II Congresso Brasileiro de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho
Jornalista: sindicato
Foi realizado nos dias 6, 7 e 8 de junho, em Brasília, o II Congresso Brasileiro de Psicodinâmica e Clínica do Trabalho (CBPCT) e o III Simpósio Brasileiro de Psicodinâmica do Trabalho. Com o apoio do Sindicato dos Professores no Distrito Federal o evento teve como objetivo enriquecer as discussões sobre a saúde dos trabalhadores. Os diretores da Secretaria para Assuntos de Saúde do Trabalhador do Sinpro, Maria José Correia Barreto (Zezé), Gilza Lúcia Camilo Ricardo e Cássio de Oliveira Campos participaram do Congresso debatendo temas de grande relevância, exemplo a saúde psíquica dos(as) professores(as), onde puderam contribuir com a experiência no percurso de luta da categoria.
O evento foi um marco no debate não apenas do sofrimento no trabalho, mas também da saúde e do prazer, na medida em que o trabalho pode ser produtor de prazer no caso da existência de um espaço de criação e de co-gestão na organização do trabalho. As discussões ocorridas apontaram que o educador, em constante formação e transformação, em contato com a dinâmica das relações sociais em que vive, tem, no histórico de sua formação, um compromisso com a militância social e política. Na maioria das vezes, como o processo educativo não depende unicamente do trabalhador, mas está atravessado por diversas questões do contexto social, a cobrança de resultados e a precarização das relações de trabalho são motivos para a sensação de fracasso e de desânimo quanto à continuidade do trabalho. As mudanças de gestão, bem como a descontinuidade dos programas e projetos, decorrentes muitas vezes das modulações do sistema capitalista e do modelo neoliberal, também têm influenciado diretamente a escola e seus trabalhadores.
O Distrito Federal vai ganhar, até o fim do ano, mais 50 unidades de educação infantil, por força de um protocolo de cooperação técnica e financeira entre a União, por meio do Ministério da Educação, e o governo local. A parceria, que também atende a expansão das universidades e dos institutos federais e a educação em tempo integral, tem o objetivo de melhorar os indicadores da rede distrital de educação. O acordo possibilitará projetos conjuntos nas áreas de infraestrutura da rede pública de ensino, práticas pedagógicas e da metodologia de avaliação da educação. Prevê também o aperfeiçoamento da gestão educacional e a formação continuada de professores. As unidades de educação infantil serão incluídas no Programa Nacional de Reestruturação e Aquisição de Equipamentos para a Rede Escolar Pública de Educação Infantil (Proinfância).
Na cerimônia de assinatura do acordo, ao lado do governador do DF, Agnelo Queiroz, o ministro da Educação, Fernando Haddad, ressaltou a inclusão do entorno do Distrito Federal entre as localidades que poderão receber investimentos. “A presidenta Dilma Rousseff solicitou que no plano de expansão das universidades quanto a dos institutos federais, fosse contemplado o entorno de Brasília”, observou Haddad. “Muitas vezes, a gente não se dá conta da quantidade de pessoas que moram ali e da baixa capacidade de investimento dos prefeitos. Com investimentos federais poderemos desenvolver aquela região”, afirmou Haddad.
(Fonte: MEC)
Atenção! Expediente interno no Sinpro nesta sexta-feira, dia 8 de julho!
Jornalista: sindicato
Nesta sexta-feira, dia 08 de julho, o Sinpro vai funcionar em horário corrido. Na sede, o Sindicato estará aberto ao público somente até às 16hs e nas subsedes até às 15h. A partir desses horários haverá somente expediente interno.
Vitória da categoria! Câmara Legislativa aprova reajuste do auxílio-alimentação
Jornalista: sindicato
Os deputados distritais aprovaram na noite de ontem, quinta-feira, o projeto de lei que reajusta o auxílio-alimentação dos servidores do GDF. Com o resultado da votação, o valor do auxílio-alimentação passa a ser de R$ 304 a partir do contracheque do mês de julho, para pagamento em agosto. O Sinpro agradece as professoras e os professores que compareceram à Câmara Legislativa para acompanhar a votação desse projeto de lei. Saímos vitoriosos graças a nossa mobilização.
