Proposta para tipificar como hediondo crime contra professor


Tornar hediondos os crimes cometidos contra o professor. Essa é proposta que a viúva  do professor Carlos Mota, Rita Mota, levou na última terça-feira, dia 19, ao senador Cristovam Buarque. Rita solicitou que o Sinpro a acompanhasse na visita (o sindicato foi representado pela diretora de imprensa Rosilene Correa), já que este é um assunto que interessa a toda categoria, que vive no dia a dia o crescimento do número de agressões e violência nas escolas.
O senador foi muito receptivo à ideia e disse que  solicitará um estudo da sua assessoria para a elaboração de uma proposta neste sentido. O professor Carlos Mota foi assassinado na porta de sua casa porque combatia o tráfico na escola em que era diretor, no Lago Oeste.  “Lutar contra a violência nas escolas envolve muito mais do que tipificar esse crime. Mas acreditamos que é mais uma forma de inibir esse tipo de violência”, afirmou Rosilene Correa.

Projeto Re(vi)vendo Êxodos comemora 10 anos

Em comemoração aos 10 anos do Projeto Re(vi)vendo Êxodos o professor Luis Guilherme Baptista coordena, dia 30 de julho, uma Caminhada de 10 quilômetros no Parque da Cidade, seguido de um Sarau com o título de “Novos & Pioneiros”. O Re(vi)vendo Êxodos é um projeto cultural-pedagógico que vem sendo desenvolvido desde 2001 pelo Centro de Ensino Médio Setor Leste. Em 2008 contou com o CEF 104 Norte e Escola Nova Betânia, de São Sebastião, na organização e realização do Projeto, que possui três áreas de atuação: Identidade (cidadania e ética, formação histórica, comportamento e relações); Patrimônio (material e imaterial, manifestações artísticas, construções sociais e culturais) e Meio Ambiente (cerrado, fauna, flora, preservação, tecnologias e ciências, qualidade de vida).
O Projeto articula com diversos parceiros propostas e ações nas áreas de educação, pesquisas históricas, políticas de preservação, registro de manifestações, desenvolvimento sustentável, entre outras. Nos últimos anos foram estabelecidas parcerias com algumas das instituições públicas, exemplo do Exército Brasileiro; Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN); Clube dos Pioneiros de Brasília; Instituto Chico Mendes (ICMbio), além de governos estaduais e do DF, administrações municipais da Região Integrada de desenvolvimento do Entorno (RIDE) e diversas empresas colaboradoras.
O evento terá início às 7h30 deste sábado (30), com concentração no Estacionamento 04 do Parque da Cidade (próximo do Centro Hípico). A previsão de saída da marcha será às 8h30 e após a caminhada terá início ao Sarau ‘Novos & Pioneiros’ com apresentações de músicas, lançamento de livro, declamação de poesia e muito mais. Participem.

Vestida de Mar em cartaz no Teatro Goldoni

Vestida de Mar é uma boa opção para quem procura uma peça de teatro nestas férias. No espetáculo, Gelly Saigg retrata a vida e obra de Alfonsina Storni, nascida em 1892, poetisa argentina ícone de sua época. Em outubro de 1938, Alfonsina Storni decide vestir-se de Mar dando um ponto final em sua vida e eternizando a sua história. Sua vida e obra inspirou a música Alfonsina y el Mar, imortalizada na voz de Mercedes Sosa. A peça entra em cartaz no dia 22 de julho e vai até 14 de agosto, sextas e sábados às 21h, e aos domingos às 20h, no Teatro Goldoni (208/209 Sul).

