Comissão da Câmara pode votar PNE na próxima quarta-feira (26)

Pedido de vista pelos membros da comissão especial adia análise de relatório do deputado Angelo Vanhoni
O parecer do deputado Angelo Vanhoni (PT-PR) sobre o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10) foi lido nesta quarta-feira (19) na comissão especial que analisa a proposta.
A votação do texto, no entanto, foi adiada devido a um pedido de vista dos demais integrantes do colegiado. Agora, os deputados terão de esperar um prazo de duas sessões ordinárias do Plenário da Câmara para poder apreciar o relatório, que tem 31 páginas.
Entre os pontos que estão gerando polêmica, estão a inclusão da promoção das discussões de igualdade de gênero e de orientação sexual nas escolas e a destinação de 10 % do PIB para a educação pública.
Regimento
O presidente da comissão, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), lembrou que o pedido de vista é regimental e foi solicitado para que os deputados possam analisar o parecer com mais calma.
“Tem de haver duas sessões com Ordem do Dia no Plenário para o texto poder ser votado aqui. Esperamos que ele retorne à pauta na quarta-feira que vem (26). O Senado mudou 87 itens do texto da Câmara”, comentou.
A proposta, que já havia sido aprovada pelos deputados em 2012, sofreu alterações no Senado e, por essa razão, voltou para apreciação da Câmara. Após ser aprovado na comissão especial, o relatório ainda precisará ser examinado pelo Plenário.
Fonte: Agência Câmara
 

Votação do marco civil da internet é remarcada para terça-feira(25)

Apesar da falta de consenso sobre regulamentação da neutralidade da rede, Henrique Alves confirmou a votação da proposta na próxima terça.
O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, disse, nesta quarta-feira(19), que os líderes partidários concordam com o princípio da neutralidade de rede previsto no projeto do marco civil da internet (PL 2126/11). Segundo esse princípio, fica proibida a venda de pacotes diferenciados por serviços pelos provedores de acesso ou o bloqueio de alguns sites ou aplicativos pelas empresas que gerenciam conteúdo (provedores de aplicação). A divergência, segundo Cardozo, estaria em como essa neutralidade será regulamentada (por lei ou decreto).
A neutralidade de rede é o ponto mais polêmico do  marco civil da internet. Em busca de um acordo, o presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves, desde ontem, tem defendido a votação da proposta na próxima terça-feira (25).
Nesta quarta-feira, os deputados começaram a discutir o parecer do deputado Alessandro Molon (PT-RJ), que foi lido no Plenário no dia 12 de fevereiro. Tanto o DEM como o PMDB apresentaram emendas com textos alternativos ao parecer, com mudanças no conceito de neutralidade.
O governo insiste em manter a regulamentação da neutralidade por decreto. Segundo ele, essa é uma competência privativa do presidente da República e, portanto, deveria ser regulamentada por decreto.
Decreto
Segundo Cardozo, o governo vai manter a regulamentação por decreto, mas antes de editá-lo a presidente terá de ouvir a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e o Comitê Gestor da Internet. “Para ouvir tanto a sociedade quanto um órgão técnico”, esclarece o ministro. A necessidade de ouvir esses setores deverá constar no projeto.
A oposição, no entanto, insiste que a regulamentação da neutralidade seja feita por meio de lei.
Data centers
Já em relação aos data centers, a negociação avançou um pouco mais. O líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), disse que o governo vai retirar do projeto do marco civil a obrigatoriedade de usar data centers localizados no Brasil para armazenar dados de navegação realizada no País. “Seria um ônus a mais para o usuário da internet”, explicou o líder comemorando o que considerou de conquista da oposição.
Esse era um dos pontos mais polêmicos da proposta. A exigência não constava do texto original, foi incluída pelo relator, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), após o escândalo da espionagem dos Estados Unidos em diversos países.
“Não houve flexibilização de nenhum ponto, apenas uma maior clareza de redação para produzir um acordo”, explicou o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP). Ele ressaltou que o texto deixará claro que as empresas que coletem dados e informações de brasileiros serão regidas pelas leis brasileiras.
Fonte: Agência Câmara
 