Aos professores, funcionários e estudantes da Universidade de Brasília
Jornalista: sindicato
Esta não é uma carta de resposta. O que inspira estas linhas é uma pergunta, a mesma pergunta registrada nas centenas de mensagens de solidariedade que recebi nas últimas horas: por que a revista Veja atacou a Universidade de Brasília na reportagem Madraçal no Planalto?
A matéria do final de semana diz que “um dos símbolos da luta pela democracia durante o regime militar, a UnB tornou-se reduto da intolerância esquerdista”. São cinco páginas de acusações mentirosas, erros grosseiros e ataques covardes à universidade e ao seu órgão colegiado superior, o Conselho Universitário.
Como presidente do Consuni, tenho o dever de resguardá-lo e de chamar para mim toda a responsabilidade pela defesa da instituição onde estou desde 1978. Ao contrário do que diz a reportagem, não sou um tiranete intolerante surgido de um golpe nas urnas.
Fui escolhido pela comunidade acadêmica em processo eleitoral com regras definidas pelos integrantes do Conselho Universitário, instância que, ao contrário do que insinua a publicação, não funciona sob o regime da paridade. Hoje são 89 integrantes, 62 deles professores, 16 estudantes e 10 técnicos-administrativos.
Infelizmente, a equipe de Veja não visitou nenhuma sessão do Consuni para testemunhar a riqueza dos nossos encontros. Só entre 2009 e 2010 foram 50 reuniões e dezenas de votações. Em muitas, a posição da administração não prevaleceu. Em todas, a universidade ganhou com a multiplicidade de opiniões.
A Universidade de Brasília, portanto, não é uma madraçal onde se decoram e se repetem lições de arbitrariedade. Vivemos numa ágora. Não prezamos os atalhos fáceis dos ataques anônimos nem o uso da mídia para interesses vis. Respeitamos a liberdade de imprensa e também a de informar com seriedade.
Prezamos o debate na esfera pública, a racionalidade dos argumentos e fortalecemos os espaços institucionais de críticas, recursos e denúncias. Temos uma Ouvidoria e um Conselho de Ética atuantes mas infelizmente as fontes de Veja não recorreram aos canais formais de reclamação.
Observadores atentos de nosso trabalho diário sabem que a UnB jamais foi tão aberta. Os órgãos colegiados, acadêmicos e administrativos, trabalham como nunca para estabelecer um marco regulatório da universidade calçado no mérito científico e na troca de ideias entre os pares.
A vida universitária, no entanto, não tem se resumido à rotina administrativa. Quem lê jornais e vê televisão sabe que a reitoria não está encastelada no campus e que periodicamente grupos de estudantes, professores e funcionários sobem a rampa para fazer toda sorte de protestos democráticos.
A Universidade de Brasília conhece na carne do cotidiano os males da falta da democracia. Durante as três décadas de ditadura militar, a UnB enfrentou a truculência de Estado. Usamos nossa melhor arma, a inteligência. Essa, aliás, é uma das poucas verdades escritas na reportagem.
O que a publicação não conta é que, dos seis críticos à atual reitoria, nenhum estava combatendo o medo nas salas de aula e nos corredores do campus durante os anos de exceção. Eu estava e me orgulho dessa militância pela justiça e pela paz.
A revista me trata de forma panfletária, diz que meu único mérito acadêmico evidente é a militância partidária. Nunca atuei em partido político nem sou dado a auto-elogios, mas meu lattes, de fato, difere do de algumas fontes citadas. Sou autor de quatro livros, organizei 24 publicações, escrevi 56 artigos em periódicos e 43 capítulos de livros.
A atual administração da UnB valoriza a produção acadêmica, criamos um Portal de Ciência e uma revista de divulgação científica, onde aliás duas das fontes citadas por Veja como perseguidas, mostram seus trabalhos nas últimas edições. Há ainda muito por fazer nos campi.
Queremos estar entre as cinco melhores universidades do país. Hoje produzimos quase 700 teses e dissertações por ano, nosso percentual de professores doutores ultrapassa os 90% e nossa política de fomento se ampara na publicação contínua de editais, como forma de garantir o acesso meritocrático aos recursos.
