UnB realiza II Seminário Distrital do PNEM

A Universidade de Brasília (UnB) realiza, dia 17 de março, o II Seminário Distrital do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio(PNEM). O seminário acontece no Auditório da FINATEC (UnB) e na Sala Papirus – FE, e é aberto para os profissionais da educação atuantes no ensino médio e no 3º segmento da Educação de Jovens e Adultos (EJA).

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CEF 418 de Santa Maria é a única escola do DF premiada no Desafio Piquenique pela Sustentabilidade

O Centro de Ensino Fundamental 418 de Santa Maria ficou em 3º lugar no Desafio Piquenique pela Sustentabilidade, realizado pelo Instituto Edukatu. O CEF foi a única escola do Distrito Federal a ser premiada no desafio por trabalhar a conscientização pela sustentabilidade. A escola, que já tinha sido selecionada para participar da IV Conferência do Meio Ambientecom o projeto horta suspensa, foi premiada com 1 Tablet Slate 7 da HP.
A premiação é um reconhecimento pela dedicação e o envolvimento das equipes, professores, alunos, coordenadores e gestores, como verdadeiros agentes de transformação rumo a uma sociedade mais equilibrada.

UnB e Secretaria de Educação discutem ensino médio em seminário na segunda (17)

O 2º Seminário Distrital do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM) será na segunda-feira (17). Evento contará com aula inaugural do curso de formação de professores.
No dia 17 de março de 2014 a Universidade de Brasília (UnB) e a Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal (SEEDF) realizam o II Seminário Distrital do Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio – PNEM, que irá ocorrer no auditório da FINATEC (manhã e tarde) e na sala Papirus na Faculdade de Educação (noite). O seminário é destinado aos formadores da UnB/EAPE, orientadores de estudo da SEDF e representa a abertura oficial das atividades e contará com a aula inaugural – Formar Professores para Fortalecer Aprendizagens – ministrada pelo professor António Nóvoa da Universidade de Lisboa.
Sob a coordenação de Wivian Weller e Ricardo Gauche, ambos professores da Universidade de Brasília, o curso de 200 horas será oferecido durante o ano de 2014 para professores e coordenadores pedagógicos das escolas regulares de Ensino Médio e do 3º Segmento da Educação de Jovens e Adultos (EJA), mobilizando 107 escolas, cerca de 40 professores-formadores, 200 orientadores de estudo e aproximadamente 5.000 professores da Secretaria de Estado de Educação do Distrito Federal.

O que é o PNEM?

O Pacto Nacional pelo Fortalecimento do Ensino Médio (PNEM) é um acordo através do qual o Ministério da Educação (MEC) e as Secretarias Estaduais e Distrital de Educação assumem o compromisso com a valorização da formação continuada dos professores e coordenadores pedagógicos que atuam no Ensino Médio público. Entende-se que é importante realizar uma ampla reflexão referente à temática “Sujeitos do Ensino Médio e Formação Humana Integral”, em conformidade com as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Médio – DCNEM.
Essa formação integra um conjunto de ações igualmente comprometidas com o fortalecimento e ampliação da qualidade do Ensino Médio, dentre as quais destaca-se o Programa Ensino Médio Inovador (ProEMI), por meio do qual as escolas podem obter recursos financeiros exclusivamente destinados para o desenvolvimento de projetos pedagógicos voltados para a inovação curricular. O PNEM pretende fortalecer essas ações que já vem sendo desenvolvidas em diversas escolas públicas e fomentar a discussão sobre práticas docentes à luz das diretrizes curriculares para a formação da juventude do País.
Fonte: Agência UnB

Educação ajudou a reduzir desigualdade no Brasil, diz ganhador de Nobel

O economista Eric Maskin, um dos ganhadores do Prêmio Nobel de Economia de 2007, afirmou nesta quarta-feira que a educação foi uma das principais responsáveis pela redução da desigualdade no Brasil nos últimos dez anos, com a universalização do acesso de estudantes à educação básica. No entanto, segundo ele, é preciso avançar na qualidade.
“(A política anterior) conseguiu fazer com que as crianças fossem para a escola, mas é preciso fazer algo novo. São necessárias novas políticas educacionais para elevar a qualidade da educação”, afirmou, após seminário na Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio.
O norte-americano venceu o prêmio juntamente com os economistas Leonid Hurwicz e Roger Myerson, com a teoria que permite distinguir situações em que os mercados operam bem de outras em que não operam. Com o trabalho desenvolvido por eles, avançou-se muito na ciência de como regular o mercado.
Maskin também citou programas de transferência de renda como responsáveis pela redução da desigualdade no País. O economista afirmou ainda que o Brasil teve sucesso na diminuição da disparidade de renda, enquanto isso não ocorreu em outros países em desenvolvimento, como a Índia e a China. “Esses países ainda não introduziram políticas governamentais para redução de desigualdade. Estão mais concentrados no crescimento”, afirmou. Ele alerta que a situação nesses locais deve ser olhada com atenção. “A desigualdade cresceu de uma forma que eles precisarão lidar com esse problema cedo ou tarde, e espero que seja logo”, disse, após debater a disparidade na distribuição de renda em um mundo globalizado.
Questionado sobre lições que o Brasil poderia aprender de outros países, Maskin falou sobre evidências de que crianças na pré-escola, com idade entre 3 e 4 anos, conseguem retorno salarial no futuro. “Colocar as crianças no sistema educacional antes mesmo da idade normal, o que seria entre 3 e 4 anos, pode trazer benefícios futuros a elas, conforme temos visto nos Estados Unidos. Quando elas ingressam no mercado de trabalho, se saem melhor, arrumam melhores empregos e ganham mais”, afirmou, acrescentando que as diferenças são notadas apenas quando elas crescem.
Fonte: Estadão

