Instituto oferece oficina de percussão corporal a educadores (as)

O Instituto Batucar, que desenvolve o Projeto Batucadeiros há 12 anos, no Recanto das Emas, promovendo a inclusão social e o empoderamento comunitário de crianças e adolescentes através da música, convida professoras e professores a participarem da oficina de percussão corporal.
A oficina, voltada para educadores (as), tem o objetivo de compartilhar a tecnologia de música corporal desenvolvida pelo Batucadeiros, a qual é reconhecida por instituições como Itaú, Unicef, UnB e ONU.
Em consonância com a Lei 11769/2008 que estabelece a obrigatoriedade da música em toda a educação básica, o Instituto apresenta uma proposta eficiente e eficaz para a promoção da música a partir da percussão
corporal.
A oficina será realizada no dia 9 de novembro, das 8 às 18 horas. O custo da participação é de R$ 200,00 (com direito a almoço, apostila e certifica de participação). Inscrições pelo email < oficina@batucar.org.br>
 
PROGRAMA
 
BLOCO I
VIVÊNCIA CORPORAL
8h ALONGAMENTO
AQUECIMENTO CORPORAL E VOCAL
EXPLORAÇÃO DOS SONS DO CORPO (jogos e dinâmicas)
10h COFFEE BREAK
10h20 TÉCNICAS DE PERCUSSÃO CORPORAL
MONTAGENS DE RITMOS
12h ALMOÇO “BATE-PAPO GOURMET”
BLOCO II
PRÁTICAS PARA O ENSINO
14h ESTRATÉGIAS PARA SALA DE AULA
COMO? POR QUÊ? PRA QUÊ? QUANDO?
JOGOS
DINÂMICAS
BASES TEÓRICAS
NOMENCLATURA BÁSICA BATUCADEIROS
 
17h LANCHE MUSICAL
APRESENTAÇÃO GRUPO BATUCADEIROS
18h ENCERRAMENTO
Ao final da Oficina cada participante receberá uma apostila e um certificado de participação “Batucadeiros – Oficina de Percussão Corporal” CAPACITAÇÃO DE EDUCADORES – Módulo I

II Fórum Regional de Educação Inclusiva

Já estão abertas as inscrições para o II Fórum Regional de Educação Inclusiva: O potencial da diversidade, que será realizado nos dias 5 e 6 de novembro, no auditório do Hospital Regional de Santa Maria. Para garantir sua vaga basta mandar um e-mail para forumregionaleducacaoinclusiva@gmail.com informando o nome completo, matrícula ou CPF, número de celular e as palestras que deseja participar.

O Fórum, que terá como tema central o potencial da diversidade, tem o objetivo de debater com a comunidade escolar a inclusão e a aprendizagem de nossos estudantes com necessidades educacionais especiais. O evento é destinado a professores regentes, profissionais dos serviços especializados (salas de recursos), pais e demais membros da comunidade escolar. Sua presença é fundamental!
Clique aqui e confira a programação completa.

Madrigal de Brasília comemora 50 anos com série de concertos

Em comemoração aos 50 anos do Coral Madrigal de Brasília (1963/2013), o Centro de Ensino Profissional Escola de Música de Brasília convida o público a participar da série de eventos que serão realizados na próxima semana.
Já na segunda-feira e terça (4 e 5), ocorrerão os Encontros de Corais, no teatro da Escola de Música de Brasília, às 19h30. Na quarta-feira (6), será a vez do Concerto de Gala do Madrigal sob a regência dos maestros Éder Camúzis, Lincon Andrade, Jocelei Bohrer, Emilio De Cesare e Levino de Alcantara, no Teatro Plínio Marcos (espaço Funarte, atrás da Torre de TV), às 20 horas.
Para fechar as comemorações, na quinta-feira (7) haverá o Concerto de Encerramento do Jubileu de Ouro do Madrigal de Brasilia com todos os coros convidados. Também será no Teatro Plínio Marcos, às 20 horas.
A Diretoria do Sindicato dos Professores no Distrito Federal e o seu Coral Sinprônico parabenizam os integrantes do Madrigal de Brasília por esses 50 anos dedicados à música.

Jogos interescolares pela socialização e inclusão

As escolas públicas do Guará realizam, no dia 4 de novembro, os Jogos Interescolares do Guará (JIG), no Centro Olímpico da Estrutural. A proposta dos jogos é usar o esporte como um instrumento pedagógico. “O intuito é fomentar a cooperação, a inclusão e a socialização entre as comunidades escolares do Guará e da Estrutural”, comenta o professor de Educação Física, Daniel Correa de Castro.

A abertura dos jogos será às 9h, com a apresentação de modalidades esportivas e música.

