Seminário marca aniversário da Lei Maria da Penha

Será realizado, nos dias 3 e 4 de agosto, o Seminário Lei Maria da Penha – 5 anos, em comemoração ao aniversário da legislação que coíbe e previne a violência doméstica e familiar contra a mulher. Representantes do sistema de Justiça irão discutir pontos a serem aperfeiçoados na aplicação da lei para efetivar a proteção às vítimas e a punição ao agressor. A abertura será às 9h da quarta-feira (3/8), no Ministério da Justiça, e terá a participação dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Iriny Lopes (Secretaria de Políticas para as Mulheres.
Também participarão da solenidade as ministras Carmem Lúcia (Supremo Tribunal Federal) e Eliana Calmon (Superior Tribunal de Justiça), além da senadora Marta Suplicy, da deputada federal Janete Pietá e do secretário de Reforma do Judiciário do Ministério da Justiça, Marcelo Vieira. Confira a programação completa.
A Lei Maria da Penha incorporou ao ordenamento jurídico brasileiro um conjunto de medidas para assegurar à mulher o direito à integridade física, sexual, psíquica e moral. A constitucionalidade de alguns artigos da Lei, porém, ainda é discutida, sob o argumento de que, ao tratar de forma diferenciada homens e mulheres submetidos à violência doméstica, a Lei feriria o princípio da isonomia.
Segundo o Ministério da Justiça, o que a lei faz é tratar de forma desigual aqueles que estão em situações desiguais: a mulher, ao sofrer violência doméstica, está em situação desigual perante o homem. E, por isso, a Lei oferece a ela mecanismos de proteção. Aguarda ser julgada no Supremo Tribunal Federal a Ação Declaratória de Constitucionalidade nº 19 para dar uma resposta definitiva à questão. No entanto, em março o STF já reconheceu, por unanimidade, a constitucionalidade da Lei Maria da Penha ao negar um habeas corpus em favor de um réu acusado de agressão à mulher.

Prorrogadas inscrições para curso de educação para a democracia

Foram prorrogadas até (12/8) de agosto as inscrições para o programa Missão Pedagógica no Parlamento, um curso presencial de educação para a democracia, dirigido a professores do ensino médio de escolas públicas brasileiras. Serão selecionados 54 professores de todo o Brasil (dois de cada estado e do DF) para participar das aulas, que ocorrerão de (2/10) a (8/10) de outubro de 2011, na Câmara.
Para se inscrever, o professor deve atender a requisitos como atuar no ensino médio há, pelo menos, três anos e apresentar o relato de uma experiência pedagógica em que abordou os temas democracia, cidadania ou política com seus alunos. A Câmara arcará com as despesas de transporte para Brasília, hospedagem e alimentação dos professores selecionados.
O programa Missão Pedagógica no Parlamento tem como objetivos o ensino e o debate de práticas para fortalecer a escola como espaço privilegiado para a vivência de experiências e valores democráticos e para o fortalecimento da cidadania. A Câmara já desenvolve outros programas de educação para democracia, como o portal Plenarinho, o Estágio-Visita e o Parlamento Jovem Brasileiro.
                            (Fonte Aência Câmara)

Assembleia escolherá delegados para plenária da CUT

O Sinpro convoca as professoras e os professores para assembleia neste sábado, dia 30, às 9h30, na sede do Sinpro (SIG quadra 6 lote 2260). Na pauta a eleição dos delegados da categoria para a 13ª plenária da CUT-DF, que será realizada no dia 19 e 20 de agosto. Compareça!

Gestão Democrática: 13 anos de espera… chega de indecisão!

