Quinta é dia de cinema

No dia do Sinpro no cinema, do Liberty Mall, quem ganha é você! Professores(as) e orientadores(as) educacionais, pagam 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará o mesmo valor.

Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.

“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.

 

Fique ligado(a)

Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.

Consulte a plataforma e eleja defensores e defensoras da educação pública

Já escolheu o(a) seu(sua) candidato(a)? Domingo, dia 2 de outubro, é dia de eleição. E depois de 5 anos de crise na educação por falta de investimentos públicos no setor e das políticas neoliberais adotadas pelo atual governo, precisamos eleger pessoas comprometidas com a educação pública para a Presidência da República.

 

Mas não basta eleger presidente. Juntamente com o presidente, precisamos de renovar as Casas Legislativas, substituindo parlamentares que atuaram contra a escola pública, a soberania do Brasil e os direitos da classe trabalhadora por pessoas comprometidas com nossa luta e nossa classe, afinal, a atuação do atual governo federal e de boa parte dos(as) atuais parlamentares afundou o Brasil na maior crise de sua história e tem causado grandes e sucessivos prejuízos à nação, a toda a população e a todos nós da educação: professores(as), orientadores(as) educacionais, estudantes e técnico(a)-administrativos(as).

 

Pesquise e confira os nomes dos(as) parlamentares do seu estado que votaram contra a educação e a favor dos retrocessos. Acesse a plataforma Políticos que votaram contra a educação, criada pelo Educação Pública Eu Apoio, CNTE, CUT, IEAL, CEA, e confira quem votou contra a educação pública: eleja quem defende a educação pública. Entre no site http://politicoscontraaeducacao.com.br/ e verifique se o nome do(a) candidato(a) aparece em alguma votação que prejudicou a educação pública.

 

Faça uma “colinha”. Anote num papelzinho, de preferência, na ordem em que os nomes vão aparecer na urna. (Olha o modelo de colinha na ilustração a seguir).

 

1 – Deputada ou deputado federal (quatro números)

2 – Deputada ou deputado estadual/distrital (cinco números)

3 – Senadora ou senador (três números)

4 – Governadora ou governador (dois números)

5 – Presidência da República (dois números).

Confira a imagem:

 

O valor do voto – do seu e de cada eleitor(a) – é proporcional ao compromisso que o(a) candidato(a) tem com a educação pública, a soberania do País e os direitos da classe trabalhadora. Daí a importância de votar em pessoas comprometidas com esses três princípios.

 

Se o(a) seu(sua) candidato(a) não defende a educação pública, nem a soberania do País e atua contra os(as) trabalhadores(as), ele(a) não é um(a) bom(boa) candidato(a) para governar ou para legislar pelo Brasil pelos próximos 4 anos. Um(a) candidato(a) assim não irá melhorar a nossa vida. Por isso, ainda é tempo de mudar o seu voto e optar por quem defende a educação pública e a melhoria de nossa vida.

 

Acesse também o Quadro Negro em que o Sinpro-DF apresenta um estudo sobre os(as) parlamentares que atuaram, sistematicamente, contra a educação pública na capital do País: https://bit.ly/3CfrU4C

MATÉRIA EM LIBRAS

Professoras alertam sobre importância do voto feminino

O eleitorado brasileiro tem 52,5% de mulheres. Entretanto, os últimos anos mostram que as políticas aplicadas no país prejudicam prioritariamente esse público. Para incentivar a reflexão sobre a importância do voto feminino, a secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF produziu vídeo “O voto e a luta das mulheres”.

Em pouco mais de dois minutos, as professoras falam sobre a participação das mulheres nos setores da sociedade, além de como são prejudicadas pela estrutura imposta e fortalecida nos últimos anos.

“Nós mulheres precisamos ir às urnas com consciência no próximo dia 2 de outubro. Nós podemos mudar os rumos do Brasil e, consequentemente, das nossas próprias vidas. Nós queremos um Brasil que nos dê oportunidade, que nos trate com respeito e que jamais questione nossos direitos”, afirma a diretora do Sinpro-DF Mônica Caldeira.