A reportagem relaciona seis exemplos de suposta perseguição política da administração sem mostrar uma única prova. O caso mais sério relatado é o da procuradora Roberta Kaufmann, advogada do partido DEM em ação contra a política de cotas da universidade, definida muito antes do meu reitorado.
Ex-aluna do mestrado da Faculdade de Direito, onde ingressou com minha aprovação em sua banca, Roberta veio à UnB participar de um debate sobre as cotas. Aqui, foi injustamente vaiada e agredida. Não há, no entanto, um único integrante da administração superior que tenha participado das agressões. A reitoria, porém, sabe que a vaia é comum no campus. Recentemente, o presidente Lula foi vaiado aqui. Semana passada, também fui.
Veja oferece a opinião de seis dos 2.200 professores da Universidade de Brasília. Não ouve nenhum estudante. Nenhum funcionário. No Portal da UnB, no link sobre tolerância, o leitor conhecerá dezenas de depoimentos de cientistas, professores, autoridades das mais diversas áreas e das mais diferentes correntes de pensamento. Todos solidários com a Universidade em sua mais profunda verdade: o da produção de um conhecimento que emancipa porque humaniza e que educa porque respeita a pluralidade de ideias.
Tomo a liberdade de encerrar esta carta com as três linhas que as cinco páginas de reportagem reservam para a única pessoa que defende a universidade no texto: o reitor. “É preciso analisar se não são os professores que, por falta de competência, perderam a visibilidade”. Refiro-me, claro, aos seis professores que foram se queixar à revista e me pergunto se fizeram isso de intolerantes que são ou se intolerante é a Veja , que os acolheu sem ouvir o outro lado?
José Geraldo de Sousa Junior – reitor da Universidade de Brasília.
Todos os textos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência
A Comissão Especial Curadora de Artes Plásticas do Senado Federal abre as inscrições para artistas plásticos que queiram expor suas obras no Espaço Cultural Senador Ivandro Cunha Lima para o calendário 2011. Localizado no corredor de acesso entre o anexo I do Senado Federal e da Câmara dos Deputados, por onde circulam cerca de duas mil pessoas por dia, o Espaço Cultural Senador Ivandro Cunha Lima já recebeu centenas de artistas plásticos, fotógrafos e escultores que trouxeram para o Senado Federal, um pouco de sua arte. Os artistas selecionados irão expor seus trabalhos individualmente pelo período de uma semana, durante todo o ano de 2011. As inscrições devem ser feitas na Primeira Secretaria do Senado Federal.
Jornada em defesa da reforma agrária e desenvolvimento sustentável
Jornalista: sindicato
O Fórum do Distrito Federal e Entorno pela Reforma Agrária e Justiça no Campo convida os lutadores e lutadoras do povo para participar do Acampamento – Jornada do Campo e Cidade em Defesa da Reforma Agrária e pelo Desenvolvimento Rural Sustentável. O evento começou nesta segunda, 4 e prossegue até o dia 8 de julho.
Segundo a diretora do Sinpro, Augusta Ribeiro, que juntamente com as diretoras Magnete Guimaraes e Iolanda Rodrigues, está participando da organização da jornada, o acampamento será um espaço de luta, formação política, debates e confraternização dos trabalhadores rurais e da cidade. Será um momento de refletirmos o rumo das políticas agrárias de nosso Distrito Federal e estabelecermos laços permanentes da luta pela Reforma Agrária e Desenvolvimento Rural.
“Venha participar conosco, sua participação e idéias enriquecerão o Acampamento no qual reafirmaremos nossa aliança de apoio e solidariedade mútua, desejosa de um país mais justo, solidário, livre do latifúndio e igualitário para todos os brasileiros”, convoca Augusta. O evento está sendo realizado no ginásio Nilson Nelson.
Para mais informações entrar em contato com : 61-99892363 (Joaquim) ou 61-84060809 (Chiquinho)
Plenárias do Plano de Carreira continuaram nesta quinta-feira(30)
Jornalista: sindicato
Nesta quinta-feira, 30 de junho, foram realizadas mais uma rodada de debates sobre o Plano de Carreira do Magistério Público do DF. Dessa vez as discussões aconteceram três regiões administrativas: Ceilândia (CEM 02), São Sebastião (CAIC UNESCO) e em Taguatinga (CEMAB). Conferira o local das plenárias em cada cidade, clique aqui.
