Eleições complementares nas escolas ocorrem nesta quarta-feira (14)
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Durante todo esta quarta-feira (14), as escolas públicas que estavam com o quadro de conselhos escolares incompletos estão realizando suas eleições complementares.
No dia 28 de maio, as eleições serão para as direções de escolas, nas unidades escolares que não elegeram seus diretores em novembro de 2013.
Sinpro participa da entrega de prêmios no XVI Concurso Museu da Imprensa
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Os onze alunos vencedores do XVI Concurso Nacional Museu da Imprensa foram premiados na tarde desta terça-feira (13). Entre os vencedores três estudantes são de escolas públicas do Distrito Federal. O diretor de Imprensa Cláudio Antunes representou o Sinpro-DF durante a solenidade realizada no auditório da Imprensa Nacional.
Na categoria Desenho (1º ao 5º ano do ensino fundamental), que trabalhou como tema “A Turma da Mônica visita o Museu da Imprensa”, o primeiro lugar ficou com o estudante Ítallo Silva de Jesus, do Centro de Ensino Fundamental 32 de Ceilândia; e Érico Henrique da Silva Filho, também do CEF 32, conquistou o segundo lugar. Já a aluna Ana Gabriela Gomes Ribeiro, do Centro de Ensino Fundamental 7 de Sobradinho, ficou em terceiro lugar na categoria Redação (6º ao 9º ano do ensino fundamental), cujo tema foi “A Copa do Mundo de Futebol no Brasil”. A estudante venceu a mesma categoria no IV Concurso de Redação do Sinpro. Os alunos vencedores receberam prêmios em dinheiro.
O diretor Cláudio Antunes parabenizou os alunos, em especial os estudantes de escolas públicas do DF pelo desempenho, e salientou que o concurso de redação promovido pelo Museu da Imprensa é um incentivo para o aluno. “Concursos como este incentivam o estudante a ler e pesquisar mais. O Sinpro também participa de projeto semelhante e está com as inscrições abertas para o V Concurso de Redação”.
Comissão de Educação do Senado aprova programa de combate ao 'bullying'
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A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) aprovou, nesta terça-feira (13) proposta legislativa que define conceitos e mecanismo para o enfrentamento do bullying na sociedade. Para isso, a proposta (PLC 68/2013), que teve origem na Câmara dos Deputados, institui o Programa de Combate à Intimidação Sistemática (bullying). O programa poderá fundamentar as ações do Ministério da Educação e das secretarias estaduais e municipais de Educação nesse campo.
O texto define como bullying “todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas”. Atos de intimidação praticados na internet (cyberbullying) também entram nessa categoria.
Apresentado pelo deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), o projeto estabelece ainda como dever dos estabelecimentos de ensino, dos clubes e das agremiações recreativas garantir medidas de conscientização, prevenção, diagnose e combate à violência e à intimidação sistemática.
A proposta ainda passará por votação na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Depois, irá ao Plenário para decisão final.
Formas de intimidação
O projeto indica a presença de intimidação sistemática (bullying) quando há violência física ou psicológica em atos de intimidação, humilhação ou discriminação. Pelo texto, a prática pode se configurar por meio de ataques físicos, insultos pessoais ou comentários sistemáticos e apelidos pejorativos. Também cita ameaças por quaisquer meios, grafites depreciativos, expressões preconceituosas, além de isolamento social consciente e premeditado.
Entre as ações sugeridas estão a capacitação de docentes e equipes pedagógicas para a implementação das ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema, assim como a instituição de práticas de conduta e orientação de pais, familiares e responsáveis diante da identificação de vítimas e agressores.
Também deve haver esforços para a assistência psicológica, social e jurídica às vítimas e aos agressores, além da produção e publicação de relatórios bimestrais das ocorrências de intimidação sistemática (bullying) nos Estados e Municípios para planejamento das ações.
O relatório, defendido pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), destaca que o projeto “não envereda pelo caminho mais polêmico do direito penal”, preferindo “sabiamente” medidas de caráter educativo para coibir comportamentos de intimidação sistemática. Flexa atuou como relator substituto, no lugar de Kátia Abreu (PMDB-TO).
