INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O XII CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DO SINPRO

“Semana de Arte Moderna: 100 anos depois – O 22 de agora é mais que eu, somos nós” é tema do XII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF. A atividade, direcionada a estudantes da rede pública de ensino, é gratuita. As inscrições já estão abertas pelo link  a seguir:

 

https://sinpro25.sinprodf.org.br/xii-concurso-de-redacao-e-desenho-do-sinpro-df/

 

 

Nesta edição, é feita a reflexão de que o movimento artístico que rompeu com a formalidade e deu um grito por liberdade centrado no “eu” agora é contextualizado com o “nós”. O 22 de hoje traz a arte-resistência que transpõe a estética e se enraíza no social; realizada na periferia, pelo povo pobre, preto, marginalizado.

“A arte é uma das maneiras mais eficazes de denunciar a opressão, os interesses escusos de governos, as atrocidades feitas com um povo. Ao mesmo tempo, a arte também é uma das principais ferramentas de conscientização da população que, a partir do lúdico, pode compreender definitivamente a atuação das classes dominantes”, analisa a coordenadora de Imprensa e Divulgação do Sinpro-DF, Letícia Montandon.

Ela explica que o espaço da escola é determinante para que a arte-resistência seja valorizada e visibilizada. “A partir das redações e desenhos queremos despertar nos estudantes e nas estudantes da rede pública de ensino a importância da arte e da cultura na construção de uma sociedade justa, plural; democrática. No centenário da Semana de Arte Moderna, queremos ressaltar que o hoje quer a periferia em vez de elitismo, o protagonismo do povo preto em vez de racismo; as mulheres organizadas em vez de machismo, o povo indígena em vez de latifúndio, a comunidade LGBTQIA+ em vez de preconceito; a juventude afrontosa em vez de autoritarismo. E é a educação libertadora que traçará esse destino”, diz a sindicalista.

O Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF integra a campanha “Quem bate na escola maltrata muita gente”.

Inscrições

Podem participar do XII Concurso de Redação e Desenho do Sinpro-DF “Semana de Arte Moderna: 100 anos depois – O 22 de agora é mais que eu, somos nós” os estudantes de escolas públicas do ensino regular, ensino especial, Altas Habilidades e EJA (Educação de Jovens e Adultos), incluindo estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional. As inscrições vão de 4 de abril a 10 de junho.

>> ACESSE AQUI O REGULAMENTO DO XII CONCURSO DE REDAÇÃO E DESENHO DO SINPRO-DF

Embora as inscrições só possam ser feitas pela internet, a entrega do trabalho poderá ser feita digital ou presencialmente, na sede ou em uma das subsedes do Sinpro-DF.

O trabalho deve ser entregue em folha específica disponível para download no site do Sindicato, junto com autorização para utilização do trabalho concorrente em qualquer peça de comunicação do Sinpro-DF. O modelo de autorização também está disponível no link da inscrição.

O regulamento do concurso divide a apresentação de trabalhos em sete categorias, nas modalidades redação/poesia e desenho. Para cada faixa etária/segmento há regras específicas, como, por exemplo, quantidade mínima e máxima de linhas para a redação.

Premiação
Nesta edição, serão premiados os três primeiros lugares de cada categoria. Em todas elas, o 1º lugar receberá um aparelho celular Samsung Galaxy A12 64GB; o 2º será premiado com um aparelho tablet Samsung Galaxy Tab A7 lite 32GB 4G; e o 3º lugar leva um aparelho celular Samsung Galaxy A02 32GB. Estudantes do Sistema Socioeducativo ou do Sistema Prisional poderão ter o prêmio convertido em dinheiro.

Também serão contemplados professores(as) ou orientadores(as) indicados(as) pelos(as) estudantes vencedores(as) de cada categoria, com premiações de R$ 1.200 para o 1º lugar, R$ 500,00 para o 2º lugar e R$ 300 para o 3º lugar.

 

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Último dia das eleições do Sinpro-DF

As eleições do Sinpro-DF para o triênio 2022-2025 terminam nesta quinta-feira (26/5). O pleito, iniciado nessa quarta-feira (25/5), tem  duas chapas: a Chapa 1 – Com Você, Por Você; e a Chapa 2 – Alternativa. Ambas as chapas com 39 titulares e cinco suplentes.

Escolha o local de votação mais próximo da sua residência ou de onde você trabalha e eleja a nova direção do Sinpro-DF e o Conselho Fiscal do sindicato. Sua participação é importante!

As chapas
Clique nos links e conheça as chapas que concorrem nas eleições do Sinpro-DF para o triênio 2022-2025. No material de cada uma delas há links para saber mais.