Milhares de professores protestam na Esplanada por melhorias na educação

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Na manhã desta quarta-feira (19), cerca de 2,5 mil professores (de acordo com a CNTE) estiveram presentes no terceiro e último dia da Greve Nacional, convocada pela própria Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação.
Fátima Silva, Secretária de Relações Internacionais da CNTE, explica a importância do movimento.  “Nesses três dias, estamos mostrando para os governos estaduais, municipais e federal, que nós não aceitamos a atualização do piso apenas pelo índice do INPC. Também nós queremos a imediata votação do PNE, com toda a aplicação dos recursos destinados para a educação que estão no processo de tramitação, como os royalties do petróleo e os 10% do PIB”, diz.
Na pauta  de reivindicações, também estão a carreira e jornada para todos os profissionais de educação e o cumprimento da Lei do Piso em todo o país, algo que só ocorre no Distrito Federal, Acre, Tocantins e Ceará.
“Nós, da CUT-DF, filiados a CNTE, estamos presentes e nos organizamos nacionalmente, para exigirmos que a escola pública seja de fato valorizada”, aponta Rodrigo Rodrigues, Secretário de Formação da entidade.
O próximo ato será em defesa da educação pública do DF, no dia 27 de março (quinta-feira) às 9h, em frente ao Palácio do Buriti. As principais reivindicações são: nomeação de professores (as) concursados(as); garantia do gozo da redução de 20% de regência (Lei nº5105/13); equiparação do auxílio-alimentação com a C.L.D.F.; valorização da Carreira do Magistério; mais verbas para as escolas; regularidade no repasse do PDAF para as escolas; gozo da licença prêmio; plano de saúde e equiparação salarial com a carreira médica.
Foto: Tomaz de Alvarenga

Um PNE pra valer exige a complementação da união ao CAQi e ao CAQ

POSICIONAMENTO PÚBLICO
Às vésperas da apresentação do relatório do PL 8035/2010 (Plano Nacional de Educação – PNE), a rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação reafirma sua inequívoca defesa do texto aprovado pela Câmara dos Deputados em junho de 2012, reforçando o último posicionamento público do Fórum Nacional de Educação (FNE), do qual a rede faz parte.
 Assinada por todos os membros do Fórum, que congrega organizações e movimentos da sociedade civil, confederações sindicais e representantes de gestores públicos municipais, estaduais e do próprio MEC, a 21ª Nota Pública do FNE – em defesa e em respeito às deliberações da Conferência Nacional de Educação de 2010 (Conae-2010) – solicita que os deputados e as deputadas da Comissão Especial:
–    retomem o prazo de alfabetização de crianças até, no máximo, os oito anos de idade ou o terceiro ano do ensino fundamental (Meta 5);
–    efetivem o compromisso do poder público com a ampliação de matrícula pública tanto na educação técnica profissional de nível médio (Meta 11) quanto na educação superior (Meta 12);
–    retomem o princípio do investimento público em educação pública (Meta 20);
–  assegurem a implementação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi) no prazo de dois anos após a aprovação do PNE, garantindo a complementação com recursos financeiros da União, aos Estados e Municípios que não atingirem o valor do CAQi e, posteriormente, do Custo Aluno-Qualidade (CAQ) (Estratégias da Meta 20, especialmente Estratégia 20.10 da versão de PNE da Câmara);
–    consagrem o papel da sociedade civil, representada no Fórum Nacional de Educação, frente às conferências municipais, estaduais, distrital e nacional. (Artigos da Lei).
Para qualificar o debate, além de reiterar o consenso entre os membros do FNE em torno dos pontos acima mencionados, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação divulgou na semana passada um parecer legal sobre a boa técnica legislativa e a constitucionalidade da complementação da União ao Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi) e ao Custo Aluno-Qualidade (CAQ). Escrito por Oscar Vilhena Vieira (FGV-Direito), Eloisa Machado de Almeida (FGV-Direito) e Salomão Ximenes (Ação Educativa). O documento traz novas linhas argumentativas ao que já era conhecido: o CAQi tem base constitucional, bem como a complementação da União ao mesmo.
Diante do exposto, a rede da Campanha Nacional pelo Direito à Educação reitera a importância da retomada do texto da Câmara dos Deputados especialmente em relação aos pontos explicitados na 21ª. Nota Pública do FNE. Ao mesmo tempo, reconhece a postura democrática dos deputados e das deputadas da Comissão Especial, que possibilitaram a abertura ao diálogo, especialmente promovida pelo presidente da Comissão, Dep. Lelo Coimbra (PMDB-ES), e pelo relator da matéria, Dep. Angelo Vanhoni (PT-PR).
Representando importante estrato da sociedade civil organizada, a Campanha reivindica que a decisão dos parlamentares garanta a promoção do direito à educação a todos os brasileiros e todas as brasileiras. Para tanto, além da reafirmação do texto da meta 20 e suas respectivas estratégias, como aprovado na emblemática sessão de junho de 2012, é fundamental que a responsabilidade pela implementação do CAQi e do CAQ não recaia exclusivamente para os gestores estaduais e municipais. Neste caso, trata-se, simplesmente, de respeito a preceito constitucional, exposto no primeiro parágrafo do Art. 211 da Constituição Federal:
Art. 211. A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino.
§ 1º A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios, financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá, em matéria educacional, função redistributiva e supletiva, de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios;
Constituição Federal de 1988- grifo nosso.
Ciente da consciência dos parlamentares sobre o impacto de sua decisão para a população brasileira e para a boa gestão da educação pública, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação espera uma decisão condizente com a envergadura da matéria. Assim, manifesta que acompanhará de perto a apresentação do relatório e a votação do mesmo, fazendo todos os esforços pela garantia de um “PNE pra Valer!”, por meio de uma decisiva participação financeira e técnica da União na educação básica.
Brasil, 18 de março de 2014.
Assina o Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação:
Ação Educativa – Assessoria, Pesquisa e Informação
ActionAid Brasil
CCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Uncme(União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação).
 