O Sinpro  historicamente defende a Gestão Democrática desde o final da década de 70, mesmo quando ainda era Associação de Professores do DF. Fizemos vários debates sobre o assunto em plenárias, seminários e audiências públicas. O resultado dessas discussões se transformou em um projeto encampado pela deputada Rejane Pitanga (PT-DF). A proposta também foi entregue à Secretaria de Educação em 19 de abril deste ano.
As bases legais da Gestão Democrática remontam à Constituição Federal de l988 (art.206). A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) repõe esse princípio no seu artigo 3º. Além disso,  ela está na nossa Lei Orgânica (art.222), no atual Plano Nacional de Educação e no novo PNE. Sem falar que a Gestão Democrática faz parte dos compromissos assumidos pelo atual governo em carta aos professores no ano passado.
Por isso, não entendemos porque tanta demora em iniciar essa discussão na Câmara Legislativa. Infelizmente, por conta disso, e ainda que por determinação judicial, algumas escolas do DF terão que realizar eleições ainda sob a orientação da famigerada lei da Gestão Compartilhada, que de democrática não tem nada. Quais os interesses que estão por traz dessa morosidade?
Respaldados por 32 anos de acúmulo na defesa da Gestão Democrática exigimos: a instalação imediata de negociação entre Sinpro/Secretaria de Educação e Secretaria de Governo para fazermos ajustes necessários na proposta de gestão democrática e o seu encaminhamento em regime de urgência à Câmara Legislativa.
O Sinpro está levando esta batalha com muita vontade de resolver, de conquistar esse direito da comunidade escolar. Temos a expectativa de que o DF seja um exemplo no país de uma gestão da educação pública participativa e democrática e que a mesma seja determinante como fator de melhoria da qualidade da educação  e de aprimoramento e continuidade das políticas educacionais como políticas de Estado (para além das mudanças de governo). A gestão que defendemos deve ser também um processo de superação do autoritarismo, do individualismo e das desigualdades sócio-econômicas e uma contribuição para a construção de uma sociedade fundada na justiça social e na democracia.
 
 
 

Programação cultural

Nesta sexta-feira, dia 29, a Casa do Cantador promove o show “De repente… Outros Cantadores”, a partir das 20 horas, com entrada franca. Estarão se apresentando os grupos: Valdenor de Almeida e João Santana (repentistas), Fuzuê Candango (Forró), Marcelo Café (Samba), Nego Willian e Banda João da Penha (Pop Rock), Máximo Mansur e Banda Imaginário (Mpb e Pop) e PR 15 (Rap). Imperdível!
Informações: 9232-1674.

Professora lança livro infantil nesta quarta(27)

A professora Stefânia de Magalhães Andrade Barbosa, lança nesta quarta-feira(27) o livro “Melissa” por meio da campanha “Faça seu Primeiro Livro”. A obra infantil já está na segunda edição e fez parte da 9ª Festa Literária Internacional de Paraty(Flip), onde  participou da “Flipinha”.  A obra foi lançada primeiramente em São José dos Campos, terra natal da autora que agora faz o lançamento  em Brasília, onde a escritora pretende sensibilizar os educadores e, se possível, o Ministério da Educação e Cultura (MEC). “A obra foi produzida com base nos Referenciais Curriculares para a Educação Infantil e os Parâmetros Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental e tem sido muito elogiada pelo seu conteúdo didático”, ressalta Stefânia. O lançamento será nesta quarta-feira, 27 de julho, às 15 horas, no auditório do Centro de Ensino Especial 01 (912 Sul).

Decisão de conselho prejudica alunos aprovados na UnB

A determinação do Conselho de Educação do DF de exigir que o aluno tenha cursado no mínimo 75% do ano letivo para liberação do diploma prejudicou muitos estudantes  aprovados no segundo vestibular   2011 da Universidade de Brasília (UnB). Ao expedir  uma resolução sem ouvir professores, coordenadores pedagógicos e outros membros da comunidade escolar, o Conselho criou uma situação complicada: quem conseguiu uma liminar na Justiça se matriculou, enquanto outros não conseguiram e foram impedidos de se matricularem.
Por este motivo defendemos a democratização das decisões do Conselho de Educação, para evitar que decisões que afetam a muitos sejam tomadas por poucos. Acreditamos que uma decisão dessa importância deveria ter sido precedida de um debate aberto, com a participação dos diferentes setores afetados pela deliberação. Essa maior participação da sociedade no Conselho Escolar é um dos pontos da gestão democrática defendida pelos trabalhadores em educação.
Lamentamos ainda mais quando sabemos que os mais prejudicados são os estudantes de baixa renda, que tiveram mais dificuldade de buscar meios jurídicos para garantir o ingresso na UnB.

Nota de esclarecimento

A respeito das especulações publicadas pela imprensa sobre a mudança do secretariado do Governo do Distrito Federal, o Sindicato dos Professores no DF tem a esclarecer o seguinte:

– Não é papel do Sinpro discutir composição de governo. Portanto, não há participação da entidade em qualquer indicação de cargos.

Ressaltamos que o Sinpro mantém sua autonomia  na luta pelos direitos da categoria e por uma educação pública de qualidade.

Conferência – Reestruturação do Plano de Carreira

http://3.16.59.70/wp-content/uploads/2011/07/conferencia.pdf

Assembleia – Eleição de Delegadas(os) à 13° Plenária da CUT

http://www.sinprodf.org.br/

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