O Sinpro informa que o atendimento na sede e subsedes do sindicato estará suspenso nos dias 3, 4 e 5 de março (segunda, terça e quarta-feira), em razão do recesso de Carnaval.
As atividades serão retomadas normalmente na quinta-feira, 6 de março, a partir das 8h.
O Sinpro deseja a todos(as) os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais um excelente recesso de Carnaval, com muita alegria, responsabilidade e descanso!
Sinpro assina carta com reivindicações em defesa da educação inclusiva
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Sinpro e diversas entidades da sociedade civil entregaram a deputados(as) distritais carta com 14 reivindicações para estruturar a educação inclusiva da rede pública de ensino. A ação foi realizada durante ato nesta terça-feira (25/2), na Câmara Legislativa.
Ao receberem o documento, os deputados Gabriel Magno (PT) e Fábio Félix (Psol), presidente da Frente Parlamentar pela Educação Inclusiva, se somaram à luta e colocaram seus mandatos à disposição dos(as) manifestantes.
Para mães de Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais presentes no ato, um dos principais problemas impostos à educação inclusiva é a superlotação das salas de aula. “Isso acarreta em atenção inadequada aos Estudantes com Necessidades Educacionais Especiais, ou seja, na privação desses estudantes ao direito à educação pública de qualidade. E não há qualquer resposta do governo a essas reclamações”, afirma o diretor do Sinpro Carlos Maciel, que participou da manifestação.
“Desde a pandemia, quando muitas crianças e jovens migraram das escolas particulares para a rede pública, o governo poderia ter se planejado e se organizado para dar conta da nova demanda, mas insiste em ações paliativas, quando o necessário é a construção de novas unidades escolares. Isso se traduz em turmas superlotadas, principalmente as turmas inclusivas que, por lei, devem ter número reduzido de alunos e mesmo assim estão com lotação muito alta”, analisa a diretora do Sinpro Luciana Custódio.
A carta em defesa da educação inclusiva apresenta reivindicações como prioridade na matrícula escolar; formação obrigatória complementar para os(as) profissionais da Secretaria de Educação na perspectiva da educação inclusiva; novo concurso público para monitores(as); capacitação e formação continuada dos professores para o aprendizado referente a adequação curricular, entre outros.
No documento, os signatários destacam que o Distrito Federal possui mais de 30.300 estudantes na Educação Inclusiva ou em Centros de Ensino Especial, com mais de 830 instituições de ensino que não atendem adequadamente as demandas individuais e coletivas das pessoas com deficiências e/ou doenças raras.
Valorização
Para a diretora do Sinpro Luciana Custódio, defender a educação inclusiva passa, necessariamente, pela valorização dos(as) profissionais desse setor.
“A falta de investimento do GDF na educação pública perpassa por várias questões que também se refletem na educação sob a perspectiva inclusiva”, afirma a dirigente sindical. Entre os problemas citados por ela, estão o número insuficiente de orientadores e orientadoras educacionais na rede pública, o número excessivo de professores(as) em regime de contratação temporária e a redução do número de salas de recursos.
Além do Sinpro, assinam a carta com reivindicações em prol da educação inclusiva: Frente Parlamentar em Defesa da Educação Inclusiva da CLDF, Ápice Down, ABRACI, Instituto Vidas Raras, MAMA, Rede Solidária de Apoio à Inclusão, Coletivo da Advocacia com Deficiência e Neurodivergente, ABRAÇA, DFDOWN, Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down.
Sinpro atua e SubSaúde firma compromisso para agilizar demandas da categoria
Jornalista: Leandro Gomes
Em reunião com a Comissão de Negociação e a Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro, a Subsecretaria de Segurança e Saúde no Trabalho do DF (Subsaúde) assumiu o compromisso de dar celeridade às demandas da categoria do magistério público. O encontro foi realizado nessa terça-feira (25/2).
Diante da atuação do Sinpro, além da agilidade ao atendimento das necessidades da categoria, a pasta informou que instituirá ações como encontros nas Regionais de Ensino para esclarecer dúvidas e aprimorar o conhecimento dos(as) servidores(as) na utilização de ferramentas como o Sistema Eletrônico de Informações (SEI).
