disponibilização de EPIs (equipamentos de proteção individual) ou o uso inadequado deles também é um forte elemento de risco na execução de determinados trabalhos.

No Brasil, dados do Observatório da Segurança e Saúde no Trabalho mostram que entre 2012 e 2022, foram comunicados 6,7 milhões acidentes de trabalho e 25,5 mil mortes no emprego com carteira assinada. Se os trabalhadores informais e precarizados, que são mais expostos a riscos, forem incluídos nessa estatística, esse número tende a aumentar bastante.

A responsabilidade de garantir um local de trabalho sem riscos, é claro, é do empregador. “Ambientes com boa estrutura física e psicológica são propulsores de um bom desenvolvimento da atividade laborativa”, opina a coordenadora da Secretaria de Saúde do Sinpro, Élbia Pires.

 

Saúde mental também

Garantir saúde e segurança do trabalhador e da trabalhadora implica em garantir uma vida laboral livre de assédio e de violência, potenciais causadores ou acentuadores de quadros de sofrimento psíquico. De novo segundo a OMS e a OIT, ansiedade e a depressão juntas foram responsáveis por 12 bilhões de dias de trabalho perdidos em todo o mundo, significando um custo pessoal e familiar inestimável, mas também um custo econômico.

Entre janeiro e abril de 2023, mais de 5,1 mil servidores da rede pública de ensino se afastaram do trabalho apresentando atestado médico. Cerca de 26% tiraram a licença para tratar de transtornos mentais. Os dados são da Diretoria de Epidemiologia em Saúde do Servidor, da Secretaria de Planejamento do GDF. “É urgente que o Estado promova políticas públicas que garantam a segurança física e emocional dos nossos profissionais da educação”, destaca Élbia Pires.

>>> Saiba mais: Assédio moral nas escolas não!

“A política do governo Ibaneis de superlotação de turmas, por exemplo, é uma grande causadora de acidentes de trabalho para os professores e professoras”, afirma a coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro, Mônica Caldeira. “Salas superlotadas colocam estudantes com deficiência ou transtorno em situação de risco, e, por consequência, os profissionais de educação também”, completa ela.

Acesse, no botão abaixo, a cartilha do Sinpro sobre acidentes de trabalho:

CARTILHA

 

Histórico da data

Em 2003, a OIT declarou 28 de abril como o Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho em memória de 78 mineiros mortos nos Estados Unidos em 1969, vítimas da explosão de uma mina. Por isso, anualmente nesse dia, são realizados eventos no mundo todo para conscientização de trabalhadores e empregadores quanto aos riscos de acidentes no trabalho, e esse se tornou um dia de luta por trabalho decente.

No Brasil, a Lei nº 11.121/05 instituiu a mesma data como o Dia Nacional em Memória das Vítimas de Acidentes de Trabalho.

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Liberdade de ser, coragem para sentir, agora em versão impressa

A professora Rafaela Farias lança a versão física de seu livro Liberdade de ser, coragem para sentir no dia 17 de maio, das 20 às 22h no Ernesto Café da Asa Sul (CLS 115 Bloco C). O livro já havia sido lançado em versão eletrônica em fevereiro, e sua venda financiou a impressão de sua versão física.

Liberdade de ser, coragem para sentir é um livro de poesias e reflexões que explora a jornada pessoal de Rafaela em busca da liberdade interior e da coragem para se permitir sentir sem julgamentos. Uma visão com base na trajetória de vida da professora sobre os desafios e as recompensas da libertação das amarras emocionais e sociais que nos limitam.

“Escrevo através de metáforas essa transformação rumo à libertação pessoal. Temas como autenticidade, autoaceitação, perdão, cura emocional e conexão com seu eu interior. Diz muito sobre a coragem necessária de viver uma vida autêntica.”, conta a professora do CAIC JK do Núcleo Bandeirante que atua em Classe Especial de TEA e faz parte do coletivo LGBTQIA+ do Sinpro.

Audiência pública mostra o descaso do GDF com a Educação Inclusiva

Na manhã desta quarta-feira, 24, aconteceu a audiência pública “Fortalecimento da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva no Distrito Federal”, por iniciativa do deputado distrital Chico Vigilante. O evento aconteceu na Escola Parque Anísio Teixeira, em Ceilândia e, além do parlamentar, compuseram a mesa Luciana Custódio, diretora do Sinpro; Andréa Medrado, do Instituto Vidas Raras e da Frente Parlamentar da Educação Inclusiva; Érica Curado, da Associação Brasileira para Ação por Direitos das Pessoas Autistas (Abraça); Amanda Fernandes, defensora pública; e Vera Barros, subsecretária de Educação Inclusiva e Integral da SEEDF.

O evento foi muito importante para expor a realidade das condições de trabalho de professores(as) e orientadores(as) educacionais na rede pública de ensino do DF no que se refere à educação inclusiva. O panorama atual mostra que falta investimento e o que se verifica é o sucateamento da educação pública, com notável abandono da educação inclusiva, por parte do GDF.

 

Direito às oportunidades

As debatedoras destacaram que a inclusão, na educação, precisa acompanhar todas as fases da vida, do ensino básico à universidade. Andréa Medrado pontuou que a pessoa com deficiência ou transtorno não pode ser vista nem tratada como um obstáculo, alguém a ser cuidado ou “consertado”, mas sim, como alguém que deve ter assegurada a oportunidade de se desenvolver. Ela e a defensora pública Amanda Fernandes lembraram que as leis já existem, falta é cumprir as leis.

