Quinta é dia de cinema

No dia do Sinpro no cinema, do Liberty Mall, quem ganha é você! Professores(as) e orientadores(as) educacionais, pagam R$ 10 reais na entrada, com direito a um acompanhante que pagará o mesmo valor.

Para aproveitar o benefício, é preciso ser sindicalizado(a) e apresentar a carteirinha válida, em versão física ou digital. Esqueceu a carteirinha? Não tem problema. Você pode apresentar o último contracheque com o desconto da contribuição sindical.

“Esse projeto, em forma de parceria, busca fomentar e incentivar o acesso ao cinema e proporciona à categoria a reaproximação a essa tão importante fonte histórica de cultura e lazer que foi tão dificultada em tempos de pandemia e dos governos atuais que lutam para inviabilizá-la”, afirma o diretor Bernardo Távora, coordenador da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro.

 

Fique ligado(a)

Todas as quintas-feiras, publicaremos a programação com os filmes que estarão em cartaz no Liberty Mall, para que você possa aproveitar e se programar logo cedo.

NA MÍDIA | Em artigo, dirigente do Sinpro-DF fala sobre atentado contra Kirchner e riscos ao Brasil

A tentativa de assassinato da vice-presidenta da Argentina, Cristina Kirchner, foi assunto no mundo inteiro, e abriu brecha para uma série de reflexões sobre o que pode acontecer no Brasil. Isso porque a tentativa de crime contra Kirchner é pavimentada no ódio, na intolerância, no autoritarismo: condições que rondam o Brasil e contam, inclusive, com o respaldo do chefe de Estado.

O artigo “Atentado contra Cristina Kirchner é mais um duro golpe na democracia e na luta pelo contraditório”, escrito pelo dirigente do Sinpro-DF Cláudio Antunes fala sobre isso. O material foi publicado no portal do Brasil de Fato, da Revista Fórum e nos jornais Brasil Popular e GGN.

Leia o artigo completo abaixo.

Atentado contra Cristina Kirchner é mais um duro golpe na democracia e na luta pelo contraditório, por Cláudio Antunes

Por Cláudio Antunes*

Às vésperas do processo eleitoral que definirá as novas lideranças políticas do Brasil, a tentativa de assassinato da vice-presidente da Argentina, Cristina Kirchner, escancara ainda mais a escalada da violência, da intolerância e de atentados contra a democracia. Apesar do crime ter ocorrido na Argentina, o caso diz muito sobre o sentimento que boa parte do mundo vive hoje, movido por discursos de ódio; por leis que pregam a intolerância e contra sentimentos de pacificação, de ponderação e de respeito às divergências e ao contraditório; além do discurso de líderes políticos que fomentam o terrorismo e o autoritarismo.

Como maçãs podres em um cesto, pessoas, grupos e organizações criminosas com este perfil têm comprometido a sociedade, ameaçando o Estado democrático de direito no Brasil e no mundo. No Brasil, este “apodrecimento” é notado pelos constantes ataques feitos pelo governo de Jair Bolsonaro ao Supremo Tribunal Federal (STF); ao sistema eleitoral brasileiro; à tentativa de golpe de Estado em caso de derrota nas urnas; ao ataque sistemático às minorias e à imprensa; o culto à ditadura militar, além de outros mecanismos que Bolsonaro e seu clã têm adotado para disseminar sentimentos como o que vimos em Buenos Aires.

Política armamentista
A política armamentista implantada no Brasil nos últimos anos é mais um capítulo dessa novela que deve ser analisado com cuidado. O acesso mais fácil a armas amplia as chances de casos como o que aconteceu na Argentina e de um possível golpe de estado em caso de derrota do atual governo no processo eleitoral acontecer. Segundo pesquisa, em três anos o Brasil chegou a 46 milhões de permissões para a compra de armas. A política foi propalada como um direito à defesa da população, mas ao contrário do que prega Bolsonaro, a cada dia a violência, a discórdia, a intolerância e o ódio aumentam, se espalhando pelo país inteiro.

*Claudio Antunes é professor da rede pública de ensino do DF e dirigente do Sinpro-DF

Brasília comemora o centenário de sua Pedra Fundamental

Além do bicentenário da proclamação da Independência, a Capital Federal também comemora neste 7 de setembro de 2022 o centenário da Pedra Fundamental de Brasília.