Diretoras e diretores do Sinpro em reunião com integrantes da Subsaúde, em defesa das demandas da categoria | Foto: Sinpro
“É direito da categoria do magistério público – e de toda a sociedade – ter acesso a ferramentas do governo que tenham transparência, sejam de fácil acesso e navegabilidade e tragam de forma simples a resposta para questões que, muitas vezes, atinge diretamente a vida das pessoas. Essa mesma lógica deve ser aplicada aos atendimentos por telefone ou mesmo presenciais. Isso é o básico, e deve ser cumprido”, afirma a coordenadora da Secretaria de Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro, Élbia Pires.
Na reunião dessa terça, ainda foram discutidas outras demandas urgentes do magistério, como adequação dos locais de trabalho para professores(as) com deficiência, com orientação de não-regência e readaptados(as), além da agilidade na marcação e resultados de perícia médica.
Para a diretora do Sinpro Márcia Gilda, “a reunião teve saldo positivo, mas o compromisso da Subsaúde tem que ser concretizado. “Foi uma reunião importante para ajustarmos a agenda com os professores e orientadores educacionais, que têm trazido muitas reclamações e dúvidas. Neste sentido, a gente espera um retorno positivo de aperfeiçoamento desse trabalho. Acompanharemos de perto para que os problemas sejam solucionados”, disse a dirigente sindical.
Espetáculo “Noite do Oscar: 10 anos dançando histórias” será exibido no TV Sinpro nesta quarta-feira (26)
Jornalista: Roberta Quintino
Nesta quarta-feira (26), o TV Sinpro traz uma programação especial de arte e cultura. Às 19h, será transmitido o espetáculo “Noite do Oscar: 10 anos dançando histórias”, realizado pela Escola Parque Anísio Teixeira (EPAT). A transmissão é realizada pela TV Comunitária de Brasília (Canal 12 da NET) e também estará disponível no canal do Sinpro no Youtube .
O espetáculo é uma celebração dos 10 anos da EPAT e reúne uma retrospectiva dos principais momentos artísticos vividos ao longo dessa década. A montagem foi idealizada em conjunto com toda a equipe de Dança da escola, coordenada por Inayá Campos, e contou com a participação de 475 alunos da Oficina de Dança da instituição.
A apresentação original aconteceu no dia 6 de dezembro de 2024, no ginásio da Escola Parque. /Foto: Natã Kesller
O tema “Noite do Oscar” foi escolhido como um tributo aos 10 espetáculos já realizados pela escola desde sua fundação. Cada ano trouxe uma temática, revisitada neste espetáculo por meio de releituras. Entre os temas apresentados estão: Noite de Cinema, Solta o Som, Super-Heróis, Circo, Entre Outras Mil, És Tú Brasil, Mitologia Grega, Janelar, Recordar Para Recomeçar, Ícones e Disney.
A apresentação original aconteceu no dia 6 de dezembro de 2024, no ginásio da Escola Parque. Além das performances, os alunos participaram ativamente da criação de cenários e figurinos, fortalecendo o protagonismo estudantil tão valorizado pela escola.
Para a coordenadora Inayá Campos, o espetáculo vai além de uma simples apresentação artística. “É sempre muito aguardado pelos nossos alunos, que ficam ansiosos para saber qual será o tema e como poderão contribuir. No ano passado, tivemos quase 3 mil pessoas na plateia, e o ginásio ficou completamente lotado. O impacto no ambiente escolar é incrível, os alunos se tornam protagonistas de suas próprias vidas, desenvolvem concentração, felicidade e melhoram sua capacidade de expressão”, destaca.
Muitos desses estudantes já colhem os frutos desse trabalho. Alguns seguiram carreiras como professores de dança ou bailarinos profissionais, enquanto outros ingressaram em cursos superiores, como a licenciatura em Dança no Instituto Federal de Brasília. Segundo Inayá, “é um trabalho que gera mudança de vida, tanto para os alunos quanto para suas famílias”.
A Oficina de Dança da Escola Parque Anísio Teixeira busca integrar a prática artística à formação crítica e reflexiva dos estudantes. /Foto: Natã Kesller.
