O Centro de Ensino Fundamental 01 do Plano Piloto é destaque no Distrito Federal pelo ensino e projetos desenvolvidos com os cerca de 500 alunos que estudam no local. Por isso, a direção da escola e os seus professores, alunos e funcionários lamentaram a reportagem veiculada pelo programa Balanço Geral, da Record. De forma equivocada e sem ouvir nenhum representante da escola, o programa divulgou no início da semana que a briga entre dois alunos do CEF 01, nas imediações da escola, era um fato corriqueiro que incomodava constantemente os moradores da 106 Sul. Segundo a diretora do Centro de Ensino, Maria Auxiliadora de Sousa, o incidente foi atípico e de forma nenhuma representa uma rotina dentro ou fora da escola. “O que ocorreu foi uma fatalidade. Acabou o expediente, todos os alunos e funcionários foram embora e dois estudantes começaram a brigar nas imediações do colégio. Infelizmente um deles acabou ferido, mas de forma alguma isto representa uma rotina dentro da nossa escola como foi mostrado na reportagem”, explica a diretora argumentando que a emissora utilizou várias imagens de brigas em outras localidades, levando a crer que todas elas tenham ocorrido dentro do CEF 01. Na verdade o que ocorre hoje, no entendimento do Sinpro, é que alguns moradores do Plano Piloto não gostam que uma escola pública esteja sediada na quadra em que moram, já que seus filhos, de classe média alta, não estudam ali. “Quando aconteceu este episódio eles aproveitaram para falar mal da escola de forma mentirosa”, disse Maria Auxiliadora. Os prêmios conquistados pelo Centro de Ensino e todos os projetos ali desenvolvidos mostram que a realidade está bem longe da mostrada pela reportagem. No último resultado do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB) o CEF 01 foi o quarto melhor; está entre os dois Centros de Ensino Fundamentais que passaram para as Olimpíadas de Português; está bem colocado no Sistema de Avaliação do Desempenho das Instituições Educacionais do Sistema de Ensino do DF (SIADE); tem projetos desenvolvidos nas áreas de Matemática e Português; todos os alunos participam do Produção Textual, concurso organizado pelo Correio Brasiliense; já lançou dois livros e criou o projeto Teclando o Futuro. “Os pais, alunos e professores ficaram indignados com tudo que foi mostrado pela Record porque sempre procuramos incentivar os estudantes, fazendo com que eles tenham o melhor ensino do DF. Projetos nós temos e os prêmios mostram que a violência não faz parte da rotina da nossa escola”, finaliza a diretora.
Sebastião tinha 1m52 de altura, 70kg de peso e 34 anos quando morreu de diabetes, na véspera do Natal de 1996. Oito anos antes quase conquistara a prefeitura do Rio de Janeiro, a segunda maior capital brasileira, arrebatando mais de 400 mil votos do esclarecido eleitorado carioca. Foi o terceiro mais votado entre 12 candidatos. Se tivesse vencido, não seria empossado. A família Hominidae, da qual Sebastião fazia parte, não tinha nenhuma tradição política. Ele fazia parte de uma espécie, os pan troglodytes, popularmente conhecida como chimpanzé. Carinhosamente aclamado pelas crianças como ‘Macaco Tião’ no Zoológico do Rio, ele foi a invenção política mais divertida do Casseta & Planeta, antigo programa humorístico da Rede Globo. Sebastião ganhou a eternidade no livro Guinness de recordes como o chimpanzé mais votado do mundo. O ‘Macaco Tião’ é o deboche escancarado na política brasileira, que apela para o bizarro quando leva o eleitor ao voto de protesto fantasiado pela ironia, pelo bom humor e pela graça. Isso já acontecera no final dos anos 50, nas eleições municipais de São Paulo, quando alguém se impressionou com uma praga hoje felizmente extirpada do território brasileiro: o baixo nível dos 450 candidatos que disputavam então uma vaga na Câmara Municipal. Antecipando em três décadas o ‘Macaco Tião’ carioca, lançou-se em São Paulo a candidatura a vereador do rinoceronte ‘Cacareco’, do Zoo da capital paulista, numa época em que cada eleitor escrevia o nome