Marcha das Margaridas 2011: por um Brasil sem miséria

Daqui pouco mais de 30 dias o governo deverá apresentar propostas à pauta de reivindicação das trabalhadoras rurais de todo o Brasil. “Esses pontos fazem parte do nosso projeto político (…) Esse é um momento de mudanças e aprofundamento em políticas públicas”, afirmou a Secretária de Política para as Mulheres, Iriny Lopes. Até lá, serão realizadas reuniões entre o conjunto dos ministérios para avaliar as reivindicações e estudar as condições do governo para contemplar a pauta. Os mais de 150 pontos reivindicados pelas trabalhadoras rurais compõem os eixos de luta da Marcha das Margaridas de 2011. Eles foram entregues ao governo em solenidade realizada na tarde desta quarta-feira (13), no Palácio do Planalto, com a participação do ministro do Desenvolvimento Agrário, Afonso Florence; da ministra do meio Meio Ambiente, Izabella Teixeira; da ministra chefe de estado da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros; da Secretária de Política para as Mulheres, além de representante do ministro do Desenvolvimento Social.
O objetivo do encontro foi de abrir diálogo com os líderes governamentais para, de fato, implementar as reivindicações apontadas na pauta de reivindicações. Segundo a dirigente sindical da Confederação Nacional de Trabalhadores em Agricultura (Contag) e da CUT, Carmem Foro, a lista de reivindicações apresenta “o modelo de desenvolvimento pensado pelas mulheres para o Brasil e critica o modelo de desenvolvimento em vigor”. “Grandes projetos de hidrelétricas, por exemplo, sem planejamento social, facilitam o aparecimento da prostituição infantil’, afirma.
Para as mulheres trabalhadoras rurais, a expectativa de aceitação e implementação da pauta cresce com a condição de uma mulher na presidência do Brasil. Maria do Rosário Fernandes, assentada do Rio Juma, no Amazonas, e secretária de Mulheres da Federação dos Trabalhadores na Agricultura no estado, é uma das pessoas que acredita no avanço. “A gente acredita muito neste mandato, acreditamos muito na presidenta Dilma e, acima de tudo, acreditamos na nossa pauta”. “Não se trata apenas de sensibilidade, se trata de compromisso político”, alerta Carmem Foro.
A defesa da pauta da Marcha das Margaridas é feita não apenas para beneficiar as trabalhadoras rurais, mas, consequentemente, toda a sociedade. “O trabalhador rural, uma vez que vive bem em sua propriedade, que produz, que vive no processo coletivo de construção na zona rural, está contribuindo para que tenha alimentação de qualidade na cidade, contribuindo para que não haja o inchaço das periferias das capitais”, explica Fátima Maciel, representante da Federação dos Trabalhadores Rurais do Acre.
Para a Secretária da Mulher Trabalhadora da CUT, Rosane da Silva, “a pauta das trabalhadoras rurais se confunde com a pauta das mulheres da CUT”. “Um dos pontos reivindicados na Marcha das Margaridas é a concessão de creches, uma luta nossa também. Além disso, temos que destacar que não é possível fazer a reforma agrária sema atualização dos índices de produtividade das terras e a regularização fundiária”, avalia.
Atualmente no Brasil, apenas 24% das terras está nas mãos da agricultura familiar. Além disso, a cada quatro trabalhadores rurais, um está na linha da miséria. “O fim da miséria passa, obrigatoriamente, pelas terras do Brasil”, analisa Carmem Foro.
Marcha das Margaridas
Neste ano, a Marcha das Margaridas trará para Brasília 100 mil mulheres. O evento, que acontece nos dias 16 e 17 de agosto, é uma ação estratégica das mulheres do campo e da floresta para conquistar visibilidade, reconhecimento social e político e cidadania plena.
A agenda política da quarta edição da Marcha tem como lema o desenvolvimento sustentável com justiça, autonomia, igualdade e liberdade. O movimento se apóia em sete eixos principais: biodiversidade e democratização dos recursos naturais – bens comuns; terra, água e agroecologia; soberania e segurança alimentar e nutricional; autonomia econômica, trabalho, emprego e renda; saúde pública e direitos reprodutivos; educação não sexista, sexualidade e violência; e democracia, poder e participação política.
“Nós temos a absoluta certeza de que a pobreza no nosso país tem sexo, tem a cara feminina, tem cor – são negras as pessoas mais pobres, e tem lugar – estão no campo e na periferia das cidades. Portanto, nossa pauta não tem só apelo, mas também legitimidade”, afirma Carmem Foro.
                                                                                                                 (Fonte CUT-DF)