A Oficina de Dança da Escola Parque Anísio Teixeira busca integrar a prática artística à formação crítica e reflexiva dos estudantes. Por meio do movimento expressivo e do pensamento crítico, os alunos exploram processos cognitivos, experiências sensíveis e práticas sociais. O espetáculo anual é a culminância dessas atividades, proporcionando aos jovens a oportunidade de vivenciar a experiência de se apresentar em um palco e compartilhar suas histórias com o público.
A atividade contou ainda com a participação dos professores de dança Diego dos Santos, Izabel Napoleão, Lidiane Fernandes, Mariana Vasconcelos e Patrícia Fernandes, a apresentação de Gilson Cezzar, entre outros.
O TV Sinpro vai ao ar todas às quartas-feiras, com conteúdos culturais e educativos para toda a comunidade. Todos os programas ficam disponíveis no canal do sindicato no Youtube.
Nomeação de aprovados combate a destruição da carreira e dialoga com campanha salarial
Jornalista: Leandro Gomes
Professores(as) aprovados(as) no último concurso do magistério organizados(as) pelo Sinpro e pela Comissão de Aprovados realizaram panfletagem em frente ao Palácio do Buriti nesta segunda-feira (24/2), para denunciar o apagão de professores nas escolas públicas do Distrito Federal e a negligência do governo Ibaneis-Celina com a educação e seus(as) profissionais.
“Para existir a carreira do magistério é preciso ter professor efetivo dentro dela, e, para isso, é necessário que haja a nomeação dos aprovados. A gente vê hoje um enorme número de contrato temporários na rede pública de ensino, e isso é um projeto político de precarização e desvalorização; é o desmonte da carreira. Por isso, convocar os aprovados é reestruturar a carreira e é também uma das pautas prioritárias da nossa Campanha Salarial” afirmou Ana Bonina. Atualmente, o DF registra, aproximadamente, 15 mil professores(as) em regime de contratação temporária, número que ultrapassa o total de efetivos(as).
Com faixas, panfletos e placas, os aprovados também destacaram a relação direta entre a nomeação de efetivos(as) e a valorização da educação pública. Ao realizar as nomeações, o governo possibilita, entre outros pontos, a continuidade do projeto-pedagógico, interrompido com a rotatividade inerente à convocação de professores(as) substitutos(as). Isso impacta diretamente no rendimento escolar.
Calendário de lutas
A panfletagem desta segunda-feira (24/2) faz parte do Calendário de Lutas da campanha Convoca Já!, em conjunto com a Comissão de Aprovados. Outras ações já estão agendadas, como mutirões nos gabinetes parlamentares da Câmara Legislativa e ações em locais de grande circulação do DF.
Veja o calendário de lutas com ações conjuntas do Sinpro com a Comissão de Aprovados
FEVEREIRO
20/02 – Comissão Geral sobre o início do ano letivo e nomeações, na CLDF, às 15h
24/02 – Panfletagem, em frente ao Palácio do Buriti, às 15h
MARÇO
15/03 – Corrida do Sinpro, às 18h, na Praça do Buriti
18/03 – Mutirão nos gabinetes da CLDF: carta aos parlamentares sobre as nomeações e prorrogação do concurso de 2022, às 14h
27/03 – Assembleia Geral da categoria, às 9h, na Funarte
ABRIL
04/04 – Ação Social e panfletagem, na Rodoviária, às 16h
Reestruturação do plano de carreira dobra vencimento base da categoria
Jornalista: Vanessa Galassi
Ao longo dos anos, a reestruturação da carreira tem se mostrado um mecanismo eficaz para a ampliação e a garantia dos direitos dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais da rede pública de ensino do DF, principalmente na valorização do vencimento-base da categoria. Por ser estratégica, a pauta é central na Campanha Salarial 19,8%, rumo à meta 17 – Pela reestruturação da carreira já!.
Com a reestruturação da carreira reivindicada na campanha salarial atual, a ideia é dobrar o vencimento-base da categoria. A nova tabela é resultado da minuta discutida em outubro de 2022 com o GDF, e publicada em dezembro do mesmo ano.