No dia 6 de julho, cutistas de todo o Brasil irão às ruas no Dia Nacional de Mobilização da CUT. No Distrito Federal, as atividades começam um dia antes, no dia 5. A intenção é, além de defender a pauta nacional, incluir questões regionais que vêm travando o desenvolvimento da capital federal. As atividades pelo Dia Nacional de Mobilização da CUT começarão com uma ação no aeroporto Juscelino Kubitschek, de Brasília. Às 8h do dia 5 de julho, militantes cutistas recepcionarão parlamentares no saguão de desembarque e pedirão o apoio às ações contra a privatização dos aeroportos no Brasil. Para a Central, a privatização dos aeroportos entrega aos especuladores um bem público essencial para o Brasil, além de precarizar a mão de obra dos trabalhadores.
No dia 6, manifestantes cutistas se concentrarão em frente ao Palácio do Buriti, às 9h, para reivindicar não só temas como trabalho decente, aprovação do Plano Nacional de Educação e redução da jornada de trabalho – temas que compõem a pauta de luta do Dia Nacional de Mobilização –, mas também o fim da violência contra a mulher e a regularização fundiária no DF. (Acesse aqui a íntegra da pauta de luta do Dia Nacional de Mobilização). Ainda no dia 6, às 15h, a ação pelo Dia Nacional de Mobilização será na rodoviária do Plano Piloto. Os manifestantes se concentração na CUT DF a partir das 14h30 e seguirão para a plataforma superior da rodoviária e distribuirão panfletos que explicam os eixos de luta que norteiam o Dia Nacional de Mobilização da CUT.
Também no dia 6, manifestantes cutistas participarão da entrega de emendas da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) ao Plano Nacional de Educação (PNE). A ação, que ainda não tem horário definido, será no auditório Freitas Nobre da Câmara dos Deputados. Violência contra a mulher – Apesar de o novo governo do Distrito Federal ter dado um passo à frente na luta pelas causas feministas e de direitos humanos com a criação da Secretaria da Mulher, os resultados obtidos até agora não são positivos. Isso porque, apesar da iniciativa, falta o empenho do GDF em deslanchar as políticas defendidas pelas mulheres, como o fim da violência contra a mulher. “Precisamos mobilizar toda a militância cutista e a sociedade em geral para fazer com que o GDF acorde e veja que a situação está cada vez mais grave”, afirma a Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT-DF, Graça Sousa.
Em 2011, a capital federal registrou 283 casos de estupro nos cinco primeiros meses. Isso resulta em uma média de 57 estupros por mês, quase dois por dia. Em 2010, foram registradas 585 ocorrências de estupro no ano, cerca de 49 casos por mês. Isso significa que, em 2010, até agora, o aumento dos casos de estupro no DF representa mais de 16% ao mês. De acordo com a Delegacia da Mulher do DF, nos cinco primeiros meses de 2011 foram registradas 900 ocorrências de agressão contra a mulher. Regularização fundiária no DF – De todo o Brasil, o Distrito Federal registra o maior número de concentração de terras. Na capital federal, apenas 6% da população detêm 44% das terras, enquanto os outros 82% restante das pessoas ficam com apenas 39% do território do DF. Diante desses dados, o Fórum em defesa da reforma agrária e da justiça no campo – formado pela FETRAF (Federação Nacional dos Trabalhadores e Trabalhadoras na Agricultura Família), MST, MTST, MATR, FETADF e sindicatos cutistas – realizará acampamento nos arredores do estádio Nilson Nelson e do Palácio do Buriti, de 4 a 8 de julho.
A expectativa do coordenador geral da FETRAF, Francisco Miguel de Lucena, é de que 1,2 mil pessoas participem do acampamento, que tem o objetivo de negociar com o governo do Distrito Federal as propostas em relação a regularização fundiária no DF, a criação de políticas públicas para corrigir o problema da concentração de riquezas, além da criação de uma Secretaria de Desenvolvimento Agrário. Segundo o sindicalista, as pessoas do acampamento se unirão ao ato da CUT-DF no dia 6, no Dia Nacional de Mobilização. Secretaria de Comunicação da CUT-DF