Cineclube Bancário apresenta quatro filmes este mês

O Cineclube Bancário oferecerá quatro produções cinematográficas nacionais de qualidade durante o mês de novembro. O filme Era uma vez Eu, Verônica vai inaugurar as projeções nesta segunda-feira (04) narrando a história de uma jovem de 24 anos que vive uma fase de transição após se formar em medicina. No dia 11 de novembro será a vez de Cru. Inspirada na peça teatral de Alexandre Ribondi, o filme mostra o acerto de contas entre um forasteiro e um matador de aluguel. Raça, de Joel Zito Araújo e Megan Mylan, será exibido no dia 18 de novembro. O documentário fala de três personagens afro-brasileiros que estão lutando por igualdade racial no Brasil.

Já no dia 25 de novembro será a vez de Hoje. Dirigido por Tata Amaral, o drama retrata a história de uma ex-militante política que recebe uma indenização do governo, em decorrência do desaparecimento do marido, vítima de agressão provocada pela ditadura militar. Os filmes tem entrada franca e são exibidos no Teatro dos Bancários (EQS 314/315 – Asa Sul), sempre às 20h.

Mobilização Nacional dos Funcionários da Educação é nesta quarta (30)

Aprovada pelo Conselho Nacional de Entidades da CNTE, a Mobilização Nacional dos Funcionários da Educação será no dia 30 de outubro em Brasília/DF, em frente ao Ministério da Educação (MEC), às 10 horas da manhã. O objetivo é fortalecer a luta pelo direito à formação e à valorização profissional dos funcionários, sob a pauta de mais investimentos para o programa Profuncionário; do cumprimento da Lei 12.796/2013; da realização de concurso público para acesso na carreira; contra a terceirização e pela regulamentação do piso e das diretrizes nacionais para os planos de carreira dos profissionais da educação.
De acordo com Edmílson Lamparina, coordenador do Departamento de Funcionários de Escola (DEFE) da CNTE, cada sindicato deve trazer para Brasília um grupo de 5 a 10 pessoas, na expectativa de mobilizar por mais investimentos, principalmente para a formação continuada: “Nós vamos discutir piso, carreira e profissionalização. A pauta é grande. É preciso exigir a implementação da lei 12.796/2013, que trata da formação continuada, por exemplo. E precisamos da retomada dos acordos de cooperação do Profuncionário, garantindo que estados e municípios ofereçam os cursos ténico-profissionalizantes. Onde o projeto segue nas mãos do governo local, como no MS e no DF, o programa de desenvolvimento profissional dos funcionarios da educação é uma realidade”.
Após o ato no MEC, as delegações se deslocarão para o Congresso Nacional, onde visitarão os parlamentares responsáveis pela relatoria de projetos de interesse da categoria. Está prevista também audiência da CNTE com o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
Lamparina destaca a importância da participação das afiliadas: “É necessário estarmos juntos nessa mobilização para que possamos comemorar, também juntos, os resultados e as nossas conquistas”.

CE volta a debater Plano Nacional de Educação nesta terça (29)

A Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) vai realizar na terça-feira (29), às 9h, a quarta audiência pública para debater o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 103/2012, que trata do Plano Nacional de Educação (PNE). A realização da audiência atende a requerimento dos senadores Angela Portela (PT-RR), Inácio Arruda (PCdoB-CE) e Alvaro Dias (PSDB-PR), relator da matéria na CE.
Para a audiência, estão convidados os presidentes do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Educação (FNCE), Maurício Fernandes Pereira; da União Nacional dos Estudantes (UNE), Virgínia Barros; e da Organização dos Professores Indígenas de Roraima (Opir), Rivanildo Cadete Fidelis. A secretária-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Marta Vanelli, e o presidente do Fórum das Entidades Estudantis do Brasil, Ricardo Holz, completam a lista de debatedores.
O PNE é um plano do governo para melhorar a qualidade da educação. Tem metas consideradas ousadas como a erradicação do analfabetismo até 2020, planos de carreira e valorização de professores, controle social das metas por parte da sociedade e atendimento escolar universal para estudantes com deficiência.
Agência Senado

MEC também critica proposta de exame nacional de professores

O diretor de Valorização dos Profissionais da Educação do Ministério da Educação, Antônio Roberto Lambertucci, criticou nesta quinta-feira a proposta de criação de um exame nacional dos professores da educação básica. A medida está prevista no Projeto de Lei 6114/09, em análise na Comissão de Educação.
Segundo ele, um exame nacional “representaria mais ônus, sem a devida eficácia”. Os professores, argumentou Lambertucci, “já passam hoje por uma série de avaliações, na graduação, no concurso público, no fim do estágio probatório e nas avaliações periódicas de desempenho. Um exame nacional padronizado não auxilia nesse processo”.
A declaração foi feita durante audiência pública sobre o tema, que aconteceu nesta quinta-feira  no Plenário 6 da Câmara dos Deputados.
Agência Câmara

5ª Parada do Orgulho LGBT de Ceilândia

A ONG Elos LGBT do Distrito Federal, afiliada à Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT) e ao Fórum de ONGs Aids do DF, promove a 5ª Parada do Orgulho LGBT de Ceilândia, neste domingo (27), de 14h às 22h, no Estacionamento do BRB – Ceilândia Centro.