A reestruturação da carreira inclui o achatamento dos padrões de 25 para 15, a possibilidade de os(as) professores(as) em regime de contratação temporária, quando efetivados(as), possam utilizar o tempo de serviço para enquadramento nos padrões, a ampliação do percentual de mudança do padrão e a valorização da progressão horizontal (especialização, mestrado e doutorado) a partir da ampliação dos percentuais entre as tabelas.
Para se ter ideia, com a reestruturação da carreira, quem entra na carreira do magistério público com especialização (PQ4 padrão 1) e cumpre jornada de 40 horas (maioria da categoria), tem remuneração-base de R$ 6.655,25. Com o achatamento dos padrões, a remuneração passa para R$ 15.139,30: mais que o dobro.
A estratégia atinge também os(as) professores em regime de contratação temporária, que têm remuneração vinculada ao padrão 1 da tabela salarial (PQ3). Com a reestruturação da carreira, o valor da remuneração-base vai de R$ 6.352,64 para R$ 12.111,44.
Achatamento dos padrões
A reestruturação da carreira trazida pela campanha salarial reduz os padrões da tabela salarial de 25 para 15. Com isso, os maiores salários são atingidos mais rápido.
Além disso, a proposta de reestruturação da carreira aumenta o percentual entre padrões, realizado anualmente, para 3%. Isso aumentará o vencimento de quem já está no topo, já que os anuênios, que não cessam no padrão 25, sofrerão alteração.
Simulação da tabela salarial, com base na minuta discutida e publicada em 2022
Atualmente, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais podem antecipar um padrão a cada 5 anos. Basta apresentar certificado de cursos, com soma de ao menos 180 horas. A luta é para que essa antecipação seja feita a cada 3 anos, acelerando ainda mais o caminho para chegar ao topo.
A antecipação dos padrões atinge, diretamente, o cálculo da aposentadoria de quem entrou no magistério público de 2004 a 2019, que tem como benefício a média de 80% dos maiores salários.
Enquadramento nos padrões
A proposta de reestruturação salarial ainda reivindica que professores(as) em regime de contratação temporária, ao serem efetivados, tenham direito a averbar o período de serviço para progredir na carreira.
Valorização da formação
A tabela salarial mais recente está dividida em seis etapas: da PQ1/PV1 à PQ6/PV6. Os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais são encaixados em cada uma das etapas de acordo com a formação: graduação, especialização, mestrado e doutorado. Com a exigência de ensino superior completo para ingressar no magistério do DF, o(a) profissional inicia a carreira, no mínimo, na tabela PQ3/PV3, destinada a professores(as) e orientadores(as) educacionais com graduação.
Na progressão horizontal, são aplicados percentuais em relação à tabela PQ3/PV3, considerando o padrão em que o(a) profissional estiver posicionado(a). Atualmente, esses percentuais são de 5% para especialização, 10% para mestrado e 15% para doutorado. A luta é para que esses números dobrem.
Luta histórica
O primeiro plano de carreira da categoria do magistério público é de 1989 (Lei nº 66/1989). Ele foi criado após o Sinpro, recém-nascido, organizar a categoria e, com a luta organizada, reivindicar do governo local a garantia em lei de direitos regidos por normativas mais “frágeis”, como portarias e decretos, por exemplo. Com isso, a mitigação de violações e calotes.
Antes da criação do plano de carreira, não existiam garantias básicas, como a jornada ampliada, por exemplo. O que havia era a chamada “folga de banco”: 1 dia no mês que era utilizada para resolver questões bancárias e, também, realizar formação, planejamento de aula, troca de experiências. Essa folga de banco era liberada – ou não – pelo(a) gestor, em uma época que não existia eleições para o cargo.
Ao longo dos anos, o plano de carreira sofreu três reestruturações, e hoje traz, além da jornada ampliada, tabela salarial com progressão vertical e horizontal, regramento de remanejamento e lotação, garantia de gozo das férias após imediatamente após a licença médica, incorporação de gratificações, entre outros.
