Portaria divulga nomes para implantação da Escola Superior de Artes
Jornalista: sindicato
Está no Diário Oficial do DF desta terça-feira(24) a publicação da portaria que institui o grupo de trabalho para a criação e implantação da Escola Superior de Artes de Brasília-ESAB. A Secretaria de Educação divulgou os nomes das pessoas que farão parte dessa etapa inicial. Eles terão a incumbência de elaborar e propor documentos necessários ao credenciamento e implantação da ESAB, além de propor edital interno para seleção de professores(as), tutores(as) que serão preciso durante o primeiro semestre de implantação dos cursos propostos, além de outros estudos como a realização do primeiro vestibular para o ingresso na escola. O Grupo de Trabalho terá o prazo de 180 dias, prorrogável por igual período, para a apresentação dos resultados no formato de Relatório e Minutas de Editais. Trabalho que não será remunerado de acordo com a publicação assinada pela secretária adjunta da SEDF, Maria Luiza Fonseca Valle.
O Sinpro entrou em contato com a Secretaria de Educação e foi informado que o auxílio-saúde, apesar de não ter constado na prévia, vai entrar normalmente na folha de pagamento da categoria.
Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha
Jornalista: sindicato
Começou na segunda-feira (23) a quinta edição do projeto Latinidades – Festival da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. O projeto vai até domingo (29) e este ano trará debates em torno da Juventude Negra. A escolha do tema vem da necessidade de discutir os desafios enfrentados por esta parcela vulnerabilizada da sociedade que, infelizmente, constitui a principal vítima da violência urbana e tem sido alvo predileto dos homicidas e dos excessos policiais. No Brasil a juventude negra encabeça o ranking dos que vivem em famílias consideradas pobres e recebem os salários mais baixos do mercado. Encabeçam, também, a lista dos desempregados, analfabetos, dos que abandonam a escola antes de tempo e dos que têm maior defasagem escolar.
De junho a novembro de 2012 serão realizadas ações em São Paulo e em Brasília, no Complexo Cultural da República de 23 a 29 de julho, nas regiões administrativas do Paranoá, Varjão, Itapuã, Cidade Estrutural e no Presídio Feminino (Colméia). Este ano uma grande novidade vem com a parceria com o Cena Contemporânea – Festival Internacional de Teatro de Brasília – que, juntos, realizarão uma semana de grande shows no Museu Nacional de Brasília, de 23 a 29 de julho. Além do Cena Contemporânea, outra parceira é a Feira Preta SP, que acontecerá nos dias 28 e 29 de julho, dentro da programação do Cena e Latinidades.
Durante a programação os participantes poderão participar de encontros, debates, oficinas, intervenções urbanas e shows em vários locais do Distrito Federal. A entrada é franca. As inscrições podem ser feitas no site www.afrolatinas.com.br. Programação 2012 Tema 2012: Juventude Negra
Shows Complexo Cultural da República – Brasília (DF)
25/7 21h30 – Paula Lima (RJ) | Ilê Ayiê (BA) | Djs Criolina e Convidados (DF) | Intervenção poética com Cristiane Sobral
26/7 21h30- Batalha de Rimas (DF) | MC Júnior e Leonardo (RJ) | GOG (Lançamento do novo show Iso 9000 do Gueto) | Djs Criolina e Convidados (DF)
27/7 22h30 – Puerto Candelaria (Colômbia)
28/7 22h – Gaby Amarantos (PA)
29/7 17h – Marakamundi Quarteto (DF) | Ellen Oléria (DF) | Yusa (Cuba) – todos os sons
FEIRA PRETA – 28 e 29 de julho, 14h às 21h
A Griô Produções consolidou em 2012 uma parceria com o Instituto Feira Preta para a realização da 1ª. Franquia Social da maior feira de afro-negócios da América Latina.
A parceria resultou na participação da Feira Preta dentro da programação do Festival Latinidades, trazendo vinte stands de moda, cabelo, artesanato, acessórios e decoração. É a primeira edição da Feira Preta fora do Estado de São Paulo!