Na comemoração do centenário da Independência, em 7 de setembro de 1922, ao meio-dia, o presidente dos Estados Unidos do Brasil, Epitácio Pessoa, fez assentar a pedra fundamental da futura capital do país a 10 km de Planaltina. Baseada no sonho de Dom Bosco, a pedra fundamental caracterizaria o ponto central do Brasil, “entre os paralelos 15 e 20 graus.” O decreto para o assentamento da pedra fundamental foi assinado por Epitácio Pessoa em janeiro de 1922.

A Pedra Fundamental de Brasília é em formato de obelisco piramidal de base quadrada com 3,75 m de altura, a contar das fundações. As suas faces estão orientadas pelos pontos cardeais. A Placa comemorativa está situada na face oeste.

A pedra foi assentada no ponto mais elevado do Morro do Centenário, o que proporciona uma visão da área em todas as direções.

Também neste 7 de setembro acontece o IX Passeio Ciclístico CED Stella. Neste ano, o passeio, que já se tornou símbolo do CED Stella e da cidade, sai da escola rumo à Pedra Fundamental, onde haverá a abertura de uma cápsula do tempo.

IX Passeio Ciclístico CED Stella acontece hoje em Planaltina

Hoje (07), acontece o IX Passeio Ciclístico CED Stella, projeto que envolve toda a comunidade escolar e é fruto de um trabalho interdisciplinar e coletivo desenvolvido durante o ano letivo. Em 2022, o passeio, que já se tornou símbolo do CED Stella e da cidade, tem como tema o Centenário da Pedra Fundamental (1922-2022) e abordará, ainda, outros temas relevantes, como a preservação ambiental e o uso consciente da água.

Com percurso de aproximadamente 25km, o passeio ciclístico sairá do CED Stella, às 8h15, em direção à Pedra Fundamental, onde serão realizadas homenagens, com a abertura de uma cápsula do tempo centenária e o depósito de uma nova, contendo a Carta para o Futuro, fruto de um concurso de redação, que será aberta também daqui a 100 anos. Logo após, o passeio ciclístico segue para o CED Stella, onde será finalizado com um grande almoço para os(as) participantes.

NOTA | GDF deve explicar destinação de R$ 200 mil do PDAF para 7 de setembro e comprovar seu benefício para a educação pública

Em meio a uma gestão de cortes de recursos, a SEE-DF publicou em portaria (nº 796 de 15/8/2022) a destinação de R$ 200 mil do PDAF (Programa de Descentralização de Administração Financeira) para o desfile militar de 7 de setembro. Com isso, mais uma vez o governo de Ibaneis Rocha fica na mira da Justiça, que exigiu explicações da SEE-DF após representação do deputado distrital Leandro Grass (PV), candidato a governador.

Segundo a portaria assinada pela secretária de Educação, o montante servirá para subsidiar “as necessidades de preparação de 7 (sete) pelotões compostos por 1.175 estudantes da Rede Pública de Ensino do Distrito Federal, que participarão do desfile Cívico-Militar de 7 de setembro”. O documento foi publicado no Diário Oficial do último dia 16 de agosto.

Informam os dicionários que “pelotão” significa subdivisão de uma companhia de soldados ou grupo de soldados especializados ou designados para uma determinada tarefa. Por que, então, o GDF referiu-se a pelotão para definir um grupo de estudantes?

Por lei, os recursos do PDAF devem ser utilizados para a melhoria da qualidade do ensino e o fortalecimento da gestão democrática; para garantir o funcionamento e aprimorar a estrutura das unidades escolares; para viabilizar o Projeto Político Pedagógico. Isso se torna ainda mais relevante se considerada a realidade das escolas públicas do DF: edificações com fiações elétricas expostas, mesas e cadeiras deterioradas, salas de aula sem a ventilação adequada e com superlotação.

Mais uma vez, a decisão da SEE-DF foi monocrática, e não ouviu a comunidade escolar, tampouco considerou suas necessidades. Antes e depois do 7 de setembro, o que presenciamos, por exemplo, são escolas fazendo vaquinhas ou mesmo pedindo recursos aos pais (que, muitas vezes, não têm tais recursos) para levarem estudantes a atividades culturais, como teatro, visitas a prédios históricos, zoológico. A verba do PDAF deveria ser destinada a esse tipo de custeio, e não a pelotões (sic) de estudantes.

