Maioria defende o texto da Câmara para Meta 4 do Plano Nacional de Educação

O resgate do texto aprovado pela Câmara dos Deputados para a Meta 4 do Plano Nacional de Educação (PLC 103/2012), que estabelece a universalização do atendimento escolar para alunos de 4 a 17 anos com deficiência “preferencialmente” na rede regular de ensino, foi reivindicado, nesta terça-feira (5), pela maioria dos participantes da sexta audiência pública da Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE) sobre o assunto.
Essa redação garantiria a inclusão escolar de pessoas com deficiência em classes comuns da escola regular, sem desconsiderar, por outro lado, o direito desses alunos e de suas famílias de optar pelo atendimento educacional em escolas especiais.
“Todo mundo na classe comum é radicalismo. É uma falta de respeito com a família, com a comunidade e até de humanidade. Duas perguntas precisam ser feitas: do que essa criança, adolescente, jovem e adulto (com deficiência) precisa? e onde ele pode ser bem atendido? – disse o ex-senador e atual secretário estadual de Educação do Paraná, Flávio Arns, que tem um filho de 38 anos com deficiência intelectual.
 Atendimento especializado
Arns encaminhou à CE – onde o PNE está em análise e tem como relator o senador Álvaro Dias (PSDB-PR) – documento do Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) pela manutenção do texto aprovado pela Câmara para a Meta 4 do PNE. O pleito contou com o apoio ainda de Patrícia Luiza Ferreira Rezende, dirigente da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis); José Turozi, vice-presidente da Federação Nacional das Apaes (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais); e Ana Cristina Correia e Silva, vice-diretora do Centro de Ensino Especial 01 do Distrito Federal.
“Será que a inclusão em escola comum é o mais indicado para todas as pessoas com deficiência? As escolas especiais não existem para separar grupos e nem ferem o direito de crianças de conviver com os seus pares, mas para garantir o direito à educação se a pessoa desejar ali se escolarizar”, sustentou Ana Cristina Correia, convencida de que a inclusão do termo “preferencialmente” pela Câmara na Meta 4 não só assegura direitos a essa parcela da população, como também está amparada em normas constitucionais.
O representante das Apaes – entidade presente em 2.130 municípios e envolvida no atendimento a 280 mil pessoas com deficiência – fez um apelo ao governo para tomá-la como parceira nesse processo de inclusão escolar.
“Somos a favor da inclusão, sim, mas com responsabilidade e sem radicalismo. É preciso consultar as partes interessadas na inclusão: alunos e familiares. A inclusão proposta acarretará mais exclusão”, avaliou Turozi, que também respalda a redação da Câmara para a Meta 4 por ter preservado o atendimento educacional especializado, de forma complementar e suplementar, nos moldes prestados pela instituição.
Apesar de criticar o modelo de inclusão escolar defendido pelo Ministério de Educação, a dirigente da Feneis considerou que as mudanças no PLC 103/2012 aprovadas pelos deputados respeitam a comunidade de surdos – cerca de nove milhões de pessoas no Brasil.
“A luta do MEC por escolas inclusivas não resolve a necessidade da pessoa surda, que quer ter seu ambiente linguístico natural (língua de sinais). O atendimento educacional especializado com intérprete de Libras (Língua Brasileira de Sinais) no contraturno (complementar à escolarização) não é suficiente”, reclamou Patrícia Rezende, que reivindica o direito dos surdos de estarem em escola regular, mas bilíngue, com a Libras como língua de instrução (língua natural) e o português como segunda língua.
 Inconstitucionalidade
A redação original da Meta 4 do PLC 103/2012 – resultante de consenso da Conferência Nacional de Educação (Conae) de 2010 – foi defendida pela procuradora da República Eugênia Augusta Gonzaga e pela professora Rosângela Machado, gerente de Educação Inclusiva na rede municipal de ensino de Florianópolis (SC). O texto do PNE enviado ao Congresso Nacional pelo Poder Executivo estabelecia, para a meta em debate, apenas a universalização do atendimento escolar a alunos de 4 a 17 anos com deficiência, sem mencionar a complementação da assistência pelo atendimento educacional especializado.
“Este texto (da Meta 4 formulado pela Câmara) é inconstitucional. Fere a Convenção da ONU (Organização das Nações Unidas) sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. O Senado não pode retroceder. Não há cumprimento do direito à educação fora do sistema inclusivo”, argumentou Eugênia Gonzaga.
Com informações da Agência Senado

Plenária nacional da campanha Para Expressar a Liberdade

No dia 13 de dezembro, às 14h, a Campanha “Para Expressar a Liberdade – Uma nova lei para um novo tempo” realiza, em Brasília, mais uma plenária nacional. O objetivo é avaliar o andamento de suas ações em 2013 e planejar as lutas do primeiro semestre de 2014. A atividade, que ainda não tem local definido, terá início logo após o encerramento do Fórum Mundial de Direitos Humanos (FMDH), promovido pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) em parceria com a sociedade civil.