Acesse Feira Preta: www.feirapreta.com.br
** Programação Cultural em parceria com o Festival Cena Contemporânea e Todos os Sons
Mesas Auditório da Biblioteca Nacional – Brasília (entrada franca)
23 a 27 de julho: Debates no Auditório da Biblioteca Nacional de Brasília.
23/7 às 10h – Diáspora Africana na América Latina e Caribe
Mediação: Renato Barbieri
Deputado Luiz Alberto (BA)
Representante da União Africana
Professora Ângela Figueiredo – UFRB/UFBA
Ricardo Weeks – Secretário Executivo da Secretaria Executiva da Etnia Negra – Ministério da Presidência do Panamá
Tanya Saunders – professora do departamento de antropologia e sociologia da Lehigh University, em Bethlehem, Pensilvânia – EUA
23/7 às 16h – Políticas Públicas para a Juventude Negra
Mediação: Thaís Zimbwe
Janete Pietá (SP)
Paulo Ramos – Mestrando em Sociologia, Especialista em Análise Política e Relações Institucionais
Raquel Turci Pedroso – Programa Saúde na Escola, Ministério da Saúde
Gustavo Pérez – Subsecretário da Secretaria Executiva da Etnia Negra do Panamá
Severine Macedo – Secretaria Nacional de Juventude ( a confirmar)
24/7 às 14h – Emprego e Renda
Mediação: Paula Balduíno
Rosana Sousa de Deus – Secretária Nacional de Juventude da CUT
João Paulo Cunha – Data Popular
Makota Kizandembu – Mestra em Indumentária Africana, GT de Moda Afro
Nilva Schroder – Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego, Pronatec, do Ministério da Educação
Eunice Lea de Moraes – Gerente de Projetos da SEPPIR-PR
24/7 às 16h – Saúde Integral da Mulher Negra
Mediação: Cecília Bizerra
Cidinha da Silva – Escritora
Claudia Araújo de Lima – Ministério da Saúde
Fernanda Lopes – Oficial de Programa em Saúde Reprodutiva e Direitos da UNFPA
Crisfanny Souza – Rede de Controle Social e Saúde da População Negra
Monica Oliveira – Diretora de Programas da SEPPIR-PR
25/7 às 10h – Cultura
Mediadora: Jaqueline Fernandes
Renata Felinto – Educadora, artista plástica, pesquisadora
Cristiane Sobral – Escritora e atriz, fará intervenções poéticas sobre identidade negra
Makota Valdina – Representante da religiosidade de matriz africana
Verônica Nairobi – Fundação Cultural Palmares, representante regional Bahia/Sergipe
Margot Ribeiro – Instituto Cultural Congo Nya
25/7 às 14h – Genocídio da juventude afro-latina
Mediação: Daniela Luciana
Lio Nzumbi – Reaja ou Será Morto/Reaja ou será morta
Fernanda Papa – Secretaria Nacional de Juventude
Débora Maria – Mães de maio
MC Leonardo – APA Funk
Eneida Paiva – Secretaria de Vigilância em Saúde, do Ministério da Saúde
25/7 às 16h – Novas perspectivas para a militância feminista e os rumos do feminismo negro na América Latina
Mediação: Larissa Borges
Giselle Cristina – Pesquisadora, autora da publicação Somos Todas Rainhas
Bruna Pereira – Pesquisadora da Unb na linha de Feminismo, Relações de Gênero e de raça
Sueli Carneiro – Doutora em Educação pela USP e Diretora do Geledés – Instituto da Mulher Negra
Jaqueline Lima Santos – Pesquisadora com recorte geracional, racial e de gênero
26/7 às 10h – Identidade e comunicação
Mediação: Claúdia Maciel – Ação Periferia
Vanda Ferreira – Mestra Griô, apresentadora do programa REconhecer
Gildean Panikinho – Wap Brasil
Nêga Gizza – Cantora e Coordenadora da CUFA, apresentadora do programa Aglomerado, TV Brasil
Enderson Araújo – Mídia Periférica
26/7 às 14h – Orientação sexual e identidade de gênero
Mediação: Luana Ferreira
Tiely Queen – Atriz, cineasta, cantora/rapper escritora virtual
Verônica Lourenço – Membra da Coordenação Colegiada Nacional da Sapatá
Ana Cristina dos Santos – Pesquisadora Associada do Núcleo de Estudos de Gênero e Sexualidade