Matéria publicada originalmente dia 21 de fevereiro de 2025
CAMPANHA SALARIAL | CREs Santa Maria e São Sebastião abrem calendário de assembleias regionais nesta terça (25)
Jornalista: sindicato
O Sinpro realiza, nesta terça-feira (25/2), a primeira assembleia regional de 2025, com os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais das Coordenações Regionais de Ensino (CRE) de Santa Maria e São Sebastião. A atividade será realizada no CEE 01, às 9h e às 14h. A pauta é a “Campanha Salarial 19,8%, rumo à Meta 17 – Pela reestruturação da Carreira Já!”.
As assembleias regionais prosseguem até o dia 20 de março em outras CREs. O próximo encontro será dia 11 de março, nas regionais do Gama e do Recanto das Emas.
As assembleia regionais são espaços democráticos de diálogo e de aprofundamento das pautas de reivindicações, além de serem instâncias preparatórias da categoria para a assembleia geral com paralisação, agendada para o dia 27 de março, às 9h, no estacionamento da Funarte.
Meta 17 do PDE Um dos principais pontos da Campanha Salarial é o atendimento à Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE). Em 2015, essa Meta estabeleceu que a remuneração da categoria do magistério público deve corresponder à média da remuneração dos demais servidores públicos do DF de mesma escolaridade.
Reestruturação do plano de carreira
Um dos principais mecanismos utilizados nos últimos anos para elevar os ganhos da categoria do magistério público é a reestruturação do plano de carreira.
Ao longo dos anos, a atuação do Sinpro e a capacidade de articulação fizeram com que vários direitos e benefícios garantidos à categoria fossem aprimorados ou até inseridos no plano de carreira. O plano de carreira de 2007, por exemplo, gerou alteração de tabela salarial que resultou em reajuste médio de 50%. No plano de carreira seguinte, em 2013, essa alteração trouxe reajuste de 25% aos ganhos da categoria.
Na atual Campanha Salarial, são destacadas como eixos estruturantes do plano de carreira o achatamento dos padrões de 25 para 15, com valorização de quem já está no topo da tabela; a ampliação do percentual de mudança de padrão, realizada anualmente; a valorização da progressão horizontal (especialização, mestrado e doutorado) a partir da ampliação dos percentuais entre as tabelas; criação da tabela pós-doutorado, além da garantia de que a gratificação para coordenador(a) pedagógico(a) esteja no plano de carreira, nos mesmos moldes das demais gratificações de exercício.
Além dos destaques, a luta organizada pelo Sinpro é pela reestruturação integral da carreira, em todos os pontos necessários, como a extensão do pagamento da Gratificação de Atividade de Alfabetização (GAA) para quem atua nos anos iniciais do Ensino Fundamental e Primeiro Segmento da Educação de Jovens e Adultos (EJA); a garantia do pagamento da Gratificação de Atividade de Ensino Especial (GAEE) aos(às) professores(as) e orientadores(as) educacionais de escolas regulares que atendam a estudantes com transtorno ou deficiência; a criação de auxílio para locomoção dos(as) professores(as) itinerantes entre as unidades de ensino; a equiparação do valor do auxílio-alimentação ao dos servidores(as) da Câmara Legislativa do DF; a garantia de pagamento integral do GDF Saúde e ampliação do atendimento em rede nacional, com a inclusão do atendimento aos(às) dependentes ascendentes, entre outros pontos.
CALENDÁRIO DE ASSEMBLEIAS
ASSEMBLEIAS REGIONAIS – 9h e 14h
25/02 | terça-feira >> Santa Maria
Local: CEE 01
>> São Sebastião
Local: Caic Unesco
>> 11/03 | terça-feira Gama
Local: Subsede do Sinpro
>> Recanto das Emas
Local: CEF 101
>> Brazlândia
Local: CEM 01
13/03 | quinta-feira >> Taguatinga
Local: Cemab
>> Sobradinho
Local: CEM 01
>> Samambaia
Local: CEE 01
18/03 | terça-feira >> Plano Piloto
Local: Sede do Sinpro (SIG)
>> Paranoá
Local: CEF 01
>> Núcleo Bandeirante
Local: CEM Urso Branco
20/03 (quinta-feira) >> Ceilândia
Local: CEM 03
>> Guará
Local: CED 03 (Centrão)
>> Planaltina
Local: CED 01 (Centrão)
*Em algumas regionais também haverá assembleia no período noturno, às 19h. Neste caso, o(a) diretor(a) informará à unidade escolar.