A destinação de R$ 200 mil do PDAF para o 7 de setembro tem a legalidade questionada em meio a informações de redução ou atraso de repasse do PDAF que acompanham o cotidiano da gestão escolar no DF há tanto tempo.

Diante do clima de tensão gerado pelo governo federal e seus apoiadores frente às eleições gerais, é ainda urgente alertar sobre a segurança dessas 1.175 crianças e adolescentes que participarão do 7 de setembro.

O governo Ibaneis ultrapassou todos os limites. Em uma portaria sem qualquer tipo de transparência, impondo ainda mais dificuldade à fiscalização do recurso público, destina dinheiro da educação para fins alheios ao que ela realmente precisa. Esperamos que o próprio governador e a SEE-DF expliquem a ação tomada unilateralmente e comprovem o benefício disso para a educação pública do DF.

O Sinpro segue alerta, acompanhando a representação do deputado Leandro Grass.

Diretoria colegiada do Sinpro-DF

Governo federal mantém salário mínimo sem aumento real e prejudica a todas as categorias

O salário mínimo está sem reajuste real há 4 anos. O que isso tem que ver com a Educação? Uma análise simples da economia neoliberal adotada no Brasil nos últimos 5 anos mostra que tem que ver sim: o congelamento do salário mínimo afeta o reajuste dos salários dos servidores públicos. Quando não existe uma política de incentivo ao salário mínimo, isso acaba influenciando nos salários como um todo das demais categorias do País, o que implica no aumento muito grande da pobreza, da extrema pobreza e da miséria.

No fim de agosto, a mídia mostrou que há 4 anos o salário mínimo não tem aumento real e que, por isso, perdeu o poder de compra. O salário mínimo é uma política pública e uma referência importante para os(as) trabalhadores(as) de baixa renda e aposentados(as) do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).  Com a reforma da Previdência feita pelo governo Bolsonaro – aprovada por muitos parlamentares que hoje estão pedindo seu voto (confira aqui) –, o salário mínimo também se tornou uma referência fundamental para aposentados(as) e pensionistas do serviço público.

No entanto, mesmo sendo um mecanismo econômico importante para a distribuição de renda e combater a miséria no País, o presidente Jair Bolsonaro (PL) enviou ao Congresso Nacional, no fim de agosto, o Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA), que prevê que piso nacional passará dos atuais R$ 1.212 para R$ 1.302 em janeiro de 2023. Além de ser um reajuste medíocre, que não recompõe o poder de compra do salário mínimo, o PLOA reduz o valor de várias políticas de redução da pobreza.

O Auxílio Brasil é um exemplo. O Orçamento de 2023 prevê R$ 405,00 para o Auxílio Brasil e faz uma profusão de cortes em programas e setores primários do Estado que vai piorar ainda mais a situação de pobreza do Brasil. O Orçamento de 2023 corta ainda mais recursos da educação básica e superior; reduz dinheiro do Sistema Único de Saúde (SUS) e da saúde. O PLOA mostra que se Bolsonaro ganhar as eleições de outubro, o Brasil vai piorar muito a partir do ano que vem.

Mesmo que a economia esteja dando sinais de avanço, as políticas atuais não são orientadas para o combate à miséria em que vive boa parte da população. A orientação do governo dentro do Orçamento 2023 é justamente o oposto da proposta de combate à miséria das classes mais vulneráveis e de combate ao empobrecimento das classes assalariadas. Aliás, todas as políticas do governo Bolsonaro para efetivar o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) e puxar a economia do País caminham na direção da concentração de renda, transferindo das classes mais pobres para as mais ricas, e nunca o contrário.

O melhor exemplo dessa falta de política do governo Bolsonaro é o que estamos vendo no Orçamento público para 2023 encaminhado para o Congresso Nacional que não prevê, novamente, depois de 4 anos sem recomposição, nenhum crescimento real do salário mínimo. Além disso, apresenta decréscimo do programa Auxílio Brasil – que é o Bolsa Família do governo Lula. Isso mostra o perfil do atual governo federal quando organiza a política econômica do País: deixa tudo ao sabor do mercado.

Ao fazer isso, mesmo que a economia venha a crescer, ela não distribui. Nesse caso, temos 4 anos seguidos sem aumento do salário mínimo e a redução do valor do Auxílio Brasil depois das eleições. Bolsonaro reajustou para R$ 600 só neste período eleitoral e acaba 31 de dezembro de 2022. Mas o Brasil real precisa de políticas públicas de redistribuição de renda ativas porque, sem elas, a tendência é a concentração de renda cada vez mais forte nas mãos dos muito ricos.