Assista ao vídeo:

ARTIGO | Vamos às urnas por um Brasil que nunca mais questione nossos direitos

 

Correção das gratificações dos contratos temporários é o tema do TV Sinpro de hoje

A correção no pagamento das gratificações dos(as) professores(as) em contrato temporário que trabalharam no período de 2014 a 2019 e receberam um valor menor em seus contracheques, gerando assim uma diferença salarial, será o tema do TV Sinpro de hoje (28), às 19h. Esta correção é fruto de uma ação judicial vencida pelo sindicato, garantindo que os(as) temporários(as) que trabalharam durante este período e receberam GAA, GAEE, GARZ, GADERL ou GADEED, ganhem a diferença que foi subtraída de seus vencimentos.

Para falar sobre o tema foram convidados o advogado do Sinpro, Dr. Lucas Mori, o coordenador da Secretaria de Assuntos Jurídicos do sindicato, Dimas Rocha, e a diretora do Sinpro Ana Bonina. “Muitos temporários tiveram prejuízos em seus salários, recebendo um valor menor a que tinham direito, e esta ação foi mais uma vitória do Sinpro na luta pelo respeito aos direitos da categoria”, comenta Dimas Rocha, explicando que todos(as) os(as) temporários(as) filiados(as) ao sindicato que trabalharam durante os anos de 2014 a 2019 e receberam uma ou mais destas gratificações acima mencionadas, devem apresentar documentação no sindicato para a cobrança dos valores devidos.

O TV Sinpro vai ao ar às 19h, na TV Comunitária, no Youtube e no Facebook do Sinpro-DF. Não perca!

MATÉRIA EM LIBRAS

Vamos às urnas por um Brasil que nunca mais questione nossos direitos

As mulheres são determinantes na decisão dos rumos do Brasil. Ao todo, somam 52,5% do eleitorado brasileiro e, juntas, podem eleger quem faça um Brasil e um Distrito Federal diferentes: com oportunidade de emprego e igualdade salarial, com direito à creche, com escolas públicas de qualidade para nossos filhos, com serviços públicos que atendam as necessidades da população. Um Brasil que não coisifique as mulheres, que preze pela segurança e pelas vidas de cada uma. Um Brasil que respeite e que nunca mais questione os direitos das mulheres.

Neste artigo, a professora e coordenadora da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF, Mônica Caldeira, aborda a importância da força feminina nas mudanças que o Brasil luta e precisa.

Confira abaixo o artigo na íntegra.

 

 

Vamos às urnas por um Brasil que nunca mais questione nossos direitos

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Basta uma crise política, econômica e religiosa para que os direitos das mulheres sejam questionados. A frase é da professora, escritora, filósofa e ativista feminista Simone de Beauvoir. A máxima é do século passado, mas segue atual. E é também nas urnas que as mulheres expressam a preocupação com o que sintetizou Beauvoir.

Ainda que o pensamento da professora feminista não seja amplamente conhecido, as mulheres, sobretudo as negras, têm plena noção do que disse Simone de Beauvoir. Um conhecimento adquirido no dia a dia de privações e opressões.Prova disso foi o fosso que se abriu nas intenções de voto entre homens e mulheres nas eleições de 2018.

Naquelas eleições, pesquisa do Ibope mostrou que, quando abertas as intenções de voto por sexo, Bolsonaro tinha apoio de 36% dos homens e 18% das mulheres. Afinal, o à época candidato chegou a verbalizar que não estupraria a deputada Maria do Rosário por ela “não merecer” e defendeu que mulheres deveriam receber menos que homens, já que engravidavam. Só quem é mulher pôde, de fato, temer nas proporções devidas as políticas que poderiam ser implementadas caso Bolsonaro fosse eleito.

Por uma série de fatores – a maioria deles intragável – ele se tornou presidente do Brasil, e como já era de se esperar, a máxima de Simone Beauvoir foi colocada em prática.

A crise na política gerou falta de governabilidade, desrespeito às instituições, o toma-lá-dá-cá, os casos de corrupção seguidos de decretos de sigilo. Na economia, desinteresse dos investidores, desemprego, inflação. Na religião, a apropriação de crenças para a imposição da intolerância, do ódio, da violência. Crises essas geradas intencionalmente para convergir no afago ao deus mercado.

Como resposta às crises, políticas cruéis para as mulheres, como o Teto de Gastos (EC 95), a reforma trabalhista e a reforma da Previdência. Elas atingem toda a sociedade, mas têm como alvo prioritário os direitos das mulheres, principalmente as negras.

Por causa do Teto de Gastos, o país que tem uma das taxas mais altas de feminicídio do mundo não construiu novos abrigos para mulheres, por exemplo.