Já no dia 14 de dezembro, às 9h, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) realiza reunião de seu Conselho Deliberativo, também em Brasília. Os locais das atividades e outros detalhes da programação serão divulgados em breve.

Educação aprova dança e teatro como disciplinas obrigatórias do ensino básico

A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou proposta que estabelece como disciplinas obrigatórias da educação básica as artes visuais, a dança, a música e o teatro. O texto altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB – 9.394/96), que, atualmente, entre os conteúdos relacionados à área artística, prevê a obrigatoriedade somente do ensino da música.
Foi aprovado o substitutivo do relator, deputado Raul Henry (PMDB-PE), ao Projeto de Lei 7032/10, do Senado. O texto original determinava a inclusão da música, das artes plásticas e das artes cênicas no currículo das escolas do ensino fundamental.
Henry lembrou que a LDB já previa o ensino das artes nos currículos da educação básica, mas não especificava quais eram as essas “artes”. “Era preciso regulamentar isso”, apontou. Ele disse que optou por deixar explícita na lei as linguagens em que há cursos de formação em licenciatura nas universidades brasileiras. “Essa era uma demandas das faculdades de dança, teatro e artes visuais [artes plásticas, fotografia e cinema, entre outras]”, comentou.
Ensino integral
O relator acrescentou que, no momento em que ganha força a ideia da educação em tempo integral, a valorização curricular das diferentes linguagens artísticas contribuirá para a efetivação desse novo modelo de escola.
Para o professor de música Luciano Mendes, o ensino de variadas artes vai facilitar a assimilação de outros conteúdos, além de manter vivo o lado criativo dos alunos. Ele acredita que a inclusão dessas disciplinas não vai tornar o currículo mais pesado. “O estudo da música e de outras artes na escola não precisa ter o mesmo peso das outras matérias. É possível trabalhar o conteúdo de artes de uma maneira que não seja cansativa para o estudante”, declarou.
O texto determina um prazo de cinco anos para que as instituições de ensino se adaptem ao novo currículo.
A proposta ainda será analisada, em caráter conclusivo, pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).
Agência Câmara

Relatório sobre reformulação do ensino médio será apresentado nesta terça (5)

A comissão especial da Câmara dos Deputados que estuda a reformulação do ensino médio se reúne nesta terça-feira (5) para apresentação e votação do relatório do deputado Wilson Filho (PTB-PB). A reunião está marcada para as 14 horas, no Plenário 16.
Criada em maio do ano passado, a comissão especial apresentará uma proposta de alteração da legislação atual sobre o ensino médio. Para isso, o grupo ouviu, em audiências públicas, representantes de todos os segmentos da educação.

Manual Operacional da Educação Integral orienta gestão escolar

Diretores, vice-diretores e coordenadores das 49,4 mil escolas públicas que participam do programa Mais Educação já podem consultar, ler e imprimir o Manual Operacional da Educação Integral. O documento foi elaborado pela diretoria de currículos da Secretaria de Educação Básica (SEB) do MEC para orientar os gestores das escolas sobre o funcionamento do programa.
 
O manual, que tem 77 páginas, aborda em detalhes todos os pontos do Mais Educação – da legislação aos recursos destinados às escolas, da relação da escola com a comunidade à descrição da importância da música, da leitura, do esporte na formação humana. Relaciona o conjunto das atividades que a escola pode escolher de acordo com sua realidade, número de estudantes ou localização – na área urbana ou no campo. E orienta sobre a exigência do acompanhamento pedagógico que se tornou obrigatório em 2013.
 
O acompanhamento pedagógico, segundo o coordenador de ações educacionais complementares da SEB, Leandro Fialho, tem peso importante no aprendizado, especialmente em língua portuguesa e matemática. O acompanhamento é o que já se chamou de reforço escolar e de dever de casa, explica Fialho.
 
Da página 45 à 76, o manual trata da composição dos kits que apoiam as atividades da jornada ampliada ou da educação integral e os recursos que a escola vai receber. No macrocampo denominado comunicação, uso de mídias e cultura digital, a escola tem oito opções. Se escolher, por exemplo, trabalhar com vídeo, o kit deste item é composto por câmera filmadora, estabilizador, ilha de edição, software da área e tripé. O recurso de capital para aquisição dos equipamentos é de R$ 8 mil.
 