Tábata Alves – Grupo de Ativistas Travestis e Transexuais de São Paulo – Gata
Ludymilla Santiago – Ativista do Movimento Trans do Distrito Federal (ONG – Anav – Trans D.F./Entorno
27/7 às 14h – Educação
Mediação: Vera Verônika
Maria Auxiliadora Lopes – Secretaria de eEucação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão, SECADI
Denise Botelho – Pesquisadora na linha em Educação e Políticas Públicas: Gênero, Raça, Etnia e Juventude, professora da UFRPE
Kabengele Munanga – Antropólogo congolês, professor titular da USP
Wania Sant’anna – Historiadora, membro da Articulação de Mulheres Brasileiras, consultora do projeto A Cor da Cultura
27/7 às 16h – Racismo Ambiental na América Latina
Mediação: Ionara Talita – Coordenadoria de Juventude do Distrito Federal
Aida Feitosa – Comissão de Jornalista pela Igualdade Racial
Taneska Santos de Santana – Pesquisadora UFBA
Denildo Rodrigues de Moraes (Bico) – Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, Conaq
Carmela Zigoni – Pesquisadora UnB
Agosto
Presídio Feminino Colméia
Rodas de conversa: Lei Maria da Penha | Saúde Integral da Mulher | Rádio Afrolatina
Cidade Estrutural
Rodas de conversa Saúde Integral da Mulher | Racismo Ambiental | Rádio Afrolatina
Varjão, Paranoá e Itapuã
Rodas de conversa com debate e apresentação do documentário Afrobrasilienses
Criação de rede em prol de alunos em situação de vulnerabilidade
Jornalista: sindicato
A Escola do Parque da Cidade (Proem) realiza no dia 26 de julho, às 14h, o Encontro Estreitando Laços. O evento, que acontece na própria escola, tem como objetivo formar uma rede de parcerias com as secretarias de Educação, Saúde, Vara da Infância e Juventude e os Conselhos Tutelares, oferecendo ajuda a alunos em situação de vulnerabilidade social e pessoal. Participe!
A Executiva Nacional dos Estudantes de Comunicação em parceria com outras entidades realiza, dia 19 de julho, na Esplanada dos Ministérios, um grande ato público pela democratização da comunicação. A Executiva acredita que sem a democratização dos meios de comunicações não haverá democracia plena no Brasil, por isso, convidamos todas e todos a se envolverem nesta luta por uma comunicação democrática, plural e participativa, que passa pela reivindicação de um novo marco regulatório para as comunicações brasileiras.
A concentração será às 14h, na Catedral de Brasília.
Cineclube Bancário apresenta cinco filmes este mês
Jornalista: sindicato
O Cineclube Bancário oferecerá cinco produções cinematográficas nacionais de qualidade durante o mês de julho. O filme Cilada.Com vai inaugurar as projeções nesta segunda-feira (02), narrando a hilariante história de um vídeo que vira hit na internet. No dia 09 de julho será exibido Abutres. A trama principal trata de um advogado especialista em ganhar em cima de seguradoras de acidentes de trânsito. Topografia de um Desnudo, de Teresa Aguiar, será exibida no dia 16 de julho. O drama se passa na década de 60, no Rio de Janeiro, e fala da preparação do Brasil para receber a visita da rainha Elizabeth. Um clima de tensão social e política antecede o golpe militar. Uma jornalista investiga a morte de moradores de rua e se envolve num perigoso jogo de interesses políticos. Já no dia 23 será a vez de Os 3. Dirigido por Nando Olival, o drama retrata a história de três jovens universitários que, vindos de diferentes pontos do país, decidem morar juntos e criam entre si uma imensa amizade. Dia 30 de julho o Cineclube Bancários apresenta Gêmeas, de Andrucha Waddington. O filme mostra irmãs gêmeas que vivem brincando com os homens, passando-se uma pela outra, para desespero do pai, vivido por Francisco Cuoco.