de seu candidato numa cédula de papel. Cem mil paulistanos tiveram a pachorra de escrever no seu voto o nome do mamífero chifrudo e de casca mais grossa que a maioria da fauna política nacional. ‘Cacareco’ foi o nome mais sufragado da eleição de 1959, superando sozinho os 95 mil votos do partido mais consagrado nas urnas. ‘Tião’ e ‘Cacareco’ representam a face divertida e moleque da política. Weslian, 1m70 de altura, 76kg de peso e 67 anos, é a faceta sem graça, a cara do escárnio, o lado mais debochado a que chegou a política em Brasília, a capital de 190 milhões de brasileiros, supostamente o centro mais esclarecido de uma multidão de 135 milhões de eleitores. Da família Roriz, grife de um clã político que governou o Distrito Federal em quatro mandatos, num total de 14 anos, Weslian fez sua retumbante e tardia estréia nas eleições de 2010 na noite de terça-feira (28), no debate da Rede Globo com os candidatos a governador, quando faltava menos de uma semana para o pleito de 3 de outubro. Weslian entrou no jogo eleitoral pela porta dos fundos: foi apontada na sexta-feira (24) pelo marido, o ex-governador Joaquim Roriz, que na véspera viu o Supremo Tribunal Federal empacar (5 votos contra 5) no julgamento em que ele tentava escapar dos efeitos sanitários da Lei da Ficha Limpa, que cassou Roriz por envolvimento e renúncia em um escândalo de corrupção. Com o cálculo político da esperteza, Roriz imaginou enganar a lei e iludir os eleitores trocando seis por meia dúzia. Renunciou preventivamente e botou no lugar a mulher, dona Weslian, uma simplória dona de casa, companheira de 50 anos de casamento e dedicada a obras de cunho social e benemerente. Assim, mantinha o nome Roriz na tela de votação e o número da coligação, o que reviveu o mote de um antigo seriado de TV: o ‘Casal 20’. A frieza de carrasco de Roriz ficou evidente no debate da Globo, quando expôs a mulher a um dos mais sórdidos espetáculos de auto-imolação já encenados na política brasileira. Weslian, coitada, surgiu no estúdio, patética e apatetada, tentando interpretar o papel que o marido lhe empurrou, goela abaixo, exibindo toda a fragilidade de um projeto político esfacelado pelo advento da Lei da Ficha Limpa. Honrada e despreparada, Weslian tropeçava na gramática, no raciocínio, no noviciado e na improvisação, trocando perguntas, confundindo candidatos e espantando a grande maioria dos 1, 8 milhão de eleitores da capital brasileira. Não soube nem mesmo administrar as dezenas de folhas, perguntas e respostas preparadas pela assessoria de Roriz, perdendo minutos preciosos tentando localizar a ‘cola’ salvadora. Não conseguiu nem mesmo usar, na plenitude, o tempo precioso reservado às perguntas e respostas. Não se fazia entender na hora de perguntar, não conseguia compreender a questão na hora de responder. Ao tentar responder uma pergunta sobre ‘transporte público’, dona Weslian lembrou que o candidato do PT, ex-comunista, não acreditava em Deus e devolveu com uma pertinente questão: “O senhor é contra o aborto?”. Foi uma das cenas mais constrangedoras e pungentes de toda a campanha eleitoral de 2010, em qualquer quadrante do Brasil. O desamparo e o abandono de dona Weslian, jogado às feras da política pelo marido impiedoso e insensível, desatou uma imprevista corrente de piedade para com a inesperada candidata, filha de um rico fazendeiro de origem libanesa que pastoreava o cerrado do Planalto no quadriláteiro que, anos depois, JK, Lúcio Costa e Oscar Niemeyer demarcariam para encravar a futura capital brasileira. Misericordiosos, os três candidatos adversários – do PT, PSOL e PV – fizeram perguntas entre si, poupando a criatura de Roriz, que tropeçava em seus papéis, em suas frases, em suas idéias inacabadas. Weslian, cristã e católica fervorosa, invoca sempre Deus e Nossa Senhora, lembrando que acompanhou de perto a vitoriosa carreira do marido. “Ele sabe administrar uma fazenda como ninguém”, confessou no debate, fazendo uma involuntária metáfora sobre o estilo que o Casal 20 agora evoca nos