O manual também detalha a forma de adesão ao programa, as etapas de habilitação, a divisão de responsabilidades e tarefas das secretarias de educação de estados e municípios e das escolas, o número mínimo de horas diárias da jornada escolar e da jornada semanal.
 

Semana Universitária da Unb faz homenagem a Chico Mendes

A Semana Universitária, com apoio do Sindicato dos Funcionários da Fundação Universidade de Brasília, reservou três dias para prestar homenagem ao seringueiro, sindicalista e ambientalista Chico Mendes, o defensor das florestas, assassinado no Acre em dezembro de 1988. A homenagem vai desta terça-feira (5/11) a quinta (7/11).
Com o tema: 25 anos – Chico Mendes vive mais: território, agricultura e extrativismo; a programação começará nesta terça, às 9h30, com homenagem na Praça Chico Mende, no campus Darcy Ribeiro da Unb.
Ainda na terça, no período da tarde, às 14 horas, ocorrerá o Painel I: Movimentos Sociais do Campo e da Floresta. Às 18 horas, haverá o lançamento do livro: “Camponeses Mortos e Desaparecidos: excluídos da justiça de transição.
Na quarta-feira (6), está programado o Painel II: Forma de Defesa e Luta pelo Território, às 8 horas, e o Painel III: Reestruturação Produtiva e Soberania Alimentar, às 14 horas. Às 18h30 haverá atividades culturais.
Na quinta, para encerrar a programação, está agendada uma visita à Comunidade Quilombola Mesquita, das 8 às 14 horas.
As inscrições podem ser feitas pelo site: https//sistemas.unb.br/siex/publico/oferta_extensão_listagem.xhtml

Espetáculo de graça para alunos das escolas públicas

A Companhia Nós No Bambu oferece, nos dias 15, 16, 17, 22, 23 e 24 de novembro, às 21h, e aos domingos, às 20h, o espetáculo TEIA (paralaxes do imaginário), na Sala Martins Pena, no Teatro Nacional Claudio Santoro. O espetáculo, composto por repertório de dança acrobática sobre esculturas artesanais de bambu, será gratuito para os alunos das escolas públicas do Distrito Federal nos dias 14, 19, 20 e 21 de novembro, às 14h30. Mais informações pelos telefones 3034-1459 e 9107-4377, e pelo e-mail ipam.ipam@gmail.com.

 
SERVIÇO
Local: Sala Martins Pena, Teatro Nacional Claudio Santoro
Data: 15, 16, 22 e 23, às 21h, 17 e 24, às 20h
Classificação indicativa Livre
Entrada R$ 40,00 e R$ 20,00 (inteira e meia)

GDF quer destruir projeto ambiental do CEF 412 de Samambaia

drone 2Para construir uma creche no terreno do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 412 de Samambaia, a Secretaria de Educação do DF (SEDF) quer destruir o projeto socioambiental desenvolvido há 4 anos pela comunidade escolar.
Professores e professoras do CEF protestam contra a intenção do GDF, por se tratar de uma área da escola que foi reflorestada e que hoje conta com um verdadeiro pomar e uma minifloresta, com espécimes como pau-brasil, ipês, entre outras.
A comunidade escolar também argumenta que em momento algum a SEDF convocou a direção do CEF para discutir a construção da creche. A professora Maria da Glória Alves de Oliveira, que atuou na escola durante 13 anos e foi uma das idealizadoras do projeto, diz que ninguém é contra a creche, só que uma outra creche já está em fase de acabamento ao lado do CEF.
Outro problema, em relação ao terreno da escola, é que o portão de entrada dos alunos ficava voltado para as casas da quadra. Após um abaixo-assinado com 6 mil assinaturas, a entrada foi trocada para a área que está em risco. Com a construção da creche, o portão de acesso teria que voltar a ser o anterior, causando problemas para a comunidade.
Docentes do CEF querem que a Secretaria de Educação repense sobre a construção da creche, que danificaria o projeto ambiental e geraria problemas com a entrada dos mais de 1.300 alunos. A professora Maria da Glória, que mesmo aposentada continua dando assistência ao projeto agroflorestal, argumenta que a escola também necessita de melhorias na sua infraestrutura, já que sequer conta com uma quadra coberta ou com um laboratório.
Segundo a professora, se a construção da creche for realmente necessária – já que em breve será inaugurada a outra que fica ao lado –, a SEDF deve se reunir e negociar com a comunidade escolar uma nova opção que não ponha em risco o projeto ambiental.
Para registrar as imagens do projeto agroflorestal, além de fotos, o Sinpro se utilizou de um drone para fazer a filmagem aérea do local e comprovar a importância e a qualidade do projeto ambiental.
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Abertas inscrições para festival de cultura afro-brasileira