CUT-DF cobra solução para violência contra mulheres e questão agrária

Dois problemas  se destacam no Distrito Federal: o aumento da violência contra a mulher e a concentração de terra. Em reunião realizada esta semana com a CUT-DF e movimento de trabalhadores rurais, o governador Agnelo Queiroz se comprometeu em até 30 dias  apresentar respostas aos pedidos dos movimentos sociais ligados à duas questões. O governador se comprometeu a criar um espaço de diálogo permanente com o movimento de mulheres para construir políticas que dêem condições de combater efetivamente a violência contra a mulher. “Nossa campanha ‘Violência contra a mulher: digo não!’ já começa a ganhar corpo de imediato”, avalia a secretária de Mulheres Trabalhadoras da CUT-DF, Graça Sousa.   Um dos pontos mais polêmicos do encontro foi a reivindicação do movimento de trabalhadores rurais de criação da Secretaria de Desenvolvimento Agrário. De acordo com o grupo, é essencial a existência do organismo para que os demais pontos de luta, como a diminuição da concentração de terra, avance. O governador também concordou com a criação de um Fórum Permanente de Negociação sobre a reforma agrária e demais questões fundiárias no DF, com a participação de membros do governo, da CUT e do movimento de trabalhadores rurais. “A CUT-DF está empenhada na solução desses problemas”, frisou o presidente da CUT-DF, José Eudes Costa.
 

CUT realizará em agosto campanha defendendo banda larga para todos

O que era para ser um mecanismo fundamental para democratizar a comunicação, expandir a inclusão e ampliar o desenvolvimento econômico e social do Brasil, ganha contornos de tiro na água e grande negócio apenas para as empresas de telecomunicações. De olho no cenário de retrocesso que toma conta do Plano Nacional de Banda Larga, a Coordenação dos Movimentos Sociais (CMS) definiu, em reunião na sede nacional da CUT na manhã desta terça-feira (12), a realização de um ato unificado no dia 15 de agosto, em São Paulo. Detalhes como horário e local ainda serão definidos nos próximos dias. O encontro de hoje contou com a participação do presidente do Centro de Estudos de Mídia Alternativa, Altamiro Borges, que resgatou a distância entre a expectativa inicial das entidades em defesa da democratização na comunicação e o resultado final do projeto.
Para ele, a sinalização de que a universalização da internet seria prioridade no governo Dilma, com a indicação de Paulo Bernardo para o Ministério das Comunicações, que, ao contrário do antecessor, não era intimamente ligado aos empresários do setor de radiodifusão, não se concretizaram. “Assim que o governo ressuscitou a Telebrás para fixar preços, fiscalizar a qualidade do serviço, acompanhar o cumprimento das metas, as teleoperadoras foram para a guerra, fizeram pressão e o governo recuou”, avaliou.
“Muitos de nós apostávamos que poderíamos caminhar para o projeto de regime público, com maior possibilidade de democratização do que existe hoje nas concessões de rádio e TV. Porque a internet no Brasil é lenta, ruim e cara”, criticou Rosane Bertotti, secretária de Comunicação da CUT.
Borges lembrou que a banda larga representa um grande prejuízo para o setor que mais cresce na economia mundial, já que a comunicação digital substitui a telefonia por voz. Para se ter uma ideia, a Globo lucrou em 2010, R$ 27 bilhões, enquanto as teles arrecadaram R$ 140 bilhões.
“O Plano Geral de Metas para Universalização – que antecede o PNBL – nasce bastante limitado e favorece a segregação. Quem tem dinheiro terá internet de primeira qualidade e quem não tem terá uma ‘carroça’, de segunda qualidade. Além disso, não fixa metas de universalização, a velocidade é muito baixa, substitui a multa por expectativa de investimento e não trata da inclusão rural”, citou. O representante do Barão de Itararé criticou ainda a falta de diálogo do governo com os movimentos sociais. “Na reta final, não teve conversa. Não fomos ouvidos, mas informados.”
Lutar em muitas frentes – Além do ato, as entidades que compõem a CMS irão solicitar ao Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) um estudo comparativo entre a proposta do PNBL e a oferta de banda larga em outros países. Paralelamente, a coordenação formalizará um documento com críticas à estrutura do plano e irá preparar um documento para dialogar com a população sobre a importância de uma internet de alta velocidade, acessível e democrática.
                                                                                                                                                                                                                      (Fonte: CUT)