Como consequência da reforma trabalhista, o Brasil chegou a números históricos de desemprego e condições alarmantes de precarização do trabalho. E foram as mulheres, sobretudo as negras e pobres, as primeiras a serem demitidas de seus postos de trabalho.

Entre as perdas com a reforma da Previdência, mulheres tiveram que trabalhar mais (inclusive mais que os homens, com a alteração da idade mínima de aposentadoria) e ter maior tempo de contribuição. Historicamente tratadas com desigualdade, mulheres tiveram seus direitos previdenciários desigualmente impostos, e aumentaram seus sacrifícios enquanto trabalhadoras. Mais uma vez, principalmente as mulheres negras e pobres.

Isso sem falar que, com Bolsonaro no poder, a violência de gênero também cresceu. Segundo o Barômetro de Alerta sobre a situação de direitos humanos e ambientais no país, realizado pela Coalizão Solidariedade Brasil, em 2019, três em cada dez mulheres sofreram algum tipo de violência eum estupro foi cometido a cada oito minutos. De acordo com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública, quatro mulheres são vítimas de feminicídio por dia no país, e o assédio e a importunação sexuais tiveram crescimento de 17%. A maioria das vítimas negras.

 

Jornalista Vera Magalhães sendo agredida por bolsonarista

 

Muitos dos nossos direitos foram questionados com afinco nos últimos anos, inclusive o direito ao corpo, à dignidade, à vida. A resposta a isso vem sendo mostrada, de novo, nas intenções de voto. Pesquisa Datafolha do dia 15 de setembro mostra que 46% das mulheres dizem votar em Lula, enquanto 29% escolhem Bolsonaro.

Embora a equipe de Bolsonaro venha dando duro para que o candidato atinja uma porcentagem maior do público feminino, ele tropeça na própria misoginia. O ataque à jornalista Vera Magalhães no primeiro debate realizado entre presidenciáveis deixou isso claro. Bolsonaro tem desprezo pelas mulheres e nem repara. Para ele, isso sempre foinaturalizado. Foi ele mesmo que disse: “Eu tenho cinco filhos. Foram quatro homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”.

Nós mulheres somos determinantes na decisão dos rumos do nosso país e das nossas próprias vidas. Somos 52,5% do eleitorado brasileiro e, juntas, podemos eleger quem faça um Brasil e um DF diferentes: com oportunidade de emprego e igualdade salarial, com direito à creche, com escolas públicas de qualidade para nossos filhos, com serviços públicos que atendam nossas necessidades. Um Brasil que não coisifique as mulheres, que preze pela nossa segurança e pelas nossas vidas. Um Brasil que nos respeite e que nunca mais questione os nossos direitos.

Precisamos ir às urnas dia 2 de outubro com essa consciência.

 

(*) Por Mônica Caldeira, professora e coordenadora da Secretaria de Assuntos e Políticas para Mulheres Educadoras do Sinpro-DF.

 

MATÉRIA EM LIBRAS

DF recebe novo lote de coronavac para crianças de 3 e 4 anos

Chegou na manhã de hoje, terça-feira (27/9), ao aeroporto de Brasília novo carregamento de São Paulo, com 14.520 doses de Coronavac para crianças de 3 e 4 anos.

A Secretaria de Saúde já avisou que as doses estarão disponíveis a partir desta quarta-feira (28/9) nos postos de saúde do DF. A distribuição dos imunizantes está sendo efetuada agora à tarde.

O último óbito por Covid registrado no DF ocorreu no dia 4 de agosto.

Quadro Negro aborda defesa da educação pública nas eleições 2022

A poucos dias das eleições gerais 2022, o Sinpro-DF traz como tema do Quadro Negro: “Vote em quem luta para a educação”. A edição especial do informativo está nos Correios e deve chegar aos lares dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais na semana que começa dia 26 de setembro.

Nesta edição, o Quadro Negro reúne informações que ajudam a categoria a decidir o voto. Entre os temas abordados, estão as principais propostas para a educação apresentadas no plano de governo dos(as) candidatos(as) que estão à frente nas intenções de voto para a presidência da República, para o GDF e para o Senado Federal.

Ainda na edição especial do Quadro Negro, são apresentadas as principais pautas da educação que tramitam no Congresso Nacional e na Câmara Legislativa do DF, e como os(as) parlamentares se posicionaram sobre os temas.