Carta aberta em defesa do texto do PNE da Câmara dos Deputados

A complementação da União ao CAQI é constitucional e o CAQI reduz as desigualdades brasileiras

Brasil, 12 de março de 2014.

 Aos parlamentares da Comissão Especial do PL 8035/2010
(Plano Nacional de Educação)
Senhores parlamentares,
Conforme anunciado na audiência pública de 25 de fevereiro de 2014, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação disponibiliza o parecer que atesta a constitucionalidade e boa técnica legislativa do CAQi (Custo Aluno-Qualidade Inicial) e do CAQ (Custo Aluno-Qualidade), bem como da necessária complementação da União para a viabilização de ambos.
O documento foi fruto de consulta formal a três dos principais juristas que trabalham com direitos sociais no Brasil, todos com extensa experiência na defesa da cidadania nos tribunais brasileiros, em especial perante o Supremo Tribunal Federal (STF). São eles: Oscar Vilhena Vieira (FGV-Direito), Eloisa Machado de Almeida (FGV-Direito) e Salomão Ximenes (Ação Educativa – Programa Ação na Justiça).
Vale acrescentar que em 27 de fevereiro de 2014 o Prof. Luiz Araújo, da Universidade de Brasília, defendeu sua tese de doutorado na Universidade de São Paulo. O trabalho consistiu na simulação dos custos para
implementação do CAQi, mecanismo que consta das propostas de PNE, criado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação e normatizado pelo Conselho Nacional de Educação (CNE).
Por meio de simulações baseadas no índice de Gini, entre outros achados, a pesquisa mensurou que a implementação do CAQi, desde que viabilizado pela complementação da União, é capaz de – em um ano – reduzir em 12% a desigualdade de renda verificada nos municípios brasileiros. E essa consiste em uma das tarefas mais importantes para o país e para a viabilização do direito à educação.
Assim, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação reitera sua solicitação de que os deputados e as deputadas optem pela versão de PNE da Câmara dos Deputados, em especial no caso das Metas 11, 12 e 20 e de suas respectivas estratégias, especialmente àquelas relativas ao CAQi e ao CAQ, principalmente por meio da exigência de complementação da União para viabilização de ambos.
Atenciosamente,
CAMPANHA NACIONAL PELO DIREITO À EDUCAÇÃO.
Comitê Diretivo da Campanha Nacional pelo Direito à Educação:
Ação Educativa
ActionAid Brasil
CCLF (Centro de Cultura Luiz Freire)
Cedeca-CE (Centro de Defesa da Criança e do Adolescente do Ceará)
CNTE (Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação)
Fundação Abrinq pelos Direitos da Criança e do Adolescente
Mieib (Movimento Interfóruns de Educação Infantil do Brasil)
MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra)
Uncme (União Nacional dos Conselhos Municipais de Educação)
Undime (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação)
 

Confira a agenda da CUT-DF em homenagem ao Dia Internacional da Mulher

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a CUT-DF programou uma agenda com várias palestras, debates e atividades especiais para as mulheres.

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Falta de professores faz Escola Parque da 304 Norte paralisar atividades

Nesta quarta-feira, após a deliberação da assembleia geral conduzida pelo conselho escolar da Escola Parque 304 Norte, as atividades na escola estão paralisadas em protesto pela falta de professores no local.
O Sinpro acompanha a questão da falta de professores na rede. A Secretaria de Educação fez uma convocação de novos profissionais na última sexta-feira (7), mas conforme o próprio Sinpro já tinha alertado, o número ainda é insuficiente e muitas escolas continuam com falta de professores.
Como consequência, alguns companheiros (as) que possuem o benefício de redução de 20% de regência de classe, garantido por lei, não estão podendo usufruir em virtude de a Secretaria de Educação não designar para as escolas mais professores para suprir esta carência.
Um dos fatores que contribuiu para o déficit foi a própria secretaria retardar a realização do concurso público em 2013, que era para junho, mas só ocorreu em dezembro. Portanto até hoje ele não foi homologado, algo que só vai ocorrer no final deste mês. Sendo assim, as nomeações só ocorrerão no final de abril, o que intensificará este problema em várias instituições de ensino.
O Sinpro reafirma que os professores efetivos devem suprir as carências definitivas (aposentadorias e exonerações) e os professores de contratação temporária, para as carências de licença-maternidade, tratamento de saúde e preenchendo os horários dos(as) colegas que usufruem do benefício de redução de 20% de regência de classe.
A solução é contratar os professores concursados, com urgência. Embora o Governo do Distrito Federal tenha convocado 711 professores(as) em janeiro de 2014, o banco de concursados de 2010 não foi totalmente zerado e disciplinas como Física, Química, Filosofia, Sociologia, Espanhol e Contabilidade ainda apresentam pessoas concursadas aguardando convocação, segundo nota divulgada pela própria SEAP (Secretaria de Administração Pública) no dia 16 de janeiro deste ano.