PRECATÓRIO DO PLANO BRESSER

http://www.sinprodf.org.br/confira-a-2%C2%AA-listagem-dos-contemplados-no-precatorio-de-prioridade/

Servidores da saúde do GDF encerram greve

Os servidores da saúde aceitaram a proposta do governo e decidiram acabar com a greve, por maioria absoluta, durante assembleia geral da categoria, realizada na manhã da última terça-feira (12), na LBV – Legião da Boa Vontade. A paralisação dos trabalhadores teve início no dia 27 de junho.A proposta aceita é a seguinte:
Reajuste do tíquete alimentação para R$ 304,00 a partir de julho de 2011;
Incorporação total da Gratificação por Apoio Técnico Administrativo (GATA) de modo escalonado: 40% em setembro de 2011, 50% em setembro de 2012 e 30% em julho de 2013;
Plano de saúde a ser implementado em janeiro de 2012;
Conclusão do Projeto de Lei que dispõe sobre a reestruturação da carreira de Assistência Pública à Saúde – ( que inclui 104 categorias) – no mês de setembro de 2011;
Continuidade do diálogo na Mesa de Negociação para negociar a redução da carga horária e, também, o estudo do pagamento das verbas rescisórias da categoria;
Negociação dos dias paralisados com a apresentação do calendário de reposição até o dia 15 de julho de 2011.
De acordo com o presidente do SindSaúde, Agamenon Torres, a maior conquista da greve foi o respeito aos servidores da saúde. “A Saúde não funciona se nós [servidores da saúde] não estivermos lá para trabalhar. Não vamos aceitar mais receber tratamento diferenciado em relação a qualquer outra categoria”, destacou. Para o presidente da CUT-DF, José Eudes, dois motivos fizeram o governo voltar a negociar com a categoria: “a mobilização dos servidores da saúde e a necessidade de reconhecer a importância desses trabalhadores na reconstrução da saúde”, avaliou Eudes.
Marli Rodrigues, diretora do SindSaúde, fez questão de exaltar os servidores da saúde que seguraram a greve. “A proposta pode não ser exatamente a que esperávamos, mas saímos vitoriosos desse movimento. Quero agradecer também aos gigantes que lutaram ao nosso lado em busca de respeito. Todos aqui estão de parabéns pela força e pela coragem de lutar. Só conseguimos avançar porque pressionamos por meio da greve”, disse. Segundo a diretora do SindSaúde, a diferença entre a proposta do governo apresentada antes da greve e a proposta aceita pela categoria é enorme. ” Na primeira, o cronograma da GATA estava perdido e ainda seria debatido, mas na proposta de hoje, temos definidas as datas certas da incorporação do restante dessa gratificação”, comenta Marli.
A deputada federal Érika Kokay também falou aos servidores durante a assembleia. “Nós, porque falo também em nome da deputada [distrital] Rejane Pitanga e do deputado [federal] Roberto Policarpo, buscamos retirar o governo de dentro da casca de insensibilidade sobre a greve. Essa proposta apresentada foi construída e discutida por muitos e só foi possível porque vocês têm muita coragem. Não há como pensar em saúde, sem pensar em vocês e se o Governador e o Secretário de Saúde não sabiam disso, agora sabem. Eles vão ter que sentar e negociar plano de carreiras, a parte do Fundo Constitucional para a saúde e vocês estão inteiros para negociar e arrancar o que é de direito da categoria”, declarou a deputada. “Diante da precarização do salário e do sucateamento a proposta é insuficiente, mas ela começa a ganhar corpo para que possamos, juntos, dar uma dimensão grande a ela. Nessa greve nós conhecemos nossos inimigos e eles mesmos nos fortaleceram”, destaca Marli.

