Anúncio do GDF mostra desrespeito com o magistério público
Jornalista: Alessandra Terribili
Foi com indignação que a diretoria do Sinpro-DF recebeu o anúncio do governador Ibaneis Rocha, de reajuste de 18% – distribuídos em três parcelas anuais de 6% – para o funcionalismo público do DF. O anúncio foi feito de forma unilateral, ferindo o processo democrático de debate e ignorando a solicitação oficial de reunião do Sinpro com o governador, protocolada há uma semana (17/03).
O governador simplesmente atropelou as discussões acumuladas em grupo de trabalho (GT) composto por representantes da Secretaria de Educação (SEEDF), da Secretaria de Fazenda e pela comissão de negociação do Sinpro. O GT manteve encontros e discussões entre outubro e dezembro de 2022 com o objetivo de elaborar uma proposta de reestruturação da carreira do magistério, que respondesse também à necessidade de recomposição salarial da categoria – que tem seus salários congelados há oito anos.
As discussões tiveram base na meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que determina que os vencimentos de professores(as) e orientadores(as) educacionais sejam equivalentes à média dos vencimentos das carreiras de ensino superior do GDF. O PDE está em vigor desde 2015, ou seja, completam-se 8 anos que o governo descumpre a lei.
O Sinpro-DF entende como desrespeito com os e as profissionais do magistério a desconsideração do trabalho realizado por um grupo que ele mesmo, governo, compôs. A proposta de reajuste de 18% divididos em três anos não atende às demandas da categoria, não cumpre o PDE e não dialoga com o que foi desenvolvido pelo grupo de trabalho! O sindicato ressalta: essa proposta não foi discutida com professores(as) e orientadores(as) educacionais!
Vale lembrar que o GDF esteve na ilegalidade por sete anos, até pagar a última parcela do reajuste aprovado em 2012 – que deveria ter sido paga em outubro de 2015, entretanto, só o foi em 2022 -; e que o governo Ibaneis segue acionando a Justiça para não pagar os valores retroativos referentes àquela dívida.
Tais ações do governo geraram perdas salariais imensas. Em 2015, o vencimento básico de um(a) professor(a) PQ3 padrão 1 estava 101,2% acima do Piso Nacional do Magistério. Hoje, professores com esse mesmo perfil recebem vencimento básico 4,3% abaixo do piso: R$ 191,99 menos que o mínimo obrigatório a ser pago em qualquer lugar do país para exercer a docência na educação básica.
A discrepância salarial com outras carreiras de nível superior representa a desvalorização da educação e de seus profissionais no Distrito Federal. Das 29 carreiras de nível superior do GDF, o magistério está em 26º lugar no ranking de remuneração e em penúltimo lugar quando o foco é o valor do vencimento básico.
A diretoria colegiada do Sinpro-DF afirma que não aceitará o desrespeito com nossa categoria e o atropelo do debate democrático. Estamos em plena campanha salarial, debatendo nas escolas e com as comunidades escolares, e vamos fortes para a próxima assembleia geral – marcada para 26/04, com indicativo de greve.
21 países. Um só povo formado por inúmeras culturas, diversas etnias, várias línguas diversas origens, religiões, tradições. Neste 24 de março, comemoramos o dia da união dos povos latino-americanos.
Informação difícil de ser encontrada pelo algoritmo do Google. A busca por “Dia da União dos Povos Latino-Americanos” traz poucas informações relevantes.
A instituição que busca cuidar da integração regional é a Unasul. Criada em maio de 2008, ela tem como objetivos gerais a integração dos países nos âmbitos social, cultural e político. Os países membros devem juntos construir esse espaço de diálogo. “O Mercosul é a união econômica da região. A Unasul tem essa função no âmbito político e social”, explicou Evo Morales, ex-presidente (deposto) da Bolívia em sua fala no auditório do Sinpro em 2 de janeiro. É pra fortalecer os laços entre todos nós. União. Amizade. Cooperação.
Segundo o “Tratado Constitutivo da Unasul”, assinado em 23 de maio de 2008, as principais características da Unasul focam no fortalecimento de laços entre os países membros.