Para CNTE, sistema de ensino é que deve ser avaliado

Em audiência pública nesta quinta-feira (24/10), na Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, defende que não adianta avaliar o professor sem avaliar todo o sistema de ensino.
A proposta que estabelece um exame nacional para os professores da educação básica (PL 6114/09) deverá ser votada pela Comissão de Educação até o final deste ano, de acordo com a relatora do projeto, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO). O texto, já aprovado pelo Senado, cria o chamado Exame Nacional do Magistério da Educação Básica (Enameb), com inscrição voluntária e gratuita. Na prova, seria analisada a evolução do conhecimento de cada professor em ciclos de cinco anos.
Para Roberto Leão, avaliar é importante, mas é papel do Estado oferecer boa formação: “Os profissionais da educação pública precisam do apoio do governo para se qualificar. O cidadão tem esse direito. O que não pode haver é avaliação para punição do professor. Deve-se avaliar o sistema, o aparato pedagógico, já que a qualidade da educação não depende só da formação do professor. Os problemas da educação devem ser atacados no seu conjunto”.
Na audiência, o diretor de Valorização dos Profissionais da Educação do Ministério da Educação, Antônio Roberto Lambertucci, afirmou que a proposta “representaria mais ônus, sem a devida eficácia”. Os professores, argumentou ele, “já passam hoje por uma série de avaliações, na graduação, no concurso público, no fim do estágio probatório e nas avaliações periódicas de desempenho. Um exame nacional padronizado não auxilia nesse processo”, completou.
A deputada Professora Dorinha, no entanto, lembrou que poucos estados já executam a avaliação periódica de desempenho dos professores. A medida está prevista na Lei de Diretrizes e Bases da Educação (Lei 9394/96), que foi editada há 17 anos, mas “ainda não está consolidada na prática”, segundo ela.
Diversidade – Lambertucci também argumentou que a medida não levaria em conta a diversidade do sistema educacional brasileiro, o que prejudicaria a avaliação do desempenho dos professores: “A avaliação é um instrumento complexo, que deve ser feita no contexto cultural e social em que se insere cada professor”.
Sobre esse ponto, Professora Dorinha observou que os alunos da educação básica já passam hoje por um exame nacional padronizado, que serve para compor o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). “Se podemos avaliar nacionalmente os alunos do ensino médio e do ensino fundamental por meio de uma base nacional comum, por que não podemos fazer o mesmo com os professores?”, questionou.
O custo da realização do exame e a participação dos professores também geram polêmica. Segundo o diretor de Avaliação de Educação Básica do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), Alexandre André dos Santos, a prova teria o custo de cerca de R$ 50,00 por professor, conforme o que é gasto hoje com a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). “O custo de uma avaliação dessa natureza é muito elevado para o País. Tendo em vista esse custo, é preciso avaliar se o exame é uma ação prioritária do governo federal”, ponderou.
Exame opcional – Outro ponto debatido foi a possível realização voluntária do exame. Conforme o projeto do Senado, participariam somente os professores que tivessem interesse na prova. “Não se pode exigir que quem já fez concurso passe por uma nova avaliação”, afirmou a relatora da proposta. Uma alternativa, segundo a deputada, seria a realização compulsória do exame para novos professores, que seriam contratados em um novo regime. Já os professores antigos teriam estímulos para a realização da prova, como progressão na carreira e certificação.
Mesmo assim, a medida foi criticada pela secretária de Educação de Mato Grosso, Rosa Neide Sandes de Almeida. “Se alguns professores fizerem a prova e receberem uma certificação, por exemplo, como ficarão aqueles docentes que não obtiverem essa certificação? Eles continuarão em sala de aula e a relação entre alunos e professores ficará prejudicada”, afirmou.
O presidente da CNTE disse que os docentes não necessariamente se opõem ao exame nacional do magistério. Leão afirmou, no entanto, que a prova deve ser acompanhada de outras medidas de avaliação do ensino: “Tem de avaliar não somente o professor, mas todo o sistema, como as condições de trabalho e o local de instalação da escola. Isso é necessário se quisermos analisar claramente como está a educação oferecida à sociedade brasileira”, ressaltou.
(CNTE com informações da Agência Câmara)
 

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