Se mantivesse o valor mínimo de R$ 600 no programa Auxílio Brasil, o País teria possibilidades de iniciar um programa de redução da miséria. Quando a gente olha para a política do salário mínimo e do Auxílio Brasil, que são dois mecanismos muito importantes para assegurar uma distribuição maior do dinheiro público para a população e o crescimento do País, vimos um Brasil mergulhado numa crise permanente para favorecer a uma classe muito rica e ao mercado.

 

Recomposição do salário mínimo, investimento em educação e reajuste do servidor – uma decisão política

A recuperação do poder de compra do salário mínimo tem tudo que ver a educação e a saúde públicas e com o reajuste e recomposição salarial dos(as) servidores(as) e está ligada à decisão política do governo eleito. É preciso ampliar e recuperar o salário mínimo em termos reais porque ele é uma política econômica que interfere não só na vida de quem trabalha com carteira assinada, mas também, por exemplo, no trabalho do mercado doméstico. A população que depende do salário mínimo é justamente a que precisa dos serviços públicos.

Ao não recompor o poder aquisitivo do salário mínimo, o governo atual mantém uma política econômica que não favorece a classe trabalhadora. Isso é comprovado quando analisamos os resultados das negociações dos sindicatos, que não são muito bons. Há pelo menos 5 anos, as negociações para reajustes e recomposições salariais têm conseguido tão somente uma reposição da inflação ou abaixo dela e, mesmo assim, casada com outras modalidades, como com parcelamentos de reajustes.

Um exemplo de como o rebaixamento do salário mínimo tem uma ligação com o reajuste do funcionalismo público é o caso do governo Ibaneis Rocha (MDB) com relação ao reajuste do Magistério Público. Seguidor incondicional de Bolsonaro, Ibaneis deixou para pagar a última parcela só em abril deste ano (eleitoral), mas todo o ganho previsto para a categoria no ano de 2015 foi perdido em razão dos longos 7 anos de congelamento por causa da inflação e do congelamento salarial. Assim como Bolsonaro, Ibaneis congelou salários, adotou e implantou uma reforma da Previdência ainda mais dura do que a aprovada no Congresso Nacional, militarizou escolas e por aí vai.

Isso mostra que quando há uma orientação de política de não reajuste, como, por exemplo, a política de congelamento do teto de gastos, com a Emenda Constitucional 95/2016, isso impacta no salário mínimo e, consequentemente, reverbera nas demais políticas e nas negociações de todas as categorias, quer seja da iniciativa privada quer seja do serviço público.

No Orçamento 2023, o salário mínimo subiu de R$ 1.212,00 para R$ 1.312,00. Isso equivale a um reajuste de 7,4%, ou seja, justamente a inflação que o governo Bolsonaro prevê para este ano. A previsão do IPCA é de 7,4%. A proposta do governo é de um reajuste de acordo com a inflação, ou seja, não é aumento real. Isso vai afetar as famílias que mais precisam do serviço público, sobretudo de quem mais precisa da educação e saúde públicas.

Isso afeta a todos os trabalhadores que ganham salários próximos do piso nacional. Ou seja, se esse setor da classe trabalhadora não receber aumento real, todas as demais categorias também não irão receber e nem terão margem para negociação de salário.

 

Orçamento 2023: Bolsonaro corta e Ibaneis veta dinheiro para a educação

Importante destacar que, no Orçamento para 2023, a educação básica terá R$ 1,096 bilhão a menos que nesse ano, se depender de Jair Bolsonaro. O projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA), enviado por Bolsonaro ao Congresso destina R$ 9,753 bilhões ao programa Educação Básica de Qualidade. Este ano (2022), o programa teve R$ 10,849. Discípulo de Bolsonaro e alinhado com a política neoliberal do banqueiro Paulo Guedes, que comanda a Pasta da Economia federal, Ibaneis Rocha também interferiu no Orçamento 2023 do Distrito Federal sancionando vetos e cortes de recursos financeiros públicos à educação e outros setores fundamentais para a população de baixa renda.