últimos momentos do programa eleitoral de rádio e TV, com seu lema de campanha: “Weslian vai trazer de volta o jeito Roriz de governar”. Mais do que a fraude explicitada pela manobra esperta do marido, Weslian encarnava, no estúdio refrigerado da Globo, o personagem ridículo e subalterno que joga no chão a política brasiliense. Uma proeza nada desprezível para uma cidade que já viu desfilar figuras inusitadas, folclóricas, divertidas ou lamentáveis como Fernando Collor, Cacique Juruna, Severino Cavalcanti, Paulo Maluf, Clodovil, Roberto Jefferson, Agnaldo Timóteo, José Roberto Arruda e o próprio marido de Weslian, o implacável Joaquim Roriz. A fauna política que teima em habitar o bioma do Cerrado é gerada, em boa parte, pela flacidez das leis e pela tolerância ou pelo bom humor do eleitor que, na falta de um ‘Macaco Tião’ ou de um ‘Cacareco’, acaba descobrindo utilidades inesperadas ou debochadas para o seu voto. Agora mesmo, as previsões mais modestas apontam o palhaço ‘Tiririca’ como um dos campeões de voto para a Câmara dos Deputados, virtualmente eleito com quase um milhão de votos pelo PR de São Paulo, o que seria a maior votação do país. Ao contrário do Supremo, que decidiu não decidir no julgamento de Roriz, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do DF resolveu, na tarde desta quarta-feira (29), brecar o truque do ex-governador, vetando toda a propaganda de rua e os programas de rádio e TV que exaltam o Casal 20, um flagrante desrespeito à lei e um claro embuste da renúncia voluntária e programada de Roriz. Ele não poderá mais aparecer ao lado da mulher, como fiador, conselheiro ou sequer ‘amado esposo’ da candidata inventada de última hora para escapar da lâmina afiada da Lei da Ficha Limpa. Não existem evidências de que Joaquim Roriz inveje o quociente intelectual ou a vestimenta colorida de ‘Tiririca’. Mas a desastrosa aparição de Weslian na corrida eleitoral e no debate da Globo reforçam a suspeita de que Joaquim Roriz vê os habitantes de Brasília com o nariz vermelho de palhaços, como aqueles que acreditam que “a política, pior do que está, não fica”. Com a ajuda do ex-governador, sabe-se, sempre poderá ficar. No domingo, dia 3, os eleitores conscientes da capital brasileira terão a chance de devolver esta piada sem graça, crava
ndo seus votos em quem merece. Não precisam nem eleger o macaco ou o rinoceronte. Basta repudiar a fraude.
Luiz Cláudio Cunha é jornalista, eleitor em Brasília e não vota em palhaço.
É no mínimo constrangedor para qualquer mulher assistir ao vídeo que circula no You Tube em que, numa entrevista coletiva, Weslian Roriz responde a uma pergunta com a resposta ditada por Roriz , que está ao lado (“meu marido é quem sabe responder”). Para o movimento feminista, que tem como bandeira a ampliação da participação da mulher na política, não pode haver pior exemplo de submissão machista que aceitar representar um papel de candidata apenas porque o “marido mandou”. “Consideramos isso um desrespeito à luta de mulheres que militam na política, afirma Eliceuda França, coordenadora da Secretaria de Mulheres do Sinpro. Mulheres que normalmente disputam cargos eletivos depois de mostrarem seu engajamento em causas sociais, sindicais ou solidárias. Mulheres que têm dupla, tripla jornada de trabalho, pois sua atuação na política não é facilitada por politicas públicas. Essas mulheres, que sacrificam família e ideais pessoais para lutar pelo bem comum, não mereciam ver essa farsa acontecer às vésperas de uma eleição em que temos a satisfação de ver duas mulheres disputando a Presidência da República, e um número recorde de candidatas a todos os cargos eletivos. Para que continuemos avançar rumo ao nosso lugar na política, temos que combater qualquer tipo de oportunismo. Lugar de mulher é na política, sim, mas não como laranjas e sim com outras mulheres e homens, nas ruas e praças, defendendo o fim das discriminaçãoes, na luta por uma sociedade mais justa, onde a atuação política de todos os cidadãos é fortalecida e incentivada.