Chapa 1 – Com Você, Por Você

Chapa 2 – Alternativa

Quem pode votar?
Têm direito ao voto professores(as) e orientadores(as) educacionais sindicalizados(as) há pelo menos seis meses. Eles e elas também devem estar quites com as mensalidades há, no mínimo, 30 dias antes das eleições; enquadrados nos parâmetros estabelecidos no Estatuto do Sinpro-DF; e sem entraves com a lei civil brasileira.


Documentos necessários
Para votar, basta apresentar documento de identificação com foto.


Onde votar?
O voto poderá ser registrado na sede e subsedes do Sinpro-DF ou em uma das seguintes escolas

CEE 01 de Brazlândia (CENEBRAZ)
CEF 101 do Recanto das Emas
CEE 01 de Samambaia
EC 45 de Ceilândia
CEF 13 de Ceilândia
CEM 12 de Ceilândia
CEF 20 de Ceilândia
CEF 19 de Ceilândia
CED 14 de Ceilândia
CEM 04 de Ceilândia
CED 07 de Ceilândia
EC 62 de Ceilândia
CEM 03 de Ceilândia
CEM 02 de Ceilândia
CED 06 de Taguatinga
CEM Ave Branca de Taguatinga (CEMAB)
CED do PAD-DF
CEM 01 do Paranoá
CEM 01 de Sobradinho I
EC 11 de Sobradinho
CEF Cerâmicas Reunidas Dom Bosco
EC 10 de Planaltina
CEF 10 do Gama (antigo CEM 10)
CEM 01 do Gama (GG)
CEF 15 do Gama
CED 08 do Gama
CEF 03 do Gama
CAIC Unesco de São Sebastião
CEF 213 de Santa Maria
CEE 01 de Santa Maria
CED 01 do Riacho Fundo II
CEM 01 do Riacho Fundo I
CED 02 do Riacho Fundo I
CEM Urso Branco (CEMUB)
CEM 01 do Guará (CED 02)
EAPE
CEM Setor Oeste (CEMSO)
CEF GAN

Também haverá urnas itinerantes circulando em várias escolas públicas do DF.


Horário de votação
Nas sedes e subsedes do Sinpro-DF, a votação poderá ser realizada das 8h às 20h.

Nas escolas públicas do DF, o voto poderá ser registrado das 8h às 17h para as unidades de turno diurno, e das 8h às 20h para as de turno noturno.

 

Pandemia não embarreira luta do Sinpro-DF

O governo federal tirou vantagem da pior crise sanitária do século para implementar uma política de miséria, fome, desemprego, carestia, privatização sem limite. Enquanto milhares de famílias choravam a perda de seus entes queridos vítimas da Covid-19 e, sem opção, outra milhares se isolavam em seus lares para tentar conter o vírus, Jair Bolsonaro não teve vergonha em implementar projetos que deixavam ainda mais difícil a vida de brasileiros e brasileiras.

Entre os projetos impostos à população, está a Proposta de Emenda à Constituição 32, que implementa a reforma administrativa. Com a PEC, serviços públicos que garantem direitos humanos, como a educação, estão na mira da privatização e de suas consequências. Mas a proposta foi barrada com a luta travada pelas diversas entidades representativas dos servidores públicos. Entre elas, o Sinpro-DF.

Em vídeo, a dirigente do Sinpro-DF Meg Guimarães conta que a luta realizada durante 14 semanas foi composta por atos, pressão sobre os parlamentares e, sobretudo, unidade.

“A unidade dos servidores das três esferas, incluindo a Educação, foi fundamental para que nós pudéssemos derrotar, pelo menos parcialmente, a contrarreforma de Bolsonaro”, diz a sindicalista.

Assista ao vídeo e saiba mais sobre a luta contra a PEC 32

 

Responsabilidade é marca da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF

Cerca de 80% da categoria do magistério público do DF é sindicalizada ao Sinpro-DF e contribui financeiramente para que as ações políticas do sindicato possam ser realizadas. Gerir esses recursos com responsabilidade é imprescindível para gerar resultados positivos. E foi essa a principal característica da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF nos últimos três anos.

No vídeo que compõe a série sobre as atribuições e atuação das secretarias do Sinpro-DF, a coordenadora da Secretaria de Finanças do sindicato, Rosilene Corrêa, conta que a responsabilidade e o compromisso com os recursos do sindicato foram comprovados no último período. Ela lembra que a condição financeira do Sinpro-DF permitiu que as ações do sindicato fossem reinventadas, adaptadas ao momento que exigia, ao mesmo tempo, isolamento social e atuação firme contra os ataques trabalhistas.

Com responsabilidade e compromisso foi possível ir além. Em um momento de sofrimento e desemprego imposto ao povo do DF, o Sinpro-DF foi solidário, e colocou comida no prato de quem precisava.