Todos esses pontos devem ser desenvolvidos para que os países busquem uma identidade sul-americana, com vistas à maior integração e o bem-estar da população. Isso, sem deixar de lado a diversidade cultural da região.
Somos um povo alegre e amigo, com tradição de paz, tão importante nos dias em que vivemos.
Ensino no sistema prisional é tema de debate em audiência pública na CLDF
Jornalista: Luis Ricardo
A Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) iniciou, na última segunda-feira (20), uma série de audiências públicas que serão realizadas ao longo do ano para debater as metas do Plano Distrital de Educação (PDE). A primeira audiência da série reuniu a diretora do Sinpro Elineide Rodrigues, o presidente da CESC, deputado distrital Gabriel Magno, a deputada federal Érika Kokay, além de representantes de sindicatos, da Secretaria de Educação do DF (SEEDF), da Secretaria de Segurança Pública, da Defensoria Pública e da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) para debater a Educação pública no sistema prisional do DF.
Na abertura da audiência o deputado Gabriel Magno apresentou dados que comparavam as metas e a execução, segundo o Plano, que já se encaminha para a revisão. “A nossa ideia é construir um diagnóstico e, ao final dos debates, apresentar um relatório que trate de cada meta. É necessário manter a mobilização, em todos os níveis, para que o Estado reconheça direitos”, salientou.
A diretora do Sinpro Elineide Rodrigues lembrou que a capital federal está longe de cumprir o disposto no PDE em relação à educação no sistema prisional, uma vez que historicamente apenas 10% da população carcerária tem acesso aos programas educacionais. “Discutir este tema é de suma importância, porque temos pessoas que estão privadas de liberdade e vão retornar para a sociedade. É importante que tenha a oferta de educação, por isso primamos pela maior oferta de educação. Por meio da educação, da escola, a massa carcerária se acalma”, explicou.
Leila Maria de Jesus, do Grupo de Trabalho Pró-Alfabetização (GTPA) e do Fórum de Educação de Jovens e Adultos (EJA), reforçou que “o caminho da ressocialização passa pela educação”. Pela Defensoria Pública do DF, Felipe Zucchin acrescentou que é preciso investir no ensino à distância nessas unidades. Ele ainda chamou a atenção para os baixos índices relativos à possibilidade de estudo.
Dentre os pontos levantados e que necessitam de avanços estão o incremento de bibliotecas no sistema prisional, responsável pela remição de penas; o aumento no número de cursos profissionalizantes, além de outros cursos dentro de unidades prisionais; e o respeito ao PDE, em especial a Meta 10, que garante a oferta de escolarização para pessoas em cumprimento de pena judicial e privação de liberdade no sistema prisional na rede pública de ensino.
Cuidado com o golpe! Criminosos insistem em extorquir a categoria
Jornalista: sindicato
Fique atento(a) às “modalidades” de golpe de extorsão de dinheiro.
Na tentativa de lesar a categoria, criminosos continuam os golpes. No exemplo a seguir, eles se apresentam como um advogado de um antigo escritório que não presta mais serviços ao Sinpro. Essas e outras abordagens fazem parte de uma série de mensagens enviadas a professores(as) e orientadores(as) educacionais negociando o recebimento de precatórios. Cuidado! O Sinpro e os escritórios de advocacia parceiros não pedem depósitos ou transferências para receber benefícios. Fique atento(a) às mensagens. Em caso de dúvidas, entre em contato pelos números: 3343-4200 / 3343-4201.
Confira a abordagem criminosa utilizada pelos golpistas:
Fique atento(a) aos tipos de golpes aplicados pelo WhatsApp
Em um novo formato de golpe para lesar a nossa categoria, criminosos têm procurado professores e professoras que têm precatórios a receber, apresentando-se como uma suposta funcionária do escritório Resende Mori Fontes chamada “Joana Vasconcelos”.
Em outros casos, uma mulher se apresenta como dra Luiza Franco de Castro, falsa advogada, e faz contato pelo WhatsApp (61) 9945-7295 e pelo (61) 9643-1866. O Sinpro e o escritório Resende Mori Fontes alertam que essas funcionárias não existem, e destacam, mais uma vez, que os(as) advogados(as) do Sinpro jamais pedirão dinheiro para liberação de precatórios, para se obter vantagens processuais e muito menos ameaçarão parar o processo caso não seja depositada alguma quantia em dinheiro. Isso é golpe!