Jair Rodrigues
A CE aprovou ainda voto de pesar pela morte do cantor Jair Rodrigues, ocorrida em 8 de maio. Endossada por todos os parlamentares, a mensagem sugerida pelo presidente da comissão, Cyro Miranda (PSDB-GO), destaca os momentos marcantes da carreira do cantor e conclui que ele deixou um legado de talento e alegria para a música brasileira. Mensagem de condolências será enviada à família do cantor, que faleceu aos 75 anos, em decorrência de infarto.
Cerâmica artística
Foi também aprovado Projeto de Lei da Câmara (PLC) 72/2013 que atribui o título de Capital Nacional da Cerâmica Artística e da Decoração ao município de Porto Ferreira (SP). O autor, deputado Newton Lima (PT-SP),destaca na justificação o papel econômico do segmento cerâmico para a economia brasileira, com participação no Produto Interno Bruto (PIB) estimada em 1%, o que corresponderia a cerca de US$ 6 bilhões de dólares.
O deputado explicou que Porto Ferreira, localizado na região central do estado de São Paulo, a 220 km da Capital, teve sua primeira cerâmica, a “Fábrica de Louças de Porto Ferreira”, fundada ainda nos anos 20. Depois, segundo ele, a cidade se transformou em pólo de produção nacional.
O projeto agora vai a Plenário para votação final. Fonte: Agência Senado
Faltam merendeiros nas escolas durante Semana de Educação para a Vida
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Exatamente durante a Semana de Educação pela Vida (de 12 a 16/05), instituída pela Lei 11.988/2009, quando várias escolas da rede pública de ensino estão com programações especiais, eis que os merendeiros resolvem cruzar os braços em protesto contra falta de pagamentos por parte das empresas terceirizadas que prestam serviços às escolas públicas.
Este é o caso do Centro de Ensino Fundamental JK de Planaltina, que nesta quarta-feira (14) promove uma série de eventos em comemoração à Semana de educação pela Vida. Os alunos da escola terão um dia de fantasia e encanto com apresentações de professores, servidores e direção incorporando personagens da literatura infantil.
A Bela e a Fera, Shrek e Fiona, Aladin e Jasmine, Rapunzel, Branca de Neve, Cinderela e o Principe, dentre outros, são os personagens que vão reavivar os sonhos e fantasias. Segundo o diretor do CEMJK, Nilson Carlos dos Santos, deve-se cultivar e aprender no dia a dia com as lições dos contos de fada.
Além da dramatização, a direção da escola inicia, também nesta quarta-feira, o torneio de futsal e de queimada com alunos dos quartos e quintos anos do ensino fundamental.
Mais o diretor da do CEFJK reclama da ausência dos merendeiros. Segundo Nilson Carlos, não dispor de pessoal para o preparo do lanche ou do almoço dos alunos destrói qualquer possibilidade de êxito pedagógico justo na Semana de Educação para a Vida.
A Diretoria do Sinpro considera que a Secretaria de Educação deve adotar providências imediatas para solucionar o problema. Se os repasses do GDF para as empresas terceirizadas estão em dia é inadmissível que os trabalhadores estejam com seus salários ou auxílio-alimentação em atraso.
Nesta semana estreia peça “Que raio de professora sou eu???” no teatro Goldoni
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Laura é uma professora adulta, independente, que vive só. Um dia ela resolveu que o seu apartamento não atendia mais a suas necessidades e mudou-se. É a sinopse da peça “Que raio de professora sou eu???” que entra em cartaz nesta sexta-feira (16) até o dia 1 de junho, no teatro Goldoni (EQS 208/209 Sul).
O elenco conta com a atriz Verônica Moreno, nome conhecido e respeitado na cena teatral brasiliense. É uma feliz adaptação de Artur José Pinto, dramaturgo gaúcho, para o livro de Fanny Abramavich, sucesso literário e uma referência pedagógica na área da educação. Em Brasília a montagem tem direção da premiada atriz gaúcha Heloisa Palaoro.
Serviço:
“Que raio de professora sou eu???”