Os filmes tem entrada franca e são exibidos no Teatro dos Bancários (EQS 314/315 – Asa Sul), sempre às 20h.
O líder do PT na Câmara Federal, deputado Jilmar Tato tomou uma atitude corajosa de bloquear a votação do projeto que flexibiliza o horário de transmissão da Voz do Brasil, Cavalo de Tróia que traz consigo o sonho neoliberal de extinguir o programa e proporcionar uma hora a mais de rádio baixaria e um jornalismo precário, comandado pela ditadura do mercado.
Os argumentos do líder petista são corretos: o objetivo é acabar com o programa. Tentaram por via judicial, mas não obtiveram êxito. Milhões de brasileiros o escutam assiduamente. Para a grande maioria dos municípios brasileiros, sem a presença de jornalismo, nem impresso nem de rádio ou TV local, é a Voz do Brasil a única oportunidade de ter acesso a informações relevantes que decidem na vida do cidadão. Ou seja, as decisões do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Tato tem razão, sobretudo se considerarmos que o rádio comercial não oferece pluralidade informativa alguma, submetido que está aos poderes e interesses econômicos, além de sonegar ou deformar, não informa sobre os atos dos poderes públicos, já que parte de um fanatismo editorial antiestado.
O grande empresariado de mídia, maior interessado no suculento horário a ser vendido, lança inúmeros preconceitos contra o programa radiofônico, hoje o mais antigo do mundo em veiculação. Entre eles o de tentar criticar, injustamente, criticar sua inutilidade. Certamente não escutam a veiculação já que a Voz do Brasil presta inúmeras informações importantes à sociedade brasileira, em sua maioria sem qualquer acesso à leitura de jornais que, como sabemos, registram credibilidade e circulação decadentes. Alguns exemplos: informações sobre o Fundeb, fazendo com que a população de cada município saiba que os recursos já estão em mãos do prefeito, possibilitando a cobrança cidadã de sua aplicação.
A missão pública do rádio
A Voz do Brasil veicula também, e amplamente, as informações sobre os recursos de cada programa do Ministério da Saúde, possibilitando controle e participação dos conselhos locais. Igualmente, informações sobre os projetos ligados ao Ministério da Pesca chegam, diariamente, ao litoral e às populações ribeirinhas pelo rádio, alcançando as embarcações onde estiverem. Há ainda a divulgação sistemática, pela Voz do Brasil, de informações sobre programas como o Pronaf, o PAA, ou sobre o Pronera, todos destinados à famílias que vivem no campo, nos assentamentos ou em grotões isolados, alcançados , em horário adequado, pelo sinal do rádio. O camponês também se informa sobre os preços mínimos. Basta que se consulte aos parlamentares da região amazônica que divulgam o preço da borracha da tribuna porque sabem que a Voz do Brasil será captada pelos seringueiros. Tem ou não utilidade social? Cumpre ou não a missão pública do rádio?
Que o programa pode ser aperfeiçoado, não há a menor dúvida. Mas, certamente não serão os editorialistas do Estadão ou da Fundação Milenium os maiores interessados neste aperfeiçoamento democrático do rádio, num país onde , recorde-se, é praticamente proibida da leitura de jornais. Aliás, sobre o Estadão, vale recordar que o inesquecível Monteiro Lobato, levou aos proprietários do jornalão a proposta de que aderisse e veiculasse uma nobre campanha para combater o analfabetismo. A resposta de um de seus proprietários é lapidar e deve ser para sempre lembrada: “ô Lobato, mas se todos aprenderem a ler e a escrever, quem é que vai pegar na enxada?” Não surpreende que argumentem agora contra o papel social desenvolvido pela Voz do Brasil.