ASSEMBLEIA GERAL COM PARALISAÇÃO
Dia 27 de março, 9h, no estacionamento da Funarte
CALENDÁRIO DE LUTAS AMPLIADO
FEVEREIRO
Dia 17 | segunda-feira
Reunião com Gestores, virtual às 17h
Dia 20 | quinta-feira Reunião com delegados(as) sindicais, no Sinpro (SIG), às 19h
Dia 20 | quinta-feira
Comissão Geral: início do ano letivo e nomeações, na CLDF, às 15h
MARÇO
Encontro Ampliado dos(as) aposentados(as) *Data a ser confirmada
Dia 8 | sábado
Dia Internacional de Luta das Mulheres – Bloco carnavalesco, das 13h às 20h
Locais: Torre de TV, Rodoviária do Plano Piloto e Museu da República *Locais a serem confirmados
Dia 15 | sábado
Corrida do Sinpro. Concentração às 18h, na Praça do Buriti. Largada às 19h. Show musical com a Banda Samba Urgente, a partir das 20h30
Dia 18 | terça-feira
Convoca Já!, na CLDF *Horário a ser confirmado
Dia 24 | segunda-feira
Sessão solene aniversário do Sinpro, na CLDF *Horário a ser confirmado
ABRIL
Dia 4 | sexta-feira
Convoca Já!, na Rodoviária *Horário a ser confirmado
Dia 26 | sábado
1º Encontro Pós-Avançado de Formação Sindical, na Chácara do Professor, às 9h
Publicada originalmente dia 19 de fevereiro de 2025
Audiência na CLDF pauta isonomia da gratificação de gestores das escolas públicas nesta quarta (26)
Jornalista: Leandro Gomes
A isonomia da gratificação recebida pelos(as) gestores(as) das escolas públicas do Distrito Federal será tema de audiência pública na Câmara Legislativa no próximo 26 de fevereiro. A atividade é iniciativa do deputado distrital Chico Vigilante (PT), e está agendada para 19h, no Plenário da Casa.
Em 2024, o Sinpro realizou articulação intensa junto a parlamentares para inserir a isonomia da gratificação dos(as) gestores(as) na Lei Orçamentária Anual (LOA) 2025.
“As gratificações para os gestores públicos estão bastante defasadas, porque ao longo dos anos, eles tiveram poucos reajustes. Graças à luta do Sinpro, o recurso já está previsto na LOA 2025. Agora, é uma questão de decisão política por parte do governador de fazer o pagamento”, disse do diretor do Sinpro Cleber Soares.
Mais valorização
A luta por isonomia salarial, independente da modalidade ou etapa de ensino que atuam, é uma reivindicação histórica do Sinpro. Isso porque, além dos(as) gestores(as) de desempenharem as mesmas funções, desde 2007, o Plano de Carreira da Categoria do Magistério Público instituiu o princípio da carreira única. Com isso, é exigido o mesmo grau de formação para ingresso no magistério, o que, pela lógica, acaba com pagamento de gratificações de valores diferentes no exercício de mesmo cargo.
Além disso, o Sinpro e os(as) gestores(as) da rede pública de ensino lutam contra o sucateamento da carreira e pleiteiam o mesmo tratamento dado a servidores(as) em cargo comissionado de outras estruturas do GDF.
“É importantíssima a participação de toda a categoria na audiência pública do dia 26 de fevereiro, na CLDF. Vamos fortalecer a pressão pelo pagamento isonômico da gratificação, que é uma das pautas da nossa campanha salarial”, afirma a diretora do Sinpro Márcia Gilda.