PNE pra valer, já!

Nesta quarta-feira (19), coincidindo com o ato público convocado pela CNTE e seus sindicatos filiados em Brasília, para finalizar a greve nacional de três dias promovida pela categoria, o relator do Plano Nacional de Educação na Câmara dos Deputados, Ângelo Vanhoni (PT-PR), apresentará seu relatório aos membros da Comissão Especial do PNE, que deverão votar a matéria antes de remetê-la para apreciação do plenário da Casa.
Conforme informado pela CNTE, anteriormente, a votação do PNE precisa ocorrer o mais tardar neste primeiro trimestre, pois, a partir daí, como de costume em anos eleitorais, o Congresso Nacional entrará em “recesso branco” em razão das eleições de outubro.
Sobre o conteúdo do Plano Nacional de Educação, a CNTE já manifestou apoio majoritário ao substitutivo aprovado inicialmente na Câmara dos Deputados, embora a Entidade considere importante que o projeto final absorva alterações pontuais produzidas no Senado, como nas metas 15 e 16 que incorporaram os conceitos da Lei 12.796, estendendo aos funcionários da educação o direito à formação inicial e continuada até então previsto somente para o magistério.
Sobre a meta 20, referente ao financiamento, a CNTE luta pela vinculação do percentual equivalente a 10% do PIB para a educação púbica, bem como pela garantia de complementação da União ao Custo Aluno Qualidade, a ser implementado nos primeiros anos de vigência do PNE.
Em paralelo ao debate do Plano Nacional de Educação, a CNTE reitera sua posição contra as propostas dos governadores para o reajuste do piso do magistério, e espera que o Congresso Nacional não tome mais nenhuma posição sobre essa questão, sem prévia consulta aos trabalhadores da educação. Nosso apelo visa a evitar novos desgastes, como os ocorridos por ocasião da votação do PL 3.776/08, que continua com a decisão de vincular o reajuste do piso ao INPC suspensa, em razão de recurso interposto por um grupo de parlamentares, a pedido da CNTE, ainda pendente de apreciação em plenário.
A CNTE aproveita a oportunidade para parabenizar seus sindicatos filiados pela realização da vitoriosa greve nacional em defesa do piso do magistério e da valorização de todos/as os/as trabalhadores/as em educação, e desde já convoca a categoria para organizar a 15ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública, que acontecerá de 24 a 30 de abril, em todos os estados.
 

Em mais um dia de greve, professores dão aula nas ruas do país

A aula desta vez saiu das salas e partiu para as ruas. Mas aula de cidadania e de como uma nação deve encarar seus desafios e lutar pelas questões mais cruciais para o desenvolvimento do país e a melhoria de vida das pessoas. Nesta terça-feira (18) mais de 3 milhões de profissionais da rede pública de ensino da educação básica ligados à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (Cnte) continuam em greve em defesa da valorização dos trabalhadores e da educação pública.
“Na quarta-feira encerraremos a paralisação com uma grande manifestação em Brasília e cobraremos uma posição da presidenta Dilma sobre a nossa pauta de reivindicações”, diz Marilene Betros, dirigente da CTB.
A Cnte organizou a greve pela lei do piso, por jornada que possibilite condições adequadas de trabalho, por plano de carreira, pela imediata aprovação do Plano Nacional de Educação e em defesa das verbas públicas para a educação pública. As bandeiras mais importantes do movimento referem-se à reserva d e1/3 da jornada de trabalho para o profissional poder se dedicar melhor e aperfeiçoar-se e uma política de carreira que propicie condições dos jovens abraçarem a rede pública. “Lutamos para que a contratação seja somente por concurso público e com plano de carreiras, senão os jovens principalmente da área das exatas vão para o ensino privado, onde ganham 4, 5 vezes mais”, garante.
Entre os objetivos dos grevistas que nesta terça-feira (18) realizaram protestos pelos estados é o respeito à lei do piso salarial da categoria e um plano de carreira que seja atrativo. “Estamos fazendo negociações com os governadores também para avançar nas conquistas dos trabalhadores em educação’, acentua Marilene. “Precisamos de mais profissionais para a educação básica e para o ensino fundamental”, enfatiza. Muitas manifestações ocorreram nesta terça por todos os estados.
(Do Portal Vermelho)