“Isso nos enche nos enche de orgulho: a capacidade dessa entidade de dialogar com todos os segmentos, não só entre nós. Uma categoria de quem educa tem a capacidade de sentir e se colocar no lugar do outro, pois nossa ação pedagógica é também afetiva”, afirma Rosilene Corrêa.

No vídeo, a dirigente sindical lembra que uma série de projetos e propostas que impõem arrocho ao povo brasileiro foi aprovada após o golpe de 2016. Entre os ataques, a Emenda Constitucional 95, a reforma trabalhista e a reforma da Previdência. Diante das graves consequências que ainda assolam o povo brasileiro, Rosilene Corrêa alerta que é necessário que a categoria do magistério público se disponha a reverter esse cenário.

“2022 é um ano estratégico, fundamental para a nossa vida, para o futuro do país, para o futuro das nossas crianças. É o ano em que poderemos dar uma guinada na política brasileira. E isso passa pelo processo eleitoral”, diz Rosilene Corrêa, e explica que ter lado não é fazer defesa partidária. “Sindicato sempre teve que ter lado. Se não tiver lado, está errado. Só que o lado é o da classe trabalhadora. E é isso que essa entidade sempre fez e continuará fazendo”, diz.

Assista ao vídeo sobre a atuação da Secretaria de Finanças do Sinpro-DF

Secretaria de Cultura inova no estimulo à formação cultural da categoria

O estímulo à natureza artística e cultural sempre foi uma das grandes bandeiras defendidas pela Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro-DF. Desde sua criação, a pasta estimula a formação cultural dos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais com a realização de shows, peças tetrais, encontros, palestras, oficinas e atividades que ofereçam crescimento cultural e entretenimento para a categoria.

Nos últimos três anos, a Secretaria composta pelas diretoras Eliceuda França e Fátima de Almeida, além do diretor Tião Honório, teve que se reinventar devido à pandemia da Covid-19. Além de promover, organizar e coordenar atividades de natureza artística e cultural para a formação cultural da categoria, a pasta se transformou em um importante escape para os momentos de angústia e tristeza passados pelos(as) professores(as) e orientadores(as) educacionais.

No vídeo que compõe a série sobre as atribuições e atuação das secretarias do Sinpro-DF, a coordenadora da Secretaria de Assuntos Culturais , Eliceuda França, avalia que a categoria voltou a sorrir, apesar de tantos problemas. “Neste momento de pandemia, a Secretaria de Cultura foi um escape para toda a categoria. No formato virtual, quando estávamos em isolamento social, promovemos shows, peças, encontros e criamos o coletivo cultural, que por meio da categoria e dos artistas trouxe propostas de trabalho”, ressalta.

A diretora Fátima de Almeida lembra que os últimos anos foram de momentos difíceis, pois houve a “necessidade de lidar com perdas e conviver com as dores, com sofrimento, angústias e frustrações”. “Neste mandato, tivemos um papel estratégico, porque a cultura sempre foi muito importante na vida de todo ser social e político. Mas agora vem com uma força muito grande, porque a cultura vem para cuidar, acalentar, nos animar; para dizer que a gente pode, que a gente consegue.”

Mesmo diante dos obstáculos, a Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro-DF promoveu o Arraial Sinpro Cultural, evento com diálogo com a família de Ariano Suassuna, a Corrida do Sinpro, entre outras atividades que trouxeram alento e esperança. “Um povo sem arte e cultura é um povo fácil de ser esquecido. Temos a capacidade de reafirmar o nosso compromisso com uma educação pública de qualidade, laica, que respeita toda pluralidade de credos e cores”, enfatiza o diretor Tião Honório.

Apesar da dor e das dificuldades, a Secretaria de Assuntos Culturais mostra que é possível caminhar, se reerguer, alcançar tanto os estudantes quanto a categoria, mesmo diante de um cenário difícil.

Assista ao vídeo sobre a atuação da Secretaria de Assuntos Culturais do Sinpro-DF 

 

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Artigo | Homeschooling: as trevas e a servidão ultraliberal

Artigo de Adão Francisco de Oliveira, William Simões, Ana Carolina de Oliveira Marques, Cezar Freitas Barros e Ricardo Junior Assis F. Gonçalves, publicado pelo portal Brasil de Fato. Edição de Rebeca Cavalcante.

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Homeschooling: as trevas e a servidão ultraliberal

No último dia 18 de maio de 2022, a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de lei que institui no Brasil o homeschooling (ensino domiciliar).