Serviço
O que: Audiência Pública sobre a gratificação paga a gestores das escolas públicas
Sinpro exige nomeação imediata de aprovados em comissão geral na CLDF
Jornalista: Letícia Sallorenzo
Centenas de professores(as) da rede pública de ensino do DF ocupam vagas destinadas a professores(as) efetivos. Entretanto, esses mesmos professores(as) CT’s foram aprovados(as) no último concurso do magistério. Com isso, eles e elas acabam ocupando, como professores(as) substitutos(as), a vaga que deveria ser deles(as) como efetivos(as). A situação foi denunciada pelo Sinpro nessa quinta-feira (20/2), no plenário da Câmara Legislativa, em comissão geral (quando a sessão ordinária dá lugar ao debate de temas de interesse social).
“Inúmeras vezes chegamos às escolas e perguntamos aos professores: quem aqui é contrato temporário aprovado no concurso do magistério? Vários levantam a mão. Mas o governo insiste em manter a educação pública precarizada”, lembrou a diretora do Sinpro Márcia Gilda durante a sessão convocada pelo deputado Gabriel Magno (PT).
Do plenário, centenas gestores(as), professores(as) CT’s organizados pelo Sinpro na Campanha Convoca Já!, além de aprovados(as) que participam também da Comissão dos Aprovados SEEDF 2022, acompanharam a reunião com placas que pediam a nomeação imediata dos(as) aprovados(as).
“É urgente que o GDF nomeie todos os aprovados e todas as aprovadas no concurso público de 2022 do magistério. Isso reflete na valorização da categoria e, consequentemente, em uma educação pública de qualidade. Essa é uma luta do Sinpro, e deve ser uma luta de toda a sociedade do DF”, disse a diretora do Sinpro Ana Bonina, que é professora CT. Ela ainda ressalta que há “previsão orçamentária para a contratação de mais de 8 mil professores”. “O que falta é vontade política.”
Mais uma vez, o GDF não enviou nenhum representante à comissão geral sobre o início do ano letivo.
Má gestão
Além da necessidade de contratação dos(as) aprovados(as) no concurso do magistério, a reunião da comissão geral também discutiu o início do ano letivo e os problemas recorrentes da rede pública de ensino.
Um dos pontos ressaltados pela diretora do Sinpro Márcia Gilda foi a superlotação das salas de aula gerada pela falta de planejamento do GDF ao longo do tempo para a construção de novas escolas. “Esse é o governo do paliativo. Nesse paliativo, o governo chega a construir salas de aula em espaços não indicados, mas não se amplia o refeitório ou a biblioteca, e ainda diminui a área de recreação das crianças”. Segundo ela, o recurso usado como paliativo deveria ser investido na construção de novas escolas, principalmente nas áreas habitacionais com maior adensamento urbano, como São Sebastião e Paranoá. “Todas essas questões impactam diretamente na saúde do pessoal do magistério, que aguenta o rojão pra manter a escola funcionando no dia-a-dia”, pontuou Márcia Gilda.
“A crise na educação é um projeto”, lembrou a diretora da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) Rosilene Corrêa, ao citar Darcy Ribeiro durante a audiência da comissão geral na CLDF.
Durante o encontro, ainda foram destacados problemas como atraso no repasse dos recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (PDAF); falta de manutenção predial; infraestrutura precária; déficit no atendimento especializado.
Sinpro lança edição do jornal Quadro Negro com foco na Campanha Salarial
Jornalista: Roberta Quintino
O Sinpro acaba de lançar a 210ª edição do jornal Quadro Negro. A publicação é dedicada à Campanha Salarial, que traz como centralidade a reestruturação da carreira, além do reajuste de 19,8%, rumo à Meta 17 do Plano Distrital de Educação.
Além da campanha salarial, o Quadro Negro destaca conquista importantes. Entre elas, a garantia da participação dos professores e professoras em regime de contrato temporário na Semana Pedagógica, uma vitória do Sinpro em defesa da equidade de direitos na categoria.
A publicação aborda ainda a luta do Sinpro contra mudanças prejudiciais na aposentadoria dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais e destaca a atuação da entidade sindical para assegurar a aposentadoria especial aos profissionais do magistério, prevista na PEC 573/2006.
Outro destaque da edição é a luta pela nomeação dos(as) aprovados(as) no concurso de 2022, uma pauta que continua prioritária para o Sinpro.
> Para ler a íntegra do Quadro Negro e ficar pode dentro das próximas ações do Sinpro, acesse: Quadro Negro – edição 210.