Temporada de 16 de maio a 01 de junho
Quintas, sextas e sábados às 21 horas e domingos às 20h
Ingressos a R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia)
Classificação indicativa 14 anos
Informações 3443-0606
Comissão de Educação aprova ampliação do atendimento em creches públicas
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A Comissão de Educação aprovou, na quarta-feira (7), a ampliação do atendimento em creches públicas. As famílias poderão solicitar a permanência da criança na creche por até 30 dias e não haverá obrigatoriedade de frequência mínima.
O texto aprovado foi o substitutivo da relatora Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) ao projeto (PL 285/11) do deputado Sebastião Bala Rocha (SDD-AP).
O texto original previa a ampliação da jornada das creches dos atuais 200 dias para 240 dias, mas a relatora entendeu que esses 40 dias a mais deixam pouco espaço no calendário para a inclusão de férias e recessos escolares, período em que são executadas ações de planejamento, melhorias e treinamentos. Municípios A deputada Professora Dorinha Seabra Rezende explica que a ampliação do atendimento nas creches não significa que houve alteração no ano letivo, uma vez que o atendimento não será feito pelos professores.
“Quando eu amplio o atendimento, eu deixo facultativo; os pais só vão levar as crianças nesses 30 dias a mais se realmente precisarem. Não precisam funcionar todas as creches da mesma cidade; o município pode definir quais creches irão funcionar neste período extra”, afirma.
Segundo ela, os municípios não terão dificuldades para cumprir a regra: “E também, como eu não coloquei no sistema educacional, os municípios terão a liberdade de organizar este atendimento com recreadores, estagiários, porque a preocupação nossa era que os professores que atuam hoje nas creches não se sentissem prejudicados, diminuindo seus direitos trabalhistas, suas férias, implicando em mais custos e gastos para os municípios.” Discordância
A votação na Comissão de Educação não foi unânime. O deputado Gastão Vieira (PMDB-MA) não concorda que uma lei federal imponha aos municípios a ampliação do atendimento nas creches.
“Nós já temos leis demais neste País. Nós já atrapalhamos demais a vida dos municípios. O Ministério da Educação já interfere demais”, diz o deputado. “Portanto, eu tomei esta atitude: com meu voto, nada mais será aprovado que aumente o encargo e a responsabilidade para os estados e para os municípios. Por esta razão, votei contra o projeto.” Tramitação
Em caráter conclusivo, o projeto será analisado agora na Comissão de Finanças e Tributação. Depois, passará pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.
(Da Agência Câmara)
Funkeira Valesca Popozuda visita o Centro de Ensino Médio 3 de Taguatinga
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A cantora faz uma visita para falar com o professor autor da questão de prova em que a chamava de “grande pensadora contemporânea”
A funkeira Valesca Popozuda visitou nesta segunda-feira (12) o Centro de Ensino Médio 3 de Taguatinga, onde se encontrou com o professor que a chamou de “grande pensadora contemporânea” em uma prova da escola. Os alunos, que têm entre 15 e 22 anos, puderam conhecer a cantora.
Em sua página na internet, Valesca postou uma foto com os alunos e escreveu “Uma Selfie com a turma do centro de ensino médio 3 de Taguatinga”. A supervisora pedagógica do centro de ensino, Francisca Irismar de Lima, disse que o encontro foi importante. “Ela cantou e dançou com os alunos. A escola inteira teve contato com ela.
Em abril, o professor Antônio Kubitschek de Oliveira, causou polêmica ao elaborar uma questão sobre a música “Beijinho no ombro”. Oliveira afirmou que o foco da pergunta era causar repercussão na imprensa. “O objetivo da questão era gerar polêmica na mídia mesmo. O conteúdo que estava sendo estudado era a formação de valores e a influência da mídia na formação desses valores”, afirmou o docente.
O programa TV Sinpro na TV Comunitária levou o professor Antônio Kubitschek para dar entrevista, ao vivo, sobre avaliação pedagógica.
Confira a entrevista aqui.