O Quadro Negro de setembro ainda apresenta a orientação dos partidos políticos em projetos que impactam diretamente na vida dos(as) servidores(as) do magistério público e de toda a classe trabalhadora.

Clique na imagem ou CLIQUE AQUI para ler a versão digital do Quadro Negro – Vote para a educação.

 

Matéria em Libras

Eleições 2022 | GDF suspende aulas nas escolas do DF nesta sexta (30)

Em razão das eleições 2022, o Governo do Distrito Federal (GDF) suspendeu as aulas, nesta sexta-feira (30), nas redes de ensino pública e privada, nas instituições de educação superior e instituições de cursos livres, públicas e privadas, no Distrito Federal.

 

Essa suspensão de aulas está definida no Decreto nº 43.781, publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), dia 23 de setembro de 2022. O mesmo decreto prevê a suspensão das aulas também no dia 28 de outubro, caso haja segundo turno. E avisa: caso não haja segundo turno, haverá aulas normais.

 

O decreto também determina que ficam mantidos os expedientes de trabalho do responsável pela administração das instituições que funcionam como zonas eleitorais, que devem se apresentar nas escolas, a partir das 7 horas da manhã, para o recebimento das urnas eletrônicas que são distribuídas pela Justiça Eleitoral.

 

Destaca ainda que as determinações do decreto não se aplicam às atividades educacionais realizadas em creches.

Clique para conferir o decreto.

Decreto nº 43.781, de 23/9/2022, página 7 do DODF


DODF de 26/9/2022 (página 7)

Reposição de horas-aulas

 

O decreto informa ainda que a reposição de horas-aulas na rede de ensino pública deve seguir as diretrizes da Secretaria de Estado de Educação (SEE-DF). Essa reposição já foi negociada com a Comissão de Negociação do Sinpro. Assim, em cumprimento com a negociação realizada entre a Comissão de Negociação do Sinpro e a SEE-DF, o governo publicou a Circular nº 57/2022, que trata da recomposição do Calendário Escolar em virtude das eleições de 2022.

 

Segundo o documento, as unidades escolares poderão, em caráter excepcional e único, manter o dia letivo 30/9, por meio de realização de atividades não presenciais, conforme organização de cada escola. Assim, os estudantes não terão nenhum prejuízo pedagógico.

 

Segundo orientação da circular, no dia 30/9, os(as) professores(as) que atuarem de forma não presencial, conforme atividades propostas pela escola, deverão assinar a Folha de Frequência, fazendo alusão à circular em epígrafe. O planejamento das atividades pedagógicas deverá ser registrado em Ata, devidamente assinada e encaminhada, via processo eletrônico SEI, à Unidade Regional de Educação Básica (UNIEB) da sua respectiva Coordenação Regional de Ensino (CRE), responsável por validar as atividades não presenciais propostas, que comporão o dia letivo.

 

Clique aqui e confira a Circular n.º 57/2022 – SEE/GAB/AESP

MATÉRIA EM LIBRAS

O Sinpro alerta: não caia no golpe!

Vamos iniciar essa matéria afirmando: nem o Sinpro, nem os escritórios de advocacia ligados a ele, solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

O mais novo golpe contra aposentados e aposentadas da categoria, com processos na justiça, envolve a falsificação de supostos documentos, que recebem marcas de bancos e informam depósitos falsos prestes a serem feitos nas contas dos golpeados(as) – contanto que sejam feitos depósitos – PIX em contas de pessoas físicas ou depósitos para pagamento de supostos despachantes ou certidões de cartórios, a título de honorários ou adiantamentos, pagamentos de supostos despachantes ou supostas certidões de cartórios.

Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas! Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570, informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

O Sinpro-DF recebe, diariamente, várias denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do Dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato. Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

 

Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:

Modus operandi

São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de cinco dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso realizar o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.

Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.

 

Fique atento(a)!

Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. Não é porque seu nome completo e CPF constam na mensagem, que ela é verdadeira (esses dados podem ser facilmente coletados na Internet). Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Uma mensagem enviada por WhatsApp, com foto de perfil com a marca do Sinpro, por um número que não é do sindicato, (61) 99872-4892, informa sobre o assunto: LIBERAÇÃO DO PRECATÓRIO EM FASE DE PAGAMENTO EM REGIME ESPECIAL, com os nomes dos advogados Drª Maria Rosali Barros ou Dr. Lucas Mori, indicando os números (61) 4042-0924 | WhatsApp: (61) 99840-3650 como contatos. Ao final, os golpistas colocam a observação falsa de que o sindicato não está atendendo presencialmente, em virtude os período pandêmico. Fique atento(a)! Isso é golpe! O Sinpro-DF está atendendo, normalmente, de forma presencial, das 8h às 17h, nas sedes e subsedes.