Uma das principais bandeiras defendidas pelo governo Bolsonaro para a Educação, esta medida visa regulamentar esse tipo de ensino, que foi proibida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em setembro de 2018 sob o amparo do Código Penal, que o prescreve como crime pelo fato de os pais deixarem de prover, sem justa causa, a instrução primária de filho em idade escolar.

No capítulo da Constituição da República Federativa Brasileira de 1988 que trata da Educação, o exercício desta é concebido essencialmente no âmbito da escola, sendo um direito de todos e um dever do Estado e da família a sua provisão, como destacam os artigos 205 e 206:

Art. 205. A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

Art. 206. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios:

I – Igualdade de condições para o acesso e permanência na escola.

Este entendimento é reiterado na Lei de Diretrizes e Bases da Educação – LDB 9394/96, que avança na compreensão da primazia da escola como espaço de sociabilidade e formação do ser social, prescrevendo no parágrafo 2º do Art. 1º que: A educação escolar deverá vincular-se ao mundo do trabalho e à prática social.

De fato, a escola é o espaço social fundamental onde se erigem os fundamentos da sociabilidade com base no entendimento de que a humanidade se constitui e se realiza na produção social.

As conquistas históricas expressas materialmente nos dispositivos técnicos e tecnológicos e culturalmente nas concepções, ideias e representações são frutos de experiências socialmente radicadas. As sociedades humanas que organizaram escolas para, mediante suas conquistas históricas, exprimir projetos para o futuro tiveram mais êxito, abrangência e importância.

Na contemporaneidade, com a unificação da agenda econômica mundial a partir da Revolução Industrial – e que, na atualidade, engloba cada vez mais o avanço técnico-científico-informacional e os interesses de agentes empresariais-financeiros e neoliberais –, a escola tornou-se exigência e realidade de todos os países, encerrando em si mesma um sentido contraditório e dialético.

De um lado, a reprodução das conquistas históricas através de currículos didático-pedagógicos, com orientação para o aperfeiçoamento do trabalho e resguardando dispositivos ideológicos de controle e dominação da classe capitalista, dirigente das relações sociais de produção. De outro, a construção utópica de sentidos libertários, humanitários e alternativos à exploração típica do trabalho no modo de produção capitalista.

Assim, nos últimos 170 anos a experiência escolar foi se disseminando mundo afora e refletindo, em seu processo de estruturação e formação, essa dialética que é própria da época e das sociedades que a reproduzem. Contudo, mesmo como um espaço que se desenvolve em contradições a escola é concebida como uma instituição fundamental para imbuir crianças e jovens de humanidade e, por meio dos currículos, da mediação docente e das relações com seus pares sociais, ampliar suas perspectivas de futuro.

Do ponto de vista das classes sociais a escola nunca será um espaço perfeito, mas sempre será o espaço mais importante para a construção do conhecimento e do saber socialmente referendado, da sociabilidade, das trocas sociais, das regras de convivência, da tolerância, do respeito, do reconhecimento da alteridade.

Mesmo que em sociedades divididas em classes, a escola em que o professor é um mediador fundamental, semeia conjuntamente com as crianças, jovens e toda sua comunidade, a humanidade capaz de elevar a esperança de que o futuro pode ser melhor.

Por isso, negar a escola e o seu poder de humanização contradiz projetos de desenvolvimento; retroage em conquistas civilizatórias; expõe a incompreensão histórica e o equívoco projetual de grupos que exercem o poder; explicita a aporofobia, a dascalofobia, a dialofobia, a gnosiofobia e a xenofobia como frutos de um recurso ideológico recente de avanço de determinadas forças do capitalismo e que promovem uma intensificação da acumulação de riquezas a partir da desestabilização social. Negar a escola é estabelecer um contexto de trevas.

Como prescreve o Código Penal brasileiro, negar a escola é causar o abandono intelectual e isso não coaduna com um Brasil mais afirmado, autônomo e independente no cenário internacional. Crianças e jovens mais inteligentes aprendem socialmente, aprendem juntas, estabelecendo relações de aprendizagem, e esses sujeitos só podem existir plenamente se tomarmos as escolas em suas configurações atuais e avançarmos em sua estruturação, em seu conceito e em sua prática, e não se retroagirmos no caminho de sua desconsideração.