Aperfeiçoar, não flexibilizar
O aperfeiçoamento da Voz do Brasil tem por base o fato de ser uma bem sucedida experiência de regulamentação democrática, podendo, por exemplo, ter sua versão televisiva, tal como foi o Diário da Constituinte, de 10 minutos diários na TV quando se escrevia a Constituição Cidadã, entre 1986 e 1988. E pode também, sempre apoiada do fato de que é uma regulamentação, permitir que a Voz de mais brasileiros ecoe pelo Programa. Criar uma espécie de Direito de Antena na Voz do Brasil, por meio da qual seja ouvida também a voz das entidades da sociedade brasileira.
Talvez seja este um dos fatores a tirar o sono da oligarquia midiática brasileira, pois em vários países da América Latina, por meio da regulamentação democrática e apoiados no voto popular, governos estão possibilitando a prática da pluralidade informativa, sonegada sempre quando a mídia é exclusivamente e ditatorialmente comercial. Para compensar o predomínio esmagador do rádio comercial, uma hora de programação diária, e apenas no rádio, é até uma cota tímida, embora democrática.
Conspiração?
Também para aperfeiçoar, por meio de medidas administrativas no âmbito da EBC , é possível fazer os ajustes necessários para que a veiculação do programa seja para o horário mais adequado nos estados com fuso horário. Não é necessário alterar a lei para isto. Fica claro que o objetivo é outro: tornar impossível a fiscalização sobre 7 mil emissoras de rádio – a Anatel não tem a mais mínima estrutura para isto – e levar o programa a ser inaudível, esquecido, facilitando sua extinção posterior. Sobre as dificuldades de fiscalização, basta dizer que a esmagadora maioria das rádios brasileiras hoje não cumprem a legislação no que toca a produzir, obrigatoriamente, um percentual mínimo de programação jornalística local. A Voz do Brasil é , para a maioria das emissoras, o único espaço jornalístico. Sua estrutura e redação deveriam ser ampliadas, com sucursais em todas as capitais, trazendo ao conhecimento de toda a sociedade, a multifacetada aventura socioeconômica do povo brasileiro em todos os quadrantes deste continente. A palavra de ordem justa não é flexibilizar mas, sim, fortalecer, qualificar, aperfeiçoar, expandir o jornalismo público. Exatamente na linha contrária do defendido por certas fundações financiadas por recursos de sinistras instituições estrangeiras, como a Usaid, de países que querem a diluição do estado nacional, que interferem na vida de outros povos e até mesmo podem conspirar com a ideia da fragmentação do Brasil.
Era Vargas
É tola a argumentação de que a Voz do Brasil seria resquício da Era Vargas como se isto fosse negativo. Também a CLT é um “resquício” salutar da Era Vargas, tanto é que aquele ex-presidente pretendeu demolir a Era Vargas e , até hoje, periodicamente, surgem tentativas conspirativas do grande capital para “flexibilizar” a CLT. Também são produto desta mesma Era Vargas o Instituto Nacional do Cinema Educativo, dirigido pelos geniais Roquete Pinto e Humberto Mauro, a Rádio Nacional, o Instituto Nacional de Música, dirigido por Villa-Lobos, gênio da raça? E, claro, é também fruto da Era Vargas o direito de voto à mulher, a licença maternidade que agora foi expandida para seis meses, a Escola Nova de Anísio Teixeira, a indústria naval, a Cia Siderúrgica de Volta Redonda, a Petrobrás, a Vale do Rio Doce, cuja reestatização vem sendo defendida aplicadamente pelo MST, numa dialética aliança histórica com o baixinho dos pampas. Assim, afirmar que é resquício da Era Vargas não desqualifica, ao contrário, como vimos, é parte de um processo de conquistas do povo brasileiro. Claro, não é o que pensa o capital estrangeiro, as oligarquias e os novos sucedâneos da UDN. Que a esta altura já se deram conta de que o presidente Lula fez importantes e significativas revisões sobre a avaliação que tinha sobre o papel de Vargas na história. A presidenta Dilma também valoriza sobremaneira o papel de Vargas, como tantas vezes já declarou.