Confira abaixo a nota divulgada pela CUT sobre o mesmo assunto
Na madrugada do último dia 24, a exatos nove dias do pleito eleitoral, terminou em empate o julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) que apreciava o Recurso Extraordinário (RE) do candidato do PSC ao Governo do Distrito Federal, Joaquim Roriz. O RE solicitava revisão da decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que havia negado, por seis votos a um, o registro de sua candidatura, com base na Lei da Ficha Limpa. Decepção para os brasilienses e para todos os brasileiros, já que, além de definir um impasse na eleição local, o resultado da votação no STF definiria também a aplicabilidade ou não da Lei da Ficha Limpa já em 2010. Diante do resultado e da incerteza de seus desdobramentos antes ou depois do dia três de outubro, a Coligação Esperança Renovada, que é formada pelos partidos PP, PR, DEM, PSDC, PRTB, PMN, PSDB e PT do B, além do PSC de Roriz, foi célere em achar uma solução que garantisse a manutenção de sua candidatura majoritária. No mesmo dia a coligação anunciou a substituição do candidato por sua esposa, Weslian. Segundo o Ministro Lewandowski, do STF, esta atitude é “mais uma renúncia no currículo” de Roriz, que renunciou ao seu mandato no Senado em 2007 para evitar a cassação eminente. Esta nova renúncia, na verdade, é apenas mais uma manobra na tentativa de enganar a opinião pública. Tanto é que, no novo programa televisivo da Coligação Esperança Renovada a narração continua inalterada: vote Roriz. A candidata substituta aparece ao lado do marido em eventos da campanha e seu nome aparece escrito ao final da propaganda, sem, no entanto, ser citado na narração. É fácil concluir que a grande maioria dos eleitores não saberá, por esta via, que Joaquim Roriz deixou de ser candidato. E como seu nome e sua foto não podem mais ser substituídos na urna, também é possível crer que muitos eleitores darão seu voto à Weslian achando que serão governados por Joaquim. Trapaças à parte, a candidatura da Sra. Weslian Roriz, cuja trajetória política pregressa resume-se ao fato de ser esposa de Joaquim, nos remete a um antigo problema da política nacional: o patrimonialismo. A prática de apropriar-se do que é público e transferir poder através de relações hereditárias. Joaquim Roriz já até anunciou que, mesmo não sendo Governador, pretende “ajudar” sua esposa a governar. No dia 18 de setembro, a Central Única dos Trabalhadores no DF (CUT-DF) e seus Sindicatos Filiados realizaram uma marcha, na cidade de Taguatinga, pela ampliação da participação política das mulheres. Durante a caminhada, pediram à população que vote em mulheres, para aumentar sua representação nos espaços de poder institucional e, consequentemente, ampliar e fortalecer as políticas para mulheres. Denunciou-se o não cumprimento das cotas de gênero pelos partidos políticos e as barreiras históricas e econômicas enfrentadas pelas mulheres candidatas. Criticou-se também uma prática que vem sendo utilizada pelos partidos para burlar a Lei das Cotas: a inscrição de candidatas sem nenhuma densidade eleitoral, que não disputam espaços reais de poder com os homens. Ao entrar na disputa na reta final da campanha, com o circo todo armado, estrutura e apoio não serão problema para Weslian Roriz. No entanto, ao aceitar cumprir este papel para que o marido não fosse publicamente derrotado, sua candidatura passa a representar tudo o que as mulheres repudiam: a submissão feminina a práticas e valores machistas, patriarcais e antidemocráticos. Os trabalhadores e trabalhadoras do Distrito Federal, históricos defensores da democracia e da igualdade, continuarão a lutar pela ampliação da participação política das mulheres e pela libertação de todas as formas de opressão.
Brasília, 27 de setembro de 2010
Maria das Graças Sousa SECRETÁRIA ESTADUAL DA MULHER TRABALHADORA CUT-DF
A ordem de crédito para pagamento aos professores de uma das três parcelas em atraso do laptop já foi expedida. A informação foi dada ao Sinpro por representantes da Secretaria de Ciência e Tecnologia. Solicitamos que nas próximas 72 os professores fiquem atentos ao seu extrato bancário para conferir se o crédito foi feito. Continuamos a exigir a regularização desse pagamento, que tem causado muitos prejuízos à categoria.
Professoras e professores, alertamos para mais um golpe praticado por criminosos. Servidores ativos e aposentados de vários estados estão recebendo pelo Correio e por e-mail um golpe que consiste na necessidade da realização de um depósito para o recebimento de pagamento judicial referente a uma “Ação Pública”, gerada pelo cancelamento da Aposentadoria Complementar do Servidor (Capemi). A Ação nº 145.851/5-00 não existe, assim como a Agência Nacional de Previdência privada (AGNPP), e nenhum ganho judicial requer pagamento prévio para ser liberado. O golpe consiste em uma falsa notificação repleta de palavras conhecidas em negrito como “Pagamento Judicial”, “Acordo Judicial”, “2ª Instância” e “V.S. foi beneficiado”. Em seguida aparecem o “Valor Proporcional Principal da Ação: R$ 32.700” e o “Acordo Proporcional até Julho de 2010: R$ 51.800”. Fiquem atentos e não repassem informações ou telefones. Todas as solicitações do Sindprevs/SC, relativas a questões jurídicas, são feitas por correspondências em papel timbrado do Sindicato. Em caso de dúvida consulte o Sindpres/SC.