Confira abaixo as mensagens que têm sido enviadas a professores(as) nessa nova abordagem:
Atenção: os golpistas estão informando um número de telefone fixo muito parecido com o contato verdadeiro do escritório Resende Mori Fontes. O telefone correto do escritório de advocacia é o (61) 3031-4400. Confira abaixo a mensagem com o número errado informado pelos criminosos.
Fique atento(a)! O Sinpro funciona nos endereços descritos no link a seguir e o telefone correto do escritório Resende Mori Fontes é o (61) 3031-4400.
Os golpistas também mandam falsas ordens de pagamento e documentos de arrecadação tributária, em PDF, fraudando a marca do TJDFT e do escritório Resende Mori Fontes. Confira os modelos abaixo e não caia em golpes:
Por e-mail
Diversas abordagens
Escutem os áudios a seguir e observem o modus operandi dos golpistas em outras situações:
Golpes pela Internet
O Sinpro pede a todos e todas para não se deixarem cair em golpes. Fiquem atentos(as) às “modalidades” de golpe de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. Não é porque seu nome completo e CPF constam na mensagem, que ela é verdadeira (esses dados podem ser facilmente coletados na Internet). O Sinpro-DF recebe, diariamente, várias denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do Dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato. Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! O Sinpro e os escritórios de advocacia ligados a ele NÃO solicitam que sejam feitos depósitos para liberação de valores.
Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:
Golpe 1
Criminosos entram em contato com professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as) informando sobre atualizações no processo de piso salarial e correções monetárias. Os golpistas, que se passam por funcionários do Escritório Resende Mori e Fontes, dizem que a suposta atualização, que na verdade é mais um golpe, diz respeito à cobrança de juros, correção monetária e pelo atraso do pagamento da folha salarial de 2015. Sob o argumento de liberar os valores das ações coletivas e repasse dos pagamentos em atraso, os criminosos pedem para que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com o suposto escritório. Ao ligar, o(a) aposentado(a) é informado que para receber o suposto valor deve depositar um valor na conta para o pagamento de custas advocatícias. O Sinpro volta a afirmar que nem o sindicato, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. A Secretaria de Assuntos Jurídicos ainda ressalta que sindicato não tem processos referentes a piso salarial. Portanto, fique atento e não caia neste golpe.
Golpe 2
Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.
Golpe 3
Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.
Golpe 4
Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.
Golpe 5
Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.
Golpe 6
Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.
Golpe 7
Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.
Golpe 8
O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.
Golpe 9
O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.
Golpe 10
Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!
Golpe 11
Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!
Golpe 12
No dia 11 de novembro, o Sinpro recebeu denúncias de que várias pessoas da categoria estão recebendo mensagem de WhatsApp sobre um falso pagamento de precatório. A pessoa da mensagem diz que é do escritório de advocacia e tenta aplicar o crime de extorsão. Uma das vítimas percebeu a tentativa de golpe e avisou o Sinpro que recebeu a mensagem pelo WhatsApp do próprio celular e também pelo da filha dela. “Desconfiei, pois o número era diferente do que eu tinha na Procuração do escritório dos advogados Resende – Mori Fontes –. Liguei para o escritório e a moça que me atendeu me disse ser golpe. O telefone era totalmente diferente dos telefones do escritório. Fiz o print da mensagem e enviei para o e-mail que ela me indicou”. A mensagem inicia com o nome do escritório e o da vítima e segue um texto dizendo que “a Câmara de conciliação de PRECATÓRIOS, informa o resultado do julgamento das propostas de acordo do ultimo loto, nos termos do edital (21/06/2021)”. É escrito assim mesmo, repleto de erros gritantes de português e, após isso, prossegue com um texto repleto de informações erradas.