Esta investida dos empresários do rádio não é a única. Há anos deixaram de veicular o Projeto Minerva , dedicado à nobre causa da alfabetização à distância, via rádio, com 30 minutos diários, que era veiculado logo após a Voz do Brasil. Em troca, temos hoje mais meia hora de rádio comercial e alienante. É o que nos espera se aprovado este projeto de lei sobre a Voz do Brasil.
Água potável
Vale lembrar ainda que quando pleitearam a concessão para a exploração de serviços de radiodifusão, os empresários firmaram contratos comprometendo-se a cumprir com todas as obrigações deles decorrentes. Estariam tentando agora uma quebra de contrato, o que pode ensejar uma perda da concessão. Comparando: como reagiria a sociedade se uma concessionária para o fornecimento de água potável, no meio do contrato, deixasse de adicionar flúor ou cloro no produto?
O projeto de lei que flexibiliza a Voz do Brasil , como apontou o líder petista, jamais foi examinado em profundidade. Ele sequer foi submetido ao plenário na Câmara e teve sua tramitação no Senado durante o ano eleitoral de 2010, quando a a Casa encontrava-se com suas atividades restringidas. Além disso, padece de um problema de técnica legislativa crucial: toda matéria legislativa sobre comunicação deve, obrigatoriamente, ser examinada pelo Conselho de Comunicação Social, e isto não foi observado até o momento.
Finalmente, não pode ser mais passional e fanático o argumento do campo do grande empresariado da comunicação afirmando que a Voz do Brasil humilha o povo brasileiro. O que humilha e desrespeita o povo brasileiro é um rádio comercial que agride a constituição diuturnamente, com práticas de anti-jornalismo, com o culto ao mórbido e à violência exacerbados, muitas vezes com práticas xenófobas contra países sul-americanos, com os quais queremos uma integração solidária e democrática. Ou, simplesmente, com a regular ausência de informações educativas, civilizatórias e humanizadoras. Em muitos casos, apenas durante a exibição da Voz do Brasil se vê algo de informativo, real e não aviltante.
Texto do Movimento em Defesa da Voz do Brasil – Brasília, 29 de junho de 2012
Para o envio de mensagens à bancada do PT na Câmara: imprensa.pt@gmail.com
Ruth Guimarães celebra 10 anos de “As Idades da Loba”
Jornalista: sindicato
A professora aposentada e atriz Ruth Guimarães faz curta temporada da peça “As Idades da Loba” no Teatro Goldoni a partir deste sábado (30). A personagem, uma mulher na terceira idade, transcende a sua mera condição biológica e faz uma reflexão bem humorada na busca da essência feminina, da concepção ao envelhecimento, reencontrando-se, potencializada como uma nova mulher.
O espetáculo foi concebido e estreado nacionalmente em Fortaleza, em setembro de 2002, há exatamente 10 anos. Ao longo desse período, foram realizadas temporadas de grande sucesso em diversos teatros de Brasília.
Excursionou em várias cidades brasileiras, tais como: Natal, Fortaleza, Crato (CE), Juazeiro (CE), Goiás Velho, Belo Horizonte, Barreiras (BA), dentre outras.