A radicalidade conservadora e retrógrada da proposta de homeschooling não é um fato político isolado. Ela se inscreve no quadro das reformas ultraneoliberais levadas a cabo pelo governo de Jair Bolsonaro e que temos denunciado em várias notas de repúdio assinadas em conjunto com as demais associações científicas nacionais. Assim, elas se associam:

– à discussão das DCNs – Diretrizes Curriculares Nacionais (que ameaça a formação do bacharel em Geografia em favor do tecnólogo);

– à implementação do Novo Ensino Médio (com a desobrigação curricular das Ciências Humanas e Sociais e com a instituição dos Itinerários Formativos);

– à Base Nacional Comum da Formação de Professores (que submete a formação de professores a uma pedagogia tecnicista que privilegia o saber-fazer em detrimento da formação científica);

– com a intenção de implantação do novo Marco Temporal (ameaçando áreas florestais sob a posse de indígenas);

– com a tramitação do PL da Grilagem (que regulariza a situação de áreas rurais sabidamente griladas);

– com a tentativa de promulgação do Decreto das Cavernas (que autoriza a realização de intervenções em cavidades naturais e subterrâneas como cavernas e grutas, colocando-as sob o risco de destruição).

Associam-se a estas pautas polêmicas tantas outras já denunciadas por nós e que já se encontram em curso face ao desinvestimento educacional, científico e tecnológico dos últimos anos; à perseguição administrativa e política a professores, intelectuais e artistas; ao desmantelamento da rede de proteção social (políticas sociais, trabalhistas e previdenciárias); à violência contra lideranças comunitárias (indígenas, camponeses, extrativistas, ambientalistas, sindicais); ao desmonte dos órgãos IBAMA, IPHAN, FUNAI, INCRA, IBGE; à privatização dos ativos nacionais, especialmente canalizados nas produções da Petrobrás e da Eletrobrás.

Essa concertação ultraneoliberal é contraditória com uma sociedade desenvolvida e independente, sendo, portanto, imprudente. Ela estabelece um novo marco de servidão do Brasil e dos brasileiros a corporações econômicas que não se importam com esta nação e com o seu povo. Cobramos do governo federal postura cívica, republicana e democrática de representação de nossos interesses nacionais. Não ao homeschooling!

Abaixo às reformas ultraneoliberais!

“Projeto de Nação” prevê ditadura militar, fim da democracia, privatização do SUS e da educação pública

Na semana passada, generais e outros militares das Forças Armadas, ligados ao presidente Jair Bolsonaro (PL) e ao vice, Hamilton Mourão, lançaram um documento intitulado “Projeto de Nação – O Brasil em 2035” com o qual eles traçam um projeto de ditadura militar para o Brasil a começar este ano. Com 93 páginas, o documento desenha um aparato de estrutura político-estratégica que extingue a Constituição de 1988 e prevê o fim da democracia.

 

Na avaliação do Sinpro-DF, trata-se de um documento com graves ameaças às eleições de 2022 e que precisa ser combatido porque rompe com a normalidade democrática, institui a ditadura militar, o autoritarismo e a repressão; elimina direitos trabalhistas; privatiza patrimônios públicos; mercantiliza direitos fundamentais e humanos contidos na Constituição; e, sobretudo, extingue a democracia.

 

Assinado por três organizações militares, o documento foi lançado, na quarta-feira (19), em Brasília, com apresentação do Regimento da Cavalaria de Guardas e com a música “Eu te amo, meu Brasil”, uma música insistentemente tocada nos veículos de comunicação nos anos 1970 para ditadura militar, instalada no País pelo golpe de 1964.

 

CNTE avisa que projeto prevê a privatização da educação básica e superior

 

Na avaliação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), “o projeto é reacionário, com o pensamento voltado apenas para as classes dominantes e não prevê um projeto de nação”. Para a entidade, o conteúdo mostra, claramente, que se ele for implantado terá um imenso impacto negativo na educação básica e superior porque aprofunda as medidas neoliberais impostas ao Brasil pelo golpe de Estado de 2016.

 

“É a continuação e o aprofundamento das medidas neoliberais que já vêm ocorrendo no Brasil e em outros países da América Latina, principalmente, sobre educação básica e superior. Se na educação superior pública eles aprovam e querem a cobrança de mensalidade, a educação básica, segundo o projeto dos militares, passa pela privatização e mercantilização ainda mais profunda, portanto, só vai ter acesso à educação no Brasil quem tiver condições financeiras”, denuncia Luiz Carlos Vieira, diretor de Imprensa e Divulgação da CNTE.

 

Os militares projetam privatizar o Sistema Único de Saúde (SUS) até o ano de 2025, ou seja, daqui a 3 anos, o País não terá mais saúde pública e sim, somente, privada. O professor Vieira afirma que é um plano para dar continuidade ao bolsonarismo, diante do que está colocado, esse pensamento que une o neoliberalismo, o conservadorismo e a fake news, com tendência ditatorial e que tem alguns apoiadores no Brasil. “Porém, sabemos que o processo eleitoral deste ano está muito perto, que essa visão que eles colocaram no documento não terá condições de fazer a sua propaganda de fato e convencer a população brasileira de que essa é a saída proposta por eles. Se, de fato, for implantado, é o fim da democracia e dos processos eleitorais brasileiros, não só o deste ano. As eleições brasileiras passarão a ser mera formalidade. O que está colocado claramente é que aquilo que os militares chamam de democracia nada mais é do que uma ditadura militar disfarçada”.