O corte que Bolsonaro fez no PLOA ameaça a educação infantil, uma das mais prejudicadas durante a pandemia da covid-19. Os cortes nos programas do Ministério da Educação (MEC) não se limitam à educação básica, eles são ferozes contra a educação superior. Cerca de R$ 400 milhões destinados às universidades foram cortados do orçamento do ano que vem. A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) alertou, em junho, para o arrocho no Orçamento de 2022.

Com os cortes, pelo menos 17 universidades federais correm risco de fechar até o fim de 2022 por causa dos bloqueios orçamentários feitos pelo governo Bolsonaro desde o dia que pisou no Palácio do Planalto. Desde o início do governo Bolsonaro, o MEC tem vivido crises sucessivas. No início do mandato, ainda em maio de 2019, o governo Bolsonaro enfrentou manifestações populares após bloqueio de 30% no orçamento discricionário (não obrigatório) das Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes).

Na saúde, o problema é o mesmo. No orçamento do governo Bolsonaro para 2023 há um corte de 42% no Sistema Único de Saúde (SUS) e de 95% das verbas para o Sistema Único de Assistência Social (Suas). Com isso e com a redução do valor do Auxílio Brasil, o governo Bolsonaro irá sufocar ainda mais, se ganhar a eleição, essa e outras políticas sociais de suma importância para quem precisa acessar direitos e benefícios sociais.

No entanto, ele destinou R$13,5 bilhões para pagamento de subsidio de  juros dos empréstimos do agronegócio. Enquanto despeja dinheiro público nas contas dos empresários do agronegócio, a imprensa liberal, como a Globo, SBT, Record, CBN, Jovem Pan, Estadão, Veja, etc., prega que o agronegócio é sucesso e sustenta o Brasil. Ou seja, o PLOA mostra que a imprensa esconde a verdade.

O fato é que Bolsonaro mentiu mais uma vez: prometeu continuação do Auxílio Brasil de R$ 600, em 2023, mas mandou para Congresso o orçamento com o valor de R$405; o salário mínimo segue para o quarto ano sem aumento real e o PLOA também prevê o corte de 95% em verba de centros de cadastro do Auxílio Brasil. Além disso, Programa Criança Feliz e ações semelhantes tiveram recursos reduzidos no Orçamento de 2023.

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Debate eleições 2022 | O que candidatos ao GDF apresentam à educação pública

Onze candidatos e candidatas disputam o governo do Distrito Federal nas eleições deste ano. Eles e elas citam a educação no plano de governo, já que o setor é estratégico para o crescimento socioeconômico do DF – e de qualquer lugar do mundo. O Sinpro-DF fez o recorte dos quatro primeiros colocados nas intenções de voto e apurou o que eles e elas apresentaram para a educação pública nos debates realizados até agora.

A pesquisa de intenção de votos levada em consideração foi a do Ipec, publicada no dia 30 de agosto. Os pronunciamentos analisados foram os realizados nos três debates com os(as) candidatos(as) ao GDF: o da Band Brasília, realizado dia 7 de agosto, antes do início das campanhas eleitorais; o do Correio Braziliense, realizado no dia 18 de agosto; e o do Metrópoles, realizado dia 23 de agosto, ambos após o início da campanha eleitoral, aberta oficialmente no dia 16 de agosto.

Concorrem ao GDF, em ordem alfabética: Coronel Moreno (PTB); Ibaneis Rocha (MDB); Izalci (PSDB); Keka Bagno (PSOL); Leandro Grass (PV); Leila Barros (PDT); Lucas Salles (DC); Paulo Octávio (PSD); Renan Arruda (PCO); Robson da Silva (PSTU); Teodoro da Cruz (PCB).

Ibaneis
Embora o cenário caótico imposto à educação do DF – e outros setores sociais –, Ibaneis Rocha (MDB), atual governador e candidato à reeleição, está à frente nas pesquisas. Segundo o Ipec, ele tem 41% das intenções de voto.

Advogado milionário, o atual governador foi questionado várias vezes pelos(as) demais candidatos(as) sobre os casos de corrupção que aconteceram durante seu governo.

Ibaneis também foi o único candidato a faltar um dos debates realizados: o primeiro após o início da campanha eleitoral.

O atual governador não fez muita questão de tratar sobre a educação pública do DF, que foi marcada nos últimos três anos e oito meses por salas de aula superlotadas, estudantes com deficiência sem monitores, professores(as) e orientadores(as) educacionais sem qualquer tipo de reajuste salarial abandono, sobretudo, no período mais agudo da pandemia da Covid-19.