Golpe 13
Supostos parentes fazendo pedidos de envio de PIX de um telefone “provisório” parece não ter mais tanto efeito no mundo dos golpes bancários. Agora, a pergunta feita pelos golpistas é: reconhece esse PIX feito da sua conta bancária? A estratégia é a seguinte: é feita uma chamada telefônica supostamente do BRB, de um número que realmente coincide com o do banco (3322-1515). Na ligação, a funcionária fake pergunta se a vítima reconhece uma transferência via PIX realizada de sua conta bancária. Ao negar a transação, a vítima recebe um número de protocolo e é encaminhada para um pseudo “setor responsável pela segurança bancária”. O golpista que se passa pelo responsável do “setor” solicita que a vítima abra o aplicativo do BRB, mantenha-o aberto, vá até a loja de aplicativos e baixe a atualização do app do banco. Ao fazer a atualização, o golpista consegue todos os dados pessoais e bancários da vítima. Outra estratégia é pedir para que a vítima desligue e ligue de volta para o BRB, no número 3322-1515. Quando a pessoa realiza a chamada, o golpista intercepta a ligação e captura dados solicitados, como senha bancária numérica e dados como data de nascimento e CPF. É importante lembrar que os bancos não entram em contato por telefone com correntistas. Dados pessoais e bancários, de forma alguma, devem ser passados via telefone ou qualquer outra forma de comunicação não presencial. O Sinpro ainda reforça que não solicita qualquer depósito bancário para liberação de processos jurídicos.
Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi:
Professor e orientador educacional aposentado, fique atento à prova de vida
Jornalista: Luis Ricardo
O Sinpro foi informado que mais de mil servidores(as) aposentados(as) e pensionistas do Governo do Distrito Federal (GDF) ainda não fizeram a prova de vida de janeiro. Deste grupo, 195 são professores(as) e orientadores(as) educacionais aposentados(as), fato que pode prejudicar o(a) servidor(a) caso o procedimento não seja realizado.
A prova de vida é a comprovação anual obrigatória e necessária para o pagamento regular de aposentadorias e pensões. O procedimento pode ser realizado de forma presencial, com o comparecimento do(a) beneficiário(a) a qualquer Agência do BRB, ou on-line, por meio do aplicativo disponível na Play Store (Android) e App Store (Apple).
Aplicativo Prova de Vida GDF
Criado durante a pandemia, o aplicativo Prova de Vida GDF facilita o atendimento e comodidade nessa tarefa anual. Para realizar a prova de vida por meio digital, os(as) aposentados(as) e pensionistas precisam baixar o aplicativo Prova de Vida GDF, inserir o CPF e confirmar alguns dados. Após essa etapa, serão solicitadas a captura do documento do(a) beneficiário(a) e uma foto selfie, com boa qualidade, tirada em ambiente bem iluminado. Para finalizar, o(a) usuário(a) deve informar endereço, número do telefone celular e e-mail. Após preencher e enviar todas as informações, os(as) aposentados(as) receberão um e-mail com a confirmação do resultado da criação dessa conta (login) no aplicativo da prova de vida.
Outras formas de fazer a prova de vida
Aposentados(as) e pensionistas impedidos(as) de comparecer presencialmente em qualquer agência do BRB ou que não tenham acesso ao aplicativo, podem solicitar a visita domiciliar para fazer a prova de vida. O(a) mesmo(a) deverá anexar atestado médico comprovando a impossibilidade. Para beneficiário(a) com mais de 90 anos, também pode ser feita a solicitação pelo e-mail agendamento@iprev.df.gov.br.
Brasileiros(as) que residem exterior, a prova de vida deve ser encaminhada por meio de consulado ou da representação diplomática do Brasil no país em que reside. Basta encaminhar ao Iprev correspondência com declaração de comparecimento emitida pela representação do País com cópia dos documentos autenticados. Se o país onde reside não tiver representação, a pessoa deve acessar o Formulário Específico de Atestado de Vida disponível no site do Iprev: https://www.iprev.df.gov.br/prova-de-vida/.
Dia Nacional do Piso Salarial do Magistério: a mobilização continua!
Jornalista: Alessandra Terribili
Dia 23 de março é o Dia Nacional do Piso Salarial do Magistério. A data marcou a apresentação do projeto de lei que se transformou na Lei do Piso do Magistério (Lei 11.738/08): 23 de março de 2008.