Atenção! Previdência Social vai corrigir mais de 130 mil aposentadorias e pensões

Em cumprimento a uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), o Ministério da Previdência Social vai revisar os benefícios de 131.161 segurados, como aposentados e pensionistas. Em setembro do ano passado, o Supremo determinou que o governo revisasse os benefícios concedidos no período de 5 de abril de 1991 a 1º de janeiro de 2004, que foram limitados ao teto previdenciário da época em que o trabalhador aposentou-se. Nesse período, quem tinha direito a receber mais do que o teto teve o benefício reduzido para se enquadrar no limite legal. Essa diferença acabou não sendo incorporada posteriormente. A decisão judicial de incorporar a diferença foi publicada no início deste ano.
A partir da folha de agosto, paga no início de setembro, 117.135 pessoas já começarão a receber as diferenças mensalmente. Segundo o ministro Garibaldi Alves, o segurado não precisa procurar a Previdência para solicitar a revisão, que será automática. “O aposentado receberá essa revisão sem precisar tomar nenhuma iniciativa”, garantiu. O impacto da revisão para os cofres da Previdência Social será de R$ 28 milhões por mês.
Quanto ao pagamento do retroativo, que soma R$ 1,69 bilhão, a Previdência ainda não sabe como irá proceder. Técnicos da pasta vão se reunir com o Ministério da Fazenda e com a Advocacia-Geral da União (AGU) amanhã (13) para definir como será feito o pagamento do passivo acumulado ao longo de todos esses anos. Uma das ideias é parcelar os atrasados, que tem valor médio de R$ 11,5 mil por segurado. “Dependemos agora de uma decisão da equipe econômica”, disse o presidente do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), Mauro Luciano Hauschild.
                                                                                                                                                                                          ( Fonte: Agência Brasil)

Atenção alunos da rede pública:Senado Federal promove concurso de redação

Alunos do 2º e do 3º ano do ensino médio de escolas públicas estaduais e do Distrito Federal,  com idade de 16 a 19 anos, estão convidados a participar do concurso de redação: “O Brasil que a gente quer é a gente quem faz”, que será promovido pelo Senado Federal.  As inscrições vão até o dia 30 de setembro de 2011. Os 27 vencedores da etapa estadual, um por estado e do DF, estarão automaticamente inscritos na etapa nacional, a ser realizada em Brasília. Esses alunos participarão do Projeto Jovem Senador, quando poderão vivenciar a rotina dos senadores durante três dias na capital. Todos os finalistas serão premiados com notebooks, medalhas, certificados e a publicação da redação em um livreto produzido pelo Senado Federal. As escolas dos três primeiros lugares serão presenteadas com computadores, livros e DVDs para o acervo da instituição. As Secretarias de Educação dos três primeiros colocados também ganharão livros produzidos pelo Senado Federal.  O concurso é um convite à reflexão sobre o processo democrático e o exercício da cidadania Os professores orientarão os alunos quanto às normas e os prazos.
Para saber mais entre em coontato com  a Diretoria de Ensino Médio: (61)3901 – 3251 / 3258 / 3249 3252, ou clique no link:  IV Concurso de redação do Senado Federal

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