Questionado sobre a violência nas escolas, Ibaneis, que implementou a militarização das escolas por decreto, disse que o retorno às escolas quando a pandemia foi contida “gerou sim algum tipo de violência”. “Nós sabemos que isso tem sido tratado dentro da Secretaria de Educação, juntamente com o pessoal da Secretaria de Segurança, onde se criou um efetivo plano de enfrentamento à violência dentro das nossas escolas”. Até agora, a militarização das escolas não apresenta nenhum resultado positivo. Ao contrário, o que se mostra com a presença de policiais na gestão escolar é a evasão, os casos de assédio e de cerceamento do direito de cátedra.

Paulo Octávio
Atrás de Ibaneis nas pesquisas das eleições 2022, está o empresário Paulo Octávio (PSD), com 9% das intenções de voto. Nos debates, ele, que declarou R$ 618.868.229,48 em bens ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral), não chegou a citar as minguadas cinco propostas apresentadas para a educação em seu plano de governo.

Quando questionado sobre a violência nas escolas, Paulo Octávio disse que “não têm casos comprovados de agressão a alunas nas escolas públicas do DF”. Além disso, ao ser questionado sobre ensino domiciliar, indicou apoio à proposta repudiada por especialistas em educação, já que a iniciativa impede que crianças e adolescentes tenham acesso às diversas realidades sociais, vedando o contato com a pluralidade e a diversidade, além de negar a pedagogia como ciência.

O candidato disse que quer acabar com o analfabetismo no DF e que quer construir cinco escolas profissionalizantes. O plano de governo de Paulo Octávio fala na construção de dez escolas profissionalizantes.

Leila Barros
Também conhecida como Leila do Vôlei, a candidata do PDT aparece nas pesquisas com o mesmo percentual de intenção de votos de Paulo Octávio: 9%.

Nos debates, Leila falou que tem como uma das principais metas para a educação do DF “potencializar a busca ativa” de estudantes que deixaram as escolas, sobretudo, durante a pandemia da Covid-19.

A candidata ainda afirmou que quer investir no ensino tecnológico, priorizar o ensino técnico, “fortalecer as creches” e o Batalhão Escolar. “A polícia, a segurança, tem que estar fora das escolas, protegendo aquela escola dentro daquele território”.

Leandro Grass
O professor Leandro Grass (PV) aparece na pesquisa do Ipec com 7% das intenções de voto. Deputado distrital, ele é conhecido por sempre ter votado a favor da educação e dos profissionais do magistério. “Propus vários projetos de lei, encaminhei mais de R$ 30 milhões para a educação”, disse o candidato ao governo.

O candidato diz que tem entre as metas para a educação a busca ativa, o combate à evasão e ao abandono, a realização do “diagnóstico daquilo que cada estudante tem de aprendizado a ser realizado”, o estímulo dos professores, o “fomento das boas práticas pedagógicas dentro das escolas”, o respeito à autonomia de cada comunidade escolar.

De forma incisiva, Leandro Grass disse que “quando iniciou a pandemia, em março de 2020, a única coisa que o governo (do DF) foi capaz de fazer foi jogar para a televisão um conjunto de aulas totalmente desconectadas dos projetos pedagógicos das escolas”. “Não foi feita uma busca ativa dos estudantes. Não foi feita uma inclusão tecnológica desses estudantes. Como ficaram os estudantes do campo, os estudantes do Ensino de Jovens e Adultos? Abandonados”, afirmou Grass.

Além da luta em defesa da educação pública, Leandro Grass também atua em defesa da transparência das ações públicas. Ele denunciou o caso de corrupção de compra superfaturada de testes de Covid-19 ineficientes, realizada pela Secretaria de Saúde. O caso investigado pela Polícia Civil na operação Falso Negativo levou toda cúpula da SES-DF à prisão.

Não foi verificado nas agências de checagem a análise das falas dos(as) candidatos(as) referentes à educação nos três debates abordados na matéria.

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Atenção para o funcionamento do Sinpro nessa quarta-feira (07)

O Sinpro informa que devido ao feriado do Dia 7 de setembro a sede e subsedes do sindicato não funcionarão nessa quarta-feira (07). O plantão dos advogados também estará fechado nesta data. O expediente voltará ao normal na quinta-feira (08).

Um bom feriado a todos e todas.