Saúde infantil e educação básica pública podem receber recursos do pré-sal

Projeto que beneficia a saúde infantil e a educação básica pública com recursos da exploração do petróleo e do gás da camada pré-sal (PLS 280/2013) foi aprovado nesta terça-feira (18) pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) e segue agora para a Comissões de Assuntos Sociais (CAS).
Atualmente a lei já direciona verbas para a educação e a saúde pública, de forma geral, mas o proposto pelos senadores Cristovam Buarque (PDT-DF) e Ricardo Ferraço (PMDB-ES), canaliza parte dos recursos do Fundo Social, instituído pela Lei nº 12.351/2010, especificamente para a educação básica e a saúde pública infantil. Além disso, destina para o fundo a totalidade dos recursos arrecadados com os bônus de assinatura (espécie de taxa cobrada pelo governo para autorizar o consórcio vencedor do leilão a operar no pré-sal).
Segundo o relator do PLS 280/2013, senador Cyro Miranda (PSDB-GO) a medida é oportuna para reforçar a proposta do Plano Nacional de Educação, que contempla a meta de aumentar o investimento público do país em educação para 10% do produto interno bruto no próximo decênio.
– O retorno do investimento em educação é muito maior do que o de aplicações no mercado financeiro. Assim, não vislumbramos melhor emprego para os bônus de assinatura dos leilões de contratos de partilha que não a sua imediata aplicação na educação básica, notadamente no segmento público, com o que garantimos ainda mais o seu retorno social – avaliou Cyro.
Após a análise da CAS, será a vez da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) analisar o projeto, em caráter terminativo.
(Da Agência Câmara)

Atraso na convocação de servidores aprovados motiva falta de professor

Em meio a reclamações de falta de professores em escolas da rede pública, Secretaria de Educação e Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF) divergem sobre as causas do problema. O sindicato sustenta que o atraso na convocação dos servidores aprovados no último concurso é o principal motivo da carência de educadores. “O banco está esvaziado. Existem postos, no entanto, não há professores porque o concurso só será homologado no fim do mês”, explica Cláudio Antunes Correia, diretor de Imprensa do Sinpro-DF. Além disso, a entidade denuncia a contratação irregular de profissionais temporários deixa muitas salas de aula vazias.
O subsecretário de Gestão dos Profissionais da Educação, José Eudes Oliveira, garante que não há substituições indevidas. Segundo ele, o problema é causado porque os professores temporários não aceitam cobrir licenças muito curtas. “Na rede pública, não falta professor. O que causa isso são as licenças curtas e a dificuldade de encontrar profissionais para esses períodos”, explica. Diante da denúncia do sindicato, o subsecretário explica que o quadro está completo. “Todo começo de ano, fazemos a divisão de turmas, que são preenchidas com professores de carreira. Se uma escola tem turma nova, ela gerou uma carência excepcional e, como os concursados ainda não foram liberados, alguns temporários preenchem em caráter provisório”, explica.
Com informações do Correio Braziliense

Greve dos professores prossegue em Luziânia

Os professores do Entorno se mobilizam para que as prefeituras cumpram seus compromissos com a categoria. Em Luziânia a greve, que começou no ano passado, foi retomada no início deste mês. A categoria reivindica a recomposição salarial do piso de 2013, o abono salarial do final do ano e uma gratificação de 5% que foi paga a todos os funcionários públicos do município (mas que para os professores, foi de apenas 2,94%).
Além do reajuste, os professores também denunciam más condições de trabalho. Não há diálogo com a prefeitura local, que apenas ofereceu reajuste de 6%. O piso nacional de 2013 não foi pago e também o índice de 2012 não foi alcançado em sua plenitude.
Em Formosa e no Novo Gama, também ocorrem paralisações dos professores. O Sinpro apoia as manifestações e se solidariza com todos os companheiros e companheiras do Entorno nesta luta pela valorização do(a) professor(a) e por uma escola pública de qualidade.

Professora de escola particular do Sudoeste está desaparecida desde o dia 09

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A Polícia Civil do DF investiga o desaparecimento da professora Márcia Regina Lopes, de 56 anos, que lecionava em um colégio particular do Sudoeste. A última notícia a respeito dela foi em uma rede social na manhã de domingo, dia 9 de março. O carro da professora também desapareceu.
Familiares e amigos fazem ampla divulgação com cartazes, por diversas partes do DF para obterem notícias sobre o seu paradeiro.
Quem tiver alguma informação sobre a professora pode entrar em contato com o Sinproep-DF (Sindicato dos Professores em Estabelecimentos Particulares de Ensino do Distrito Federal) no telefone 3321-0042.
(Foto: Arquivo pessoal)

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