 

Golpe 2

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto do logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 3

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 4

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 5

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 6

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 7

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 8

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 9

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 10

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Sinpro alerta categoria sobre os golpes de internet

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

 

 

CLDF publica derrubada de vetos, mas mobilização deve continuar

A mobilização da categoria por meio da campanha VerbaSimVetoNão, o trabalho de corpo a corpo dos(as) diretores(as) do Sinpro e de alguns deputados distritais foram fundamentais para a derrubada de alguns vetos do governador Ibaneis Rocha, que atingiam diretamente a educação pública do DF. Durante a tarde desta terça-feira (23), a Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) confirmou a derrubada de alguns vetos ligados à Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2023 que estabelecia metas e prioridades para o exercício financeiro do próximo ano.

Em votação no dia 19 de agosto, no Plenário da Casa, todos(as) os distritais presentes (16) votaram pela derrubada parcial. Oito parlamentes estavam ausentes. Conforme a publicação no dia 19 de agosto no Diário Oficial do DF, dentre os pontos que terão verbas para o próximo ano estão a construção de creches; ampliação de unidades de ensino fundamental; construção de unidade escolar; ampliação de unidade escolar; construção de unidade de ensino; e a transparência por meio de descentralização de recursos financeiros para as escolas (PDAF).

A diretora do Sinpro Luciana Custódio afirma que a votação de hoje representa uma conquista parcial, mas importante para a educação pública da capital federal, mas que ainda é preciso manter a mobilização. “Esses vetos representavam entraves que atingem investimentos na infraestrutura das escolas e na busca por uma educação pública de qualidade. Agora, com a derrubada desses vetos, as emendas propostas farão parte da LDO de 2023. Mesmo diante desta conquista parcial, precisamos manter a mobilização para que tenhamos a conquista, também, no que se refere aos nossos avanços salariais”, destaca.

Dois vetos ainda serão analisados pela Câmara Legislativa: a destinação de veto para o cumprimento da Meta 17 do Plano Distrital de Educação (PDE), que se refere aos avanços salariais da categoria; e verba para a aquisição de equipamentos e meios para a preparação do ambiente escolar com condições sanitárias adequadas, além de investimento em tecnologia e equipamentos para possibilitar o amplo acesso ao ensino. Diante disto, os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais devem manter a mobilização pedindo aos(às) deputados(as) o voto pela derrubada desses vetos.

Agaciel Maia
https://bit.ly/3pEoukC

Alerte Sampaio
https://bit.ly/3QP7rZ1

Chico Vigilante
https://bit.ly/3QM1OLh

Claudio Abrantes
https://bit.ly/3PGBIIl

Daniel Donizet
https://bit.ly/3KfBmXX

Delmasso
https://bit.ly/3QXmAau

Eduardo Pedrosa
https://bit.ly/3AnTpXz

Fábio Felix
https://bit.ly/3cfIcA4

Guarda Jânio
https://bit.ly/3QQGVP2

Hermeto
https://bit.ly/3CtD71W

Iolando
https://bit.ly/3AcJAeE

Jaqueline Silva
https://bit.ly/3dNM4Zz

João Cardoso
https://bit.ly/3wqJ5wy

Jorge Viana
https://bit.ly/3QLObLX

José Gomes
https://bit.ly/3QOR8eG

Júlia Lucy
https://bit.ly/3PLEI6b

Leandro Grass
https://bit.ly/3dSMsWN

Martins Machado
https://bit.ly/3An8BDZ

Rafael Prudente
https://bit.ly/3Uu00c8

Reginaldo Sardinha
https://bit.ly/3R4L8yj

Reginaldo Veras
https://bit.ly/3QQXeLK

Robério Negreiros
https://bit.ly/3cfWlNI

Roosevelt Vilela
https://bit.ly/3Kku1WU

Valdelino Barcelos
https://bit.ly/3dTDAjI

 

 

MATÉRIA EM LIBRAS

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