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Golpistas continuam tentando tirar dinheiro de quem tem processos na Justiça

Vamos começar esta publicação com a afirmação: nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores. Isso é golpe!

O mais novo golpe contra aposentados e aposentadas da categoria com processos na justiça envolve a falsificação de supostos documentos, que recebem até logomarcas de bancos, e informam de depósitos falsos prestes a serem feitos nas contas dos golpeados(as) – contanto que sejam feitos depósitos-pix em contas de pessoas físicas, ou depósitos para pagamento para supostos despachantes ou certidões de cartórios, a título de honorários ou adiantamentos, pagamentos de supostos despachantes ou supostas certidões de cartórios.

Vamos repetir a afirmação do primeiro parágrafo: isso é golpe! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Golpistas de Internet continuam tentando tirar dinheiro de pessoas com processos na Justiça. A quadrilha muda de formato constantemente para aperfeiçoar e manter o golpe! O Sinpro alerta mais uma vez: fiquem atentos e atentas!

Na mais recente abordagem, estão usando mensagens com uso do nome de Lucas Mori, advogado do Sinpro-DF, com um número falso de telefone. Toda semana, criminosos usam celulares e mensagens via Internet para aplicar novos métodos de lesar financeiramente os(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais. Outro golpe recorrente é o de se apresentarem como funcionários da Câmara de Conciliação de Precatórios, utilizando os números de telefone (61) 2626-2740 e (61) 9825-6570 e informando o resultado do julgamento das propostas de acordo com o último lote, nos termos do edital.

O Sinpro muitas denúncias de professores(as/es) e orientadores(as/es) educacionais acusando o recebimento de mensagens que usam o nome do dr. Lucas e do seu escritório. Nessa modalidade de golpe, uma pessoa diz, na mensagem, que foi autorizada a ordem de pagamento do processo e, em seguida, solicita que o(a) professor(a) ou orientador(a) educacional entre em contato com uma advogada pelos telefones 2626-5741 e 99859-9031. Tudo isso não passa de manobra criminosa para lesar pessoas com processos judiciais e financeiros movidos pelo sindicato.  

Preste atenção às mensagens! Não caia no golpe! Denuncie! Nem o Sinpro, nem nenhum preposto do sindicato solicita que sejam feitos depósitos para liberação de valores.

Confira um dos modelos de mensagens enviadas aos celulares:

 

Ouça também o áudio do golpe: 

 

Modus operandi

São vários os “modus operandi” das quadrilhas cibernéticas. Um deles, segundo relatos de vítimas, é que após o primeiro contato, os(as) estelionatários(as) dizem que as propostas indeferidas poderão ser objeto de recurso administrativo em um prazo de 5 dias úteis em petição física direcionada à câmara, com protocolo no posto de atendimento da Procuradoria Geral do Município. Em seguida dizem que é preciso o depósito de um valor para as custas advocatícias e taxas de cartório.

Tudo isso é mentira! Tudo é golpe! Não deposite nenhuma quantia em dinheiro. É golpe! O Sinpro alerta para o fato de que nem o sindicato e nem os escritórios de advocacia que integram o Jurídico da entidade pedem dinheiro para recebimento de valores referentes a ações judiciais. Antes de fazer qualquer depósito ou repassar qualquer informação, ligue para o Sinpro.

Fiquem atentos(as/es) às novas “modalidades” de extorsão de dinheiro. A cada nova abordagem, os(as/es) bandidos(as/es) se aperfeiçoam e procuram facilitar e aligeirar o furto de dinheiro de quem tem processos a receber. É preciso ter cuidado e boa observação para não cair no golpe. 

Para facilitar a compreensão de todos(as) sobre as estratégias utilizadas pelos(as) golpistas, seguem todas as versões usadas e denunciadas ao Sinpro:

 

Golpe 1

Criminosos ligam para a casa de educadores(as) informando que foi liberado o alvará de precatório para pagamento. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber, pedem para ligar no número 99639-2111 e solicitam depósito de um valor na conta: NEXT 237 – AG: 3728 – CONTA 609240-3 (Anderson Fabio de Oliveira – CPF: 031.729.793-77). É importante ficar atento, pois a conversa é feita em aplicativo com perfil que leva a foto da logo do Sinpro-DF.