 

Vieira assegura que o projeto piora também a vida de todos os trabalhadores. “Ele não traz nenhuma melhoria para o mundo do trabalho. Não vem criar mais empregos, não vem criar renda básica, não vem dar mais oportunidade àqueles que hoje estão desempregados, que são milhões, no Brasil. Esse projeto vem para aprofundar a desigualdade, colocar a meritocracia como base para algumas camadas sociais continuarem tendo privilégios dentro do mundo do trabalho e esse impacto será bem mais profundo porque isso vai gerar muito mais desempregados, sem contar que o acesso à educação, que pode minimizar e dar as condições para que haja uma disputa honesta e um lugar para muitos trabalhadores de hoje, que, apesar de ser muito excludente, ainda oportuniza espaços para que as pessoas disputem uma vaga no mercado de trabalho, isso será ainda mais difícil”, afirma.

 

O diretor da CNTE explica, ainda, que “a classe trabalhadora terá muito mais dificuldades se esse projeto, que eles chamam de projeto de nação, for implantado. O que eles chamam de projeto de nação é de nação para eles que se dizem classe dominante e para aqueles se colocam como donos do poder”.

 

Para a CUT-DF, militares ameaçam a classe trabalhadora e suas organizações

 

Assim como o Sinpro e a CNTE, a Central Única dos Trabalhadores no Distrito Federal (CUT-DF) vê o documento como uma ameaça à classe trabalhadora em todos os sentidos. “Em todos os momentos em que a força militar, a truculência, a coerção foram estabelecidas como poder político, serviram para retirar direitos dos trabalhadores, à tentativa de impedimento da organização dos trabalhadores e à própria reivindicação por direitos”, ressalta Rodrigo Rodrigues, presidente da CUT-DF.

 

Ele destaca os últimos fatos históricos que levaram a centenas de perdas de direitos dos(as) trabalhadores(as). “Tivemos, de 2016 para cá, um golpe em que a democracia foi vilipendiada e, juntamente com a democracia, a extinção de direitos dos trabalhadores avançou bastante. Isso sem que as forças militares estivessem, claramente, à frente desse projeto político e econômico em curso no País. Nós sabemos que estavam inter-relacionadas, mas não estavam abertamente envolvidas”, afirma.

 

Rodrigues adverte para o fato de que a possibilidade de os militares interferirem abertamente no processo político coloca os direitos dos trabalhadores em alerta máximo. “O envolvimento de militares na política coloca os direitos dos trabalhadores, como, por exemplo, seu direito à organização sindical, em alerta máximo, uma vez que a violência de Estado se voltará exatamente contra àqueles que se manifestam em favor dos direitos dos trabalhadores, em favor de manifestações por avanços desses direitos, e que serão duramente reprimidos. O movimento sindical enxerga esse projeto como uma forte ameaça à própria organização dos trabalhadores”.

 

Central avisa que projeto de militares sequestra a democracia

 

“Uma vez que as Forças Armadas ou as Forças de Segurança Auxiliares, que são legalmente, as detentoras do monopólio da violência do Estado, ou seja, do uso da força para o controle da ordem e da segurança, se colocam dentro da ação do processo político, formalmente, numa disputa com essa prerrogativa de serem aqueles que controlam, coercitivamente, a sociedade, eles, na verdade, estão sequestrando a democracia, até mesmo estabelecendo ameaças para a própria existência dessa”, afirma Rodrigo Rodrigues, presidente da CUT-DF.

 

No entendimento dele, esse projeto de nação dos generais bolsonaristas coloca em risco as eleições democráticas de 2022 e a democracia brasileira. “Uma das coisas que eles colocam em risco com esse documento é a não aceitação de um resultado eleitoral caso essas forças que detêm o poder coercitivo não se sintam satisfeitas com o resultado. É muito preocupante esse projeto quando o Presidente da República dá sinais em suas falas de que não aceitará um resultado diferente do que o da sua vitória nas urnas”, alerta.

 

E finaliza: “Com esse projeto, eles ameaçam de impedir que esse processo democrático da vontade popular se concretize. É preciso ter muita alerta e até mesmo observar a validade jurídica de uma intervenção das forças militares, das Forças Armadas, das forças de coerção da sociedade dentro do processo político. Entendemos que cada uma deve ocupar seu respectivo espaço político: a política deve coordenar a vida da sociedade e as forças militares e as Forças Armadas devem coordenar a segurança e não sequestrarem a democracia”.