O Sinpro-DF informa que já estão abertas as inscrições para o 9º Festival Cara e Cultura Negra, que será realizado de 15 a 30 de novembro, na Praça dos Três Poderes, estações do Metrô, Praça Zumbi dos Palmares, Rodoviária do Plano Piloto, escolas públicas, Presídio Feminino e Teatro Dulcina. O festival faz parte das comemorações ao Dia da Consciência Negra, 20 de novembro. O festival de cultura afro-brasileira é uma realização do Instituto Nossa Marca e conta com o apoio do Sindicato dos Professores. Para maiores informações, acesse o site www.caraeculturanegra.com.br e as inscrições poderão ser feitas pelo telefone: 3343.4206.

A Diretoria do Sinpro orienta todos(as) professores(as), orientadores(as) e diretores(as) a participarem e divulgarem o festival em suas respectivas escolas.
 
PROGRAMAÇÃO
No dia  15 será a abertura das exposições fotográficas Cabeças de Zumbi – Negras Caras Brasilienses, no Panteão da Pátria.
 

PNE vai garantir escola em tempo integral, diz deputado

Seminário internacional promovido pela Câmara discutiu a implantação do ensino em tempo integral.
O presidente da Frente Parlamentar da Educação, deputado Alex Canziani (PTB-PR), ressaltou nesta quarta-feira (30) que, até 2020, o governo tem como meta fornecer educação em tempo integral em 50% das escolas do ensino básico. Mas o cumprimento dessa meta depende da aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE).
O PNE (PLC 103/12) já foi aprovado pela Câmara dos Deputados e agora está no Senado. Entre outras medidas, o plano prevê o uso de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) em investimentos para a educação, “o que dá um importante aporte para o cumprimento da meta”, segundo o parlamentar.
“Temos que buscar esses recursos. Aprovamos agora 75% dos royalties do petróleo para a educação e 25% para a Saúde. Isso já vai dar um incremento de R$ 120 bilhões”, ressalta Canziani. “Hoje o País aplica menos de 6% na educação. Nossa expectativa é 10%. Então, precisamos viabilizar outros recursos para poder atingir essa meta.”
A educação integral foi discutida em seminário internacional na Câmara dos Deputados, promovido pelo Comissão de Educação. O evento contou com especialistas do Brasil, da França, da Espanha e de Portugal, que apresentaram a experiência em seus países.
Escola sem séries Uma das experiências apresentadas foi a do Projeto Âncora, na cidade de Cotia, na Grande São Paulo. A escola, que tem menos de 200 alunos de 6 a 12 anos, não tem séries e não divide alunos por idade. Esse projeto é financiado por empresas e institutos e atende crianças que moram nas proximidades, de famílias com renda de até três salários mínimos. Além da grade curricular, os alunos têm aula de circo, música, informática e skate e ficam na escola de 7h20 a 16h30.
Melhoras no Ideb
O presidente da Comissão de Educação, Gabriel Chalita (PMDB-SP), ressaltou que a escola de Cotia, em dois anos, duplicou a nota do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), avaliação feita pelo Ministério da Educação. Ele afirma que a esperança para que outras escolas se pareçam com ela é a votação do Plano Nacional de Educação.
Chalita acredita que o PNE possa ser votado nos próximos meses: “No máximo, no começo do ano que vem, ele será aprovado. Porque, a partir dele, se elaboram os planos estaduais e municipais de educação. Então quando a gente atrasa aqui, atrasa os estados e municípios também. E esses planos – nacional, estaduais e municipais – são uma oportunidade fantástica para que a sociedade discuta educação.”
Programa Mais Educação
De acordo com a secretária de Educação Continuada do Ministério de Educação, Macaé Evaristo dos Santos, enquanto o PNE não é aprovado, o programa Mais Educação cumpre o papel de dar aporte para que os municípios comecem a viabilizar a educação em tempo integral.
Segundo ela, já são mais de 49 mil escolas que contam com recursos do programa e que estão funcionando efetivamente em tempo integral. E a meta é levar a educação em tempo integral a 60 mil escolas em 2014. “Mas o programa serve para ajudar, dar aporte aos municípios para que eles possam iniciar programas de educação integral.”
Ela destaca que existem experiências de educação integral no Brasil empreendidas por gestores municipais. Citou o exemplo de Apucarana, cidade do Paraná que universalizou o ensino em tempo integral. Para ela, a meta é ambiciosa, mas é necessária e depende principalmente do compromisso de gestores estaduais e municipais de educação. Ao MEC cabe coordenar e orientar.
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