A Secretaria de Educação divulgou em seu site (www.se.df.gov.br) a nova data da 1ª Etapa do Remanejamento Interno 2010/2011, que ocorrerá no período de 30/09 a 07/10/2010. Também foram divulgadas os cronogramas e as carências por Diretoria Regional de Ensino e a Nota de Correção do Resultado Final do Procedimento de Remanejamento Interno / Externo. A 1ª etapa havio sido adiada para não prejudicar os professores que estavam participando da Conferência de Educação Básica, evento promovido pela Secretaria que se encerra hoje.
Secretário de Educação Marcelo Aguiar pede exoneração
Jornalista: sindicato
O secretário de Educação do Distrito Federal, Marcelo Aguiar, pediu demissão no final da manhã desta terça-feira (28). A decisão foi tomada após o governador Rogério Rosso (PMDB) declarar apoio à candidatura de Weslian Roriz ao governo do Distrito Federal, no último domingo (26). Aguiar confirmou o pedido de demissão, alegando motivos políticos: “O governador mantinha até domingo uma posição de neutralidade. Com a decisão de declarar apoio a Roriz, não acho que convém ficar no governo. Respeito a opinião dele, mas apresento a minha divergência”, disse Aguiar. “Tenho uma história política na cidade e o meu apoio é para o Agnelo (Queiroz)”, justificou. Com a saída de Marcelo Aguiar, também deixa o cargo o secretário-adjunto, Jacy Braga Rodrigues. O governador Rogério Rosso aceitou os pedidos de demissão. “Entendo perfeitametne a sua posição e os motivos que o levaram a pedir a exoneração. Agradeço seu empenho e lhe desejo muito sucesso. O importante é que a nossa amizade permanecerá”, afirmou. Segundo a assessoria de imprensa do GDF, Rosso já está escolhendo os substitutos para os cargos e os nomes podem ser anunciados ainda hoje. Matéria de Adriana Bernardes e Lilian Tahan, do Correio Brasiliense
O professor Simão de Miranda convida todas e todos para o lançamento de quatro livros, às 19h30 desta sexta-feira (01), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi. Já com 31 obras publicadas na carreira o educador apresentará ao público: AFETIVIDADE E AUTOESTIMA DA CRIANÇA, UMA COISA DEPENDE DA OUTRA, O OUTRO LADO DE CADA COISA e TODO DIFERENTE É IGUAL EM ALGUMA COISA, obras que abordam a temática infantil. Compareça e prestigie mais este trabalho.
A Secretaria de Educação do DF informou ao Sinpro que adiou as etapas do processo de remanejamento interno que ocorreriam nesta segunda (27) e nos dias 28 e 29. O motivo do adiamento foi evitar que os professores participantes da conferência de educação básica, que está sendo promovida pela Secretaria nestes três dias, sejam prejudicados no processo de remanejamento. Eles informaram ainda que um novo cronograma de atendimento será divulgado até amanhã (28) e que está mantida a classificação que cada professor obteve. Os professores que compareceram no 1º dia (27/09) e chegaram a bloquear uma carência devem desconsiderar o procedimento (a Secretaria de Educação o tornará sem efeito), devendo comparecer na DRE (novamente) no novo dia e horário.
Correção na classificação do concurso de remanejamento
Jornalista: sindicato
Os professores e orientadores ao concorrerem no concurso de remanejamento interno e/ou externo, na cidade/região onde residem/zonas rurais, têm seus pontos acrescidos em 20% do que seria a pontuação original (um dia de trabalho = um ponto) conforme o edital do procedimento. Uma falha no processamento de pontuação fez com que alguns professores ficassem sem esse acréscimo. O sindicato, após receber algumas reclamações, solicitou a Secretaria de Educação uma verificação/revisão da classificação final. Com isso, encontra-se disponível no site da SEE uma nota sobre essa correção ( que pode alterar a classificação de alguns professores/orientadores). Orientamos a todos a observarem novamente sua classificação, bem como observarem o dia e horário do atendimento.