 

Golpe 2

Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome “Cláudia Maria Rodrigues”, que utiliza o telefone fixo 3181-0041 e o celular/WhatsApp, 96519820, é um dos denunciados pela categoria. O Sinpro-DF informa que o nome “Cláudia Maria Rodrigues”, utilizado pela quadrilha, pertence a uma advogada que também está sendo duramente prejudicada pelo bando. Ela avisou ao Sinpro-DF que já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para comprovar o uso indevido do nome dela. O outro nome usado é “Leonardo Mota” (Núcleo Bancário), com o telefone 3181-0285. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”, com o número de telefone 99849-7364.

 

Golpe 3

Para extorquir dinheiro das vítimas, a pessoa que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Segundo denúncias realizadas ao Sindicato, em alguns casos, o golpista se apresenta como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e chega a utilizar em sua foto de perfil de WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta bancária vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.

 

Golpe 4

Outra modalidade é o golpe com transferência por PIX. Assim como os outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantia à vítima. No caso de transferência por PIX, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.

 

Golpe 5

Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último relatado ao Sinpro-DF, constava o nome da dirigente Silvia Canabrava. O envio é feito posteriormente a uma ligação, em que o criminoso confirma vários dados da vítima, como nome completo, CPF e nome do pai e da mãe.

 

Golpe 6

O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado pelos Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.

 

Golpe 7

O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para a data de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deverá entrar em contato com uma “Dra. CHRYSTIANE MAIA GUERCO FARIA LUCAS MORI (OAB: 38015/DF)” para solicitação do recolhimento dos alvarás de liberação do precatório, nos telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números também são usados nesse golpe), e se a pessoa não entrar em contato até às 15h, deverá esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.

 

Golpe 8

Na nova modalidade criminosa, os bandidos ligam pelo telefone 3322-1515 – contato oficial do Banco de Brasília (BRB), mas clonado – informando que o banco fez um PIX por engano para a conta do(a) professor(a) ou orientador(a) educacional, solicitando a devolução do valor. Além deste procedimento, os estelionatários também ligam dizendo ser de uma empresa jurídica ligada ao BRB, fazendo a cobrança de tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantia em dinheiro. Trata-se de um golpe!

 

Golpe 9

Em mais uma versão utilizada pelos estelionatários, um professor foi contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um suposto escritório jurídico do Sinpro. Porém, para receber o dinheiro, o educador deveria pagar as taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicita nenhum tipo de transação bancária para que professores(as) e orientadores(as) educacionais recebam vantagens financeiras. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa/valor/dinheiro para recebimento de precatório. Caso a pessoa peça dinheiro, tenha a certeza que se trata de um golpe!

 

Confira nas matérias, a seguir, as modalidades e o modus operandi: 

Sinpro informa que criminosos continuam aplicando o golpe na categoria

Cuidado com o novo golpe na praça. Fique atento e não caia nessa

Golpistas criam nova modalidade criminosa. Não caia no golpe

Bandidos(as) põem em curso nova modalidade de golpe

Sinpro alerta: dinheiro fácil é golpe!

Bandidos aplicam novo golpe do precatório contra professores

Fraudes pelo telefone: aprenda a identificar o golpe

 

MATÉRIA EM LIBRAS

Se prepare! Vem aí a festa do professor do Sinpro!

Vamos tirar o atraso! Depois de três anos de cuidados por causa da pandemia, vem aí a Festa do Professor, que também é da professora, do orientador e da orientadora educacional. Todo mundo tá convidado!

No dia 24 de setembro, a partir das 20h, a categoria sindicalizada está convidada para a Festa que acontece no Opera Hall da Vila Planalto. Vai ter muita música, e atrações como Mart’nália, participação especial de Fernanda Abreu, banda Satisfaction e a tenda eletrônica com o DJ Black Roque.

A entrada é gratuita para você e seu(sua) acompanhante, contanto que você apresente a carteirinha de sindicalizado(a).

O coordenador da secretaria de cultura do Sinpro, Bernardo Távora, comemora o início dessa volta ao normal: “Graças à vacina contra a Covid, que está permitindo que, aos poucos, a vida volte ao normal, podemos voltar a nos reunir e a celebrar. O sucesso do Arraiá Cultural do Sinpro, em agosto, mostrou o quanto a categoria está ávida pra se reunir, festejar e celebrar a vida! Agora vamos celebrar os expoentes da música brasileira e dançar muito, porque a gente merece! Cultura também é luta!”

Gostou da novidade? Compartilhe entre os colegas! Vamos fazer essa festa bombar!

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