Sinpro parabeniza a Escola de Música de Brasília pelos 40 anos de história

Considerada referência em educação musical na América Latina, a Escola de Música de Brasília (EMB) comemora 40 anos de história nesta terça-feira (11). Fundada em 11 de março de 1974 pelo maestro Levino Alcântara, a EMB sempre teve como preocupação o ensino profissionalizante de música e formar técnicos em instrumento e canto lírico. Atualmente a Escola de Música conta com aproximadamente 270 professores(as) de matérias básicas, canto e instrumentos, que lecionam para mais de 2,5 mil alunos nos cursos oferecidos.
O Sinpro parabeniza todos os professores e professoras que ao longo dos anos ajudaram a transformar a Escola de Música em referência, oferecendo educação de qualidade aos alunos e alunas. Para comemorar as quatro décadas de história, a EMB será homenageada com um concerto especial da Orquestra Sinfônica da Escola de Música, com a presença do Coro Sinfônico da unidade de ensino, sob a regência do maestro Joel Barbosa, às 20 horas, na sede da instituição (Quadra 602 – Módulo D – Av. L2/Sul, Asa Sul). O repertório contará com composições de Ludwig van Beethoven e George Frideric Handel.

Estudantes de escola depredada fazem passeata para pedir fim da violência

Com faixas e cartazes, adolescentes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental protestaram ao redor de toda a QNO 19 do Setor O
Alunos do Centro de Ensino Fundamental 34, no Setor O, que tiveram a escola depredada durante o feriado de carnaval fizeram uma passeata nesta terça-feira (11/3) para pedir mais segurança no centro de ensino, o fim da violência e do tráfico de drogas no local. Alunos do Centro de Ensino Fundamental 31 também participaram do ato, que juntou cerca de 300 pessoas.
Com faixas e cartazes, os adolescentes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental protestaram ao redor de toda a QNO 19. Eles também distribuíram folhetos com as reivindicações dos estudantes, entre elas, a presença de vigilantes durante todas as noites no colégio, a contratação de porteiros permanentes e de auxiliares de disciplina, além da instalação de um circuito interno de segurança. O Batalhão de Policiamento Escolar (BPEsc) acompanhou a passeata, que foi pacifica. A 24ª Delegacia de Polícia (Setor O) investiga o ato de vandalismo que deixou 30% da escola destruída após uma invasão, durante o período em que o colégio estava sem vigias.
A sala dos professores foi danificada, lâmpadas, grades e portas foram quebradas, e parte da área externa foi incendiada. Os grupo rasgou livros da biblioteca, alguns deles nem chegaram a ser usados. Os vândalos levaram pelo menos um computador, mas em fevereiro, pelo menos dez já tinham sido furtados.
Na época da depredação, o diretor do colégio disse que a ação foi uma retaliação, porque na semana anterior ao episódio ele havia advertido os alunos que fumam maconha na escola. Ele chegou a pedir reforço da segurança no local, mas até hoje o centro de ensino continua sem segurança.
Fonte: Correio Braziliense

Sinpro apoia greve dos professores em Luziânia

A grande maioria dos professores de Luziânia (GO) está em greve desde a semana passada. A categoria reivindica a recomposição salarial do piso de 2013, o abono salarial do final do ano e uma gratificação de 5% que foi paga a todos os funcionários públicos do município (mas que para os professores, foi de apenas 2,94%).
Jalmerinda Nunes é a presidente da regional Valparaíso/Luziânia do SINTEGO (Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás) e em entrevista afirmou que a greve foi discutida com a categoria durante todo o ano de 2013.
“Discutimos a greve desde o ano passado. Nós do SINTEGO fazemos uma luta muito grande pela negociação, mas o diálogo com o prefeito e o secretário de finanças da cidade não está fácil. A greve é nosso artifício para lutar e mostrar para a população que ganhamos mal, que as escolas precisam de reforma, que tem professor custeando xerox do próprio bolso. Escola pública de qualidade também significa lanche e água de qualidade. Tem escola abastecida por caminhão-pipa, a água não é boa”, diz.
De acordo com Jalmerinda, a prefeitura ofereceu reajuste de 6% em três parcelas, índice muito inferior ao que é discutido e que a categoria merece.
O Sinpro apoia a greve e se solidariza com todos os companheiros e companheiras de Luziânia nesta luta pela valorização do(a) professor(a) e por uma escola pública de qualidade.
(Com informações do site local O Dia a Dia)

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