DODF traz edital para novo processo seletivo para professor(a) temporário(a)

A Secretaria de Educação (SEDF) divulgou a realização de processo seletivo simplificado complementar para professor(a) substituto(a) temporário(a). O edital foi publicado no Diário Oficial do DF (DODF) dessa terça-feira, 24. No momento da inscrição, o candidato deverá optar pela área de atuação, por uma regional e um turno de trabalho (diurno ou noturno).

Os critérios de avaliação e classificação no processo seletivo se baseiam em avaliação de títulos e experiência profissional. O candidato ou candidata deverá indicar as titulações e o tempo de experiência preenchendo um formulário no site do Instituto Quadrix, a partir das 10h do dia 6 de junho de 2022 até as 23h59 do dia 12 de junho de 2022. A nota na seleção será aferida pelo somatório dos pontos obtidos em cada item.

O resultado preliminar do processo seletivo deve será divulgado no site da banca, em 15 de junho de 2022, e valerá apenas para o ano letivo atual, sendo improrrogável.

Concurso público já

O Sinpro tem destacado insistentemente que, embora seja muito importante manter e fortalecer o banco de professores(as) em contrato temporário, é ainda mais importante a realização de um concurso público para abastecer o quadro de efetivos, pois é sabido que estão faltando educadores(as) em todas as regionais.

Segundo dados da própria SEDF, a rede pública de ensino tem uma vacância de mais de cinco mil professores(as) efetivos(as). O número é decorrente de aposentadorias (7.232), falecimentos (837), exonerações (637) e demissões (51). A nomeação de apenasa 3.371 professores(as), de 2016 a outubro 2021, diante das vacâncias na Carreira do Magistério do DF, deixa evidente que o número de educadores(as) é insuficiente para a demanda da rede.

Além disso, o Instituto Quadrix, escalado para a organização desse processo, e que também já foi definido para realizar o próximo concurso público da SEDF, foi alvo de polêmicas recentes. No último processo seletivo para professor(a) temporário(a), em janeiro deste ano, uma série de reclamações foram registradas contra a dinâmica adotada pela empresa. Conteúdo em desacordo com o Currículo em Movimento, atraso na publicação do gabarito e alteração de uma série de questões com justificativas inconsistentes foram algumas delas.

O Sinpro vai continuar cobrando que a Secretaria de Educação acompanhe e fiscalize de perto todo o processo, a fim de evitar qualquer prejuízo a candidatos e candidatas.

Assembleia

A diretoria colegiada do Sinpro destaca a importância de toda a categoria comparecer à assembleia geral da próxima quarta-feira, 1º de junho. Entre os pontos de pauta, estão a necessidade urgente de concurso público e de recomposição salarial já.

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Secretaria de Políticas Sociais sempre presente na luta pelo respeito à luta classista

A garantia a condições dignas de vida e de trabalho é um direito constitucional assegurado a todo(a) trabalhador(a) brasileiro(a) e o Sinpro tem engrossado as trincheiras pelo respeito a esta conquista. Diante disto, a Secretaria de Políticas Sociais do sindicato tem lutado desde a sua criação para assegurar o pleno exercício de direito de cidadania às diversas políticas sociais aos(às) professores(as), orientadores(as) educacionais e aos(às) estudantes em geral.  

Na atual gestão do Sinpro, a Secretaria, composta pelos diretores Hamilton Caiana, Alberto Ribeiro e Carolina Moniz, ampliou a capacidade de transformação, emancipação e protagonismo da categoria, estabelecendo a relação do sindicato com entidades do movimento popular e com as organizações da sociedade civil, de acordo com a linha geral determinada pelo estatuto da entidade e pela diretoria colegiada. Diante disto, tem levantado a bandeira da luta pelos Direitos Humanos nos diversos segmentos da sociedade, contribuindo na discussão e elaboração de políticas sociais que abrangem o(a) trabalhador(a) em educação. “Para isso temos promovido palestras, encontros, seminários, conferências e demais atividades que ajudem a auxiliar o(a) professor(a), o(a) orientador(a) educacional e a comunidade escolar nas mais variadas lutas”, explica o coordenador da Secretaria, Hamilton Caiana.

Para o diretor Alberto Ribeiro, a pasta tem se pautado na perspectiva da construção de uma cultura anti-discriminatória, anti-racista e democrática, que não oculte as diferenças existentes na sociedade, trabalhando as questões das pessoas com deficiência, militando nas áreas de educação popular e comunitária, além de divulgar e apoiar seus direitos constitucionais. “O objetivo da nossa secretaria é participar de lutas com entidades do movimento social e que atuam no âmbito da educação, como exemplo da entidade estudantil. O Sinpro tem participado dos debates e ajudado a municiar os estudantes nos debates em suas escolas”, analisa o sindicalista, comentando que um exemplo foi no período da militarização das escolas públicas, onde as entidades estudantis eram contrárias ao projeto. “O sindicato ajudou os movimentos estudantis a serem protagonistas dentro das escolas. É desta forma que as políticas educacionais ajudam, auxiliando em vários campos”, salienta Alberto.