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PNE pode ser aprovado contra os interesses dos trabalhadores da educação
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A votação do Plano Nacional de Educação (PNE) na Câmara de Deputados deve acontecer na próxima quarta-feira (14), porém a proposta atual vai contra os interesses dos trabalhadores da educação e também dos estudantes. Caso seja aprovado da forma como está e depois não passe por veto presidencial, o PNE irá incluir a destinação de recursos para escolas particulares e também instituirá a meritocracia como meio para a adoção de políticas de valorização profissional.
Para o secretário de Formação da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e secretário de Comunicação do Sindicato dos Trabalhadores do Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), Gilmar Soares Ferreira, estas questões abrem um precedente na relação com o governo Federal e os movimentos sindical e social, uma vez que mesmo em governos neoliberais estas questões não passaram de tentativas de implantação de ações e governamentais. Dessa forma o Plano Nacional de Educação abre espaço para o tratamento de políticas públicas justamente pelo viés neoliberal, mesmo que haja grandes avanços em outras questões.
Também faz parte da atual formatação do PNE a destinação de recursos do financiamento da educação pública para programas do Governo em escolas particulares, instituições de ensino superior particulares, o que abre brechas para diversas manipulações da iniciativa privada conseguir financiamento público.
“Da forma como está o Plano retrocede em pontos que havíamos conquistado com muito trabalho ao definir que recursos públicos são exclusivamente para a educação pública, mas podemos até aceitar que temporariamente esses programas possam ser financiados com recursos públicos. Agora nossa luta é para que esses pontos que trazem prejuízos para a educação pública sejam rejeitados pelo plenário da Câmara dos Deputados ou então, vetados pela presidenta Dilma, pois não podemos aceitar que a educação pública seja prejudicada por um plano que deveria melhorar a questão do financiamento da educação pública e não submetê-la ao viés do mercado “, enfatiza Gilmar. Fonte: Sintep-MT
O sistema de inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 foi aberto às 9h desta segunda-feira (12). As inscrições podem ser feitas até as 23h59 do dia 23, no sitehttp://sistemasenem2.inep.gov.br/inscricaoEnem/. O exame será realizado nos dias 8 e 9 de novembro, e a expectativa é que até 8,2 milhões de estudantes se inscrevam este ano. Os candidatos podem tirar dúvidas sobre a inscrição em um passo a passo produzido pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), autarquia do Ministério da Educação (MEC) responsável pelo exame, no site enem.inep.gov.br.
Em 2013, mais de 7,1 milhões de candidatos se inscreveram no Enem e mais de 5 milhões fizeram as provas. A taxa de inscrição não mudou – continua R$ 35 –, e o pagamento do boleto deve ser feito até o dia 28 de maio. Ficam isentos da cobrança todos os alunos de escola pública ou que comprovarem renda familiar mensal inferior a R$ 1.086.
Assim como nos anos anteriores, o Enem ocorrerá em dois dias seguidos. No sábado, dia 8, os participantes farão as provas de ciências humanas e ciências da natureza, entre as 13h e as 17h30 (horário de Brasília). No domingo, dia 9, serão aplicadas as provas de linguagens e códigos, matemática e redação. Nesse dia, o tempo de exame será mais longo, entre as 13h e as 18h30 (horário de Brasília).
Segundo o MEC, serão impressas 18,3 milhões de provas (incluindo normal, ampliada, ledor e braile – estas três últimas, para quem tem diferentes graus de deficiência visual) em 1.699 municípios do país. Este ano, 785 mil funcionários vão ajudar na realização do Enem, entre coordenadores de locais de aplicação, assistentes de coordenação, chefes de sala, fiscais e apoio. Em todo o Brasil, haverá 16,6 mil locais de prova. Transexuais podem usar nome social
Candidatos travestis ou transexuais poderão usar o nome social para prestar o Enem. Para isso, precisarão fazer a solicitação ao Inep, por telefone, durante o prazo de inscrição.