Nos últimos cinco anos, com as “As Idades da Loba”, Ruth Guimarães tem se apresentado em eventos institucionais, encontros culturais, seminários e tornou-se um espetáculo de referência na carreira da atriz. Sua última apresentação foi em Abril de 2011, no Teatro Nacional Cláudio Santoro, nas comemorações dos 51anos de Brasília. TEMPORADA Local: Teatro Goldoni – Sala Adolfo Celi – Casa d’Itália – EQS 208/209 Sul-3443 0606 Data: 30/Junho 01/Julho – 7 e 8/Julho/2 012 (sábados e domingos) Horário: Sempre as 20h15 Ingressos: R$ 30,00 e R$ 15,00 Classificação: 16 Anos OBS: Doadores de material de limpeza, também pagarão meia entrada, em beneficio do LAR SÃO FRANCISCO DE ASSIS( Lar dos Velhinhos) 3552 0056 – 3552 2590. FICHA TÉCNICA Texto e Direção: Ricardo Guilherme (Fortaleza/Ce) Atuação: Ruth Guimarães Figurino: Yury Yamamoto (Fortaleza/Ce) Cenotécnica, Montagem e Operação de luz: Sérgio Vianna Fotos: Sérgio Vianna Classificação: 16 anos DA ATRIZ
Ruth Guimarães, Atriz, Diretora e Produtora Cultural, especializada em Linguagem Teatral e Arte Educação pela Faculdade de Artes Dulcina de Moraes de Brasília D.F
Em sua atuação como atriz se destacam os espetáculos: “QUEM CONTA UM CONTO,DESPERTA ENCANTOS” de Adélia Prado e Jorge de Lima, “ATO CONFESSIONAL NÚMERO 05” , “QUEM FEZ 68, NÃO FAZ 69”, ambos de Ricardo Guilherme, “DOIS POR DOIS “, de Fabíola Liper, “HOJE TEM SEPARAÇÃO”, uma livre adaptação de “Casamento Aberto” dos Italianos Dário Fó e Franca Rame.
Nas últimas décadas, se dedica a carreira Solo, se destacando os seguintes espetáculos , com direção e texto de Ricardo Guilherme: “ATÉ QUE A VIDA NOS SEPARE” , “AS IDADES DA LOBA”, “O TEATRA” e “DULCINAS”.
A partir de 2009 assumi a direção da Cia TEATRANDO de Barreiras/Ba, dirigindo os espetáculos: “EM NOME DE DEUS”, uma livre adaptação do original de Dias Gomes, “ O SANTO INQUÉRITO”, o Infantil “UNI-DU-NI-TÊ”, infantil, com texto de Ramon Sousa e Ruth Guimarães “ CASAR OU NÃO CASAR, EIS A QUESTÃO” ,uma Comédia Romântica, livre adaptação do original de Ricardo Guilherme, “Até Que a Vida nos Separe”, “TEATRANDO.COM”, criação coletiva, “RELEMBRANÇAS” de Clerbet Luís.
Sarau Literário do CEF 11 homenageia centenário de Jorge Amado
Jornalista: sindicato
A Biblioteca do CEF 11 de Taguatinga realizará seu 1º Sarau Literário no sábado, dia 30 de junho, às 16 horas. O evento será em homenagem ao Centenário do escritor Jorge Amado. Haverá participação de poetas, prosadores, cronistas, músicos e outros convidados especiais. A Biblioteca do CEF 11 fica na CND, Área Especial s/nº, Praça do Bicalho.
Uma professora do Centro de Ensino Fundamental São José, de São Sebastião, foi acusada na última terça-feira (19) de ter agredido uma aluna de 11 anos, fato noticiado pela mídia de forma deturpada e irresponsável. Segundo a professora, o fato aconteceu no final da aula, no momento que a estudante observava a movimentação da sala. “Fui fechar a porta para falar com os alunos e acabou atingindo a aluna de forma acidental. Após o incidente ela foi até a coordenação para cuidar do ferimento e até então não sabia o que havia causado o acidente”, explicou a professora, comentando que horas depois o pai voltou com dois policiais dizendo que iria processar a escola. A professora e o diretor do CEF São José compareceram à delegacia para prestar depoimento e ficou claro que o caso foi acidental, segundo fala do próprio delegado e da conclusão do boletim de ocorrência.
A Sinpro repudia matérias que são divulgadas pela grande mídia sem a devida apuração, e que podem trazer uma série de transtornos a professores, alunos e ao ensino público do DF.