A diretora Carolina Moniz ressalta que a educação pública de qualidade é construída coletivamente, pela ação-reflexão-ação dos diversos(as) trabalhadores(as) e atores(as) que compõem a comunidade escolar, mas, também, pela própria sociedade. “Nesse sentido, é papel do nosso sindicato dialogar e fomentar a luta construída por diversas entidades e movimentos sociais organizados, pois juntos fortalecemos a luta classista mais ampla. É dizer que a luta contra a privatização dos Correios também é nossa luta, pois são eles quem garantem e levam as provas do ENEM, os livros didáticos, as vacinas em tempos de pandemia para todos os cantos do nosso país. Os trabalhadores dos Correios fazem a educação pública acontecer. Nossa Secretaria é quem possibilita essa articulação de pautas para construirmos ações integradas e fortes”, finaliza.

 

Confira os vídeos de outras secretarias:

SECRETARIA DE POLÍTICA EDUCACIONAL

SECRETARIA DOS APOSENTADOS

SECRETARIA DE ASSUNTOS JURÍDICOS

SECRETARIA DE ORGANIZAÇÃO E INFORMÁTICA

SECRETARIA DE ADMINISTRAÇÃO E PATRIMÔNIO

SECRETARIA DE ASSUNTOS DE SAÚDE DO TRABALHADOR

SECRETARIA DE FORMAÇÃO SINDICAL

SECRETARIA DE ASSUNTOS E POLÍTICAS DE MULHERES EDUCADORAS

SECRETARIA DE RAÇA E SEXUALIDADE PARTE 1

SECRETARIA DE RAÇA E SEXUALIDADE PARTE 2

25 de maio, Dia da África

25 de maio de 1963. Nesse dia, em Adis Abeba, capital da Etiópia, foi fundada a Organização da Unidade Africana (OUA). Seu objetivo era estimular a independência dos países africanos contra a colonização europeia, além de promover a cooperação mútua entre os países membros. Em 2002, a OUA passou a se chamar União Africana.

O 25 de maio é também celebrado internacionalmente como o Dia da Libertação Africana. Esta é uma forma de lembrar a luta dos países do continente pela autodeterminação de seus povos, além da busca pela reparação dos danos causados pelo colonialismo.

No Brasil, essa data se reveste de especial importância, uma vez que possuímos a maior população negra fora do continente africano. Foi também o Brasil o último país do mundo a abolir oficialmente a escravidão, e o maior receptador de pessoas oriundas do tráfico transatlântico de seres humanos.

Por essas razões, a população brasileira também sofre com os efeitos negativos do colonialismo. Nesse sentido, valorizar a história de luta por independência dos países africanos é essencial para a superação do racismo estrutural.

Em 2003, foi sancionada a Lei 10.639, que determina obrigatoriedade do ensino da história e cultura africana nas escolas. Com isso, o conteúdo programático do ensino médio e fundamental passou a incluir o estudo da História da África e dos Africanos, a luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica e política pertinentes à História do Brasil. Conforme dispõe a lei, esses conteúdos devem ser ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, mas especialmente nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras.

Tema para pesquisa em sala de aula
A própria história da fundação da União Africana é rica em detalhes. A Etiópia não foi escolhida por acaso para ser a sede do evento: fora o único país do continente que não se curvou ao colonialismo europeu, pois resistiu política e militarmente às tentativas de invasão.

O líder etíope, imperador Hailé Salassié, foi um gigante ao liderar seu povo e evitar que este fosse dominado. Batizado como Tafari Makonnen e posteriormente chamado por Rás Tafari, ele nasceu em Ejersa Goro a 23 de julho de 1892, e morreu em Adis Abeba a 27 de agosto de 1975. Foi regente da Etiópia de 1916 a 1930, imperador de 1930 a 1974 e herdeiro de uma dinastia cujas origens remontam ao século XIII (e ao Rei Salomão e à Rainha de Sabá). É considerado um símbolo religioso, o Deus encarnado, entre os adeptos do movimento rastafári.

Há muito mais a se falar da fundação da União Africana, a começar pelo crucial papel do primeiro-ministro de Gana, Kwame Nkrumah, um dos fundadores do panafricanismo.

Trata-se de excelente tema para pesquisa a ser realizada por alunos de ensino médio.

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