Com perdas salariais importantes em meio à crise econômica na qual o país mergulhou nos últimos anos, tem sido muito importante destacar que o piso é lei. Nessa quarta-feira (22), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), em conjunto com os sindicatos filiados, realizou manifestações em todo o país em defesa da valorização profissional de quem trabalha na educação básica pública, e da real aplicação da Lei do Piso. A mobilização também reivindicou que o governo federal encaminhe a regulamentação da lei de diretrizes e carreira para valorizar professores(as), orientadores(as) educacionais, servidores(as) da carreira assistência e todos que fazem a escola funcionar.
No DF, o debate e a mobilização em defesa do piso nacional também têm sido feitos na perspectiva da recomposição salarial e da reestruturação da carreira, pautas centrais da campanha salarial 2023. Nessa quarta-feira (22), a ação foi o Sinpro nas Cidades, visitas às escolas para debater a campanha. Nesta quinta (23), acontecem as três primeiras plenárias regionalizadas – Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Sobradinho -, sempre em dois horários: 9h e 14h.
A próxima assembleia geral está marcada para 26 de abril, podendo ser antecipada se necessário. Acompanhe o site e as redes sociais do Sinpro para se manter informada(o)!
Hoje (23/03) é dia do Sinpro no cinema, no Liberty Mall. Toda quinta-feira, você, professor(a) e orientador(a) educacional, paga 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará também o mesmo valor. Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.
CAMPANHA SALARIAL 2023: Assembleia define rumos da luta da categoria
Jornalista: Vanessa Galassi
Professores(as) e orientadores(as) educacionais realizarão assembleia geral com indicativo de greve e paralisação dia 26 de abril. A data foi aprovada dia 14 de março, quando a categoria deliberou também calendário de mobilização que compõe a Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação. A data da assembleia poderá ser antecipada, caso haja novidades no processo de negociação com o governo. Local e horário da atividade serão informados em breve.
O foco da campanha salarial 2023 da categoria do magistério público é a reestruturação da carreira, com isonomia e paridade. Com isso, professores(as) e orientadores(as) educacionais reivindicam recomposição salarial e outros avanços que atingem quem está na ativa e aposentados, efetivos e professores(as) de contrato temporário. Entre eles, a redução da quantidade de padrões da tabela salarial, para fortalecer a carreira pela garantia de qualidade no acesso, permanência e conclusão, e a incorporação das gratificações, começando pela Gaped (Gratificação de Atividade Pedagógica)/Gase (Gratificação de Atividade de Suporte Educacional).
Arrocho
Professores(as) e orientadores(as) educacionais das escolas públicas do DF estão há 8 anos sem reajuste salarial. O último foi em 2012, para repor a perda inflacionária de décadas anteriores. O valor foi parcelado em seis vezes, até 2015.
O congelamento salarial gera um cenário caótico para quem trabalha para/pela educação pública do DF. Em 2015, o vencimento básico de um(a) professor(a) PQ3 padrão 1 estava 101,2% acima do Piso Nacional do Magistério. Hoje, professores com esse mesmo perfil recebem vencimento básico 4,3% abaixo do piso: R$ 191,99 menos que o mínimo obrigatório a ser pago em qualquer lugar do país para exercer a docência na educação básica.
Além disso, das 29 carreiras de nível superior do GDF, o magistério público está em 26º lugar no ranking de remuneração e em penúltimo lugar quando o foco é o valor do vencimento básico.
A realidade contradiz a própria lei. A Meta 17 do PDE (Plano Distrital de Educação) garante à carreira magistério da rede pública de ensino do DF, tanto para ativos como para aposentados, isonomia salarial com a média das carreiras de nível superior.
Mais lutas
Além das questões financeiras, a Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação pauta, entre outros pontos, questões como o fim de salas de aulas superlotadas com estratégia de matrícula negociada com o Sinpro, adequação da infraestrutura das unidades escolares que impossibilitam a aplicação do projeto político pedagógico, ampliação do número de monitores e convocação imediata dos aprovados no último concurso público para o magistério, realizado em 2022, tanto dos que foram aprovados para as vagas de provimento imediato como aqueles do cadastro reserva.
Calendário de mobilização
Em assembleia, professores(as) e orientadores(as) educacionais aprovaram calendário de mobilização para reforçar a luta da Campanha Salarial 2023: Basta de descaso com a educação. Entre as ações, estão plenárias regionalizadas, reuniões com gestores, atos. Veja o calendário completo abaixo.