Segundo o site, “o participante travesti ou transexual que desejar ser identificado por nome social nos dias e locais de realização do exame deve fazer essa solicitação pelo telefone 0800 616161, até o final do período de inscrição”. O edital do Enem 2014, no entanto, não faz nenhuma referência ao uso do nome social pelos candidatos. Detectores de metal
Na última quinta-feira (8), o MEC anunciou que nesta edição serão aperfeiçoados os procedimentos de segurança contra fraude na aplicação das provas. Os fiscais poderão, inclusive, usar detectores de metais portáteis para comprovar que candidatos não estão usando equipamentos eletrônicos durante a realização do exame.
O detector poderá ser utilizado em qualquer estudante inscrito, a não ser que a pessoa apresente uma justificativa para que não possa passar por esse tipo de monitoramento. O aparelho também poderá comprovar o uso indevido de celulares para postar fotos do Enem nas redes sociais – infração que acabou eliminando dezenas de jovens nas últimas duas edições.
Segundo o MEC, este ano o edital foi traduzido para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), e o site do Enem terá uma versão do edital incorporada a um sistema de computação acessível a cegos, chamado Dosvox. Sabatistas
Este ano, os alunos sabatistas (que guardam o sábado por motivos religiosos) poderão fazer a prova de 8 de novembro às 19h (horário de Brasília) desse dia, exceto nos estados do Acre, Amazonas, de Roraima e Rondônia. Nesses quatro estados, os candidatos sabatistas poderão realizar o primeiro dia de provas às 19h de sua hora local, em função do horário de verão. Correção da redação
Segundo o ministro da Educação, Henrique Paim, os atuais filtros de correção da redação do Enem serão mantidos e ampliados. De acordo com ele, o MEC tem investido no aprimoramento dos itens de correção e na capacitação dos corretores. O presidente do Inep, Francisco Soares, também disse a jornalistas na quinta-feira que cada prova será avaliada por dois corretores.
“Se as notas dadas por cada corretor tiverem diferença de 100 pontos, um terceiro corretor irá avaliar a redação. Cada um avalia cinco quesitos. No caso de diferença de 80 pontos em cada quesito, também será chamado um terceiro avaliador”, explicou Soares.
“Estamos com um grande processo de monitoramento e capacitação constante. Quando a redação é enviada ao corretor, assim como todo o sistema de acompanhamento, a redação é acompanhada de várias maneiras. A cada ano, acrescentamos detalhes, dada a experiência. Existirão novos filtros e sinalizações, e isso é um processo contínuo”, afirmou o presidente do Inep. Combatendo a abstenção
Segundo informou o MEC na quinta, os candidatos que não compareceram às provas do ano passado e se inscreverem novamente em 2014 receberão uma mensagem do governo alertando sobre o problema de faltar ao Enem mais uma vez.
De acordo com os dados levantados pelo governo, a maioria dos ausentes no exame são pessoas que não precisam pagar a taxa de inscrição – como treineiros, que ainda não terminaram o ensino médio, e adultos que já acabaram o ensino médio e trabalham.
Em 2013, o governo estima que cerca de 30% dos candidatos inscritos no Enem não chegaram a fazer os dois dias de prova. O prejuízo com os ausentes, no ano passado, foi de R$ 58 milhões, segundo o MEC. Edição de 2013
No ano passado, o exame foi aplicado nos dias 26 e 27 de outubro, e o resultado saiu em 3 de janeiro deste ano. No primeiro semestre de 2014, o desempenho na última edição do exame foi usado por 2,5 milhões de candidatos que se inscreveram no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) para concorrer a 171 mil vagas em 115 instituições públicas de ensino superior.
O Enem também é obrigatório para alunos de escolas públicas interessados em bolsas de estudo parciais ou integrais em universidades particulares por meio do Programa Universidade para Todos (Prouni), do governo federal; ou em bolsas de intercâmbio de graduação pelo programa Ciência sem Fronteiras. A prova é exigida, ainda, para universitários que queiram financiar um curso superior privado por meio do Financiamento Estudantil (Fies).
Além de ajudar estudantes prestes a ingressar na graduação ou que já estão no ensino superior e querem pedir bolsa ou participar de programas do governo, o exame serve para que adultos que não completaram o ensino básico na idade certa possam conseguir o certificado de conclusão do ensino médio.
(Do G1)