Para Luciana Custódio, diretora do Sinpro que compôs a mesa de debates e atua na educação especial, a rede pública encontra-se em colapso. “Mais de 70% dos professores em sala de aula estão em regime de contrato temporário. Nós queremos que esses profissionais se efetivem na rede, que tenham seus direitos trabalhistas garantidos e possam dar sequência ao seu trabalho. Isso, na educação inclusiva, é algo essencial!”, destacou Luciana.

A dirigente também falou da importância do trabalho em rede para acolher estudantes com deficiência ou transtorno, trabalho que é completamente negligenciado pelo GDF. “Educação, saúde, assistência social, segurança pública e outras áreas precisam ter uma articulação entre si para que o atendimento a esses estudantes seja de qualidade, como eles merecem”, apontou ela. “As terapias necessárias precisam ser oferecidas pelo serviço público, as turmas nas escolas não podem estar lotadas. Há muito o que mudar nessa ‘não ação’ do GDF”, completou.

As debatedoras também afirmaram que rede pública de ensino não está preparada para receber adequadamente sequer os profissionais de educação com deficiência ou transtorno, e ressaltaram a necessidade de uma política de formação continuada para profissionais que atuam na educação inclusiva.

 

Sucateamento

Lembrando a frase de Darcy Ribeiro, de que a crise na educação não é uma crise, mas sim um projeto, Luciana Custódio apontou os diversos problemas enfrentados nas escolas públicas: “O que vemos é o fechamento de salas de recurso; a quantidade insuficiente de monitores; o excesso de professores em contratação temporária; a ausência de uma política de trabalho em rede; e o fato de os profissionais de educação encontrarem-se sobrecarregados, desvalorizados, adoecidos e sem uma política efetiva de formação continuada para atuar na educação inclusiva”, elencou.

O debate mostrou o abandono do GDF em relação à educação inclusiva, assim como acontece com a EJAIT (Educação de Jovens, Adultos e Idosos Trabalhadores). “É preciso investimento, e o GDF não tem demonstrado nenhuma disposição para isso”, opinou Luciana Custódio. “Infelizmente, a rede pública está longe de garantir o direito à inclusão, mesmo com todos os esforços dos profissionais da educação”, finalizou ela.

O Sinpro-DF continua com a campanha por investimento na educação inclusiva, entendendo que esse é um pressuposto democrático e um direito cidadão de todas as pessoas com deficiência ou transtorno. A pauta de reivindicações da categoria, aprovada em assembleia dia 20 de abril, inclui 15 itens sobre educação especial na perspectiva da inclusão. Clique no botão abaixo para ler o texto integral da pauta atualizada.

Pauta de Reivindicações

 

Veja no facebook o álbum completo da audiência pública:

ÁLBUM

Abaixo, a gravação na íntegra da audiência pública:

MATÉRIA EM LIBRAS

Projeto da UnB oferece curso de extensão para professores(as) de português da rede

Curso de Extensão Gramaticoteca nas Escolas, que começa dia 4 de maio, é tema do podcast da Eape e em extensão da UnB

No mais recente episódio do podcast da Eape, Prosa ao Pé do Ouvido, disponível no Youtube, o apresentador Pedro Artur Melo recebeu as professoras Eloísa Pilati e Ana Carolina de Castro, responsáveis pelo Projeto Gramaticoteca nas Escolas. As pesquisadoras apresentaram um pouco do trabalho que desenvolvem com metodologias inovadoras para o ensino de língua portuguesa, com foco no desenvolvimento das habilidades de análise linguística, leitura e escrita.

Dentre as ações desenvolvidas no âmbito do projeto está o Curso de Extensão Gramaticoteca nas Escolas, que será realizado na Universidade de Brasília, nos sábados do mês de maio, com certificação da UnB de 60 horas. A primeira aula será no próximo dia 4 de maio, às 9h.

O Gramaticoteca nas escolas é um curso gratuito de formação continuada especialmente preparado para professores e professoras da Educação Básica – incluindo oficinas, jogos, materiais e sequências didáticas com materiais manipuláveis.

“O curso é voltado para professores(as) de Educação Básica que trabalham com habilidades linguísticas, como análise, leitura e escrita. Por isso, é indicado para professores(as) de português, mas também para docentes do ensino de línguas de maneira geral”, lembra Carolina.

A pré-inscrição está aberta até o dia 2 de maio, disponível no link abaixo.

Faça sua inscrição

Veja o podcast Prosa do Pé do Ouvido

Bloqueio arbitrário de redes sociais | Sinpro comenta tema na TV Justiça

Em 2022 e 2023, as contas do Sinpro nas redes sociais foram arbitrariamente bloqueadas pelas plataformas. Um dos principais meios de comunicação do sindicato com a categoria, a suspensão dos perfis trouxe prejuízos à entidade sindical.

A conta do Youtube foi reativada após pedido feito direto à plataforma, mas as contas do Instagram e do Facebook só voltaram após ação judicial. A diretora do Sinpro Márcia Gilda fala sobre o tema em entrevista na TV Justiça.

O Sinpro não é a única entidade a ter no seu histórico caso de perfis das redes sociais bloqueados arbitrariamente. Essa é uma prática das plataformas, que quase nunca são punidas por isso, mesmo diante dos prejuízos gerados aos usuários.

Assista à entrevista aos 21 minutos e 10 segundos

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