Termina nesta quinta (23) prazo para se inscrever no 52º Concurso Internacional de Redação de Cartas
Jornalista: Luis Ricardo
Os Correios estão com as inscrições abertas até esta quinta-feira (23) para os(as) estudantes de escolas públicas do Distrito Federal interessados(as) em participar do 52º Concurso Internacional de Redação de Cartas. Para se inscrever, clique aqui e em seguida na aba “Informações do 52º Concurso”. O(a) candidato(a) deverá imprimir o Formulário de Inscrição e a Ficha de Redação. Após preencher o Formulário com os dados solicitados, escreva a redação conforme o tema e as orientações do regulamento. A escola selecionará as duas melhores redações e deverá postar em qualquer agência dos Correios.
O Concurso Internacional de Redação de Cartas para Jovens é promovido anualmente pela União Postal Universal (UPU), sediada em Berna, na Suíça, com o objetivo de fomentar a escrita e a alfabetização através da arte epistolar. Incentiva a expressão da criatividade e o desenvolvimento dos conhecimentos linguísticos de crianças e adolescentes. Participam estudantes de até 15 anos de idade, previamente selecionados nas etapas nacionais.
No Brasil, a realização do concurso fica a cargo dos Correios e é desenvolvido em três fases: escolar, estadual e nacional. A quarta etapa – fase internacional – fica a cargo da UPU. A participação se dá por meio das escolas (rede pública e privada), que selecionam, entre as redações de seus alunos, até duas melhores cartas para representá-las. A primeira melhor redação de cada estado segue para a fase nacional, onde serão selecionadas as três melhores cartas. A primeira colocada irá representar o Brasil na fase internacional. O Brasil é o segundo país melhor colocado em âmbito internacional, atrás apenas da China.
Tema deste ano
Este ano o tema será: Imagine que você é um super-herói e sua missão é tornar todas as estradas do mundo mais seguras para as crianças. O(a) participante deverá escrever uma carta para alguém explicando quais superpoderes você precisaria para cumprir sua missão.
Com relação às premiações para este ano, o(a) 1º colocado(a) estadual e a sua escola irão receber, respectivamente, R$ 2,3 mil e R$ 2,5 mil, além dos certificados. Já na etapa nacional do concurso, o(a) vencedor(a) e sua escola ganharão, respectivamente, R$ 10 mil e R$ 10,5 mil, além do troféu e certificado. Já os resultados estaduais e nacional serão divulgados a partir do dia 8 de maio.
Sinpro reúne delegadas(os) sindicais em meio à mobilização da campanha salarial
Jornalista: Alessandra Terribili
Na terça-feira (21), aconteceu a primeira reunião do ano do Sinpro com delegados e delegadas sindicais. O encontro foi deliberação da assembleia do dia 14.
Segundo a diretora do Sinpro Vanilce Diniz, a reunião representou um importante momento de escuta das demandas das escolas: “Neste momento de campanha salarial é ainda mais importante termos muita nitidez da realidade dentro das escolas. Há muitas deficiências se acumulando e nós cobraremos uma atitude do governo”, disse ela.
A campanha salarial 2023 tem como principais reivindicações a recomposição salarial e a reestruturação da carreira.
Na reunião, a diretoria do Sinpro divulgou a campanha “Some na luta em defesa do piso e de nossa recomposição salarial”. A ação tem início nesta quarta-feira (22). Para participar, grave um vídeo de até 20 segundos dizendo por que você defende a carreira do magistério público, a reestruturação da carreira do magistério distrital e o Piso Nacional da categoria. Envie o material para o whatsapp 99323-8131, informando também seu nome e a escola em que você atua.
A reunião de delegadas e delegados sindicais fez parte do calendário de mobilização e preparação para a próxima assembleia geral, que está marcada para 26 de abril, mas pode ser antecipada. Também integram o calendário aprovado em assembleia as ações Sinpro nas Cidades e plenárias regionalizadas – estas têm início nesta quinta-feira, 23 de março, em Brazlândia, Núcleo Bandeirante e Sobradinho.
Veja abaixo fotos feitas pelo fotógrafo do Sinpro-DF, Deva Garcia.